Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de julho de 2024, 0:45
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De forma contundente e com a autoridade de quem criou todas as coisas (v.1), o Senhor deixou bem claro que, muito acima dos propósitos do coração humano estão os desígnios do Seu coração. Como está escrito: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec.3:1). E concluindo esse pensamento, Salomão terminou dizendo que há “tempo de guerra e tempo de paz” (Ec.3:8). Certamente, assim como Deus precisou exercer um tempo de disciplina para o Seu povo, o objetivo final era que este culminasse em um tempo de paz. “Esta mensagem profética pode ser intitulada como ‘O triunfo do programa de Deus’” (CBASD, v.4, p.1223).

Mencionada sete vezes, a expressão “naquele dia” revela a plenitude do Criador, exaltando a excelência de Seus propósitos, assim como em sete dias “estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (v.1) e no sétimo dia descansou “de toda a Sua obra que tinha feito” (Gn.2:2). No final, haveria um descanso para o povo de Deus. Entretanto, os planos divinos não ultrapassam a linha limítrofe das escolhas humanas. As profecias relativas à libertação e salvação de cada um são condicionais, pois o seu cumprimento depende de nossas decisões. O Senhor estende a Sua mão através do abismo para cada pecador, mas não força ninguém a segurá-la.

Deus desejava tornar Jerusalém o centro de toda a Terra. Um lugar onde todos os povos seriam bem-vindos para adorar o seu Criador. Onde haveria um povo peculiar, diferente de todos os demais, mas não exclusivista. Um povo cuja identidade fosse revelada na mais pura expressão do amor e no mais fiel compromisso com a verdade. Jerusalém seria um escudo intransponível para os inimigos, e, ao mesmo tempo, uma cidade-refúgio para os verdadeiros adoradores. Seria um lugar de paz e a capital da esperança para todo o planeta.

No entanto, a resposta do povo não foi compatível com os propósitos de Deus e, lamentavelmente, desviaram os olhos do plano original para satisfazer as próprias inclinações. A cena do Calvário deveria ter-lhes provocado profundo arrependimento e contrição. Porém, foi um chocante espetáculo onde o público ovacionava os líderes judeus pelo “sucesso” de seu feito. Quando a Terra deveria prantear (v.12) pelo inocente Cordeiro de Deus, apenas murmurava a Sua morte como um triste fim ou escarnecia dAquele “a quem traspassaram” (v.10).

Após a morte de Cristo, Lucas relata a seguinte reação das multidões e daqueles que O seguiam : “E todas as multidões reunidas para este espetáculo, vendo o que havia acontecido, retiraram-se a lamentar, batendo nos peitos. Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que O tinham seguido desde a Galileia permaneceram a contemplar de longe estas coisas” (Lc.23:48-49). Aparentemente, a reação das multidões foi a mais solidária ao sofrimento do Salvador. Porém, não foi a elas que Ele apareceu após Sua ressurreição. O arrependimento genuíno é aquele evidenciado pelo Céu e não pelos homens. Deus está levantando, como naquele tempo, um povo que “têm a força do Senhor dos Exércitos, seu Deus” (v.5). E essa força não é dada por méritos visíveis, mas pelo que só o Senhor pode ver: “porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm.16:7).

Como o Senhor escolheu a Davi, o mais jovem dentre seus irmãos. Como da fraqueza de Paulo suscitou a mais excelente força. Assim também Sua última igreja na Terra enfrentará um tempo de grande fragilidade, mas assim como os discípulos foram sustentados no Calvário, ela suportará a última grande prova sob a força dAquele que a salvou. Oh, quão perto está Jerusalém, amados! Logo o nosso Senhor e Salvador voltará! Que não estejamos entre as multidões que lamentarão, mas entre aqueles que desfrutarão do eterno tempo de paz e com alegria indescritível dirão: “Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).

Querido Deus e Pai, não queremos Te oferecer uma oferta vazia ou defeituosa, mas o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Ti, que é o nosso culto racional. Queremos Te oferecer a nossa vida por completo e ser guiados pelo Teu Espírito. Está perto o Dia de nossa redenção. Mas independentemente de quando seja, enquanto o nosso Salvador não vem, queremos permanecer esperando, seguir com fé, levantar nossos olhos para o alto e declarar com o coração que Ele está vindo. Que esta esperança transborde de nossa vida e alcance muitos ao nosso redor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Senhor dos Exércitos!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Zacarias12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 12 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 12 – Embora tenha sido escrito para um contexto desafiador dos judeus que retornaram do exílio para fortalecer a crença e a fé na vinda do Messias, o texto sagrado do profeta Zacarias transcende seu tempo; ou seja, é importante suas profecias para entender tanto o passado quanto os eventos futuros.

