Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 49 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
11 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 49 – Há diversas imagens neste capítulo que evocam o caráter de Deus em relação ao povo aflito, sofrido e angustiado. Considere:

• Servo: Embora seja difícil definir se o servo aqui seja Israel, Isaías ou o remanescente fiel, há referência ao Messias como verdadeiro servo de Deus que cumpre a missão de restaurar Israel. Jesus, o Filho de Deus, é o Servo humilde, submisso, dependente que, com Sua fidelidade e sacrifício alcançará o propósito divino para judeus e gentios (para o mundo) (Isaías 49:1-6).

• Redentor: Embora o contexto esteja relacionado ao retorno do cativeiro babilônico, a libertação do pecado coaduna com o texto. O Messias seria “desprezado” e “detestado pela nação” (Isaías 49:7), explícito em Isaías 53:3, onde acrescenta que Ele “foi desprezado e rejeitado pelos homens…”. Através dEle, líderes do mundo reconheceriam a fidelidade de Deus, que O escolheu.

• Pastor: Jesus é o Bom Pastor que cuida de Seu rebanho com amor, orientação e proteção. Esta imagem enfatiza compaixão, cuidado e liderança divina sobre o povo sofredor, semelhante a um terno pastor cuida de frágeis ovelhinhas (Isaías 49:10-13).

• Mãe: A metáfora da mãe ilustra amor e compaixão em Deus. Assim como uma mãe não esquece seus filhos, Deus não esquece Seu povo (Isaías 49:14-21). Então, “quando tentados a pecar, lembremo-nos de que Jesus intercede por nós no Santuário Celestial. Quando pomos de parte nossos pecados e vamos ter com Ele, com fé, Ele toma nos lábios nosso nome, e o apresenta ao Pai, dizendo: ‘Eis que na palma das Minhas mãos, te gravei’ (Is 49:16). Conheço-te por nome’. E parte então para os anjos a ordem de proteger-nos” (Ellen White).

• General Valente: Deus é retratado como um Poderoso Guerreiro, Líder Militar, que luta em defesa de Seu povo (Isaías 49:22-26). “Na controvérsia com os fariseus em torno do poder com que expulsava os demônios, Jesus conclui o argumento valendo-Se desta ilustração de Isa. 49. Pelo valente bem armado ‘que guarda a sua própria casa’ (Luc. 11:21) é retratado Satanás que defendia seu domínio neste mundo… O mais valente do que ele, que o vence e lhe tira a armadura e divide os despojos, não é outro senão Cristo mesmo, que expelia demônios com autoridade divina” (Siegfried Schwantes).

Diante destas imagens divinas, vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 48 by Luís Uehara
10 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/48

Um amigo ateu respondeu a um dos meus comentários no Facebook: “Seu Deus é tão real quanto sua imaginação acerca dEle”.

Eu disse que entendia o motivo dele pensar assim. Mas também me ofereci para fornecer contra-evidências se ele quisesse.

E que evidências eu forneceria? Do tipo mencionado em Isaías 48. Deus diz ali que só Ele conhece o futuro distante. Somente ele, diz esta seção dos capítulos, pode contar o passado antigo. São tanto profecias preditivas quanto declarações testáveis que mostram a existência de Deus.

Tenho também outras razões (como os princípios de saúde em Gênesis que levam a uma vida mais longa). Mas incomoda-me que muitos professos cristãos sejam tão ignorantes sobre as profecias preditivas da Bíblia como os ateus com quem estou interagindo.

Deus disse que Ele não dará Sua “glória” a outro. Só Ele pode dizer o que será. E isso significa que somente Ele pode dar conselhos convincentes. Só Ele pode ver a próxima curva. E Ele nos ama. Essa é razão suficiente para fazer tudo o que Ele diz para fazer.

O adventismo é fundamentado no amor e na profecia preditiva como base da fé.

