Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 6 – A sequência inicial de eventos deste capítulo evidencia que, embora o Reino de Deus avance, frequentemente enfrenta oposição e rejeição, tanto pela familiaridade que obscurece a fé quanto pelo poder político que resiste à verdade.

Os eventos descritos em Nazaré (Marcos 6:1-6), o envio dos doze discípulos em missão (Marcos 6:7-13) e a execução de João Batista (Marcos 6:14-29) estão interligados por um tema central: A reação humana à revelação divina:

• A incredulidade em Nazaré destaca a dificuldade de aceitar Deus encarnado em contextos familiares, onde expectativas humanas limitam a percepção do sobrenatural. O Messias é visto meramente como “o carpinteiro”; essa visão limitada impediu os milagres que poderiam ser realizados. Além disso, a rejeição de Jesus aponta para a tensão entre o conhecimento humano e a revelação divina, onde o preconceito e a familiaridade bloqueiam a fé.

• Logo após a rejeição em Nazaré, Jesus não ficou depressivo, Sua reação foi enviar os doze numa missão evangelística. Este ato contrasta a incredulidade dos conterrâneos com a missão de levar “Seu Reino” a outras localidades. Os discípulos, munidos de autoridade sobre espíritos imundos e instruídos a depender da providência divina, atuam como agentes da mensagem que Nazaré rejeitou. O envio dos doze é um movimento estratégico de expansão do evangelho, apesar da resistência humana encontrada – demonstrando que a incredulidade num lugar não impede a obra de Deus de avançar em outros.

• O relato da execução de João Batista conecta-se tematicamente com os eventos anteriores ao revelar a rejeição final e extrema da mensagem divina. Herodes, que ouviu João com temor, finalmente cedeu à pressão social e política, resultando no assassinato do profeta. A incredulidade dos habitantes de Nazaré estabelece o pano de fundo para a missão dos discípulos, que expandem o evangelho a novas localidades; e, a morte de João Batista revela as consequências da rejeição final da mensagem celestial.

Na sequência, a multiplicação dos pães e o fato de Jesus andar sobre as águas (Marcos 6:30-56) estão intimamente ligados aos temas anteriores. Esses eventos demonstram, em contraste com a incredulidade e oposição enfrentadas anteriormente, o poder e a compaixão de Jesus. Além disso, enfatiza a necessidade da verdadeira fé para compreender plenamente Sua identidade e missão no mundo.

Portanto, é imprescindível reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 5 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MARCOS 5 by Luís Uehara
1 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/5

Quando Jesus se preparava para sair daquele lugar de barco, os dois ex-endemoniados quiseram ficar com Ele. Eles se sentiam seguros na Sua presença. Eles tentaram entrar no barco, mas Jesus disse: “Vá para casa, para a sua família e anuncie-lhes quanto o Senhor fez por você e como teve misericórdia de você” (verso 19 NVI).

Estes homens haviam conhecido Jesus por apenas algumas horas. Aparentemente, não sabiam sobre Ele muito que pudessem compartilhar. No entanto, quando contaram ao povo da região de Decápolis a sua experiência “todos ficavam admirados” (verso 20 NVI).

Enquanto testemunhamos a favor do nosso Senhor, devemos lembrar a lição ensinada pela experiência desses homens: “Podiam dizer o que sabiam; o que eles próprios tinham visto e ouvido, e experimentado do poder de Cristo. É o que a todo aquele cujo coração foi tocado pela graça de Deus, é dado fazer” (O Desejado de Todas as Nações, 236).

Jamais devemos pensar que não temos nada para compartilhar a respeito de Jesus. Deus precisa que digamos aos outros o que Jesus fez por nós, não importa o quão simples ou quão grande seja. Ao fazermos isso, Ele irá alcançá-los com o Seu amor.

David Smith
Pastor da Igreja da Universidade Collegedale
Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2024, 0:50
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1154 palavras

1 terra dos gerasenos. O caráter gentílico da população se torna claro, uma vez que os judeus não criavam porcos, porque a lei mosaica os considerava animais impuros. Bíblia de Genebra.

7 Que tenho eu contigo […]? O desafio à autoridade de Jesus … realmente significava: “Que direito tens Tu de interferir em mim?”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 658.

Rogo-Te por Deus que não me atormentes! O demônio percebeu que seria castigado e usou a linguagem mais contundente que conhecia, embora seu apelo a Deus fosse estranhamente irônico. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 Legião. Jesus força o demônio a se desmascarar. Ele não é apenas um, mas muitos. Uma legião romana compunha-se de seis mil homens. Bíblia de Genebra.

Esta foi possivelmente a maior força demoníaca que Jesus encontrou e sobre a qual Ele demonstrou Sua autoridade. Este parece ser o objetivo de Marcos, porque ele concede muito espaço à história … Vemos que Jesus se encontrou com uma legião do exército de Satanás e não apenas demonstrou ter autoridade sobre eles, mas os colocou a correr. E mais, eles admitiram a divindade de Jesus quando disseram que Ele era o “Filho do Deus Altíssimo” (v. 7). Andrews Study Bible.

12 Manda-nos. O objetivo de Satanás era fazer com que o povo da região se voltasse contra o Salvador, dando a impressão de que Ele era responsável pela destruição de suas propriedades. CBASD, vol. 5, p. 559.

15 assentado. Em comparação com o seu violento comportamento anterior e com a recente destruição dos porcos, o homem “assentado, vestido, em perfeito juízo” expressa com eloquência a paz e a restauração vivificante, que provêm do poder de Deus (4.39; 9.26-27). Bíblia de Genebra.

vestido. O princípio conhecido como “a economia do milagre” indica que Deus em geral não opera milagres em que o resultado pode ser conseguido por meios naturais nem faz o que pode ser realizado através do esforço humano. Em harmonia com esse princípio, é improvável que as vestes do homem então usava tivessem sido providenciadas miraculosamente. É mais provável que os discípulos tivessem compartilhado roupas como o homem. CBASD, vol. 5, p. 660.

19 Vai para tua casa. Este homem se torna o primeiro missionário gentio. Bíblia de Genebra.

Anuncia-lhes. Entre gentios pagãos não havia necessidade de se guardar o segredo messiânico. … Todos os elementos da grande comissão missionária encontram-se neste versículo. (cf Mt 28.19ss). Bíblia Shedd.

20 Decápolis. Uma confederação de dez cidades gregas localizadas ao nordeste da Palestina, incluindo, nela, a própria Damasco. Bíblia Shedd.

21 a outra margem. Jesus voltou à margem oeste do lago, talvez a Cafarnaum. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 dirigentes da sinagoga (NVI). O dirigente da sinagoga era um leigo com responsabilidades administrativas, entre as quais zelar pelo patrimônio e supervisar o culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ainda que fosse um leigo, as responsabilidades de um chefe eram social e religiosamente importantes, incluindo não só a conservação do edifício, mas, também, a condução própria do serviço e a escolha das leituras da Torá. Bíblia de Genebra.

25 uma hemorragia. A condição da mulher era não só fisicamente debilitante, mas também a desqualificava tanto para o casamento (Lv 20.18) quanto para a vida religiosa em geral (Lv 15.25-33). Bíblia de Genebra.

Sua existência era deplorável porque as pessoas em geral a evitavam, visto que quem tivesse o mínimo contato com ela ficaria impuro (Lv 15.25-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 médicos. A mulher que gastou tudo o seu dinheiro inutilmente, é semelhante àqueles que procuram o alívio do pecado por meio de “boas ações” e de obediência a ritos religiosos, em vez de unicamente confiar em Cristo. Bíblia Shedd.

28-29 ficarei bemcurada (NKJV). A mesma palavra grega traduzida por “bem” e “curada” [sozo, cf. 6.13n] pode também ser traduzida por “salva”. Os milagres de cura de Jesus eram terapêuticos tanto física quanto espiritualmente. Andrews Study Bible.

30 poder. Dr dunamis, a palavra mais comum para designar “milagre” (cf 6.2). Bíblia Shedd.

Quem, está no feminino (no gr), indicando, assim, que Jesus na realidade, já sabia que pessoa O tocara. Bíblia Shedd.

32 olhava ao redor. Para uma mulher que tinha sido uma rejeitada social por tantos anos, a cura só se completa quando Jesus a identifica publicamente, elogiando sua fé, declarando a todos que ela está curada (v. 34) e purificada. Bíblia de Genebra.

34 curou. O grego significa literalmente “salvou”. Aqui estão em jogo a cura física (“fique livre do seu sofrimento”) e a salvação espiritual (“Vá em paz”). As duas são muitas vezes vistas juntas em Mc (v. 2.1-12; 3.1-6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Não temas. O tempo dos verbos significa: “Para de temer, continua crendo…” Bíblia Shedd.

38 pranteavam.Nas culturas do Oriente Médio, prantear era uma expressão habitual de luto e, às vezes, apelava-se para pranteadores profissionais. Bíblia de Genebra.

alvoroço. Mateus menciona os flautistas …, os quais ainda hoje comparecem aos funerais orientais e tocam suas tristes melodias, que eram e ainda são consideradas essenciais. O famoso rabi Judá indicou o dever de um israelita nestas palavras: “Mesmo o homem mais pobre em Israel [para o funeral de sua esposa] deve providenciar no mínimo duas flautas e uma pranteadora” (Mishnah Kethuboth, 4.4, ed. Soncino, Talmude, p. 266). CBASD, vol. 5, p. 664.

39 dorme. Nenhuma comparação é mais apropriada para a morte do que o sono, que muitas vezes significa libertação de cansaço, desapontamento e dor. … A metáfora confortadora em que o “sono” significa “morte” parece ter sido a maneira predileta de Cristo Se referir a essa experiência (ver com. de Jo 11:11-15). A morte é um sono, mas é um sono profundo do qual unicamente o grande doador da vida pode nos despertar, pois somente Ele tem as chaves da morte (ver Ap 1:18; cf Jo 3:16; Rm 6:23). CBASD, vol. 5, p. 664.

A filosofia grega de que quando alguém morre sua alma vai para o céu ou para o inferno e o corpo permanece na sepultura não tem suporte na Escritura. A morte é apenas um sono até que o Doador da vida ressuscite a pessoa toda, como Jesus ressuscitou a filha de Jairo. Andrews Study Bible.

40 riam-se. Do gr. katagelao, “escarnecer”. Foi mais do que um simples riso. Não é de admirar que Jesus os fez sair do quarto antes de despertar a menina do sono da morte. CBASD, vol. 5, p. 664.

mandado sair a todos. Jesus não está interessado num grande espetáculo. Bíblia de Genebra.

41 Talitá Cumi. O aramaico era a língua popular falada na Palestina. Marcos dá a tradução para outros termos aramaicos (3.17; 7.11, 34; 10.46; 14.36), de modo a tornar sua narrativa mais clara para os que não tinham familiaridade com essa língua. Bíblia de Genebra.

Talitá, lit, “cordeirinha”. Bíblia Shedd.

42 a menina se levantou. Este é o único caso de ressurreição relatado nos três evangelhos sinóticos. CBASD, vol. 5, p. 665.

43 não dissessem nada a ninguém. Na vizinhança da Galileia, Jesus muitas vezes advertia as pessoas por ele curadas de não espalharem a história do milagre. Sua grande popularidade junto com a oposição crescente dos líderes religiosos poderia precipitar uma crise antes de se completar o ministério de Jesus (v. 1.44; 5.19; 7.36; 8.26). Bíblia de Estudo NVI Vida.



MARCOS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de setembro de 2024, 0:45
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Creio que os mais lindos e significativos relatos dos evangelhos são aqueles em que pessoas têm uma experiência pessoal com Jesus. Cada um deles é singular e transmite o caráter amoroso de Deus e Seu desejo em curar e salvar. O que acho mais sublime, porém, é o fato de Jesus Se deslocar de um lugar para outro, deixando as multidões a fim de atender o público de uma só pessoa. O encontro de Jesus com o “homem possesso de espírito imundo” (v.2) explica o porquê a travessia até aquele lugar foi tão turbulenta. O temporal de vento açoitando o barco onde estava Jesus foi uma forma do inimigo impedir o que estava prestes a acontecer. Cristo ouviu o grito da alma daquele sofredor e Ele certamente chegaria “à outra margem do mar” (v.1) para resgatá-lo.

A libertação daquele homem, agora “assentado, vestido, em perfeito juízo” (v.15), tinha um propósito bem maior do que simplesmente livrar os gerasenos de um endemoninhado perigoso. Diante de tal acontecimento e do que aconteceu aos porcos, suplicaram para que Jesus “Se retirasse da terra deles” (v.17). Mas “o que fora endemoninhado” suplicava para “que o deixasse estar com Ele” (v.18). Sua missão, contudo, consistia em testemunhar onde Jesus havia sido rejeitado. Existem muitos lugares onde Jesus e Sua Palavra não são bem-vindos. Julgam a obra do Senhor como sendo um prejuízo enquanto o objetivo de Deus é lançar fora todas as porcarias que estejam domesticando. A começar por sua casa e por seus parentes, aquele homem que antes representava uma ameaça foi o instrumento divino para que Cristo pudesse voltar àquele lugar e ainda libertar a muitos outros prisioneiros de Satanás.

Sabem, amados, Jesus viajou de uma margem à outra, e de novo regressou, porque Ele conhecia exatamente o tempo do milagre acontecer e para quem seria o milagre. A rejeição dos gerasenos não O desanimou, porque Ele sabia que do outro lado da margem estava um pai aflito e uma mulher enferma que precisava tocar nas Suas vestes. E Ele também sabia que o trabalho missionário do ex-endemoninhado O faria retornar a Decápolis no tempo determinado. Cristo espera que a nossa experiência com Ele nos motive a proclamar tudo o que Ele tem feito por nós e como teve compaixão de nós. Que, constrangidos por Seu amor, não nos intimidemos ainda que todos O rejeitem (v.17) ou queiram nos desanimar a nEle crer (v.35). Jesus nos diz, hoje: “Não temas, crê somente” (v.36). Porque quando Ele está prestes a realizar o maior milagre de nossa vida, Ele manda sair de nossa presença todos os incrédulos e zombadores (v.40).

Como nunca antes, estamos vivendo no tempo de correr para dentro de nossas casas e circunvizinhanças anunciando tudo o que o Senhor fez por nós; de proclamar com grande voz as três mensagens angélicas com a poderosa coerência de um testemunho favorável à pregação do evangelho eterno, ou que mesmo sem falar, nossa vida seja uma testemunha ocular do amor e do poder de Deus. Por isso, devemos compreender a nossa missão e vivê-la conforme a ordem do Senhor: “Vai […] Anuncia-lhes […]” (v.19). Nos momentos finais do conflito entre o bem e o mal, quando a tempestade se aproxima, Jesus tem derramado o Seu “Espírito sobre toda a carne” (Jl.2:28), libertando, purificando e concedendo uma nova vida a todos aqueles que, presos pelos “grilhões e cadeias” (v.4) deste mundo tenebroso, estão aceitando o Seu convite de graça.

Você e eu fomos salvos por Cristo para sermos Suas testemunhas. A começar por nossa família, Ele está ansioso por cumprir a Sua Palavra: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). O encontro de Jesus comigo, e com você, já estava registrado nos anais do Céu. O Senhor do Universo aguarda apenas a nossa permissão: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Você já permitiu que Ele entre em sua vida e em sua casa? Ele está disposto a cruzar todas as camadas celestes e enfrentar a fúria do inimigo só para te encontrar e te dar uma nova vida. Não permita que o seu coração se feche para tão grande amor. Porque em meio de quase oito bilhões de pessoas, Ele vê você e deseja te dizer: “Filho(a), a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal” (v.34).

Paizinho amado, o Teu amor por nós se manifestou perfeitamente na pessoa do nosso Salvador. O Senhor enviou o Seu Filho para nos livrar do cativeiro do inimigo e fazer de nós Tuas testemunhas; testemunhas cujas vidas sejam uma revelação do Teu amor e do Teu poder. Senhor, pela fé, neste momento, estendemos nossas mãos para tocar nem que seja em Tuas vestes, para que o Teu poder nos envolva e nos capacite a declarar ao mundo “toda a verdade” (v.33). Toma-nos pela mão e revive e fortalece a nossa fé, pela maravilhosa obra do Espírito Santo em nossa vida. Que morra o nosso eu para que Cristo viva em nós! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos para salvar!

Rosana Garcia Barros

#Marcos5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 5 – Este capítulo vai além de milagres, revelando de forma contundente a autoridade suprema de Cristo sobre todas as esferas da existência humana: O mundo espiritual, a doença e a morte. Através dessas interações, Marcos oferece uma janela para a natureza de Cristo como Salvador, Rei e Deus encarnado.

Em Marcos 5, temos uma apresentação clara e vívida da natureza de Jesus. Ele é Senhor soberano sobre o mundo espiritual, Médico Divino que cura e restaura, e Conquistador da morte. Esses episódios não são meramente relatos miraculosos, são revelações da identidade de Jesus como Filho de Deus, que possui poder supremo e amor compassivo para salvar holisticamente ao pecador.

O encontro de Jesus com um homem possuído por uma legião de demônios na região dos gadarenos é uma cena vívida de demonstração de Seu poder e autoridade sobre o poderoso e real reino espiritual. A legião reconheceu imediatamente a superioridade de Jesus e implorou para serem enviados aos porcos. A súplica dos demônios revela a onipotência de Cristo e Sua natureza divina, pois até mesmo seres espirituais malignos reconheceram o poder que emana dEle (Marcos 5:1-20). O fato desses demônios pedirem permissão para entrar nos porcos e, posteriormente, a morte desses animais ao precipitarem-se ao mar, revela que Cristo tem controle absoluto sobre todas as coisas, incluindo o destino do reino satânico.

Embora Jesus seja o Soberano Deus do Universo, o relato destaca Sua sensibilidade e compaixão, ao curar de forma inusitada a mulher que O tocou com fé. A passagem ultrapassa a mera cura física; Jesus insiste em conhecer a identidade da mulher, permitindo-lhe um espaço de confissão e fé pública (Marcos 5:21-34).

O clímax do capítulo é a ressurreição da filha de Jairo, um líder da sinagoga (Marcos 5:35-43). Essa ressurreição aponta para algo maior: A vitória de Cristo sobre a morte através de Sua própria ressurreição!

Cristo não é apenas uma figura histórica ou meramente um Mestre moral. Ele é Deus encarnado, cuja natureza divina é manifestada em cada ação. Marcos 5 convida-nos a reconhecer essa verdade e a responder com fé Àquele que tem poder sobre todos os aspectos da vida e da morte, oferecendo-nos não apenas cura e libertação temporária, mas a promessa de vida eterna.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 4 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 4 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MARCOS 4 by Luís Uehara
31 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/4

Normalmente, depois do jantar de Ação de Graças, sentávamos e assistíamos ao futebol da faculdade, mas minha mãe havia falecido seis semanas antes e ninguém estava com disposição para assistir TV. Minha irmã, Joyce, avaliou a situação e disse: “Eu estava me perguntando, pai, se você poderia ler a Bíblia para nós – talvez algo de que você se lembre dos seus anos de crescimento?” Todos sabíamos, é claro, que nossa mãe e nosso pai frequentavam a igreja quando crianças e jovens, mas haviam perdido o interesse em meio ao trabalho frenético de criar uma família de seis filhos.

Logo, meu pai começou a ler a respeito de Jesus que dormia em um barco durante uma forte tempestade e como os discípulos estavam ansiosamente tentando manter aquele barco flutuando. Quando Jesus se levantou e repreendeu o vento e as ondas, de repente o vento parou e o mar ficou calmo.

Depois que papai leu esses versículos, parecia haver uma luz de esperança em seu rosto ao dizer: “Se Jesus pode dar ordens para uma tempestade parar, então ele pode cuidar de todos nós também”.

O que aprendi com Marcos 4 naquele dia ainda é verdade: não importa que tempestade esteja se formando em sua vida, existe alguém que pode dizer ao mar: “Acalme-se!”

Kevin Wilfley
Pastor aposentado/administrador

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2024, 0:50
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1267 palavras

1 entrou num barco. Afastando-se da multidão, Jesus podia, do palco do barquinho, ser ouvido por muito mais gente. Bíblia Shedd.

2 parábolas. Em geral continham continham uma verdade central, e não precisava haver significado em cada detalhe. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Outracaiu em boa terrae cresceu, produzindo. Quando interpretando parábolas narrativas, o que é dito por último é usualmente a chave para entender a parábola. É a chamada “tensão final”. A parábola quer dizer que o reino de Deus triunfará extraordinariamente, a despeito de tentativas para deter o seu sucesso. Isto fica claro a partir do contexto do capítulo anterior: primeiro, os oponentes de Jesus estavam observando se Ele iria curar no sábado para que eles O acusassem; depois, eles O acusaram não só de ser insano, mas de estar operando em nome de Satanás; terceiro, mesmo Sua mãe e irmãos tiveram dúvidas. Mas a parábola ensina que o reino de Jesus terá sucesso extraordinário. Uma boa colheita na Palestina seria aquela que rendesse dez vezes mais. Trinta, sessenta e cem vezes mais seria realmente extraordinário. Andrews Study Bible.

9 Quem tem ouvidos. Esta frase é uma chamada para ficar atento. Bíblia de Genebra.

11 mistério. Significa “fechado” ou “escondido” no grego. Popularmente o termo dava nome ao tipo de ritos religiosos místicos. No NT trata da verdade de Deus, outrora oculta, mas agora revelada. Bíblia Shedd.

14-20 O “mistério” da parábola não é o seu ensino moral a respeito da dureza dos corações humanos. O “mistério” está no paradoxo que a vinda do reino de Deus deve ser comparada com uma frágil semente. Bíblia de Genebra.

19 ambições. Do gr. epithumia, “desejo ardente”, “anelo”, “anseio”. Foi “com desejo [gr epithumia]” que Jesus desejou celebrar a última Páscoa com os doze (Lc 22:15). O desejo é errado apenas quando é dirigido às coisas más. Aqui se trata de interesses mundanos, tais como o desejo de riquezas, que torna o “desejo” um mal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 654, 655.

21 candeia. Neste caso, é uma ilustração da verdade revelada nos próprios ensinos de Jesus, especialmente mediante o uso de parábolas. Em Lucas 11:33 a 36 ela ilustra a forma em que os indivíduos percebem e recebem a verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.

alqueire. Do gr modios. Uma medida de capacidade para secos, de aproximadamente 9 litros … A “candeia”, o “alqueire” e a “cama” eram peças do mobiliário encontradas em cada casa, tornando assim a ilustração mais vívida. CBASD, vol. 5, p. 654.

velador. Literalmente “suporte de lâmpada”. CBASD, vol. 5, p. 654.

22 nada está ocultosenão para ser revelado. Durante o ministério terreno de Cristo, coisas estão encobertas; mas virá o dia, da ressurreição em diante, quando tudo será revelado (Mt 10.26-27; Lc 12.2-3). Bíblia de Genebra.

24 no que ouvis. Há certas coisas que é melhor o cristão não ver ou ouvir; há outras que é sábio “ouvir”. CBASD, vol. 5, p. 654.

25 ao que tem se lhe dará. Este princípio é ilustrado nas parábolas dos talentos (Mt 25.14-30) e das minas (Lc 19.11-27). Bíblia de Genebra.

26-29 Somente Marcos registra esta parábola [da semente]. Enquanto a parábola do semeador ressalta a importância do solo apropriado para o crescimento da semente e o sucesso da colheita, aqui se ressalta o poder misterioso da própria semente. A mensagem do evangelho tem em si mesma o seu poder. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 dormisse e se levantasse. Tendo plantado a semente, o agricultor se preocupará de outros afazeres. Porém, o processo de crescimento prossegue independentemente de sua presença ou ausência, quer ele durma ou fique acordado. Ele pode cultivar e irrigar a semente enquanto ela cresce até ficar madura, mas não pode fazê-la crescer. CBASD, vol. 5, p. 654.

28 a terra. A planta cresce da terra e a terra contribui para o seu crescimento, mas é a própria planta que produz fruto. CBASD, vol. 5, p. 654.

por si mesma. Do gr authomate, “movida por seu próprio impulso”; de onde se deriva a nossa palavra “automático”. CBASD, vol. 5, p. 654.

29 passa [a foice] (NVI). Do gr. apostello, “enviar”, de onde se origina a palavra “apóstolo”, que significa “enviado” (ver com. de Mc 3:14). Em outra passagem, a obra dos apóstolos é comparada à dos ceifeiros. (Jo 4:35-38). CBASD, vol. 5, p. 654.

30 com que parábola … ? Cristo consulta os Seus ouvintes, por assim dizer,. Sua audiência foi convidada a participar na busca da verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.

31-32 semente de mostarda. Assim como a parábola do semeador, esta parábola enfatiza a comparação entre o começo humilde do reino de Jesus e seu extraordinário final. O que faz isto extraordinário não é só o seu crescimento desproporcionalmente grande comparado a início, mas que é suficientemente expansivo para trazer a si não-judeus para fazerem parte do movimento. Andrews Study Bible.

