Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 8 – Leia com atenção o capítulo em questão. Note a sequência de eventos que destacam a revelação progressiva de Jesus como o Messias e os desafios de compreensão por parte dos Seus ouvintes:

• Segunda multiplicação dos pães (Marcos 8:1-10) – Jesus mostra compaixão e poder sobre as necessidades físicas das pessoas.
• Fariseus pedem sinal (Marcos 8:11-13) – Mesmo com o milagre dos pães e peixes, os fariseus pedem um sinal do Céu para testar Jesus, mas Ele Se recusa, indicando a cegueira espiritual deles.
• O fermento perigoso (Marcos 8:14-21) – Os fermentos dos fariseus e de Herodes referem-se à influência corruptora, mas os discípulos não compreendem o alerta de Jesus, revelando dificuldade de captar Seu ensino.
• Cura do cego (Marcos 8:22-26) – Jesus cura um cego em Betsaida de forma progressiva, simbolizando a gradual clareza espiritual que os discípulos precisam alcançar.
• Confissão de Pedro (Marcos 8:27-30) – Ao Jesus perguntar aos discípulos Quem Ele é, Pedro O reconheceu como o Cristo, revelando avanço na compreensão deles sobre a identidade dEle.
• Anúncio da paixão (Marcos 8:31-33) – Logo após a declaração de Pedro, Jesus pronuncia pela primeira vez Sua morte e ressurreição; contudo, Pedro O repreende, mostrando que, apesar da confissão, ainda havia incompreensão sobre a natureza da missão do Messias.
• O custo do discipulado (Marcos 8:34-38) – Jesus ensina sobre a necessidade de negar a si mesmo, tomar a cruz e segui-lO, revelando a verdadeira natureza de um genuíno discípulo Seu, e preparando-os para o caminho da cruz.

Os “fermentos” espirituais continuam a ameaçar a pureza da fé e a integridade do discipulado. Quando Jesus advertiu Seus discípulos sobre o perigo do fermento dos fariseus e de Herodes, não falava apenas de influências históricas específicas da época, mas de uma realidade constante – o perigo sempre presente das distrações religiosas e crenças corrompidas.

Não precisa de muito “fermento” para ver seu impacto devastador. Jesus adverte a que sejamos vigilantes, a testar os ensinamentos e a manter a pureza do evangelho. Em tempos de cristianismo adulterado e compromissos fáceis, o chamado do Mestre é um grito de alerta: Cuidado com os fermentos que corroem a verdadeira fé.

Vigiemos contra os fermentos da religião adulterada, perseverando na fidelidade de Cristo e à Sua Palavra, até o dia em que virá nos buscar. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 7 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 7 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 7 by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/7

A mulher siro-fenícia não desistiria da bênção almejada apesar dos empecilhos plantados em seu caminho. Sua filha precisava de um milagre: libertação do demônio que a possuía! Ela juntou cada pedacinho de amor que tinha por sua filha, toda promessa de Deus que conhecia e os lançou aos pés de Jesus. Então o Mestre olhou para ela e disse: “Podes ir; o demônio já saiu de tua filha.” (v. 29 ARA).

Alguém já disse uma vez que se você quiser ter sucesso, “Mantenha em primeiro lugar aquilo que deve estar em primeiro lugar.” Você quer ter sucesso nas coisas celestiais? Permaneça na companhia de Jesus, independentemente das circunstâncias.

Muitas pessoas deixam a igreja porque foram ofendidas pelo ancião ou diácono ou, talvez, até pelo pastor. Acredito que Jesus incluiu a história dessa mulher para você e para mim – especificamente para nos dar coragem. Não importa o que aconteça em sua vida, não deixe que nada o distraia de abraçar a Jesus e permanecer em Sua companhia. Então você receberá a bênção prometida!

