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Texto bíblico: Romanos 5 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/5
Reflita no tipo de amor que Deus tem por nós – que devemos ser chamados de filhos de Deus! (Veja I João 4:1.)
É difícil imaginar alguém disposto a morrer por outra pessoa … mesmo que por uma pessoa realmente boa. Mas sacrificar sua vida preciosa para salvar um inimigo? – e mesmo um inimigo terrivelmente perverso?
Mas é assim que éramos quando Jesus morreu por nós. Ele assumiu nossa culpa, nosso pecado, e permitiu que isso O matasse. Ele morreu a nossa morte como se fosse nós.
Se Deus nos deu Jesus, adorado por todo o Céu, para morrer como nosso Salvador e ser nosso irmão por toda a eternidade, poderia haver algo mais que venhamos a precisar que Deus retenha de nós? Podemos confiar no amor que foi pregado na cruz por nós!
Na verdade, o dom de Cristo, Seu sacrifício infinito por nós, é a evidência mais positiva não apenas do tipo de amor, mas da imensidão do amor de Deus por nós – infinito. Nunca seremos capazes de compreendê-lo, mas podemos experimentá-lo e saber que é verdadeiro.
O amor de Deus é como o “Pi” – aproximadamente 3,14, mas mais – sempre mais! Nunca seremos capazes de compreendê-lo completamente, mas podemos experimentar e conhecer que é verdadeiro.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1731 palavras
5:1 – 8:39 Paz e alegria vem aos crentes em Jesus e a eles é garantida a glória futura e a vida eterna. Andrews Study Bible.
1-5 Estes versos introduzem uma seção que contém alguns conceitos difíceis. Para entender os quatro próximos capítulos, ajuda ter em mente os dois lados na natureza da vida cristã. De um lado, somos completos em Cristo (nossa aceitação por Ele é segura). Por outro lado, estamos crescendo em Cristo (estamos nos tornando mais e mais semelhantes a Ele). Temos ao mesmo tempo o status de reis e as cargas de escravos. Sentimos tanto a presença de Cristo quanto a pressão do pecado. Apreciamos a paz que vem de sermos declarados justos perante Deus, mas ainda enfrentamos diariamente problemas que frequentemente nos ajudam a crescer. Se nos lembrarmos destes dois lados da vida cristã, não perderemos a coragem diante das tentações e problemas. Em vez disso, aprenderemos a depender do poder disponível em Cristo, que vive em nós através do Espírito Santo. Life Application Study Bible.
1-11 Estes versos descrevem as bênçãos que acompanham a justificação: paz, alegria e esperança. Tendo exposto a maneira pela qual Deus justifica o pecador, Paulo prossegue apontando a importância da reconciliação com Deus. Não é simplesmente perdão mas elevação à posição de grande favor, “a esta graça na qual estamos firmes” (v. 2). Bíblia Shedd.
1 Pois. Paulo demonstrou que todos, tanto judeus como gentios, são pecadores e necessitados de justiça. Deus oferece a todos, como dom gratuito de Sua graça, o perdão completo e conciliação pela fé em Jesus Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 572.
justificados pela fé. Sem as obras da Lei. Andrews Study Bible.
paz com Deus. Não meramente um sentimento subjetivo (paz de espírito), mas sobretudo uma posição objetiva, um novo relacionamento com Deus: antes éramos seus inimigos, mas agora somos Seus amigos (cf v. 10; Ef 2.26; Cl 1.21, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 E gloriamo-nos. Em contraste com toda falsa vanglória, o crente possui esperança da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 573.
3 nos gloriamos nas tribulações. Não “por causa delas”, mas “nelas”. Paulo não propõe um conceito mórbido da vida, mas uma atitude alegre e triunfante. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Nas próprias tribulações. Os primeiros cristãos foram chamados a suportar diversas formas de perseguição e sofrimento. O apóstolo não poderia prometer aos crentes qualquer isenção da tristeza. CBASD, vol. 6, p. 574.
Para os cristãos do primeiro século, a regra era o sofrimento, não a exceção. Life Application Study Bible.
4 caráter aprovado (NVI; ARA: experiência). Uma disposição testada e aprovada por Deus. Andrews Study Bible.
Experiência. O termo pode se referir tanto ao processo do teste, quanto ao resultado dele. Provações e aflições suportadas pacientemente provam a legitimidade da religião e o verdadeiro caráter da pessoa. CBASD, vol. 6, p. 575.
O cristão pode regozijar-se no sofrimento por saber que este não está destituído de significação. Parte do propósito de Deus é produzir caráter nos Seus filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5-6 Deus … Espírito Santo … Cristo. Todos os três membros da Trindade estão envolvidos na salvação. Life Application Study Bible.
5 a esperança não decepciona (NVI; ARA: não confunde; NKJV: não desaponta). Não é uma ilusão. Andrews Study Bible.
A esperança do crente não deve ser equiparada ao otimismo infundado. Pelo contrário, trata-se da certeza bendita do nosso destino futuro e baseia-se no amor de Deus, revelado pelo Espírito Santo e objetivamente demonstrado na morte de Cristo.
Derramou. O verbo (no original) denota uma situação resultante de uma ação no passado. Quando cremos pela primeira vez em Cristo, o Espírito Santo derramou seu amor em nossos corações, e esse amor continua habitando em nós. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 no devido tempo. O momento determinado no plano redentor de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Porque […] quando. Ele descreve a suprema grandeza desse amor, conforme é revelado pelo fato de Cristo ter morrido por nós, estando nós ainda em nosso estado impotente e ímpio. CBASD, vol. 6, p. 576.
8 sendo nós ainda pecadores. Estas são palavras maravilhosas. Deus mandou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque éramos suficientemente bons, mas porque nos amou. Sempre que você ficar inseguro do amor de Deus por você, lembre-se que Ele lhe amou antes de você voltar para Ele. Se Deus lhe amou quando você era em rebelde, ele pode certamente fortalecer você, agora que você o ama também. Life Application Study Bible.
9 por Seu sangue. Referência à morte de Cristo por nossos pecados (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ira de Deus. O juízo derradeiro, conforme deixa claro o verbo de “seremos salvos” (cf 1Ts 1.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Muito mais agora. Se Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, é certo que Ele vai nos salvar, agora que estamos justificados. CBASD, vol. 6, p. 578.
10 inimigos de Deus. O homem é inimigo de Deus, e não o contrário. Por isso, a hostilidade precisa ser eliminada do homem para que se efetue a reconciliação. Deus tomou a iniciativa ao reconciliar-nos com Ele mediante a morte de Seu Filho (cf v. 11; Cl 1.21, 22).
Reconciliados. Reconciliar é “por fim à hostilidade” e relaciona-se de perto com o termo “justificar”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pela sua vida. Isso pode ser entendido no sentido de que somos salvos pela união pessoal com o Salvador vivo, que vive para sempre para interceder por nós. Se a morte de Cristo tinha tal poder salvador para efetuar a reconciliação, Sua vida tem muito mais poder de levar a salvação a um feliz cumprimento. CBASD, vol. 6, p. 579.
12-21 Contraste entre Adão e Cristo. Adão introduziu no mundo o pecado e a morte; Cristo trouxe a justiça e a vida. … Esses dois homens também resumem a mensagem do livro até agora. Adão representa a condenação do homem (1.18-3.20); Cristo representa a justificação do crente (3.21-5.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 O pecado, como princípio governante da natureza do homem, entrou na humanidade através de Adão. Em Adão todo mundo pecou, o que fica demonstrado na morte universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18.4). Bíblia Shedd.
a morte. A morte física é a punição pelo pecado. É também o símbolo da morte espiritual, que separa o homem definitivamente de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Como podemos ser declarados culpados por algo que Adão fez a milhares de anos atrás? Muitos consideram que não é correto Deus nos julgar por causa do pecado de Adão. Entretanto, cada um de nós confirma sua solidariedade com Adão pelos nossos pecados a cada dia. … Porque somos pecadores, não é justiça que precisamos – é de misericórdia. Life Application Study Bible.
13 até ao regime da lei (ARA; NVI: antes de ser dada a lei; NKJV: até a lei). Antes da Lei ser dada a Moisés. Andrews Study Bible.
Levado em conta. O ato da transgressão de Adão resultou na entrada do pecado como um princípio e um poder neste mundo. Mesmo na ausência de transgressões pessoais, como no caso das crianças, as pessoas estão sujeitas à morte. Paulo enfatiza a universalidade do pecado e da morte, a fim de destacar a universalidade da graça, por contraste. CBASD, vol. 6, p. 583.
14 O pecado existia no mundo antes que alguém quebrasse a Lei, como ela foi dada a Moisés. Andrews Study Bible.
Paulo lembra seus leitores que por milhares de anos a Lei não havia sido explicitamente concedida e, mesmo assim, as pessoas morriam. A Lei foi dada, ele explica em 5:20, para ajudar o povo a ver sua pecaminosidade, para lhes mostrar a seriedade de suas ofensas e conduzi-los a Deus em busca de misericórdia e perdão. Life Application Study Bible.
14 Havia de vir. Adão era um tipo de Cristo na medida em que os dois eram representantes de toda a família humana. Ele era o representante e autor da humanidade caída. Cristo era o representante e autor da humanidade restaurada. CBASD, vol. 6, p. 583.
15 dom gratuito. A morte de Cristo. Andrews Study Bible.
a ofensa. A queda de Adão. Andrews Study Bible.
muito mais. Tema que percorre essa seção. A graça de Deus é infinitamente mais poderosa para o bem [do] que o pecado de Adão o é para o mal. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Sobre muitos. Cristo morreu por toda humanidade. No entanto, esse dom da justiça não serve para nada se não for aceito pela fé (Jo 3:16), mas nem todos escolhem crer. CBASD, vol. 6, p. 584.
16 dádiva de Deus. A salvação. Muitas transgressões [ofensas]. Os pecados das sucessivas gerações. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Em vida por meio de um só. Essas palavras enfatizam a posição que Cristo ocupa como mediados na obra de redenção dos seres humanos. Por Sua morte, o crente é justificado e, mediante a união com Ele, o cristão recebe esse poder vitalizante e santificador que transforma a vida presente e lhe assegura a vida eterna no por vir. CBASD, vol. 6, p. 585.
19 Desobediência. Do gr. parakoe, “ouvir erradamente”. A sugestão de descuido implícita nesta palavra pode indicar o primeiro passo para a queda de Adão. CBASD, vol. 6, p. 585.
obediência de Um só. A morte obediente de Cristo na cruz (ver Fp 2:8). Andrews Study Bible.
20 Lei foi introduzida. A lei tornou o pecado ainda mais pecaminoso, ao revelar o que é o pecado por nítido contraste com a santidade de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Superabundou. Deus permitiu o pecado e permitiu que se multiplicasse, e depois o anulou para fazer a mais maravilhosa exposição de Sua glória e graça, a fim de que os benefícios da redenção ultrapassassem infinitamente os males da rebelião. CBASD, vol. 6, p. 586.
Como pecador, separado de Deus, você vê a Lei de baixo para cima, como uma escada a ser galgada para chegar até Deus. Talvez você tenha repetidamente tentado subir por ela, somente para cair ao chão cada vez que você avança por um ou dois degraus. Ou talvez a escada tenha parecido tão assustadoramente alta que você nem tentou subir. Em ambos os casos, que alívio você deve sentir ao ver Jesus oferecer, com Seus braços abertos, para elevar você acima da escada da Lei, diretamente até Deus! Uma vez que Jesus eleva você à presença de Deus, você está livre para obedecer – por amor, não por necessidade; e através do poder de Deus, não do seu. Você sabe que se você tropeçar, não cairá no chão, mas será seguro pelos amorosos braços de Jesus. Life Application Study Bible.
21 Justiça. Isto é, a justiça de Cristo atribuída na justificação e comunicada na santificação. CBASD, vol. 6, p. 587.
Compilação: Tatiana Wernenburg e Jeferson Quimelli
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“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.1).
A obra de justificação resulta em benefícios, cujo objetivo é sempre o mesmo: salvar o pecador. Através dela obtemos a paz e a graça sob as quais estamos seguros. De forma que até mesmo as tribulações são consideradas oportunidades de crescimento e amadurecimento espiritual, “sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança” (v.3 e 4). A palavra perseverança nos indica que a vida cristã não se trata de uma fase apenas, mas de um processo de constante crescimento que não pode paralisar. Precisamos avançar constantemente no sentido de alcançarmos a experiência pessoal com Deus, a intimidade relacional que resulta em uma esperança que “não confunde”, pela obra diária realizada “em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (v.5).
O amor, que não nos é implícito, é derramado em nosso coração. Não o amor que o mundo julga ter, e sim o maior dos dons, “o amor de Deus” (v.5); aquele que foi confirmado e provado “pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (v.8). Quando o Inocente morreu pelo culpado, o amor de Deus foi manifestado em seu sentido mais completo e perfeito. Justificados pelo sangue de Cristo, “seremos por Ele salvos da ira” (v.9), “seremos salvos pela Sua vida” (v.10). O plano da redenção nos outorgou o mais sublime privilégio e inestimável presente: “a reconciliação” (v.11).
Através de Cristo Jesus, fomos reconciliados com Deus. A separação causada pelo pecado foi rompida pelo sacrifício que nos uniu novamente ao Senhor. Sobre todo pecador arrependido, Jesus lança a Sua veste de justiça, e do Céu, Deus não mais contempla o pecador, mas o redimido por causa da manifestação do Seu amor. Pai, Filho e Espírito Santo trabalham em perfeita união nesta obra de salvação, confirmando uma esperança inconfundível que é regida e mantida pelo incomparável amor ágape.
Adão representa o fracasso humano, a derrota “pelo pecado” que nos trouxe a morte e a inevitável consequência da morte “a todos os homens, porque todos pecaram” (v.12). Como uma doença terminal, o pecado foi transmitido de geração em geração, até que viesse Aquele que venceria o pecado e pagaria o preço, o salário do pecado, que é a morte. O reino da morte que herdamos “por meio de um só”, Adão, foi vencido pelo reino da vida, “por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (v.17). Pela desobediência de um veio o pecado que nos condenou à morte, e pela obediência de Cristo, a graça e a justiça que nos conduz para a vida eterna.
Após milênios de pecado, a graça de Jesus continua à disposição do homem. A longanimidade de Deus se estende, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Mas esta graça, que é ilimitada, está prestes a ser interrompida pela dureza do coração humano. E diante da iminência do fim da oportunidade de aceitá-la, a atenção do Pai está voltada para os considerados mais indignos de recebê-la, pois “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (v.20). Pessoas que antes eram presas do inimigo, tornam-se as mais fervorosas testemunhas de Cristo. A última obra aponta para o seu desenlace pelo chamado do Dono da vinha aos da hora undécima. O mais minucioso labor do Espírito Santo é dedicado à humanidade nestes dias finais. E o lugar Santíssimo do santuário celeste torna-se o odre das últimas lágrimas do Salvador, derramadas em favor do homem caído.
Qual tem sido a sua resposta a tão sublime amor? Decida hoje segurar firme na esperança adventista e, pela fé, avançar com perseverança “para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor” (v.21).
Nosso Pai do Céu, louvado sejas por Tua graça abundante e maravilhosa! Graças Te damos porque o Senhor nos proveu libertação do cativeiro do pecado e salvação, mediante nosso amado Salvador! Clamamos que, por Tua bondade e fidelidade, nos conceda o batismo do Espírito Santo! Derrama em nosso coração o Teu amor, para que onde abundou o pecado possa superabundar a Tua graça. Purifica o nosso coração pela contemplação de Cristo e que a Tua Palavra seja soberana em nossa vida, de forma que estejamos prontos para o Teu grande Dia. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, justos pelos méritos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Romanos5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 5 – A cruz demonstra que o pecado é tão grave que só pode ser tratado pela morte do próprio Filho de Deus, e a justificação é tão preciosa que só pode ser recebida como presente!
A justificação pela fé é o coração do evangelho e a resposta ao dilema moral da história. Essa verdade desafia nossa racionalidade, destrói nosso orgulho e nos conduz à gratidão.
• Para defender esta verdade bíblica, não basta conhecê-la teologicamente; é necessário vivê-la diariamente!
A maior defesa da verdadeira fé cristã é uma vida transformada pela graça, refletindo a Cristo no caráter. Quando reconhecemos que somos perdoados e justificados, não por nossas obras, mas pela fé no magnífico sacrifício de Cristo, vivemos em esperança, confiança e amor, mostrando que a justiça de Cristo não é apenas teórica, mas também prática.
Assim, proclamamos a verdade que transforma: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de Quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:1-2).
Em Romanos 5, Paulo apresenta um contraste profundo e teológico entre o primeiro Adão, que trouxe o pecado e a morte, e o segundo Adão, Cristo, que trouxe a justiça e a vida. Essa comparação é central para compreender o plano da salvação, destacando a universalidade do pecado e da graça:
• O pecado entrou no mundo através de Adão, e a morte passou a todos os seres humanos porque todos pecaram. Adão, representante da humanidade, trouxe condenação a todos os seus descendentes, pois sua desobediência teve consequências universais.
• Cristo, como o novo representante da humanidade, trouxe a justiça que leva à vida. Sua obediência perfeita reverteu as consequências do pecado de Adão. Ele inaugura uma nova criação, oferecendo condição de vida eterna àqueles que nEle creem.
• De Adão herdamos uma natureza pecaminosa e uma condição de alienação de Deus; seu pecado resultou numa corrupção moral que passou a todos os seus descendentes.
• Em Cristo, recebemos a justiça como dom perfeito. Assim como o pecado foi transmitido universalmente, a graça também está disponível a todos. Mas, ao contrário do pecado, a graça não é imposta: Ele é recebida pela fé!
Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí