Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 24 – Este importante sermão de Jesus foi inteiramente profético.

A preocupação dos discípulos, no início do capítulo, com os perigos do fim do mundo lembra-nos da importância de estarmos vigilantes e atentos aos sinais dos tempos. Isso envolve, não apenas estar cientes dos perigos, mas também agir de maneira prudente e responsável em face das ameaças.

Apesar das preocupações com as adversidades, Jesus oferece esperança aos discípulos, apontando para a promessa de Seu retorno e o estabelecimento do Reino de Deus. Isso lembra-nos que, mesmo em meio à incerteza e dificuldades, podemos encontrar esperança e segurança na promessa divina de restauração e redenção.

Embora Mateus 24 tenha sido escrito há muito tempo, o ensino de Jesus sobre o “fim dos tempos” continua a ressoar com questões sobre justiça, esperança e o propósito da vida. Considere:

• Apesar dos fraudulentos cristãos e falsos cristos atrapalhando o desenvolvimento do cristianismo, embora as guerras aumentassem com o tempo tornando-se obstáculos ao avanço da Igreja de Cristo no mundo e, independente das terríveis perseguições e torturas aos fiéis cristãos perseverantes, o evangelho puro e verdadeiro do Reino de Deus “será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mateus 24:4-14).

• Jesus ilustrou com a destruição de Jerusalém a situação mundial quando retornar em glória e majestade. Importantes lições podem ser extraídas de quando Tito Vespasiano cercou Jerusalém no primeiro século – para não nos perdermos no segundo advento de Cristo: a principal delas é, confiar plenamente nas instruções de Cristo (Mateus 24:15-29).

• O momento exato da segunda vinda de Cristo não foi revelado por Deus a nós. Mas Jesus deu sinais que indicam Sua proximidade; eles devem motivar-nos à consagração e preparação para esse evento cósmico que abalará a Terra (Mateus 24:30-51).

Este sermão profético não visa alertar-nos meramente sobre perigos iminentes; ele nos incita a viver com propósito e esperança em meio às adversidades. Reflita:

• Em uma sociedade repleta de distrações e enganos, a vigilância espiritual não é uma opção, mas uma necessidade vital.

• Jesus mostra que a verdadeira vitória do cristão não está em evitar o sofrimento, mas em permanecer firme nEle em meio às tribulações.

• Nossa esperança não está na política humana, mas no glorioso Rei vindouro!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 23 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 23 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 23 by Luís Uehara
22 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/23

No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, precipitado por Sua entrada triunfal em Jerusalém. Aqui, o foco está sobre o tema do poder.

Este tema, poder e prestígio, é reiterado nos oito “lamentos” [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder para fechar o reino dos céus e de serem guias cegos para as pessoas (vs 13,16). Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de “pai”, “mestre” ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).

Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Entretanto, à semelhança dos fariseus e escribas daqueles dias, muitos ainda hoje utilizam de sua suposta autoridade divina para apoiar seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Pais ameaçam os filhos em nome de Deus, fazendo com que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.

Assim como a figueira infrutífera [Mt 21:19], aqueles que usam a religião como instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal têm a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço caracterizado pelo auto sacrifício e da semelhança com Cristo.

“O maior dentre vós será vosso servo.” (v. 11 ARA).

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/23
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2024, 0:50
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1519 palavras

1 Então, falou Jesus. Isto ocorreu, provavelmente, na terça-feira, no fim do dia. Foi a última vez que Jesus ensinou no templo, a última em que falou ao povo. Evidentemente, Ele procurou, através de denúncias contundentes contra os escribas e fariseus, quebrar as correntes que prendiam as pessoas à tradição e àqueles que a perpetuavam. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 518.

2 Na cadeira de Moisés, se assentaram. Ou, como intérpretes oficiais da lei de Moisés. … os arqueólogos descobriram que as antigas sinagogas judaicas tinham cadeiras literais em que o intérprete da lei, sem dúvida, se assentava. CBASD, vol. 5, p. 518.

3 não os imiteis. Fazemos bem em examinar nossa vida em busca dos traços dos mesmos males que fizeram “fariseu” sinônimo de “hipócrita. CBASD, vol. 5, p. 518.

dizem e não fazem. Dizer sem fazer é o que faz de um homem um hipócrita.  … Escribas e fariseus professavam lealdade absoluta às Escrituras, mas falhavam na prática dos princípios ali estabelecidos.  CBASD, vol. 5, p. 519.

4 Atam pesados fardos. Esses “pesados fardos” eram parte da tradição rabínica e não das leis de Moisés (ver com. de Mc 7:1-13). CBASD, vol. 5, p. 519.

5 serem vistos pelos homens. Sua conduta era regulamentada pelo que imaginavam que os outros pensariam dela, mais do que por amor a Deus (cf 2Co 5:14). CBASD, vol. 5, p. 519.

filactérios. Eram cápsulas, ou rolos de couro, que os judeus usavam na testa, perto do coração, e no braço esquerdo. Continham quatro passagens bíblicas: Êx 13.1-10; 13. 11-16; Dt 6:4-9; 11.13-21. … Honravam-se as cápsulas tanto quanto as próprias Escrituras (imaginava-se que o próprio Deus usava filactérios), e seu tamanho era considerado como um sinal de zelo de quem o usava. Também eram considerados como amuletos para evitar o mal. Bíblia Shedd.

A ideia de usar filactérios foi baseada em uma interpretação literal de Dt 6;8. … Para muitos o filactério se transformou num talismã. CBASD, vol. 5, p. 519.

franjas. São as borlas descritas em Nm 15.37-41, usadas de maneira singular, como lembrete visível da profissão religiosa dos judeus e que Jesus também usava (cf Mt 9.20 onde se traduz por “orla”). Os fariseus desenvolveram esse costume até sobrecarregá-lo de minúcias, esquecendo-se, porém, da sua singela mensagem espiritual. Bíblia Shedd.

Alongá-las era um meio de torná-las mais visíveis; e, como as roupas adornadas com essas franjas ou borlas eram usadas para fins religiosos, a pessoa que as usava procurava chamar a atenção dos outros como sendo piedoso além das exigências da lei e além das pessoas comuns. CBASD, vol. 5, p. 519.

8-10 A advertência é contra procurar títulos de honra para alimentar o orgulho. Obviamente, devemos evitar um literalismo insensato ao aplicar esses mandamentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao proibir o uso dos títulos “Mestre” (v. 8), “Pai” (v. 9) e “guias” (v. 10), Jesus não proíbe a organização ou o uso de todos esses títulos na igreja (cf At 20.17; 1Co 9:1; 1Tm 1.1-2, 8, 12; Tt 1:5-7). A advertência de Cristo é contra a tentação de conceder aos líderes humanos a autoridade e prerrogativa que pertencem só  Deus – uma tentação aqui exemplificada pelo uso de pretensas formas de tratamento. Bíblia de Genebra.

13 fechais o reino dos céus. Os escribas e fariseus tornaram quase impossível, aos sinceros de coração, encontrar o caminho da salvação, em primeiro lugar, fazendo da religião um fardo insuportável (Mt 23:4) e, em segundo, pelo seu próprio exemplo hipócrita (v. 3). CBASD, vol. 5, p. 521.

15 prosélito. Os gentios convertidos ao judaísmo eram convertidos ao regulamento legalístico da circuncisão e à Lei Mosaica e não a um relacionamento pessoal com Deus. Andrews Study Bible.

Um número muito maior acreditava no Deus verdadeiro e O adorava, mas sem participar dos ritos do judaísmo; esses eram conhecidos como “prosélitos de portão” ou “tementes a Deus”. CBASD, vol. 5, p. 521.

duas vezes mais. Um convertido empolgado acabava se tornando, se possível, ainda mais intolerante do que os fariseus. CBASD, vol. 5, p. 521.

23 dízimo.  Jesus não está abolindo a prática de dar um décimo das entradas a Deus. Justamente o oposto. Os comentários de Jesus reafirmam a permanência da lei do dízimo e a coloca em perspectiva ao mais importante: justiça e misericórdia e fé. Andrews Study Bible.

As três hortaliças [hortelã, endro e cominho] teriam algum valor comercial, mas o dízimo obtido seria o mínimo. Os fariseus, ao se mostrarem zelosos nos pormenores, pensaram que poderiam esconder, de si mesmos e de Deus, o fato de não estarem á altura da verdadeira religião. Bíblia Shedd.

os preceitos mais importantes. Os escribas e fariseus davam grande valor às ordenanças humanas e às formas externas de observância da lei (ver com. de Mc 7:3-13), mas se esqueciam quase completamente do verdadeiro espírito da lei em si, do amor a Deus e ao próximo. CBASD, vol. 5, p. 523.

24 coam. A cláusula deveria dizer, literalmente, “coar todos os insetos” da água potável. CBASD, vol. 5, p. 523.

O fariseu rigoroso coava cuidadosamente a água potável em um pano para ter certeza de não engolir um mosquitinho, considerado o menor ser vivo impuro. Mas, figuradamente, engolia um camelo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

…camelo, o maior animal impuro da Palestina (Lev 11:4, 41-45). Andrews Study Bible.

27 sepulcros caiados. De acordo com a lei ritual, uma forma extrema de contaminação era o contato com a morte. Os sacerdotes, por exemplo, não deviam se “contaminar” pelo contato com os mortos, salvo em caso de parentes próximos (Lv 21:1-4), mas até essa exceção era negada ao sumo sacerdote (v. 10, 11). de acordo com a Mishnah, era costume caiar as sepulturas em 15 de adar, um mês antes da Páscoa, a fim de que os sacerdotes e nazireus pudessem evitar a contaminação através do contato involuntário com as sepulturas. CBASD, vol. 5, p. 523.

29 edificais os sepulcros. Os mártires de uma geração, muitas vezes, se tornam os heróis da seguinte. Enquanto os profetas estavam vivos, era comum apedrejá-los. Algum tempo após a sua morte, era costume edificar monumentos elaborados em pedra para homenageá-los. Os judeus não poderiam honrar os profetas vivos sem aceitar as suas mensagens, mas era simples honrar os mortos sem acatar suas exortações. CBASD, vol. 5, p. 524.

30 Se tivéssemos vivido. Cada geração tende a se orgulhar de ser mais sábia e tolerante do que as anteriores. … Se esses profetas vivessem hoje, teriam comunicado as mesmas mensagens em denúncia do pecado, e essas mesmas mensagens provavelmente teriam encontrado a mesma resistência insensível e provocado as mesmas tentativas de silenciar seus portadores. CBASD, vol. 5, p. 524.

35 sobre vós. Isso não quer dizer que as pessoas da geração de Cristo deveriam ser punidas pelos erros de seus antecessores, pois as Escrituras ensinam especificamente que ninguém é punido pelos pecados os outros (ver Ez 18:2-30; cf. Êx 32:33). Mas a rejeição a Jesus e a Seus ensinamentos tornou a sua culpa maior do que a de qualquer geração anterior. CBASD, vol. 5, p. 525.

Abel, até […] Zacarias. O assassinato de Abel é registrado em Gn 4.8, e o de Zacarias, filho de Joiada, em 2Cr 24.20-22 (2Cr é o último livro do AT, segundo a ordem em hebraico). A expressão é algo semelhante ao que dizemos hoje: “Do Gênesis ao Apocalipse”. Jesus estava resumindo a história dos martírios no AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 todas estas coisas. Ou, o clímax das más ações resumidas nos vs. 34 e 35. A taça da iniquidade dos judeus como nação estava se enchendo rapidamente. CBASD, vol. 5, p. 525.

37 Jerusalém, Jerusalém. Reconhecimento pleno da rejeição dos judeus (cf Jo 1.11). Deus fez tudo para Seu povo, mas este rejeitou a Jesus. Bíblia Shedd.

quis Eu reunir. Literalmente, “como desejei reuni-los!” Esta é uma das expressões mais pungentes e solícitas dos lábios de Jesus. Com o mesmo terno anelo, Deus contempla todos os perdidos (ver com. de Lc 15:7). O tempo em que Deus devia rejeitar os judeus como povo escolhido estava prestes a chegar (ver Mt 23:38). mas com que relutância Ele os abandonou à sua própria perversidade e a seu trágico destino! CBASD, vol. 5, p. 526

38 vossa casa. Apenas um dia antes, Jesus tinha Se referido ao templo como “Minha casa” (Mt 21:13). Então, passou a ser “vossa casa”. As palavras de Jesus devem ter despertado terror no coração dos sacerdotes e príncipes. Pode ser que, durante o julgamento de Cristo, eles tenham se lembrado dessa declaração (Mt 26:61-64). O véu rasgado, três dias depois, foi um sinal visível de que Deus não aceitava mais as formas e cerimônias destituídas de significado. Por cerca de 40 anos mais, elas continuaram a ser praticadas (ver Mt 27:51). CBASD, vol. 5, p. 526.

A cidade e a nação seriam assoladas em 70 d.C. Biblia Shedd.

desde agora, já não Me vereis. Por “desde agora” Jesus não se refere à Sua saída do templo, na tarde de terça-feira, mas a todas as circunstâncias ligadas à rejeição, ao julgamento e crucifixão. CBASD, vol. 5, p. 526.

até que venhais a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”. Jesus se referiu ao tempo em que os homens, incluindo os “que O transpassaram” (Ap 1:7), O veriam “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24:30). No último dia, mesmo os escarnecedores seriam obrigados a reconhecer a bem-aventurança dAquele a quem eles amaldiçoaram tão livremente (ver Fp 2:9-11). Os escribas e fariseus , a quem Jesus falou, estariam nessa multidão. Jesus quis dizer: “Vocês não mais me verão até que Eu retorne em glória.” Logo depois de dizer essas palavras, Jesus partiu para sempre do recinto do templo. CBASD, vol. 5, p. 526



MATEUS 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de agosto de 2024, 0:45
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A atual conjuntura de conflitos entre Israel e Palestina não se trata de algo novo, mas de consequências advindas de milênios de desobediência à Palavra do Senhor. Desde o rompimento das tribos, dividindo Israel entre Reino do Norte e Reino do Sul, várias batalhas têm sido travadas e várias tentativas divinas rejeitadas por um povo que prefere fazer as coisas do seu próprio jeito. Cada profeta enviado representava a misericórdia de Deus a cada geração corrompida pela apostasia. E como “Insensatos e cegos” (v.17), rejeitavam a voz profética destinando os enviados do Senhor ao martírio. Ao aproximar-se o tempo de Sua morte, semelhante aos profetas, Jesus não Se eximiu de declarar àquela geração, principalmente a seus líderes, a necessária repreensão e reprovação.

A hipocrisia era o principal insumo da religião dos escribas e fariseus. Suas vidas aparentemente impecáveis compunham um verdadeiro desfile de máscaras. Mas diante dAquele que vê o coração, foi “manifesta a vergonha da [sua] nudez” (Ap.3:18). Com um discurso duro e direto, a intenção de Cristo não consistia, porém, em envergonhá-los ou condená-los, mas em desperta-lhes a consciência e sacudir-lhes a estrutura orgulhosa, a fim de que se arrependessem, se humilhassem e fossem salvos. Pois “quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (v.12). O pronunciamento dos ais segue uma sequência lógica que define bem o que Deus levará em conta no julgamento dos crentes não convertidos:

1. Criar barreiras ou impedimentos para o ingresso de novos conversos;
2. Uma vida religiosa desprovida de caridade cristã;
3. Fazer acepção de pessoas na pregação do evangelho;
4. Falsos ensinos e descaracterização do “Assim diz o Senhor”;
5. Tentativa de salvação pelas obras;
6. Hipocrisia;
7. Perseguição e rejeição à palavra profética

Antes de ouvir a voz do Espírito me chamando para uma nova vida, tudo o que eu realizava tinha a finalidade de ser vista pelos outros. Eu dizia ser para a glória de Deus, mas meu coração não se conformava enquanto não fosse preenchido de elogios. E com o ingresso nas redes sociais, esse sentimento maligno só despertou uma insana busca pela aprovação alheia, de forma que a inveja e a cobiça me transformaram em uma pessoa completamente egoísta e hipócrita. À vista da maioria eu era uma boa mulher cristã, mas, aos olhos de Deus, infeliz, miserável, pobre, cega e nua (Ap.3:17). Ou seja, totalmente perdida! Não me orgulho de falar essas coisas e, pelo perdão que me foi dado pelo meu Redentor, não tinha obrigação nenhuma de declará-las publicamente, mas eu creio que o que eu passei muitos podem estar passando hoje e precisam ser sacudidos tal qual eu fui.

O próprio apóstolo Paulo em suas cartas não escondeu suas fraquezas e, por vezes, as confessou publicamente, inclusive, detalhes de sua vida passada e de sua conversão como mais um meio de alcançar corações endurecidos (Veja At.22). “Muitos dos que creram” na pregação de Paulo também “vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras” (At.19:18). A Bíblia não diz com isso que devemos confessar uns aos outros tudo o que fizemos de errado, pois o nosso único confessionário é Cristo, que “é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9). Mas aquilo que estava publicamente evidente ou que o Senhor nos pede que usemos como um testemunho favorável ao evangelho, isso sim tem o aval das Escrituras.

A maioria daqueles líderes religiosos, porém – fora alguns que podemos contar nos dedos de uma mão – não aceitaram a repreensão e não demonstraram frutos de arrependimento. A mudança que necessita ser realizada e a que é verdadeiramente poderosa em seus efeitos é aquela que acontece de dentro para fora. Essa é a ordem: “limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!” (v.26). Também não se trata de um episódio único, mas de uma experiência que dura 24 horas por dia durante toda uma vida; um processo do aperfeiçoamento do caráter que requer um relacionamento pessoal tão íntimo com o Senhor, a ponto de permanecermos sob Suas asas, assim “como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas” (v.37).

O provérbio “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, se encaixaria perfeitamente para os escribas e fariseus antigos e modernos. Hoje, amados, não posso dizer que estou livre de mim mesma, até porque quanto mais olho para Cristo e quanto mais O conheço em Seu amor, justiça, bondade e misericórdia, mais meus defeitos ficam evidentes e mais profundo desejo mergulhar nas águas de Sua pureza e santidade. Mas é esse reconhecimento de nosso demérito e constante dependência da graça de Cristo que nos faz permanecer nEle mais do que uma criança encontra segurança no colo de seus pais. Nem os conflitos armados, nem os familiares, nem tão pouco as dissensões eclesiásticas cessarão até que, muito em breve, venhamos a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!” (v.39). No entanto, no que depender de nós, tenhamos “paz com todos os homens” (Rm.12:18).

Logo o nosso Salvador voltará e não adiantará expor “todas as suas obras” (v.5) diante dAquele que virá buscar apenas aqueles que se submeteram à boa obra do Espírito Santo na vida. Estude o capítulo de hoje com temor e tremor! Que o Espírito Santo sacuda a Sua igreja, realizando a poderosa e última obra de reavivamento e reforma “sobre a presente geração” (v.36).

Pai Santo, a Tua Palavra é útil para ensinar, para corrigir, para repreender e educar na justiça. Como necessitamos dar ouvidos a ela! E o Teu Espírito deseja nos moldar e revelar em nós o Teu maravilhoso caráter. Ó, Deus bendito, desperta a Tua igreja do torpor espiritual e do perigo dos extremos que nada tem a ver com o Teu puro evangelho! Como crianças, guia-nos pela mão à simplicidade e sabedoria de permanecer debaixo de Tuas asas, sob o abrigo do Espírito Santo. Transforma a nossa vida de dentro para fora e faz-nos a geração que verá o Senhor voltar. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, novas criaturas em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Mateus23 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 23 – Antes de aprofundar em Mateus 23, é importante considerar os capítulos anteriores; é também imprescindível ponderar nos temas de justificação pela fé, da graça e da salvação, especialmente em Mateus 22:

• Na parábola das bodas, a graça é demonstrada como um convite, oferecido livremente e sem distinção. A recusa do convite por parte dos primeiros convidados simboliza a rejeição de Israel ao Messias. Em contraste, os outros convidados – das ruas – representam os gentios e todos aqueles que são chamados independentemente de seu status ou méritos. A graça é estendida a todos, mas requer resposta pessoal.

• O homem sem vestes nupciais, expulso da festa, na parábola, é símbolo daqueles que tentam entrar no Reino de Deus sem a justiça que só pode ser adquirida pela fé. As vestes representam a justiça de Cristo, imputada ao crente pela fé (Isaías 61:10). Não basta aceitar o convite; é necessário estar revestido de justiça que Cristo oferece. A justificação é, portanto, o único meio pelo qual alguém pode participar do banquete celestial.

• Na questão do grande mandamento, o amor a Deus e ao próximo não é uma obrigação legalista; é a manifestação natural de uma fé genuína. A fé que justifica é aquela que se expressa em amor (Gálatas 5:6). Portanto, a obediência aos grandes mandamentos é o fruto da justificação pela fé, onde o crente, transformado pela graça divina, vive uma vida de amor e serviço.

Em Mateus 23, Jesus pronuncia uma série de “ais” contra os Fariseus e Mestres da Lei, condenando sua hipocrisia, orgulho e falta de misericórdia. Este capítulo deve ser compreendido à luz dos temas de justificação pela fé, graça e salvação, abordados em Mateus 22. São condenados por Jesus aqueles que…

• …Se esforçam para aparentar justiça, mesmo estando cheios de injustiça interior (Mateus 23:25-32). Ao dependerem da própria justiça e tradições, rejeitam a justiça que é imputada pela fé, como o homem que entrou na festa sem as vestes apropriadas.

• …Não entram no Reino dos Céus e impedem que outros entrem, representando indivíduos que rejeitam a graça e desencorajam os outros a aceitá-la (Mateus 23:1-15, 33-39; ver 22:5-7).

• …Supervalorizam pequenas regras enquanto negligenciam “os preceitos mais importantes da Lei: A justiça, a misericórdia e a fidelidade” (Mateus 23:16-23).

Reflitamos… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 22 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 22 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 22 by Luís Uehara
21 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/22

“Deus é bom”, ele me disse enquanto conversávamos na triagem. Desgrenhado e de aparência maníaca, essas palavras me pegaram de surpresa. Então ele acrescentou, “ou qualquer coisa em que você acredita. Eu realmente nem sei o que isso significa…” ele sussurrou enquanto olhava para suas mãos. Com lágrimas escorrendo pelo rosto. ele perguntou: “Você oraria por mim?”

Estamos tão envolvidos com a nossa vida confortável que nos falta um vasto campo missionário mesmo à nossa porta, nos nossos locais de trabalho e nas nossas comunidades?

Há pessoas feridas esperando para ouvir sobre um Deus que se importa para que elas passem pela desintoxicação e fiquem limpas; que Deus os ouve chorar em sua dor e angústia. Essas pessoas chegaram ao fundo do poço e estão abertas a um Deus que muda vidas e que as ama independentemente de suas escolhas de vida.

Somos chamados em Mateus 22:37-39 a amar a Deus e ao próximo. Ore diariamente para que Deus lhe mostre quem você deve amar hoje. Peça a Ele para abrir seus olhos para ver os outros através de Sua visão. Deus lhe trará oportunidades quando você pedir. Um bônus maravilhoso é que Ele também lhe dará as palavras que tocarão aquele coração específico.

Cheri Holmes
Enfermeira registrada no Departamento de Emergência, Lynden, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/22
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2024, 0:50
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808 palavras

1-16 Esta parábola dos trabalhadores da vinha vira os valores tradicionais de cabeça para baixo. Também é um claro ensino de que a entrada no reino se dá pela boa vontade em aceitar a graça de Deus somente e não por mérito ou pela quantidade ou qualidade de obras. A parábola também ensina que é Deus quem determina quem entra no reino. Alguns que não esperamos estarão lá. Andrews Study Bible.

Esta parábola só é difícil de entender para aqueles que falham em reconhecer sua absoluta dependência da graça diante de qualquer coisa boa que vem da mão de Deus. Não há espaço para o cristão ter ciúme das boas dádivas de Deus dadas aos outros. Bíblia de Genebra.

A divisão [inapropriada] entre o fim do cap. 19 e o início do 20 obscurece a íntima relação cronológica e temática entre ambos. Foi a conversa de Jesus com o jovem rico (Mt 19:16-22) e Sua subsequente discussão com os discípulos que levou à narração da parábola dos trabalhadores da vinha. De fato, a parábola ilustra especificamente a verdade declarada em Mateus 19:30, que é repetida no final como recurso de ênfase (Mt 20:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 489.

4 o que for justo. Isto é, correto. Seria um pagamento proporcional às horas trabalhadas. Nesse exemplo, não houve negociação com nenhum dos últimos homens contratados. Não fizeram perguntas, mas aceitaram a oferta do empregador, confiando em sua promessa e em seu senso de justiça. CBASD, vol. 5, p. 490.

5-6 hora sextahora undécima, O dia, em Israel, estava dividido em quatro partes iguais, convencionalmente chamadas “terceira hora”, 9 horas da manhã; “a sexta hora”, meio dia; “a nona hora”, 15 horas; “o pôr do Sol” [a duodécima hora], 18 horas. Cada dia não era igual no verão e no inverno, por isso era raríssimo, senão difícil, especificar precisamente as horas; daí a necessidade da expressão “undécima hora”, v. 9, que, atualmente, num mundo de precisão mecânica, equivaleria a “cinco para as seis”. Bíblia Shedd.

8 Ao cair da tarde (NVI). Como os lavradores eram pobres, a lei de Moisés exigia que fossem pagos no fim de cada dia (cf. Lv 19.13; Dt 24.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 os primeiros. Estes representam aqueles que esperam e reivindicam um tratamento preferencial, pois julgavam ter se sacrificado mais e trabalhado mais diligentemente do que seus colegas. Também representam os judeus, que haviam sido os primeiros a aceitar o chamado do Senhor para trabalhar na Sua vinha (ver PJ 400; vol. 4, p. 13-19). CBASD, vol. 5, p. 491.

15 não me é lícito […]? O proprietário não se refere a qualquer estatuto legal, mas simplesmente pergunta: “Não é admissível que eu faça o meu desejo?”. CBASD, vol. 5, p. 491.

porque eu sou bom? Eles haviam acusado o proprietário de parcialidade e, por implicação, de injustiça. O proprietário explica que não é uma questão de justiça ou injustiça, mas de generosidade. Tratou todos os diaristas com justiça e, caso quisesse, não poderia fazer melhor que isso? Jesus deixa claro que não se ganha o favor divino, como os rabis ensinavam. Os obreiros cristãos não negociam com Deus. Se Deus lidasse com os seres humanos com base na estrita justiça, ninguém se qualificaria para a infinita generosidade do Céu e da eternidade. CBASD, vol. 5, p. 492.

18 Eles O condenarão à morte. Os líderes judaicos estavam planejando assassinar Jesus desde a cura do paralítico no tanque de Betesda, dois anos antes, e haviam designado espiões para segui-Lo aonde fosse … O sucesso da missão de Cristo na Galileia os levou a intensificar esses esforços … Depois disso, eles se tornaram mais agressivos em seus frequentes ataques públicos … Nos últimos meses, durante o ministério na Pereia, eles haviam feito várias tentativas de prendê-Lo e matá-Lo … Seus planos, por fim, tomavam uma forma mais definida, particularmente depois da ressurreição de Lázaro, poucas semanas antes. CBASD, vol. 5, p. 493.

19 e O entregarão. Pela primeira vez Jesus menciona o fato de que os gentios, as autoridades romanas, serviriam de instrumento em Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 493.

22 ser batizados (ARC). Do gr baptizo. … Aqui é óbvio que a palavra é usada figurativamente. Assim como o cálice representa os sofrimentos de Jesus, o “batismo” representa Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 494.

23 cálice. No Antigo Testamento, o “cálice” normalmente significa o derramamento da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17, 22; Jr 25.15-16). Que os discípulos beberiam este cálice significa que eles passariam por sofrimentos, porém note-se que Jesus o chama “meu cálice”. Pelo fato de Jesus ter bebido o cálice da ira de Deus sozinho, os crentes não bebem a ira que merecem. Bíblia de Genebra.

26 sirva. Do gr. diakonos, “mordomo, “servo”, ou “diácono” (ver com. de Mc 9:35). CBASD, vol. 5, p. 494.

28 resgate. Do gr. lutron, “resgate”, “expiação”, ou “recompensa”. CBASD, vol. 5, p. 494.

Este termo se refere ao preço pago para livrar alguém da escravidão ou da prisão. O preço para a libertação do pecado e da condenação é a vida de Jesus, oferecida por nós. Bíblia de Genebra.



MATEUS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de agosto de 2024, 0:45
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Em todo o tempo de Seu ministério terrestre, Jesus apontava para o “reino dos céus” (v.1). Suas parábolas e Seus ensinamentos reforçavam o papel das Escrituras, de como a verdadeira compreensão da Palavra de Deus é imprescindível a fim de que estejamos devidamente preparados e trajados para as bodas do Cordeiro. Naquele tempo, houve uma grande rejeição do cumprimento das profecias do Antigo Testamento em Jesus. Hoje, há uma grande rejeição quanto ao Antigo Testamento, validando apenas o Novo como sendo a porção suficiente para os nossos dias; havendo ainda uma outra linha, que descaracteriza as partes da Bíblia (até mesmo do Novo Testamento) que entram em confronto com pecados que muitos insistem em praticar como se Deus não fizesse caso deles.

Quando meu irmão e eu éramos crianças, todos os anos minha mãe organizava nossas festinhas de aniversário. Mas, certa vez, para a surpresa de minha mãe e minha tristeza, ninguém de minha família compareceu à minha festa, a não ser uns poucos vizinhos, que, na maioria, nem eram pessoas tão próximas de nós. Agora imaginem a grande festa que o Rei do Universo está preparando: “as bodas de Seu Filho” (v.2)! Contudo, Seus convidados, aqueles que fazem parte de Seu povo escolhido e que até pregam e dizem aguardar com ansiedade pela festa, simplesmente rejeitam o convite. Não Se conformando, o Rei insiste: “Eis que já preparei o Meu banquete […] tudo está pronto; vinde para as bodas” (v.4), “porém, não se importaram e se foram” (v.5). O Seu convite, então, foi transferido para todos quantos o aceitarem. Mas dentre “os que estavam à mesa” (v.11) havia “um homem que não trazia veste nupcial” (v.11) e, emudecido, foi lançado “para fora, nas trevas” (v.13).

