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Texto bíblico: LUCAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/12
“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” 1 Pedro 5:7
A Bíblia nos lembra de olhar para a natureza em busca de lições sobre como Deus provê e como podemos confiar nele para nos sustentar.
Os corvos podem não ser os pássaros mais lindos que Deus criou, mas são inteligentes e a Bíblia fala sobre eles onze vezes. Em Jó 38:41, o jovem corvo clama por comida e Deus ouve e provê. Lucas nos lembra que Deus alimenta os corvos e também cultiva os lírios.
Mesmo quando as tempestades da vida podem tentar nos derrubar, Deus é nosso protetor e escudo. Preocupar-se apenas fere nossos corpos e não glorifica a Deus. “Deixe tudo nas mãos que foram feridas por você.” Elisabeth Elliot.
Recentemente, aprendi sobre uma pequena lagarta chamada Lagarta Camuflada. Essa pequena criatura usa as flores das quais se alimenta para adornar sua espinha usando um tipo de cuspe. Quando muda para outra planta, ela troca a camuflagem das pétalas da flor para combinar com a nova flor. Este verme é um exemplo da obra de Deus e de Seu design meticuloso, mesmo em criaturas menores. Se Deus gasta tanto cuidado projetando um pequeno verme, por que eu deveria me preocupar com alguma coisa?
Cheri Holmes
Enfermeira registrada do pronto-socorro, Lynden, estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/12
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1237 palavras (com destaques em azul)
1 O tema do cap 12 de Lucas é a sinceridade e a devoção que caracterizariam o verdadeiro seguidor de Jesus, em contraste com a hipocrisia dos fariseus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 876.
Acautelai-vos. No incidente no lar do fariseu, os discípulos viram o fermento dos fariseus em ação (ver Lc 11.37-54). CBASD, vol. 5, p. 876.
fermento. A influência que corrompe. Bíblia Shedd.
5 temei. O temor reverente de Deus libera de todos os outros medos. Andrews Study Bible.
tem poder para lançar no inferno. Só Deus tem este poder. A palavra traduzida “inferno” aqui é Gehena, o lugar de punição final (e não Hades, que designa o lugar de todos os mortos). Gehena deriva-se de uma palavra hebraica que significa vale de Hinom, localizado fora de Jerusalém. Bíblia de Genebra.
6 pardais. Faziam parte da alimentação do pobre. Bíblia Shedd.
8 confessar. Literalmente, “concordar com” e “reconhecer”. CBASD, vol. 5, p. 876.
11, 12 não vos preocupeis. A melhor defesa é um coração dominado pelo Espírito Santo (cf 1 Pe 3.15). Bíblia Shedd.
13 um homem. Isto é, alguém da “multidão” (ver v. 1) que aguardava Cristo na rua, fora da casa do fariseu que o hospedava (ver Lc 11:37). Este homem que se dirigiu a Jesus tinha ouvido as acusações contra os escribas e fariseus (ver Lc 11:39-52; PJ, 253) e o conselho aos discípulos sobre o comparecimento diante de magistrados (ver Lc 12:11; cf PJ, 252). Ele concluiu que se Jesus falasse com seu irmão com a mesma autoridade, ele não se atreveria a fazer diferentemente do que Jesus ordenasse. Ele imaginou o evangelho do reino apenas como um meio de promover interesses egoístas (comparar com a atitude do mago Simão, em At 8:9-24). CBASD, vol. 5, p. 877.
ordena a meu irmão. Os dois irmãos eram ambiciosos; do contrário, haveria pouca possibilidade de briga entre eles. CBASD, vol. 5, p. 877.
A regra para a herança foi dada em Dt 21.17, e casos em disputa eram frequentemente resolvidos pelos rabinos. Este homem queria claramente uma decisão só a seu favor; ele não estava procurando um julgamento justo. Bíblia de Genebra.
14 juiz ou partidor. O reino que Jesus proclamou “não era deste mundo” (ver Jo 18:36). Ele não comissionou os discípulos como agentes de justiça social, importante como ela o seja, e em qualquer momento fez qualquer tentativa para agir judicialmente entre as pessoas (ver Jo 8:3-11). CBASD, vol. 5, p. 877.
15 avareza. A avareza pode ser definida como afeição indevida às coisas materiais. … A maior necessidade das pessoas não é de salário ou lucros maiores. Elas precisam de uma mudança de coração e mente que as levará a buscar primeiro o reino de Deus e Sua justiça, em plena confiança de que as necessidades da vida “serão acrescentadas” (ver com. de Mt 6:33). … O apego aos bens materiais é a raiz dos grande problemas do mundo. Ele está na base de grande parte das filosofias políticas e econômicas, sendo, assim, responsável pela maioria dos conflitos nacionais e de classes. A insatisfação com o que se possui gera o desejo de ter mais e conduz à exploração dos outros. Em vez disso, deve-se trabalhar honestamente. A avareza é a causa de muitos dos problemas mundiais insolúveis. CBASD, vol. 5, p. 877.
O tema de 12.13-34 é o contraste entre possuir e viver. … A única riqueza duradoura é possuir a Deus (v 21; Jo 17.3). Bíblia Shedd.
O pedido do homem foi induzido pelo mesmo espírito que leva empregadores a buscar mais rendimentos, a despeito dos meios pelos quais serão assegurados, e que leva trabalhadores a exigir salário crescente à revelia da contribuição deles para a produção da riqueza e da capacidade do empregador para pagá-los. … Jesus exortou a ver as coisas materiais na perspectiva correta e a subordiná-las às coisas de valor eterno (ver com. de Mt 6:24-34; Jo 6:27). Contrariamente à opinião da maioria, ter mais “coisas” não traz necessariamente mais felicidade. a felicidade depende não de “coisas”, mas da realização pessoal que inclui a relação com Deus (ver com. de Ec 2.1-11). CBASD, vol. 5, p. 877, 878.
16 uma parábola. Esta parábola, relatada apenas por Lucas, ilustra o princípio do v. 15, de que as “coisas” materiais não são o objetivo final da vida” (ver também com. de Mt 19:16-22). CBASD, vol. 5, p. 878.
18 meu produto. Os pronomes possessivos revelam seu caráter: “meu frutos”, “meus celeiros”, “meus bens”, “minha alma” (cf Os 2:5). Os pensamentos dele eram todos sobre si mesmo. CBASD, vol. 5, p. 878.
19 alma. A palavra grega pneuma se refere à vida de uma pessoa como um todo (Pv 10:3; At 2:41), mas às vezes se refere especificamente com a vida interna e pensamentos de alguém (Lc 10.27). Andrews Study Bible.
descansa. Ele construiu uma fortuna e estava pronto para se aposentar. Então, se entregaria ao consumo das boas coisas da vida, sem pensar mais em produção. CBASD, vol. 5, p. 878.
20 Louco (ARA. NVI: Insensato). Aquele cujo coração não é grato a Deus se torna “nulo” em seus “raciocínios”, e o “coração insensato” será “obscurecido” (ver Rm 1:21). O que é sábio aos próprios olhos torna-se louco aos olhos de Deus (ver Rm 1:22). Se ele persiste em tal procedimento, finalmente rejeita a Deus e se entrega à busca da felicidade material e do prazer físico (ver Rm 1:23-32); torna-se mais amigo dos prazeres que amigo de Deus (2Tm 3:4). CBASD, vol. 5, p. 878.
22 Por isso. A seção seguinte ensina a maneira sábia de encarar a vida em contraste com a maneira louca da parábola anterior. Bíblia Shedd.
33 Vendei os vossos bens. Aquilo que for impedimento para buscar e adentrar o reino (cf Mc 10.21-27), quando investido no bem dos necessitados e na obra remidora de Deus, torna-se uma ajuda (1 Tm 6.9, 18). Bíblia Shedd.
Alguns dos seguidores de Jesus tinham, pelo menos, riquezas moderadas (10.38, Jo 19.27), e Ele não está exigindo que todos os Seus discípulos sejam pobres. Mas eles devem ser generosos e não colocar seus corações nas posses terrenas. Bíblia de Genebra.
34 tesouro. Não ouro e joias, mas almas redimidas e eternamente gratas. Bíblia Shedd.
35 cingido. Isto é, pronto para o serviço. Longa túnicas atrapalhavam os movimentos livres e eram mantidas acima dos joelhos com um cinto, quando necessário. Bíblia de Genebra.
Este versículo é um resumo da parábola das dez virgens. Bíblia Shedd.
37 há de cingir-Se. Esta é uma inversão de papéis, o senhor tomando o lugar do servo (cf 22.27). Bíblia de Genebra.
39 ladrão. Cf 21.34; 1 Ts 5.2; 2 Pe 3.10; Ap 3.3; 16.15. Vigiar significa guardar a fé e servir o Senhor. Bíblia Shedd.
50 batismo. Não o batismo de Jesus pelas mãos de João, que então já fazia mais de três anos, mas o “batismo” de Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 879.
Liturgicamente, o batismo veio a simbolizar um velho estilo de vida e inaugurar um novo estilo. Jesus aceitou Sua própria morte como o plano divino para trazer a salvação aos pecadores. Bíblia de Genebra.
estou angustiado até que ele se realize. Jesus desejava que a hora do sofrimento já estivesse no passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
54-56 O povo podia discernir que um vento ocidental (do Mediterrâneo) significava chuva e um vento sul (do deserto) significava calor. Mas não era capaz de discernir o que Deus estava fazendo no meio deles. Bíblia de Genebra.
… não sabiam reconhecer os sinais da crise espiritual, a vinda do Messias, a iminência de Sua morte, a confrontação futura com Roma e as consequências eternas que esses fatos teriam para a vida delas mesmas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
57-59 Em assuntos legais, qualquer um com um mau caso faz bem em obter um acordo extrajudicial, antes que o caso vá a julgamento. Os pecadores devem reconciliar-se com Deus agora, ou perecerão se esperarem até o Dia do Juízo. Bíblia de Genebra.
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“Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (v.40).
Antes de atender e acalmar as multidões que “se aglomeraram, a ponto de uns aos outros se atropelarem” (v.1), Jesus proferiu algumas advertências extremamente importantes aos Seus discípulos. Na primeira delas, Jesus Se referiu ao perigo de uma vida de hipocrisia. Na segunda, Ele reprovou a avareza. Na terceira, os advertiu contra o ansioso interesse pela vida. Na quarta advertência, os exortou à vigilância. E, por último, esclareceu perante os Seus deslumbrados seguidores que o Seu ministério terrestre não resultaria em paz, mas em divisão (v.51). Aos Seus amigos (v.4) Jesus deu a conhecer as mais ricas lições acerca do que deve ou não ocupar o coração dos que hão de herdar a salvação.
A hipocrisia sem dúvida alguma é um dos piores estados de apostasia espiritual. O hipócrita não reconhece a sua necessidade de mudança. Para ele está tudo muito bom, “tendo forma de santidade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm.3:5). A hipocrisia é um veneno que mata aos poucos e que pode levar à morte espiritual. Mas, assim como Jesus amava aqueles escribas e fariseus hipócritas, um dia esse mesmo amor me alcançou. Fui alcançada por um Deus que me despertou para a minha necessidade de desintoxicar a minha alma. Estava morrendo sem nem mesmo me dar conta disso. Não fui eu que O procurei, Ele me achou. A minha parte foi apenas a de reconhecer a minha condição e me render diante do único e verdadeiro Deus capaz de me salvar de mim mesma. O desejo do Senhor não é o de revelar os nossos pecados no dia do juízo, mas de fazê-lo agora, enquanto ainda podemos desfrutar deste “tempo da oportunidade” (2Co.6:2).
A avareza, dentre tantas coisas, também tem sido um dos piores pecados. Na verdade, é a avareza fruto do egoísmo que, por sua vez, é o estopim ou o ponto de largada para todos os demais pecados. Não foi sem razão que Paulo destacou o egoísmo em primeiro lugar, quando afirmou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas” (2Tm.3:1 e 2). E depois do egoísmo, lá se vai uma lista terrível do estado do homem sem Deus. Jesus não afirmou que é pecado possuir riquezas, e sim que o pecado está em fazer uso delas apenas para benefício próprio. Isso é tão sério, que o apóstolo Paulo declarou que “o amor do dinheiro é raiz de todos os males” (1Tm.6:10).
O ansioso interesse pelas coisas desta vida, portanto, não deixa de ser um mal proveniente do amor ao dinheiro. E em uma época onde o consumismo tem sido o slogan do século, a advertência de Cristo sobre a preocupação quanto às necessidades básicas da vida é extremamente oportuna. O mundo segue em um ritmo frenético, tornando a vida um fardo pesado demais para carregar. E o resultado disto tem sido uma sociedade sobrecarregada de doenças emocionais das mais diversas.
A pergunta de Jesus a cada um de nós continua sendo a mesma: “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (v.25). Você deseja experimentar a verdadeira paz? Então siga este conselho: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp.4:6). Jesus não desmereceu o trabalho, mas o colocou no seu devido lugar. Ele deve ser para enobrecimento e sustento e não para esgotamento e ansiedade.
Como filhos do Reino, Jesus nos chama a assumir a postura de servos vigilantes. Como vimos, a nossa maior vigilância diz respeito a nós mesmos. Ellen White escreveu: “A fim de preparar um povo para estar em pé no dia de Deus, deveria realizar-se uma grande obra de reforma. Deus viu que muitos dentre Seu povo professo não estavam edificando para a eternidade, e em Sua misericórdia estava prestes a enviar uma mensagem de advertência a fim de despertá-los de seu torpor e levá-los a preparar-se para a vinda de Jesus” (O Grande Conflito, CPB, p.310).
O recado do profeta Jeremias nunca foi tão oportuno como para a nossa geração: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Alinhada à voz do anjo em Ap.18:4, esta mensagem é individual e é urgente. Logo, o Dia do Senhor arderá como fornalha e nada haverá “oculto que não venha a ser conhecido” (v.2). Cada um prestará contas da própria vida e “bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes […] Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar” (v.37 e 38). Entesouremos, pois, “tesouro inextinguível nos céus” (v.33) e muito em breve Jesus nos “confiará todos os Seus bens” (v.44).
Pai amado, queremos estar prontos quando Jesus voltar. E a preparação inclui uma vida completamente restaurada e dependente de Ti. Que sejamos semelhantes a homens e mulheres que esperam pelo seu senhor, como servos diligentes, vigilantes e prudentes. Então, Senhor, quer Cristo volte na segunda ou na terceira vigília, que Ele nos encontre como Seus mordomos fiéis, que souberam discernir o tempo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mordomos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Lucas12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 12 – Jesus não aceita falsos discípulos, portanto é necessário tomar cuidado com influências e ensinamentos que nos afastam do ideal divino:
• O falso discípulo tem vida dupla e não se importa com a hipocrisia de sua vida; apresenta uma aparência de piedade, mas seu interior está corrompido (Lucas 12:1-3).
• O falso discípulo tem mais medo dos homens que de Deus, teme àqueles que matam o corpo, mas não teme Aquele que julga holisticamente visando salvar aos íntegros (Lucas 12:4-7).
• O falso discípulo se envergonha de confessar a Cristo publicamente, pois teme as consequências sociais e culturais (Lucas 12:8-9).
• O falso discípulo resiste ao Espírito Santo, até ao ponto de blasfemar contra Sua pessoa. Jesus afirma que este pecado é imperdoável, pois o Espírito deve atuar através do cristão (Lucas 12:10-12).
• O falso discípulo coloca sua segurança e confiança nas posses materiais, vivendo para os bens deste mundo em vez de buscar o Reino de Deus. Ele não é mordomo, não reconhece a soberania de Deus sobre sua vida e recursos, como Jesus explica na parábola do rico insensato (Lucas 12:13-21).
• O falso discípulo vive dominado pela ansiedade e pelo desejo de garantir seu bem-estar físico, em vez de confiar na provisão do Deus soberano. Discípulos assim são ateus práticos, vivem como se a vida se resumisse ao que possuem e ao que podem adquirir aqui e agora (Lucas 12:22-34).
• O falso discípulo não vive em expectativa da vinda de Cristo, e isso se reflete em sua conduta negligente e falta de compromisso com Deus, com o povo de Deus e com a missão de expandir o Reino de Deus; ele, mesmo conhecendo a verdade, opta por viver em negligência espiritual (Lucas 12:35-48).
• O falso discípulo é insensível ao propósito redentor de Cristo e ao chamado arrependimento e à transformação. O tal rejeita o sacrifício de Cristo e a purificação que Ele deseja operar através da santificação. Pela cegueira espiritual, revela incapacidade de discernir os sinais (Lucas 12:49-50).
O verdadeiro discípulo não é hipócrita, teme mais a Deus que aos homens, não se envergonha de Cristo, não resiste à obra do Espírito Santo, não é materialista, nem ansioso pelo futuro ou cego espiritualmente. O discípulo assim está preparado para a vinda de Cristo!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.