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Texto bíblico: LUCAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/9
De que equipamento você precisa antes de sair de casa em uma missão de vários dias nas cidades vizinhas? Quando Jesus enviou os Doze (em Lucas 9) e os 70 (em Lucas 10), Ele os enviou com equipamento mínimo. Ele os proibiu de levar dinheiro, roupas extras ou mochilas.
Como era de se esperar, eles voltaram no final de sua missão com coragem e entusiasmo pelo que Deus havia providenciado para eles.
Mas vários meses depois, Jesus os lembrou de como Ele os havia enviado sem provisões. “Quando eu os enviei sem bolsa, saco de viagem ou sandálias, faltou-lhes alguma coisa?” Lucas 10:35. Eles responderam: “Não, não nos faltou nada.”
Então Jesus deu um de Seus comandos mais fora do comum. Ele pediu que comprassem uma espada, mesmo que tivessem que vender provisões pessoais para financiar a compra.
Por quê?
Aprendemos, comparando os evangelhos, que Jesus estava lhes dizendo que eles, todos eles, estavam prestes a negá-lo.
Então, Jesus estava dizendo: “Quando você estava a meu serviço, cuidei de você completamente. Mas hoje à noite você está deixando Meu serviço. Cuide bem de si mesmo.”
E ainda é verdade hoje. Um homem serve que a si próprio precisa tomar cuidado. Um homem a serviço de Deus tem um poderoso apoio.
Eugene Prewitt
Diretor de escolas de treinamento missionário na janela 10/40
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1046 palavras
3 não levem nada. Nenhum excesso de bagagem que dificultasse a viagem, nem sequer as provisões usuais. Deviam depender das pessoas na casa de quem se hospedassem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nem alforje. Uma espécie de bolsa em que o viajante leva seus pertences e provisões de viagem. Bíblia de Genebra.
4 fiquem ali. Não deviam mudar de casa, procurando alojamentos melhores, mas usar uma única casa como centro de operações enquanto pregavam em determinada comunidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 sacudi o pó dos vossos pés. Um ato simbólico praticado pelos judeus religiosos ao retornarem à Palestina, que aqui indica relações cortadas, responsabilidade cessada, e um apelo seríssimo ao arrependimento. Bíblia Shedd.
9 E se esforçava por vê-Lo. Literalmente, “procurava vê-Lo”. Era mais que um desejo, por parte de Herodes; ele realmente procurava uma oportunidade adequada para ter uma entrevista com Jesus sem, como ele pressentia, comprometer sua dignidade como rei … No entanto, como Nicodemos (ver DTN, 168), Herodes entendia que seria humilhante a alguém de sua posição ir a Jesus abertamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 853.
O desejo de Herodes de ver a Jesus só se cumpriu no julgamento de Jesus (23.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
retirou-se … para Betsaida, para descansar (Mc 6.31) e sair do território de Herodes. Esse ministérios de ensino e milagres (v. 11) só resultou em condenação (cf “Ai”, 10.13). Bíblia Shedd.
12-17 O milagre da multiplicação dos pães é o clímax do ministério de Jesus na Galileia. Bíblia Shedd.
18 orando à parte. Lucas salienta a oração de Cristo antes do Batismo, da escolha dos Doze, da confissão de Pedro, da transfiguração e da traição. Bíblia Shedd.
Quem as multidões dizem que Eu sou? O relato trazido pelos discípulos foi igual ao que chegou até Herodes (cf. v. 7, 8). Esse fato se deu ao norte, fora do território de Herodes, nos arredores de Cesareia de Filipe (v. Mt 16.13 e Mc 7.24; notas). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Entre os v. 17 e 18 ocorre o que, algumas vezes, é descrito como a “grande omissão” de Lucas. Nestes versículos, Lucas omite tudo o que está registrado em Marcos 6:45 a 8:26; e João 6:25 a 7:1, isto é, Jesus caminhando sobre o lago, o sermão do Pão da Vida, as discussões com os fariseus, o retiro para a Fenícia, a cura do surdo-mudo, a alimentação das quatro mil pessoas e a cura do cego de Betsaida. Para equilibrar essa “grande omissão”, Lucas faz o que é chamado algumas vezes de a “grande inserção”, que consiste aqui dos eventos de Lucas 9:51 a 18:14. Quase nenhum deles ocorre nos outros evangelhos. CBASD, vol. 5, p. 853.
20 Cristo. É a tradução de Mashiah, “o ungido’, termo que inicialmente se referiu ao Sumo Sacerdote (Lv 4.5, LXX) e depois ao rei (cf 1Sm 2.10, 35; Sl 2.2;Dn 9.25), interpretado pelos judeus como o Salvador vindouro, o Messias. Bíblia Shedd.
22 sofra. O primeiro aviso aos discípulos de que o Messias seria diferente do Messias conquistador que eles tinham esperado. Andrews Study Bible.
23 Os discípulos provenientes da Galileia sabiam o que significava a cruz, visto que na região deles centenas de homens tinham sido mortos por esse método de execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 a aparência do Seu rosto Se transfigurou. Literalmente, “a aparência de Seu rosto tornou-se diferente”. CBASD, vol. 5, p. 853.
30 Moisés e Elias. Os dois representavam a Lei e os Profetas do AT; ambos haviam testemunhado de Cristo (e. g., Dt 18:15; Is 9:6; Lc 24:27). Andrews Study Bible.
37-43 A sequência da transfiguração e depois a cura do jovem, ensinam a necessidade do serviço suceder ao culto. Apenas a permanência no monte do êxtase, sem tentar melhorar a vida dos outros no vale, ou vice-versa, resultam na falta de poder. Bíblia Shedd.
38 único. Do gr monogenes (ver com. de Lc 7:12; 8:42; Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 854.
46, 47 o maior. Lucas contrasta o desejo dos discípulos de terem o melhor lugar com a preocupação de Jesus em favor dos outros. Bíblia de Genebra.
A grandeza no reino de Deus é o serviço humilde. Bíblia Shedd.
51 ao se completarem os dias. O ministério de Cristo rapidamente chegava ao final. A cruz estava, nesse momento, cerca de seis meses adiante. CBASD, vol. 5, p. 854.
assunto. Corresponde a “glorificado” em João (cf Jo 13.31), incluindo a paixão, a ressurreição e a ascensão. Bíblia Shedd.
ir para Jerusalém. Começa aqui a seção central de Lucas que conclui em 19.44 e concentra a atenção sobre o ensino de Jesus. Bíblia Shedd.
52 enviou mensageiros. Foram adiante para conseguir alojamento e sustento. Bíblia Shedd.
aldeia de samaritanos. A menor rota entre a Galileia e a Judeia passava através das montanhas da Samaria. … Com frequência, principalmente nas ocasiões de festas, quando multidões iam a Jerusalém, os judeus preferiam a rota mais longa através do vale do Jordão, para evitar contato com os samaritanos. No entanto, o próprio Jesus dedicou uma fatia do restante de Seu ministério à região de Samaria às quais os setenta foram enviados primeiro. CBASD, vol. 5, p. 855.
53 não O receberam. Eles recusaram a Jesus uma noite de hospedagem (DTN, 487). Havia um ódio atroz entre judeus e samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.
ia para Jerusalém. Passar por Samaria até a Judeia, como geralmente faziam os judeus da Galileia, com o objetivo de adorar a Deus em Jerusalém, indicava a inferioridade da religião samaritana e era, desta forma, tido como insulto pelos samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.
54 Tiago e João. Estes dois irmãos foram os mensageiros enviados adiante para fazer os arranjos (ver DTN, 487) e o áspero tratamento que receberam dos aldeões feriu seu coração. CBASD, vol. 5, p. 855.
55 repreendeu (cf v. 50). Cristo demonstrou o amor que pregou (Mt 5.44). Bíblia Shedd.
