Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 26 – Neste capítulo, o Messias, ciente de Sua iminente paixão, demonstra Sua soberania divina ao prever, controlar e enfrentar os eventos que O conduzirão à cruz.

• Jesus anuncia claramente que Sua paixão ocorrerá durante a Páscoa, demonstrando conhecimento e controle sobre o futuro. Sua declaração em Mateus 26:2 não é apenas uma previsão, mas uma manifestação de Sua soberania divina sobre os eventos que se desenrolam (Mateus 26:31-35, 69-75). Ele, que governa o tempo e a história, sabe que a hora do Seu sacrifício chegou.

• A unção de Jesus em Betânia por uma mulher com um frasco de alabastro, de perfume caro, também reflete Sua realeza. Jesus aceita a unção como preparação para Seu sepultamento – ato que ressalta Sua realeza e Sua missão sacrifical. A mulher implicitamente reconhece a Sua identidade como Rei que Se sacrifica por Seu povo (Mateus 26:6-13).

• Durante a última Páscoa, Jesus institui um novo pacto em Seu sangue, afirmando Sua soberania. Ao declarar que o pão e o vinho são Seu corpo e sangue, está estabelecendo um novo pacto como Rei Soberano que dá a Si mesmo para salvar Seu povo. Essa ação real aponta para Sua realeza divina, uma vez que só o Rei poderia estabelecer tal pacto; contudo, foi vendido por preço de escravo (Mateus 26:14-30).

• No Getsêmani Jesus está em profunda agonia, orando ao Pai. Ele, sendo Deus conosco (Mateus 1:23), experimenta a dor e o sofrimento humanos. Mesmo em Sua agonia, permanece fiel à vontade do Pai, ainda que Seu corpo clamava para fugir da dor iminente. Pautado na vontade do Pai, Ele submete-Se e vai obediente até a morte (Mateus 26:36-46).

• Jesus não foge nem Se esconde diante da traição de Judas. Ele enfrenta Seus captores com autoridade, trata Judas como amigo e restaura a orelha do servo do sumo sacerdote cortada por Pedro (Mateus 26:47-56). Ele demonstra compaixão e poder em meio à traição e violência.

• Durante o julgamento no Sinédrio, Jesus é confrontado com falsas acusações, mas permanece em silêncio até que seja diretamente perguntado se Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Sua resposta une Sua identidade como Rei Soberano e Emanuel (Mateus 26:57-68). Ele é o Filho do Homem, divino e humano, que julgará o mundo.

Reavivemo-nos nEle! – Heber Toth Armí.



MATEUS 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 25 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 25 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 25 by Luís Uehara
24 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/25

Você desconsidera Jesus nas faces ao seu redor?

As três parábolas de Mateus 25 delineiam como nos prepararmos diariamente para o céu. Cristo nos chama para estarmos mentalmente, psicologicamente e espiritualmente despertos e preparados, investindo nossos talentos para a glória de Deus e demonstrando generosa compaixão para com os desprivilegiados e marginalizados.

A separação dos grupos no Juízo é baseada em como exemplificamos tangivelmente o amor de Deus, como cuidamos dos filhos feridos de Deus enquanto aguardamos a volta de Cristo.

Quando você apoia os pobres e alimenta os destituídos, você se preocupa com Jesus. Quando você abre sua casa sendo hospitaleiro, quando cuida dos enfermos e visita os encarcerados, você está amando a Jesus. Quando você consola um coração aflito, você consola o coração de Jesus.

A maioria de nós anseia por ver Jesus face a face, mas freqüentemente ignoramos Cristo nos rostos dos sofredores e enfermos, dos presos e isolados, dos pobres e necessitados. Os sem-teto e os viciados, os acamados e os deficientes mentais são todos portadores da imagem de Cristo. Se você os ignorar, estará ignorando a Cristo.

Se você deseja amar genuinamente a Cristo, cuide dos que estão em maior necessidade. Seu destino eterno pode depender de quão bem você demonstra graça amorosa.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



Mateus 25 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
24 de agosto de 2024, 0:50
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1 o reino dos céus. Jesus e pelo menos quatro dos discípulos estavam [na terça à tardinha] na encosta ocidental do monte das Oliveiras. Os sol se pôs, e as sombras do crepúsculo foram se aprofundando. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 542.

1-13 A demora da volta de Cristo distingue o sábio do tolo. Estar pronto significa estar preparado para uma longa espera; o zelo de pouca duração é inadequado. Bíblia de Genebra.

Na hora da vinda de Cristo, revelar-se-á quais são os crentes verdadeiros que confiam em Cristo e aguardam Sua vinda, e quais são aqueles cuja profissão religiosa não inclui a “vigilância” – a fé transformadora em Cristo. Bíblia Shedd.

