Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 26 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 26 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 26 by Luís Uehara
25 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/26

As tramas estavam se formando. A traição e o abandono em breve feririam o coração de Cristo. A graça personificada logo seria crucificada.

Entra em cena uma mulher cuja vida fora transformada pela graça. Ansiosa por expressar sua amorosa gratidão, ela esbanjou seu bem material mais precioso ao seu amado Salvador. O aroma do perfume permeou o ambiente, encantando o coração de Cristo e garantindo o seu lugar na história.

Aqueles que foram muito perdoados amam profunda e sinceramente. A graça libertou os seus corações e abriu portas para uma nova vida de abundância e alegria. Mas os legalistas perfeccionistas, que não sentem necessidade de transformação, permanecem friamente distantes da influência suavizante da graça.

Graça é sempre extremamente extravagante e imerecida. Depois de experimentarmos o seu poder libertador, estendemo-la a todos que encontramos, por mais indignos que sejam. Graça abraça; o legalismo condena. A graça ressuscita; o legalismo mata.

A graça lhe ofereceu uma segunda chance na vida? Se assim for, as suas palavras e ações serão perfumadas pela graça. Você emitirá o perfume do céu para todos aqueles que encontrar. Seu rosto irradiará amor, paz e alegria.

A graça é o aroma do céu. Use-a diariamente.
para sempre! Amém!

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



Mateus 26 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2024, 0:50
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1 todos estes ensinamentos. Ou seja, o discurso sobre os sinais da prometida segunda vinda, e as parábolas relatadas nos caps. 24 e 25. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 555.

3-5 Trata-se de uma reunião do Sinédrio (Supremo Tribunal dos judeus) na época da Páscoa. Bíblia Shedd.

3-15 O mais provável … é que os incidentes registrados nos v. 3 a 15 [O plano para tirar a vida de Jesus e a unção de Jesus em Betânia] tenham ocorrido na noite do sábado anterior. No entanto, Mateus os coloca aqui por causa de sua influência significativa na traição de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 555, 556.

5 para que não haja tumulto. Centenas de milhares de peregrinos judeus subiam a Jerusalém para a Páscoa, e os tumultos eram uma possibilidade real. Os líderes religiosos sabiam que muitas pessoas admiravam Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 indignaram-se os discípulos. João registra a objeção hipócrita de Judas (Jo 12.4-6) e Mateus indica que os outros concordaram com ele. Bíblia de Genebra.

14 EntãoJudas Iscariotes, indo ter. O sermão na sinagoga de Cafarnaum, cerca de um ano antes (Jo 6:22-65), tinha sido o ponto crucial na história de Judas (DTN, 719). Embora exteriormente ele tenha permanecido com os doze, em seu coração ele havia abandonado a Jesus. Aqui a exaltação por parte de Cristo do ato de devoção de Maria, no jantar de Simão, foi uma condenação indireta da atitude de Judas e o impulsionou à ação (DTN, 563, 564, 720). CBASD, vol. 5, p. 558.

15 eu vo-Lo entregarei. A oferta de Judas resolveu o dilema dos líderes em Jerusalém. Eles queriam silenciar Jesus, mas estavam paralisados pelo medo do povo (ver com. do v. 5). O problema deles era como levar Jesus em custódia sem provocar uma revolta popular em Seu favor. … Judas proveu o elo que faltava na trama sacerdotal para prender Jesus de forma conveniente (Mc 14:11), “sem tumulto” (Lc 22:6; cf. Mc 14:1, 2). Não é admirar que os sacerdotes e anciãos “alegraram-se” (Mc 14:11). CBASD, vol. 5, p. 558.

trinta peças [moedas] de prata. Aproximadamente 120 dias de trabalho. Andrews Study Bible.

O valor legal do resgate de uma vida humana, o preço de um escravo. Bíblia Shedd.

17 pães asmos. Na época da Páscoa, celebravam-se sete dias de pães asmos (sem fermento), em memória da saída apressada do Egito, quando não se podia preparar pães para a viagem, e os israelitas levaram consigo a massa antes que levedasse (Êx 12.34). Durante esta época, removia-se qualquer sinal de levedura das casas, sinal de purificação da podridão do pecado (cf. 16.6). Bíblia Shedd.

18-30 Esses versículos mostram claramente que Jesus comeu a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à crucificação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a tarde. Jesus ia celebrar a Páscoa com um dia de antecedência, pois no dia oficial do feriado religioso nacional de Páscoa, Ele mesmo estaria sendo retirado, morto, da Cruz, o Cordeiro de Deus imolado. Bíblia Shedd.

23 comeu comigo do mesmo prato (NVI). Era costume – ainda praticado por alguns no Oriente Médio – pegar um pedaço de pão, ou de carne envolto em pão, e mergulhá-lo numa tigela de molho sobre a mesa (feito de frutas cozidas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

há de me trair (NVI). Naquela cultura, assim como entre os árabes hoje, comer junto com uma pessoas equivalia a dizer: “Sou seu amigo e não lhe farei nenhum mal”. Esse fato tornou o ato de Judas ainda mais desprezível. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 ai. O fato de as Escrituras terem predito a conspiração de Judas em nada o absolveu de sua responsabilidade pessoal no assunto. Deus não o havia predestinado a trair o Mestre. A decisão de Judas foi uma escolha deliberada de sua parte. CBASD, vol. 5, p. 558.

26-29 Na antiga aliança, a refeição da Páscoa era uma celebração do livramento de Israel da escravidão do Egito. Ao transformar Sua última refeição pascal na instituição da Ceia do Senhor, Jesus mostra o constante enfoque na redenção, através de toda a revelação de Deus. A Ceia do Senhor demonstra a continuidade essencial que há entre a antiga e a nova aliança, revelando que o verdadeiro significado da Páscoa está no livramento efetuado pela morte de Jesus. Bíblia de Genebra.

26 isto é o Meu corpo. No Catolicismo Romano, estas palavras são citadas como base da doutrina da transubstanciação, que ensina que os atributos físicos esternos do pão e do vinho permanecem imutáveis, enquanto a essência invisível é transformada no corpo e sangue de Cristo. Calvino e outros Reformadores reconheceram que os elementos (pão e vinho) representam o corpo e o sangue de Cristo [destaque acrescentado]. Jesus disse estas palavras estando fisicamente presente com os seus discípulos, de modo que uma identificação literal dos elementos com a substância física de Jesus não podia ter ocorrida aos discípulos. Bíblia de Genebra.

Alguns tem interpretado literalmente esta afirmação simbólica de Jesus, aparentemente esquecendo que Ele, muitas vezes, falou em sentido figurado em relação a Si mesmo. Por exemplo, “Eu sou a porta” (Jo 10:7) e “o caminho” (Jo 14:6). Mas é lógico que Ele não estava se transformando assim numa porta ou num caminho. O verbo “é” na frase “é o Meu corpo”, é usado no sentido de “representar”. CBASD, vol. 5, p. 562.

28 Aliança. O sangue que Jesus derramou no Calvário validou a “nova aliança” ou “testamento” assim como o sangue de bois ratificava a antiga aliança (Êx 24:5-8; Hb 9:12-23; cf Gl 3:15). Sem a morte vicária de Cristo, o plano de salvação nunca teria se tornado uma realidade. mesmo os que foram salvos no tempo do Antigo Testamento o foram salvos em virtude do sacrifício então por vir (Hb 9:15). Eles foram salvos ao olhar pela fé para o que ainda estava no futuro, assim como as pessoas encontram a salvação hoje, olhando para a morte de Cristo no passado. CBASD, vol. 5, p. 562.

29 reino de Meu Pai. Fazemos injustiça ao serviço da Comunhão se o celebramos apenas com corações tristes e sombrios. Como a antiga Páscoa [Passover], ela é uma celebração do que Deus fez para libertar Seu povo do estado de pecado e o que Ele fará para nos libertar do mundo de pecado. Os cristãos deveriam, portanto, participar do serviço com respeito, reverência e alegria. Andrews Study Bible.

30 hino. A comunhão da Páscoa terminava com a segunda metade dos salmos de hallel (“louvor”) (Sl 115-118). Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Getsêmani. O nome significa “prensa do azeite”, lugar em que o azeite é extraído da oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38, 39. Jesus não morreu de modo tão sereno quanto muitos mártires, justamente por não ser um mero mártir: era o Cordeiro de Deus que carregava sobre Si a punição dos pecados de toda a espécie humana. a ira de Deus foi desencadeada contra Ele. Somente isso pode explicar satisfatoriamente o que aconteceu no Getsêmani. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 profundamente triste. Não é possível compreender a tristeza profunda e a dor misteriosa que se abateu sobre Jesus quando Ele entrou no jardim do Getsêmani. Essa estranha tristeza confundiu os discípulos. … Em parte, o sofrimento era físico, mas isso era apenas o reflexo visível do sofrimento infinito de Cristo como o portador dos pecados do mundo. CBASD, vol. 5, p. 564.

39 cálice. Jesus está horrorizado diante da perspectiva de suportar a ira de Seu Pai. Jesus tinha de enfrentar a morte sabendo que Seu Pai não estaria com Ele, mas contra Ele, em ira e juízo. Bíblia de Genebra.

49 beijou. Gr kataphilein, “beijar com ardor ou com abraços”, o mesmo verbo usado com referência ao pai do filho pródigo, quando ele recebeu a este último com amor (Lc 15.20). Bíblia Shedd.

51 cortou-lhe a orelha. Pedro provavelmente tinha a intenção de cortar a cabeça do homem, mas uma mão invisível teria desviado o golpe. Apenas Lucas registra a recuperação milagrosa da orelha decepada. CBASD, vol. 5, p. 567.

57 Caifás. Jo 18.13 diz que, em primeiro lugar, Jesus foi conduzido a Anás, sogro de Caifás, devido ao fato de os judeus considerarem-no sumo sacerdote, mesmo depois de as autoridades civis terem nomeado Caifás, contrariamente à lei. Bíblia Shedd.

65 rasgou suas vestes. Era proibido ao sumo sacerdote rasgar suas roupas (Lv 10:6; 21:10). Andrews Study Bible.

… porque elas representavam o caráter perfeito de Jesus Cristo (DTN, 709). Caifás, assim, condenou a si mesmo diante da própria lei que defendia e se desqualificou para servir como sumo sacerdote. CBASD, vol. 5, p. 571.

69-75 Todos os evangelhos registram o incidente [traição de Pedro], mostrando quão profundamente ele impressionou a mente da igreja primitiva. É um testemunho tanto da fraqueza humana quanto da grandeza da misericórdia de Deus. Bíblia de Genebra.

74 jurar. Esta não é uma linguagem suja. Significa jurar no sentido de fazer um juramento em um tribunal. Adicionalmente, Pedro parece estar “amaldiçoando” no sentido de invocar uma maldição sobre si mesmo se suas palavras não forem verdadeiras (ver 5:34-37). Andrews Study Bible.

75 chorou amargamente. Ou, “irrompeu em lágrimas”. Se Pedro tivesse acatado com seriedade a admoestação de Jesus para “vigiar e orar” (v. 41), ele nunca teria proferido as palavras traiçoeiras pelas quais derramava lágrimas. Mas, embora parecesse a Pedro que tudo estava perdido, incluindo a si mesmo, o amor do Salvador o ergueu e o resgatou de forma segura através de sua trágica experiência. Nenhuma hora é tão escura, nenhuma mágoa ou derrota tão amarga que a luz do amor de Jesus não possa fortalecer e salvar o perdido (ver DTN, 382). CBASD, vol. 5, p. 573.



MATEUS 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de agosto de 2024, 0:45
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Após a exposição sobre o plano para tirar a Sua vida, Jesus seguiu para Betânia e estando na “casa de Simão, o leproso” (v.6), “aproximou-se dEle uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que Lhe derramou sobre a cabeça […]” (v.7). A atitude daquela mulher provocou indignação no coração dos discípulos, ao passo que provocou admiração no coração de Jesus. Maria de Betânia (Jo.12:3) não praticou simplesmente uma boa ação, mas uma boa ação para com Jesus (v.10). Aquela mulher rompeu as barreiras do preconceito e sua coragem lhe rendeu um testemunho de fé que o próprio Cristo endossou como parte integrante da pregação do evangelho (v.13).

O relato seguinte apresenta um forte contraste com o relato anterior. Enquanto Maria entregou tudo o que tinha para ungir o seu Mestre, Judas procurou obter tudo o que pudesse para entregá-Lo aos “principais sacerdotes” (v.14). A este, foi dada a oportunidade de andar lado a lado com Jesus. Sua postura e comportamento não despertavam nenhuma suspeita diante dos demais discípulos. Muito pelo contrário. Judas era um homem que despertava admiração e que demonstrava possuir boas intenções. Jesus, portanto, era o único que conhecia a falsidade do seu íntimo.

A declaração do cumprimento profético acerca da traição não foi dita por Jesus como algo que deveria ser cumprido, mas com a tristeza de um Salvador que desejaria que não acontecesse daquela forma: “Até o Meu amigo íntimo, em quem Eu confiava, que comia do Meu pão, levantou contra Mim o calcanhar” (Sl.41:9). Jesus não impediu a Judas de participar da Ceia, mas permitiu que ele participasse da cerimônia que Ele instituiu como símbolo da “[nova] aliança” (v.28). O pão sem fermento e o vinho não fermentado representam, respectivamente, o corpo e o sangue de Cristo oferecidos como sacrifício “em favor de muitos, para remissão de pecados” (v.28).

Na verdade, Jesus não foi apenas traído por Judas e negado por Pedro, mas “os discípulos todos, deixando-O, fugiram” (v.56). A Sua agonia e profunda tristeza no Getsêmani não foi pelo medo da morte, mas pela dor da separação do Pai. O Seu clamor, misturado a lágrimas e suor “como gotas de sangue” (Lc.22:44), exprimia a tristeza de quem estava para tomar do cálice letal: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice!” (v.39). Mas que cálice tão terrível era este? A Sua morte na cruz? Era muito mais do que isso, amados! Vejamos o que diz a revelação de Jesus Cristo: “também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10).

O Cordeiro de Deus tomou sobre Si os pecados de todo o mundo e tomou do cálice que está preparado, sem mistura de misericórdia, para os adoradores da besta e de sua imagem (Ap.14:9). Jesus não venceu simplesmente a morte física, mas a morte eterna, para que você e eu tenhamos vida, e vida em abundância (Jo.10:10). “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira.” (Rm.5:8-9). Ele foi traído, preso, injustiçado, cuspido e esbofeteado, mas “como ovelha muda” (Is.53:7), Ele “guardou silêncio” (v.63).

Chegou a hora de termos uma vida de tamanha comunhão com Cristo a ponto de que nossa feição e “modo de falar” (v.73) “denunciem” que andamos com Ele e que somos Seus discípulos. Não desperdicemos as oportunidades que nos são dadas para testemunhar, como Pedro desperdiçou. Mas ainda que, por vezes, tenhamos agido da mesma forma, Jesus nos convida a olhar para Ele novamente e perceber que o mesmo olhar que um dia nos chamou com amor: “Segue-Me”, é o mesmo que nos diz agora: “Eu te perdoo”.

Ainda há tempo de chorarmos amargamente (v.75) aos pés dAquele que tudo entregou por nós. Depositemos, hoje, o nosso coração aos Seus cuidados, e, à semelhança de Maria de Betânia, Ele endossará o nosso testemunho diante do Universo, dizendo: “São estes os que vieram da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14).

Atendamos, pois, ao último chamado dAquele que está às portas: “Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora […] Levantai-vos, vamos!” (v.45 e 46).

Senhor, nosso Deus misericordioso, a impressão que dá é que todos ainda estamos dormindo em um momento em que deveríamos estar vigiando e orando. Desperta-nos, Pai! Não queremos Te confessar como nosso Mestre para depois traí-Lo. Não queremos ser meros expectadores apenas sentados “para ver o fim” (v.58). Nem tampouco queremos Te negar diante dos homens. Pai, almejamos ir para casa. Nosso coração vibra na expectativa de ver a face do nosso Salvador e beber do vinho novo no Teu reino. Ó, Senhor, purifica-nos e guia-nos em Teu caminho eterno até a Tua volta! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos pelo sangue do Cordeiro!

Rosana Garcia Barros

#Mateus26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 26 – Neste capítulo, o Messias, ciente de Sua iminente paixão, demonstra Sua soberania divina ao prever, controlar e enfrentar os eventos que O conduzirão à cruz.

• Jesus anuncia claramente que Sua paixão ocorrerá durante a Páscoa, demonstrando conhecimento e controle sobre o futuro. Sua declaração em Mateus 26:2 não é apenas uma previsão, mas uma manifestação de Sua soberania divina sobre os eventos que se desenrolam (Mateus 26:31-35, 69-75). Ele, que governa o tempo e a história, sabe que a hora do Seu sacrifício chegou.

• A unção de Jesus em Betânia por uma mulher com um frasco de alabastro, de perfume caro, também reflete Sua realeza. Jesus aceita a unção como preparação para Seu sepultamento – ato que ressalta Sua realeza e Sua missão sacrifical. A mulher implicitamente reconhece a Sua identidade como Rei que Se sacrifica por Seu povo (Mateus 26:6-13).

• Durante a última Páscoa, Jesus institui um novo pacto em Seu sangue, afirmando Sua soberania. Ao declarar que o pão e o vinho são Seu corpo e sangue, está estabelecendo um novo pacto como Rei Soberano que dá a Si mesmo para salvar Seu povo. Essa ação real aponta para Sua realeza divina, uma vez que só o Rei poderia estabelecer tal pacto; contudo, foi vendido por preço de escravo (Mateus 26:14-30).

• No Getsêmani Jesus está em profunda agonia, orando ao Pai. Ele, sendo Deus conosco (Mateus 1:23), experimenta a dor e o sofrimento humanos. Mesmo em Sua agonia, permanece fiel à vontade do Pai, ainda que Seu corpo clamava para fugir da dor iminente. Pautado na vontade do Pai, Ele submete-Se e vai obediente até a morte (Mateus 26:36-46).

• Jesus não foge nem Se esconde diante da traição de Judas. Ele enfrenta Seus captores com autoridade, trata Judas como amigo e restaura a orelha do servo do sumo sacerdote cortada por Pedro (Mateus 26:47-56). Ele demonstra compaixão e poder em meio à traição e violência.

• Durante o julgamento no Sinédrio, Jesus é confrontado com falsas acusações, mas permanece em silêncio até que seja diretamente perguntado se Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Sua resposta une Sua identidade como Rei Soberano e Emanuel (Mateus 26:57-68). Ele é o Filho do Homem, divino e humano, que julgará o mundo.

Reavivemo-nos nEle! – Heber Toth Armí.