Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 6 by Luís Uehara
2 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/6

Depois de ser rejeitado em Sua cidade natal, Cristo reuniu seus discípulos e enviou-lhes a pregar de dois em dois nas cidades vizinhas dando-lhes poder para curar enfermos, expulsar demônios e ressuscitar os mortos. Como Rei do Universo Ele tem autoridade absoluta sobre o diabo. O Senhor está disposto a conceder-lhe o mesmo poder concedido aos discípulos a fim de que você seja vitorioso contra o mal.

Ao pressionar seu rosto contra as barras frias, João pediu a seus discípulos para encontrarem Jesus e Lhe perguntarem: “Você é quem deveria vir ou procuramos outro?” Como Jesus respondeu? Não houve nenhuma rejeição dura, mas um lembrete gentil: “Vá e conte a João de novo as coisas que você está ouvindo e vendo: os cegos recebem a vista, e os coxos andam; os leprosos são limpos e os surdos ouvem; Os mortos são ressuscitados e o evangelho é pregado aos pobres”.

Caro leitor, tenha fé em Jesus. Ele tem autoridade divina e poder onipotente para fazê-lo atravessar as tempestades e provações desta vida!

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2024, 0:50
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458 palavras

1. Sua Terra. Depois de deixar Nazaré para assumir o ministério, Jesus não voltou ali até iniciar o ministério pela Galileia. O tempo decorrido foi de cerca de 18 meses … , provavelmente do outono de 27 d.C. até a primavera de 29 d.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 668.

2. Que sabedoria é esta … ? … a sabedoria infinita da inteligência, do entendimento e da sabedoria de Jesus … era muito evidente; na verdade, foi isso que os perturbou. CBASD , vol. 5, p. 668.

5. Nenhum milagre. Jesus deixou de fazer milagres ali não por falta de poder, mas devido à incredulidade das pessoas envolvidas. CBASD , vol. 5, p. 669.

14. Chegou isto aos ouvidos. Os relatos chegaram a Herodes de todas as regiões revelando uma rápida expansão do evangelho. Antes Jesus pode ter sido considerado pelas autoridades como apenas um pregador itinerante e isolado … então se tornou evidente que Ele representava um movimento bem maior. Herodes não podia mais ignorá-Lo. CBASD , vol. 5, p. 669.

22. Filha de Herodias. Marcos enfatiza aqui o fato de que Herodias mandou a própria filha dançar, em vez de uma dançarina profissional. Mesmo para os padrões da corte de Herodes, nenhuma jovem  mulher respeitável teria empreendido uma dança voluptuosa [sensual] como essa. De qualquer ponto de vista, essa ação ultrapassou os limites da decência. Salomé nada mais era do que um fantoche no esquema de sua mãe para matar João. CBASD , vol. 5, p. 671.

23. E jurou-lhe. Herodes estava fora de si diante da honra sem precedentes de ter uma nobre princesa dançando para o prazer dele e dos convidados. CBASD , vol. 5, p. 671.

37. Dai-lhes vós mesmo de comer. Em grego, o pronome “vós” é enfático, como se Jesus dissesse: “Dai vós de comer a eles.” Todas as ordens de Deus contém o poder necessário para executá-las. CBASD , vol. 5, p. 673.

39. Relva verde. Esta informação é registrada apenas por Marcos. Devido ao fato de as chuvas serem escassas na Palestina, de maio a setembro … , a grama estaria verde somente no inverno ou na primavera [novembro a abril, aprox.]. Isto ocorreu, então, apenas poucos dias antes da Páscoa de 30 d.C., e a grama, portanto, estaria na sua melhor forma (ver Jo 6:4).  CBASD , vol. 5, p. 674.

42. E se fartaram. O pão multiplicado milagrosamente, evidenciado a autenticidade do milagre, foi distribuído a cada pessoa da vasta multidão, não em quantidade pequena, mas o suficiente para satisfazer o apetite. Esta abundância comprovou o poder ilimitado de Jesus. Somente quando as necessidades de todos foram plenamente resolvidas, o fornecimento foi interrompido. … A abundância testificou a respeito dos recursos infinitos de Deus e de Sua capacidade de prover “infinitamente mais que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3:20).  CBASD , vol. 5, p. 675.

52. Não haviam compreendido. Sua atenção não estava no milagre que tinham acabado de presenciar, mas na própria desilusão [dos discípulos] por Jesus não se permitir ser coroado rei.  CBASD , vol. 5, p. 676.



MARCOS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de setembro de 2024, 0:45
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Durante trinta anos, Jesus havia convivido com a humanidade, vendo suas mazelas e andando com pecadores. Destes trinta anos, pouco mais de vinte viveu em Nazaré. Antes de dar início ao Seu ministério público, o Seu caráter santo e irrepreensível se destacava entre seus irmãos e no meio de Seu povo. Suas palavras eram suaves e cheias de fidelidade, e ainda assim, possuíam uma solenidade incomparável. Suas atitudes eram revestidas de amor e de compaixão. Mas, de qualquer forma, à vista dos Seus, Ele não passava de um bom homem que havia crescido entre eles. Diante da incredulidade de corações que não aceitaram olhar para Jesus com os olhos da fé, Sua missão foi incompreendida e Sua natureza divina rejeitada.

Ao transmitir as instruções aos doze discípulos, Cristo os advertiu acerca das dificuldades que certamente haveriam de passar. Munidos apenas de um bordão e da roupa do corpo, as primeiras duplas missionárias foram enviadas para sentir na pele as bênçãos e os desafios do trabalho missionário. Com certeza, após este período de árduo serviço e do duro golpe da notícia sobre a morte de João Batista, o coração dos apóstolos foi fortemente atribulado. Tomados pela exaustão, foram surpreendidos pelas consoladoras palavras: “Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto” (v.31). Jesus valorizou a necessidade humana do descanso. Em linguagem contemporânea, poderíamos dizer que Jesus nos convida a termos os nossos momentos “off-line” com Ele. Momentos de estar a sós com Cristo para recarregarmos as nossas “baterias”.

Contudo, muito além do cansaço físico e emocional, estava a compaixão por aqueles pelos quais tornou-Se servo. Não tendo “tempo nem para comer” (v.31), Jesus e os doze apóstolos encontravam, em cada parada, uma grande multidão de ovelhas feridas, desgarradas e necessitadas do alimento físico, emocional e espiritual. Mas ao pedir aos discípulos para alimentar as multidões, Cristo não os desafiou a fazer, por seus próprios esforços, que “cinco pães e dois peixes” (v.38) fossem alimento suficiente para todos, e sim que aquela pequena porção fosse entregue em Suas mãos. A parte que coube aos discípulos foi a de distribuir, de repartir. Ali, Jesus ensinou outra importante lição ao Seu grupo apostólico e para todos nós: o pouco do homem que é dedicado a Deus em benefício do próximo, torna-se em montante suficiente para quem o recebe e em lucro para quem o dá. Afinal, todos “comeram e se fartaram; e ainda recolheram doze cestos cheios” (v.42-43).

A descrença no poder de Deus e a falta de conhecimento a Seu respeito resultam em rejeição. Herodes, por exemplo, sabia que João não era uma pessoa comum, mas o reconhecia como um “homem justo e santo” (v.20). As palavras do pregador itinerante lhe deixavam perplexo, a ponto de escutá-lo “de boa mente” (v.20). Mas a atitude de Herodes não passou de admiração e perplexidade. Permitindo ser governado por seus próprios impulsos, fez um juramento que lhe roubou a paz. Quantos há que, da mesma forma, têm ouvido as verdades da Palavra de Deus com a mesma animosidade, mas que, por não tomarem uma firme decisão, cambaleiam “como ovelhas que não têm pastor” (v.34) para um abismo sem volta. Jesus não pode fazer milagre onde existe resistência. Quantas vezes não tentamos conduzir a nossa vida lutando por conta própria contra os ventos desta vida, enquanto Jesus está bem à nossa frente, a nos dizer: “Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais!” (v.50).

Até mesmo os discípulos estavam vulneráveis a endurecer o coração (v.52). Ninguém está imune, amados. Mas o Maravilhoso Conselheiro nos ensinou a receita contra esta enfermidade cardíaca espiritual: servir uns aos outros. Ao enviar os discípulos para ensinar, ao proporcionar-lhes a obra de distribuir o alimento à multidão, ao compelir-lhes “a embarcar” (v.45) e permitir que compartilhassem daqueles momentos de turbulência, Jesus estava lhes ensinando a sábia lição do serviço altruísta. Afinal de contas, Ele mesmo afirmou: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).

Que as Escrituras não sejam em nossa vida motivo de perplexidade ou apenas de admiração, e sim a Palavra de Deus viva que continue nos conduzindo ao pleno conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo e a uma vida de discipulado com Ele, por meio de Seu Espírito.

Nosso Deus e Pai, quanto necessitamos da mente de Cristo! Quanto necessitamos ser cheios do Teu Espírito Santo! Dá-nos amor uns pelos outros, Senhor! Um amor não fingido, não maculado pelo orgulho, inveja ou cobiça. Um amor que perdoe e que tenha a inconfundível assinatura do Céu. Que o mundo veja Cristo em nós, Seu amor, Sua graça, Sua verdade, Sua paz! Oh, Pai de misericórdia, preenche cada espaço de nosso coração com o Teu sublime amor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Marcos6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 6 – A sequência inicial de eventos deste capítulo evidencia que, embora o Reino de Deus avance, frequentemente enfrenta oposição e rejeição, tanto pela familiaridade que obscurece a fé quanto pelo poder político que resiste à verdade.

Os eventos descritos em Nazaré (Marcos 6:1-6), o envio dos doze discípulos em missão (Marcos 6:7-13) e a execução de João Batista (Marcos 6:14-29) estão interligados por um tema central: A reação humana à revelação divina:

• A incredulidade em Nazaré destaca a dificuldade de aceitar Deus encarnado em contextos familiares, onde expectativas humanas limitam a percepção do sobrenatural. O Messias é visto meramente como “o carpinteiro”; essa visão limitada impediu os milagres que poderiam ser realizados. Além disso, a rejeição de Jesus aponta para a tensão entre o conhecimento humano e a revelação divina, onde o preconceito e a familiaridade bloqueiam a fé.

• Logo após a rejeição em Nazaré, Jesus não ficou depressivo, Sua reação foi enviar os doze numa missão evangelística. Este ato contrasta a incredulidade dos conterrâneos com a missão de levar “Seu Reino” a outras localidades. Os discípulos, munidos de autoridade sobre espíritos imundos e instruídos a depender da providência divina, atuam como agentes da mensagem que Nazaré rejeitou. O envio dos doze é um movimento estratégico de expansão do evangelho, apesar da resistência humana encontrada – demonstrando que a incredulidade num lugar não impede a obra de Deus de avançar em outros.

• O relato da execução de João Batista conecta-se tematicamente com os eventos anteriores ao revelar a rejeição final e extrema da mensagem divina. Herodes, que ouviu João com temor, finalmente cedeu à pressão social e política, resultando no assassinato do profeta. A incredulidade dos habitantes de Nazaré estabelece o pano de fundo para a missão dos discípulos, que expandem o evangelho a novas localidades; e, a morte de João Batista revela as consequências da rejeição final da mensagem celestial.

Na sequência, a multiplicação dos pães e o fato de Jesus andar sobre as águas (Marcos 6:30-56) estão intimamente ligados aos temas anteriores. Esses eventos demonstram, em contraste com a incredulidade e oposição enfrentadas anteriormente, o poder e a compaixão de Jesus. Além disso, enfatiza a necessidade da verdadeira fé para compreender plenamente Sua identidade e missão no mundo.

Portanto, é imprescindível reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 5 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 5 by Luís Uehara
1 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/5

Quando Jesus se preparava para sair daquele lugar de barco, os dois ex-endemoniados quiseram ficar com Ele. Eles se sentiam seguros na Sua presença. Eles tentaram entrar no barco, mas Jesus disse: “Vá para casa, para a sua família e anuncie-lhes quanto o Senhor fez por você e como teve misericórdia de você” (verso 19 NVI).

Estes homens haviam conhecido Jesus por apenas algumas horas. Aparentemente, não sabiam sobre Ele muito que pudessem compartilhar. No entanto, quando contaram ao povo da região de Decápolis a sua experiência “todos ficavam admirados” (verso 20 NVI).

Enquanto testemunhamos a favor do nosso Senhor, devemos lembrar a lição ensinada pela experiência desses homens: “Podiam dizer o que sabiam; o que eles próprios tinham visto e ouvido, e experimentado do poder de Cristo. É o que a todo aquele cujo coração foi tocado pela graça de Deus, é dado fazer” (O Desejado de Todas as Nações, 236).

Jamais devemos pensar que não temos nada para compartilhar a respeito de Jesus. Deus precisa que digamos aos outros o que Jesus fez por nós, não importa o quão simples ou quão grande seja. Ao fazermos isso, Ele irá alcançá-los com o Seu amor.

David Smith
Pastor da Igreja da Universidade Collegedale
Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MARCOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2024, 0:50
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1154 palavras

1 terra dos gerasenos. O caráter gentílico da população se torna claro, uma vez que os judeus não criavam porcos, porque a lei mosaica os considerava animais impuros. Bíblia de Genebra.

7 Que tenho eu contigo […]? O desafio à autoridade de Jesus … realmente significava: “Que direito tens Tu de interferir em mim?”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 658.

Rogo-Te por Deus que não me atormentes! O demônio percebeu que seria castigado e usou a linguagem mais contundente que conhecia, embora seu apelo a Deus fosse estranhamente irônico. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 Legião. Jesus força o demônio a se desmascarar. Ele não é apenas um, mas muitos. Uma legião romana compunha-se de seis mil homens. Bíblia de Genebra.

Esta foi possivelmente a maior força demoníaca que Jesus encontrou e sobre a qual Ele demonstrou Sua autoridade. Este parece ser o objetivo de Marcos, porque ele concede muito espaço à história … Vemos que Jesus se encontrou com uma legião do exército de Satanás e não apenas demonstrou ter autoridade sobre eles, mas os colocou a correr. E mais, eles admitiram a divindade de Jesus quando disseram que Ele era o “Filho do Deus Altíssimo” (v. 7). Andrews Study Bible.

12 Manda-nos. O objetivo de Satanás era fazer com que o povo da região se voltasse contra o Salvador, dando a impressão de que Ele era responsável pela destruição de suas propriedades. CBASD, vol. 5, p. 559.

15 assentado. Em comparação com o seu violento comportamento anterior e com a recente destruição dos porcos, o homem “assentado, vestido, em perfeito juízo” expressa com eloquência a paz e a restauração vivificante, que provêm do poder de Deus (4.39; 9.26-27). Bíblia de Genebra.

vestido. O princípio conhecido como “a economia do milagre” indica que Deus em geral não opera milagres em que o resultado pode ser conseguido por meios naturais nem faz o que pode ser realizado através do esforço humano. Em harmonia com esse princípio, é improvável que as vestes do homem então usava tivessem sido providenciadas miraculosamente. É mais provável que os discípulos tivessem compartilhado roupas como o homem. CBASD, vol. 5, p. 660.

19 Vai para tua casa. Este homem se torna o primeiro missionário gentio. Bíblia de Genebra.

Anuncia-lhes. Entre gentios pagãos não havia necessidade de se guardar o segredo messiânico. … Todos os elementos da grande comissão missionária encontram-se neste versículo. (cf Mt 28.19ss). Bíblia Shedd.

20 Decápolis. Uma confederação de dez cidades gregas localizadas ao nordeste da Palestina, incluindo, nela, a própria Damasco. Bíblia Shedd.

21 a outra margem. Jesus voltou à margem oeste do lago, talvez a Cafarnaum. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 dirigentes da sinagoga (NVI). O dirigente da sinagoga era um leigo com responsabilidades administrativas, entre as quais zelar pelo patrimônio e supervisar o culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ainda que fosse um leigo, as responsabilidades de um chefe eram social e religiosamente importantes, incluindo não só a conservação do edifício, mas, também, a condução própria do serviço e a escolha das leituras da Torá. Bíblia de Genebra.

25 uma hemorragia. A condição da mulher era não só fisicamente debilitante, mas também a desqualificava tanto para o casamento (Lv 20.18) quanto para a vida religiosa em geral (Lv 15.25-33). Bíblia de Genebra.

Sua existência era deplorável porque as pessoas em geral a evitavam, visto que quem tivesse o mínimo contato com ela ficaria impuro (Lv 15.25-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 médicos. A mulher que gastou tudo o seu dinheiro inutilmente, é semelhante àqueles que procuram o alívio do pecado por meio de “boas ações” e de obediência a ritos religiosos, em vez de unicamente confiar em Cristo. Bíblia Shedd.

28-29 ficarei bemcurada (NKJV). A mesma palavra grega traduzida por “bem” e “curada” [sozo, cf. 6.13n] pode também ser traduzida por “salva”. Os milagres de cura de Jesus eram terapêuticos tanto física quanto espiritualmente. Andrews Study Bible.

30 poder. Dr dunamis, a palavra mais comum para designar “milagre” (cf 6.2). Bíblia Shedd.

Quem, está no feminino (no gr), indicando, assim, que Jesus na realidade, já sabia que pessoa O tocara. Bíblia Shedd.

32 olhava ao redor. Para uma mulher que tinha sido uma rejeitada social por tantos anos, a cura só se completa quando Jesus a identifica publicamente, elogiando sua fé, declarando a todos que ela está curada (v. 34) e purificada. Bíblia de Genebra.

34 curou. O grego significa literalmente “salvou”. Aqui estão em jogo a cura física (“fique livre do seu sofrimento”) e a salvação espiritual (“Vá em paz”). As duas são muitas vezes vistas juntas em Mc (v. 2.1-12; 3.1-6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Não temas. O tempo dos verbos significa: “Para de temer, continua crendo…” Bíblia Shedd.

38 pranteavam.Nas culturas do Oriente Médio, prantear era uma expressão habitual de luto e, às vezes, apelava-se para pranteadores profissionais. Bíblia de Genebra.

alvoroço. Mateus menciona os flautistas …, os quais ainda hoje comparecem aos funerais orientais e tocam suas tristes melodias, que eram e ainda são consideradas essenciais. O famoso rabi Judá indicou o dever de um israelita nestas palavras: “Mesmo o homem mais pobre em Israel [para o funeral de sua esposa] deve providenciar no mínimo duas flautas e uma pranteadora” (Mishnah Kethuboth, 4.4, ed. Soncino, Talmude, p. 266). CBASD, vol. 5, p. 664.

39 dorme. Nenhuma comparação é mais apropriada para a morte do que o sono, que muitas vezes significa libertação de cansaço, desapontamento e dor. … A metáfora confortadora em que o “sono” significa “morte” parece ter sido a maneira predileta de Cristo Se referir a essa experiência (ver com. de Jo 11:11-15). A morte é um sono, mas é um sono profundo do qual unicamente o grande doador da vida pode nos despertar, pois somente Ele tem as chaves da morte (ver Ap 1:18; cf Jo 3:16; Rm 6:23). CBASD, vol. 5, p. 664.

A filosofia grega de que quando alguém morre sua alma vai para o céu ou para o inferno e o corpo permanece na sepultura não tem suporte na Escritura. A morte é apenas um sono até que o Doador da vida ressuscite a pessoa toda, como Jesus ressuscitou a filha de Jairo. Andrews Study Bible.

40 riam-se. Do gr. katagelao, “escarnecer”. Foi mais do que um simples riso. Não é de admirar que Jesus os fez sair do quarto antes de despertar a menina do sono da morte. CBASD, vol. 5, p. 664.

mandado sair a todos. Jesus não está interessado num grande espetáculo. Bíblia de Genebra.

41 Talitá Cumi. O aramaico era a língua popular falada na Palestina. Marcos dá a tradução para outros termos aramaicos (3.17; 7.11, 34; 10.46; 14.36), de modo a tornar sua narrativa mais clara para os que não tinham familiaridade com essa língua. Bíblia de Genebra.

Talitá, lit, “cordeirinha”. Bíblia Shedd.

42 a menina se levantou. Este é o único caso de ressurreição relatado nos três evangelhos sinóticos. CBASD, vol. 5, p. 665.

43 não dissessem nada a ninguém. Na vizinhança da Galileia, Jesus muitas vezes advertia as pessoas por ele curadas de não espalharem a história do milagre. Sua grande popularidade junto com a oposição crescente dos líderes religiosos poderia precipitar uma crise antes de se completar o ministério de Jesus (v. 1.44; 5.19; 7.36; 8.26). Bíblia de Estudo NVI Vida.



MARCOS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de setembro de 2024, 0:45
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Creio que os mais lindos e significativos relatos dos evangelhos são aqueles em que pessoas têm uma experiência pessoal com Jesus. Cada um deles é singular e transmite o caráter amoroso de Deus e Seu desejo em curar e salvar. O que acho mais sublime, porém, é o fato de Jesus Se deslocar de um lugar para outro, deixando as multidões a fim de atender o público de uma só pessoa. O encontro de Jesus com o “homem possesso de espírito imundo” (v.2) explica o porquê a travessia até aquele lugar foi tão turbulenta. O temporal de vento açoitando o barco onde estava Jesus foi uma forma do inimigo impedir o que estava prestes a acontecer. Cristo ouviu o grito da alma daquele sofredor e Ele certamente chegaria “à outra margem do mar” (v.1) para resgatá-lo.

A libertação daquele homem, agora “assentado, vestido, em perfeito juízo” (v.15), tinha um propósito bem maior do que simplesmente livrar os gerasenos de um endemoninhado perigoso. Diante de tal acontecimento e do que aconteceu aos porcos, suplicaram para que Jesus “Se retirasse da terra deles” (v.17). Mas “o que fora endemoninhado” suplicava para “que o deixasse estar com Ele” (v.18). Sua missão, contudo, consistia em testemunhar onde Jesus havia sido rejeitado. Existem muitos lugares onde Jesus e Sua Palavra não são bem-vindos. Julgam a obra do Senhor como sendo um prejuízo enquanto o objetivo de Deus é lançar fora todas as porcarias que estejam domesticando. A começar por sua casa e por seus parentes, aquele homem que antes representava uma ameaça foi o instrumento divino para que Cristo pudesse voltar àquele lugar e ainda libertar a muitos outros prisioneiros de Satanás.

Sabem, amados, Jesus viajou de uma margem à outra, e de novo regressou, porque Ele conhecia exatamente o tempo do milagre acontecer e para quem seria o milagre. A rejeição dos gerasenos não O desanimou, porque Ele sabia que do outro lado da margem estava um pai aflito e uma mulher enferma que precisava tocar nas Suas vestes. E Ele também sabia que o trabalho missionário do ex-endemoninhado O faria retornar a Decápolis no tempo determinado. Cristo espera que a nossa experiência com Ele nos motive a proclamar tudo o que Ele tem feito por nós e como teve compaixão de nós. Que, constrangidos por Seu amor, não nos intimidemos ainda que todos O rejeitem (v.17) ou queiram nos desanimar a nEle crer (v.35). Jesus nos diz, hoje: “Não temas, crê somente” (v.36). Porque quando Ele está prestes a realizar o maior milagre de nossa vida, Ele manda sair de nossa presença todos os incrédulos e zombadores (v.40).

Como nunca antes, estamos vivendo no tempo de correr para dentro de nossas casas e circunvizinhanças anunciando tudo o que o Senhor fez por nós; de proclamar com grande voz as três mensagens angélicas com a poderosa coerência de um testemunho favorável à pregação do evangelho eterno, ou que mesmo sem falar, nossa vida seja uma testemunha ocular do amor e do poder de Deus. Por isso, devemos compreender a nossa missão e vivê-la conforme a ordem do Senhor: “Vai […] Anuncia-lhes […]” (v.19). Nos momentos finais do conflito entre o bem e o mal, quando a tempestade se aproxima, Jesus tem derramado o Seu “Espírito sobre toda a carne” (Jl.2:28), libertando, purificando e concedendo uma nova vida a todos aqueles que, presos pelos “grilhões e cadeias” (v.4) deste mundo tenebroso, estão aceitando o Seu convite de graça.

Você e eu fomos salvos por Cristo para sermos Suas testemunhas. A começar por nossa família, Ele está ansioso por cumprir a Sua Palavra: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). O encontro de Jesus comigo, e com você, já estava registrado nos anais do Céu. O Senhor do Universo aguarda apenas a nossa permissão: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Você já permitiu que Ele entre em sua vida e em sua casa? Ele está disposto a cruzar todas as camadas celestes e enfrentar a fúria do inimigo só para te encontrar e te dar uma nova vida. Não permita que o seu coração se feche para tão grande amor. Porque em meio de quase oito bilhões de pessoas, Ele vê você e deseja te dizer: “Filho(a), a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal” (v.34).

Paizinho amado, o Teu amor por nós se manifestou perfeitamente na pessoa do nosso Salvador. O Senhor enviou o Seu Filho para nos livrar do cativeiro do inimigo e fazer de nós Tuas testemunhas; testemunhas cujas vidas sejam uma revelação do Teu amor e do Teu poder. Senhor, pela fé, neste momento, estendemos nossas mãos para tocar nem que seja em Tuas vestes, para que o Teu poder nos envolva e nos capacite a declarar ao mundo “toda a verdade” (v.33). Toma-nos pela mão e revive e fortalece a nossa fé, pela maravilhosa obra do Espírito Santo em nossa vida. Que morra o nosso eu para que Cristo viva em nós! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos para salvar!

Rosana Garcia Barros

#Marcos5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 5 – Este capítulo vai além de milagres, revelando de forma contundente a autoridade suprema de Cristo sobre todas as esferas da existência humana: O mundo espiritual, a doença e a morte. Através dessas interações, Marcos oferece uma janela para a natureza de Cristo como Salvador, Rei e Deus encarnado.

Em Marcos 5, temos uma apresentação clara e vívida da natureza de Jesus. Ele é Senhor soberano sobre o mundo espiritual, Médico Divino que cura e restaura, e Conquistador da morte. Esses episódios não são meramente relatos miraculosos, são revelações da identidade de Jesus como Filho de Deus, que possui poder supremo e amor compassivo para salvar holisticamente ao pecador.

O encontro de Jesus com um homem possuído por uma legião de demônios na região dos gadarenos é uma cena vívida de demonstração de Seu poder e autoridade sobre o poderoso e real reino espiritual. A legião reconheceu imediatamente a superioridade de Jesus e implorou para serem enviados aos porcos. A súplica dos demônios revela a onipotência de Cristo e Sua natureza divina, pois até mesmo seres espirituais malignos reconheceram o poder que emana dEle (Marcos 5:1-20). O fato desses demônios pedirem permissão para entrar nos porcos e, posteriormente, a morte desses animais ao precipitarem-se ao mar, revela que Cristo tem controle absoluto sobre todas as coisas, incluindo o destino do reino satânico.

Embora Jesus seja o Soberano Deus do Universo, o relato destaca Sua sensibilidade e compaixão, ao curar de forma inusitada a mulher que O tocou com fé. A passagem ultrapassa a mera cura física; Jesus insiste em conhecer a identidade da mulher, permitindo-lhe um espaço de confissão e fé pública (Marcos 5:21-34).

O clímax do capítulo é a ressurreição da filha de Jairo, um líder da sinagoga (Marcos 5:35-43). Essa ressurreição aponta para algo maior: A vitória de Cristo sobre a morte através de Sua própria ressurreição!

Cristo não é apenas uma figura histórica ou meramente um Mestre moral. Ele é Deus encarnado, cuja natureza divina é manifestada em cada ação. Marcos 5 convida-nos a reconhecer essa verdade e a responder com fé Àquele que tem poder sobre todos os aspectos da vida e da morte, oferecendo-nos não apenas cura e libertação temporária, mas a promessa de vida eterna.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.