Eugene Prewitt
Diretor do BE WELL, um centro de estilo de vida em desenvolvimento em Bangladesh

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/48
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 48 – COMENTARIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
10 de janeiro de 2024, 0:50
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663 palavras

Ouvi isto. Isaías se dirige aos hipócritas de Israel, aqueles que professavam servir a Deus, mas na verdade faziam o que queriam (ver com. de Mt 6:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 288.

Da santa cidade tomam o nome. Esses traidores professavam ser cidadãos de Sião, mas o eram apenas no nome … Eles buscavam os benefícios que resultavam da lealdade a Deus, mas não estavam dispostos a pagar o preço da obediência (ver com. de M7 7:21-27). Queriam todos os privilégios do discipulado, mas se recusavam a assumir as responsabilidades. CBASD, vol. 4, p. 288.

As primeiras coisas … anunciei. Não os pagãos, mas o infiel povo de Judá é chamado a reconhecer a presciência de Deus.  CBASD, vol. 4, p. 288.

De repente. Deus predisse esses eventos, mas os hipócritas infiéis foram pegos de surpresa (ver Mt 24:39). Em Tessalonicenses 5:1 a 8, há um conselho semelhante para os que aguardam a vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 288.

O meu ídolo fez estas coisas. Israel tinha acabado de sair do Egito quando atribuiu sua libertação a um ídolo (Êx 32:4). CBASD, vol. 4, p. 288.

Eu sabia que procederias mui perfidamente. Deus conhecia o caráter perverso dos israelitas e sabia que não queriam acreditar e que, até o fim, tentariam justificar sua rebeldia. A seguir, ele apresenta uma série de predições incomuns, incluindo o cativeiro por vir, a missão de Ciro um século antes de sua época, a libertação do jugo babilônico e outros eventos que culminariam com a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 288, 289.

Por amor ao Meu nome. Por causa da perversidade …, o povo de Judá não merecia a misericórdia ou o favor de Deus. Sua queda, porém, traria opróbrio sobre seu santo nome, pois O considerariam caprichoso, vingativo e incapaz de cumprir seus próprios planos. O nome de Deus representa Seu caráter: um Deus “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6). CBASD, vol. 4, p. 289.

11 Por amor de Mim. Se não tivesse redimido Israel, o nome do Senhor teria sido profanado entre os pagãos. Deus restauraria os filhos de Israel, não por mérito deles, mas por Sua misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 289.

16 Agora, o SENHOR Deus Me enviou a Mim e o Seu Espírito. De acordo com o contexto … Cristo é Quem fala. Foi Deus Quem enviou Jesus em Sua missão. Jesus tem estado com o Pai desde o início (Jo 1:1-3); mas, quando o Pai Lhe deu uma obra a realizar neste mundo de pecado, Ele deixou o Céu para cumpri-la (Jo 1;14; 3:34; 6:29, 57; 17:3, 4). Quando Jesus veio ao mundo como o Messias, Deus enviou o Espírito Santo para estar sobre Ele (Is 11:2; 42:1; 61:1-3; Mt 3:16; Lc 4:18-21; Jo 1:32, 33; At 10:38). Aqui são mencionados os três membros da Divindade (ver com. de Is 42:1). CBASD, vol. 4, p. 289.

17 Que te ensina o que é útil. Cristo veio para ensinar à humanidade os segredos da paz e das bênçãos … e guiá-la no caminho da vida eterna. CBASD, vol. 4, p. 289.

18 Ah! Se tivesses dado ouvido aos Meus mandamentos! Os mandamentos de Deus foram dados para guiar a humanidade nos caminhos da paz e da justiça (Sl 119:1, 2, 6, 9, 165; Pv 3:1, 2). Todas as leis de Deus são para o bem do ser humano, para guiá-lo no caminho da retidão e protegê-lo do pecado e do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 290.

19 Os teus descendente, como a areia. ver Gn 22:17; 32:12. A obediências resultaria numa descendência numerosa; mas a desobediência causaria extinção. CBASD, vol. 4, p. 290.