O espírito de vingança não é de Cristo. Qualquer tentativa para coagir os que agem de modo diferente a nossas ideias é evidência do espírito de Satanás, não de Cristo (ver DTN, 487). O espírito de preconceito e intolerância religiosa é ofensivo aos olhos de Deus, especialmente quando manifestado por aqueles que professam amá-Lo e servi-Lo. CBASD, vol. 5, p. 855, 856.
62 olha para trás. Devoção absoluta e integral é essencial no verdadeiro discipulado. Aquele que deseja realizar um trabalho digno para Deus deve fazer sua tarefa de todo o coração, com atenção ininterrupta. O provérbio do v. 62 já era conhecido havia séculos em várias regiões do antigo oriente Médio. Hesíodo, um poeta grego do 8º século a.C. escreveu: “Aquele que deseja arar sulcos retos não deve olhar ao redor” (Os Trabalhos e os Dias, ii.60). CBASD, vol. 5, p. 857.
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“Mas não O receberam, porque o aspecto dEle era de quem, decisivamente, ia para Jerusalém” (v.53).
A capacitação dos discípulos para a missão que abalou o mundo não foi um privilégio dado apenas a eles, mas eles foram as primícias da nova igreja de Deus, “anunciando o evangelho e efetuando curas por toda parte” (v.6). A fama de Jesus e de Seus feitos era o principal assunto que, a uns alegrava e a outros despertava o temor. Enquanto Herodes “se esforçava por vê-Lo” (v.9), o Salvador estava sempre acessível a todos que iam até Ele a fim de O ouvirem ou de serem por Ele curados. Ele alimentava as multidões famintas do pão do Céu e do pão físico, não fazendo diferença entre as pessoas.
Entretanto, Cristo deixou bem claro que o discipulado não é para todos. Todos são chamados, mas nem todos estão dispostos a renunciar a própria vida por amor a Cristo. A renúncia do eu requer a fé operante tanto de subir ao monte com Jesus “com o propósito de orar” (v.28), quanto de com Ele descer e enfrentar a fúria do inimigo. De todas as prerrogativas de um discípulo de Jesus, creio que a submissão seja a mais importante no sentido de cumprir a missão segundo a vontade de Deus. Como uma criança obediente a seu pai, Deus espera que, como Seus filhos, experimentemos “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade” dEle (Rm.12:2).
E, ao contrário do pensamento exclusivista dos discípulos, devemos ter em mente de que Deus também possui Seus instrumentos externos. Podem não ter o pleno conhecimento da verdade, mas estão usando a luz que possuem com a finalidade de libertar pessoas das cadeias do inimigo. A esses, no devido tempo, a luz de toda a verdade lhes será revelada pelo Espírito Santo e terão um papel fundamental no cumprimento profético dos últimos dias. Obra esta que já está sendo realizada. Suas vidas, unidas àquelas que já anunciavam toda a verdade, serão para o mundo um testemunho “de quem, decisivamente” (v.53), está indo para a Nova Jerusalém.
Seguir a Jesus significa negar a si mesmo e, a cada dia, tomar a sua cruz. Muitos têm declarado: “Seguir-te-ei para onde quer que fores” (v.57). Mas diante da primeira provação, declinam da missão. Outros, ainda que cientes de seu chamado, colocam outras prioridades à frente de ir e pregar “o reino de Deus” (v.60). E ainda outros até aceitam o chamado de Deus, desde que antes possam despedir-se de sua antiga vida. Certamente, Jesus deixou bem claro que segui-Lo é uma questão de escolha e que envolve vida ou morte, não apenas de quem é chamado, mas de todos os que podem ser alcançados em sua esfera de influência.
