Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 12 – Este capítulo segue diretamente os eventos descritos em Marcos 11:27-33, onde a autoridade de Jesus é desafiada pelos líderes religiosos.

Em Marcos 12, Jesus responde a essa oposição por meio de uma série de parábolas, debates e ensinamentos que não apenas defendem Sua autoridade, como também expõem a hipocrisia e a incredulidade dos líderes judeus.

Na parábola dos lavradores maus, um homem planta uma vinha e a aluga aos lavradores, esperando que eles cuidem dela e entreguem os frutos no tempo certo. No entanto, quando o dono da vinha envia os servos para recolher os frutos, os lavradores os agridem e matam. Por fim, o dono envia seu filho, pensando que seria respeitado, mas os lavradores o matam, na esperança de tomar a herança (Marcos 12:1-12).

Esta parábola ilustra como Israel, sob a liderança dos fariseus e escribas, rejeitou repetidamente os mensageiros de Deus e, finalmente, rejeitaria e crucificaria o próprio Filho de Deus. Aqui, Jesus afirma Sua autoridade divina como o Filho, enviado por Deus, e condena a recusa obstinada dos líderes religiosos em reconhecer e submeter-se a essa autoridade.

• Está é uma advertência a todos os líderes religiosos de todas as épocas e lugares.

Fariseus e herodianos, tentando enredar Jesus numa armadilha, perguntam se é lícito pagar tributo a César. Jesus responde com sabedoria! Ao afirmar “Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, Ele não apenas evita a armadilha, como também reafirma Sua autoridade em questões espirituais e seculares. Jesus distingue entre deveres civis e religiosos, apontando que, enquanto a moeda pertence a César, a vida e a adoração pertencem a Deus (Marcos 12:13-17).

Na questão levantada sobre a ressurreição, Jesus corrige a compreensão limitada das Escrituras e do poder de Deus. Ele não apenas defende a ressurreição, como também corrige a falsa teologia dos saduceus, demonstrando Sua autoridade sobre as questões eternas (Marcos 12:18-27).

Diante das autoridades eclesiásticas Jesus revela Sua autoridade como intérprete final das Escrituras (Marcos 12:28-37). O capítulo termina com uma advertência àqueles que buscam prestígio e poder enquanto exploram os pobres. Em contraste, Ele elogia a oferta da viúva pobre, que, apesar de sua pobreza, da tudo o que tem (Marcos 12:38-44).

Reavivemo-nos com estes ensinamentos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 11 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 11 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MARCOS 11 by Luís Uehara
7 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/11

Seguir instruções sem entendê-las totalmente pode ser difícil e às vezes até assustador. Especialmente quando essas instruções têm o potencial de fazer você parecer tolo. Provavelmente, isso foi exatamente o que os discípulos de Jesus estavam pensando enquanto cumpriam as instruções de Jesus ao buscar o jumentinho de um estranho.

Imagine como foi a conversa entre aqueles dois discípulos no caminho para a aldeia onde esse jumentinho supostamente estaria. Posso imaginá-los falando sobre seus sentimentos. Talvez eles tenham se sentido envergonhados, pensando que os outros discípulos estavam zombando deles enquanto partiam para a estranha missão. Talvez tenham falado sobre o medo de alguém lhes perguntar o que estavam fazendo. É possível que tenham sentido vergonha ao imaginarem o dono do jumentinho acusando-os de roubo.

Uma coisa eles sabiam – era sempre melhor seguir as instruções de Jesus. E então, eles foram.

Os sentimentos são bons. Eles são guias que nos ajudam a reconhecer nossa própria orientação em relação aos eventos que acontecem ao nosso redor. Mas os sentimentos não são o nosso senhor. Jesus é o Senhor. E quando somos chamados por nosso Senhor para fazer algo, nossa melhor resposta é obedecer.

Quem sabe… nossa obediência, até mesmo ao mais estranho chamado de Deus, pode resultar em levar outros a reconhecê-LO como o Rei do Universo.

Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2024, 0:50
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1093 palavras

ninguém montou. Para cumprir Zc 9.9 e pelo fato que o uso real ou sagrado exigia que o artigo não fosse usado (cf Nm 19.2; Dt 21.3). Bíblia Shedd.

do lado de fora. Muitas habitações orientais eram construídas em forma quadrangular, com um pátio aberto no centro. A partir desse pátio havia uma passagem para a rua. De acordo com o costume, o asno e o jumentinho estariam amarrados no pátio em vez de no portão da rua. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 703.

Hosana. Uma transliteração das palavras aramaicas ”Oh! Salva-nos, SENHOR” (Sl 118.25). A multidão está gritando frases deste salmo. Bíblia de Genebra.

10 Este verso indica que os peregrinos creram que Jesus era o Messias. Bíblia Shedd.

11 no templo. Este era o centro da vida nacional e religiosa judaica, o lugar natural para o Messias-Rei ser coroado; o primeiro lugar onde Sua autoridade deveria ser reconhecida e de onde deveria sair a convocação oficial para que o povo reconhecesse a Sua soberania (ver vol. 4, p. 14-17). Os sacerdotes e anciãos de Israel deveriam ter sido os primeiros a reconhecer a autoridade do Messias. No entanto, é dito que Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam”. CBASD, vol. 5, p. 703.

tendo observado tudo. Como o templo era Sua casa, Jesus andou por seus átrios, inspecionando o que era Seu por direito. Porém, aqueles a quem o templo fora confiado tinham se apropriado dele para seus próprios fins egoístas (ver Mt 21:33-39). CBASD, vol. 5, p. 703.

11 saiu para Betânia. Quando a multidão finalmente chegou a Jerusalém já era demasiado tarde e, em vão, procurou a Jesus para que pudesse coroá-Lo como rei (ver DTN, 581). Porém, assim como em ocasiões anteriores, quando Sua missão foi confrontada com uma crise, Jesus passou a noite inteira em oração. CBASD, vol. 5, p. 703.

12 No dia seguinte. Este foi “o dia seguinte”, depois da entrada triunfal …, portanto, uma manhã de segunda-feira. Seguindo uma ordem estritamente cronológica, Marcos registra a purificação do templo (v. 15-19) entre a maldição da figueira (v. 12-14) e a descoberta de que ela havia secado (v. 20-26). Mateus, que frequentemente segue uma ordem temática em vez de cronológica (ver p. 276), narra todo o episódio da figueira estéril como uma unidade, sem mencionar que se passaram umas 24 horas entre a maldição e a descoberta de que a árvore se secara. CBASD, vol. 5, p. 704.

13 com folhas. Uma figueira frondosa prometia frutos bem desenvolvidos, embora não necessariamente maduros. Por outro lado, as árvores sem folhas, como era o caso de outras do pomar, não levantavam falsas expectativas de frutos, portanto não causavam decepção.. Nesta parábola…, a figueira frondosa representava a nação judaica, e as outras árvores, as nações gentílicas. É verdade que os gentios não produziam frutos, porém nada se esperava deles, pois não tinham a pretensão de produzi-los. … Essa figueira precoce, no entanto, tinha folhas que indicavam figos. CBASD, vol. 5, p. 704.

senão folhas. Era uma promessa sem cumprimento. De todos os defeitos, não havia um mais ofensivo do que a hipocrisia (ver com. de Mt 6:2; 23:13). Como a figueira estéril, a religião judaica estava destituída de frutos. Ela estava repleta de forma e cerimônias, mas lhe faltava a verdadeira piedade (ver com. de Mc 7:2, 3; ver col. 4, p. 17-20). CBASD, vol. 5, p. 704.

não era tempo de figos. No clima da Palestina, a primeira colheita de figos geralmente amadurece em junho, e a última, em setembro. O incidente ocorreu perto da Páscoa, provavelmente em abril, portanto, apenas algumas semanas antes da primeira colheita. Embora fosse incomum esperar figos tão prematuros, no entanto, uma árvore cheia de folhas poderia ter frutos prontos a amadurecer. CBASD, vol. 5, p. 704.

14 Nunca jamais. No texto grego, o duplo negativo torna a maldição ainda mais enfática. A esterilidade da árvore representava a improdutividade de Israel, e a maldição, o juízo que Jesus pronunciaria no dia seguinte: “Eis que a vossa casa vos ficará deserta”. CBASD, vol. 5, p. 705.

Nunca jamais coma alguém fruto de ti! Jesus não está tendo um acesso de raiva a respeito da falta de figos. Em vez disso, o episódio é uma demonstração simbólica do Seu desprazer a respeito do templo e sua liderança. Esta é uma parábola encenada de julgamento sobre a estrutura social de Jerusalém. Andrews Study Bible.

