Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 7 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 7 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 7- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 7 by Luís Uehara
6 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/7

O capítulo sete termina com os construtores sábios e tolos que tiveram resultados diferentes com base nos alicerces utilizados na construção de suas casas. Os materiais utilizados para construir as casas podem ter sido semelhantes e, segundo todas as observações, as casas pareciam boas. No sentido espiritual, ambos se passariam por cristãos porque não havia muita diferença entre os dois, mas havia um problema muito real, revelado apenas com o aparecimento de uma tempestade.

Relacionando isso com o nosso contexto, as tempestades podem vir na forma de provações financeiras, relacionais e espirituais que testam a força do caráter e dos fundamentos de uma pessoa. O lado positivo da tempestade da parábola é que ela revelou as falhas de uma das casas que tinha areia como alicerce e acabou caindo, ao mesmo tempo que revelou a sabedoria da outra casa construída sobre a Rocha. As palavras que Jesus compartilhou no monte foram um aviso de que construir sobre qualquer outra coisa levaria à morte.

É fácil mostrar uma aparência de Cristianismo, mas sem a presença de Cristo e Seus ensinamentos como verdadeiro fundamento, suas armadilhas são como uma casa de palha. Sobre tal fundamento, Jesus dirá: Nunca te conheci; Eu nunca estive nos alicerces da sua vida.

Pastor Shaun Brooks
Coordenador de Ministérios para Deficientes, Conferência Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2024, 0:50
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783 palavras

1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.

Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.

3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.

5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.

6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.

7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.

12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9). Bíblia Shedd.

Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.

esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.

13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus. Bíblia Shedd.

15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.

22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si evidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407). CBASD, vol 5, p. 373.

25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14). CBASD, vol 5, p. 374.

edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24). CBASD, vol 5, p. 374.

26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]). CBASD, vol 5, p. 374.

sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314). CBASD, vol 5, p. 375.

29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas. CBASD, vol 5, p. 375



MATEUS 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de agosto de 2024, 0:45
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Desde o seu surgimento, a arqueologia tem contribuído como uma forte aliada da História a fim de confirmar diversos registros escritos. A arqueologia bíblica, um ramo que se dedica a reforçar a veracidade das Escrituras, também tem sido de fundamental importância. Desde o achado dos escritos do Mar Morto, de objetos e até de ruínas de cidades antigas citadas na Bíblia, muitos céticos têm despertado para a Palavra de Deus como o Livro mais sério e confiável que existe. Em 2021, foi divulgado um achado arqueológico no deserto da Judeia, que incluía porções dos pergaminhos dos profetas Zacarias e Naum, exatamente como está escrito na Bíblia atualmente.

No capítulo de hoje, Jesus fez referência a duas atitudes que não podem e não devem compor a conduta cristã; Ele também reforçou a importância da oração insistente, da porta e do “caminho que conduz para a vida” (v.14), nos advertiu acerca dos falsos profetas e do verdadeiro preparo para a vida eterna, que inclui ouvir e praticar as Suas palavras. A começar pelo julgamento precipitado, Jesus advogou contra o que havia se tornado um hábito em Israel. Samaritanos e judeus, fariseus e saduceus, religiosos e publicanos; Israel havia se transformado em um verdadeiro campo de conflitos civis e religiosos. Todos, porém, necessitavam entender o que está escrito em Zacarias 8:16-17, o texto encontrado no pergaminho antigo pelos arqueólogos, que diz: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor”.

O procedimento cristão não é revelado pelo que fazemos em nome de Jesus, e sim pelo que Ele faz em nós quando assim pedimos e permitimos (v.21-22). Percebam que Jesus repreendeu com veemência o julgarmos uns aos outros, e logo em seguida, nos advertiu a não darmos “aos cães o que é santo” (v.6) e nem nossas pérolas aos porcos; uma metáfora bem pesada considerando que não somos juízes de nossos semelhantes. Todo aquele, porém, que tem sua vida “edificada sobre a rocha” (v.24), que busca primeiro tirar a trave de seu próprio olho, recebe do Espírito Santo a clara visão espiritual a fim de “tirar o argueiro do olho” do outro (v.5). E isso não com acusações e críticas infundadas, motivadas por maus sentimentos ou ruins suspeitas, mas canalizada a ira para o pecado e o amor para o pecador; tendo sempre a guia do Espírito a fim de não ter a fé prejudicada pelos que se recusam a abandonar o pecado.

Nosso chamado, portanto, amados, não inclui separar ou definir quem seja bom ou ruim, mas em ajudarmos uns aos outros respeitando o limite do livre arbítrio. O texto de Zacarias encontrado na Judeia reclama um povo que pratique tudo o que Jesus declarou de uma forma tão clara e detalhada no sermão do monte. Pelo conhecimento e prática da verdade, nossa vida se torna uma edificação inabalável, capaz de suportar o “dia mau” (Ef.6:13). Aquele, porém, “que ouve estas Minhas palavras e não as pratica”, disse Jesus, “é comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia” (v.26). Esta diferença será claramente percebida no juízo final. E é este cenário profético, encontrado pelos arqueólogos, que aparece no livro de Naum 1:5-6: “Os montes tremem perante Ele, e os outeiros se derretem; e a Terra se levanta diante dEle, sim, o mundo e todos os que nele habitam. Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”.

“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina” (28). Suas palavras tiveram um grande impacto na visão espiritual das pessoas, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (v.29). Seu discurso ecoava a perfeita combinação das palavras com as atitudes, de forma que Jesus foi logo diferenciado dos mestres da Lei em Israel. O que mais falta para o povo de Deus hoje perceber que é tempo de vivermos Zacarias 8:16-17 a fim de não temermos Naum 1:5-6? Eu vejo essa descoberta arqueológica como mais um atalaia da misericórdia divina a fim de “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Ter a boca cheia do nome do Senhor enquanto ignora a Sua vontade revelada em Sua Palavra é como construir uma bela “casa sobre a areia” (v.26). Aparentemente é igual à casa sobre a rocha, mas os momentos finais revelarão a fragilidade de seu alicerce.

Seja a nossa vida, pela graça de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, o achado raro que reflete o brilho que emana “de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4). Entremos “pela porta estreita” (v.13), meus irmãos. Cristo em nós, a esperança da glória!

Pai Santo e Bendito, nós Te louvamos e Te agradecemos pelo precioso sermão do monte! As palavras de Jesus Cristo precisam entrar em nosso coração e realizar a sua maravilhosa obra de alicerçar a nossa fé sobre sólido fundamento. Mas essa obra só pode ser realizada se Ele habitar em nós mediante o dom do Espírito Santo. Habita em nós mediante o Teu Espírito, Senhor! Opera em nós o Teu querer e o Teu efetuar segundo a Tua boa vontade. E que Cristo em nós revele ao mundo a glória que emana da Tua Palavra. Conduz o Teu povo a orar, se humilhar, se arrepender e buscar a Tua face, Senhor! Bênçãos que Te pedimos e Te agradecemos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, prudentes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Mateus7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 7 – Observe que o Evangelho escrito por Mateus moldura sua teologia com a presença da Trindade, quando o profeta João Batista batiza o Messias (Mateus 3:17-18), e termina com a Grande Comissão (Mateus 28:19-20), quando os convertidos são batizados, que explicitamente menciona o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Esse arcabouço sugere uma teologia trinitária subjacente ao evangelho.

• Jesus frequentemente refere-Se a Deus como “Pai” durante o Sermão da Montanha. Em Mateus 6:4, 6, 8-9, 14-15, 18, 26 e 32, Ele enfatiza a proximidade e a acessibilidade de Deus como Pai.

• Embora o Espírito Santo não seja mencionado no sermão descrito por Mateus, Sua presença não foi ignorada por Cristo. Em Mateus 7:7-11, Jesus fala sobre dar boas dádivas aos filhos, e em Lucas 11:13, um paralelo a este texto, Ele menciona especificamente que o Pai dá o Espírito Santo aos que pedirem.

• A conclusão do primeiro sermão de Jesus destaca Sua autoridade única. O povo se maravilhava com Seu ensino porque Ele ensina com autoridade (Mateus 7:28-29), diferente dos escribas e fariseus. Esta autoridade divina implica na divindade de Jesus.

Nota-se então, o empenho da Trindade na implantação do Reino dos Céus no Planeta Terra: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo operam juntos na salvação e na vida do pecador que aceita tornar-se súdito do governo divino. A compreensão da ação Trinitária no Evangelho bíblico é essencial para a fé cristã e para a transformação da vida do crente. “A verdade contida nesta profunda doutrina forma a base essencial para o próprio âmago do que representa o cristianismo”, destaca Woodrow Whidden.

Com autoridade divina, Jesus chama Seus seguidores em Mateus 7 para viverem os princípios essenciais para uma vida cristã autêntica e para a preparação para o juízo divino – o qual distinguirá os súditos dos não-súditos.

Deste modo, Mateus 7:1-28 é rico em ensinamentos práticos e espirituais que conclui o Sermão da Montanha com poderosas exortações e advertências. Ele chama os crentes a viverem uma vida de discernimento, oração, obediência e fidelidade, fundamentada nos ensinos de Jesus. Através de Suas palavras, somos desafiados a examinar nosso próprio coração, a buscar a verdade e a viver de maneira que reflita o amor e a justiça de Deus.

Enfim, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.