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2024, 0:50
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813 palavras

1 Ora, reuniram-se. Neste ponto da narrativa, tanto Mateus como Marcos passam por alto o incidente significativo na sinagoga de Cafarnaum, quando, no final do discurso sobre o “Pão da Vida” [Jo 6:35], a opinião popular na Galileia se voltou contra Jesus. … Contrariamente ao costume, Jesus permaneceu na Galileia durante a época da Páscoa …, sem dúvida, atendendo às necessidades das pessoas discretamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 678.

isto é, por lavar. Como escrevia para não judeus …, que poderiam não compreender a natureza da provocação que os espiões apresentavam, Marcos descreveu o que ele queria dizer com “impuras”. Mateus, provavelmente, escrevendo principalmente para judeus …, não faz tal declaração explicativa. A purificação aqui era estritamente ritual, não sanitária. Este rito consistia em verter uma pequena quantidade de água sobre a palma de uma mão, depois na outra, com a mão em tal posição que a água passasse da palma da mão para o punho, mas não mais além, cuidando-se o tempo todo para que a água corresse de volta para a palma da mão e, depois, alternadamente esfregando as duas mãos. A quantidade mínima de água prescrita era a que caberia em uma casca e meia de ovo. No entanto, onde não houvesse água disponível, uma ablução a seco era permitida, na qual uma pessoa poderia simplesmente simular o lavar das mãos de forma prescrita. CBASD, vol. 5, p. 679.

impuras. Não se refere à falta de higiene mas à pureza formal, cerimonial. Bíblia Shedd.

tradição dos anciãos. Refere-se à interpretação oral e expositiva da lei de Moisés, mais tarde codificada na Mishná. O Talmude é um comentário sobre a Mishná que executava um “cerco” em volta da lei para evitar qualquer transgressão. Bíblia Shedd.

Com o tempo, essa tradição oral, originalmente destinada a proteger a lei escrita do AT, chegou a ser considerada mais sagrada do que a própria lei (ver DTN, 395). Por uma obediência mecânica às exigências da tradição oral, a pessoa automaticamente estaria guardando a lei escrita, incluindo os dez mandamentos. CBASD, vol. 5, p. 679.

11 Corbã. Uma palavra hebraica e aramaica (que Marcos traduz para os leitores gentios) e que significa alguma coisa dedicada a um propósito religioso. Por um simples voto, para preservar suas posses como dádiva para Deus, uma pessoa poderia fugir à responsabilidade de sustentar seus pais. Bíblia de Genebra.

Os mestres da lei sustentavam que o juramento do Corbã era irrevogável, mesmo quando fosse feito de modo precipitado. Essa prática era uma das muitas tradições que obedeciam à letra da lei, enquanto desrespeitavam o seu espírito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este voto também era tomado para evitar obediência ao mandamento de cuidar do pobre e daqueles que passavam por tempos difíceis. Andrews Study Bible.

13 invalidando. Jesus não respondeu diretamente à pergunta dos judeus que aparece no v. 5. Indiretamente, Ele lhes dá uma resposta válida para todas as gerações vindouras. … Devemos ser como os bereanos (At 17.11). Bíblia Shedd.

15-23 Jesus ataca aqui a crença de que se os piedosos judeus observassem tais regras de pureza [cerimonial] eles estariam automaticamente limpos moralmente. Andrews Study Bible.

15 nada há fora do homem. Deve-se ressaltar que o problema em discussão entre Jesus e os fariseus nada tinha que ver com o tipo de alimento a ser consumido, mas apenas com o modo com que era ingerido, se com ou sem o ritual de purificação das mãos. CBASD, vol. 5, p. 682.

19 lugar escuso. Do gr aphedron, “uma latrina” ou uma “privada”. CBASD, vol. 5, p. 683.

puros todos os alimentos. Jesus teria declarado “puros” todos os alimentos, em relação ao tema discutido que tinha que ver com o ritual de purificação. … Deve-se notar que a palavra gr. bromata, traduzida como “alimentos”, significa simplesmente “o que é comido” … o contexto (v.1-14, 20-13) não trata da impureza biológica, mas da impureza cerimonial à qual, supostamente, as pessoas se expunham a partir da omissão da lavagem ritual. … Do começo ao fim, Cristo lida com a difícil questão do contraste entre o ”mandamento de Deus” e a “tradição dos homens”. CBASD, vol. 5, p. 683.

21 prostituição. Do gr porneiai, um termo que inclui todas as formas de relações sexuais ilícitas. CBASD, vol. 5, p. 683.

26 grega. Em cultura e língua, não em nacionalidade. Bíblia Shedd.

34 suspirou. Do gr. stenazo, “suspirar” ou “gemer”. Isto não foi parte da comunicação com o homem afligido, mas uma expressão da reação do próprio Jesus como ser humano ao sofrimento e fraqueza das pessoas. … Na surdez do homem, Ele viu uma imagem enternecedora dos corações humanos à mensagem que Ele transmitia. CBASD, vol. 5, p. 685.