20 Saí da Babilônia. Esta é uma antecipação do tempo quando Deus chamaria Seu povo para sair de Babilônia [literal], a fim de não ter o mesmo destino dela (jr 50:8; 51:6, 45). Nos últimos dias, faz-se o mesmo convite urgente ao povo de Deus; contudo, com respeito à Babilônia espiritual (Ap 18:4). CBASD, vol. 4, p. 290.

22 Não há paz. Paz é o resultado seguro da justiça (ver com. de Is 32:17), e é completamente inatingível para os que andam nos caminhos do mal. No v. 18, a paz está associada à obediência aos mandamentos de Deus. Embora o ser humano busque a paz com sinceridade, não pode assegurá-la a não ser pelos meios instituídos por Deus. CBASD, vol. 4, p. 290.



ISAÍAS 48 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de janeiro de 2024, 0:45
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Desconfiando da promessa divina de que nunca mais o mundo seria destruído pelo dilúvio (Gn.9:15), homens vis decidiram fundar uma cidade e construir uma torre cujo topo atingisse os céus (Gn.11:4), havendo assim a necessidade da intervenção de Deus para dar um fim àquele despropósito. Divididos em grupos conforme o idioma de cada um, os descendentes de Noé foram dispersados por toda a Terra (Gn.11:9). Somente várias gerações depois, da descendência de Sem, surgiu Abrão, a quem Deus chamou para ser o pai de “uma grande nação” e por meio de quem seriam “benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:2 e 3). A mudança de seu nome para Abraão (pai de uma multidão) e o milagroso nascimento de Isaque fortaleceu lhe a fé, pela qual foi justificado (Gn.15:6).

Ao separar um povo para Si, e passar a ser conhecido como o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Senhor desejava ensinar a Israel e às demais nações que o Deus Todo-Poderoso, que “fundou a terra” e “estendeu os céus” (v.13) também é Deus pessoal, que ama e chama Suas criaturas para um relacionamento de intimidade com Ele. Não foi sem razão que de Abraão Ele declarou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). E esse relacionamento de amizade deve estar fundamentado na fidelidade e na confiança. Foi por acreditar que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb.11:19), que, “pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque” e “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). Foi por fé e obediência que Abraão conheceu o Senhor e a alegria em servi-Lo.

Vendo a necessidade vital de que Seus discípulos compreendessem o que Abraão compreendeu, Jesus declarou: “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (Jo.15:14). Aquele que nos ensinou por preceito e por exemplo a obediência que provém da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), reforçou o apelo dado a Israel: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar” (v.18). Os mandamentos de Deus e os princípios celestes contidos em Sua Palavra permanecem “para sempre” (Sl.119:152). O Senhor declara: “Eu sou O mesmo, sou o primeiro e também o último” (v.12).

Amados, antes da volta de Jesus, será “revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição […] ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts.2:3 e 4), e este tempo está bem diante de nós. Satanás imitará o retorno de Cristo, operando sinais e maravilhas à vista de todos, se declarando como sendo o próprio Senhor e apresentando muitos de seus anjos caídos como pessoas que foram ressuscitadas. Estamos prontos para resistir a este engano final? Lembremos da advertência de Paulo: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2Co.11:14-15). Lembremos de que o apóstolo João, mesmo tendo contemplado Jesus em Sua glória, curvou-se diante de um anjo por duas vezes e por duas vezes foi repreendido (Ap.19:10 e 22:9).

A nossa segurança está em perseverar e crescer em nosso relacionamento com Deus, fortalecendo a fé pela Sua Palavra, que nos ensina o que é útil e nos guia pelo caminho em que devemos andar. E o Caminho é Cristo (Jo.14:6)! Ele é o nosso porto seguro, a nossa torre forte e fortaleza na qual estaremos amparados no “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). O Senhor não nos falou “em segredo desde o princípio” (v.16). Tudo o que necessitamos saber nos está revelado. Como amigos de Deus, precisamos confiar em Sua Palavra, proclamando-a “até ao fim da Terra” (v.20). “Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v.14): “Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus e anunciai isto com voz de júbilo” (v.20). “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará; todavia, o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:37-38).

Oh, Senhor, quão perto estamos de vivenciar os últimos instantes deste mundo de pecado! Livra-nos dos enganos do mal e capacita-nos, pelo poder do Teu Santo Espírito, a proclamar a Tua Palavra com fé e intrepidez e a viver nossos dias com sabedoria e confiança em Ti! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Isaías48 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 48 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
10 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 48 – Comentando sobre o conteúdo deste capítulo, Siegfried Schwantes faz algumas importantes colocações: “Logo no exórdio os ouvintes são lembrados de sua nobre origem, a fim de mostrar porque sua fidelidade para com o Senhor era tanto mais grave. Orgulhavam-se de pertencer à casa de Jacó e de se chamar Israel, e mais particularmente de pertencer à linhagem de Judá”.

• A razão do orgulho deles deveria ser motivação à responsabilidade – a mesma mensagem deve ser para nós hoje que, muitas vezes, orgulhamo-nos de pertencer à Igreja de Deus

“‘Jurar pelo nome do Senhor’, implicava num reconhecimento de Jeová como o único Deus a quem deviam lealdade. Mas o profeta se queixa que esta lealdade estava eivada de hipocrisia. A vida que viviam desmentia sua profissão de fidelidade. Sua religião no fundo era destituída de verdade e de justiça. O v. 2 reformula a queixa anterior. Orgulhavam-se de ser moradores de Jerusalém, a cidade que era santificada pela presença do Templo… Nada há condenável em firmar-se sobre o Deus de Israel. Condenável é, porém, fazer da religião um mero arrimo em momentos difíceis e negar sua validade na vida quotidiana”, declara Schwantes.

Isso explica a motivação divina para a exposição de Isaías 48. Considere o esboço abaixo, reflita em cada tópico e subtópico extraídos desse capítulo:

  1. Desobediência do povo de Deus (Isaías 48:1-8).

• Deus repreende à hipocrisia.
• Deus evidencia a persistência na idolatria e desobediência.
• Deus revela as consequências da rebeldia.

  1. Chamado de Deus à obediência (Isaías 48:9-15).

• Deus revela Sua fidelidade e propósito.
• Deus exorta à obediência como resposta ao Seu amor.
• Deus convida ao arrependimento e à transformação.

  1. Deus revela Seu precioso plano (Isaías 48:16-22).

• Deus sempre revelou Seu plano.
• Deus revela soberania e conhecimento através de Seus planos.
• Deus incentiva Seu povo a viver alinhado com Seus grandiosos propósitos.

Há uma maravilhosa aula do caráter gracioso de Deus em Isaías 48, em paralelo com o caráter odioso até mesmo dos religiosos. Deus sempre revelou Seu misericordioso caráter ao longo do tempo, demonstrando paciência e amor inabaláveis mesmo diante da obstinada transgressão do povo.

• Diante disso, podemos afirmar hoje que Deus busca restaurar Seu relacionamento conosco, apesar de nossa rebeldia!

Deus quer corrigir nossa visão distorcida da religião, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 47 by Luís Uehara
9 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/47

Babilônia, o instrumento que Deus usou para disciplinar Israel, não demonstrou misericórdia, nem mesmo para com os idosos. Consequentemente, Deus os informa que não poupará ninguém. Deus não tem misericórdia daqueles que não mostram misericórdia.

Os babilônios viviam pelo lema “Eu sou, e não há outro além de mim”. Acostumados a não prestarem contas a ninguém, eles acreditavam que poderiam escapar impunes mesmo continuando com sua injustiça e maldade, destruição e assassinato. Eles estavam fatalmente errados.