Às vésperas do término do toque da “sétima trombeta” (Ap.11:15), o Senhor nos diz: “Está pronta a festa” (v.8). Mas a que grupo pertencemos, amados? Muitos se autodenominam filhos do reino enquanto estão ocupados demais para buscar o reino de Deus, ou ainda “maltratando e matando” a palavra profética tal qual os filhos de Israel “maltrataram e mataram” (v.6) os profetas do Senhor. Professam crer na Bíblia, mas “assassinam” seus ensinos a fim de exaltar as filosofias e ideias humanas. Contudo, a ira final de Deus será manifesta contra estes “assassinos” (v.7) da verdade.

Outros há que julgam poder entrar nas bodas trajando as suas vestes de “folhas de figueira” (Gn.3:7). Recusam as vestiduras da justiça de Cristo confundindo liberdade com libertinagem. E enquanto exaltam o amor como seu principal argumento, não conseguem compreender o verdadeiro amor, aquele que foi revelado na cruz do Calvário justamente para lhes conceder o galardão de ser “vestido de vestiduras brancas” (Ap.3:5), as vestes do puro caráter de Cristo.

Amados, muitos estão por aí manifestando fazer parte da família de Deus enquanto não passam de destruidores da verdade. Estão cheios de malícia e hipocrisia, apenas inquirindo a Palavra de Deus com a finalidade de defender seus próprios conceitos e interesses egoístas. Como os fariseus e saduceus não aceitaram a Jesus como o Cristo prometido, há um conglomerado de professos cristãos “criando” o seu próprio cristo de acordo com os seus gostos e desejos pessoais. O amor a Deus e ao próximo (v.37-39) é claramente revelado nos dez mandamentos, a perfeita e imutável transcrição do caráter divino (Êx.20:3-17). E toda a Escritura depende desta verdade incontestável (v.40).

Como povo de Deus, ainda estamos sendo experimentados verbalmente, e, louvado seja Deus, pelos Seus fiéis servos que permanecem firmes pela verdade, de forma que tem se aproximado o tempo em que como foi dito a respeito de Cristo, do remanescente se dirá: “E ninguém lhe podia responder palavra, nem ousou alguém, a partir daquele dia, fazer-lhe perguntas” (v.46). Cheios do poder do Espírito Santo, seus argumentos não se fundem com ideologias humanas, mas contém um puro e suficientemente claro “assim diz o Senhor”.

Semelhante a Estêvão, o qual “não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava” (At.6:10), não haverá argumentos diante do fiel testemunho dos verdadeiros adoradores. Com convicção absoluta, discorrerão acerca das Escrituras como Estêvão no Sinédrio, com a face iluminada pelo Espírito Santo. E como foi com Jesus e com Estêvão, despertarão a ira dos emudecidos, que sem ter o que falar, usarão da força para silenciar aqueles que contrariam a sua religião barata. Logo o Senhor virá e levará os Seus escolhidos, que serão “como os anjos no Céu” (v.30). A nossa espera consiste em vivermos a cada dia como nos rogou o apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

Se, pela fé, fizermos a vontade de Deus, dando “a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (v.21), certamente seremos perseguidos “por causa da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Ap.1:9), mas seremos guardados “da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” (Ap.3:10). A festa está pronta, amados! “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12). Busquemos “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14); pela qual Jesus orou em nosso favor: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17).

Pai Eterno, a Tua Palavra é a verdade que nos santifica e Jesus Cristo é a verdade. Isso significa que se permanecemos fiéis à Tua verdade, é porque permitimos que Cristo habite em nós mediante o Seu Espírito. Senhor, Te conhecer é tudo de que mais necessitamos. Porque aquele que Te conhece não entra em discussão com a verdade, mas a aceita ainda que implique em renúncias pessoais. Não queremos mais viver a nossa vontade, mas a Tua Pai. Que o Teu Espírito realize a obra que precisa realizar em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, preparados para as bodas de Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Mateus22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100