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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/14
Paulo concluiu seu discurso sobre sacrifício vivo com conselhos sobre liberdade cristã para dois tipos de crentes: os fracos que se ofendiam com a falta de escrúpulos dos fortes; os fortes que procediam de maneira que fazia os fracos tropeçarem (Romanos 14:20–21).
Os fortes comiam “todas as coisas”; os “fracos” comiam “vegetais” — presumivelmente para evitar comprar carne sacrificada a ídolos (14:2; compare 1 Coríntios 10:24 e contraste 10:20–21). Ao contrário das carnes imundas, que sempre contaminam, a carne sacrificada a ídolos não é “comum em si mesma”, mas sim era considerada na tradição judaica como tendo se tornado “comum” por meio de contaminação de segunda ordem, como mãos sujas ou animais limpos misturados com imundos (Romanos 14:14; compare Marcos 7:2 e Atos 10:14). Os fortes consideravam “um dia” — presumivelmente o sétimo dia — “acima de outro”; os fracos consideravam “todos os dias” — presumivelmente também os outros festivais judaicos — como importantes (14:5, note que “igual” não está na língua original; compare Colossenses 2:16).
Quando as práticas de alguns vão além dos requisitos mínimos das Escrituras, devemos ser fiéis às nossas convicções pessoais e amorosos para com os companheiros crentes que não as compartilham (Romanos 14:19–23). Nessas questões, os fracos não devem condenar os fortes pelo que apenas Deus exige deles, e os fortes não devem agir de forma que enfraqueça a segurança dos fracos em suas convicções. (14:12–13).
David Hamstra
Pastor sênior da IASD de Edmonton Central e aluno de doutorado na
Andrews University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/14
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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2208 palavras
1 Débil na fé. Ou seja, aquele que tem compreensão limitada dos princípios da justiça. Ele está ansioso para ser salvo e está disposto a fazer tudo o que crê que lhe é exigido. Mas, na imaturidade de sua experiência cristã (ver Hb 5:11-6:2) e, provavelmente, também como resultado da antiga educação e crença, ele tenta tornar certa sua salvação pela observância de regras e regulamentos que, na realidade, não lhe são obrigatórios. Para ele, essas normas assumem grande importância. Ele as considera obrigatórias para a salvação e se sente angustiado e confuso quando vê outros cristãos, especialmente aqueles que parecem ser mais experientes, não compartilharem de suas ideias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 698 [Mais sobre este assunto em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/12/romanos-14-o-debil-na-fe
2 Legumes. Do gr. lachana, “vegetais” (ver com. do v. 1). Paulo não discute a conveniência de comer certos alimentos ou abster-se deles, mas ordena paciência e tolerância nesses assuntos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 700.
Em Coríntios, o problema é identificado como a ingestão de alimentos sacrificados aos ídolos. De acordo com os antigos costumes, os sacerdotes pagãos praticavam um extenso comércio dos sacrifícios de animais oferecidos aos ídolos. Paulo disse aos conversos, tanto do judaísmo como do paganismo, em Corinto que, na medida em que os ídolos não eram nada, também nada havia de errado, em si, em comer alimentos dedicados a eles: No entanto, ele explica que, devido à experiência prévia, treinamento e diferenças de discernimento espiritual, nem todos tinham esse “conhecimento” e podiam não sentir a consciência livre para consumir esses alimentos (ver com. de 1Co 8). Assim, Paulo exortou os que não tinham problemas quanto a esses alimentos a que não colocassem uma pedra de tropeço no caminho de um irmão mediante o consumo dos mesmos (Rm 14:13). Sua admoestação, portanto, está em harmonia com a decisão do concílio de Jerusalém e, sem dúvida, lança luz sobre pelo menos uma das razões pelas quais o concílio tomou essa posição sobre o assunto (ver com. de At 15). Por receio de escandalizar outros, alguns cristãos se abstinham de alimentos cárneos, o que significa que sua alimentação era restrita a “legumes”, isto é, vegetais (cf. Rm 14:2). Paulo não trata de alimentos prejudiciais à saúde. CBASD, vol. 6, p. 698, 299.
3 Julgue. A censura é muitas vezes uma característica daqueles cuja experiência religiosa se fundamenta em grande parte no cumprimento de exigências exteriores. CBASD, vol. 6, p. 700.
4 Tu que julgas. Paulo se dirige ao irmão débil, uma vez que “julgas” corresponde ao “julgue” do v. 3. CBASD, vol. 6, p. 700.
5 Julga. Do gr. krinõ, “julgar”, “avaliar”, “aprovar”. Paulo discute então a observância de dias especiais, outra causa de discórdia e confusão entre os crentes (ver com. do v. 1; comparar com questão semelhante nas igrejas da Galácia [Gl 4:10, 11] e de Colossos [Cl 2:16, 17]). Os crentes cuja fé os capacita a abandonar imediatamente todos os feriados cerimoniais não devem desprezar os outros cuja fé é menos experiente. Nem, por sua vez, estes últimos podem criticar os que lhes parecem liberais. Cada crente é responsável por si diante de Deus (Rm 14:10-12). E o que Deus espera de cada um de Seus servos é que “esteja inteiramente convicto em sua própria mente” e siga conscientemente as próprias convicções, de acordo com a luz que recebeu. Entre os seguidores de Cristo não deve haver força nem compulsão. É o espírito de amor e tolerância que deve prevalecer. CBASD, vol. 6, p. 701.
Opinião bem definida. Ou, “plenamente convencido” (ver com. de Rm 4:21). Paulo não sugere que os cristãos não discutam assuntos sobre os quais pode haver discordância. Ao contrário, ele insiste que os crentes cheguem a conclusões claras e definidas. Mas, ao mesmo tempo, devem fazê-lo com amor por aqueles de opiniões diferentes. Não se deve privar a ninguém da liberdade de ter a própria posição quanto ao dever pessoal (comparar com DTN, 550; Ed, 17). CBASD, vol. 6, p. 701.
6 Para o Senhor. O motivo de ambas as partes é o mesmo, seja na observância, seja na negligência de um dia, no uso ou na abstinência de alimentos. O irmão mais amadurecido dá graças a Deus por “todas as coisas” (v. 2) e participa de seu alimento para a glória de Deus (cf. 1Co 10:31). Seu irmão débil dá graças a Deus por aquilo que come, e para a glória de Deus, abstém-se de alimentos que possam ter sido sacrificados aos ídolos (ver com. de Rm 14:1). CBASD, vol. 6, p. 701.
7 Vive para si. Não é só na questão dos alimentos e dos dias especiais que o cristão faz tudo “para o Senhor”. É seu objetivo não viver “para si próprio”, para o próprio prazer e de acordo com os próprios desejos, mas “para o Senhor”, para Sua glória e de acordo com Sua vontade (ver 2Co 5:14, 15). … As palavras deste versículo têm sido muitas vezes aplicadas à influência que as pessoas exercem sobre seus semelhantes. Deve ser lembrado, porém, que este não é o sentido principal, como o contexto deixa evidente. Paulo enfatiza o pensamento de que tudo o que o cristão faz, ele o faz com referência ao Senhor. CBASD, vol. 6, p. 702.
8 Somos do Senhor. Ou seja, pertencemos a Cristo, pois Ele é o “Senhor tanto de mortos como de vivos” (v. 9). Os débeis e os amadurecidos na fé, igualmente na vida ou a morte, são responsáveis perante o Senhor, pois são propriedade adquirida para Ele (At 20:28; 1Co 6:20; Ef 1:14). Que direito alguém de julgar quem pertence a Cristo? CBASD, vol. 6, p. 702.
9 De mortos como de vivos. A inversão da ordem habitual destas palavras talvez seja devida à ordem das palavras sobre Cristo, na primeira parte da frase. Mesmo na morte, o cristão pertence a Cristo, porque, quando morre, adormece “em Jesus” (1Ts 4:14; cf. Ap 14:13). … Este versículo é usado por alguns para defender que a alma é imortal e que a morte só transfere o crente de uma esfera de serviço consciente para outra. A interpretação está fora de sintonia com o restante das Escrituras. A questão da natureza da alma deve ser determinada com base em outras passagens que tratam da condição da alma na morte, assunto que Paulo não trata aqui (ver Jó 14:21; Ec 9:5; Jo 11:11). CBASD, vol. 6, p. 702.
10 Por que julgas […]? Ou, “por que tu desprezas teu irmão?” O que julga o irmão é o que “come legumes”, e o que despreza é o que conscientemente acredita que “pode comer de todas as coisas” (v. 2). CBASD, vol. 6, p. 702.
Todos compareceremos. Considerando que todos os crentes são igualmente súditos e servos de Deus, e que todos devem comparecer perante o mesmo tribuna], eles não têm o direito de julgar uns aos outros. Esse julgamento usurpa uma prerrogativa de Deus (Rm 14:10; cf. 2Co 5:10). CBASD, vol. 6, p. 702.
13 Não nos julguemos. A primeira razão de Paulo para não julgar é que as pessoas são responsáveis, não a si mesmas, mas a Deus, que é senhor e juiz. A segunda razão é sua regra, repetida muitas vezes, do amor cristão. Os crentes amadurecidos na fé, por amor, terão consideração pelos sentimentos e pela consciência de seus irmãos débeis, e terão cuidado para evitar ofendê-los ou confundi-los. Embora seja verdade que, em matéria de consciência, ninguém é responsável perante o outro, todos os cristãos são responsáveis pelo bem-estar mútuo. Apesar de o cristão ser livre para abandonar todos os critérios legalistas do passado, o amor ao próximo lhe proíbe de usar essa liberdade, se isso puder prejudicar um irmão “débil na fé” (Rm 14:1). CBASD, vol. 6, p. 703.
14 Nenhuma coisa. Isto é, neste contexto, os alimentos de que Paulo tratou (ver com. do v. 1). A expressão “nenhuma coisa” não deve ser entendida em sentido absoluto. Frequentemente, as palavras transmitem mais de um sentido, portanto, a definição particular, em cada caso, deve ser determinada pelo contexto. Por exemplo, quando Paulo disse:’ “todas as coisas me são lícitas” (1Co 6:12), sua declaração, se isolada do contexto, seria a declaração de um libertino. O contexto, que é de uma advertência contra a imoralidade, proíbe imediatamente essa dedução. CBASD, vol. 6, p. 703.
De si mesma. Os alimentos dos quais o “débil” (v. 1) se abstém de comer, mas que o irmão amadurecido aceita, não são os tipos de alimentos que são impuros em sua própria natureza, mas devem sua mancha aos escrúpulos da consciência. CBASD, vol. 6, p. 703, 704.
Impura. Do gr. koinos, literalmente, “comum”. Este termo era usado para descrever as coisas que, apesar de “comuns” para o mundo, eram proibidas aos judeus (ver com. de Mc 7:2). CBASD, vol. 6, p. 704.
Para esse fim é impura. O cristão “débil” (v. 1) crê que não deve comer alimentos oferecidos aos ídolos, por exemplo, e faz com que seja uma questão de consciência a abstinência desses alimentos. Enquanto mantém essa convicção, tal prática seria um erro para ele. Ele pode estar errado, pelo julgamento de outro ponto de vista, mas não seria adequado que ele agisse em violação do que ele conscientemente supõe que Deus requeira (v. 23). CBASD, vol. 6, p. 704.
15 Entristece. O irmão débil é ofendido e tem a consciência perturbada ao ver os crentes mais experientes entregando-se ao que ele considera pecaminoso. Essa dor pode resultar em destruição, pois ele pode se afastar da fé, o que estaria associado a práticas que considera pecaminosas, ou pode ser levado pelo exemplo dos amadurecidos a concordar com atitudes que lhe parecem pecaminosas (ver 1Co 8:10-12). CBASD, vol. 6, p. 704.
Não faças perecer. Seja o que for que influencie alguém a violar a consciência, isso pode resultar na destruição de sua fé. A consciência, uma vez violada, fica enfraquecida. Uma violação pode levar a outra até que a fé seja destruída. Portanto, o cristão que, por condescendência egoísta, mesmo sobre algo que considera perfeitamente adequado, exerce influência tão destruidora, é culpado da perda de uma pessoa pela qual Cristo morreu (cf. 1Co 8). CBASD, vol. 6, p. 704.
Cristo morreu. Ele deu a vida para salvar os débeis (v. 1), e seus irmãos não devem destruí-los por questão de indulgência sobre certos alimentos. Em comparação com o que Cristo fez, o sacrifício pedido é insignificante. Ele deu Sua vida. Certamente, os cristãos amadurecidos na fé estarão dispostos a renunciar ao prazer de alguma comida ou bebida favorita em favor dos débeis. CBASD, vol. 6, p. 704.
17 O reino de Deus. [O] presente reino da graça (ver com. de Mt 4:17; Mt 5:2, 3). … A essência do reino de Deus não está em coisas exteriores, mas na graça interior da vida espiritual. CBASD, vol. 6, p. 704, 705.
Comida nem bebida. Ou, “comer e beber”. Estas questões são insignificantes, quando comparadas com o que, na verdade, constitui o reino de Deus. CBASD, vol. 6, p. 705.
Paz. Inclui não só a reconciliação com Deus (Rm 5:1), mas também a harmonia e o amor na igreja (cf. Rm 14:19; Ef 4:3; Cl 3:14, 15). CBASD, vol. 6, p. 705.
Alegria no Espírito Santo. Esta é a condição dos que “vivem no Espírito” (Gl 5:25; cf. Rm 15:13; Gl 5:22; 1Ts 1:6). Os amadurecidos na fé entendem que o reino de Deus consiste em graças espirituais como estas, e não em coisas materiais como comida e bebida. Assim, no que diz respeito à liberdade cristã no comer e beber, eles preferem restringir a própria liberdade a permitir que o exercício dela destrua a paz da igreja (Rm 14:13). CBASD, vol. 6, p. 705.
18 Deste modo. O crente que age com amor conquista a boa vontade de seu irmão, em lugar de colocar uma pedra de tropeço em seu caminho. CBASD, vol. 6, p. 705.
20 Destruas. Do gr. kataluõ, literalmente, “derrubar”. A palavra é usada para descrever a demolição de algo que foi construído. Portanto, dá-se sequência aqui à figura iniciada com o termo “edificação”, literalmente, “construção”, no v. 19. Pela mera questão de comida, os cristãos não podem lutar contra Deus, derrubando e destruindo o que Ele construiu. CBASD, vol. 6, p. 705.
Com escândalo. Paulo estaria dizendo que “é errado a pessoa ser uma pedra de tropeço para os outros por causa do que come”. CBASD, vol. 6, p. 705.
21 É bom. O cristão amadurecido deve estar disposto a abrir mão de sua liberdade nessas questões relativamente insignificantes, em vez de ofender o irmão débil (cf. 1Co 8:13). CBASD, vol. 6, p. 705.
Vinho. Evidentemente, a carne e o vinho eram os principais objetos de escândalos religiosos para os “débeis”, provavelmente porque era usados pelos pagãos nos sacrifícios aos ídolos. CBASD, vol. 6, p. 705.
22 Tem-na para ti mesmo. Esta fé não deve ser exercida abertamente para escandalizar (v. 1) o “débil”, mas deve ser mantida entre si mesmo e Deus. CBASD, vol. 6, p. 706.
Bem-aventurado. Do gr. makarios (ver com. de Mt 5:3). Esta é a felicidade de uma consciência clara e confiante. CBASD, vol. 6, p. 706.
23 Tem dúvidas. Ou, “debate dentro de si mesmo”. Isto se compara à pessoa de coração dividido (Tg 1:6; cf. Mt 21:21; Mc 11:23; Rm 4:20). CBASD, vol. 6, p. 706.
É condenado. Do gr. katakrinõ, “condenar”. Aquele que come, apesar das dúvidas de sua consciência, é condenado. CBASD, vol. 6, p. 706.
Fé. Paulo afirma aqui que, se o cristão não age por convicção pessoal de que o que faz é certo, mas, em vez disso, segue o juízo de outros, sua ação é pecaminosa. Não se deve violar a própria consciência. Mas ela pode requerer treinamento. Pode sinalizar que certas coisas sejam erradas, quando de fato podem não ser. Assim, até que seja convencido pela Palavra e pelo Espírito de Deus de que determinada atitude é boa, o crente não deve seguir a consciência por si só. Não deve fazer dos outros o critério para sua conduta; deve ir às Escrituras e aprender por si mesmo seu dever sobre o assunto (ver T2, 119-124). CBASD, vol. 6, p. 706.
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“Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (v.12).
Em todas as suas cartas, Paulo aponta para Cristo como o nosso único exemplo de vida, e Sua justiça como a única vestimenta capaz de cobrir a nossa nudez. Ao se referir ao “débil na fé” (v.1), não desmereceu um grupo em detrimento de outro, mas engrandeceu a graça de Deus, que é sobre todos os que O invocam. Precisamos compreender o texto à luz de seu contexto. Mediante o avanço da mensagem apostólica, alguns problemas foram surgindo entre os cristãos do primeiro século. Dentre eles, estava a abstinência de carnes sacrificadas aos ídolos – como estudamos no cap. 15 do livro de Atos – e a dúvida dos conversos judeus entre continuar observando os dias religiosos judaicos, ou não.
Muitas doutrinas e opiniões antibíblicas surgiram deste capítulo, como a abolição do sábado, o desprezo ao vegetarianismo e o fim da distinção entre carnes limpas e carnes imundas. Contudo, nada disso tem harmonia alguma com as demais Escrituras e não passa de uma deturpação das palavras de Paulo. O que o apóstolo quis destacar não foi “comida nem bebida” (v.17), mas a tolerância que precisamos ter uns com os outros, principalmente com os novos na fé. Na dúvida sobre a procedência dos alimentos cárneos, muitos decidiam fazer uso apenas de alimentos vegetais. E muita atenção para um detalhe que faz toda a diferença: Paulo usou a palavra comida, que de maneira alguma poderia abranger carnes imundas, posto que nem alimento são.
Outros recém-conversos ainda, compreendendo que os “dias” ou feriados religiosos apontavam para Cristo como o Cordeiro de Deus, não viam mais sentido em observar tais festas se o perfeito sacrifício já havia sido consumado. E isso não tinha ligação alguma com o sábado, haja vista ser este um mandamento instituído por Deus desde o Éden (Gn.2:1-3) e que será perpetuado por toda a eternidade, já que “[…] em todos os sábados, pessoas de todas as nações virão Me adorar no Templo [diz o Senhor]” (Is.66:23, NTLH).
O grande problema estava na divergência de opiniões que enfraquecia a fé de muitos. O comer carne ou não, e o observar os feriados judaicos ou não, havia deixado de ser uma questão de fé para tornar-se uma pedra de tropeço. Paulo nos aconselha a termos coerência e amor uns para com os outros. Que levemos em consideração as nossas atitudes, principalmente diante daqueles que têm mais facilidade em escandalizar-se.
Muitos têm abraçado a verdade com tanta sede que logo abrem mão de muitos hábitos que não julgam mais coerentes com a vida cristã. Mas essas mudanças não podem jamais ser instrumentos de discórdia para desmerecer aqueles que ainda praticam estes hábitos. Lançar um olhar de “fita métrica” na roupa do outro ou falar piadinhas sobre o que o irmão coloca no prato ou não, nunca terá o poderoso efeito do exemplo. Paulo não apenas ensinava o caminho correto, mas andava nele.
O objetivo da abstenção de hábitos antigos é de adoração e não de exposição. É a busca por uma vida de pureza diante de Deus, conforme o conselho do próprio Paulo aos filipenses (Fp.4:8). Admoestar ou corrigir deve sempre ter a finalidade de salvar e não de afastar. Precisamos ter muito cuidado, pois não estamos alheios à síndrome da superioridade. Todas as vezes que julgamos ser melhores do que os demais, pressionando-os através de olhares invasivos, fofocas ou palavras desagradáveis, nos colocamos a serviço do acusador. “Não nos julguemos mais uns aos outros” (v.13), mas sejamos instrumentos do Espírito Santo na obra de salvação e “edificação de uns para com os outros” (v.19).
Não torne o vosso bem em motivo de vitupério (v.16). A exaltação própria é pecado. “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (v.17). Permita que o Espírito Santo continue moldando a sua vida e “a fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus” (v.22). “Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens” (v.18). Seja este o nosso lema e princípio de vida: “Quer, pois, vivamos, ou morramos, somos do Senhor” (v.8).
Pai querido, nós Te agradecemos por Teu cuidado e amor para conosco! O Senhor bem nos advertiu através de Pedro, que alguns textos de Paulo são difíceis de compreender. Mas nós cremos que o Senhor nos enviou o Teu Espírito da verdade e que, se O buscarmos de todo o nosso coração, não nos deixarás sem resposta. Porque o Paulo que escreveu o capítulo de hoje é o mesmo que também escreveu que o nosso comer, o nosso beber ou qualquer coisa que façamos deve Te glorificar. Então, Pai, habilita-nos na compreensão das Tuas Escrituras, não para debates e contendas, mas para a gloria do Teu santo nome. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Romanos14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 14 – Nossas atitudes devem ser moldadas por uma consciência enraizada no amor e na tolerância, rejeitando preconceitos e julgamentos precipitados.
As questões levantadas em Romanos 14 não estão relacionadas a transgressões morais ou abandonos doutrinários. Paulo aborda disputas sobre práticas cerimoniais, como alimentação e observância de dias específicos. Os “débeis” na fé eram aqueles que preferiam evitar alimentos e bebidas por motivos de impureza cerimonial, enquanto os “fortes” compreendiam que tais questões não afetavam a essência da vida cristã.
Paulo não desconsidera o zelo dos débeis, mas enfatiza que estas práticas não deveriam se tornar motivos de divisão ou condenação.
O amor é a lente pela qual o cristão deve enxergar as diferenças. Em vez de julgar, somos chamados a acolher uns aos outros, assim como Cristo nos acolheu. Isso não significa concordar com tudo, mas respeitar as convicções alheias, desde que estas não comprometam os princípios fundamentais da fé.
Paulo nos alerta para não tornarmo-nos pedras de tropeço. Mesmo que algo seja permitido, o amor nos ensina a renunciar quando nossa liberdade pode ferir a consciência do outro.
• A verdadeira liberdade cristã não é egoísta, mas sacrifical.
Ao falar sobre dias especiais (Romanos 14:5), Paulo destaca que o problema não está na observância do sábado, mas em dias cerimoniais que tinham relevância para os judeus convertidos. Ele não está invalidando princípios eternos da Lei, mas encorajando a tolerância em práticas que não comprometem a essência da fé.
Da mesma forma, em relação à comida (Romanos 14:14), Paulo rejeita o conceito de impureza cerimonial transmitida pelo toque, como ensinado pela tradição judaica. Ele destaca que a santidade é interior e não depende de rituais externos. Contudo, o cristão deve agir com discernimento e evitar hábitos que prejudiquem a saúde ou contradigam princípios bíblicos.
Diante disso, considere:
• A igreja deve ser um lugar de acolhimento, onde as diferenças são respeitadas e a unidade em Cristo prevalece. Isso requer humildade, paciência e, sobretudo, amor.
• Diferentes níveis de maturidade espiritual requerem empatia.
• O reino de Deus cresce não onde há uniformidade, mas onde a diversidade é tratada com respeito e amor cristãos!
• É preciso cultivar o amor: Coloquemos o bem-estar do próximo acima de nossas preferências.
Antes de criticar, pergunte-se: Minha atitude está edificando ou destruindo?
– Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: Romanos 13 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/13
Ellen White escreveu sobre a Lei de Deus: “Não há partícula negativa nos Dez Mandamentos”. Pode parecer confuso ver esta declaração diante da lista de “Não Faça”… Mas no hebraico está escrito literalmente: “Sem assassinato”, “Sem adultério” etc. É, na verdade, uma coleção de promessas:
• Honrarás aqueles que lhe deram vida.
• Valorizarás a vida.
• Honrarás o vínculo que torna dois em um [o casamento].
• Honrarás o direito de propriedade.
• Honrarás o poder das palavras verdadeiras.
• Ficarás satisfeito com o que tens.
Jesus respondeu à pergunta do doutor da lei: “Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de toda a sua mente e de todas as suas forças.” O segundo é igualmente importante: “Ame o seu próximo como a si mesmo”. Nenhum outro mandamento é maior que esses”. (Marcos 12:30, 31 NVT). “Toda a lei e todas as exigências dos profetas se baseiam nesses dois mandamentos” (Mateus 22:40).
Os Dez que Jesus condensou em Dois são na verdade um só preceito: a Lei do Amor. Essa é a essência do caráter de Deus. É a “lei do projeto” o qual descreve de que modo deve funcionar o universo criado por Deus. Transformado pelo amor, você passa da escravidão do egoísmo e das tentativas de obedecer a lei, para a liberdade da graça.
“O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor cumpre todas as exigências da lei de Deus.” (Romanos 13:10 NVT).
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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562 palavras
1 Por Ele instituídas. Paulo não sugere nestes versículos que Deus sempre aprova a conduta dos governos civis nem indica que é dever do cristão sempre se submeter a eles. As vezes, as exigências do governo podem ser contrárias à lei de Deus e, sob essas circunstâncias, o cristão deve antes “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). O raciocínio de Paulo é que o poder dominante dos governos humanos é confiado por Deus aos homens, de acordo com Seus propósitos para o bem-estar da humanidade. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 689.
3 Queres tu[…]? O cristão que não quer temer o governo civil deve praticar o que é certo e, por isso, será elogiado por sua boa conduta. CBASD, vol. 6, p. 690.
5 Temor da punição. Visto que as autoridades civis existem por determinação divina, o cristão deve obedecer, não só porque quer evitar a punição, mas porque é certo obedecer. A única exceção é quando a lei do Estado conflita com a lei de Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.
6 Pagais tributo. O contexto sugere que este não é um mandamento, mas uma declaração de fato. Evidentemente, os primeiros cristãos consideravam questão de princípio pagar impostos, talvez em obediência ao ensinamento de Cristo. Apoiando, assim, o governo civil com seus tributos, os cristãos estavam reconhecendo que deviam obediência ao Estado, como ordenado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.
8 A ninguém fiqueis devendo. O cristão deve pagar tudo o que deve, mas há uma dívida que não pode quitar plenamente: o amor para com os semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 691.
11 Digo isto. A expressão lembra a injunção anterior de nada dever além do amor, que é o resumo dos deveres cristãos. Como um motivo urgente para o cumprimento de seus deveres, Paulo apela para o que sempre foi um dos incentivos mais fortes para a vida cristã: a crença na proximidade da segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 692.
Sono. O preparo necessário para o grande dia de Deus exige dos cristãos vigilância. Na parábola das dez virgens, as moças “foram todas tomadas de sono e adormeceram”. CBASD, vol. 6, p. 692.
Salvação está […] mais perto. Por “salvação”, Paulo se refere à vinda de Cristo em poder e glória, e tudo o que ele já havia descrito como a ocorrer nesse evento: “a revelação dos filhos de Deus”, “a redenção do nosso corpo” e a libertação da natureza “do cativeiro da corrupção, para a liberdade da gloria dos filhos de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 692.
12 Noite. Tendo comparado a atual condição espiritual de seus leitores ao “sono”, Paulo continua a figura, contrastando a vida presente com a que está por vir, como a noite com o dia. CBASD, vol. 6, p. 693.
Obras das trevas. Representadas aqui como a roupa que deve ser retirada. Em seu lugar, o cristão deve vestir a armadura da verdade e da justiça, para estar pronto para a luz do dia de Cristo, que está raiando. CBASD, vol. 6, p. 693.
13 Dissoluções. Do gr. aselgeiai, “sensualidade”, “libertinagem”, “indecência”. Os pecados dessa lista prevaleciam entre os pagãos no tempo de Paulo, e não estavam limitados a eles. CBASD, vol. 6, p. 693.
14 Revesti-vos.O cristão é exortado a se vestir “das armas da luz”. Então, Paulo representa o próprio Cristo como sendo a armadura do cristão. A vida com a qual ele estava vestido devia ser continuamente renovada na experiência de crescimento diário em santidade. CBASD, vol. 6, p. 693.
A carne. Ou seja, a natureza depravada. Devem ser buscadas provisões para as necessidades do corpo, mas o cristão não deve condescender com a satisfação de emoções e desejos profanos. A vida de luxo e autossatisfação estimula os impulsos carnais que o cristão deve mortificar. Portanto, Paulo adverte os crentes a não alimentar os pensamentos com essas coisas. CBASD, vol. 6, p. 693.
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“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (v.11).
A exortação de Paulo quanto às autoridades foi e é algo extremamente necessário. Diante do cenário político em que se encontravam, os judeus possuíam um profundo sentimento de revolta contra o governo romano. Havia uma tensão acerca do regime de leis e impostos instituídos pelo Império. Contudo, ao afirmar “que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus” (v.2), o apóstolo refreou prováveis rebeliões e conteve os ânimos exaltados. Um bom servo de Deus tem por obrigação ser igualmente um bom cidadão, mostrando respeito pelos governantes e pagando “o que lhes é devido” (v.7). O limite de nossa obediência às autoridades terrenas está no que disseram os apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29).
Por sua vez, o cumprimento da lei de Deus deve reger a vida do cristão. O amor, mais uma vez, além de ser apresentado como fundamento da lei, também é o seu cumprimento. Se o fim da lei é Cristo e Ele é a Fonte de todo amor, a conclusão de Paulo faz todo o sentido. Quando interrogado sobre qual seria o maior dos mandamentos, Jesus respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. […] Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:37 e 39). Jesus também apenas repetiu as Suas palavras ditas no Antigo Testamento (Dt.6:5 e Lv.19:18). Ou seja, o que Paulo falou não era algo novo, mas a confirmação do que já estava escrito, de que “o cumprimento da lei é o amor” (v.10). E o fato de Paulo citar alguns dos dez mandamentos nos dá um recado bem claro, você não acha?
Na sequência de seu pensamento, ele afirmou que os primeiros cristãos eram conhecedores de algo em comum: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo” (v.11). Este tempo de que Paulo se refere vem do grego Kairos, que significa “tempo certo”. Acreditando que Jesus poderia voltar em sua época, o apóstolo exortou o povo de Deus a estar preparado, dando-lhes algumas orientações quanto à devida conduta dos que aguardam a bendita esperança: “Andemos dignamente, como em pleno dia” (v.13). E listando uma série de pecados, Paulo apelou com a palavra inicial da maioria dos mandamentos de Deus: NÃO.
Em resumo, o que Paulo quis dizer neste capítulo é que todos os que hão de herdar a salvação, NÃO devem faltar com respeito às autoridades e nem deixar de pagar “a todos o que lhes é devido” (v.7); NÃO devem praticar “o mal contra o próximo” (v.10); NÃO devem ter comunhão alguma com “as obras das trevas” (v.12); NÃO devem andar “em orgias e bebedices”, nem “em impudicícias e dissoluções”, nem “em contendas e ciúmes” (v.13); NÃO devem dispor em nada “para a carne no tocante às suas concupiscências” (v.14).
Mas dentre tantos NÃOS, surge uma ordem positiva: “revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (v.14). Revestir significa “vestir novamente, cobrir, tapar, envolver, recobrir”. Dá a ideia de que um dia já esteve vestido, mas que agora nu, precisa ser revestido. Fazemos parte da última igreja profética, e já está mais do que na hora, meus irmãos, de despertarmos do sono; “porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (v.11).
Tiremos os olhos deste mundo vil e de sua podridão! Olhemos para cima e contemplemos o Alto e Sublime! Clamemos para que sejamos revestidos das vestiduras brancas de Cristo! Porque o amor prático é o resultado da manifestação das vestes da perfeita justiça de Cristo Jesus em nós. Assim como a nossa obediência às autoridades terrenas devem ser “por dever de consciência” e não “por causa do temor da punição” (v.5), semelhantemente, a nossa obediência à lei de Deus não deve ser por medo do juízo final, mas por amor Àquele que já nos salvou.
Pai Celestial, nosso Deus, nosso Criador, o Teu amor permeia as Tuas Escrituras e descortina diante de nós a Tua vontade expressa nos mandamentos. A Tua graça é suficiente para nos salvar e é justamente pelo poder da preciosa graça de Jesus que somos habilitados e motivados a Te obedecer. Porque reconhecemos e sabemos que o nosso Salvador foi obediente até à morte, e é o caráter dEle que almejamos em nossa vida. Ajuda-nos, Senhor, a entender essa verdade que liberta e que nos dá a real compreensão do Teu plano de salvação. Batiza-nos com o Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, revestidos do Senhor Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Romanos13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 13 – Sob inspiração do Espírito Santo, o apóstolo apresenta uma visão integradora da vida cristã, conectando a espiritualidade pessoal com a responsabilidade social e política.
“Nero era o Imperador de Roma (54-68 d.C.) quando Paulo escreveu estas palavras. Ele perseguiu os cristãos e, por fim, executou o apóstolo. Nesta passagem, Paulo fala sobre a resistência desnecessária ao governo. Seu desejo é que os cristãos sejam vistos pelo mundo, tanto quanto possível, como cidadãos submissos à lei, amantes da paz e benéficos à sociedade” (Bíblia Andrews).
Paulo argumenta que a autoridade é instituída por Deus para a manutenção da ordem e da justiça. Tal submissão, entretanto, não é um endosso irrestrito às práticas corruptas ou injustas dos governos. Ao contrário, o chamado à submissão é, em última instância, um chamado à confiança na soberania divina (Romanos 13:1-7).
Deus governa sobre todas as nações e, em Sua providência, utiliza estruturas humanas para cumprir Seus propósitos. Contudo, a história revela momentos em que o cristão, como Daniel na Babilônia ou os apóstolos diante do Sinédrio, deve obedecer a Deus acima de tudo (Atos 5:29).
• O equilíbrio entre submissão e lealdade à Lei de Deus é a marca da maturidade espiritual.
Continuando as implicações de ser cristão, Paulo move-se para um tema central na ética cristã: O amor. “Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a Lei”. Essa dívida perpétua reflete a plenitude da Lei, pois “o amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:8, 10).
• O amor não é um substituto para a Lei; é sua essência.
A conclusão do capítulo é um apelo fervoroso à vigilância espiritual. O despertar e a preparação para a chegada “do dia” salienta a exigência do cristão de abandonar as obras das trevas (citadas no texto) e revestir-se de Cristo (Romanos 13:11-14).
• “Chegou a hora…” é um convite à santidade prática, à rejeição dos valores transitórios do mundo e à busca de uma vida em que Cristo seja visivelmente refletido.
Romanos 13 nos chama a viver de forma coerente num mundo marcado por tensões e injustiças, enquanto aguardamos a gloriosa vinda de Jesus Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: Romanos 12 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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