Nosso Deus que tudo vê está ciente de todos os motivos, pensamentos e sentimentos humanos. Ele vê as razões por trás de cada ação. Ele desvenda o que está escondido e desenterra o que está enterrado. Ele expõe para curar. Não há nada que você tenha feito, pensado ou sentido que Deus não esteja ciente.

O conceito de um Deus que tudo vê é assustador para os impiedosos, assassinos e autoindulgentes. Um dia, expostos diante do Soberano do Céu, eles implorarão às pedras para cobri-los, assim como Adão e Eva envergonhados se esconderam nos arbustos do Éden.

No entanto, para aqueles de coração transformado, o olhar onisciente de Deus não é angustiante. Em vez disso, é o olhar íntimo de um Pai compassivo, que vê, mas ama. O conhecimento absoluto que Deus possui do nosso coração, é o maior presente que já recebemos. Aquele que nos conhece muito bem nos ama mais do que ninguém!

Lori Engel
Capelã, atualmente com necessidades especiais
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/47
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 47 – COMENTARIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
9 de janeiro de 2024, 0:50
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Leitores atentos observam a surpreendente semelhança entre parte do simbolismo e da linguagem do Apocalipse e passagens de Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Fica claro que João, sob inspiração divina, usou muito da linguagem dos profetas antigos, a fim de apresentar as experiências da igreja numa terminologia familiar e significativa ao leitor do AT. A opressão causada pela Babilônia histórica e sua subsequente desolação ofereceram a João uma descrição vívida da opressão do povo remanescente de Deus pela Babilônia espiritual e da final desolação da mesma. O simbolismo e a linguagem do Apocalipse se tornam mais claros e significativos quando estudados à luz do que os profetas antigos escreveram com respeito aos acontecimentos de seus dias. Vários aspectos do castigo de Babilônia histórica ajudam a entender o castigo da Babilônia espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 284, 285. [Ver quadro comparativo entre Isaias 47 e Apocalipse 16 a 19 nesta referência, à p. 285.]

Virgem filha. Babilônia era prostituta (cf. Ap 17:1, 5). As prostitutas ligadas aos antigos templos orientais eram chamadas de “virgens santas”, mas não eram nem virgens nem santas. Babilônia se jactava de sua religião, que aparentemente tinha glória e beleza, mas na verdade era abominação. O profeta desmascara a “virgem filha” e revela sua vergonha. em vez de se sentar num trono, ela assumiria seu lugar, no pós da terra, símbolo de luto e desolação (cf. Is 3:26; comparar com Ap 17:4). CBASD, vol. 4. p. 284.

Mói a farinha. Tarefa braçal realizada pelas mulheres [em especial, as escravas]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Babilônia se considerava uma senhora (Is 47:7; cf. Ap 18:7), mas se tornaria uma escrava (cf. Êx 11:5;Jó 31:10). Seria privada dos ornamentos e das roupas finas com que se enfeitava, e todos veriam a figura de uma escrava, deformada por anos de trabalho pesado. CBASD, vol. 4. p. 285.

Desnuda a perna. Literalmente, “tira a saia”. Assim as imagens assírias retratam as mulheres cativas. CBASD, vol. 4. p. 285. [Nota: Não necessariamente retratando as escravas babilônicas. Esta arte da época, imagens em artefatos e inscrições assírias, retratava o tratamento dado às escravas naquela época. Possivelmente escravas do próprio império assírio, feitas muito antes da queda de Babilônia, frente aos persas. na época da queda de Babilônia, a Assíria já não existia como nação dominante do Oriente.]

Atravessa. O quadro é de um grupo de escravas tristes, despojadas de suas vestes, de pés descalços e nuas atravessando um riacho a caminho da terra do cativeiro. CBASD, vol. 4. p. 285.