“Zacarias é um dos livros do Antigo Testamento mais citados no Novo Testamento (mais de 70 citações ou alusões). A maioria delas aparece nos evangelhos e no livro do Apocalipse. O livro de Zacarias fica atrás apenas de Ezequiel, seguido por Daniel, em sua influência sobre o Apocalipse”, analisa Zdravko Stefanovic, o qual também destaca as sete profecias messiânica proferidas por Zacarias:

1. Zacarias 3:8-9.
2. Zacarias 6:12-13.
3. Zacarias 9:9-10.
4. Zacarias 10:4.
5. Zacarias 11:4-14.
6. Zacarias 12:10-14.
7. Zacarias 13:6-9.

A sexta profecia messiânica consta no capítulo em análise. “Zacarias apresentou uma profecia sobre a reação da casa de Davi e dos habitantes de Jerusalém quando Jesus fosse crucificado: ‘Olharão para mim, Aquele a quem transpassaram, e chorarão por Ele como quem chora a perda de um único filho’ (v. 10). O quadro é sombrio: As pessoas olham para o Messias e choram amargamente por Ele, porque O transpassaram. Essa imagem da morte do Messias é usada em João 19:37 (compare com Sl 22:16; Is 53:5). Nossa necessidade de olhar para Jesus com fé é ressaltada em João 3:14-15 (compare com Nm 21:9; Is 45:22; Hb 12:2)” (Stefanovic).

• Zacarias 12 inicia com a ideia de que Jerusalém seria um centro de conflito, mas também seria protegia e sustentada por Deus. No ano 70 d.C., Tito Vespasiano a cercou e a destruiu, diferentemente do que Deus havia predito.
• Zacarias 12 encerra com um lamento oriundo do arrependimento, quando o povo reconheceria seus pecados e o Messias a Quem transpassaram. Na verdade, é Jesus quem chora e lamenta sobre Jerusalém porque seus habitantes O ignoraram, desprezaram ao Único que poderia salvá-los (Lucas 19:41-44).

Assim, Zacarias 12 é um chamado aos fiéis do tempo do fim para uma autoavaliação contínua e um arrependimento genuíno para não cair no mesmo erro de Israel.

Para fortalecer nossa fé nos dias finais da história humana precisamos focar nas profecias e suas conexões com o Apocalipse. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 11 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 21:59
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ZACARIAS 11 – A mensagem de Zacarias continua a ressoar através dos séculos, chegando até nós, oferecendo esperança e direção para todos os que buscam entender os propósitos eternos de Deus.

Considere estes pontos:

1. Cedro, abeto e carvalho simbolizam líderes proeminentes ou nações diante da destruição de Jerusalém. Mesmo as nações e líderes mais poderosos não são imunes ao julgamento divino; assim, Zacarias 11:1-2, nos lembra da fragilidade das instituições humanas e da necessidade de depender de Deus.
2. Falsos pastores, líderes apóstatas, são responsabilizados pelo sofrimento do povo (Zacarias 11:3-6; ver Isaías 3:12; 9:16; Jeremias 2:8, 26-27; Ezequiel 22:23-31; 34:2-10). Tais pastores abandonaram seu rebanho (Zacarias 11:15-16; 10:2). Deus, então, ordena Seu profeta a cuidar do povo, pois sem guia, seriam destruídos.

Líderes ambiciosos traficavam as ovelhas, agradecendo ao Senhor pela fortuna adquirida (Zacarias 11:5). Eles seriam oprimidos por outras nações, e Deus os responsabilizaria pelo tratamento dado ao Seu povo (Isaías 10:5-7, 12).

3. A quebra das varas da Graça e da União pela rejeição do Messias refere-se à quebra da aliança com Deus e a fraternidade entre Judá e Israel (Zacarias 11:7, 14). Essas varas representavam os graciosos propósitos de Deus para o mundo.
4. Deus livrou Israel de líderes opressores; porém, quando recusaram Sua liderança, Ele prometeu não mais apascentá-los (II Reis 18:12; II Crônicas 36:14-16). Zacarias, representando o Pastor principal, pediu Seu salário ao povo, revelando ingratidão ao pagar apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:8-17) – o preço de um escravo (Êxodo 21:32). O povo rejeitou o Bom Pastor, e Zacarias assumiu o papel de pastor insensato.