2 néscias. As cinco “virgens néscias” não são hipócritas (PJ, 411), são “tolas”, por não terem se rendido ao trabalho do Espírito Santo. CBASD, vol 5, p. 543.

3 azeite. Simboliza o Espírito Santo (PJ, 408; ver Zac 4:1-14), do qual os membros da igreja aqui representados são destituídos. Eles estão familiarizados com a teoria da verdade, mas o evangelho não efetuou nenhuma mudança em sua vida. CBASD, vol 5, p. 543.

4 as prudentes. As virgens prudentes da parábola representam os cristãos que entendem, apreciam e se valem no ministério do Espírito Santo. São “sábios” de fato os cristãos que hoje acolhem o Espírito Santo em suas vidas e cooperam com Ele na Sua tarefa designada (ver Jo 14:16, 17; 16:7-15). CBASD, vol 5, p. 543.

5 e, tardando. Os cristãos de hoje fariam bem em lembrar que o atraso do Esposo celestial não se deve a qualquer falta de preparação da parte dEle. Ele poderia ter vindo há muito tempo se Seu povo estivesse pronto para recebê-Lo e se tivesse sido fiel em completar a tarefa que lhe fora designada de preparar o mundo para a Sua vinda (ver DTN, 633, 634). CBASD, vol 5, p. 54

6 à meia-noite. O momento em que as donzelas cansadas de esperar estariam mais sonolentas. “Meia-noite” representa a escuridão espiritual, a hora mais tenebrosa. Grandes trevas espirituais cobrirão a terra nos últimos dias. CBASD, vol 5, p. 544.

8 do vosso azeite. A preparação das virgens néscias não tinha sido completa nem séria, mas superficial. CBASD, vol 5, p. 544.

14 Pois será. Enquanto a parábola das dez virgens (Mt 25:1-13) enfatiza a preparação pessoal para o retorno de Cristo, a dos talentos sublinha a responsabilidade do trabalho para a salvação dos outros. Assim, “vigiar” (Mt 24:42) inclui tanto a preparação pessoal quanto o trabalho missionário individual. CBASD, vol 5, p. 544.

14-30 A parábola dos talentos emprega a palavra “talento” (peso de 30 kg de prata equivalente a 6.000 denários) no  sentido de uma fé e capacidades que Deus concede aos crentes, que implicam em uma compreensão do amor de Deus revelado em Cristo e suas consequentes implicações. Bíblia Shedd.

Um talento de prata … correspondia a mais de 18 anos de salário comum. CBASD, vol 5, p. 545.

15-28 Esta parábola [dos talentos], como as outras duas neste capítulo, tem o seu foco naquilo que os cristãos deveriam estar fazendo entre o “agora” e a Segunda Vinda – outra descrição para o que significa “vigiar”. Andrews Study Bible.

15 talentos. A palavra “talento”, em português, significando um dom natural ou habilidade, é derivada desta parábola. Bíblia de Genebra.

24 Senhor, sabendo que és. O servo admite francamente que seu procedimento não foi devido à ignorância ou à falta de capacidade. Foi deliberado. CBASD, vol 5, p. 545.

25 O servo que não fez uso do talento agiu assim porque desconfiava de seu senhor e o odiava.Não quis arriscar-se e fazer o dom circular. Preferiu a neutralidade (Mt 5.15, 16) e isentar-se da responsabilidade. Bíblia Shedd.

…ele supôs que todo o lucro iria para o seu mestre, e ele seria responsabilizado por qualquer perda. Ele não estava disposto a aceitar a responsabilidade envolvida, e faria o mesmo se oportunidades maiores lhe fossem oferecidas. CBASD, vol 5, p. 546.

27 juros. A palavra grega assim traduzida era usada a princípio no sentido de “prole”, sendo os juros os “filhotes” do dinheiro investido. Andrews Study Bible.

29 Os dons de Deus multiplicam-se se os utilizarmos, pois transformam nossas vidas, de tal maneira que ficamos em condições de receber muito mais da plenitude que nos oferece o Senhor. O amor gera mais amor, a fé gera mais fé, a obediência à Palavra de Deus produz uma fonte de virtude que vai influenciando nosso ambiente (2Pe 1:3-7). Bíblia Shedd.

31-46 A base do julgamento: a vida frutífera em boas obras que são o sinal exterior da presença de Cristo no coração de quem sinceramente crê nele. Bíblia Shedd.

32-40 A separação e julgamento são baseados em como os seguidores de Jesus tratam o menor e o marginal enquanto eles esperam pelo retorno de Jesus. Esta parábola não está ensinando salvação pelas obras da lei, o que Paulo rejeita (Rom 3.27). Ela articula as obras éticas e sociais que caracterizam o próprio trabalho de Jesus, e o que, depois, o apóstolo Tiago  requer dos seguidores de Cristo (Tg 2:14-16). Andrews Study Bible.

