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Texto bíblico: I TIMÓTEO 4 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1tm/4
A história cristã revela que ao longo dos séculos Satanás tem infiltrado no cristianismo muitos ensinamentos falsos, assim como os versos 1-3 preveem. O Espírito Santo, por meio de Paulo, alerta acerca da apostasia da verdadeira fé. Satanás é capaz de usar do pseudo cristianismo para seus propósitos malignos. Em quatro vezes nos dezesseis versículos deste capítulo encontramos a palavra “doutrina”, que significa “ensino” (vs. 1, 6,13,16). Nós não devemos embarcar em cada nova ideia que surge.
O Senhor disse a Adão e Eva o que comer. Após os seres humanos pecarem Ele acrescentou quais alimentos poderiam servir como alimento e quais não poderiam. Proferir uma oração sobre comida e bebida que não foi “autorizada” pela Palavra como adequada para os seres humanos não torna a comida ou bebida sagrada.
O jejum pode ser benéfico, mas é um erro pensar que a abstenção de comida faz de alguém um santo. O exercício físico é importante, mas não deve ser prioridade. Viver piedosamente, refletindo o caráter de Jesus, é de muito maior importância. É de valor eterno.
Esse capítulo nos lembra que a oração, o ensino da Palavra de Deus e o Espírito Santo são capazes de nos libertar a fim de seguirmos o exemplo de Cristo.
David Manzano
Pastor aposentado
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ti/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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595 palavras
Entre os pagãos e judeus havia grupos que acreditavam que uma pessoa atingia uma vida espiritual mais elevada através de rigorosa auto-disciplina e auto-negação (vs. 4-8). O ensino de que o celibato é uma maneira de viver mais santa do que ser casado e ter filhos é um ataque ao nosso Criador. É um falso ensino. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/14/i-timoteo-4/. Pesquisa em 05/08/2018.
1 Os três elementos da apostasia: 1) A fonte: “espíritos enganadores”. 2) O ensino: “ensino de demônios”. 3) Os agentes: “alguns” dentro da comunidade cristã. Bíblia Shedd.
3 Proíbem o casamento. Paulo admoesta contra os conceitos fanáticos introduzidos primeiramente no cristianismo pelos gnósticos (ver vol. 6, p. 40-45) e perpetuados pelo sistema monástico. Os gnósticos acreditavam que toda matéria é má e que o corpo humano, sendo material, deve ter suas paixões reprimidas e negadas. Segundo essa teoria, o casamento se tornou uma concessão aos desejos da carne e, portanto, era pecaminoso. Paulo deixa claro que o casamento é uma instituição de origem divina e que combater essa instituição seria atacar a sabedoria infinita e os bondosos propósitos de Deus (ver 1Co 7:1; Hb 13:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, p. 312.
Alimentos. Aqui, Paulo se refere às influências e tendências ascéticas que permeavam a igreja. Por razões cerimoniais, ritualísticas, esses ascetas consideravam que a total proibição de certos alimentos seria espiritualmente desejável. A proibição de certos alimentos em determinados dias religiosos também pode ser incluída na advertência do apóstolo. CBASD, vol. 6, p. 312.
Deus criou. Os alimentos e o casamento faziam parte do plano original de Deus para a humanidade no Éden. CBASD, vol. 6, p. 312.
4 tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável. Alguns comentaristas acreditam que Paulo revoga a distinção feita no AT entre alimentos limpos e imundos (ver com de Lv 11). Deve-se notar, porém, que ele limita suas observações às coisas criadas por Deus para uso como alimento (ver com. Do v. 3). Na criação, Deus especificou os artigos que pretendia que as pessoas usassem como alimento. Esse regime prescrito não incluía a carne de qualquer animal, nem mesmo todos os tipos de vegetais (ver com. de Gn 1:29, 31). Todas as coisas foram criadas para um propósito diferente e eram boas para o fim específico, ou seja, adequadas para atender à finalidade para a qual Deus as criou. Depois do dilúvio, Deus permitiu o uso de carnes “limpas”, mas proibiu o consumo das carnes “imundas”. Em nenhuma parte da Bíblia se remove essa proibição. CBASD, vol. 6, p. 313.
7 Muitos dos provérbios ou ensinamentos que as pessoas acreditam desde crianças são “fábulas profanas e tolas” (v.7 NVI). Alguns deles são inofensivos, mas outros não. Por exemplo, as pessoas costumavam acreditar que o ar da noite era prejudicial e devia ser mantido fora. Como resultado, as janelas dos quartos eram mantidas fechadas a noite toda e o ar tornava-se viciado. Gatos pretos, quebrar um espelho, aplacar espíritos – o mundo está cheio de mitos terríveis. Não é fácil abandonar a bagagem cultural que nos é imposta, mas esta deve ser testada pela Palavra de Deus e deixada de lado, se necessário, sempre que afetar a visão que temos de Deus e da eternidade.David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/14/i-timoteo-4/. Pesquisa em 05/08/2018.
A responsabilidade do ministro em face da apostasia: 1) Expor a doutrina dos apóstatas, vv 1-6; 2) Rejeitar, pela força de uma piedade profunda, aquilo que é errado, v. 7, inclusive os exercícios do ascetismo físico, v 11; 3) Ordenar as coisas certas com toda a autoridade pastoral, v. 11. 4) Tornar-se padrão, pois os preceitos sem exemplo são vazios, assim como Paulo era padrão … v. 12. 5) Aplicar-se a todas as partes do culto: a leitura, à exortação, ao ensino, v. 13.
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“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (v.16).
Em Seu sermão profético, Jesus proferiu várias advertências, dentre elas, que surgiriam “falsos cristos e falsos profetas”, operando sinais e maravilhas a fim de enganar a muitos (Mt.24:24). Mas também comparou os últimos dias com os “dias de Noé […]. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam […] assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37-39). Jesus não apresentou o casamento, ou o comer e beber como problemas, mas em como eles seriam praticados no fim dos tempos. A Bíblia contém princípios sobre o matrimônio segundo a vontade de Deus e, da mesma forma, princípios de saúde que o Senhor nos deixou a fim de que tenhamos saúde e qualidade de vida.
O extremo oposto apresentado por Paulo a Timóteo diz que “nos últimos tempos” também surgiriam muitos mentirosos, que ele chamou de “espíritos enganadores”, e que alguns iriam apostatar da fé (v.1). A fim de selar suas palavras com inconfundível autoridade, iniciou dizendo: “o Espírito afirma expressamente” (v.1). No entanto, apesar de também falar do casamento e da comida, os problemas eram outros: a castidade e a “abstinência de alimentos” (v.3). Notem que tanto Cristo quanto Paulo se referiram ao mesmo tempo, mas falaram dos mesmos assuntos sob perspectivas completamente distintas. Por quê? Porque ambas as situações ocorreriam. Dois extremos que não têm nada a ver com os planos do Senhor para a humanidade.
O gnosticismo defendia a ideia de que o casamento era uma desculpa para desfrutar dos prazeres da carne e, portanto, era pecado, rejeitando o fato de que o casamento entre um homem e uma mulher foi instituído pelo Senhor no Éden, antes mesmo do pecado (Gn.2:24). Os rituais, cerimônias e tradições exigiam a completa abstinência de certos alimentos em determinados dias e datas. Em nenhum momento Paulo afirmou que “pela palavra de Deus e pela oração” tudo o que escolhemos comer “é santificado” (v.5), e sim os “alimentos que Deus criou para serem recebidos” (v.3). E o que Deus criou para ser recebido como alimento? Em Gênesis 1:29 encontramos a dieta original do Éden. Em Levítico 11, a permissão divina quanto ao consumo de algumas carnes e proibição quanto a outras. Em 1Coríntios 6:19-20 e 10:31, os princípios que devem reger o cuidado com o nosso corpo. Os fiéis e todos “quantos conhecem plenamente a verdade” (v.3), nem irão se enredar nas orgias dos antediluvianos, muito menos deixar-se enganar por “ensinos de demônios” (v.1).