Assenta-te calada. Em vez de alegria e regozijo, haveria silêncio de desolação e morte (ver Jr 50:12, 13, 39; 51:26, 29, 43, 62). CBASD, vol. 4. p. 286

rainha dos reinos. Babilônia era cidade belíssima (ver 13.19 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Muito me agastei. Deus permitiu que Babilônia punisse o povo ímpio de Judá (ver Jr 5:15; Hb 1:6), mas não sancionou as crueldades que Babilônia lhe infligiu. Por causa da crueldade e voracidade, Deus destruiria Babilônia, a destruidora (Jr 50:10, 11; 51:25). Deus lidou com a Assíria d forma semelhante (Is 10:5-15). CBASD, vol. 4. p. 286.

profanei a minha herança. Deus permitiu a invasão de Samaria e de Jerusalém. Bíblia Shedd.

Eu serei senhora para sempre! Com jactanciosa confiança, Babilônia pensava que seria sempre a principal cidade e senhora do mundo. Da mesma forma, Roma se considerava a “cidade eterna”. Nos últimos dias, a Babilônia espiritual também se considerará uma rainha destinada a jamais prantear (Ap 18:7). CBASD, vol. 4. p. 286.

Nem te lembraste do teu fim. Em sua prosperidade e glória, Babilônia não ponderou o resultado de sua conduta ímpia e de sua arrogância. Felizes os que se lembram de que “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7), e que os caminhos do mal são sempre “caminhos de morte” (Pv 14:12). CBASD, vol. 4. p. 286.

Além de mim não há outra. Só Deus pode afirmar isso (Dt 4:35, 39; Is 44:8; 45:5), mas Babilônia logo declarou isso de si mesma. Nínive também havia se vangloriado de forma semelhante (Sf 2:15). CBASD, vol. 4. p. 286.

Não ficarei viúva. Comparar com Ap 18:7. CBASD, vol. 4. p. 286.

Tuas feitiçarias. O misticismo de Babilônia não a salvaria da destruição. Na última noite da história de Babilônia, os astrólogos e videntes chamados diante de Belsazar foram incapazes até de ler a escrita na parede, sem falar na incapacidade de salvar a cidade de sua sorte (Dn 5:7, 26-31). É por meio da feitiçaria que a Babilônia espiritual consegue enganar e desviar as nações da terra (Ap 18:23). Pela prática do ocultismo, os feiticeiros babilônicos professavam ter contato com os deuses. Contudo, quando suas declarações foram postas à prova puderam apenas admitir vergonhosamente que não possuíam tal poder. CBASD, vol. 4. p. 286.

11 Por encantamentos não saberás conjurar. Deus predisse a queda de Babilônia um século e meio antes, de fato antes de surgir o império neobabilônico. Mesmo assim, todos os sábios da Babilônia ficaram surpresos quando essa hora chegou (Dn 5:4-9; cf Mt 24:39). Os feiticeiro não tinham encantamentos contra o decretos dos céus e o poder de Ciro. CBASD, vol. 4. p. 286.

12 Tirar proveito. As palavras de Isaías tinham um tom irônico. Como sabia que Babilônia recorreria à feitiçaria a despeito de qualquer advertência, Isaías propôs, com evidente ironia, que continuasse com sua tolice. CBASD, vol. 4. p. 286.

13 Os que dissecam os céus. Literalmente, “os que dividem os céus”. A astrologia … era forte na antiga Babilônia. Estudava-se o céu com atenção bem como sinais de eventos futuros. Mas de nada valeriam os esforços dos astrólogos babilônios. CBASD, vol. 4. p. 286, 287.

Os que em cada luz nova te predizem. Literalmente, “os que fazem saber [o tempo das] luas novas”, um campo da antiga ciência da astronomia. CBASD, vol. 4. p. 287.

14 Aqui não existem brasas para aquecer ninguém. Referência sutil à lenha, material do qual os pagãos às vezes faziam ídolos (ver 44.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 Aqueles com quem negociaste. Babilônia era “terra de comerciantes” e “cidade de mercadores” (Ez 17:4). A Babilônia espiritual também está intimamente ligada aos “mercadores da terra” (Ap 18:11-19). O grande interesse da Babilônia antiga estava em coisas materiais e em ganho financeiro. O uso ilegítimo de bênçãos materiais sempre prova ser uma maldição para aqueles que as acumulam (ver Dt 8:10-18; Os 2:5-9; Lc 12:13-21; ver p. 19-20). CBASD, vol. 4. p. 287.