Efatá! Palavra aramaica que Marcos traduz para seus leitores gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 Tudo Ele tem feito esplendidamente bem. Este foi o veredicto dos pagãos que aprenderam algo sobre Jesus por intermédio dos dois ex-endemoniados de Gadara. … Como as pessoas comuns da Galileia, os pagãos O “ouvia[m] com prazer”. CBASD, vol. 5, p. 685.



MARCOS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de setembro de 2024, 0:45
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A diferença entre o puro e o imundo e entre o santo e o profano havia sido transformada em um conjunto de regras e tradições que eram manipuladas pelos líderes judeus como um meio de expor sua religiosidade. Ao contrário de Jesus, que buscava a discrição (v.36), aqueles homens faziam de tudo para serem notados e aclamados como exímios observadores da Lei. Julgando estar fazendo a vontade de Deus, “jeitosamente” (v.9) rejeitavam o “assim diz o Senhor” para guardar suas próprias tradições. Seus corações ocultavam sua malícia, mas Jesus podia os ler e enxergar o que de fato os movia.

Jesus não condenou as leis de higiene e nem as leis de saúde, e sim a maneira como elas eram observadas. Na verdade, as regras, cuja observância exigiam os fariseus, não fazem parte do corpo de leis dadas por Deus a Moisés, mas faziam parte da “tradição dos anciãos” (v.3). Enquanto lavavam as mãos várias vezes, seus corações estavam cheios de impurezas. E por mais que Jesus os advertisse, a dura cerviz os impedia de entender o que realmente importa aos olhos do Senhor. Considerando “puros todos os alimentos” (v.19), Jesus não autorizou a ingestão da carne de animais imundos, pois estes a Bíblia nem considera como alimento (Veja Lv.11). A lição que Ele deixou neste episódio não tem a ver com comida, amados, mas com pureza de coração. Seu objetivo era que o povo entendesse algo muito maior.

“Ouvi-Me, todos, e entendei” (v.14), foi o apelo de Cristo para que toda a multidão compreendesse o real significado de Suas palavras. Pois longe de estar fazendo o mesmo que fizeram os escribas e fariseus para com os discípulos, Jesus não os estava criticando, mas admoestando quanto ao uso do rigor das tradições em detrimento da Lei de Deus. Se observarmos com atenção a lista dos “maus desígnios” (v.21) que procedem do coração humano, perceberemos que todos eles estão relacionados com a quebra dos dez mandamentos. A Lei de Deus, portanto, funciona como um espelho, para que possamos reconhecer a nossa natureza pecaminosa e a nossa necessidade de um Salvador, e não para contemplarmos a nossa própria imagem com o orgulho de um legalista.

Ser um observador da Lei está muito acima de ser um crítico praticante de rituais. A verdadeira obediência envolve, em primeiro lugar, o que Cristo mesmo elencou como a primeira bem-aventurança: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt.5:3). Felizes os que confessam diante de Deus a sua necessidade de um Salvador pessoal. Felizes os que assumem que, diante de sua condição pecaminosa e de seu coração “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9), não conseguem fazer nada sem Jesus. Felizes aqueles que, à semelhança da mulher siro-fenícia, perseveram em humilhar-se perante o Senhor do Universo, porque, no final de suas súplicas, vem a vitória. Felizes os que têm um encontro com Jesus “à parte” (v.33), e permitem que Ele os cure de sua surdez espiritual e de sua língua impedida de louvá-Lo.

Não fomos chamados por Deus para sermos juízes de nossos irmãos, e sim para sermos servos uns dos outros. Deus conhece o nosso coração e sabe exatamente o que somos na essência. E todo aquele que O ama e O busca não sentirá orgulho próprio, mas em sua vergonha por sua condição tão dessemelhante de Cristo, não encontram posição mais confortável a não ser prostrar-se diante do Único capaz de salvá-lo. A bênção do Senhor e a Sua aprovação não depende do que fazemos ou deixamos de fazer, mas do que permitimos que o Espírito Santo realize em nós e através de nós. Toda a súplica que ascende aos Céus com humildade promove o maior dos milagres, que é a transformação das “obras da carne” (Gl.5:19) em “fruto do Espírito” (Gl.5:22).

“Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:16).

Nosso Pai Celestial, como o antigo Israel estamos sujeitos a cair no mesmo engano. Vivemos no tempo de Laodiceia, e podemos estar contando vantagem de uma rica e confortável situação, enquanto não passamos de miseráveis e infelizes com os olhos vendados para enxergar nossa nudez espiritual. Oh, Senhor, tem misericórdia de nós! Tem misericórdia, Pai! Faz-nos ouvir Tuas batidas nos convidando a abrir a porta do nosso coração, para que possas entrar e nos oferecer o único alimento que nutre a alma. Unge os nossos olhos, abre os nossos ouvidos, veste-nos com a justiça de Cristo e concede-nos o ouro refinado para que sejamos ricos de Tua graça e amor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, humildes de espírito!

Rosana Garcia Barros

#Marcos7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 7 – Aqui encontramos Jesus confrontando tradições religiosas vazias e a hipocrisia, buscando uma fé autêntica e transformadora.

1. Note que o Mestre confronta a rigidez das tradições religiosas dos fariseus, enfatizando a importância da Torá sobre as interpretações humanas (Marcos 7:1-13).

2. Observe o Mestre desafiando a noção de pureza baseada em práticas externas, como a lavagem das mãos, e destaca a importância da pureza interior, do coração (Marcos 7:14-23).

3. Perceba que diante da oposição dos fariseus, Jesus demonstrou compaixão pelos necessitados, curando uma mulher siro-fenícia e um homem surdo com gagueira (Marcos 7:24-37).

Os hipócritas valorizam mais o que pensam/creem (tradições) pautando-se na aparência e status, do que na verdadeira submissão e devoção a Deus e a Sua revelação. Deste modo, Marcos 7 convida-nos a refletir sobre a importância de uma fé autêntica, baseada inteiramente na Bíblia e na compaixão, em contraste com uma religiosidade superficial e hipócrita. Reflita nestes itens:

• Assim como Jesus confrontou os fariseus que tornavam a Lei de Deus uma tradição humana, o crente desvirtuado precisa voltar-se para a Bíblia como a única regra de fé e prática, a exclusiva fonte de verdade e autoridade. A Palavra de Deus tem o poder de renovar a mente e o coração do indivíduo humilde, submisso e sincero.

• As tradições religiosas, por si só, não garantem um relacionamento genuíno com Deus. O crente morno (Apocalipse 3:14-22) precisa livrar-se de práticas religiosas vazias sem fundamento bíblico, e buscar uma fé sincera e transformadora.

• Jesus enfatizou a importância da pureza do coração; diante disso, todo cristão precisa buscar a santificação contínua, permitindo que o Espírito Santo, que inspirou as Sagradas Escrituras, transforme a sua vida interior completamente.

• A compaixão de Jesus era evidente em todas as Suas ações. O crente relapso deve buscar servir aos outros com amor e compaixão, especialmente àqueles que estão à margem da sociedade.

• A reprovação da hipocrisia dos fariseus é um alerta divino aos crentes de todas as épocas: É preciso ter cuidado para não aparentar uma fé que não existe de fato.

• A fé dos que levaram o homem surdo a Jesus resultou em cura, mostrando que todo crente genuíno crê no poder transformador de Deus, e busca levar outros a Sua presença restauradora.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 6 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 6 by Luís Uehara
2 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/6

Depois de ser rejeitado em Sua cidade natal, Cristo reuniu seus discípulos e enviou-lhes a pregar de dois em dois nas cidades vizinhas dando-lhes poder para curar enfermos, expulsar demônios e ressuscitar os mortos. Como Rei do Universo Ele tem autoridade absoluta sobre o diabo. O Senhor está disposto a conceder-lhe o mesmo poder concedido aos discípulos a fim de que você seja vitorioso contra o mal.

Ao pressionar seu rosto contra as barras frias, João pediu a seus discípulos para encontrarem Jesus e Lhe perguntarem: “Você é quem deveria vir ou procuramos outro?” Como Jesus respondeu? Não houve nenhuma rejeição dura, mas um lembrete gentil: “Vá e conte a João de novo as coisas que você está ouvindo e vendo: os cegos recebem a vista, e os coxos andam; os leprosos são limpos e os surdos ouvem; Os mortos são ressuscitados e o evangelho é pregado aos pobres”.