32 Nos campos de Israel, as ovelhas e os cabritos viviam juntos; as ovelhas tinham alto valor, e os cabritos, pouco valor. Bíblia Shedd.

40 Quando refletirmos o caráter de Jesus perfeitamente, agiremos como Ele pelos necessitados e, por meio de nós, ele poderá consolar e socorrer os outros. A melhor prova de amor a Deus é o amor que nos leva a levar “as cargas uns dos outros, e assim cumprir a lei de Cristo” (Gl 6:2; cf 1Jo 3:14-19; ver com. de Mt 5:43-48). CBASD, vol 5, p. 548.

41 fogo eterno. Descrito em outros lugares como “fogo inextinguível” (ver com. de Mt 3:12) e “fogo do inferno” (ver com. de Mt 5:22). Todos os três se referem às chamas do último dia que hão de consumir os maus e todas as suas obras (2Pe 3:10-12; Ap 20:10, 14, 15). A palavra aionios traduzida como “eterno” ou “para sempre”, significa “que dura um tempo”, no sentido de ser algo contínuo e não sujeito à mudança caprichosa. Os antigos papiros gregos contêm numerosos exemplos de imperadores romanos descritos como aionios. … É, portanto, claro que as palavras “eterno” e “para sempre”, na língua portuguesa, não refletem como precisão o significado de aionios. O termo significa, literalmente “época duradoura”, e expressa permanência ou perpetuidade dentro dos limites. Por sua vez, “eterno” e “para sempre” é de duração ilimitada. A duração de aionios deve, em cada caso, ser determinada pela natureza da pessoa ou coisa que ela descreve. No caso de Tibério César, por exemplo, aionios descreve um período de 23 anos, ou seja, o tempo de sua ascensão até sua morte. No NT, aionios é usado para descrever tanto o destino dos ímpios quanto o estado futuro  dos justos. Seguindo o princípio acima referido, vemos que a recompensa do justo é a vida que não tem fim, a recompensa dos ímpios é morte para a qual não há fim (Jo 3:16; Rm 6:23, etc.). … Esse “fogo eterno”, aionios, não significa que ele é de duração infinita. Isso fica claro a partir de Judas 7. Obviamente, o “fogo eterno” que destruiu Sodoma e Gomorra queimou por um tempo e depois se extinguiu. CBASD, vol. 5, p. 550, 551.

44 quanto foi que Te vimos […]? Eles não conseguiram aprender a grande verdade que o amor genuíno de Deus se revela no amor para com os Seus filhos sofredores. A verdadeira religião envolve mais do que o assentimento passivo aos dogmas. CABSD, vol. 5, p. 551.



MATEUS 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de agosto de 2024, 0:45
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Só no cristianismo, há cerca de quarenta mil denominações diferentes que afirmam pregar a verdade. Todas utilizam a Bíblia como fonte de inspiração, mas nem todas possuem as mesmas doutrinas e ideias. Como, pois, saber em qual delas está a verdade? A resposta está na mesma Bíblia que todas elas afirmam seguir. Ao contrário do que acontece hoje com esta diversidade de religiões, Jesus deixou bem claro, através de símbolos, que, nos dias que antecedem a Sua segunda vinda só haverá dois grupos de pessoas, que podem ser representados da seguinte forma: as virgens néscias e as virgens prudentes; os servos fiéis e os servos negligentes; as ovelhas e os cabritos. As três ilustrações implicam uma sequência no desenvolvimento espiritual na vida do cristão ou na sua paralisia.

A parábola das dez virgens apresenta a necessidade não somente de possuir azeite na lâmpada, mas do dobro do azeite. Sabendo que o azeite é símbolo do Espírito Santo, a porção dobrada representa o dobro do Seu poder, um reforço necessário. Já na parábola dos talentos, percebemos que assim como as virgens prudentes possuíam o azeite em dobro, os servos fiéis também dobraram os talentos que receberam, ao passo que o servo negligente enterrou o que havia recebido. Ao comparar os salvos com as ovelhas e os perdidos com os cabritos, Jesus declarou a natureza dos dois grupos: as ovelhas seguem o seu Pastor (Jo.10:4), já os cabritos são teimosos e não aceitam os cuidados de quem queira guiá-los. Com base nesta perspectiva, Jesus encerrou o Seu discurso com uma forte e inquietante declaração.

A cena do julgamento final é descrita por Ele como uma prestação de contas. Em Apocalipse, Jesus declarou o seguinte a João: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). Mas de que obras Ele está falando? Afinal de contas, eu não sou salvo pela graça? A justificação não é pela fé? Sim, amados. Mas a fé pura e genuína é inevitavelmente operante. Quando lemos Hebreus onze, a galeria dos heróis da fé, encontramos uma coisa em comum na vida de todos eles: os resultados práticos da fé. Foi pela fé que Abel ofereceu o sacrifício que Deus havia pedido. Também foi pela fé que Noé construiu a arca. Foi pela fé que Abraão partiu para uma terra desconhecida. Nenhum deles foi salvo pelo que fizeram, mas pelo que permitiram que o Espírito do Senhor realizasse neles e através deles. Entendem?

Movidos pelo amor a Deus acima de todas as coisas, as obras daqueles homens e mulheres de Deus foram consequência da fé nAquele que buscaram conhecer. As obras descritas por Jesus não fazem parte de uma lista obrigatória com o fim de servirem de passaporte para a eternidade, mas ações tão naturais e intimamente ligadas ao coração dos justos, que nem eles mesmos se darão conta de que as praticaram. Não fazem com o fim de serem vistos pelos homens, mas porque, ao seguir a voz do seu Pastor, não conseguem fazer diferente. O amor foi escrito em seu coração.

A “meia-noite” (v.6) está chegando, quando não mais haverá tempo de adquirir azeite. Da mesma forma que Noé e sua família entraram na arca e o Senhor fechou a porta, aproxima-se o tempo em que será fechada a porta da graça (v.10) e não mais haverá oportunidade de salvação. Precisamos aproveitar o nosso tempo de oportunidade chamado HOJE para clamar como clamou Eliseu a Elias: “Peço-Te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (2Rs.2:9). Ao permitirmos que o Espírito Santo atue livremente em nós, nossa vida será um cheiro de vida para a vida e, dentro em breve, ouviremos as palavras que mais desejamos ouvir: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (v.34).

Pai querido, pedimos que nos toque por herança porção dobrada do Teu Espírito. Ilumina a nossa mente com a luz da Tua Palavra mediante o combustível do Espírito Santo. Lança o nosso eu no pó para que Cristo viva em nós, de forma que nossas ações sejam as que o Senhor, de antemão, nos preparou. Santifica-nos em Tua Palavra e purifica o nosso coração. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, servos bons e fiéis!

Rosana Garcia Barros

#Mateus25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 25 – O conteúdo deste capítulo é uma continuação da pregação escatológica de Mateus 24.

Mateus 25 ecoa com profunda sabedoria e advertência. Jesus, em Seu discurso no Monte das Oliveiras, continua a preparar Seus discípulos para a iminente realidade do fim dos tempos e para a Sua segunda vinda. Este capítulo apresenta três impactantes parábolas: As dez virgens (vs. 1-13), os Talentos (vs. 14-30), e a separação dos bodes e das ovelhas (vs. 31-46).

A parábola das Dez Virgens oferece-nos uma lição crucial sobre a importância de estar preparado espiritualmente para a vinda de Cristo. As virgens representam todos aqueles que professam esperar o Noivo, mas há uma distinção crítica entre as sábias e as néscias.

• As virgens sábias, que trouxeram óleo extra, simbolizam aqueles que cultivam uma vida espiritual contínua, nutrindo sua fé com oração, estudo da Palavra, obediência e missão. Elas compreendem que a espera pode ser longa e a preparação não pode ser superficial – O óleo que alimenta nossa lâmpada é a presença constante do Espírito Santo em nossa vida, capacitando-nos a brilhar num mundo de trevas.

• Em contraste, as virgens néscias representam cristãos que negligenciam a vida espiritual, assumindo que uma fé superficial será suficiente para encontrar o Noivo. Quando o Noivo chegar, percebem tarde demais que sua preparação foi inadequada. Vigilância espiritual não é apenas acordar na hora final, mas estar preparado. A falta de preparação resulta na exclusão das bodas celestiais.

Para ajudar na preparação, somos chamados a investir o que Deus nos deu, para o avanço de Seu Reino: Isso é responsabilidade – conforme revela a parábola dos talentos.

No dia de juízo, o critério para a separação não é apenas o que professamos crer, mas como nossas ações refletem o amor de Cristo, conforme o final do capítulo.

Cada uma das narrativas de Mateus 25 não apenas ilustra o caráter do Reino de Deus, mas também nos convoca a uma vida de vigilância, responsabilidade e serviço compassivo.

• Preparar-se para o encontro com Cristo é viver como se fosse o último dia, com o coração focado nos Céus e os pés firmes na Terra.
• O cristão verdadeiro é aquele que vive na Terra como cidadão do Reino dos Céus, aguardando o Rei que logo virá.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 24 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 24 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 24 by Luís Uehara
23 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/24

Será que seu coração esfriou?

Descrevendo os sinais que existirão no tempo do Seu retorno, Jesus adverte que “o amor de muitos esfriará”. Em um mundo povoado por corações frios, as pessoas se odiarão, trairão umas às outras e se ofenderão por causa de mínimas coisas.

Hoje, o nosso mundo certamente exibe um amor dos mais gelados. Os filhos negligenciam os pais doentes. Os pais abusam cruelmente de crianças pequenas. Irmãos se rejeitam. Amigos se afastam de amigos deficientes. Há falta de compaixão pelos pobres, portadores de necessidades especiais, solitários e marginalizados. Muitos corações estão congelados numa fria indiferença.

Os cristãos são chamados para aquecer o mundo por meio do amor. O amor de Deus, derramado através de nós, será um bálsamo de cura para corações feridos marcados pela dor e pecado. Somente o amor compassivo despertará as almas congeladas pela dureza de coração do pecado. Para implantar esse amor transformador, devemos primeiro ser aquecidos pelo amor de Deus. Se nosso coração está gelado pela dor e pelo pecado, pouco temos a oferecer. Somente quando nossos corações estiverem descongelados e aquecidos, seremos capazes de abençoar nosso mundo tão frio de coração com o amor divino.

Senhor, descongele nossos corações congelados. Encha-nos com o amor do céu para que possamos amar como o Senhor ama. Ajude-nos a iluminar o mundo com o amor!

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



Mateus 24 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
23 de agosto de 2024, 0:50
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1170 palavras

1 Tendo Jesus saído. Provavelmente, na terça-feira à tarde. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 528.

para Lhe mostrar. Josefo compara as paredes de pedra branca do templo à beleza de uma montanha coberta de neve (Guerra dos Judeus, v.5.6 [223]) e dá a dimensão fabulosa de algumas das suas pedras: 45 x 5 x 6 côvados(cerca de 20 x 2 2,7 m). O templo, naquela ocasião, estava em processo de construção havia quase 50 anos (ver Jo 2:20) e a obra de construção de todo o complexo de pátios e edifícios não foi concluída até cerca de 63 d.C., sete anos antes de ser totalmente destruído pelo exército de Tito. CBASD, vol. 5, p. 529.

2 pedra sobre pedra. Esta profecia se cumpriu durante a conquista romana de Jerusalém, no ano 70 d.C. Bíblia de Genebra.

Cumprido literalmente em 70 d.C., quando os romanos, comandados por Tito, destruíram completamente Jerusalém e os edifícios do templo. As pedras eram até mesmo separadas à força umas das outras, para achar as sobras das folhas de ouro do teto que se derreteram quando o templo foi incendiado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josefo descreve vividamente a destruição do templo e os esforços de Tito para salvá-lo (Guerra dos Judeus, vi.4.5-8 [249-270]). A excelente construção do edifício assegurava que ele resistiria a ataques indefinidamente. A própria cidade de Jerusalém era considerada, para todos os efeitos práticos, inexpugnável, mas Jesus previu que seria destruída pela força. CBASD, vol. 5, p. 529.

3 vinda. Do gr parousia, “presença” ou “chegada”. A palavra parousia ocorre comumente nos papiros por ocasião da visita de um imperador ou rei. … é mais comumente usada para denotar a vinda de Cristo (2Ts 2:1), ou de homens (1Co 16:17). … não há nada, no termo parousia que signifique uma vinda secreta. CBASD, vol. 5, p. 529.

7 nação contra nação. Escritores judeus e romanos descrevem o período de 31-70 d.C. como um tempo de grandes calamidades. … As previsões sobre “fomes, e pestes, e terremotos”, do v. 7 (ARC), sem dúvida também se referem principalmente ao mesmo período. Jesus advertiu os primeiros cristãos a não considerar a luta política, fomes, pestes e terremotos daquele tempo como sinais do “fim” imediato do mundo. CBASD, vol. 5, p. 531.

fomes. Uma grave fome na Judeia, ocorrida por volta do ano 44 d.C., é mencionada em Atos 11.28. Houve, ao todo, quatro grandes períodos de fome durante o reinado de Cláudio, em 41 a 54 d.C. CBASD, vol. 5, p. 531.

terremotos. Houve uma série de grandes terremotos entre 31 d.C. e 70 d.C. Os piores deles foram em Creta (46 ou 47), Roma (51) Frígia (60) e Campânia (63). Tácito também fala de furacões particularmente severos e tempestades no ano 65 d.C. (Anais, xvi.10-13). CBASD, vol. 5, p. 531.

15 abominação da desolação. O claro contexto dos próximos cinco versos (vv 16-20) é a destruição de Jerusalém, que aconteceu em 70 d.C. Portanto, esta profecia de Daniel (Dn 9:26-27) aponta para, entre outros eventos, a destruição de Jerusalém por Roma. Andrews Study Bible.

quem lê entenda. …”quem lê Daniel”. Bíblia de Genebra.

16 fujam para os montes. Segundo Eusébio, historiador da Igreja primitiva, os cristãos fugiram de Jerusalém durante a guerra judaica, em obediência á profecia. Bíblia de Genebra.

As montanhas da Transjordânia, onde estava localizada Pella. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josefo diz (Guerra dos Judeus, vi.9.3 [420]) que mais de um milhão de pessoas morreram durante e, após o cerco da cidade, mais de 97 mil foram levadas em cativeiro. No entanto, durante uma trégua temporária, quando os romanos inesperadamente levantaram o cerco de Jerusalém, todos os cristãos fugiram e é dito que nenhum deles perdeu a vida. Seu local de retiro foi Pela, uma cidade no sopé a leste do rio Jordão, cerca de 30 km ao sul do mar da Galileia. De acordo com Josefo, Tito, comandante dos exércitos romanos, confessou que nem os seus exércitos nem as máquinas do cerco poderiam ter sucesso em romper os muros de jerusalém, a menos que o próprio Deus assim o quisesse. A defesa obstinada da cidade enfureceu tanto os soldados romanos que, quando finalmente entraram, seu desejo de vingança não conhecia limites. CBASD, vol. 5, p. 533.

20 Oraisábado. Quarenta anos depois da ressurreição, o sábado seria tão sagrado quanto era quando Jesus pronunciou estas palavras, na encosta do monte das Oliveiras. Ele não sugere nenhuma alteração na sacralidade do dia, como muitos cristãos hoje supõem ter ocorrido quando Ele saiu do túmulo. A agitação, excitação, o medo e os incidentes de viagem durante a fuga de Jerusalém seriam inapropriados para o dia de sábado. CBASD, vol. 5, p. 533, 534.

24 se possível. Os fiéis obedeceram ao conselho da “Testemunha Verdadeira” a Laodiceia para “ungir” seus “olhos com colírio” (ver com. de Ap 3.18) e, portanto, são capazes de distinguir entre o verdadeiro e o falso. A forma da frase no grego significa que é impossível Satanás enganar aqueles que amam e servem a Deus com sinceridade (ver … GC, 561, 623, 624). Verdadeiro amor à verdade e diligência em obedecer a todas as instruções que Deus deu para estes últimos dias serão a única proteção contra os enganos do inimigo, os espíritos enganadores e as doutrinas dos demônios. CBASD, vol. 5, p. 534, 535.

26 não saias. Ou seja, “nem sequer tenha curiosidade para ouvir o que eles têm a dizer, não dê a impressão de concordar com eles, estando presente ao ouvi-los falar”. “Sair”, aqui, significa colocar-se em terreno encantado e, assim, estar em perigo de cair no engano. CBASD, vol. 5, p. 535.

27 como um relâmpago. A vinda de Cristo será evidente, sem ambiguidade e visível a todos. Bíblia de Genebra.

Não haveria nada de secreto ou misterioso sobre o retorno de Jesus. Todos saberiam do Seu retorno à Terra, pois todos O veriam (Ap 1:7). As palavras de Cristo não deixam margem para um arrebatamento secreto, para uma vinda mística ou para qualquer outra falsa teoria inventada por piedosos e excessivamente zelosos pretensos “profetas”. A humanidade iria “ver” Jesus “vindo sobre as nuvens do céu” (Mt 24:30, cf. Mt 16:27; 26:64; Mc 8:38; 14:62; At 1:11; Ap 1:7). Não haveria dúvida quanto ao evento. Quando Jesus retornar, todos saberão disso sem que nada tenha que ser dito. CBASD, vol. 5, p. 535.

29 Jesus descreve o escurecimento do sol e a queda das estrelas como ocorrendo ao fim da tribulação (vv 21-22). … Isto se relaciona com o fim do período dos 1.260 dias proféticos em 1798 d.C. Andrews Study Bible.

o sol. O escurecimento do sol aqui predito ocorreu em 19 de maio de 1780, conhecido como o grande dia escuro. CBASD, vol. 5, p. 536.

a lua. Na noite do dia 19 de maio de 1780, a luz da lua foi velada, assim como havia ocorrido com o sol durante as horas do dia. CBASD, vol. 5, p. 536.

as estrelas. Sem dúvida, a maior chuva de meteoros que a história testemunhou se cumpriu em 13 de novembro de 1833. Esses dois fenômenos, de 1780 e 1833, cumpriram exatamente as previsões de Jesus, pois ocorreram no tempo especificado. Eles não foram os únicos eventos dessa natureza, mas os que melhor atenderam às especificações da profecia. CBASD, vol. 5, p. 536.

os poderes do céu. O abalo das “potestades do céu” não se refere aos fenômenos descritos na primeira parte do versículo [“Logo em seguida à tribulação daqueles dias”], mas a um tempo ainda futuro, quando os corpos celestes”serão movidos de seus lugares, abalados pela voz de Deus”. Isso acontecerá quando Sua voz abalar também a Terra (ver PE, 41), na abertura da sétima praga (Ap 16:17-20; GC, 636, 637; PE, 34, 285; cf. Is 34:4; Ap 6:14). CBASD, vol. 5, p. 536.

30 sinal. O “sinal” que vai distinguir o retorno de Cristo dos enganos dos falsos cristos é a nuvem de glória com a qual Ele retornará à Terra (ver PE, 15, 35; GC, 640). CBASD, vol. 5, p. 536.

lamentarão. A lamentação das nações é uma alusão a Zc 12.10-12. Bíblia de Genebra.

20-42 A segunda vinda de Cristo será rápida e repentina. Não haverá oportunidade para arrependimento ou barganha de última hora. A escolha que já fizemos determinará nosso destino eterno. Life Application Study Bible Kingsway.

40 um será tomado, e deixado o outro. Alguns veem aqui uma referência ao arrebatamento secreto. No entanto, a ida de pessoas salvas ao Céu antes da segunda vinda contradiz 1Ts 4:16, 17 e Hb 11:39, 40, passagens que ensinam que os salvos chegarão juntos ali. A ressurreição dos mortos fiéis, por ocasião da segunda vinda, será sucedida pela reunião de todos os salvos para o encontro com o Senhor noa ares, de forma nada secreta. A frase simplesmente significa que nem todos estarão prontos quando Cristo regressar. Bíblia de Estudo Andrews.

Um será tomado. Do gr. paralambano, cujo significado literal é “tomar para si” ou”levar consigo”, usado nos papiros com o sentido de receber ou tomar para si artigos que lhe pertencem. Paralambano é usado em Mateus 17:1 … [tb em Cl 4:17; 14:3] … É antibíblica a doutrina conhecida como”arrebatamento secreto”, segundo a qual os santos serão arrebatados secretamente da Terra antes do retorno visível de Cristo. Seus defensores apelam para as declarações de Cristo nos v. 39 a 41, como prova. Mas esses versículos não ensinam tal coisa. A “vinda” de Mateus 24 é sempre, sem exceção, a aparição literal e visível de Cristo (v. 3, 27, 30, 39, 42, 44, 46, 48, 500. Nessa vinda, “todos os povos da Terra […] verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu” (v. 30). Jesus adverte sobre a natureza de uma vinda secreta de Cristo atribuída aos falsos profetas (v. 24-26; ver com. do v. 27). O que Jesus quis dizer com ser “levado” e ser “deixado” é esclarecido pelo contexto. Aqueles que são deixados são os servos maus, que, em vez de continuar em suas atividade normais, … serão castigados e receberão sua parte com os hipócritas (v. 48-51). CBASD, vol. 5, p. 538, 539.

Deixado. Do gr. aphiemi, “mandar embora”, “dispensar”. … Os justos são, literalmente, “recebidos” e os ímpios, “dispensados”. CBASD, vol. 5, p. 538, 539.

42 vigiai. Um estado ativo, e não espera passiva, de acordo com os vs. 45-51. Bíblia de Genebra.

Este é o ponto central de todo o discurso de Mt 24-25. Ninguém sabe exatamente quando Jesus voltará, nem mesmo os anjos (v. 36). Somos instruídos a reconhecer quando está perto (v. 32, 33). Mas, em certo sentido, sua vinda será inesperada, como a de um ladrão na noite. Bíblia de Estudo Andrews.

44 ficai também vós apercebidos. Aqueles que sinceramente desejam  a vinda de Jesus estarão prontos, não importa quando o Senhor aparecerá. CBASD, vol. 5, p. 539.

45 a quem o senhor confiou. Esta parábola se aplica especialmente aos líderes religiosos e espirituais da “família da fé” (Gl 6:10; cf Ef 2:19), cujo dever é suprir as necessidades de seus membros e que, por preceito e exemplo, devem testemunhar de sua crença na proximidade da vinda de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 539.

 a seu tempo. É dever do pastor alimentar e pastorear “o rebanho de Deus” (1 Pe 5:2) dando-lhe exemplo (v.3 ) de vigilância e preparação. … cabe a cada pastor cumprir fielmente a responsabilidade que lhe foi confiada (ver Ez 34:2-10). CBASD, vol. 5, p. 539.

 

Nota: As épocas a que se refere Mateus 24 são:
vs 5 a 20 – perseguição da igreja por Roma pagã e destruição de Jerusalém
vs 21, 22, 29 – perseguição da Idade Média
vs 24 a 27 – Ilusões dos últimos dias
vs 30, 31 – Volta de Jesus



MATEUS 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de agosto de 2024, 0:45
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Deslumbrados os discípulos com o cenário das “construções do templo” (v.1), as palavras de Jesus certamente lhes foram como um balde de água fria. A percepção que possuíam a respeito de Jerusalém era a de uma cidade que jamais perderia a sua glória. Entendendo que Jesus lhes havia falado de um tempo específico, desejaram conhecer este tempo e os sinais que o precederiam. Na verdade, Jesus relatou neste capítulo o tempo e os sinais acerca de dois grandes eventos. O primeiro deles ocorreu no ano 70 d.C., quando o império romano destruiu Jerusalém, não ficando “pedra sobre pedra” que não fosse derrubada (v.2). Já o segundo evento ainda acontecerá e não será um acontecimento local, mas global, pois “assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” (v.27).

Jesus apresentou diversos sinais que indicam a brevidade de Seu segundo advento. Guerras, destruição, fome, terremotos, desamor, falsos cristos e falsos profetas. Mas você pode estar se perguntando neste momento: E todas estas coisas já não têm acontecido desde os tempos mais remotos? Sim, é verdade. Contudo, analisemos o que o apóstolo Paulo escreveu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Como a parturiente, cujas dores de parto vão aumentando de intensidade, assim a intensidade dos sinais tem se revelado cada vez maior, apontando para o Dia que está “às portas” (v.33).

A vida de Cristo foi o exemplo singular e inquestionável de um Deus que deseja salvar a todos. O Sol da Justiça andou entre nós sendo Ele mesmo o Caminho excelente para a vida eterna. Se tão-somente aceitarmos nos despir do nosso eu egoísta e ruim, permitindo que os raios do amor do Salvador penetrem na escuridão de nosso íntimo, quão diferente seria a nossa expectativa quanto à Sua segunda vinda, e quão diferente seria o nosso olhar com relação aqueles que ainda não experimentaram esse amor que restaura e que transforma. Mas para podermos apresentar esse amor, precisamos conhecê-lo antes. Em um mundo onde o amor tornou-se artigo de luxo, Deus tem conservado um povo peculiar que irá “perseverar até o fim” (v.13) no sagrado ministério de amar.

O tempo de angústia jamais visto (v.21) se aproxima de nós com rapidez, assim como as águas do dilúvio que cobriram a Terra. O chamado de Deus a Noé não foi ocasionado pela ira divina, mas pela estupidez humana. Porque assim como “nos dias anteriores ao dilúvio” (v.38), as pessoas estavam completamente embriagadas por suas baixas paixões e vis preocupações a ponto de nem perceberem quando Noé entrou na arca, “assim será também a vinda do Filho do Homem” (v.39).

Muitos há que têm acreditado e até pregado que Jesus “demora-Se” (v.48), ignorando a bendita esperança e lançando sobre si o mesmo castigo que será dado aos hipócritas (v.51). Noé foi um pregador da justiça porque, acima de tudo, ele obedeceu e amou. O amor a Deus foi o que lhe motivou a construir o desconhecido e a esperar por coisas que nunca havia testemunhado. Foi o amor que o motivou a pregar em meio aos escárnios e a ser um exemplo de fidelidade e de fé “para a salvação de sua casa” (Hb.11:7).

Até quando a longanimidade do Senhor irá durar, não o sabemos (2Pe.3:9). Mas de uma coisa podemos ter certeza: Jesus Cristo voltará, “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (v.30). Estamos nós preparados para subir ao encontro do nosso Senhor e Salvador? Eis que têm surgido e ainda hão de surgir muitos outros falsos cristos e falsos profetas, “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (v.24). A Palavra de Deus é clara, amados: o retorno de Cristo a esta Terra não será algo silencioso e secreto, mas “com grande clangor de trombeta” (v.31) e mundialmente visível, pois que “todo olho O verá” (Ap.1:7). Portanto, vigiemos e oremos, para sermos encontrados por Ele “apercebidos” (v.44).

“Vede que ninguém vos engane” (v.4), nos advertiu o Mestre. Que o amor de Deus, que é o verdadeiro amor embasado em Sua Palavra, seja derramado em nosso coração pelo Espírito Santo todos os dias (Rm.5:5). E que a prática desse amor seja “para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (v.14).

Nosso Pai de amor e de bondade, louvado seja o Teu nome por Tua longanimidade para conosco! Tua obra tem sido realizada em nossa vida e como é maravilhoso saber que temos à nossa disposição a Tua graça. Mas também, como Noé, somos chamados a pregar a Tua justiça, que é plena de misericórdia. Ajuda-nos, Pai bondoso, para que nossa vida ande em plena harmonia com Teu amor e justiça! Dá-nos o caráter de Cristo! Nós Te pedimos e Te agradecemos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, testemunhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Mateus24 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100