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Texto bíblico: I TIMÓTEO 3 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1tm/3
As palavras bispo, supervisor e ancião são usadas de forma intercambiável no Novo Testamento. Um homem que almeja essa posição deve ser motivado pelo desejo de fazer um bom trabalho em servir a Cristo, não para honra pessoal (vs. 1-7).
Ser um diácono (vs. 8-13) também é uma santa vocação que apoia o trabalho de Cristo no mundo. Quando Jesus disse: “Eu estou no meio de vós como quem serve”, Ele se referia a si mesmo como um servo, um diácono. Anciãos, diáconos e diaconisas que seguem os passos de Jesus ajudam suas congregações a bem retratar seu Mestre. Eles são líderes-servos a serviço de Cristo, o supremo líder da igreja. Paulo escreveu essas coisas a fim de capacitar o jovem Timóteo a prover uma liderança adequada às igrejas.
Lembremo-nos de orar e apoiar aqueles que foram selecionados para exercer liderança nos vários ministérios de nossas igrejas.
David Manzano
Pastor aposentado
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ti/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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724 palavras.
Este capítulo apresenta orientações para a igreja em sua seleção de anciãos. A sua reputação na comunidade também diz muito a respeito de quem ele é. O fruto de sua vida deve refletir a Cristo. Paulo também alertou a respeito daqueles que desejam o cargo apenas para conseguir posição e poder. Eles não fazem um bom trabalho para Deus. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).
1 Episcopado. Lit “superintendência”. … É o pastor da igreja, sem conceito de hierarquia. Bíblia Shedd.
2 Necessário. O líder cristão deve ser um modelo na prática dos princípios que professa, se quer convencer outros da dignidade de sua mensagem. O regato não corre acima de sua fonte, e, em geral, uma congregação não costuma alcançar nível mais alto do que sua liderança. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 305.
Sóbrio. Do gr. sophron, “prudentes”, “de mente sadia”, “que tem domínio próprio”. Esses líderes são sempre necessários para evitar o fanatismo e liderar em tempos de grave emergência. CBASD, vol. 7, p. 306.
3 Não violento. Ou seja, não belicoso nem briguento. Um caráter conciliador e pacificador é uma qualidade indispensável a todo líder da igreja. CBASD, vol. 7, p. 307.
6 Para não suceder que se ensoberbeça. Ou, “seja inchado”, “seja vaidoso”. O orgulho obscurece o entendimento. CBASD, vol. 7, p. 307.
Condenação do diabo. O orgulho, a causa da queda de Lúcifer. Bíblia Shedd.
7 Bom testemunho. A reputação do bispo [líder] na comunidade deve ser de caráter mais elevado, de tal modo que mereça o pleno respeito e confiança das pessoas que não pertençam à igreja (ver com. de 2Co 6:3). CBASD, vol. 7, p. 307.
8 Diácono. Este ofício foi instalado por motivos práticos, segundo a primeira referência em At 6.1-7. As virtudes morais e espirituais exigidas elevam-se ao nível exigido do pastor, em virtude das responsabilidades envolvidas no atendimento das necessidades da igreja. Bíblia Shedd.
De uma só palavra. Ou seja, “não diga uma coisa a uma pessoa e o contrário a outra”. Cada oficial da igreja deve ser um pacificador, não um divulgador de escândalos nem um perturbador. Pode ter sido esta expressão que levou John Bunyan a chamar de “Sr. Duas Línguas”a um dos personagens de O Peregrino. CBASD, vol. 7, p. 308.
Não cobiçosos de torpe ganância. O cristão deve sempre vencer a tentação de se aproveitar de alguém, mesmo que não seja culpado de transgredir qualquer lei específica. Tampouco deve se aproveitar do privilégio de seu cargo para obter favores ou ganho pessoal indireto. O dinheiro não deve ser a meta principal de sua vida. CBASD, vol. 7, p. 308.
10. Experimentados. Ou, “testados”. Aqui, Paulo condena o que às vezes se sugere: de que a nomeação para cargos da igreja seja feita como incentivo aos que têm sido descuidados, ou fracos na fé, na esperança de que esse reconhecimento estimule o zelo e a piedade. CBASD, vol. 7, p. 308.
13 Preeminência (gr bahmos). Normalmente significa “degrau”. É aplicada aos gruas da promoção no exército. Aqui significa a influência moral e eclesiástica do ofício. Bíblia Shedd.
15 Coluna. Ver Gl 2:9. Os cristãos genuínos são testemunhas do poder da graça de Deus e da sabedoria de Seus propósitos. Quando deixam de cooperar plenamente com o plano divino no ser humano, inevitavelmente se atrasa o dia de restauração desta Terra (ver PJ, 69). CBASD, vol. 7, p. 309.
A “igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade” (v. 15, NVI), construída por Cristo, fundada sobre Ele, deve permanecer como um dos pilares para a verdade salvadora de Deus. Empresas seculares ou os governos não atuam como pilares para Deus e Sua verdade. Se a igreja de Deus falhar, onde as pessoas poderão ir a fim de encontrar a salvação? David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).
16 Evidentemente. Ou, “por consentimento geral”. Muitos comentaristas acreditam que este versículo se refira a um hino bem conhecido da igreja primitiva. CBASD, vol. 7, p. 310.
Pensa-se que aqui Paulo está citando um hino da Igreja (cf Ef 5.19), que contrasta o Senhor encarnado com o Senhor exaltado. Bíblia Shedd.
O verso 16 é uma sinopse do “mistério de Deus” – o maravilhoso fato de nossa redenção ter vindo através da encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esta grande salvação é o que a igreja precisa revelar ao mundo. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).
Mistério da piedade. Ver com. de 1Tm 2:2. O triunfo da graça de Deus sobre as forças do mal na vida será sempre motivo de admiração e gratidão. CBASD, vol. 7, p. 310.
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“Para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (v.15).
Novamente, Paulo exaltou a fidelidade da Palavra de Deus. Desta vez para instruir Timóteo acerca do procedimento que deveria ser seguido na escolha dos bispos e diáconos da igreja. Paulo listou algumas características que devem ser vistas na vida desses líderes:
- Irrepreensível: Aquele que por sua conduta ilibada, não dá margem a censura ou repreensão;
- Esposo de uma só mulher: Deve ser alguém que mantém uma vida pura e fiel, respeitando os laços do matrimônio;
- Temperante: O que é comedido, rejeitando o que é mau e sendo equilibrado no que é bom;
- Sóbrio: Que não vive de forma desregrada;
- Modesto: É despretensioso e age com pudor;
- Hospitaleiro: Tem prazer em acolher pessoas e atendê-las em suas necessidades;
- Apto para ensinar: É capacitado para o ensino. Sua vida reflete o que ensina;
- Não dado ao vinho: Tem uma vida livre de vícios;
- Não violento, porém cordato: Age com mansidão, mas também é sensato;
- Inimigo de contendas: Não se envolve em brigas. É um defensor da paz e reparador de brechas;
- Governa bem a própria casa: Assume com fidelidade o seu papel de sacerdote do lar, instruindo os filhos com disciplina e “com todo o respeito” (v.4).
Diante dessas características, percebemos a seriedade quanto a assumir uma posição de liderança na casa de Deus. Não deve ser algo realizado conforme eleição de vontade humana, mas sob o governo e direção do Espírito Santo. A igreja de Deus sofre quando homens e mulheres assumem a frente de batalha destituídos da armadura de Deus e das virtudes necessárias para se vencer o Maligno. O “bom testemunho dos de fora” (v.7) deve ser a consequência de uma vida completamente entregue à vontade de Deus. Por analogia, podemos aplicar tudo o que vimos a todos os que assumem cargos na igreja, inclusive, às mulheres, pois “é necessário que sejam elas respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo” (v.11).
O diaconato foi um cargo de elevada importância na igreja primitiva. O primeiro diácono eleito, Estêvão, tornou-se o primeiro mártir da igreja primitiva. Sua abnegação e serviço, fé e coragem despertaram um respeito ainda maior por esta função. Aqui, Paulo incluiu as mulheres no serviço do diaconato e igualmente exortou para que sejam cristãs genuínas. Apesar do sagrado e indispensável papel da mãe dentro do lar, percebam que os homens, antes de assumirem liderança na casa de Deus, devem “governar bem seus filhos e a própria casa” (v.12). A Bíblia apresenta uma escala de prioridades onde a família sempre vem antes de qualquer outra obra. Foi por sua negligência no governo do lar, que Eli, antes de morrer, perdeu seus dois filhos e viu o santuário de Deus sendo profanado e saqueado pelos inimigos de Israel. Ou seja, a sua dedicação à igreja e descaso para com a família causou opróbrio tanto para a sua própria casa, quanto para a casa de Deus (1Sm.2-4).
O Senhor nos deixou orientações sobre “como se deve proceder” em Sua casa. A comissão que Ele nos faz envolve compromisso, fidelidade e amor, mas, sobretudo, uma fé viva e atuante que quebre o paradigma do presente século de que a família é uma instituição falida. Somos chamados a fazer parte da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (v.15), cada um desempenhando a sua função como membro do lar de forma ordenada. Na verdade, Deus espera que sejamos esta igreja, resgatando a verdade que se perdeu e elevando-a ao seu patamar de sustentáculo de Sua igreja. Mas àqueles que estão no posto de liderança, o Senhor os convida a serem servos e experimentarem o real sentido de sua eleição: viver como Jesus viveu. Porque “o mistério da piedade” (v.16) nos revela um Deus que Se fez carne para servir e tudo entregar para que muito em breve façamos parte de Sua grande e eterna família.
Se Jesus for o Líder de nossa vida, “com a consciência limpa” (v.9), ouviremos a Sua voz a nos dizer: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt.25:21).
Querido Pai Celestial, a Tua perfeição é incomparável. Como, pois, podemos ser perfeitos como Tu és perfeito? Mas, se permitirmos, o Teu Espírito pode realizar este milagre em nós. Porque o Senhor prometeu que o fará a todo aquele que O buscar de todo o coração, e nós cremos que a Tua Palavra é fiel e verdadeira, e que não existem impossíveis em nenhuma de Tuas promessas. Derrama o Teu amor em nosso coração para que sejamos capacitados a Te servir, servindo ao nosso próximo, principalmente aqueles que não merecem. Porque foi sem merecermos que o Senhor nos deu o melhor do Céu, Jesus Cristo. Que o Espírito Santo frutifique em nós e em nosso lar as virtudes do caráter do nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1Timóteo3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I TIMÓTEO 3 – Timóteo estava em Éfeso com a missão de organizar e fortalecer a igreja local. Neste capítulo, seu mentor, o apóstolo Paulo, apresenta critérios para escolher líderes na igreja, especificamente bispos/presbíteros/anciãos e diáconos/diaconisas.
Nesse contexto, o diabo é mencionado duas vezes (I Timóteo 3:6-7), onde Paulo demonstra preocupação com o perigo espiritual envolvido na liderança eclesiástica.
Embora Paulo dê ênfase às qualificações fundamentais de um líder espiritual, tais como irrepreensibilidade, temperança, hospitalidade e capacidade de ensinar (vs. 1-3), no versículo 6 ele adverte que o candidato não poder ser “recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo”.
• Aqui, o apóstolo destaca um perigo central da administração eclesiástica: O orgulho espiritual.
A administração da igreja não pode ser confiada a indivíduos imaturos, inexperientes; pois o poder e a posição podem facilmente corromper aqueles que ainda não estão firmes na fé.
Paulo prossegue recomendando que o líder da igreja local tenha “boa reputação perante os de fora, para que não caia em descrédito nem na cilada do Diabo” (I Timóteo 3:7). O termo “cilada” refere-se à armadilha, algo que captura sutilmente.
• Isso sugere que a falta de integridade pode fornecer ao diabo uma oportunidade de difamar a igreja por meio de seus líderes.
• Assim, o testemunho público do líder deve ser irrepreensível, pois escândalos na liderança podem desmoralizar a comunidade de crentes e prejudicar a missão da igreja.
Na seção sobre os diáconos (vs. 8-13), Paulo menciona também as qualidades exigidas das mulheres/diaconisas, as quais devem ser “dignas, não caluniadoras, mas sóbrias e confiáveis em tudo” (v. 11). O termo caluniador/diabolos pode-se referir ao Diabo, também.
Desta forma, isso destaca o perigo da calúnia e da difamação dentro da igreja. A administração eclesiástica deve evitar que seus membros (especialmente líderes) se tornem instrumentos de discórdia, pois isso pode minar a unidade e o testemunho da igreja (I Timóteo 3:14-16).
• Nem todo comportamento deve existir na igreja ou é aprovado pelo Deus vivo. A conduta na igreja deve refletir santidade.
• A igreja, que é composta de fiéis, deve ser um pilar de sustentação da verdade – não só em teoria – mas também na prática.
Todos precisam estar cientes: Os pastores devem exercer a liderança com maturidade e responsabilidade! – Heber Toth Armí.