Caro leitor, tenha fé em Jesus. Ele tem autoridade divina e poder onipotente para fazê-lo atravessar as tempestades e provações desta vida!

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2024, 0:50
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458 palavras

1. Sua Terra. Depois de deixar Nazaré para assumir o ministério, Jesus não voltou ali até iniciar o ministério pela Galileia. O tempo decorrido foi de cerca de 18 meses … , provavelmente do outono de 27 d.C. até a primavera de 29 d.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 668.

2. Que sabedoria é esta … ? … a sabedoria infinita da inteligência, do entendimento e da sabedoria de Jesus … era muito evidente; na verdade, foi isso que os perturbou. CBASD , vol. 5, p. 668.

5. Nenhum milagre. Jesus deixou de fazer milagres ali não por falta de poder, mas devido à incredulidade das pessoas envolvidas. CBASD , vol. 5, p. 669.

14. Chegou isto aos ouvidos. Os relatos chegaram a Herodes de todas as regiões revelando uma rápida expansão do evangelho. Antes Jesus pode ter sido considerado pelas autoridades como apenas um pregador itinerante e isolado … então se tornou evidente que Ele representava um movimento bem maior. Herodes não podia mais ignorá-Lo. CBASD , vol. 5, p. 669.

22. Filha de Herodias. Marcos enfatiza aqui o fato de que Herodias mandou a própria filha dançar, em vez de uma dançarina profissional. Mesmo para os padrões da corte de Herodes, nenhuma jovem  mulher respeitável teria empreendido uma dança voluptuosa [sensual] como essa. De qualquer ponto de vista, essa ação ultrapassou os limites da decência. Salomé nada mais era do que um fantoche no esquema de sua mãe para matar João. CBASD , vol. 5, p. 671.

23. E jurou-lhe. Herodes estava fora de si diante da honra sem precedentes de ter uma nobre princesa dançando para o prazer dele e dos convidados. CBASD , vol. 5, p. 671.

37. Dai-lhes vós mesmo de comer. Em grego, o pronome “vós” é enfático, como se Jesus dissesse: “Dai vós de comer a eles.” Todas as ordens de Deus contém o poder necessário para executá-las. CBASD , vol. 5, p. 673.

39. Relva verde. Esta informação é registrada apenas por Marcos. Devido ao fato de as chuvas serem escassas na Palestina, de maio a setembro … , a grama estaria verde somente no inverno ou na primavera [novembro a abril, aprox.]. Isto ocorreu, então, apenas poucos dias antes da Páscoa de 30 d.C., e a grama, portanto, estaria na sua melhor forma (ver Jo 6:4).  CBASD , vol. 5, p. 674.

42. E se fartaram. O pão multiplicado milagrosamente, evidenciado a autenticidade do milagre, foi distribuído a cada pessoa da vasta multidão, não em quantidade pequena, mas o suficiente para satisfazer o apetite. Esta abundância comprovou o poder ilimitado de Jesus. Somente quando as necessidades de todos foram plenamente resolvidas, o fornecimento foi interrompido. … A abundância testificou a respeito dos recursos infinitos de Deus e de Sua capacidade de prover “infinitamente mais que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3:20).  CBASD , vol. 5, p. 675.

52. Não haviam compreendido. Sua atenção não estava no milagre que tinham acabado de presenciar, mas na própria desilusão [dos discípulos] por Jesus não se permitir ser coroado rei.  CBASD , vol. 5, p. 676.



MARCOS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de setembro de 2024, 0:45
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Durante trinta anos, Jesus havia convivido com a humanidade, vendo suas mazelas e andando com pecadores. Destes trinta anos, pouco mais de vinte viveu em Nazaré. Antes de dar início ao Seu ministério público, o Seu caráter santo e irrepreensível se destacava entre seus irmãos e no meio de Seu povo. Suas palavras eram suaves e cheias de fidelidade, e ainda assim, possuíam uma solenidade incomparável. Suas atitudes eram revestidas de amor e de compaixão. Mas, de qualquer forma, à vista dos Seus, Ele não passava de um bom homem que havia crescido entre eles. Diante da incredulidade de corações que não aceitaram olhar para Jesus com os olhos da fé, Sua missão foi incompreendida e Sua natureza divina rejeitada.

Ao transmitir as instruções aos doze discípulos, Cristo os advertiu acerca das dificuldades que certamente haveriam de passar. Munidos apenas de um bordão e da roupa do corpo, as primeiras duplas missionárias foram enviadas para sentir na pele as bênçãos e os desafios do trabalho missionário. Com certeza, após este período de árduo serviço e do duro golpe da notícia sobre a morte de João Batista, o coração dos apóstolos foi fortemente atribulado. Tomados pela exaustão, foram surpreendidos pelas consoladoras palavras: “Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto” (v.31). Jesus valorizou a necessidade humana do descanso. Em linguagem contemporânea, poderíamos dizer que Jesus nos convida a termos os nossos momentos “off-line” com Ele. Momentos de estar a sós com Cristo para recarregarmos as nossas “baterias”.

Contudo, muito além do cansaço físico e emocional, estava a compaixão por aqueles pelos quais tornou-Se servo. Não tendo “tempo nem para comer” (v.31), Jesus e os doze apóstolos encontravam, em cada parada, uma grande multidão de ovelhas feridas, desgarradas e necessitadas do alimento físico, emocional e espiritual. Mas ao pedir aos discípulos para alimentar as multidões, Cristo não os desafiou a fazer, por seus próprios esforços, que “cinco pães e dois peixes” (v.38) fossem alimento suficiente para todos, e sim que aquela pequena porção fosse entregue em Suas mãos. A parte que coube aos discípulos foi a de distribuir, de repartir. Ali, Jesus ensinou outra importante lição ao Seu grupo apostólico e para todos nós: o pouco do homem que é dedicado a Deus em benefício do próximo, torna-se em montante suficiente para quem o recebe e em lucro para quem o dá. Afinal, todos “comeram e se fartaram; e ainda recolheram doze cestos cheios” (v.42-43).

A descrença no poder de Deus e a falta de conhecimento a Seu respeito resultam em rejeição. Herodes, por exemplo, sabia que João não era uma pessoa comum, mas o reconhecia como um “homem justo e santo” (v.20). As palavras do pregador itinerante lhe deixavam perplexo, a ponto de escutá-lo “de boa mente” (v.20). Mas a atitude de Herodes não passou de admiração e perplexidade. Permitindo ser governado por seus próprios impulsos, fez um juramento que lhe roubou a paz. Quantos há que, da mesma forma, têm ouvido as verdades da Palavra de Deus com a mesma animosidade, mas que, por não tomarem uma firme decisão, cambaleiam “como ovelhas que não têm pastor” (v.34) para um abismo sem volta. Jesus não pode fazer milagre onde existe resistência. Quantas vezes não tentamos conduzir a nossa vida lutando por conta própria contra os ventos desta vida, enquanto Jesus está bem à nossa frente, a nos dizer: “Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais!” (v.50).

Até mesmo os discípulos estavam vulneráveis a endurecer o coração (v.52). Ninguém está imune, amados. Mas o Maravilhoso Conselheiro nos ensinou a receita contra esta enfermidade cardíaca espiritual: servir uns aos outros. Ao enviar os discípulos para ensinar, ao proporcionar-lhes a obra de distribuir o alimento à multidão, ao compelir-lhes “a embarcar” (v.45) e permitir que compartilhassem daqueles momentos de turbulência, Jesus estava lhes ensinando a sábia lição do serviço altruísta. Afinal de contas, Ele mesmo afirmou: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).

Que as Escrituras não sejam em nossa vida motivo de perplexidade ou apenas de admiração, e sim a Palavra de Deus viva que continue nos conduzindo ao pleno conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo e a uma vida de discipulado com Ele, por meio de Seu Espírito.

Nosso Deus e Pai, quanto necessitamos da mente de Cristo! Quanto necessitamos ser cheios do Teu Espírito Santo! Dá-nos amor uns pelos outros, Senhor! Um amor não fingido, não maculado pelo orgulho, inveja ou cobiça. Um amor que perdoe e que tenha a inconfundível assinatura do Céu. Que o mundo veja Cristo em nós, Seu amor, Sua graça, Sua verdade, Sua paz! Oh, Pai de misericórdia, preenche cada espaço de nosso coração com o Teu sublime amor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Marcos6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100