ISAÍAS 47 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de janeiro de 2024, 0:45
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Os juízos de Deus têm sido derramados sobre a Terra desde que a mancha do pecado a corrompeu. A expulsão de Adão e Eva do Éden, a exclusão de Caim, o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, as pragas no Egito, a morte de Nadabe e Abiú, os quarenta anos de peregrinação israelita no deserto, o cativeiro babilônico, a queda de reinos, tudo aponta para o fim do pecado de uma vez por todas pelo reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44), um reino que “jamais será destruído” (Dn.7:14). Mas antes de cada juízo, houve um apelo, um tempo de oportunidade e uma orientação segura; sendo alguns desses juízos mais uma forma divina de alcançar os impenitentes.

A nossos primeiros pais foi dada clara advertência: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:16-17). A Caim foi feito o apelo: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” (Gn.4:7). Aos antediluvianos foi-lhes dada uma voz profética por 120 anos. A Sodoma e Gomorra, séculos de oportunidade foram dados para que se arrependessem de sua “soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade”, pois que nunca amparavam “o pobre e o necessitado” (Ez.16:49). A Nadabe e Abiú foi-lhes conferida a responsabilidade sacerdotal e o privilégio de contemplar os objetos que apontavam para a redenção do mundo, mas levaram “fogo estranho perante a face do Senhor, o que não lhes ordenara” (Lv.10:1).

Também, antes mesmo da primeira praga, Faraó foi advertido quanto ao desfecho de sua rebeldia: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva; mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). A Israel foram dadas provas mais do que suficientes de que o Senhor cumpriria a Sua promessa de fazê-los entrar e possuir Canaã, mas preferiram se unir aos espias murmuradores, de forma que diziam: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (Nm.14:4).

O profeta Jeremias percorreu o reino de Judá com o apelo do Céu para livrar o povo do jugo babilônico: “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4). Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma, as nações da Europa e todas as demais nações foram e têm sido igualmente advertidas por profecias que se cumprem com incrível precisão. E aproxima-se o dia em que o Senhor tomará “vingança e não poupará homem algum” (v.3), que não se apartou dos pecados da Babilônia espiritual.

Examinai e dai ouvidos à voz profética de Apocalipse 14:6-12! Logo os juízos de Deus cairão sobre os ímpios, “num momento, no mesmo dia” (v.9)! “Quanto ao nosso Redentor, o Senhor dos Exércitos é o Seu nome, o Santo de Israel” (v.4). Ele virá “com poder e muita glória” para reunir “os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:30-31). De que lado estaremos? Se “até agora não tomaste a sério estas coisas” (v.7), agora é o tempo de entender que “ninguém te salvará” (v.15) se não atenderes ao apelo final: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). “Ouve isto” (v.8), “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5).

Consideremos com temor e tremor o que escreveu Ellen White: “Meus irmãos, lede o livro do Apocalipse do começo ao fim, e perguntai a vós mesmos se não seria melhor gastar menos tempo em discussões e contendas, e começar a pensar em quão depressa estamos nos aproximando da última grande crise. Aqueles que procuram dar a impressão de que não há nenhuma significação especial nos juízos que o Senhor agora está enviando sobre a Terra, logo se verão obrigados a reconhecer o que agora eles preferem não perceber” (E Recebereis Poder, CPB, p.288).

Deus Eterno, opera o milagre da transformação do nosso caráter! Que não percamos os últimos momentos preciosos que temos com dissensões e contendas sem sentido, mas em constante vigilância, fervente oração e diligente trabalho, vislumbrando, pela fé, a nossa eterna redenção. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos da misericórdia divina!

Rosana Garcia Barros

#Isaías47 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
9 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 47 – Ao ler e estudar com atenção este texto, pode-se extrair um memorandum para ser enviado a cada nação que se enveredou pelo caminho da antiga Babilônia. Algo assim:

Cara nação _:

Isaías 47 contém uma mensagem profética, uma advertência ecoando através dos séculos. Ele fala de uma cidade orgulhosa, Babilônia, que confiava na própria força, sabedoria e poder. Contudo, foi confrontada com a ira divina devido à sua arrogância e exploração do povo.

Assim como a Babilônia no passado, é importante que as nações atuais reflitam sobre suas ações e atitudes. A mensagem ressoa com a advertência de que a confiança em forças humanas e o abuso de poder levarão à queda. Não há escapatória quando a justiça divina se manifesta.

Nenhuma nação, por mais poderosa, é imune à responsabilidade; e, a confiança em sua própria grandeza é ilusória. A busca desenfreada por poder, a exploração dos fracos e a negligência em relação à justiça e misericórdia têm suas consequências inevitáveis. A história da Babilônia serve como aviso solene a toda nação que confia em sua grandiosidade e poder. A queda da soberana dos reinos é uma lição contundente sobre a fragilidade da confiança na política, nas riquezas, na magia e no orgulho. Nenhuma nação está acima da possibilidade de colapso, e a prepotência é uma estrada que leva à destruição.

Portanto, que estas palavras sirvam como um lembrete humilde a todas as nações: O poder verdadeiro reside na justiça, na compaixão e na equidade. Que a busca por grandeza seja acompanhada pela responsabilidade, cuidado dos vulneráveis e uma atenção constante aos princípios éticos.

Que o orgulho e a arrogância sejam substituídos pela humildade e sabedoria, para que todas as nações possam construir um futuro baseado na justiça, paz e cooperação mútua.

Que essas palavras ressoem como um chamado à reflexão e ação, guiando todas as nações para um caminho de equidade e compaixão, de responsabilidade ética e comprometida com os princípios da vida. Que a sabedoria guie as decisões dos grandes poderes de cada nação e que a compreensão dessa mensagem prevaleça sobre a arrogância pautada sobre a ignorância!

Atenciosamente,
A voz da advertência e esperança.

Se esta “carta” chegasse a cada nação e fosse atendida, viveríamos um reavivamento mundial! Compartilhe-a! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 46 by Luís Uehara
8 de janeiro de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/46

O que acontece quando você olha para uma fotografia sua? Você automaticamente examina a imagem cuidadosamente para ver se a foto retrata o melhor de sua aparência? Você compara tal foto mentalmente com fotos tiradas de você quando era mais jovem e mentalmente toma a decisão de ligar para o seu cabeleireiro para marcar uma hora a fim de disfarçar aqueles cabelos grisalhos irritantes ou pensa em voltar à academia para trabalhar sua forma física?

Muitos de nós parecemos sentir que devemos manter uma aparência jovem o tempo todo. E embora seja bom manter-nos arrumados e limpos para ter a melhor aparência (e de fato DEVEMOS cuidar de nossa saúde), cada dia de vida que nos foi concedido é um presente, e não algo para ser escondido como se estivéssemos com vergonha de quantos anos temos.

“Serei o seu Deus por toda a sua vida, até que seus cabelos fiquem brancos.” (v. 4a NVT)

Seu Criador não sabe quantos anos você tem? Ele não concedeu a você cada dia, Ele não prometeu carregá-lo? Nenhum de nós decidiu que nasceria. Mas alguém tomou essa decisão. . .

“Eu os criei e cuidarei de vocês, Eu os carregarei e os salvarei.” (v. 4b NVT)

Você tem um Criador que prometeu lhe carregar no colo, sustentar e salvar. Não temos nada a temer!

Susan Menzmer
Dona de casa / Professora de educação domiciliar
Collegedale, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/46
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli