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Texto bíblico: ATOS 3 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/at/3
De paralítico e mendigo a testemunha fiel e exuberante, esse homem começou seu dia desesperado e necessitado, e terminou o mesmo dia andando, pulando e louvando a Deus. Enquanto outros foram orar no portão Formoso, o paralítico estava lá para pedir esmolas. Não só a cura física ocorreu, mas também a cura espiritual. Sem nem mesmo pedir, Deus o viu, conheceu seu coração de fé e lhe presenteou com o maior presente de todos.
Apesar dos relatos errôneos destinados a desacreditar os discípulos e esse milagre, a mensagem do evangelho continuou a ser pregada. O velho ditado, “nenhuma boa ação fica impune” vem à mente frequentemente ao estudar as escrituras.
Quando imploramos a Deus todas as manhãs e fazemos nossos pedidos conhecidos a Ele, damos crédito a Ele por bênçãos inesperadas?
Tiago 1:17: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”.
Vamos lembrar de agradecer a Ele diariamente por Suas bênçãos inesperadas e perfeitas, mesmo em meio a provações e decepções. Lembre-se hoje de contar a pelo menos uma pessoa o que Ele fez.
Karen Lewis
Estrategista Missionária. Celebration Seventh-day Adventist Church, Flórida, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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455 palavras
1 Oração da hora nona. Por volta das três da tarde. Esta era a hora do sacrifício da tarde. Era conhecida como hora de oração e hora do incenso. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 143.
3 Iam entrar no templo. Como os apóstolos estavam prestes a entrar no templo a fim de adorar, o coxo concluiu que eram homens piedosos, de quem ele poderia esperar uma esmola. CBASD, vol. 6, p. 144.
4 Olha para nós. Pedro não pretendia que o coxo considerasse que eles tinham poder em si mesmos para curá-lo. Mas tentaram concentrar neles a atenção do homem a fim de direcioná-la a Cristo. CBASD, vol. 6, p. 144.
6 Em nome. O nome de Jesus Cristo, o Salvador ungido, contém a descrição da personalidade e do caráter de seu portador divino. A invocação reverente de Seu nome resultou numa demonstração de poder. CBASD, vol. 6, p. 145.
7 E […] o levantou. O gesto de Pedro foi um auxílio à fé iniciante do coxo. CBASD, vol. 6, p. 145.
10 Reconheceram. As pessoas reconheceram que o homem era mesmo coxo, não um simulante. Viram que estava curado. Puderam vê-lo entrar no templo, saltando e alegrando-se por sua saúde e louvando a Deus. CBASD, vol. 6, p. 146.
13 A quem vós traístes. Ou, “entregastes”. Pedro é franco e ousado ao colocar a culpa pela morte de Jesus sobre os judeus, como os apóstolos passaram a fazer desta ocasião em diante. CBASD, vol. 6, p. 147.
14 Pedistes […] um homicida. Isto é, Barrabás (Mc 15:7). CBASD, vol. 6, p. 147.
17 Por ignorância. A ignorância é perigosa tanto no âmbito espiritual quanto em outros contextos. As pessoas podem pecar por ignorância, como neste exemplo, mas a ignorância não justifica o pecado. CBASD, vol. 6, p. 148.
21 Desde a antiguidade. Estas palavras abrangem as muitas promessas imutáveis dos profetas que despertaram a esperança do povo de Deus ao longo das eras. CBASD, vol. 6, p. 151.
25 Os filhos dos profetas. Os profetas foram enviados especialmente aos israelitas. CBASD, vol. 6, p. 152.
26 Primeiramente a vós outros. Esta primazia dos judeus em relação ao evangelho é digna de nota. Pedro ainda não conhecia as condições da pregação do evangelho aos gentios, mas indica que a mensagem deveria ser pregada primeiramente aos judeus. CBASD, vol. 6, p. 152.
Para vos abençoar. A bênção mencionada aqui sucede a ressurreição e envolve o poder de Cristo que capacita o ser humano a deixar o pecado e seguir a nova vida que se encontra nEle. CBASD, vol. 6, p. 152.
Cada um se aparte. O sentido desta passagem é dúbio. Pode-se dizer que Jesus aparta os seres humanos da iniquidade ou que Ele os abençoa quando se afastam do mal. Em certo sentido, ambos são verdadeiros. As bênçãos da salvação só podem ser recebidas mediante o poder restaurador do Espírito Santo. Segue-se o necessário afastamento do pecado, com arrependimento e conversão. CBASD, vol. 6, p. 152.
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“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (v.19).
Em determinado momento de Seu ministério terrestre, Jesus enviou Seus discípulos, de dois em dois, instruindo-os acerca de como deveriam proceder e do que deveriam realizar. Esta experiência os preparou para o que estava por vir. Pedro e João formaram a primeira dupla missionária da igreja primitiva. Aquele a quem Pedro antes desdenhou, tornou-se seu companheiro de jornada. As diferenças foram acertadas e ambos foram divinamente “cheios do Espírito Santo” (At.2:4). Capacitados para uma obra ilimitada cujos desígnios eram mais altos do que pudessem imaginar, esses discípulos eram assíduos frequentadores das reuniões de oração (v.1).
Cientes e experimentados da importância da oração, “subiam ao templo” (v.1) para orar, quando avistaram uma cena que, diz a Bíblia, se repetia por praticamente quarenta anos (At.4:22): “Um homem, coxo de nascença”, sendo colocado em uma das portas do templo “para pedir esmolas aos que entravam” (v.2). Aqueles que testemunharam durante três anos e meio os inúmeros milagres realizados por Jesus e Sua simpatia e misericórdia para com os desfavorecidos, não poderiam agir diferente. Como ministro investido pelo poder do Espírito Santo, com o coração tomado de compaixão, disse Pedro ao homem: “Olha para nós” (v.4).
Imagino que aquele homem já tinha ouvido falar de Jesus e, pelo tempo em que ali esmolava, Jesus poderia ter cruzado o seu caminho e ter-lhe curado. Mas foi para aquele tempo que sua cura deveria manifestar-se para a glória de Deus. Ao fitar os olhos naqueles dois discípulos, não imaginava que aquele seria o último dia em que precisaria erguer a cabeça para olhar nos olhos de alguém. E quando Pedro deu a voz de ordem: “em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” (v.6), o Céu aprovou o mandado, porque de lá procedeu e, imediatamente, aquele homem “de um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus” (v.8).
Assediados pelo povo, que se encheu “de admiração e assombro” (v.10) pelo ocorrido, Pedro viu nova oportunidade de falar-lhes sobre Jesus. Jesus Cristo era o centro de toda a pregação dos apóstolos e tudo o que realizavam o faziam em nome dEle; cumprindo-se, assim, o que Ele prometeu: “E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo.14:13). Pedro logo tratou de esclarecer o que havia acontecido, de que não foi por obra humana a realização daquele milagre, mas “pela fé em o nome de Jesus, é que esse mesmo nome fortaleceu” aquele homem (v.16).
Notem que a Bíblia relata que somente Pedro dirigiu a palavra. Em nenhum momento declara que João falou algo. Isso nos revela outra importante lição. Os dons do Espírito são diferentes, mas podem ser perfeitamente combinados. Pedro, incontestavelmente possuía o dom da oratória, mas quando vamos às cartas de João, ao livro do Apocalipse e ao próprio evangelho de João, que acabamos de estudar, percebemos que a sua personalidade pacífica e mansa lhe rendeu a maior longevidade dentre os discípulos e o privilégio de ver o seu Senhor em glória, sendo eleito para escrever a “revelação de Jesus Cristo” (Ap.1:1): “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Ap.21:5).
“Para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar” (At.2:39), há uma obra específica, um chamado diferente; há nem que seja um dom espiritual a fim de que, como instrumento, cada qual seja habilitado como bom soldado de Cristo. Porque “os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo” (1Co.12:4). Seja esta a nossa constante oração diante do Senhor: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8). Então, faremos parte do último exército de Deus, que marcha para o lar celeste, cheios do Espírito Santo.
Santo Deus, os Teus discípulos foram forjados na oração, tanto pública como particular. Foi pela oração perseverante que receberam a promessa do Consolador. Foi pela oração que suas diferenças foram dissipadas. Era pela oração diária que a comunicação do Espírito Santo lhes revelava o próximo passo a ser dado. Senhor, Jesus nos deixou exemplo na oração. Em Sua intimidade podia passar a noite toda orando. Mas Suas orações públicas eram breves e objetivas. Portanto, já temos o exemplo perfeito de como orar. Basta colocarmos em prática. Não sejam nossas orações como ruídos aos Teus ouvidos. Tem misericórdia de nós e ajuda-nos, Pai! Pois queremos ser Teus atalaias nestes últimos dias. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, missionários de Cristo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Atos3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ATOS 3 – Comenta-se que, no século 13, Tomás de Aquino visitou o papa Inocêncio III; o qual estava cercado por cofres e moedas, contando grandes somas de dinheiro com um sorriso de satisfação no rosto.
Ao notar a presença do teólogo, o papa ergueu os olhos e, com certo orgulho, declarou: “Veja, Tomás! Hoje, a Igreja não precisa mais dizer: ‘Não temos prata nem ouro!’ Mas, sem hesitar, Aquino, com olhar firme e voz grave, respondeu: ‘É verdade! Porém, a Igreja também não pode mais dizer: ‘Em nome de Jesus, o Nazareno, levanta-te e anda!’”.
Enquanto o papa celebrava a abundância de riquezas como sinal de poder e conquista, Tomás denunciava a perda do verdadeiro poder da Igreja – o poder espiritual de transformar vida e restaurar pessoas miraculosamente. Nesse momento, o brilho do ouro se apagou diante do vazio espiritual que ele expôs: Do que realmente vale a riqueza, se o aspecto espiritual está enfraquecido?
Nesta direção, atribui-se a A. W. Tozer a intrigante frase: “Se Deus tirasse o Espírito Santo deste mundo, boa parte daquilo que a Igreja está fazendo prosseguiria como se nada tivesse acontecido e ninguém notaria a diferença”.
Não era assim nos primórdios da Igreja. A igreja primitiva estava longe de ser perfeita, mas dependia do poder divino para avançar em meio a uma “geração corrompida” (Atos 2:40).
Atos 3 oferece-nos um cenário poderoso sobre o que significa depender do poder do Espírito Santo em invés de confiar em riquezas e aparências. Pedro e João, sem ouro e prata, demonstraram que a Igreja não precisa de recursos materiais para impactar vidas, mas sim do poder espiritual, da presença de Deus por meio do Espírito Santo.
O paralítico no caminho para o templo, representa a humanidade em sua fragilidade, necessitando de auxílio. Esperava, no máximo, uma doação monetária. Contudo, Pedro, cheio do poder espiritual, respondeu de uma forma que desafia nosso entendimento: “Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande”. O que de fato aconteceu (Atos 3:1-10).
Esse milagre abriu porta de vários corações para a proclamação do Cristo que sofreu para vencer por nós e prover meios para nossa restauração (Atos 3:11-26).
Precisamos reavivarmo-nos… O que você acha? – Heber Toth Armí.