O exercício pessoal “na piedade” (v.7) será o grande aliado do remanescente no tempo de angústia. A rejeição de fábulas e discussões que nada edificam é o caminho mais eficaz para aquele que deseja empregar suas energias “à leitura [das Escrituras], à exortação, ao ensino” (v.13), a fim de tornar-se “padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (v.12). Timóteo não deveria ser desmerecido devido à sua juventude, mas um jovem modelo de alguém que estava progredindo em sua vida cristã (v.15). Por isso, sobre ele repousava esta responsabilidade: “Ordena e ensina estas coisas” (v.11). “Não te faças negligente para com o dom que há em ti” (v.14). Paulo orientou seu pupilo a ser cuidadoso consigo mesmo e com o estudo das Escrituras, permanecendo nesses deveres, perseverando dia após dia, para a sua salvação e de todos que o ouvissem.
Devemos examinar a Bíblia por nós mesmos, mediante um coração submisso à voz do Espírito Santo. Deus deseja ardentemente ter conosco uma conversa sincera: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18). A verdade liberta. A liberdade em Cristo cura. E a cura de Jesus salva. Você deseja ser liberto, curado e salvo? Vá às Escrituras. Seja este o seu primeiro hábito da manhã, encontrar-se com Deus através da oração e do cuidadoso estudo das Escrituras. E se ainda lhe restar alguma dúvida, o Espírito Santo enviará Seus servos para lhe explicar. Que como o eunuco etíope, sejamos sempre humildes para aceitar as verdades do Céu e tomar uma firme decisão ao lado de Jesus (At.8:26-31), pois os dias aos quais Jesus e Paulo se referiram, nós estamos vivendo.
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, servos de Jesus Cristo e fiéis em Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I TIMÓTEO 4 – Creio que os seminários de Teologia e os Concílios Pastorais deveriam dar maior atenção a esta carta de Paulo em suas instruções eclesiásticas e administração espiritual. Ela oferece orientações sobre liderança, organização eclesiástica, qualificação dos líderes e conduta ministerial.
A carta em apreço é sumamente importante, tanto para quem não está na liderança ministerial quanto quem está deve dar a devida atenção a esse texto inspirado.
• Paulo instrui Timóteo, o jovem pastor, sobre como conduzir a igreja, reforçando seu papel como líder espiritual e administrador (I Timóteo 3:1-7).
• A carta apresenta os requisitos para bispos/presbíteros/anciãos e diáconos/diaconisas, enfatizado caráter, integridade e testemunho (I Timóteo 3:1-13).
• Paulo enfatiza a necessidade de autoridade espiritual baseada na Palavra de Deus e não apenas na experiência ou idade (I Timóteo 4:12-16).
Por esses e outros importantes motivos, I Timóteo é fundamental para a verdadeira formação pastoral bíblica; pois, fornece princípios claros para o exercício do ministério, o ensino da Palavra, a liderança e a vida pessoal do líder espiritual – é um verdadeiro “Manual Pastoral” inspirado por Deus.
Considerando I Timóteo 4, reflita:
• O líder espiritual deve estar ciente da influência dos falsos ensinamentos que rondam o cristianismo e a necessidade de permanecer na verdade bíblica (vs. 1-5).
• Um líder espiritual deve ser um exemplo de piedade; sua conduta deve revelar integridade. Para isso, é imprescindível nutrir sua vida espiritual com a Palavra de Deus (vs. 6-8).
• Um líder eclesiástico deve ser dedicado no trabalho (vs. 9-10). O ministério exige esforço e perseverança, pois envolve guiar os fiéis na esperança da salvação.
• Timóteo foi instruído a ser modelo em palavras, conduta, amor, fé e pureza (vs. 11-12). O mesmo se espera dos pastores de hoje.
• O líder da igreja deve ser dedicado na Palavra (v. 13). A leitura, exortação e ensino das Escrituras devem ser prioridades na agenda pastoral.
• O chamado e os dons espirituais recebidos de Deus devem ser exercitados com maestria e zelo (v. 14).
• O crescimento pessoal do líder da igreja deve ser evidente a todos (v. 15).
• O líder espiritual deve ter cuidado com a doutrina (vs. 16). Ele deve permanecer firme na verdade, pois sua influência impacta a vida de muitos.
Viver esses princípios no ministério traria reavivamento espiritual na igreja! – Heber Toth Armí.