15 templo. Isto é, o átrio dos gentios, o átrio mais afastado no complexo de estruturas que cercam o templo propriamente dito. Era a única área em que se permitia a presença dos gentios (cf. v. 17). Bíblia de Genebra.

vendiam e compravam. Somente animais comprados dentro da área do templo, a preços exorbitantes, diga-se de passagem, recebiam o visto de “sem defeito”, que os sacrifícios exigiam. Bíblia Shedd.

16 pelo templo. Ao entrar nos recintos sagrados do templo, as pessoas deviam deixar de lado, como um sinal de reverência, qualquer carga que estivessem conduzindo. Aparentemente, os que levavam cargas estavam usando os átrios do templo como um atalho para evitar um trajeto mais longo. CBASD, vol. 5, p. 705.

17 salteadores. isto é, assaltantes organizados e não apenas ladrões. CBASD, vol. 5, p. 705.

18 A indignação dos sacerdotes é compreensível, uma vez que foram eles e seus chefes, Anás e Caifás, que embolsavam o lucro do comércio no templo. Bíblia Shedd.

20 desde a raiz. Um detalhe observado apenas por Marcos. Este é o único milagre de Jesus que se pode dizer ter causado algum dano. … As circunstâncias em que Jesus fez secar a figueira mostram uma explicação satisfatória de Seu propósito. Nesse mesmo dia, os líderes da nação confirmariam sua decisão de rejeitar a Jesus como o Messias, que, por Sua vez, anunciaria que o Céu os havia rejeitado. CBASD, vol. 5, p. 705.

23 Ergue-te e lança-te no mar. Jesus mesmo nunca moveu montanhas literais, nem pretendia que Seus seguidores vissem qualquer necessidade de fazê-lo. Aqui as montanhas são metáforas das dificuldades. CBASD, vol. 5, p. 706.

24 tudo quanto em oração pedirdes. Esta não é uma ampla garantia de que Deus nos dará tudo que Lhe pedirmos, se tivermos fé. Jesus pediu para que não tivesse que passar pelo sofrimento da cruz, mas não era vontade de Deus remover esta dor (13:36). O contexto da declaração de Jesus sobre “tudo o que pedirdes” é o incidente da figueira e a oposição da liderança de Jerusalém (ver 11:27-33). … o que Ele pode ter desejado assegurar aos discípulos é que mesmo sob oposição, Deus está ao lado deles e lhes concederá sucesso. Andrews Study Bible.

26 se não perdoardes. A falta de vontade de perdoar faz com que Deus não ouça e atenda as orações. CBASD, vol. 5, p. 706

28 Com que autoridade … ? A “autoridades” de Jerusalém procuram expor Jesus como um arrogante, sem nenhum status oficial para agir dentro do templo. Bíblia de Genebra.



MARCOS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de setembro de 2024, 0:45
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Em meu estudo, percebi que o capítulo de hoje remonta os primeiros momentos do ministério terrestre de Jesus. Percebam:

  1. No batismo de Jesus, Deus declarou: “Este é o Meu filho amado, em quem Me comprazo” (Mt.3:17). Na entrada triunfal, Jesus é aclamado como o “Bendito”, “que vem em nome do Senhor” (v.9);
  2. No deserto da tentação, Jesus “teve fome” (Mt.4:2), e estando em Seu poder transformar pedras em pães recusou-se a fazê-lo e a comer. Ao avistar a figueira, Jesus “teve fome” (v.12) e quis comer, mas não havia fruto;
  3. Ainda no deserto, Satanás levou Jesus a Jerusalém, ao pináculo do templo, e sua proposta prometia um grande milagre diante do povo, se Ele Se lançasse dali para baixo e fosse amparado por anjos. No capítulo de hoje, ao entrar no templo em Jerusalém, Jesus agiu como nenhum do povo esperava que Ele agisse, lançando abaixo as bancas dos cambistas;
  4. Na última tentação do deserto, Satanás prometeu a Jesus toda autoridade (Lc.4:6). No capítulo de hoje, “os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos” (v.27) questionaram a autoridade de Jesus.

A Palavra de Deus não é maravilhosa, amados? Deus deseja abrir os nossos olhos a cada dia e nos fazer enxergar mais e mais tesouros dos depósitos celestiais. Felizes os que permitem que o Espírito Santo lhes fale e enterneça o coração com as dádivas de Sua santa Palavra!

Eis o que profetizou Zacarias: “[…] eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zc.9:9). A vida de Cristo cumpriu perfeitamente todas as profecias que a Seu respeito estava escrito. Da Sua concepção à Sua morte, tudo nEle foi o perfeito cumprimento da missão em resgatar a humanidade e em revelar o caráter do Pai. Montado num jumentinho, Sua entrada em Jerusalém foi aclamada e ovacionada. Vozes se uniram em louvor Àquele que fez os mudos falarem. Aparentemente, o cenário apontava para um povo que finalmente O havia reconhecido como o Enviado de Deus, o Messias prometido.

A expressão “Hosana”, em hebraico, significa “salva agora” ou “salva-nos, Te imploramos”. O povo clamou para que Jesus estabelecesse o Seu Reino naquele momento. Estavam prontos para coroá-Lo Rei, mas tão logo Jesus entrou em Jerusalém, “no templo, tendo observado tudo” (v.11), partiu para Betânia na companhia de Seus discípulos. Acabaram as homenagens, cessaram os gritos de alegria que, uma semana depois, se tornariam em escárnio e humilhação no cruel e injusto coro: “Crucifica-O!” (Mc.15:13).

Quando retornou a Jerusalém, a realidade do templo provocou o profundo zelo do Senhor dos Exércitos. Com autoridade e intrepidez, Jesus expulsou todos aqueles que não estavam ali para adorar, mas para se beneficiar às custas dos adoradores. O lugar que era para ser movido por orações e súplicas, havia sido “transformado em covil de salteadores” (v.17). E como aquela figueira que, de longe, parecia um convite para saciar a fome, mas na verdade não passava de uma árvore sem frutos, o templo havia se tornado apenas em um belo lugar, mas infrutífero espiritualmente.

A vida espiritual da igreja não pode ser medida por seu aparente fervor (v.9-10). Aclamações e manifestações verbais não são provas de uma igreja viva e poderosa. Precisamos lembrar que o poder do Espírito Santo foi derramado sobre os discípulos quando estes estavam reunidos em oração a portas fechadas após dez dias de busca pelo reavivamento prometido. E esta busca incluía a resolução de conflitos e a necessidade de reconciliação uns com os outros. Só então, o Espírito Santo foi derramado e a igreja primitiva passou a produzir os frutos de um relacionamento íntimo com Deus.

Deus tem agido com poder e ousadia a fim de alcançar corações ainda endurecidos. E o que Ele espera de nós, como “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), é que a nossa vida seja frutífera a tempo e fora de tempo. Que ao aproximarem-se de nós aqueles que estão sedentos em conhecer a Deus por meio de Sua Palavra, não sejam decepcionados por se deparar com cristãos de aparência, mas que não têm o alimento espiritual para oferecer. Que a nossa vida glorifique a Deus sendo o verdadeiro louvor de “Hosanas” que o mundo precisa ouvir. “Tende fé em Deus” (v.22) e permita que o Espírito Santo expulse de sua vida tudo aquilo que a tem maculado, porque você é “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19).

Querido Pai Celeste, como é maravilhoso compreender a Tua Palavra e ouvir a Tua voz por intermédio do Teu Espírito! A Tua Palavra é lâmpada, é verdade, é vida, é caminho para a eternidade, pois a Palavra é Cristo. Muda o nosso coração e santifica-nos por Tua santa Palavra. Que tenhamos uma mente clara e lúcida para experimentar a Tua vontade. Faz-nos Tua igreja pura, sem mácula ou ruga, irrepreensível, pelo poder da graça de nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, coluna e baluarte da verdade!

Rosana Garcia Barros

#Marcos11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 11 – A entrada triunfal de Jesus, a maldição da figueira, a purificação do Templo e o ensino sobre a fé e o perdão são mais que meras narrativas históricas, são revelações divinas para nós. São eventos proféticos e ensinamentos escatológicos com lições profundas.

Ao refletir sobre esses eventos, os conversos a Cristo são chamados a viver em santidade, frutificando em boas obras, e mantendo a esperança viva no maior evento, que é a Segunda Vinda de Cristo, quando todas as promessas serão cumpridas.

Marcos 11 começa com Jesus montando um jumentinho, entrando em Jerusalém, cumprindo a profecia de Zacarias 9:9, que descreve o Rei que viria em humildade para trazer salvação. A entrada triunfal simboliza a revelação de Jesus como o Messias prometido e também prefigura Seu retorno, quando Ele virá como Rei dos reis.

Assim como as multidões aclamaram Jesus como Rei, os crentes hoje são chamados a proclamar Sua realeza em sua vida diária, vivendo em submissão à Sua autoridade e mantendo viva a esperança de Seu glorioso retorno.

A maldição da figueira (Marcos 11:12-14, 20-25), aparentemente um incidente isolado, mas na verdade é um poderoso ato profético. A figueira sem frutos representa Israel, que, apesar de sua aparência religiosa, estava espiritualmente estéril. Este ato de Cristo serve como prenúncio do julgamento que viria sobre os judeus devido à rejeição ao Messias.

A aplicação para hoje é dupla:

• É um alerta contra a hipocrisia religiosa e a necessidade de produzir frutos genuínos de fé e arrependimento;
• É um lembrete do julgamento divino que será realizado sobre aqueles que rejeitam a graça oferecida por Cristo.

A purificação do Templo é um ato simbólico contra a corrupção e a comercialização da religião bíblica (Marcos 11:15-19). Jesus expulsou os cambistas e comerciantes, proclamando que a casa de Deus deveria ser “Casa de Oração para todos os povos” (Isaías 56:7).

A ênfase na Casa de Oração destaca a centralidade da comunhão com Deus e a importância de manter o foco espiritual sem distrair-se com interesses mundanos.

Após a maldição da figueira, Jesus ensinou sobre a importância da fé e do perdão (Marcos 11:22-26). Ele afirma que a fé genuína pode mover montanhas e que a oração deve ser acompanhada por um espírito de perdão! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 10 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 10 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MARCOS 10 by Luís Uehara
6 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/10

O coração de Deus se enterneceu pelo jovem líder rico. Jesus tinha o seu maior bem em mente quando lhe disse: “Vá, venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres (10:21).” Jesus conseguia antever que seu ouro e prata acabariam por sobrecarregá-lo e sufocar sua desejada “amizade” com o mestre.

Pedro não tinha prata nem ouro, mas o que ele tinha? O Espírito Santo! Pedro conhecia a Deus – pois Deus estava com ele. Pedro finalmente percebeu que nada era mais importante do que sua amizade eterna com Cristo. Infelizmente, o jovem governante rico não trocaria sua prata ou ouro pelo poder milagroso da habitação do Espírito Santo.

Se você deseja que milagres aconteçam em você e ao seu redor, você não pode colocar como prioridade buscar ouro e prata. Não é possível tornar-se o maior no reino de Deus por meio de riquezas ou forças humanas. De nada adianta falar que ama a Jesus se você não se submete à Ele. Quando essas coisas acontecem, você também deixará a presença de Deus com pesar.

O Senhor lhe ama e está lhe chamando para ter comunhão com ele. Não deixe o “lixo” desta vida fazer com que você “vá embora triste”.

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2024, 0:50
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1074 palavras

2 aproximaram-se dEle para pô-Lo à prova. A pergunta dos fariseus era hostil. João Batista denunciara Herodes Antipas e Herodias pelo divórcio ilícito (v. 6.17, 18) e, por ter feito essa repreensão, foi lançado no cárcere e depois decapitado. Jesus, agora, estava dentro da jurisdição de Herodes, e os fariseus talvez tenham esperado que a resposta de Jesus levasse o tetrarca a prendê-Lo, assim como prendera João Batista. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 O divórcio jamais contou com a aprovação de Deus, a não ser como o menor entre dois males. Bíblia Shedd.

11-12 O costume judeu dizia que somente o marido poderia dar início ao divórcio, porque o divórcio era parte das leis do direito de propriedade. Tribunais e autoridades não eram envolvidas. Contudo, somente aqui, em Marcos, encontramos uma referência a uma mulher ser capaz de dar início ao divórcio. Esta pode ser uma outra indicação de que a audiência de Marcos seja não judia, muito possivelmente romana. Na lei romana, a mulher também tinha a prerrogativa de se divorciar de seu marido. Andrews Study Bible.

15 como uma criança. O que se compara aqui são a abertura e a receptividade comuns às crianças. O Reino de Deus pode ser recebido somente como dádiva; não pode ser recebido mediante o esforço humano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O ponto central do texto é que mesmo os pequenos podem ser discípulos de Jesus. Andrews Study Bible.

Jesus apresenta uma criança como modelo para os adultos. A confiança e a amorosa obediência de uma criança representam traços de caráter de grande valor no reino dos Céus. Jesus chama de “pequenas” as crianças que ainda não aprenderam do exemplo negativo dos adultos os pecados da dúvida e da desobediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 699.

17 que farei? O rico pensava da perspectiva de acumular atos de justiça para merecer a vida eterna, mas Jesus ensinava que era uma dádiva que deve ser recebida (cf. v. 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a todas estas coisas eu tenho guardado. Um piedoso e fiel judeu observava todas as 613 leis como listadas nos cinco primeiros livros da Escritura, o Pentateuco. O apóstolo Paulo, que era um fariseu, disse que era inculpável pela observação destes requisitos legais, até ter encontrado a Jesus; então eles se tornaram como lixo em comparação com o dom da justiça que ele recebera de Jesus (Fl 3.4-11). Andrews Study Bible.

21 uma coisa te falta. O amor desse jovem pelas riquezas (v. 22) e a recusa dele em distribuí-las e seguir a Jesus mostram que ele quebrou o maior mandamento de todos: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5; cf Mt 22.37). Bíblia de Genebra.

Vá, venda tudo. O problema principal do jovem eram suas riquezas (cf. v. 22), e por isso Jesus lhe recomendou desfazer-se delas. … Ao doar as suas riquezas, o jovem teria eliminado o obstáculo que o impedia de confiar em Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 olhando ao redor. Um quadro vívido descrito por Marcos. Jesus deve ter olhado para os discípulos um após o outro para ver como reagiriam à decisão do jovem rico. CBASD, vol. 5, p. 699.

Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que tem riquezas. A dificuldade não é porque as riquezas sejam um mal em si mesmas e desqualifiquem aqueles que as possuem, mas é porque os ricos são tentados a depender de suas riquezas e podem ser incapazes de admitir que necessitam de Deus. Bíblia de Genebra.

25 camelo … fundo de uma agulha. Um excelente exemplo da linguagem proverbial e vívida de Jesus, aqui expressando a ideia de impossibilidade (v. 27). A sugestão de que havia um pequeno portão chamado de “fundo da agulha”, através do qual os camelos podiam passar sem carga, não tem apoio e minimiza a figura usada por Jesus. Bíblia de Genebra.

26 maravilhados. Os judeus olhavam para as riquezas ganhas honestamente como um sinal da aprovação de Deus. Se os ricos, que tem “todas” as vantagens que poderiam propiciar a seus corações agradarem a Deus, perecem, quem, então, poderia se salvar? Bíblia Shedd.

Os discípulos entenderam o significado do que Jesus disse. Ninguém pode ser salvo por boas obras. Bíblia de Genebra.

28 deixamos. O verbo gr está no aoristo, tipo de ação que revela uma decisão definitiva. Bíblia Shedd.

29 amor. Se a renúncia não for motivada por um grande amor  a Cristo e ao evangelho (necessário à sua divulgação) nada vale (1Co 13.1-3). Bíblia Shedd.

30 cêntuplo. A fraternidade produzida pelo evangelho tornará todos os cristãos em uma grande família (cf At 2.44-47; 4.32-35; Rm 16.13). Bíblia Shedd.

Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que Lhe deveriam vir. Os doze sabiam dos planos em andamento para tirar a vida do Mestre (ver com. de Lc 13:31; cf. Jo 11:7, 8), mas não acreditavam que, por fim, esses esforços teriam êxito (ver Lc 18:34). CBASD, vol. 5, p. 699.

37 direita … esquerda. É notável a ironia; quem acabou ocupando estas posições, na hora do triunfo de Cristo na cruz foram dois ladrões (15.27). Bíblia Shedd.

38 beber o cálice. Um símbolo do Antigo Testamento para expressar sofrimento e ira (Sl 75.8; Is 51.17-22; Jr 25.15; Ez 23.31-34). Bíblia de Genebra.

45 o Filho do Homem veio para … servir e dar a Sua vida em resgate por muitos. Versículo-chave de Marcos. Jesus veio a este mundo como servo … que sofreria e morreria por nossa redenção, como Isaías predisse com clareza (Is 52.13-53.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos. Ver Is 53.12. Nos escritos do Qumran (Manuscritos do Mar Morto) este é um termo para todos os membros da comunidade. Bíblia de Genebra.

46 E foram para Jericó. A cidade do Jericó do NT estava situada a mais ou menos 1,6 km ao sul das ruínas da cidade de Jericó do AT. Herodes, o Grande, havia embelezado a cidade e tinha um palácio de inverno lá. CBASD, vol. 5, p. 700.