Esta riquíssima narrativa nos brinda com importantíssimas lições de vida:

• A ambição desenfreada corrompe a liderança, seja secular ou espiritual, empresarial, política ou eclesiástica; para evitar isso, esteja ciente que a verdadeira liderança busca o bem do povo, não a riqueza pessoal.
• A ingratidão revela desprezo pelos dons divinos. Por isso, é imprescindível valorizar o que Deus tem feito por você, sem subestimar as Suas bênçãos.
• Rejeitar a liderança divina traz caos e sofrimento. Portanto, é essencial aceitar o Bom Pastor para guiar sua vida no caminho certo.
• Falsos líderes levam o povo à destruição. Então, é fundamental buscar orientação em líderes verdadeiros enviados por Deus que reflitam Seu caráter.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 11 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 11 by Luís Uehara
23 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/11

Os capítulos 11 e 12 de Zacarias contêm imagens, profecias e mensagens que devem ser cuidadosamente interpretadas e compreendidas. Por exemplo, uma maneira de entender o capítulo onze é rever o passado de Israel e receber um aviso sobre o futuro. Neste capítulo, Deus responsabiliza os pastores do Seu povo pela sua influência espiritual sobre o Seu povo, o rebanho. Líderes, reis, profetas e sacerdotes eram diretamente responsáveis pelo povo de Deus. Hoje, somos todos pastores responsáveis pelas nossas próprias famílias e pelos jovens sob os nossos cuidados e liderança, bem como pela nossa influência sobre as congregações das quais somos membros.

A ingratidão do povo de Deus é mostrada nos versículos 12 e 13. “…Então eles me pagaram trinta moedas de prata.” Estes versículos falam profeticamente da experiência de Jesus, traído por trinta moedas de prata. Neste ponto o Espírito de Deus se aprofunda no grande amor do nosso Pai Celestial, relatando a apostasia dos pastores (líderes espirituais) e do povo de Deus em relação ao evento futuro do sacrifício do Messias.

O que mais poderia ser dito ou feito para que as pessoas reagissem positivamente ao Seu amor?

Moisés Pena-Rivas
Ministério de Literatura – Novo México, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 0:50
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717 palavras

Abre … as tuas portas. Dois pontos de vista principais têm sido sustentados: (1) A passagem é uma profecia do castigo que cairia sobre os judeus por causa da rejeição da liderança de Deus, especialmente do Messias. (2) A passagem é uma revisão da história passada de Israel, colocada em forma e parábola para alertá-lo sobre o que a transgressão futura lhe traria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1221.

Cedros. As invasões geralmente eram acompanhadas da destruição arbitrária de madeira valiosa. CBASD, vol. 4, p. 1221.

2 Neste versículo, o cedro, o abeto (cipreste) e o carvalho são possivelmente usados metaforicamente para líderes proeminentes ou para as próprias nações. CBASD, vol. 4, p. 1221.

4-17 Em uma parábola muito difícil de se interpretar, o profeta se envolve em uma alegoria sobre a liderança do povo. As ovelhas (o povo de Israel) são julgadas por Deus, maltratadas por seus líderes e umas pelas outras (v. 4-6). em seguida, elas rejeitam o bom pastor (v. 7-14), que é substituído por um pastor insensato (v. 15-17). Bíblia de Estudo Andrews.

Apascenta. Deus ordena o profeta, como Seu representante, a cuidar de Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1221.

Aqueles que as compram. Isto é, os maus pastores do v. 3, que traficavam as ovelhas e ainda tinham a audácia de bendizer ao Senhor pela fortuna adquirida dessa forma (v. 5). Cegados pelo próprio interesse, eles não se consideravam culpados quando pecaminosamente maltratavam o rebanho. CBASD, vol. 4, p. 1221.

Graça. Visto que a quebra da vara representa a quebra da aliança (Zc 11:10), a vara pode ser considerada um símbolo da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1221.

A graça representa o cuidado gracioso de Deus por seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.

União. Ou, “laços” (ARC). Do heb. chovelim, relacionada à palavra chevel, que significa “cabo” ou “corda”, e adequadamente representa a “união”. De acordo com o v. 14, esta vara representava a fraternidade entre Judá e Israel. … As duas varas simbolizavam os graciosos propósitos de Deus com relação ao Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1222.

Esta vara representa a união do reino do norte, Israel, com o reino do sul, Judá (Ez 37:15-23). Bíblia de Estudo Andrews.

Três pastores. Não é possível, com segurança, aplicar a frase a funções ou indivíduos específicos. Parece melhor entender o texto no ensino geral: a saber, que Deus livrou Seu povo de toda a oposição e da liderança opressora. Ele fez todo o possível para que Seus planos com relação a Israel tivessem êxito (ver com. de Is 5:4; Zc 10:3). CBASD, vol. 4, p. 1222.

Já foram oferecidas mais de 40 interpretações para os “três pastores”, muitas delas identificando-os com três figuras históricas específicas. O que se pode dizer com toda certeza é que representam líderes maus. Bíblia de Estudo Andrews.

Não vos apascentarei. Deus tomou esta atitude quando o povo recusou Sua liderança de forma persistente (ver 2Rs 18:12; 2Cr 36:14-16). CBASD, vol. 4, p. 1222.

10 Tomei a vara chamada Graça e a quebrei. Este ato simbólico representa a quebra da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1222.

12 Dai-me o meu salário. Falando pela pessoa do Pastor principal, Zacarias dirigiu-se a todo o povo israelita, solicitando seu salário. A pergunta destacava a grande ingratidão do povo. O profeta deixou o pagamento de seu salário ao senso de justiça deles. CBASD, vol. 4, p. 1222.

Trinta moedas de prata. Isto é, o siclo [shekel] … ou 342 g … Esta ínfima quantia refletia a ingratidão dos israelitas pelo que Deus tinha feito por eles. Trinta siclos era o preço de um escravo (Êx 21:32). … ( … acerca do cumprimento dos v. 12 e 13 na experiência do Senhor, ver com. de Mt 27:3-10). CBASD, vol. 4, p. 1222.

14 Quebrei. … acerca do rompimento do reino, ver 1Rs 11:26-37; 12:13-20. CBASD, vol. 4, p. 1222.

15-17 Na última parte da alegoria, o profeta assume o papel de um “pastor insensato”, representando um líder moralmente endurecido e perverso, que maltrata o povo. Quando as pessoas rejeitam a liderança escolhida por Deus, recebem o líder que merecem. Bíblia de Estudo Andrews.

15 Toma ainda. Uma vez que o povo rejeitara o Bom pastor, Zacarias é ordenado (ver v. 4) a assumir a função e a tomar os “instrumentos” (ARC) de um pastor insensato (do heb. ‘ewili, “inadequado”, “inútil”). CBASD, vol. 4, p. 1222.

16 Comerá a carne. Uma ilustração simbólica da experiência que sobreveio a Israel quando, por rejeitar a liderança de Deus, se tornou presa de nações hostis.

17 A espada. Uma advertência solene àqueles que assumem a liderança do rebanho, para que não sejam achados infiéis à verdade. CBASD, vol. 4, p. 1222.



ZACARIAS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de julho de 2024, 0:45
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Considerada uma das ocupações mais antigas da humanidade, o pastoreio de animais requer certas características necessárias para a segurança e bem-estar do rebanho, principalmente quando se trata de um rebanho de ovelhas. A mansidão e a tranquilidade acalmam as ovelhas e criam um vínculo de confiança entre estas e o pastor. Ao mesmo tempo em que a firmeza e a autoridade do pastor refreiam as mais difíceis de lidar e estabelecem limites ao rebanho. Também se requer coragem e força a fim de defendê-las dos predadores, e da imprescindível característica: a vigilância. Um bom pastor está sempre atento, tanto às necessidades do seu rebanho quanto à preservação da sua segurança.

A parábola do bom pastor foi tão bem compreendida pelo profeta que sua linguagem passou de “Assim diz o Senhor dos Exércitos”, para “Assim diz o Senhor, meu Deus” (v.4). Zacarias experimentou a doce comunhão pessoal com o bom Pastor e nEle encontrou tudo de que precisava. Como Davi, esta era a canção de seu coração: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Sl.23:1). Em seu ministério profético, buscou cumprir sua missão por preceito e por exemplo, conduzindo o povo com as varas da Graça e da União (v.7). A vara tinha o objetivo principal de disciplina. Foi com a experiência de sua primeira ocupação que Davi descreveu a finalidade desta disciplina: “a Tua vara e o Teu cajado me consolam” (Sl.23:4). A correção, portanto, tem o viés não de punição, mas de trazer de volta para si, livrando “as pobres ovelhas do rebanho” (v.7) dos perigos e da morte.

Foi nesse contexto de “ovelhas destinadas para a matança” (v.4, 7), que Zacarias assumiu a função pastoral dada por Deus de conduzir o povo de volta para Ele. Foi com uma vara de pastor na mão que Moisés liderou Israel do Egito para o deserto. Quando recebeu das mãos do Senhor as tábuas da Lei e desceu do monte com esse segundo instrumento de ordem, vendo a impiedade do povo, quebrou as tábuas em sinal da quebra da aliança por parte de Israel (Êx.32:19). Ao rejeitarem a boa liderança de Zacarias a fim de viverem como quisessem, Judá e Israel endureceram o coração sob a liderança insensata de homens alheios ao seu bem-estar e segurança, de forma que algo parecido à experiência do Sinai aconteceu: “Tomei a vara chamada Graça e a quebrei, para anular a Minha aliança […] Então, quebrei a segunda vara, chamada União” (v.10, 14).

Jesus veio primeira vez a fim de apascentar “as ovelhas destinadas para a matança, as pobres ovelhas do rebanho” (v.7). Com as varas da Graça e da União, Sua vida arrebanhava multidões ao Seu encontro; pessoas que reconheciam nEle o que faltava nos mestres da Lei, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:29). Essa autoridade representava o discurso de Sua própria vida. Seu olhar, Suas palavras e Seu toque eram típicos de um pastor que ama as suas ovelhas. Zacarias foi um dos últimos profetas no meio do povo antes de um silêncio de praticamente 400 anos até o nascimento do Messias. E ele sabia que aquela geração representava uma das últimas oportunidades dadas à nação eleita de se arrepender e buscar transmitir às gerações seguintes as palavras do Senhor, que faria da chegada do Messias um dia de celebração para todo o Israel e até mesmo para todo o mundo.

Infelizmente, o povo desprezou a palavra profética e, de todos, apenas uns poucos pastores foram testemunhas oculares do cumprimento da profecia do Rei menino deitado em manjedoura (Lc.2:16). Trinta moedas de prata (v.12) foi o valor dado pela vida dAquele que veio para dar vida eterna aos que estavam destinados “para a matança” (v.4). Em um rompante de remorso, Judas lançou aquelas moedas “na Casa do Senhor” (v.13), cumprindo com precisão a Escritura, segundo as profecias de Jeremias e de Zacarias: “Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se […] e as deram pelo campo do oleiro” (Mt.27:5, 10). Com as varas da Graça e da União, Jesus nos deixou registradas palavras que precisam nos guiar enquanto ainda estamos andando “no vale da sombra da morte” que é este mundo tenebroso (Sl.23:4). Leia João 10:1-18 e, como Zacarias e Davi, perceba ali as palavras do Senhor, seu Deus, o seu bom Pastor.

Como Jesus interrogou a Pedro, Ele nos faz a mesma pergunta, hoje: “[…] tu Me amas?”. Ele não espera de nós simplesmente uma resposta em palavras, mas em atitudes: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). Não foi fácil para Zacarias e para os demais profetas lidar com um povo tão duro de coração, mas a recompensa deles era a constante companhia e aprovação de Deus e a certeza de que nem a morte poderia separá-los do amor de seu bom Pastor (Rm.8:38, 39). Da mesma forma, Ele nos convida a segui-Lo e, em Suas pisaduras, encontrarmos tudo de que precisamos para viver nesta Terra conforme a Sua vontade, enquanto conduzimos outros pelo mesmo reto Caminho (Jo.14:6).

Oh, amados, como ovelhas destinadas à morte recebemos do Céu Aquele que Se fez ovelha e foi levado ao matadouro em nosso lugar (Is.53:7)! Que pela graça de Jesus e pela união do Espírito Santo, façamos parte do rebanho que, muito em breve, reconhecerá a voz do bom Pastor a nos chamar: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).

Nosso bom Pastor, não somos dignos de Tua graça e salvação. Apenas um é digno: o Cordeiro, Jesus Cristo. E é pelos méritos dEle que nos achegamos a Ti. É pelo sangue que Ele derramou que somos limpos e salvos de nossos pecados. Em nome do único que é digno, clamamos: Salva-nos, Senhor! Livra-nos de nós mesmos, das obras da carne e do nosso egoísmo! Queremos ser instrumentos Teus a guiar as Tuas ovelhas, e não a repeli-las. Batiza-nos com Teu Espírito e prepara-nos para Te encontrar nos pastos verdejantes da eternidade! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhas do bom Pastor!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 11 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ – corrigido by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 11 – A mensagem de Zacarias continua a ressoar através dos séculos, chegando até nós, oferecendo esperança e direção para todos os que buscam entender os propósitos eternos de Deus.

Considere estes pontos:

1. Cedro, abeto e carvalho simbolizam líderes proeminentes ou nações diante da destruição de Jerusalém. Mesmo as nações e líderes mais poderosos não são imunes ao julgamento divino; assim, Zacarias 11:1-2, nos lembra da fragilidade das instituições humanas e da necessidade de depender de Deus.
2. Falsos pastores, líderes apóstatas, são responsabilizados pelo sofrimento do povo (Zacarias 11:3-6; ver Isaías 3:12; 9:16; Jeremias 2:8, 26-27; Ezequiel 22:23-31; 34:2-10). Tais pastores abandonaram seu rebanho (Zacarias 11:15-16; 10:2). Deus, então, ordena Seu profeta a cuidar do povo, pois sem guia, seriam destruídos.

Líderes ambiciosos traficavam as ovelhas, agradecendo ao Senhor pela fortuna adquirida (Zacarias 11:5). Eles seriam oprimidos por outras nações, e Deus os responsabilizaria pelo tratamento dado ao Seu povo (Isaías 10:5-7, 12).

3. A quebra das varas da Graça e da União pela rejeição do Messias refere-se à quebra da aliança com Deus e a fraternidade entre Judá e Israel (Zacarias 11:7, 14). Essas varas representavam os graciosos propósitos de Deus para o mundo.
4. Deus livrou Israel de líderes opressores; porém, quando recusaram Sua liderança, Ele prometeu não mais apascentá-los (II Reis 18:12; II Crônicas 36:14-16). Zacarias, representando o Pastor principal, pediu Seu salário ao povo, revelando ingratidão ao pagar apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:8-17) – o preço de um escravo (Êxodo 21:32). O povo rejeitou o Bom Pastor, e Zacarias assumiu o papel de pastor insensato.

Esta riquíssima narrativa nos brinda com importantíssimas lições de vida:

• A ambição desenfreada corrompe a liderança, seja secular ou espiritual, empresarial, política ou eclesiástica; para evitar isso, esteja ciente que a verdadeira liderança busca o bem do povo, não a riqueza pessoal.
• A ingratidão revela desprezo pelos dons divinos. Por isso, é imprescindível valorizar o que Deus tem feito por você, sem subestimar as Suas bênçãos.
• Rejeitar a liderança divina traz caos e sofrimento. Portanto, é essencial aceitar o Bom Pastor para guiar sua vida no caminho certo.
• Falsos líderes levam o povo à destruição. Então, é fundamental buscar orientação em líderes verdadeiros enviados por Deus que reflitam Seu caráter.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 10 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 10 by Luís Uehara
22 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/10

A chuva temporã representa a obra do Espírito Santo semeando a semente do evangelho na primeira vinda de Cristo. A chuva serôdia acontece no final da história da terra, antes de Sua segunda vinda para fazer a colheita. O Espírito Santo tem duas funções principais: amadurecer o caráter dos crentes para a colheita; e permitir a pregação mundial final do evangelho a fim de preparar um povo para a Sua vinda. Zacarias nos diz para pedir ao Senhor a chuva serôdia na estação apropriada.

A chuva serôdia irá equipar os fiéis para o verdadeiro reavivamento e reforma; no entanto, isso será precedido pela experiência da falsa chuva serôdia, a qual será caracterizada por emocionalismo e excitação descontrolada. A percepção silenciosa da verdade e a decisão intelectual a favor do Senhor não estarão presentes. Haverá falsas doutrinas. Muitos serão enganados, a menos que entendam profundamente a verdade e a vivam diariamente.

Oração:
“Querido Senhor, abre nossos olhos para ver o tempo em que todo o Teu povo remanescente retornará a Ti pela pregação da última mensagem. Conceda-nos o anseio genuíno pela chuva da primavera, e pela chuva serôdia a qual nos preparará para a Tua vinda. Amém!”

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara