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“Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o Senhor Deus” (v.8).
A ruína do Egito e destruição de “Faraó e todo o seu povo” (v.32) provocaria uma grande comoção entre as demais nações. Aquele que por séculos tinha sido uma joia do mundo antigo, berço das dinastias de reis cujas tumbas mortuárias até hoje revelam segredos, não passaria de um reino derrotado e condenado à mesma sorte “com os que desceram à cova” (v.24). A era dos Faraós chegaria ao fim pela “espada do rei da Babilônia” (v.11). Seria um período de completa escuridão para a nação, como na praga em que “houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito” (Êx.10:22).
Semelhantemente, Deus revelou a queda das nações da Terra e o início de “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44), no sonho de Nabucodonosor. Usado como um instrumento da vingança de Deus, o rei caldeu não fazia ideia de que o seu reino um dia teria o mesmo destino do Egito, ou ainda pior, já que o Egito permaneceria no cenário mundial como nação, ainda que sem destaque. Já Babilônia, não passa hoje de um bocado de ruínas de um achado arqueológico. Contemporâneo de Ezequiel, o profeta Daniel descreveu o sonho de Nabucodonosor e desvendou-lhe não somente o futuro de sua nação, mas de todas as nações da Terra até ao tempo do fim.
O cenário profético está quase completo e se apressa para o seu desfecho, amados. Como as dores da parturiente, os sinais têm se intensificado, e são claras evidências de que a esperança dos remidos de Deus está prestes a tornar-se realidade. Mas antes que possamos contemplar a glória do nosso Redentor, teremos de passar pelo período sobremodo sombrio. Enquanto a grande massa seguirá, iludida pela besta e sua imagem (Ap.16:2), “a perseverança dos santos” (Ap.14:12) prosperará, tendo estes os pés bem firmados na Rocha inabalável, que é Cristo e Sua Palavra. E quando a consciência da perdição se manifestar como um peso quase que insuportável, os ímpios “estremecerão a cada momento, cada um pela sua vida” (v.10).
Logo, meus irmãos, os sinais que inauguraram o tempo do fim terão novamente lugar quando “após a tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mt.24:29). Não haverá mais a lamentação de um profeta apenas, mas “todos os povos da Terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30). Que a nossa vida corresponda ao apelo profético: “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12).
Senhor, nosso Deus, logo Tu estabelecerás o Teu reino eterno que jamais será destruído. Até lá, a Tua Palavra nos deixou aviso de que muitos sinais ocorrerão no mundo natural, social e religioso, e já temos visto tudo isso se cumprindo e todo o cenário mundial apontando para a irrefutável veracidade das profecias bíblicas. Pai, não queremos ser somente conhecedores das profecias, mas praticantes, de forma que a Tua Palavra esteja gravada em nosso coração e mente pelo Espírito Santo. Ajuda-nos a crescermos em graça e sabedoria e sermos instrumentos Teus para apressar a Tua volta. Dá-nos fé, Senhor! Ensina-nos a andar pela fé! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, remidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 32 – Todas as pessoas, até mesmo as mais poderosas, são confrontadas pela autoridade de Deus, que governa sobre os destinos dos homens e das nações.
A justiça divina prevalece sobre os poderosos da Terra, trazendo humildade aos soberbos e consolo aos oprimidos. Mesmo os mais altivos são confrontados pela autoridade incontestável de Deus, que julga com misericórdia sem ignorar Sua justiça.
“Faraó podia se imaginar um filho de leão, mas, aos olhos de Deus, não passava de um crocodilo que ele pegaria em sua rede e destruiria. O rei da Babilônia acabaria com a soberba do Egito, e a terra ficaria destruída e silenciosa. As nações lamentariam com lágrimas. O Senhor ordenou que Ezequiel proferisse uma lamentação […] sobre o Egito e toda sua pompa”, sintetiza William MacDonald sobre Ezequiel 32:1-16.
Ezequiel 32:17-32 contempla a “sétima profecia sobre o Egito… Trata-se de uma profecia repleta de simbolismos. As nações foram mortas e seus líderes são personificados e representados como se estivessem na cova ou she’ol, falando com faraó. Em vez de apoiar a continuação da vida após a morte em uma existência sombria no além, esta profecia simbólica enfatiza que as grandes nações que aterrorizavam a terra dos vivos um dia seriam destruídas”, explica a Bíblia Andrews.
Três pontos sobressaem de Ezequiel 32:
• A soberba leva à queda – O Faraó, embora poderoso, foi advertido sobre sua arrogância e orgulho, que resultariam em destruição. Por outro lado, a humildade precede a honra. Reconhecer nossas limitações e dependência do Senhor capacita-nos a receber Sua graça e favor.
• A soberba cega a realidade – O Faraó foi comparado a um leão entre as nações, mas sua visão grandiosa o impediu de ver sua vulnerabilidade diante do juízo divino. Em outras palavras, o juízo divino é inevitável. A integridade moral e a submissão aos princípios divinos são essenciais para evitar a ruína espiritual e pessoal.
• A soberba aliena aliados – O texto destaca como o Egito e seus aliados serão humilhados, mostrando como a arrogância pode afastar uns dos outros. Portanto, o cuidado com a soberba é essencial. Vigiar contra a arrogância e cultivar a humildade diante de Deus e dos outros promove relacionamentos saudáveis, uma vida de satisfação e, por fim, a vida eterna.
Vamos refletir e reavivar-nos? – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: EZEQUIEL 31 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/31
A mensagem de aviso de Deus, através de Ezequiel, para o Egito é: não acredite que a mesma desgraça não possa acontecer com você! Pense na Assíria, uma grande árvore, mais maravilhosa do que qualquer outra no jardim de Deus. No entanto, ela caiu e isso afetou toda a floresta!
As Escrituras não se opõem aos governos humanos. Deus simplesmente pede para que eles ocupem o seu verdadeiro lugar na floresta e evitem o orgulho.
Esta história é familiar acerca de outros reinos. Nabucodonosor também foi cortado como uma árvore. Ferro e bronze foram amarrados ao redor do toco restante para preservar a sua vida. Após sete anos de insanidade, ele foi restaurado ao trono (Dan 4).
Não aconteceu diferente com a casa de Davi. Os reis de Israel e Judá foram depostos e mortos. Contudo, a partir do tronco de Jessé brotaria nova vida (Is 11:1). Isto se aplica ao verdadeiro filho de Davi, Jesus de Nazaré, o Messias. Seu reino jamais terá fim.
Que nossa fé permaneça em Jesus Cristo, o legítimo Filho de Jessé.
Ross Cole
Professor sênior
Avondale College, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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809 palavras
Imagem intensamente simbólica da queda do orgulhoso faraó (Hofra) e de seu povo. Essa derrocada é comparada ao corte de uma árvore majestosa (que representou primeiro a Assíria e depois o Egito (v. 2, 3, 12). Bíblia de Estudo Andrews.
Assim como a Assíria, o Egito se orgulhou em sua força e beleza; isto seria sua derrota. Ele cairia como uma poderosa árvore e seria colocada no lugar dos mortos. Não há permanência à parte de Deus, mesmo para uma grande sociedade com cultura magnificente e poder militar. Life Application Study Bible Kingsway.
1 No undécimo ano, no terceiro mês, no primeiro dia do mês. 11 de junho de 586 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Undécimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2). … Esta profecia foi dada cerca de dois meses após a anterior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 751.
2 Faraó. Hofra, ou Ápries, que foi notório por seu orgulho (ver com. [CBASD] de Ez 29:3). CBASD, vol. 4, p. 751.
3 Considere a Assíria. Grande nação que tinha caído. Em 609 a.C. o faraó Neco foi até Carquemis a fim de ajudar o Império Assírio, que estava cambaleando debaixo dos ataques de Nabucodonosor. O esforço fracassou e a Assíria desapareceu da história. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O profeta usa o destino da Assíria como uma advertência ao Egito, pois o antes poderoso Império Assírio tinha entrado em colapso entre 640-609 a.C. Alguns estudiosos pensam que é improvável que em um oráculo contra o Egito o enfoque primário tivesse caído sobre a Assíria (vs 3-17). Esses estudiosos sugerem que um erro do copista alterou uma das consoantes do texto e traduzem “Assíria” como “cipreste” ou como “ao que vos posso comparar”, o que seria um paralelismo melhor com a última frase do v. 2. Com essa correção, a passagem inteira fica girando em torno do Egito. Bíblia de Genebra.
4 As águas o fizeram crescer. A referência é ao Nilo ou ao Tigre, dependendo da interpretação adotada. CBASD, vol. 4, p. 751.
5 Se elevou a sua estatura. Ele era mais alto do que todas elas. Ele superava todos os príncipes ao seu redor, que eram como arbustos para ele. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
8 Os cedros do jardim de Deus não eram rivais para ele. O aspecto do orgulho é introduzido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Da mais poderosa das nações. Ou, “do dominador das nações”, (BJ), isto é, Nabucodonosor (ver com. [CBASD] de Ez 29:19). CBASD, vol. 4, p. 751.
14 Não se exaltem. Esta é a lição a ser extraída da parábola. Que as outras árvores não confiem na própria força nem se envaideçam com a prosperidade. CBASD, vol. 4, p. 751.
10 Como te elevaste na tua estatura. O rei do Egito assemelha-se ao rei da Assíria em pompa, poder e prosperidade. Da mesma maneira, assemelha-se a ele em seu orgulho. A mesma tentação de uma poderosa nação pela qual alguns são dominados é fatal para muitos outros também. O Egito irá assemelhar-se também à Assíria em sua queda. Ciáxares, rei dos Medos, junto com Nabucodonosor,, rei da babilônia, destruiu Nínive e, com ela, o império assírio. A respeito dos assírios [e também dos egípcios], podem-se afirmar três coisas. 1. É o próprio Deus que ordena sua ruína; 2. É o próprio pecado deles que procura sua ruína; 3. É algum poderoso dentro dos pagãos que é o instrumento de sua ruína. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
15, 16 Além. Do heb. she’ol, hades, na LXX, a morada figurativa dos mortos, representada como uma caverna subterrânea (ver com. [CBASD] de Pv 15:11). CBASD, vol. 4, p. 752.
A palavra heb sheol, que consta no texto original, na tradução brasileira, se traduz [foi traduzida por] “inferno” na antiga versão de Almeida. … “O além” é mais exato. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Jacó disse em Gn 42:38, logo antes de sua morte, que iria para o Sheol, o que torna a tradução “inferno” inválida].
15 De preto por causa dele. As árvores do Líbano que ainda estavam em pé estavam de luto por ele, porque podiam ler seu próprio destino com a sua queda. A derrubada do cedro significa o massacre desse poderoso monarca e de todos os que o apoiavam. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
16 À cova. A palavra heb é bar, poço; dá-nos a ideia de sepultura. Bíblia Shedd.
Termo poético para a sepultura. profundezas. Outro termo poético para sepultura. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Traspassados à espada. Aqui a realidade irrompe através da figura. CBASD, vol. 4, p. 752.
Seu braço. Seus auxiliares, aqueles que o ajudavam em suas conquistas. CBASD, vol. 4, p. 752.
18 Às profundezas. Já é outra palavra para o lugar dos mortos. Em heb é tahit que quer dizer “embaixo”. Bíblia Shedd.
Incircuncisos. O rito da purificação da circuncisão era praticado pelos egípcios, que lhe davam muita importância. Daí ser vergonhoso passar a “jazer no além”com as nações “incivilizadas”, a ponto de ser objeto do escárnio das mesmas. Bíblia Shedd.
Este é Faraó. Esta é a aplicação da alegoria. CBASD, vol. 4, p. 752.
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“[…] porque todos os orgulhosos estão entregues à morte e se abismarão às profundezas da terra, no meio dos filhos dos homens, com os que descem à cova” (v.14).
Comparada a uma árvore “no jardim de Deus” (v.8), a formosura da Assíria era digna de admiração. Toda a sua pompa, no entanto, foi destruída. A mesma sorte estava determinada sobre o Egito. A confiança na aparente formosura encheu o coração da nação de orgulho próprio. Perceba que o próprio Senhor declarou que nem as árvores do Éden eram mais lindas do que aquele reino. O estereótipo, à vista dos homens e do próprio Deus, era perfeito.
Contudo, “o seu coração se exalçou na sua altura” (v.10). À medida de sua beleza, foi exaltado o seu orgulho e, diante do Senhor Deus, a sua perfeição externa não tinha valor algum, “porque todos os orgulhosos estão entregues à morte” (v.14). O orgulho cria uma barreira entre o homem e Deus e o impede de reconhecer a sua dependência dEle. Tentar encobrir um coração “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9) com uma bela capa é, no mínimo, uma grande mentira. Caí nessa besteira por muitos anos e, podem acreditar, não vale à pena.
Um texto de Ellen White me impactou muito, e diz o seguinte: “A abundante iniquidade não se limita apenas aos incrédulos e zombadores. Quem dera que assim fosse! Mas não é. Muitos homens e mulheres que professam a religião de Cristo são culpados. Mesmo alguns que professam estar esperando Seu aparecimento não estão mais preparados para esse acontecimento do que o próprio Satanás” (CPB, Testemunhos para a Igreja, v. 2, p.346). Exagero? Não, amados. Triste e dura realidade! Aparentar ser o que não é, é a pior mentira já criada. E os mentirosos não herdarão o reino dos céus (Ap.21:27).
O próprio Jesus condenou a falsa piedade: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniquidade” (Mt.23:27-28). Não esqueçam que foram estes belos “sepulcros” que condenaram a Jesus e tramaram a Sua morte. E, a seu devido tempo, os “sepulcros” atuais se levantarão contra os santos do Altíssimo. Necessitamos de um exame constante do coração, através da comunhão diária e da constante influência do Espírito Santo.
Dois sentimentos invadem o meu coração quando lembro dos anos em que passei como uma dracma perdida dentro da igreja: tristeza por tanto tempo ter ferido o coração de Deus e alegria arrebatadora pela longanimidade do Senhor para comigo. Podemos pregar nos púlpitos, ou até forçar a igreja a aceitar uma reforma. Podemos até mesmo ser exemplo de conduta cristã. Mas se a reforma não for o resultado de um genuíno reavivamento, para nada serve a não ser para receber o mesmo salário dos “que descem à cova” (v.14).
Jesus não nos exige um coração perfeito, mas um coração perfeitamente dependente de Seus méritos. Enquanto o Senhor da seara não ocupar em nossa vida o primeiro lugar que Lhe é devido, nunca compreenderemos, de fato, o nosso lugar na seara do Senhor. Não faça para si vestes de “folhas de figueira” (Gn.3:7), mas permita que o Criador lhe revista com as vestes da justiça de Cristo “a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez” (Ap.3:18).
Olhe para Jesus nas primeiras horas da manhã a cada dia. Fale com Ele. Ouça o que Ele tem a lhe dizer através de Sua Palavra. E, nesse processo diário, o Espírito Santo lhe concederá a beleza que é aprovada pelo Céu.
Pai Celestial, o Teu amor e a Tua paciência nos constrangem! Graças Te damos porque o Teu Espírito não desiste de nós! Imprime em nós a beleza do Céu, que é o caráter de Teu Filho, a fim de que nossa vida sirva exatamente segundo o Teu propósito. Perdoa as nossas tentativas frustradas de querer mudar por nossas próprias forças! E nos ensina a olhar para Jesus, pois só nEle estamos seguros. Em nome dEle nós Te fazemos esta oração, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, belos aos olhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel31 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 31 – Aqui, o profeta Ezequiel apresenta uma profecia contra o Egito, utilizando a metáfora de uma árvore alta e majestosa para representar o poder e a glória do Faraó do Egito. A árvore representa especificamente o Faraó e seu reino.
Ezequiel inicia comparando o Faraó a uma árvore majestosa no Jardim de Deus – alta, com ramos espessos e muitos galhos, que simbolizam a grandeza e o poder do Egito e de seu líder (Ezequiel 31:1-11).
No entanto, apesar de sua grandeza, a árvore é derrubada por Deus, representando a queda do Faraó do Egito (Ezequiel 31:10-14). O evidente julgamento divino se deve à arrogância e à soberba do Faraó, que se considerava mais grandioso do que qualquer outra nação ou líder. “Em Daniel 4:11-12 e 20-22 a própria Babilônia é comparada a uma árvore frondosa, cuja altura chagava até o céu e nos ramos da qual as aves do céu faziam morada”, observa Siegfried Schwantes.
A queda de Faraó serve como aviso a outras nações que também são orgulhosas e confiam em sua própria força, em vez de confiar em Deus. Ezequiel conclui o capítulo reafirmando a soberania e o poder de Deus sobre todas as nações e advertindo que aqueles que se elevam em orgulho serão humilhados (Ezequiel 31:15-19).
“Despojando a alegoria de seu adorno poético, conclui-se que ‘o jardim de Deus’ é este mundo, e as árvores que nele se encontram são as várias nações”, diz Schwantes.
Em essência, Ezequiel 31 é uma advertência profética contra a arrogância e a autoconfiança das nações, utilizando a queda de Faraó e do Egito como exemplo poderoso do julgamento de Deus sobre o terrível orgulho humano.
Uma das duas lições importantes extraídas de Ezequiel 31 por Schwantes são as seguintes:
• “Não é a prosperidade de uma nação que é condenada, mas o orgulho e a arrogância que geralmente acompanham a prosperidade”.
• “A luta por supremacia entre as nações não passa de um exercício fútil. Todas as nações estão destinadas a perecer. Sua sorte não é melhor do que a do homem mortal que também descerá à cova”.
Orgulho é destrutivo! Independentemente de nossa nacionalidade, e de nossa função na sociedade, todos nós precisamos assimilar ao nosso coração as verdades de Ezequiel 31. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 30 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/30
Como pode uma cidade com dinastias que existem há milênios ser destruída em um dia? Mas foi isso que Deus planejou fazer e Ezequiel é Seu mensageiro escolhido.
O “dia do Senhor” é sempre um dia de ajuste de contas que surge após muitos dias comuns de imoralidade e opressão do povo de Deus. Más notícias para as massas, mas boas notícias para aqueles que encontram a sua libertação.
Para realizar tudo isso, Ele também empregará as forças de Nabucodonosor e dos babilônios. As cenas das destruições que estão por vir são variadas e terríveis. O Senhor é capaz de usar pessoas em nossos tempos e vidas para cumprir Seu propósito de libertação, assim como usou Nabucodonosor e Babilônia para falar com o Egito.
Às vezes sentimos em nossas vidas pessoais que não podemos esperar que os dias do Senhor cheguem enquanto enfrentamos nossas provações e perseguições, sofrimentos e provações particulares? O povo de Deus pode sofrer de forma longa e intensa durante períodos que podem parecer intermináveis e até mesmo durante gerações, mas a libertação de Deus é certa e quando os seus inimigos são abordados pelo Seu poder, quem pode resistir? Seu nome será proclamado entre todos os povos.
Kendol L. Bacchus
Pianista – Música e Missões, São Vicente e Granadinas
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/30
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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734 palavras
Continuação do tema iniciado na seção anterior: Nabucodonosor é o agente de Deus para o juízo do Egito. Bíblia de Estudo Andrews.
Este é um lamento pelo Egito e seus aliados. Por causa do orgulho e da idolatria dos egípcios, eles seriam derrubados. Life Application Study Bible Kingsway.
3 O Dia do SENHOR. Ver com. [CBASD] de Is 2:12. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 748.
O tempo dos gentios. Ou, “o tempo das nações”. Deus mantém um registro de contas com as nações. Ele determina quando se enche a medida da iniquidade delas. CBASD, vol. 4, p. 748.
5 Etiópia. O vizinho do Egito ao sul, região do Nilo (Gn 10:6). Pute. Ou Líbia. Ficava no norte da África. Lude. Ou, Lídia, na Ásia menor; os lídios eram mercenários no exército egípcio. toda a Arábia. Provável referência a mercenários estrangeiros de várias terras (ver Jr 25:20; 50:37). Bíblia de Estudo Andrews.
8 Saberão que Eu sou o SENHOR. Esta frase é um refrão constante no livro de Ezequiel. É uma declaração do grande objetivo de Deus, ou seja, levar a toda humanidade um conhecimento de Si mesmo que produza salvação. Ele emprega vários meios para declarar Seus conselhos à raça humana. Fala por meio da voz da consciência, por meio de profetas inspirados e através de providências e juízos divinos. Seu objetivo supremo é que o conhecimento do Seu nome permeie toda a Terra como as águas cobrem o mar (Hc 2:14). A mensagem inspirada contra o Egito pode ser considerada como a tentativa de Deus de revelar Sua solicitude pela vasta multidão de pessoas que habitava aquele país (ver com. [CBASD] de Ez 6:7). CBASD, vol. 4, p. 748, 749.
9 Mensageiros. Pode se referir aos egípcios que fugiram e, ao chegarem à Etiópia, alarmaram a população dali com a notícia da queda do Egito, ou a um enviado especial para advertir os etíopes. CBASD, vol. 4, p. 749.
Descuidada. Do heb. betach, alguém que está seguro, que não suspeita de nada. CBASD, vol. 4, p. 749.
12 Rios. Do heb. ye’orim, … uma forma plural e pode ser usada para descrever o Nilo com seus afluentes e sua rede de canais. CBASD, vol. 4, p. 749.
13 Mênfis. Antiga capital do Cairo, ficava a 24 km da moderna capital do Cairo. Bíblia de Estudo Andrews.
14 Nô. Outro nome para Tebas, cidade na margem oriental do Nilo, cerca de 500 km ao sul do Cairo (ver com. [CBASD] de Jr 46:25). CBASD, vol. 4, p. 749.
A moderna Luxor. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Áven. Corresponde a Om, de Gênesis 41:45 e 50 (de onde saiu a esposa de José), a Bete-Semes (casa do sol), de Jeremias 43:13, e à Heliópolis (cidade do sol) dos gregos, assim chamada porque desde os mais remotos tempos havia sido a principal sede do culto egípcio ao Sol. CBASD, vol. 4, p. 749.
Pi-Besete. Uma cidade situada no Delta do Nilo, cerca de 80 km a nordeste de Mênfis, no sítio que hoje é denominado Tell Basta. Era o centro do culto a Bastet, deusa de cabeça de gato, adorada com orgias (ver Heródoto, ii.66). Foi encontrado um cemitério para gatos neste antigo sítio, do qual hoje existem apenas ruínas. A cidade é mais comumente conhecida pelo nome de Bubastis. CBASD, vol. 4, p. 749.
18 Tafnes. Uma cidade cerca de 40 km a sudoeste de Pelúsio (ver com. [CBASD] de Jr 2:16; Ez 30:15). Esta é a cidade para a qual os judeus fugiram depois do assassinato de Gedalias. Como sinal da destruição dos judeus remanescentes no Egito, foi ordenado a Jeremias que escondesse pedras na entrada do faraó, em Tafnes, a fim de marcar o local onde Nabucodonosor estenderia seu baldaquino real (Jr 43:9-11). CBASD, vol. 4, p. 749.
Escurecerá. Um símbolo profético comum que descreve uma calamidade futura (ver Is 13:10; Jl 2:10, 31; 3:15; Am 8:9). CBASD, vol. 4, p. 750.
21 Faraó, rei do Egito. Hofra, ou Ápries (589-570 a.C.),um homem de grandes empreendimentos e de gênio militar (ver vol. 2 [CBASD], p. 75, 76). CBASD, vol. 4, p. 750.6:10).
21-26 Esta profecia foi dada a Ezequiel em 587 a.C. Deus destruiu a superioridade militar do Egito e a deu à Babilônia. Deus permitiu que nações subissem ao poder para desempenhar um propósito particular, geralmente além da nossa compreensão imediata. Quando você ler [escutar] a respeito de exércitos e guerras, não se desespere. Lembre-se que Deus é soberano e no comando de tudo, até mesmo o poder militar. Além de orar pelos seus líderes militares e civis, ore para que os maiores propósitos de Deus se cumpram e que isto se cumpra “na terra, assim como no céu” (cf. Mt 6:10). Life Application Study Bible Kingsway.