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Texto bíblico: Romanos 3 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/3
Como adventistas, acreditamos que conhecemos toda a verdade. Muitas vezes, essa crença nos faz pensar que somos melhores do que os outros. Guardamos todos os 10 mandamentos, guardamos o sábado, comemos de forma saudável, não fumamos nem bebemos e vivemos uma vida moral. Não temos razões suficientes para nos considerarmos superiores aos outros? Paulo é inflexível: Absolutamente não! Certamente não! Ele nos lembra que somos todos pecadores necessitados da justiça de Deus. Somos pecadores por natureza, mesmo que não cometamos nada que possa se assemelhar ao pecado. Não podemos permanecer na presença de Deus, exceto… pela fé em Jesus. Ele apresenta Sua justiça ao Pai em nosso favor. O circuncidado precisa tanto de fé como o incircunciso.
Não há superioridade no que cremos ou no que fazemos. A superioridade está em Sua justiça. Não merecemos viver, pois por natureza desonramos a Deus. No entanto, Ele nos justifica porque nos ama. A salvação é para todos os que creem nele. Que Deus generoso, então ninguém pode se gabar. Tudo o que podemos fazer é viver nosso amor por Ele amando o que não é amável.
Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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868 palavras
1 Qual é … a vantagem do judeu? Uma vez que um gentio incircunciso que preenche os requisitos da lei é considerado como um circuncidado (Rm 2:26), qual é a vantagem de ser circuncidado? Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 542.
2 Oráculos. A primeira vantagem que os judeus desfrutavam era a revelação direta de Deus a respeito da vontade divina para o ser humano. Receber essa revelação era grande honra e privilégio e trazia consigo a obrigação correspondente de compartilhá-la com o mundo. CBASD, vol. 6, p. 542.
4 De maneira nenhuma! Do gr. me genoito, literalmente, “que não aconteça”. Paulo usa esta expressão 18 vezes, sempre pra indicar forte aversão. CBASD, vol. 6, p. 543.
5 Traz a lume. Esta palavra e suas formas afins são utilizadas no NT, com dois significados: (1) “ser louvado por vós”; e (2) “demonstrar”, “provar”. O sentido de “provar” pode se aplicar a esta passagem. Paulo se prepara para enfrentar a objeção de que, se o pecado tende apenas a louvar e demonstrar a justiça de Deus, por que seria punido? CBASD, vol. 6, p. 543.
7 Fica em relevo. A veracidade de Deus não pode ser aumentada, mas pode existir em maior abundância, para que Sua glória seja mais plenamente manifestada. CBASD, vol. 6, p. 544.
9 Temos nós qualquer vantagem? O restante do versículo deixa claro que, independentemente de vantagem ou desvantagem, judeus e gentios estão debaixo do pecado e necessitados de justificação. CBASD, vol. 6, p. 544.
13 Sepulcro aberto. Como a sepultura aberta em breve estará cheia de morte e corrupção, de igual modo, a garganta dos ímpios, aberta para o discurso, está cheia de falsidade, corrupção e morte. CBASD, vol. 6, p. 545.
19 Que se cale toda a boca. Diante das provas apresentadas, as pessoas não têm desculpa a oferecer (Sl 63:11). CBASD, vol. 6, p. 546.
20 Pelas obras da lei. Paulo afirma uma verdade geral que se aplica tanto aos gentios quanto aos judeus. Não há contradição entre a declaração em Romanos 2:13: “os praticam a lei hão de ser justificados” e esta passagem: “ninguém será justificado […] por obras da lei”. O último enfatiza o fato igualmente verdadeiro de que as boas obras de obediência nunca podem conquistar a salvação. Elas podem, na melhor das hipóteses, ser a evidência da fé pela qual a justificação é recebida. CBASD, vol. 6, p. 547.
21 A justiça de Deus. Em contraste com a pecaminosidade universal do ser humano e suas tentativas fúteis de obter justiça pelas obras da lei, Paulo passa a descrever a justiça de Deus, a qual Ele está pronto a conceder a todos os que têm fé em Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 548.
Pela lei e pelos profetas. Ou seja, as Escrituras do AT. Não há contradição entre o AT e o NT. Embora essa manifestação da justiça de Deus esteja á parte da lei, não está em oposição á lei e aos profetas. Ao contrário, esta prevista por eles (Jo 5:39). A lei cerimonial tinha como principal objetivo ensinar que os seres humanos podem ser justificados, não pela obediência á lei moral, mas pela fé na vinda do Redentor. CBASD, vol. 6, p. 548.
23 Todos pecaram. O pecado de Adão maculou a imagem divina no ser humano e desde a queda da humanidade, todos os descendentes de Adão continuaram a ser insuficientes e carentes da imagem e da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 549.
24 Sendo justificados. Visto que as pessoas não têm nada pelo que possam se reconciliar com Deus, a justificação deve vir como um dom gratuito. Somente quando, com toda a humildade, a pessoa está preparada para reconhecer que está destituída da glória de Deus e que nada tem em si mesma que a recomende a Ele, está habilitada pela fé a aceitar a justificação como um dom gratuito. CBASD, vol. 6, p. 550.
27 Onde, pois, a jactância? Uma vez que todos pecaram e não conseguiram estabelecer a própria justiça pelas obras da lei, e visto que todos são igualmente dependentes da graça de Deus para a justificação, todos os motivos para vanglória humana foram removidos. Isso se refere ás pretensões dos judeus, que se orgulhavam de seus privilégios (Rm 2:17, 23). CBASD, vol. 6, p. 556.
28 Justificado pela fé. A fé em Cristo envolve uma relação pessoal com o Redentor. Implica uma atitude de amor e gratidão para com o Salvador, em resposta ao Seu amor por nós, pecadores. CBASD, vol. 6, p. 556.
29 Somente dos judeus. Uma vez que a justificação é pela fé e não pelas obras da lei, está tão livremente disponível aos gentios, como aos judeus, que foram privilegiados com a lei escrita. A salvação é oferecida a gentios e judeus precisamente nos mesmos termos. Deus deu Seu Filho, pois amou “ao mundo” (Jo 3:16). CBASD, vol. 6, p. 557.
31 Confirmamos a lei. Paulo enfatiza o papel da lei como um princípio […]. Jesus veio a este mundo para engrandecer a lei (Is 42:21; Mt 5:17) e para revelar, por intermédio de Sua vida de perfeita obediência a ela, que os cristãos podem, por meio da graça capacitadora de Deus, prestar obediência á Sua lei.
É sobre essa questão da autoridade e da função da lei de Deus que se dará a batalha final no grande conflito entre Cristo e Satanás. O último grande engano que Satanás traz sobre o mundo é que não mais é necessário dar completa obediência a todos os preceitos da lei de Deus (Ap 12:17; 14:12). CBASD, vol. 6, p. 558.
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“Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (v.28).
Meus irmãos, estamos vivendo em dias solenes e decisivos. Nunca a lei de Deus foi tão espezinhada e Sua Palavra tão atacada. Ao mesmo tempo, nunca se ouviu falar tanto da necessidade de reavivamento e reforma no meio do povo de Deus. Mesmo sabendo que vivemos nos últimos dias desta terra de pecado, parece que os sentidos da grande maioria dos cristãos estão amortecidos. A cada novo acontecimento da natureza uma luz vermelha é acesa e as pessoas parecem manifestar maior interesse em Deus e no que dizem as profecias, ou em preocupar-se com as condições climáticas e o que dizem os cientistas. Há um clima de suspense e de medo em todo o planeta, despertado pela pandemia, pelas guerras e ameaças de guerras e pelos últimos acontecimentos. Não precisa, porém, ser assim conosco, dado o conhecimento profético que possuímos que, como o sonido de trombeta, nos diz: Cristo em breve voltará!
As considerações de Paulo a respeito da santa lei de Deus têm sido falsamente interpretadas por muitos, exatamente como nos advertiu o apóstolo Pedro: “[…] como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe.3:15-16). Aquele que foi escolhido para escrever a maior parte do Novo Testamento, de forma alguma colocaria em dúvida o caráter imutável de Deus. A lei dos dez mandamentos, bem como toda a Escritura, revelam o caráter divino que de maneira alguma pode ser mudado, como está escrito: “Porque Eu, o Senhor, não mudo” (Ml.3:6). Em Deus “não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tg.1:17).
É justamente agora que Deus requer de Seus filhos perfeita obediência, a mesma que conferiu aos antigos o título de heróis da fé. A perfeita obediência, no entanto, não se trata de justificação “por obras da lei” (v.20), mas da justificação “mediante a fé em Cristo Jesus” (v.22), que é aquela que transforma o desonesto em honesto (Lc.19:1-10); que muda um temperamento agressivo e vingativo em um trato amoroso e gentil (Mc.3:17; 1Jo.3:18); que purifica o que era impuro (Jo.8:11); que faz de uma vida sem esperança em uma vida que transmite esperança (Jo.4:15 e 39). É impossível experimentar a conversão sem arrependimento e desejo por mudança. E essa mudança envolve o abandono do pecado, que nada mais é do que “a transgressão da lei” (1Jo.3:4). A lei de Deus, portanto, é um espelho que reflete a nossa imperfeição e necessidade de um Redentor, pois “pela lei vem o pleno conhecimento do pecado” (v.3:20).
Cristo morreu como nosso substituto, sendo o único que cumpriu a lei de Deus com perfeição. Em aceitá-Lo como Senhor e Salvador de nossa vida, crendo em Seu perfeito sacrifício, somos cobertos por Sua justiça e passamos, pelo poder do Espírito Santo, a seguir “os Seus passos” (1Pe.2:21). No tempo final do grande conflito “foram confiados os oráculos de Deus” (v.2) aos adventistas do sétimo dia. Como último corpo de Cristo, é nosso dever proclamar a todos os cantos da Terra as três mensagens angélicas, pregando a Palavra, “quer seja oportuno, quer não”, corrigindo, repreendendo, exortando “com toda longanimidade e doutrina” (2Tm.3:2). Através do apóstolo Paulo, Jesus nos exorta a comunicarmos ao mundo que “é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7), que tem como base jurídica a lei dos Seus mandamentos (Leia Tiago.2:10-12).
Como cristã adventista do sétimo dia não posso calar tão urgente mensagem, amados. Muitos estão perecendo sem receber a alentadora e maravilhosa promessa: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3). Esta promessa e o evangelho em um único verso de João 3:16 deveriam sempre preceder o ensino profético. Porque toda a profecia aponta justamente para o amor de Deus, cuja lei bem o representa. Em face disso, podemos concluir como Paulo: “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (v.31).
Que a nossa vida, regida pelo Espírito de Deus, seja uma confirmação de Sua boa e santa lei, cujo cumprimento é o amor (Rm.13:10).
Pai de amor, nós Te louvamos porque, como diz a letra da canção: “A Tua lei é perfeita como Tu és perfeito, meu Deus! A Tua lei é santa e justa, pois Santo e Justo Tu és!”. Em guardá-la, há vida, santificação e bênção. Mas a genuína obediência provém da fé que atua pelo amor, uma fé que também é um dom do Teu Espírito. Por isso, Senhor, enche-nos do Espírito Santo e dá-nos poder para andarmos Contigo em obediência e fidelidade porque Te amamos. Cremos que assim seremos as Tuas testemunhas dando ao mundo o alto clamor para a volta de Jesus. Ajuda-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela fé em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Romanos3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 3 – Em Romanos o pecado é exposto em toda sua gravidade, mas a graça é revelada em toda sua glória.
Mais que um mero texto, Romanos 3 é o cerne do Evangelho. Aqui percebemos que Deus é ao mesmo tempo Juiz e justificador; justo em Seu caráter e misericordioso em Sua ação. Ninguém é inocente diante dEle: judeus, gentios, religiosos, moralistas – todos estão debaixo do pecado. Contudo, Deus não apenas declara a culpa humana, mas oferece uma solução que resgata os culpados e os transforma em justos.
Considere:
• A fidelidade de Deus é inabalável (Romanos 3:1-4): apesar da infidelidade humana, Deus permanece fiel e justo em Suas promessas.
• A justiça de Deus é justificada através de Seu juízo (Romanos 3:5-8): Deus é justo ao julgar o pecado; nossa injustiça destaca Sua glória sem anular Sua retidão.
• Todos estão sob o pecado (Romanos 3:9-18): Não há ninguém justo diante de Deus; todo ser humano está corrompido e distante da glória divina.
• A Lei revela o pecado, mas não justifica o pecador (Romanos 3:19-20): a função da Lei é trazer o conhecimento do pecado, não justificar o transgressor.
• A justiça de Deus é revelada pela fé em Cristo (Romanos 3:21-26): Deus oferece gratuitamente Sua justiça mediante a fé, justificando pecadores por meio de Jesus.
1. Deus ofereceu Jesus como sacrifício expiatório (propiciação) para satisfazer Sua justiça e desviar Sua ira contra o pecado.
2. Deus não puniu imediatamente os pecados passados, mostrando Sua paciência ao esperar o momento perfeito para manifestar Sua justiça por meio de Cristo.
3. Na cruz, Deus revelou que é justo – não ignorou o pecado – e, também justificador – declarando justo quem crê em Jesus.
• A salvação exclui qualquer glória humana (Romanos 3:27-28): a salvação é pela fé – não pelas obras –, eliminando, assim, qualquer mérito humano.
• Deus é Deus de todos (Romanos 3:29-31): a salvação está disponível tanto para judeus quanto para gentios, pois Deus é um só.
Ao refletir em Romanos 3, entendemos não apenas o peso da nossa condição, mas especialmente a grandeza da solução divina. Aqui compreendemos que a justiça de Deus se manifesta não para condenar, mas para salvar – um ato que transforma pecadores em filhos e declara justos aqueles que não têm justiça própria.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.