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Texto bíblico: FILIPENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/fp/1
Apesar de ter sido escrito na prisão (vs. 13, 14), todo o livro de Filipenses concentra-se na alegria! A palavra “alegria”, em suas diversas formas, é usada 16 vezes na carta. Note particularmente o verso 18, no qual Paulo se alegra com o fato de que o evangelho estava sendo pregado, apesar de suas circunstâncias adversas.
Sou capaz de alegrar-me quando as circunstâncias são desagradáveis, ou, pior ainda, quando estou sob risco de vida? O que acontece com a minha alegria quando sou acusado falsamente ou perseguido por amor a Cristo ou, ainda, sofro por causa do Evangelho? Consigo regozijar-me em tais circunstâncias? Para alguns de nós pode ser mais fácil dizer do que fazer. O exemplo de Paulo demonstra que mesmo quando as circunstâncias externas são desagradáveis podemos cultivar uma alegria interior.
Paulo está dizendo aos membros da igreja para não permitirem ninguém roubar essa alegria interior. Nós também podemos ter a certeza de que a despeito de tudo o que tenhamos que enfrentar hoje, Deus é fiel. Jesus vai completar a obra de salvação que Deus começou em nós (v. 6). Não estamos sozinhos na jornada cristã. Que certeza confortadora!
Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/php/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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425 palavras
1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.
6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.
12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.
15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.
18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.
21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.
30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.
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“Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (v.21).
As cartas de Paulo certamente foram escritas sob divina inspiração e profundo zelo. Com sabedoria do alto, o apóstolo declarou verdades que emanam de cada versículo, tendo sempre palavras de ânimo e de coragem, mas também de advertência e de correção. Apresentando-se como servo de Cristo, sua postura era uma declaração de que suas palavras possuíam a assinatura de seu Mestre. O amor que dedicava às igrejas era puro e intenso. O início da sua epístola aos filipenses, nos mostra o seu real interesse em atingir-lhes em cheio o coração. No entanto, Paulo fez algo que ele não fez em nenhuma de suas cartas às demais igrejas. Ele fez menção especial a duas classes específicas da igreja de Filipos: “bispos e diáconos” (v.1).
O conteúdo desta epístola, portanto, foi dirigido especialmente aos líderes daquela igreja, que tinham uma importante lição a aprender. Paulo sabia que a influência de bons líderes faria a comunidade cristã daquele lugar crescer e se multiplicar, mas também sabia dos riscos que a igreja enfrentaria caso a liderança manifestasse sentimentos mesquinhos e disposição crítica. Para Paulo era sempre motivo de muita alegria lembrar de seus irmãos e interceder em oração por eles. O fato de que o evangelho de Cristo estava sendo proclamado e a mensagem avançando, aumentava-lhe a expectativa pelo cumprimento da promessa: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
De todas as formas, guiado e orientado pelo Espírito Santo, Paulo procurava anunciar entre as nações a glória do Senhor (Is.66:19) e a esperança em Sua segunda vinda. Essa mesma paixão e esse mesmo foco deve reger a vida de todo cristão, especialmente daqueles sobre os quais repousa a responsabilidade de liderar. Ser líder não é assumir uma posição de destaque, mas de serviço. E diante de alguns, que proclamavam “a Cristo por inveja e porfia” (v.15), “por discórdia, insinceramente” (v.17), Paulo percebeu que a liderança da igreja estava dividida. De um lado, aqueles que pregavam o evangelho “por amor” (v.16), e, do outro, os que o faziam como uma disputa religiosa.
Contudo, a resposta dele frente a este comportamento nos deixou uma lição de grande valor no versículo dezoito: “Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei”. Se ainda que pelos motivos errados, alguns proclamavam a mensagem certa, isso era tudo que importava. Mas Paulo foi além para resgatar também aqueles que julgavam a sua prisão como a oportunidade de se tornarem pregadores de renome. Tornaram do santo ministério uma competição a fim de alcançar uma popularidade tão maior do que a do apóstolo Paulo.
Essa ideia, no entanto, foi a mesma dos irmãos Tiago e João quando desejaram lugares de destaque no reino de Cristo. Mas a resposta final de Jesus foi: “e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt.20:27-28). A cruz nos revela a perfeita humildade e que Jesus não espera nada menor do que isto da nossa parte. Na verdade, Ele está disposto a concedê-la a todo aquele que, antes de ascender à liderança, desce com os joelhos ao chão; que assume uma posição privilegiada não por mérito próprio, mas por eleição divina. O maior dos líderes, portanto, não é o mais aclamado, e sim o que mais serve, conforme o Espírito Santo o conduz.
“Vivei”, pois, “acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica” (v.27). Que a graça de sermos servos de Cristo preencha o nosso coração de amor, aniquilando toda soberba. E que, independentemente de reconhecimentos e honras terrenas, nossa alma tenha anseio por ouvir a aprovação divina a nos dizer: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34). Pois “Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (v.6).
Santo Deus e Pai, graças Te damos pela bênção de iniciarmos o estudo de mais um livro das Tuas Escrituras! Como membros da Tua igreja, Pai, que o nosso amor aumente mais e mais no pleno conhecimento e toda percepção para aprovarmos as coisas excelentes e sermos sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça. Livra-nos, Senhor, de sentimentos de inveja, porfia e discórdia! E enche-nos da provisão do Espírito de Jesus Cristo! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, benditos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Filipenses1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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FELIPENSES 1 – Este capítulo apresenta Paulo como exemplo de liderança espiritual que combina compromisso, visão e abnegação. Ele escreve aos filipenses com um tom de encorajamento, mesmo enfrentando a prisão (vs. 7, 13). Suas ações demonstram que um verdadeiro líder não é definido pelas circunstâncias externas, mas pela fidelidade a Deus e à missão divina.
Um líder espiritual preocupa-se profundamente pelo bem-estar espiritual de sua congregação (Filipenses 1:1-11). Paulo começa sua carta com uma oração de gratidão e intercessão pelos filipenses.
Líderes espirituais devem enxergar cada situação como oportunidades para glorificar a Deus (Filipenses 1:12-19). Paulo vê sua prisão como chances para o avanço do evangelho.
A vida de Paulo estava completamente entregue à obra de Deus (Filipenses 1:20-26), o que deve servir de inspiração a todos os que lideram a Igreja atualmente.
Além de dar o exemplo de um cristão e líder espiritual, os líderes devem chamar seu público-alvo à unidade, perseverança e coragem na caminhada cristã, mesmo em meio ao sofrimento (Filipenses 1:27-30). Aqui Paulo nos ensina a:
- Viver de forma digna do evangelho, refletindo o caráter de Cristo em todas as circunstâncias.
- Trabalhar juntos, lutando “unânimes pela fé evangélica”, visando a proclamação do verdadeiro evangelho.
- Encarar a perseguição aos cristãos com confiança na promessa de salvação.
- Enxergar as provações como uma oportunidade de crescer na fé e participar do ministério de Cristo.
Dois textos merecem nossa atenção neste capítulo:
Filipenses 1:6 trata da:
• Justificação do cristão: “Aquele que começou a boa obra em vocês…”
• Santificação pela fé: “…vai completá-la…”
• Glorificação: “…até o dia de Jesus Cristo”.
Deus é o iniciador da salvação, é também o mantenedor e o finalizador. Esse projeto é de Deus. A obra não é nossa, é dELe. A obra não será abandonada, será completada.
Em Filipenses 1:21-23 nos ensina que melhor do que…
• …viver neste mundo de maldades, crueldades e injustiças é poder estar com Cristo no Céu.
• …morrer como mártir é partir para o Céu a fim de desfrutar da augusta presença de Cristo.
• …qualquer coisa é estar pessoalmente com Cristo sem passar pela agonia do martírio.
Contudo, o maior anseio de Paulo era poder estar com os crentes pregando o evangelho (Filipenses 1:24-26). E nós? Qual é nossa maior alegria?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.