Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 1 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 1 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 1 by Luís Uehara
28 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/1

Você já pegou seu telefone ao sair de casa e percebeu que esqueceu de carregá-lo na noite anterior? Você verifica a bateria e ela está com 2%.

O que isso tem a ver com nossa vida espiritual? Voltemos a aproximadamente 2.000 anos atrás:

O livro de Marcos começa com um estrondo. No primeiro capítulo, Jesus é batizado, passa um tempo no deserto, chama seus discípulos e começa a virar o mundo de cabeça para baixo — curando os intocáveis, expulsando espíritos imundos e chamando as pessoas ao arrependimento.

Há um versículo poderoso que é fácil de ignorar, mas importante demais para ignorar:

Marcos 1:35 – “De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando.”

Jesus estava ocupado! Todos os dias, Ele pregava, curava e interagia com pessoas de todas as esferas da vida. No final do dia, Ele provavelmente estava exausto e dormia profundamente. No entanto, Ele ainda se levantava cedo e ia para um lugar tranquilo para orar.

Assim como nossos telefones precisam de carregamento regular para continuar funcionando, nossa conexão espiritual com Deus precisa de tempo consistente gasto em oração para permanecer forte. Vamos nos comprometer a reservar esse tempo todas as manhãs, a partir de amanhã.

Lisa Ward
Country Life SDA Church Clerk, Cleburne, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MARCOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2024, 0:50
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597 palavras

1 Evangelho. No grego mais antigo significa “um galardão oferecido para se levar as boas novas”. Depois o termo foi usado como as próprias “boas novas”. Aqui se refere ao anúncio das boas novas por Jesus Cristo e também ao conteúdo desse evangelho trazido por Cristo. Bíblia Shedd.

As boas novas são que Deus providenciou a salvação mediante a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Princípio indica a introdução ao evangelho, da proclamação de João Batista. É muito provável que Marcos tenha sido o primeiro evangelho a ser composto e serviu de base aos evangelhos de Mateus e Lucas, sendo os três, conhecidos como os “Sinóticos” (termo originário de uma palavra grega que significa “ver de um ponto de vista”. Bíblia Shedd.

3 do Senhor. Fica claro, no contexto, que o Jeová do AT é identificado com Jesus Cristo no NT (cf Rm 10.13). Bíblia Shedd.

4 João. Forma simplificada de Johanen (“dom de Jeová”). Era parente de Jesus, uma vez que suas mães eram primas (cf Lc 1.36). Bíblia Shedd.

7 correias. O calçado em realidade eram sandálias que protegiam a sola dos pés. … Os cordões, ou “correias” prendiam as sandálias aos pés. CBASD – Comentário Bíblico Adventistas do Sétimo Dia, vol. 5, p. 615.

12 Logo. Característica inconfundível do estilo de Marcos é o uso (umas 47 vezes) de uma palavra grega traduzida de várias maneiras: “Logo”, “imediatamente”, “justamente naquela hora”, “rapidamente”, “em seguida”, “então”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 o tempo está cumprido. O anúncio de Jesus de que “o tempo está cumprido” se referia à profecia das 70 semanas em Daniel 9:24 a 27, próximo ao fim do qual “o Ungido, o Príncipe” “fará firme aliança com muitos” e “será morto”. CBASD, vol. 5, p. 616.

o reino de Deus está proximo (“está à mão”, NKJV).  O tempo do verbo em grego usado neste verso enfatiza o fato de que o reino, significando a presença real de Deus, havia chegado no ministério de Jesus. Andrews Study Bible.

17-18 A vocação do evangelista implica: 1) No discipulado (“vinde após mim”); 2) Em ser treinado por Cristo (“Eu vos farei”); 3) Esforço de ganhar homens (pescar); 4) Pôr os interesses seculares em segundo plano (“deixaram … as redes”). Bíblia Shedd.

21 sinagoga. Durante o cativeiro babilônico, os judeus instituíram a sinagoga como o centro do judaísmo na comunidade local. Andrews Study Bible.

A sinagoga podia ser estabelecida em qualquer cidade em que houvesse pelo menos dez homens judeus casados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 escribas. Os intérpretes autorizados das tradições orais e das leis bíblicas. Eram mais advogados do que secretários. Andrews Study Bible.

25 Cala-te. Esta forte expressão dá ênfase ao poder de Jesus para estabelecer o seu reino em face da presença do mal. Bíblia de Genebra.

29 casa de Simão. Segundo uma tradição muito antiga, Marcos nos fornece um relatório da pregação e memórias de Pedro. Bíblia Shedd.

32 o povo levou. Esperaram até acabar o sábado (depois do pôr-do-sol) para carregar peso (v. Jr 17.22, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

35, 36 madrugada … procuravam-no Simão. Pedro, evidentemente, acha que “ação” é mais importante que a meditação e oração. Muitos, hoje, infelizmente seguem esta linha de pensamento. Bíblia Shedd.

40 lepra. Não necessariamente a hanseníase moderna; a palavra se aplicava a uma variedade de desordens da pele. Andrews Study Bible.

43 veemente. Uma palavra muito forte (cf Jo 11.33, 38), frisando a importância de guardar o segredo sobre Sua pessoa e missão messiânica até após a ressurreição (cf Jo 6.15). Bíblia Shedd.

… Ele não queria criar a reputação de ser tão somente um operador de milagres. Os evangelhos deixam claro que Ele considerava os milagres como secundários. CBASD, vol. 5, p. 623.

Leia mais sobre o Evangelho de Marcos em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/30/o-livro-de-marcos/



MARCOS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de agosto de 2024, 0:45
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O evangelho segundo Marcos, atribuído a um possível seguidor de Jesus, é introduzido pela percepção do autor: “Jesus Cristo, Filho de Deus”. A vida e ministério de Cristo são relatados por Marcos explorando as emoções e reações dAquele que possuía a filiação divina. Desde João Batista, o evangelista deixou escrito detalhes que nos ajudam a montar o “quebra-cabeça” dos evangelhos a fim de que tenhamos um quadro límpido e vívido da vida terrestre do Filho de Deus. Primeiro, “apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.4). A obra do Batista foi um preâmbulo da nova aliança, tornando o batismo o símbolo do primeiro passo do homem na direção de Cristo: o arrependimento.

O batismo nas águas, contudo, precisa ser confirmado a cada dia pelo batismo “com o Espírito Santo” (v.8). Jesus foi ungido pelo Espírito em Seu batismo, aceito pelo Pai e levado ao deserto onde foi “tentado por Satanás” (v.13). Muitos passam pelas águas batismais dispostos a receber o Espírito Santo e serem aceitos pelo Pai, mas não estão dispostos a enfrentar o deserto. Na primeira dificuldade, logo se escandalizam, perdendo o privilégio de, mesmo entre “as feras”, serem servidos e cuidados pelos anjos (v.13). Foi após o deserto que Jesus partiu “para a Galileia, pregando o evangelho de Deus” (v.14). E o fundamento de Sua pregação está em Suas primeiras palavras: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (v.15).

A vida de abnegação de Cristo nos diz que as dificuldades têm mais a nos ensinar do que a tranquilidade. Deus não tem prazer em ver o sofrimento de Seus filhos, mas é na escola do sofrimento que nossa vida se liga à vida do nosso Salvador. A experiência do endemoninhado, da sogra de Pedro, do leproso e de tantos outros que foram curados foi o que os ligou a Jesus e lhes deu uma nova percepção de quem de fato Deus é. Porque Satanás vem para “matar, roubar e destruir”, mas Jesus vem até nós para nos dar vida em abundância (Jo.10:10), e nos reconciliar com o Pai (Rm.5:10). E quando essa mudança acontece em nossa vida, ela se torna gradual e constante, de forma que, em Cristo, nos tornamos novas criaturas e Seus embaixadores, “como se Deus exortasse por nosso intermédio” (2Co.5:20).

Mas enquanto os próprios demônios “sabiam quem Ele era” (v.34), aqueles que foram criados no princípio à Sua imagem e semelhança (Gn.1:26), tinham dúvidas quanto à natureza de Jesus. “Maravilhavam-se da Sua doutrina” (v.22) e todos O buscavam (v.37) a fim de serem atendidas as suas necessidades físicas e espirituais, mas poucos foram os que deixaram tudo “e O seguiram” (v.18). Da mesma forma, Satanás tem agido hoje com grande ira, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Ou seja, até os demônios sabem que se aproxima o tempo da segunda visitação de Cristo. Como Seu último povo, o Senhor nos apela através do apóstolo Paulo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

A ira do inimigo se avoluma contra um pequeno povo que ousa conhecer as profecias e buscar o único conhecimento que ele não mais pode ter: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Um povo que tem buscado a devida preparação à semelhança do leproso: “Se quiseres, podes purificar-me” (v.40); que veem em Jesus, em Seu sangue remidor e purificador, em Sua graça e poder, a Fonte do conhecimento que purifica e que salva da lepra do pecado. Portanto, apenas declarar conhecê-Lo não é suficiente, amados, pois isto até os demônios fazem (v.24). Conhecer a Deus, consiste em um relacionamento pessoal com Ele, como Jesus nos deixou o exemplo: “Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava” (v.35).