33 muitas parábolas semelhantes. Marcos provavelmente se refere apenas às parábolas pronunciadas nessa ocasião, embora o mesmo também fosse verdade sobre todas as parábolas de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 654, 655.

Marcos faz apenas uma pequena coletânea, selecionada de todo o ensino parabólico de Jesus. O tema principal dessas parábolas é o crescimento da semente, apontando para a tarefa principal de evangelização na igreja. Bíblia Shedd.

segundo o que podiam compreender (ARC). Cristo não falava por parábolas para ocultar a verdade, mas para revelá-la CBASD, vol. 5, p. 655.

34 Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola (NVI). Jesus usava parábolas para ilustrar verdades, estimular pensamentos e despertar a percepção espiritual. O povo em geral não estava pronto para perceber a plena verdade do evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 para o outro lado (NVI). Jesus partiu do território da Galileia a fim de ir até a região dos gadarenos (5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

outra margem (ARA). Seria a margem leste do mar da Galileia. Bíblia Shedd.

36 outros barcos. Estes estavam lotados de pessoas que ainda seguiam ansiosamente a Jesus (cf. DTN, 334). CBASD, vol. 5, p. 655.

37 grande temporal. O mar da Galileia fica a cerca de 213 m abaixo do nível do mar, tem cerca de 21 km de comprimento por cerca de 13 km de largura. Na sua extremidade meridional [sul], há um vale profundo cercado por rochas escarpadas. O vento, afunilando-se através de colinas que o cercam e através deste vale, pode açoitar o lago, provocando repentinas e violentas tempestades. Bíblia de Genebra.

O ar mais frio do Mediterrâneo desce pelos desfiladeiros estreitos entre as montanhas e é lançado fortemente contra o ar quente e úmido existente por cima do lago. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 dormindo. Jesus não era imune ao cansaço. Bíblia Shedd.

não Te importa […]? A súplica deles reflete uma impaciência que chegava ao limite do desespero. CBASD, vol. 5, p. 655.

com a cabeça sobre o travesseiro (NVI). O retrato de Jesus exausto e dormindo sobre o travesseiro normalmente guardado embaixo do assento do timoneiro é típico do toque humano que Marcos oferece. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Acalma-te, emudece! As mesmas palavras pronunciadas por Jesus em 1.25 contra os demônios. Um dia, todo o mal espiritual e material ainda será afastado dos fiéis em Cristo (cf Ap 21.3, 4). Bíblia Shedd.

O ato de acalmar a tempestade parece-se com o seu poder de exorcizar: há a expressão demoníaca de violência (1.26; 5.4, 13), a ordem para a natureza aquietar-se (1.25, nota) e a calma resultante (5.15). Jesus amarra “o valente” (3.23-27) e corrige com Seu poder a criação física. Bíblia de Genebra.

41 Quem é este? Tendo em vista o que Jesus acabara de fazer, a única resposta a essa pergunta era: Ele é o próprio Filho de Deus! Foi demonstrada a presença de Deus, e não somente o Seu poder (v. Sl 65.7; 107.25-30; Pv 30.4). Marcos dá a sua resposta na primeira linha do seu evangelho (1.1). Por meio de semelhantes milagres, Jesus procurava procurava firmar e aumentar a fé que os discípulos tinham na Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.



MARCOS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
31 de agosto de 2024, 0:45
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Este poderia ser considerado o texto mais misterioso da Bíblia e até mesmo controverso. Os ensinos de Jesus através de parábolas despertaram a curiosidade de alguns de Seus seguidores mais próximos e dos discípulos. Replicando a profecia de Isaías, Jesus falou as palavras do versículo doze. Para compreendê-las, precisamos entender o contexto na época do profeta. A nação de Israel havia se afastado de Deus como um filho rebelde despreza a seu pai. Israel e Judá foram colocadas pelo Senhor num mesmo patamar de infidelidade: “nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o Senhor, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás” (Is.1:4). Foi nesse contexto que Isaías foi levantado como porta-voz de Deus.

A missão de Isaías consistia em transmitir a Israel um claro e sonoro “Assim diz o Senhor”, enquanto a nação se orgulhava de sua vida religiosa e repleta de rituais e cerimônias. A obra do Senhor no meio do Seu povo consistia em retirar dela “todo metal impuro” (Is.1:25), preservar “a santa semente” (Is.6:13) e reunir os Seus fiéis de todos os povos da Terra: “Não fale o estrangeiro que se houver chegado ao Senhor, dizendo: O Senhor, com efeito, me separará do Seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca” (Is.56:3). Há, portanto, um propósito divino, desde os tempos antigos, de reunir os Seus escolhidos de todas as nações da Terra como um só povo. Esse propósito, no entanto, requer um conhecimento que nem todos estão dispostos a aceitar e que muitos, caso permanecessem nas fileiras do Senhor, causariam no meio do povo de Deus um terrível prejuízo.

O caso de Ananias e Safira e de Simão, o mágico, são exemplos da intervenção divina a fim de expelir do meio de Sua pura e infante igreja a escória que abalaria a fé de muitos (At.5:1-11; At.8:9-25). Não é diferente no contexto em que vivemos do tempo do fim. O Espírito Santo está realizando uma grande e poderosa obra, a toque de urgência, reunindo o restinho dos que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). O Senhor não permitirá entrada no Céu a quem não permitiu esta obra de purificação e santificação aqui na Terra. Uma obra que não é realizada como parâmetro de medida para os outros (v.24), mas com a exclusiva função de atuar em cada um de nós individualmente. Isso significa que o terreno de nosso coração precisa ser “boa terra” a fim de produzir “a trinta, a sessenta e a cem por um” (v.8).

“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v.9). Cristo Jesus Se fez homem para nos salvar e nos deixar o exemplo perfeito de um caráter íntegro e reto. Multidões professam segui-Lo, mas somente a poucos Ele explica tudo “em particular” (v.34). Deus jamais interfere na liberdade de escolha de alguém, de forma que Ele só abre os olhos e os ouvidos, promovendo conhecimento e conversão e o perdão dos pecados, aqueles que pedem por isso com sinceridade e humildade de coração. Desta forma, entendemos melhor a profecia de Joel para os últimos dias, que diz: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). E nesse processo, por vezes, o próprio Senhor nos aponta a necessidade de passarmos para a outra margem, a sair de nossa zona de conforto e enfrentar as tempestades da vida sabendo que temos a nosso favor Aquele “que até o vento e o mar Lhe obedecem” (v.41).

Estamos a poucos passos de casa, meus irmãos. Pela fé, é possível ouvir os passos de um Deus que Se aproxima. Nem “a angústia ou a perseguição” (v.17), nem “os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições” (v.19) podem nos afastar do amor de Deus que está em Cristo Jesus se permitirmos que o Espírito Santo faça do nosso coração solo fértil e produtivo. Logo o anjo irá declarar: “Chegou a hora de ceifar, visto que a seara da Terra já amadureceu” (Ap.14:15). Eu acredito que esses últimos anos serão decisivos, e precisamos estar maduros para a ceifa como bom trigo do Senhor e não como joio imprestável. Abra o seu coração à sublime e amorosa obra do Espírito Santo. Busque o conhecimento do Senhor. Estude a Palavra de Deus com oração e com a avidez de quem está sempre escavando no desejo de encontrar mais e mais tesouros celestiais. Certamente, você terá o maravilhoso privilégio de ouvir “em particular” (v.34) a voz do seu bom Pastor.

“O reino de Deus” (v.26) será o lar daqueles que sonham mais com o abraço de Jesus do que com as ruas de ouro. Um povo que, ao contrário de Israel nos dias de Isaías, manifesta as características dadas pelo Espírito Santo: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Vigiemos e oremos, amados, “porque é chegada a ceifa” (v.29) e o Senhor não tarda a cumprir a Sua derradeira promessa: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20).

Pai, como és bondoso, paciente e misericordioso para conosco! Muitas vezes, como os discípulos, somos tardios em entender as Tuas palavras. Mas queremos um coração novo. Queremos um coração que seja solo fértil e produtivo para a Tua glória, Pai! Queremos ouvir e entender as Tuas palavras e os Teus planos para nós. Queremos estar maduros para a ceifa, como Teus preciosos grãos. Oh, Senhor, logo os quatro ventos que serão soltos vão solapar esta Terra como se ela fosse um barquinho na tempestade. Desperta-Te, ó Deus, e tem misericórdia de nós! Pois cremos que Este, que até o vento e o mar Lhe obedecem, é o Senhor, nosso Deus. Dá-nos a Tua paz na certeza de que nos ouves e que estás cuidando de nós. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Marcos4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100