Reavivados por Sua Palavra


ATOS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ATOS 15 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 15 – BLOG MUNDIAL

ATOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 15 by Luís Uehara
11 de novembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/at/15

Havia conflito na Igreja Cristã Primitiva entre conservadores — convertidos da seita farisaica do judaísmo e liberais — crentes gentios recentemente conquistados para a fé em Cristo.

Deus havia dado a Abraão o rito da circuncisão. Era um símbolo de sua fé no único Deus verdadeiro, que o havia chamado. Mas por que a circuncisão? Era como se Deus dissesse a Abraão: Lembra como você tentou, à sua maneira, cumprir Minha promessa de lhe dar um filho? Que parte do seu corpo fez isso acontecer? Colocaremos um lembrete ali mesmo, onde você nunca esquecerá.

Mas agora os judaizantes insistiam que os cristãos gentios tinham que se tornar judeus antes de poderem ser cristãos? Então os irmãos se reuniram em Jerusalém para discutir o que deveria ser feito.

Paulo contou histórias da obra de Deus entre os gentios. Pedro os lembrou de como Deus derramou Seu Espírito sobre Cornélio antes de ele ser batizado. Então Tiago declarou sua avaliação: Eles não deveriam tornar as coisas mais difíceis do que o necessário. A liderança deve estabelecer um padrão mínimo — nada poluído por idolatria, nenhuma imoralidade sexual, nada de comer sangue ou coisas estranguladas. Os crentes teriam espaço para aprender e crescer a partir daí.

Virginia Davidson
Artista — projetista e construtora de vitrais, IASD de Spokane Valley, Washington State, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/15
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ATOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2024, 0:50
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1766 palavras

1-35 Um grupo vindo da Judéia chega a Antioquia e reivindica que a circuncisão é necessária para a salvação. Para resolver a controvérsia resultante, uma delegação é designada para visitar Jerusalém (vv 1-2). … Esta é uma história crucial. O que deve ser exigido dos gentios para que estes se tornem cristãos? Andrews Study Bible.

Circuncidardes. Esta exigência prova algo que não fora dito com clareza em outra passagem bíblica. Paulo e Barnabé não exigiam que os conversos gentios fossem circuncidados. Aqui se inicia o relato da primeira grande controvérsia da igreja cristã. Certamente ela surgiria logo que o cristianismo saísse das fronteiras da Palestina. Os primeiros conversos ao cristianismo eram judeus que preservavam a maior parte das práticas e dos preconceitos da religião na qual haviam sido criados. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 315.

Não podeis ser salvos. Este era o cerne do problema. A circuncisão não podia ser exigida dos gentios com base na antiguidade do costume nem como condição para se tornar membro da igreja. CBASD, vol. 6, p. 317.

Paulo e Barnabé. Os apóstolos estavam no centro da disputa, pois as exigências dos judaizantes representavam uma condenação direta do trabalho que os missionários haviam realizado na Cilicia, Antioquia e em toda a primeira viagem missionária. Mas os dois sabiam que sua obra só poderia ser interpretada como um triunfo da graça de Deus. Eles haviam proclamado a salvação pela fé em Cristo. Então não podiam permanecer em silêncio enquanto os conversos eram levados a crer que a aceitação da graça divina pela fé não era suficiente e que ritos exteriores eram necessários para a salvação. CBASD, vol. 6, p. 317.

Apóstolos e presbíteros. Pedro, João e Tiago, o irmão do Senhor, estavam em Jerusalém (Gl 2:9,1:19). Juntamente com os presbíteros (At 11:30) e talvez outros apóstolos. Eles pareciam ser os líderes da jovem igreja. O fato de se levar a difícil problemática da circuncisão a um concílio de apóstolos e presbíteros, em Jerusalém, é um precedente significativo para a organização da igreja. CBASD, vol. 6, p. 318.

Debate. O que fica evidente na maneira como a questão foi tratada é que o Espírito trabalha com seres humanos e, por meio deles, realiza Sua vontade a despeito de fragilidades e desavenças pessoais. CBASD, vol. 6, p. 319.

10 Puderam suportar. Os judeus perderam de vista o real significado dessa lei [de Moisés] e a transformaram numa série de cerimônias para tentar garantir a salvação. … a verdadeira natureza do cristianismo não se encontra em formas e cerimônias. A essência do cristianismo é a vida espiritual e a adoração a Deus em espírito e em verdade. O cristianismo devia se libertar das formas, dos rituais e das cerimônias típicas, uma vez que Cristo já era uma realidade viva. Se o sentido básico da decisão do concílio de Jerusalém tivesse sido incorporado plenamente à experiência posterior da igreja, grande parte do erro e da apostasia teria sido evitada. CBASD, vol.6, p. 320, 333.

11 Fomos salvos. A salvação é pela graça (ver Rm 3:21-26; 5:1, 2; 11:5, 6; Ef 2:5, 8). As obras são consequência do recebimento da salvação (Rm 8:4; Ef 2:9, 10; Ef 2:12, 13). CBASD, vol. 6, p. 320.

13-21 Claramente o concílio decide que os gentios não precisam se converter ao judaísmo, obedecendo a todos os aspectos da lei cerimonial – incluindo a circuncisão – para se tornarem cristãos. Andrews Study Bible.

19 Julgo eu. Literalmente, “eu decido”. As palavras de Tiago sugerem que ele exercia autoridade. Mas o que vem em seguida não é um decreto, pois, quando finalmente promulgado, sua autoridade se baseou nos apóstolos e presbíteros (ver E f 16:4). CBASD, vol. 6, p. 322.

20 que se abstenham [da contaminação dos ídolos, … das relações sexuais ilícitas, da carne de animais sufocados e do sangue]. Obedecer a estas quatro regras ajudaria gentios e judeus a manterem companheirismo. Duas observações são úteis aqui: 1) Estas proibições se baseiam nas leis que se aplicavam tanto a judeus quanto aos “estrangeiros que habitam entre vocês”, em Lv 17-18. O concílio de Jerusalém parece adotar este modelo do AT, argumentando que obedecer a estas regras ajudaria não-judeus a viver e adorar sem ofender a seus vizinhos judeus. 2) Todos estes quatro itens listados estavam associados a templos pagãos. A abstenção destes quatro itens – e se afastar de templos pagãos – tornaria óbvio que os cristãos gentios haviam deixado a idolatria para adorar o único e verdadeiro Deus. Andrews Study Bible.

22 Toda a igreja. Isto mostra a importância da participação dos membros da igreja nas decisões. Eles opinaram na escolha dos representantes enviados com a carta. Nos séculos seguintes, os leigos passariam a ser excluídos dos concílios oficiais. CBASD, vol. 6, p. 325.

Silas. Conhecido como Silvano nas cartas de Paulo, acompanhou Paulo em sua segunda viagem missionária (15:40 – 18:2) e foi apontado como coautor das cartas a Tessalônica (1Ts 1:1, 2; 2Ts 1:1). Andrews Study Bible.

28 não vos impor maior encargo. A circuncisão, a apresentação de sacrifício, os ritos de purificação e todos os atos formais que faziam parte da religião judaica ou que foram acrescentados a ela não seriam exigidos dos gentios batizados na igreja cristã. CBASD, vol. 6, p. 333.

29 Coisas sacrificadas a ídolos. Estas palavras dão uma definição mais precisa da advertência de Tiago contra as “contaminações dos ídolos”. CBASD, vol. 6, p. 327.

Destas coisas fareis bem se vos guardardes. Pode surgir a dúvida do porquê de o concílio de Jerusalém não ter especificado que todos os dez mandamentos eram obrigatórios. A resposta é que o concílio não tratava acerca do decálogo. A adoração a Deus, a observância do sábado, a honra aos pais, a permissão de que o próximo viva e desfrute a vida, a honestidade e o contentamento eram fatores tão elementares na vida moral básica do cristianismo que nem necessitariam ser mencionados. Estas não eram as questões que motivariam o concílio. Conforme já destacado, as proibições estavam ligadas a coisas relacionadas aos gentios, que, mesmo após a conversão, precisariam ser alvo de atenção, quer para evitar o pecado aberto, quer para se abster de práticas que traziam discórdias à igreja. Comer sangue ou carne cujo sangue não fora drenado implicava envolver-se em idolatria e fornicação, práticas comuns entre os gentios, nas quais se envolviam sem pensar no quanto eram prejudiciais para o corpo e a mente. Portanto, eles precisavam ser advertidos contra elas, a fim de se absterem. CBASD, vol. 6, p. 333, 334.

Ainda não era chegado o tempo para a proclamação do sentido pleno do ensino de Paulo (Gl 2:2). Ele aceitou a decisão do concílio como uma solução satisfatória do assunto debatido e nunca se referiu depois a suas exigências, nem mesmo ao falar sobre um dos pontos da decisão, isto é, o consumo de alimentos oferecidos a ídolos (1Co 8; 10). Na verdade, seu conselho em relação à comida não estava em total harmonia com a decisão do concílio, embora certamente não seja contrário a seu espírito e sua intenção. Paulo argumenta que não era necessariamente errado comer alimentos oferecidos a ídolos, pois os deuses que os ídolos representavam não existiam. Errado seria deixar de considerar a sensibilidade de outro cristão, que não comia tais coisas e se sentiria incomodado com o outro que o fazia. Tal instrução tenderia a evitar atritos desnecessários entre judeus e cristãos gentios em sua convivência social. Quando Paulo abordava a questão da impureza sexual, algo que ele fez diversas vezes, também não fazia referência ao concílio de Jerusalém, mas ao princípio bíblico básico no qual a decisão do concílio se baseou. Em outras palavras, ele lidou com o problema com base no fato de que o cristão pertence a Deus e todo seu ser se torna um templo habitado pelo Espírito Santo. Diante de tal presença divina, não deve existir a impureza. Logo, a importância do concílio não se faria sentir, em primeiro lugar nas consequências ligadas a suas proibições específicas. Em vez disso, a decisão foi significativa ao liberar a igreja cristã gentílica de ritos religiosos realizados como um fim em si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 334.

33 Em paz. Esta é a tradução da expressão de despedida comum em hebraico. Não significa que os homens receberam permissão para ir embora calados, mas que as orações da igreja para que tivessem paz os acompanhavam (comparar com Mc 5:34). CBASD, vol. 6, p. 328.

37 Queria. Evidências textuais (cf. p. xvi) favorecem a variante “estava determinado”. Sem dúvida, foi a ligação familiar de Barnabé com João Marcos que o fez querer levar o jovem novamente em uma viagem missionária, a fim de lhe dar a oportunidade de se redimir (ver Cl 4:10). Sem dúvida, ele reconhecia, ao contrário de Paulo, que as circunstâncias desculpavam, pelo menos parcialmente, a recuada anterior de João Marcos (ver com. de At 13:13). Paulo, o ávido e corajoso guerreiro de Cristo, entendia que quem agisse assim, nas palavras do próprio Senhor, não estaria “apto para o reino de Deus” (Lc 9:62) e precisaria de disciplina pelo menos por um período, a fim de se preparar melhor. CBASD, vol. 6, p. 328.

38 Não os acompanhando. Estas palavras sugerem que a queixa de Paulo contra Marcos era que, ao voltar para Jerusalém, ele deixara de cumprir sua parcela de responsabilidade na viagem. CBASD, vol. 6, p. 328.

39 Desavença. Do gr. parxusmos, “irritação”, “raiva aguda”. Deste termo vem a palavra portuguesa “paroxismo”, que significa o auge de uma crise ou de um sentimento. A amizade de longa data selada pelo auxílio que Barnabé dera a Paulo num momento crucial (ver com. de At 9:27) e a realização de uma grande obra em conjunto tornaram dolorosa a separação entre os dois. Esta é a última menção que Atos faz a Barnabé e Marcos. Para a igreja, o resultado foi a realização de duas viagens missionárias, em vez de uma só. Embora os apóstolos tenham diferido sobre quem estava apto a participar da obra, não havia divergência quanto ao trabalho a ser feito em prol do evangelho. Paulo cita o nome de Barnabé em suas epístolas (ICo 9:6; Gl 2:1, 9, 13; Cl 4:10). Ao escrever para os coríntios (ICo 9:6), Paulo afirma que o apóstolo Barnabé dava o mesmo exemplo nobre que ele, labutando com as próprias mãos, sem precisar de auxílio financeiro das igrejas. Em Colossenses 4:10, ele revela que voltou a receber João Marcos como companheiro na obra (Fm 24) e reconheceu que o jovem lhe era “útil para o ministério” (2Tm 4:11). Depois de trabalhar com Barnabé em Chipre, parece que Marcos retornou com Pedro e ficou com ele em Roma (IPe 5:13). Pode ter sido durante essa permanência em Roma que Marcos tenha voltado a trabalhar com Paulo. CBASD, vol. 6, p. 328, 329.

40 Paulo, tendo escolhido a Silas. Ver com. do v. 34. Isto revela o interesse de Silas pelo evangelismo entre os gentios. Ele era tão capacitado quanto Barnabé, pois tinha o dom de profecia. Podia então usar o título de apóstolo, no sentido mais amplo de “missionário”, pois foi enviado pela igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 330.

Compilação: Tatiana W / Jeferson Q



ATOS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de novembro de 2024, 0:45
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Quando Deus estabeleceu uma aliança com Abraão, instituiu um sinal físico que deveria ser seguido de geração em geração: “… todo macho entre vós será circuncidado” (Gn.17:10). Foi uma forma de Deus assinalar o Seu povo com uma marca distintiva. Esta questão foi tratada de forma acalorada na igreja primitiva, dada a multiplicação de novos conversos gentios, isto é, incircuncisos. Tal controvérsia precisava ser logo resolvida a fim de que não se tornasse motivo de divisão entre judeus e gentios.

Enviados a Jerusalém, Paulo e Barnabé relataram acerca da “conversão dos gentios”, causando “grande alegria a todos os irmãos” (v.3). Sendo bem recebidos por todos, uma reunião foi realizada junto com “os apóstolos e os presbíteros para examinar a questão” (v.6). Percebam que surgida a controvérsia, trataram logo de resolvê-la, a fim de chegar em comum acordo. Afinal de contas, era natural aos judeus conversos sustentar algumas de suas tradições, dada a importância da aliança e do que ela significava para o seu povo. Jesus mesmo foi circuncidado no oitavo dia após o Seu nascimento (Lc.2:21). O que eles precisavam compreender, no entanto, é que após a morte e ressurreição de Cristo, uma nova aliança foi estabelecida: “Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é Ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (Hb.8:6). Uma aliança renovada que inclui todos os povos, tribos, línguas e nações no “Israel de Deus” (Gl.6:16).

O apóstolo Pedro declarou: “E [Deus] não estabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração” (v.9). “Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram” (v.11). Qual foi o resultado de tais palavras, amados? O silêncio de toda a multidão, que parou para ouvir a Paulo e Barnabé sobre os muitos sinais e prodígios que “Deus fizera por meio deles entre os gentios” (v.12). A exposição seguinte de Tiago, utilizando uma aplicação profética do livro de Amós, foi decisiva para que chegassem à seguinte conclusão, parafraseando numa linguagem contemporânea: Não é conveniente impor aos gentios que “se convertem a Deus” (v.19) uma carga que nem os mais antigos conseguem carregar (v.10), mas orientá-los a fim de “que se abstenham” da idolatria, da imoralidade sexual e de alimentos imundos (v.20). No mais, o que eles tiverem de aprender, é ensinado na igreja “todos os sábados” (v.21).

Esta coerente e sábia decisão, orientada pelo Espírito Santo, foi escrita e enviada às igrejas através de Paulo e Barnabé, além de “Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens notáveis entre os irmãos” (v.22). Ou seja, a cúpula da igreja enviou homens cuja credibilidade era notável e cujo testemunho confirmava cada palavra daquela epístola. Não que fossem homens sem defeitos, mas que por palavra e por ação, revelavam a obra transformadora do Espírito Santo. Sempre zeloso em obras, Paulo não tolerou a ideia de ter em sua companhia alguém que já o havia deixado na mão. A insistência de Barnabé em dar uma segunda chance a João Marcos não agradou a Paulo, de tal modo “que vieram a separar-se” (v.39). Tal fato, porém, não atrapalhou a obra, mas a expandiu, formando mais uma dupla missionária.

Precisamos, hoje, ter a mesma coerência com a qual agiram os líderes da igreja primitiva. Assuntos conflitantes não devem ser estendidos em contendas e debates que, ao invés de somar para Deus, causam divisões desnecessárias. Jesus mesmo afirmou: “quem Comigo não ajunta espalha” (Lc.11:23). Notem que Paulo e Barnabé logo encontraram uma solução para que a obra de Deus continuasse avançando, e não ficaram trocando farpas entre si.

Portanto, “evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tt.3:9). Avança no sentido de apresentar a Jesus através de uma vida notoriamente guiada pelo Espírito Santo. “Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras” (Tg.3:13), “para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora” (Ef.3:10). Que as nossas palavras e ações sejam bênçãos aos nossos semelhantes, de forma que se alegrem “pelo conforto recebido” (v.31).

Pai querido, nós Te agradecemos pela sabedoria da Tua Palavra, que é a nossa fonte ilimitada de conhecimento e inteligência. É nela que encontramos o Teu amor escrito em linguagem humana. Temos uma verdade presente para pregar nesta última geração, por isso, enche-nos do Teu Espírito para que nossas palavras e ações revelem que andamos Contigo e que estamos a caminho da pátria celestial. Concede-nos um coração sensível às necessidades de nossos semelhantes e que saiba como agir com cada um e em cada situação. E que cada litígio no meio do Teu povo seja resolvido com prudência e com amor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo sábio e inteligente!

Rosana Garcia Barros

#Atos15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 15 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 15 – Ao escrever ao aristocrata Teófilo, o Dr. Lucas não explorou o ministério de todos os apóstolos da igreja originada com Cristo. Seu foco foi Pedro, um dos primeiros discípulos de Jesus que testemunhou diretamente Sua vida e ministério (Lucas 5:1-11), que era pescador de origem simples; e o outro foi Paulo, chamado após a ascensão de Cristo, numa experiência sobrenatural em Damasco (Atos 9:1-9), um fariseu instruído no judaísmo, conferindo-lhe grande conhecimento teológico e uma formação erudita.

Atos 1-12 focam na liderança de Pedro e na expansão do evangelho principalmente entre os judeus. Pedro assume um papel central em Jerusalém e na Palestina, pregando a judeus e aos samaritanos. Isso inclui eventos como o Pentecostes (Atos 2), a cura do coxo no templo (Atos 3), e o batismo de Cornélio, o primeiro gentio a converter-se ao cristianismo (Atos 10).

• Pedro era respeitado como uma figura de liderança entre os apóstolos, sendo um porta-voz importante nas primeiras decisões da igreja em Jerusalém (Atos 1:15-26; 15:6-11).

• Pedro experimentou prisões e perseguições com coragem – muitas vezes ao lado de outros apóstolos – confiando que Deus o livraria (Atos 4:1-21; 5:17-32).

A partir de Atos 13 o foco muda para o ministério de Paulo, especialmente entre os gentios. Paulo é enviado em sua primeira viagem missionária (Atos 13-14) e, a partir daí, passa a ser figura central na expansão do evangelho fora de Israel, incluindo Ásia Menor, Grécia e até Roma. A conferência em Jerusalém, do capítulo em pauta (Atos 15), é um marco de transição, onde se decide que os gentios não precisam seguir tradições cerimoniais judaicas para tornar-se cristãos – validando o ministério apostólico de Paulo.

• Paulo atuava como um plantador de igrejas e mentor. Além de evangelizar, ele cuidava das igrejas por meio de cartas e visitas, orientando-as doutrinariamente (Atos 15:36; 20:17-38).

• Paulo suportou perseguições físicas severas, como ser apedrejado e chicoteado, e expressou sua disposição de sofrer pelo evangelho (Atos 14:19; II Coríntios 11:16-33).

Mais do que apresentar Pedro e Paulo como líderes, a ênfase de Lucas é revelar a transição da liderança da igreja em Jerusalém para a missão entre os gentios.

Lucas compartilha a expansão do cristianismo para além das fronteiras judaicas. Portanto, o evangelho é global; devemos compartilhá-lo ao máximo.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.