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Texto bíblico: I TIMÓTEO 6 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1tm/5
“O dinheiro é a raiz de todos os males.”
Esta frase é freqüentemente citada como sendo das Escrituras, mas leia-a novamente: “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (NVI) – ou em algumas traduções, “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (6:10, ACF).
Salomão escreveu o seguinte sobre o dinheiro: “o que se apressa a enriquecer não ficará impune”. Jesus falou acerca dos “enganos das riquezas” (Marcos 4:19 ACF) e afirmou: “Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no reino de Deus!” (Marcos 10:24, ACF).
É fácil olhar para os ricos e presumir que eles são mais culpados de amar o dinheiro do que as demais pessoas. Afinal, eles têm muito! Mas aqueles que estão insatisfeitos com o que possuem podem correr maior risco de ganância do que aqueles que possuem uma melhor condição financeira. Paulo colocou as coisas em perspectiva: “a devoção acompanhada de contentamento é, em si mesma, grande riqueza” (1 Timóteo 6:6 NVT), mas “aqueles que desejam enriquecer caem em tentações e armadilhas e em muitos desejos tolos e nocivos, que os levam à ruína e destruição” (v. 9, NVT).
“Cada homem tem seu preço”, dizem por aí – ou seja, uma pessoa fará qualquer coisa se o suborno for grande o suficiente. A proteção contra o suborno é amar coisas maiores e melhores do que as riquezas, coisas como a Verdade, o Amor e a Piedade, coisas que não podem ser tiradas de nós.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ti/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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834 palavras
1-2 Servos (gr douloi, “escravos”). Trata-se aqui de crentes que pertencem a mestres pagãos. … Não se fala de imoralidade de estruturas sociais e muito menos sugere-se uma luta sangrenta numa causa revolucionária. O homem precisa de atitudes cristãs seja qual for a estrutura vigente. No v. 2, os escravos crentes dos mestres crentes não deviam confundir sua igualdade espiritual com sua desigualdade social. Bíblia Shedd.
3 Ensina outra doutrina. Certos mestres em Éfeso afirmavam que, como o escravo convertido estava liberto do pecado por meio de Cristo, ele também estava liberto de suas obrigações para com o um senhor terrestre. Esse ensinamento, assim como outros conceitos pervertidos, trouxe consequências para a igreja nascente (ver 1T:3-7) e despertou a firme condenação do apóstolo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 328.
Piedade. Ver com. de 1Tm 2:2. Se o ensino religioso não produz vidas piedosas, condena-se a si mesmo. O valor de toda instrução espiritual é medido pelo grau de saúde espiritual que seus seguidores desfrutam. CBASD, vol. 7, p. 328.
5 Fonte de lucro. Sempre tem havido pessoas que relacionam os bens materiais à saúde espiritual. No entanto, o exemplo de nosso Senhor e dos discípulos deve eliminar toda ideia de que os justos são também necessariamente os mais prósperos em bens materiais. CBASD, vol. 7, p. 329.
6 Contentamento. A piedade aliada a uma atitude de contentamento é preciosíssima. Bíblia Shedd.
8 É sempre muito útil distinguir entre necessidades e desejos. Podemos ter tudo o que precisamos para viver, mas nos deixamos ficar ansiosos e descontentes com o que meramente queremos. Como Paulo, podemos escolher ficar contentes sem ter tudo o que queremos. A única alternativa é ser escravo dos nossos desejos. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Ricos. Aqueles que se esforçam para enriquecer alimentam dentro de si um fogo de paixões que acabará por destruir as qualidades mais elevadas do coração. É impossível servir simultaneamente a Deus e às riquezas (ver com. de Mt 6:4). CBASD, vol. 7, p. 330.
Caem. A paixão pelas riquezas apresenta uma diversidade ilimitada de tentações para comprometer os princípios (ver com. de Tg 1:12-15). CBASD, vol. 7, p. 330.
Insensatas. Ou, “imprudentes”, “irrazoáveis”. Apesar das razões que as pessoas dão para sua corrida desenfreada pelas riquezas, poucas [riquezas] se provam razoáveis quando a saúde falha ou quando a morte se aproxima. Para se adquirir riqueza, há o perigo de negligenciar assuntos prioritários. Os deveres cristãos diários, que requerem tempo e atenção pessoal, inevitavelmente serão reduzidos a um mínimo. CBASD, vol. 7, p. 330.
Afogam. O desejo de riquezas, por sua própria natureza, é uma ameaça à vida e à saúde do espírito. CBASD, vol. 7, p. 330.
10 Amor. Paulo faz distinção entre o amor às riquezas e a simples aquisição delas, que podem ser dons de Deus para os cristãos dignos de confiança. CBASD, vol. 7, p. 331.
Raiz de todos os males. Paulo afasta a cortina que com frequência oculta as motivações humanas, pois muitos, pelas riquezas, sacrificam a honra, a amizade e a saúde. A raiz principal do amor ao dinheiro é a causa de muitas desgraças deste mundo. CBASD, vol. 7, p. 331.
Se atormentaram. Isto demonstra que o deus do materialismo é um deus cruel. Bíblia Shedd.
13 Diante de Pôncio Pilatos. Jesus declarou diante de Pilatos que Seu reino não é deste mundo (Jo 18.36), e que qualquer poder ou autoridade vem somente de Deus (Jo 19.11). Bíblia Shedd.
14 Mandato. Na análise final, o testemunho cristão dos méritos supremos do modo de vida indicado por Deus constitui a exortação de Paulo. CBASD, vol. 7, p. 332.
16 Imortalidade. Ou seja, só Deus possui vida eterna inerente. Todos os seres criados são mortais e devem cumprir certas condições, para que sua vida continue (ver com. de 1Co 15:54). Alguns comentaristas creem que o apóstolo pode ter usado a palavra “único”como uma reprovação implícita à tendência oriental de divinizar o imperador, mesmo antes de sua morte (ver p. 792). CBASD, vol. 7, p. 333.
O conceito antibíblico de uma alma humana imortal separa do corpo entrou na fé cristã principalmente por meio da filosofia grega (conferir outros atributos de DEUS PAI em Êx 34:6, 7). Bíblia de Estudo Andrews.
17 Ricos. Nos v. 5 a 10, Paulo adverte acerca dos mortais perigos espirituais que têm que enfrentar os que desejam enriquecer, ou procuram uma segurança exclusivamente material. CBASD, vol. 7, p. 333.
20 Guarda o que te foi confiado. Nos tempos antigos, receber os bens preciosos de alguém para guardar era um encargo sagrado. Paulo admoesta Timóteo a ter o mesmo cuidado em relação à verdade a ele confiada. Bíblia de Estudo Andrews.
Contradições. Paulo sabia que a pureza da mensagem evangélica dependeria da fidelidade da geração seguinte de obreiros, representada pelo jovem Timóteo. CBASD, vol. 7, p. 334.
Evitando os falatórios inúteis. Isto é, deixando de lado as conversas levianas e fúteis. Uma maneira de preservar a pureza e o poder do evangelho consiste em evitar os temas triviais e usar o tempo para ensinar a verdade sem discutir irrelevâncias. CBASD, vol. 7, p. 334.
Saber. Do gr. gnosis, “conhecimento”. Acredita-se que Paulo alude aos ensinamentos similares aos que mais tarde surgiram e adquiriram um desenvolvimento mais pleno entre os gnósticos (ver vol. 6, p. 40-45). CBASD, vol. 7, p. 335.
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“Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (v.10).
Nenhum ser humano está imune à cobiça e à inveja, porque são obras da carne (Gl.5:19). A menos que se apegue à forte destra da Onipotência, mente alguma pode manter-se livre da corrupção que há no mundo. E todos os males existentes derivam de um amor maltrapilho pelas riquezas. O “amor do dinheiro” (v.10), ou cobiça material, tornou-se a primazia no coração daqueles que não conhecem a Deus. Até mesmo aqueles sobre os quais repousa a sagrada missão de ensinar ao mundo as verdades eternas, têm se privado de conhecê-las a fim de garantir que seu raso conhecimento da Palavra se resuma em sermões que rendam grande lucro. Afinal de contas, igreja cheia, bons negócios.
Muitos têm se enveredado por caminho sobremodo tortuoso, sustentando uma triste “mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim” (v.4-5), que em nada edificam a própria vida e nem a de outros, a fim de lucrarem com isso. Deus pedirá contas de cada palavra dita “por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (v.5). Mas recompensará todo aquele que considera “a piedade com o contentamento” a sua “grande fonte de lucro” (v.6) e vive feliz com o que tem. O problema, portanto, não está na prosperidade, mas em fazer dela o objetivo da fé.
Paulo exortou Timóteo a fugir “destas coisas” e a seguir “a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (v.11). A maioria não se interessa por conhecer o plano da salvação e o que precisa renunciar, mas deseja usufruir de seus benefícios. A religião cristã tornou-se a mais eclética possível. Existem igrejas para todos os gostos. A vontade humana é colocada acima da vontade divina e muita confusão se estabelece a partir daí. Literalmente, o homem fica sem saber para onde ir ou em quê acreditar. A maior parte delas sustenta a posição de que a Bíblia é a sua única regra de fé e prática, mas nem todas ensinam seus membros a combater “o bom combate da fé” mediante uma vida livre de avareza e instruída em “toda a Escritura” (2Tm.3:16). E em uma religião “faz de conta” gritam que Deus é amor enquanto silenciam o fato de que Ele também é o Justo Juiz.
Na era das redes sociais, está mais do que comprovado que o ser humano sente um prazer doentio em mostrar aos outros o que possui. A fim de ostentar uma imagem criada pelo ego, compartilhar a vida tornou-se praticamente um labor diário. Sendo assim, o “bom combate da fé” (v.12) é trocado pela competição transitória por “likes” e comentários que afagam a vaidade e despertam a inveja. O “amor do dinheiro” é muito mais do que possuir riquezas ou desejá-las. Pois existem muitos ricos “generosos em dar e prontos a repartir” (v.18), e muitos pobres cheios de si e avarentos. O que define esse amor exacerbado pelo dinheiro é a ganância de possuir a fim de exibir perante o mundo uma felicidade ilusória ou uma falsa imagem. E os mentirosos, meus irmãos, não herdarão o reino dos céus (Ap.21:8).
O fato de Paulo ter destacado a confissão de Cristo “diante de Pôncio Pilatos” (v.13), possui uma finalidade na qual todo cristão deve estar firmado. Ao ser questionado pelo governador romano se Ele era um rei, Jesus lhe respondeu da seguinte forma: “Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz” (Jo.18:37). Paulo advertiu e exortou Timóteo a não dar ouvidos a “falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam” (v.20), a fim de que permanecesse na verdade. Pois “alguns, professando-o, se desviaram da fé” (v.21). Quando ocupamos nossa atenção com o que não edifica, paulatinamente endurecemos o nosso coração e deixamos de dar ouvidos à voz divina. O Rei dos reis Se humilhou à condição de servo “a fim de dar testemunho da verdade”. Do que, pois, estamos dispostos a abrir mão a fim de sermos imitadores de Cristo?
O “bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade” (v.15-16), nos concedeu o privilégio de sermos Seus embaixadores na Terra. Como representantes de uma pátria superior, nossa missão consiste em seguir os passos de Jesus, dando testemunho da verdade; em acumular para nós “mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de” nos apoderarmos “da verdadeira vida” (v.19). E a maior riqueza que podemos adquirir aqui é um caráter semelhante ao de Cristo, a única aquisição que levaremos para o Céu.
“A graça seja convosco” (v.21).
Pai nosso, bendito e único Soberano, Reis dos reis e Senhor dos senhores, a Ti toda a glória pelos séculos dos séculos! Muitos têm se perdido no meio do caminho por dar ouvidos a falatórios inúteis e contradições do saber, misturando a Tua pura Palavra com elementos humanos e profanos que deturpam a Tua verdade. Outros, se enredam pelo caminho da cobiça e da inveja, desprezando a verdadeira felicidade em uma vida de contentamento. Senhor, entendemos que são tempos difíceis, mas também cremos que não nos deixastes sem esperança. Há luz e há capacitação para os nossos dias como nunca houve antes. Ajuda-nos a combater o bom combate da fé seguindo a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância e a mansidão! Enche-nos do Espírito Santo! Por Jesus, Te pedimos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, embaixadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#1Timóteo6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I TIMÓTEO 6 – O ensino correto deve ser aplicado em cada esfera educacional; desta forma, o texto de Paulo a Timóteo norteia professores da Escola Sabatina, Escola Adventista, inclusive professores de teologia.
Os ensinos do teólogo Paulo ao jovem pastor Timóteo são instrumentos de edificação da comunidade e crescimento espiritual dos alunos.
As lições do capítulo em análise são que os professores devem ensinar:
• O respeito e a submissão às autoridades: Todos devem respeitar as autoridades, inclusive em contextos difíceis, promovendo uma postura cristã de respeito e dignidade. Deve-se enfatizar a importância do testemunho cristão no ambiente de trabalho e na sociedade (vs. 1-2).
• A promover a sã doutrina e descartar falsas doutrinas: O ensino deve ser fundamentado na doutrina de Cristo, não em debates inúteis ou especulações vazias. Deve-se alertar os alunos sobre mestres que deturpam a fé por ganância, orgulho ou ignorância (vs. 3-5).
• A importância do contentamento e evitar a ganância: Todo professor deve ensinar que o amor ao dinheiro desvia as pessoas dos propósitos nobres da vida; e que, o mais importante é uma existência de dependência de Deus e simplicidade. A piedade com contentamento é um ganho espiritual (vs. 6-10).
• A busca pela santidade e a perseverança da fé: Cada aprendiz deve fugir da injustiça e buscar a retidão, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão. O chamado ao ministério exige um compromisso com “o bom combate da fé” (vs. 11-12).
• A soberania e a centralidade de Cristo: Todo verdadeiro professor deve inspirar reverência ao Deus vivo. Todo ensino deve manter Cristo no centro, destacando Sua soberania e glória imortal (vs. 13-16).
• Sobre o uso correto das riquezas: O bom ensino deve incluir o serviço e a prática da generosidade. Os ricos devem ser humildes e generosos, colocando sua esperança em Deus e não na incerteza das riquezas (vs. 17-19).
Paulo aborda enfaticamente a riqueza; contudo, ele “faz distinção entre o amor às riquezas e a simples aquisição delas, que podem ser dons de Deus para os cristãos dignos de confiança” (CBASD)
• O valor da fidelidade doutrinária e a vigilância espiritual: O ensino deve fortalecer a fé e não ser um campo para debates inúteis ou especulações filosóficas sem base bíblica (vs. 20-21).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.