Enquanto muitos quando O viam corriam para perto dEle, muitos também rejeitavam a Jesus. Mas uma coisa era igual para ambos os grupos de pessoas: “o aspecto dEle” (v.53). Todos sabiam para onde Ele estava indo. Quando as pessoas olham para nós, elas sabem para onde estamos indo? A resposta negativa à nossa pregação não significa que falhamos no cumprimento da missão, mas que nem todos estão dispostos a seguir pelo mesmo caminho. Um verdadeiro discípulo de Jesus não é o mais dotado de dons e talentos, e sim aquele cujo amor do Céu resplandece na face, de forma que fique bem claro que ele aspira “a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).
Amados, o tempo é breve. Somos a geração privilegiada que está às vésperas do retorno do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Necessitamos de um reavivamento e reforma em nossa vida. Necessitamos do caráter de Jesus. Que pelo poder do Espírito Santo, sejamos verdadeiros discípulos de Cristo e que se cumpra em nossa vida a letra da canção: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Novo Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 390).
Querido Pai Celestial, o nosso eu precisa morrer para que Cristo viva em nós. Essa é a verdadeira obra de reavivamento e reforma que necessitamos: Cristo em nós, o Senhor, Justiça Nossa. Dá-nos a sabedoria do alto para que nossas palavras e ações, até mesmo o nosso semblante revelem ao mundo de forma muito clara de que não somos daqui, mas que estamos indo para Tua casa. E nesses dias finais, que esta intrépida resolução seja ainda mais evidente, na certeza de que Jesus em breve voltará. Usa-nos para a Tua glória e para o bem e salvação de nossos pequeninos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, discípulos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Lucas9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 9 – A Bíblia é um guia de vida, um manual de instrução ao cristão. Seu propósito é conduzir-nos à maturidade como discípulo do Mestre Salvador.
Em Lucas 9 encontramos um programa de discipulado que pode ser estruturado em etapas que cada pessoa deve seguir para crescer em sua jornada espiritual. Cada passo é fundamentado nos ensinamentos de Cristo e busca promover um entendimento prático e aplicável aos dias atuais:
• Passo 1: Respondendo ao chamado de Cristo: Jesus chama discípulos e os envia para pregar o Reino de Deus; hoje, precisamos reconhecer e aceitar o chamado de Jesus (Lucas 9:1-2).
• Passo 2: Dependência total de Deus: A instrução de Cristo aos discípulos de não levarem nada na jornada, ensina a necessidade de dependerem tudo de Deus. Desenvolver confiança inabalável em Deus para prover todas as coisas é essencial para a maturidade espiritual (Lucas 9:3-4).
• Passo 3: Proclamação do Reino e serviço: Seguir a Jesus implica promover e proclamar Seu reino em nossa esfera de influência. É imprescindível ao discípulo atualmente atuar ativamente na missão cristã, seja evangelizando, servindo a igreja, ou ajudando aos necessitados – refletindo o amor de Cristo através de ações concretas (Lucas 9:5-17).
• Passo 4: Intimidade com Deus: Jesus Se retira com os discípulos para um lugar tranquilo, para mostrar que a intimidade com Deus é essencial para um discípulo (Lucas 9:18)
• Passo 5: Compreender a identidade de Jesus: Jesus pergunta aos discípulos quem Ele é, levando-os a uma revelação profunda de Sua identidade. Atualmente, estudar e entender a natureza e a obra de Jesus é tão importante quanto foi antigamente. Precisamos desenvolver uma convicção pessoal de quem Cristo é, fundamentando a fé na revelação bíblica (Lucas 9:18-22).
• Passo 6: Tomar a cruz: Jesus instrui Seus discípulos sobre a necessidade de negar a si mesmo e tomar a cruz diariamente. Isso requer prática da autonegação, colocando os interesses do Reino Divino acima dos interesses pessoais; significa dispor-se a sofrer por Cristo, ciente que a verdadeira vida é encontrada na entrega a Deus (Lucas 9:23-56).
• Passo 7: Priorizar o Reino de Deus: Para o discípulo de Cristo, o reino de Deus precisa estar acima de todas as outras preocupações; significa deixar para trás qualquer coisa que impeça segui-lO plenamente (Lucas 9:57-62).
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.