Pela experiência de uma vida de comunhão, para Marcos Jesus era o Filho de Deus. Quem é Jesus para você? Marcos nos deixou o legado de sua experiência em um livro de registros sagrados. Deus deseja que sejamos Sua carta, “conhecida e lida por todos os homens” (2Co.3:2). Que o nosso testemunho aponte para Jesus pela clara evidência de uma vida coerente com nossa pregação. E ainda que por vezes venhamos a falhar, lembremos dos pescadores rudes que Jesus chamou como discípulos, nos mostrando que a nossa parte é confiar e permitir que Ele nos purifique e nos salve, “porque todas as nossas obras [Ele as faz] por nós” (Is.26:12).

Pai Bondoso, Tu enviaste Teu Filho ao mundo para nos salvar e nos revelar o Teu caráter. Opera em nosso coração a mudança de que tanto necessitamos, para que o Teu caráter em nós nos santifique em tudo. Não queremos simplesmente saber quem Tu és, mas ter o conhecimento que salva, um relacionamento pessoal e crescente Contigo. Batiza-nos com Teu Espírito hoje, e cada dia até aquele grande Dia. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados por Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Marcos1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2024, 0:40
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MARCOS 1 – Marcos não apresenta a genealogia de Jesus. Ele também não trata da infância de Jesus, nem do que Ele fez até os 30 anos. Aborda rapidamente sobre Seu batismo (Marcos 1:9-11), cita brevemente que esteve no deserto por “quarenta dias, sendo tentado por Satanás”, com “animais selvagens, e os anjos O serviam” (Marcos 1:12-13).

A pressa de Marcos é revelar que, em Jesus “o tempo é chegado” (Marcos 1:14-15). Antes, já havia apresentado o cumprimento profético de Isaías ao destacar João Batista e Sua missão de preparar o caminho para o cumprimento da vinda do Messias (Marcos 1:1-8).

Deus enviou Seu Filho ao mundo no tempo certo (Gálatas 4:4). Assim, Cristo iniciou Seu ministério afirmando que “o tempo é chegado” e, “o Reino de Deus está próximo” (Marcos 1:15), indicando que Sua missão seguia um plano profético detalhado:

• Mais de cinco séculos antes, Daniel havia profetizado o tempo exato do início do ministério de Cristo. Durante o cativeiro dos judeus na Babilônia, Deus informou Daniel que Ele havia designado um período probatório de setenta semanas à nação judaica e Jerusalém, durante o qual deveriam preparar-se para a vinda do Messias, culminando na expiação da “transgressão” e trazendo a “justiça eterna” (Daniel 9:24). Após a sexagésima-nona semana, o Messias seria morto, uma referência à Sua morte vicária, e isso ocorreria no meio da septuagésima semana, cessando os sacrifícios (Daniel 9:26-27).

• As setenta semanas – ou 490 dias proféticos – representam 490 anos literais (Números 14:34; Ezequiel 4:6). Daniel afirmou que esse período começaria com o decreto para restaurar Jerusalém, emitido no sétimo ano de Artaxerxes, rei da Pérsia, no ano 457 a.C. (Esdras 7:8, 12-26; 9:9). 483 anos após o decreto, no outono de 27 d.C., Jesus foi batizado e iniciou Seu ministério. Esse cumprimento profético demonstra a precisão divina.

• Durante Seu batismo, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo e reconhecido como o “Messias” ou “Cristo”, e Sua declaração “o tempo é chegado” (Marcos 1:15), refere-se ao cumprimento do tempo profético previsto.

Para provar esta realidade, Jesus demonstrou Seu poder sobre as poderosas forças demoníacas e as doenças que afligem a humanidade (Marcos 1:21-45). Neste contexto, Ele chamou Seus primeiros discípulos (Marcos 1:16-20), e continua chamando-nos ainda hoje para largar tudo a fim de segui-lO! – Heber Toth Armí.