51 Mestre. Heb Rabboni, lit. meu grande ou ilustre (senhor, mestre). Nota textual Bíblia de Genebra.

Uma forma aumentada de “Rabi”, título comum para designar um mestre… Ressalta o reconhecimento e submissão à autoridade de Jesus. Bíblia de Genebra.

Esta é o mesma terna expressão que Maria usou quando se dirigiu a Jesus após Sua ressurreição (Jo 20.16). Bartimeu reconheceu Jesus como mais do que um fazedor de milagres. Ele desejou um íntimo relacionamento com Ele. Andrews Study Bible.

que eu torne a ver. Literalmente “recuperar a minha visão”. O texto grego deixa claro que Bartimeu não nasceu cego, mas que se tornou um. CBASD, vol. 5, p. 701.



MARCOS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de setembro de 2024, 0:45
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Por alguma razão, o evangelho de Marcos é o único que contém todas as predições de Cristo a respeito de Sua morte e ressurreição. E em todas elas Ele falou com bastante clareza. O que impedia os discípulos de não as entender era, provavelmente, a negação em aceitar que seriam separados de seu Mestre e o conceito de que o Messias viria como um guerreiro que libertaria o Seu povo do jugo romano. Aquilo era demais para suas mentes ansiosas por grandeza e liberdade política. O percurso de Cristo na Terra, no entanto, tinha um plano sequencial que os discípulos não souberam reconhecer pelo cumprimento do que a Seu respeito estava escrito. A vida de Jesus – Seu ministério, morte e ressurreição – pode ser claramente vista no Antigo Testamento.

Mais uma vez podemos vislumbrar Jesus cumprindo as Escrituras, pelo fato de que, assim como Josué liderou Israel na travessia do Jordão para conquistar Jericó, também “Jesus, foi […] para o território da Judeia, além do Jordão” (v.1), e, com Seus discípulos, “foram para Jericó” (v.46). Vocês compreendem a beleza da Palavra de Deus e como a vida de Cristo estava sempre em comunhão com a Palavra? Jesus não dava um só passo sem seguir a orientação do Pai. Sua comunicação com o centro de comando do Universo era a oração e Sua bússola, a santa Palavra de Deus. Mas entre o Jordão e Jericó havia obstáculos para Josué (que, por sinal, é o nome hebreu equivalente a Jesus, que significa “Salvador” ou “O Senhor salva”).

Semelhantemente, Jesus teve de lidar com obstáculos: com mais um grupo de fariseus e suas armadilhas verbais, com a insensibilidade dos discípulos em tentar impedir que Ele abençoasse as crianças, com o questionamento de um jovem de coração dividido e com o pedido sem cabimento de Tiago e João. Mas assim como o povo de Israel gritou e “ruíram as muralhas” de Jericó (Js.6:20), o grito insistente de Bartimeu também resultou em um milagre. E sabem o que é mais lindo nisso tudo? É que o nosso Deus Se preocupa com o nosso casamento (v.7-8), com as crianças (v.14), com os jovens (v.21), com os ricos (v.27), com os ambiciosos (v.37) e com os pobres (v.46). Ou seja, Jesus Se compadece de todos e tem palavras de apreço e de orientação para todos nós.

A uns Jesus respondeu com outra pergunta reflexiva (v.3). A outros, simplesmente chamou para perto de Si, tomando-os nos braços (v.16). Outros, Ele olhou com amor, mesmo sabendo que seria rejeitado (v.21). Outros ainda, Ele gentilmente chamou “para perto de Si” (v.42) a fim de protegê-los do que eles próprios buscaram. E houve aquele que, mesmo aparentemente ignorado por um tempo, foi chamado por Ele (v.49). Sabem, amados, cada relato escrito da vida de Jesus também tem o objetivo de alcançar a minha e a sua vida. No capítulo de hoje Jesus nos diz que Ele deseja fazer parte da nossa história, da nossa vida. Ele nos diz que a nossa travessia está chegando ao fim e logo entraremos na terra prometida.

É só um pouco mais, e não seguiremos “Jesus estrada fora” (v.52) somente, mas “estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17). Eu creio nisso! Você crê? Então, com um só coração e espírito, oremos amados:

Pai nosso que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome. Venha a nós o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Porque Teu é o reino, o poder e a glória, para sempre. Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, filhos amados do Pai!

Rosana Garcia Barros

#Marcos10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100