Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de junho de 2024, 0:50
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862 palavras

1. Frutos de verão. Do heb. qayits, os primeiros frutos maduros, especialmente os figos. O propósito desta visão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento e que a tolerância de Deus havia chegado ao fim. A longanimidade divina resultará apenas na continuidade do pecado de Israel. Essa figura representa adequadamente o dia do juízo para Israel. Em vez de um cesto de frutos, a LXX diz: “uma gaiola de pássaros”. Isso apresenta o pensamento de que Israel seria levado em cativeiro como uma ave apanhada em armadilha ou cesto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1082.

2. Passarei por ele. Ver com. de Am 7:8. Nada mais pode ser feito por uma safra no tempo da colheita. A safra será tratada de acordo com os frutos que produziu. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Israel estava pronto para ser levado para o cativeiro semelhante a um pássaro preso numa gaiola ou num cesto. Nada mais poderia ser feito pela safra inteira de frutas porque já era tempo da colheita (v.2). O tratamento a ser dado aos frutos será de acordo com o tipo de fruto produzido. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

3. Silêncio! Uma indicação da apatia ou da mudez que acompanha o sofrimento severo e inevitável, sofrimento profundo demais para ser expresso em palavras. O luto da terra, aqui descrito em referência primária a Israel depois do cativeiro assírio, era uma demonstração em pequena escala dos efeitos da quarta das sete últimas pragas (ver GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1082.

O povo será entregue aos inimigos de guerra. Haverá cadáveres por toda a terra de Israel e as canções que trouxeram prazer ao perverso serão transformadas em lamentações (v.3). As riquezas não serão de nenhuma valia àqueles que oprimiram os outros e eles perceberão que a sua vida de pecado trouxe juízos divinos sobre eles. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

5. Festa da Lua Nova. O primeiro dia do mês (1Sm 20:5, 24, 27; ver vol. 2, p. 85, 86) era dedicado ao serviço religioso e, aparentemente, era o dia em que todos os negócios eram suspensos (ver com. de Nm 28:11; 2Rs 4:23). Este é um exemplo de observância formal das instituições sagradas, sem o verdadeiro espírito de devoção. Em seu egoísmo, esses apóstatas regateavam o tempo que seu formalismo religioso exigia deles Esse tipo de culto se torna uma maldição em vez bênção. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Muitas pessoas da terra de Israel ficavam ansiosos para que a festa religiosa da Lua Nova ou o sábado passassem, mostrando que observavam estes dias apenas formalmente, sem o verdadeiro espírito de devoção. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

Para abrirmos. Literalmente, “abrir”, com o propósito de vender. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Efa. Ver vol. 1, p. 144, 145, Ao pesar mercadoria com balanças enganosas, o comerciante recebia mais dinheiro do que deveria. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Eles estavam ansiosos para enriquecer através da falsidade e do engano (v.5). Ao comprarem o pobre por uma moeda de prata e o necessitado por um par de sapatos novos, mostravam que negavam a justiça aos pobres a fim de obterem até mesmo pequenos benefícios para si mesmos (v.6). Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

6. O refugo. Em tempos de escassez, o “refugo” que normalmente servia para alimentar animais, poderia ser vendido para consumo humano. CBASD, vol. 4, p. 1082.

9. Farei que o sol. O dia do Senhor é apresentado, com frequência, acompanhado de cataclismos no mundo natural (ver Is 13:10; Jl 3:15; etc.; cf. Am 5:20). CBASD, vol. 4, p. 1083.

10. Converterei as vossas festas. Ver Lm 5:15; Os 2:11; Am 5.16, 17; 8:3. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Pano de saco. Este era um símbolo de luto (1Rs 20:31; Is 15:3; Jl 1:8, 13), como também a raspagem da cabeça (Jó 1:20; Is 3:24; 15:2). CBASD, vol. 4, p. 1083.

Por filho único. O luto pelo único filho representa, de modo especial, uma profunda I tristeza (ver Jr 6:26; Zc 12:10). CBASD, vol. 4, p. 1083.

11. Enviarei fome. O profeta aponta diretamente para um tempo em que, devido à contínua desobediência, seria tarde demais para os israelitas buscarem a Palavra de Deus em uma tentativa de evitar os juízos divinos. Sofrimentos profundos, às vezes, estimulam as pessoas a se refugiarem nas Sagradas Escrituras. Infelizmente esse sofrimento vem, com frequência, tarde demais para produzir um efeito benéfico. Isso não ocorre porque o amor de Deus é retirado do pecador, mas porque o pecador se torna tão endurecido em suas iniquidades a ponto de desejar apenas fugir das consequências de suas transgressões e não abandonar os caminhos ímpios. Assim, ele “entristece” o Espírito Santo para além de toda esperança de verdadeiro arrependimento e reforma de caráter (ver Gn 6:3, 5, 6; ver com. de ISm 28:6). No “Dia do Senhor”, um pouco antes do segundo advento de Cristo, essa experiência do antigo Israel se repetirá. Impenitentes do mundo todo, sofrendo, sob as sete últimas pragas, buscarão escapar da calamidade por todos os meios, até mesmo se voltando para a Palavra de Deus, cujo estudo e obediência foram rejeitados no passado (ver GC, 629). CBASD, vol. 4, p. 1083.

12. Andarão. Do heb. nua, “tropeçar”, cambalear”, ou “mover-se de modo instável”. CBASD, vol. 4, p. 1083.

13. As virgens formosas e os jovens. As condições mencionadas nos v. 11 e 12 são tão severas que afetarão até mesmo os que estão no pleno desabrochar da energia da juventude. CBASD, vol. 4, p. 1083.

Viver o culto. Literalmente, “modo”, aqui significando um modo de adorar ou um sistema religioso (ver At 9:2; 19:9, 23). CBASD, vol. 4, p. 1083.



AMÓS 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de junho de 2024, 0:45
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Através de ilustrações do dia a dia, o Senhor revelava “Seus segredos aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7). Usando um trocadilho, o profeta expôs duas palavras que em hebraico possuem a pronúncia semelhante: “frutos de verão” (v.1) e “fim” (v.2), apontando para o resultado da apostasia nacional. No lugar dos cânticos haveria pranto e mortos “em todos os lugares” (v.3). Em lugar do estrépito de seus cânticos e das melodias de suas liras (Am.5:23), haveria “Silêncio!” (v.3). Aproximava-se a ruína da nação que destruía “os miseráveis da terra” (v.4) e procedia “dolosamente com balanças enganadoras” (v.5).

Como se não bastasse, suas obras continuavam revelando a sua dureza de coração, de forma que lhes sobreviria um juízo semelhante ao que foi derramado sobre o Egito (v.8 e 10). Sinais na terra e no céu seriam vistos e sentidos por todos. Mas creio que o pior deles seria aquele que afetaria cada um de forma individual. Havia um tempo de graça sendo estendido ao povo, e Amós deixa bem claro que esse tempo tinha data de validade. Pois chegaria o momento em que, ainda que corressem e se esforçassem por encontrar a Palavra de Deus, não mais a achariam. Não a procurariam, portanto, a fim de conhecer a Deus e buscá-Lo de todo o coração, mas como uma tentativa desesperada de quem percebe que está prestes a colher os maus frutos das “suas obras” (v.7).

A começar pelo Seu povo, aquele que tem sido agraciado com a Palavra da Verdade, o Senhor tem dado a Sua palavra de advertência. “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (1Pe.4:17), assim como chegou para o antigo Israel. E como Deus separou Abraão da casa de sua parentela; como buscou separar Israel das influências das nações pagãs; como cuidou de Elias e de João Batista no deserto; como foi com Daniel e seus amigos que, mesmo numa corte pagã, se destacaram por sua fidelidade ao Senhor; como enviou Jesus ao mundo, que cresceu em um lar campestre aprendendo de seus pais as sagradas lições que O ensinaram a conhecer e amar o Pai, assim também Deus tem um propósito santo para a Sua última igreja na Terra.

Em meio a uma geração que prefere se amoldar aos padrões deste mundo, existe um pequeno povo que sustenta os princípios da Palavra do Senhor. Que pelo conhecimento de Deus são portadores de uma mensagem de esperança e salvação. Cujo zelo revela o desgosto ao ver o procedimento insensato dos que não guardam a Palavra do Senhor (Sl.119:158). Cuja alma desfalece aguardando a salvação, mas que espera e confia na fidelidade dos testemunhos que saem da boca de Deus (Sl.119:81 e 88). Um povo que, qual Amós, não sustenta qualquer tipo de mérito ou privilégio (Am.7:14), mas que permanece em constante vigilância contra as ciladas do enganoso coração. Um povo que não ousa olhar para o Céu antes de lançar por terra o próprio eu. Que diariamente convida o Espírito Santo como seu conselheiro e amigo mais íntimo.

A não ser que o nosso eu esteja escondido em Cristo de forma que Ele Se revele em nós, e jamais saberemos o que significa: “Vós sois a luz do mundo” (Mt.5:14). Enquanto muitos se esforçam por fazer brilhar na vida uma luz espúria, a verdadeira luz só pode ser manifestada naqueles que estão conectados à fonte de toda luz: “Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e, luz para os meus caminhos” (Sl.119:105). Aqueles, porém, que, no tempo da graça, têm rejeitado os mais brilhantes raios de luz já dados por Deus à humanidade, estão caminhando para o tempo de densas trevas (v.9), em que “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (v.12). “Esses mesmos cairão e não se levantarão jamais” (v.14).

O que mais precisa acontecer, amados, a fim de que nossos olhos se abram para ver o amor e a salvação de Deus em Sua puríssima Palavra (Sl.119:140)? Quanto tempo mais até que despertemos para perceber a solenidade de nossos dias e quão perto estamos do encontro com o nosso Deus? É tempo de falar o que precisa ser dito, “quer ouçam, quer deixem de ouvir” (Ez.2:7).

Estudemos os testemunhos dos fiéis servos de Deus na Bíblia. Estudemos os testemunhos dos reformadores protestantes e dos pioneiros adventistas. “Considerai o vosso passado” (Ag.1:5). Em sua árdua missão, Tiago White deixou registradas palavras que bem definem “a carreira que nos está proposta” (Hb.12:2): “O verdadeiro discípulo não viverá para satisfazer o eu, mas para Cristo e para o bem dos Seus pequeninos. Ele está pronto a sacrificar sua comodidade, prazer, conforto, conveniência, vontade e desejos egoístas, pela causa de Cristo, ou nunca reinará com Ele em Seu trono” (Testemunhos Para a Igreja, CPB, vol.1, p.85, 86).

Clamemos pelo poder do Espírito Santo em nossa vida, e certamente seremos as testemunhas de Jesus nesses dias decisivos (At.1:8).

Nosso Pai Celestial, como Isaías, reconhecemos que somos “um povo de impuros lábios” (Is.6:5)! Sendo assim, toca a nossa boca com “uma brasa viva” do Teu altar e purifica-nos de nossos pecados (Is.6:6-7), para que possamos declarar de todo o nosso coração: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8); antes que cheguem os dias maus em que se dirá: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos” (Jr.8:20). Queremos ver a Tua face e receber o Teu abraço, Senhor! Que a Tua Palavra continue iluminando o nosso caminho até esse tão almejado encontro. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9)!

Rosana Garcia Barros

#Amós8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de junho de 2024, 0:40
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AMÓS 8 – Este capítulo inicia com uma visão de um cesto de frutas maduras, que haviam chegado ao fim de seu ciclo, prestes a apodrecerem. Este simbolismo de maturidade e decadência iminente é crucial para entender a mensagem do livro de Amós.

“Amós foi chamado para cumprir sua missão num tempo em que Israel e Judá eram prósperos… [Porém] os frutos comuns da prosperidade, como orgulho, luxo, egoísmo e opressão, amadureceram em ambos os reinos [Israel e Judá]. No entanto, a situação foi pior em Israel por causa da adoração ao bezerro, que havia sido instituída por seu primeiro rei, Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33). Sem dúvida, o culto ao bezerro foi a razão pela qual Amós e Oseias foram encarregados de dirigir suas profecias especialmente contra o reino do norte” (CBASD).

As frutas maduras simbolizam que a nação chegara ao ponto de maturidade em seus pecados; a paciência de Deus se esgotara, e a nação estava prestes a enfrentar as consequências das injustiças e corrupção. Amós denunciou repetidamente e no capítulo 8 reiterou os pecados da opressão dos pobres (v. 4), a desonestidade nos negócios (v. 5), a exploração humana (v. 6) e, a hipocrisia e corrupção religiosa (v. 14), justificando a necessidade de um julgamento divino (vs. 7-13).

• O cesto de frutas maduras é um sinal de que Deus vê o comportamento corrupto da humanidade e decide que é hora do juízo.

“O propósito principal de Amós foi chamar a atenção do povo de Deus para seus pecados e tentar levá-lo ao arrependimento. Como o espírito de Paulo se agitou em Atenas quando viu a cidade entregue à idolatria, assim Amós deve ter ficado impressionado com a luxúria e os pecados que descreve em detalhes. Ele repreendeu os pecados que brotavam da prosperidade material, as extravagâncias, as folias, o deboche dos ricos, que agiam assim ao mesmo tempo que oprimiam os pobres e pervertiam a justiça por meio do suborno e extorsão…” (CBASD).

• Considerando nossa sociedade com base na mensagem de Amós, indaguemos: Nosso mundo não é um grande cesto de frutas maduras para o juízo?
• Além desta pergunta global, reflitamos: Em nossa vida pessoal, que “frutas podres” de pecado ou negligência podemos identificar que necessitam de arrependimento e mudanças imediatas?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



AMÓS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: AMÓS 7 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 7 – BLOG MUNDIAL

AMÓS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



AMÓS 7 by Luís Uehara
17 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/7

Amós 7 contém várias das minhas ilustrações ou parábolas favoritas contidas nos escritos proféticos do Antigo Testamento. Eles são meus favoritos por causa da minha herança – filho de um fazendeiro/empreiteiro.

A colheita começa com a parte do rei, ou a primeira colheita. Essa colheita tinha acabado de ser feita quando os gafanhotos chegaram e despojaram as plantas de seus frutos. Imediatamente depois, o fogo devorou o que restou, de modo que não sobrou nem restolho. Assim, não sobrou nada para o agricultor.

Quando eu era menino, as árvores frutíferas do meu pai davam uma boa colheita, mas uma forte geada atingiu nossos pomares. Durante três noites a geada foi piorando sucessivamente até que 90% dos frutos foram destruídos. No nosso caso, não foi um juízo de Deus, mas Amós usou isso como uma ilustração de que Deus iria retirar todas as bênçãos de Israel.

O líder espiritual institucional, Amazias, não quer ouvir a palavra do Senhor através de um plebeu, um trabalhador migrante. Esta ilustração ainda é apropriada hoje, pois temos edifícios e estruturas que acreditamos serem especiais! Mantemos Deus dentro das quatro paredes e não precisamos ouvi-LO porque temos tudo planejado… ai!

Mark Etchell
Pastor, IASD de Banning e Crestline , Califórnia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



AMÓS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2024, 0:50
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1086 palavras

1. Gafanhotos. Ou, “locustas”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1078.

2. Perdoa. Na esperança de que seria capaz de evitar o cumprimento desta profecia, Amós sinceramente suplica perdão a Deus por Israel. O profeta coloca a confiança não na justiça, mas na misericórdia divina. CBASD, vol. 4, p. 1078.

Subsistirá … ? O profeta pergunta: “Se Israel tiver que suportar o severo juízo que as imagens da visão mostraram, como ele sobreviverá?” CBASD, vol. 4, p. 1079.

3. O SENHOR Se arrependeu. Ver com. de Nm 23:19. .. Ameaças divinas são realmente profecias condicionais; seu cumprimento ou descumprimento é condicionado às ações humanas certas ou erradas. CBASD, vol. 4, p. 1079.

4. O grande abismo. Uma possível referência a fontes subterrâneas ou a nascentes (ver Gn 7:11; 49:25) que secariam em um período de estiagem. CBASD, vol. 4, p. 1079.

7. Um prumo. Um instrumento utilizado pelos construtores a fim de fazer um trabalho preciso, vertical e perpendicularmente. O “fio de prumo” simboliza o Senhor examinando a conduta de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1079.

8. Porei o prumo. A fim de ver se o muro atende às especificações. Israel, é claro, ficou aquém das exigências divinas e seria rejeitado. CBASD, vol. 4, p. 1079.

Jamais passarei por ele. O reino do norte não mais devia ser poupado (cf Am 8:2). A contínua adesão de Israel ao mal não mostrava perspectiva de arrependimento, e, assim, o profeta não mais intercede. O reino do norte deve experimentar a tomada pela Assíria e ser levado em cativeiro (ver 2Rs 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 1079.

Com a espada. Jeroboão II era popular por causa de suas guerras bem-sucedidas … No entanto, a sua “casa”, ou dinastia, foi subvertida pela espada quando Salum assassinou Zacarias, o filho de Jeroboão (ver 2Rs 15:8-10). CBASD, vol. 4, p. 1079.

10. Amazias, o sacerdote. A mensagem direta do profeta, atacando a condição pecaminosa do povo de Israel, naturalmente despertou oposição ressentida. O sacerdote em Betel (ver 1Rs 12:31, 32; 13:33) acusou Amós diante do rei. Amazias era, provavelmente, o chefe dos sacerdotes de ídolos. Ele astuciosamente se esforçou para fazer a predição de Amos contra a casa real parecer traição. Assim, ele esperava silenciar as mensagens dirigidas contra Israel por meio de Amós. CBASD, vol. 4, p. 1079, 1080.

Tem conspirado. Em seu ódio aos filhos de Deus, os ímpios freqüentemente acusam os justos de subverter o governo (ver Jr 37:11-15; 38.4, At 16:20, 21; 17:6,7). CBASD, vol. 4, p. 1080.

Amazias era o sacerdote em Betel, representando a religião oficial de Israel. Ele não estava preocupado em ouvir a mensagem de Deus; Ele só estava preocupado com sua própria posição. Manter sua posição era mais importante do que ouvir a verdade. Não deixe seu desejo de prestígio, autoridade ou dinheiro mantê-lo ligado a um emprego ou posição que você deve deixar. Não deixe que nada entre você e obedeça a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Profetas como Amós eram muitas vezes vistos como traidores e conspiradores porque se manifestaram contra o rei e seus conselheiros, questionando sua autoridade e expondo seus pecados. Os reis costumavam ver os profetas como inimigos e não como porta-vozes de Deus que realmente estavam tentando ajudá-los e à nação. Life Application Study Bible Kingsway.

12. Vai-te, ó vidente, foge. Alguns têm inferido, a partir desta acusação sacerdotal, que Jeroboão II não tomou nenhuma providência em resposta à acusação de Amazias. Talvez o rei julgasse que as declarações de um visionário não deveriam ser levadas a sério. Como Herodes, ele talvez tivesse medo do povo (ver Mt 14:5), que, ele presumia, ficaria impressionado com a mensagem de Amós. Assim, o sacerdote apóstata Amazias recorreu à própria autoridade, numa tentativa de intimidar Amós e fazê-lo sair do país. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Come o teu pão. Talvez uma insinuação de que Amós fosse pago para profetizar e, assim, ganhava a vida por sua piedade. Amazias pode ter atribuído a Amós os motivos mundanos que influenciavam a si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 1080.

13. O santuário do rei. Evidentemente, tanto Amazias quanto Amós consideravam Betel a capital religiosa da nação. CBASD, vol. 4, p. 1080.

O templo do reino. Literalmente, “o santuário do rei”, isto é, uma capela fundada ou financiada pelo rei (ver 1Rs 12.26-33). CBASD, vol. 4, p. 1080.

14. Eu não sou profeta. Sem medo, Amós nega a insinuação de Amazias (ver v. 12) e declara que ele não é um profeta por profissão ou para ganhar a vida; mas, simplesmente, por causa do chamado de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Filho de profeta. Os jovens educados nas escolas dos profetas eram chamados de “filhos dos profetas” (ver 1Rs 20:35; 2Rs 2:5). Amós não foi educado em qualquer instituição. É um erro comum supor que quem não foi formado de acordo com os padrões vigentes não foi realmente educado. CBASD, vol. 4, p. 1080.

7:14, 15 Sem nenhuma preparação, ou educação especial, Amós obedeceu ao chamado de Deus para “Vá, profetize ao meu povo Israel”. A obediência é a prova de um servo fiel de Deus. Você está obedecendo o chamado de Deus para você? Life Application Study Bible Kingsway.

Colhedor de sicômoros. Isto se refere a quem colhe figos dos sicômoros para uso próprio, ou a quem os cultiva para os outros. O figo do sicômoro é inferior ao verdadeiro figo, e precisa ser perfurado algum tempo antes de ser colhido a fim de se tornar comestível (ver com. de Lc 19:4). Uma vez que rendia muitas colheitas de frutos durante o ano, essa árvore fornecia emprego estável para o colhedor. CBASD, vol. 4, p. 1080.

15. O SENHOR me tirou de após o gado. A ordem de Deus era imperativa, e Amós não poderia deixar de obedecê-la. Aquele não era o momento para o profeta voltar só porque Amazias, o sacerdote de Betel, se opôs a ele. CBASD, vol. 4, p. 1080.

16. Ora, pois, ouve. Consciente de sua missão divina, Amós fala com santa ousadia. Os que são enviados por Deus não precisam temer pessoas que tentam fazer calar a mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1080, 1081.

17. Tua mulher. Doloroso seria o sofrimento de Amazias como um marido e pai cativo. Esta profecia não diz que sua esposa seria uma “prostituta” por opção, mas podia ser que ela suportaria a violência do vencedor, quando a cidade fosse tomada por um exército invasor (ver Is 13:16; Lm 5:11). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Na terra imunda. Provável referência a um país “gentio”. É dito com frequência que as iniquidades e a idolatria de um povo contaminam a terra (Lv 18:24, 25; Jr 2:7). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Será levado cativo. Amós confirma, pela repetição, a sua profecia sobre o cativeiro de Israel (v. 11), indicando que o propósito divino não seria alterado. Como um verdadeiro profeta de Deus, ele não pode mudar a mensagem por causa de pressão externa. O cativeiro alcançaria o Israel impenitente, e de fato o alcançou (2Rs 17:1-9). CBASD, vol. 4, p. 1081.



AMÓS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de junho de 2024, 0:45
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Em visão, Amós contemplou três cenários de destruição. O primeiro deles era tão severo que o profeta declarou: “Senhor Deus, perdoa, rogo-Te; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno” (v.2). O segundo, semelhante ao primeiro, também fez o profeta tremer diante de seus terríveis resultados, de forma que novamente expressou sua aflição: “Senhor Deus, cessa agora; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno” (v.5). Mas, então, o Senhor apresentou a Amós o terceiro cenário: “Eis que porei o prumo no meio do Meu povo Israel; e jamais passarei por ele” (v.8). O prumo é um instrumento indispensável na construção civil, que serve para definir o alinhamento de uma edificação. Portanto, Deus provaria o Seu povo para ver se andaria ou não em retidão diante dEle.

A mensagem era muito clara, amados: Havia um juízo iminente contra Israel. Amós se preocupou com um grupo ao qual chamou de Jacó, uma pequena porção. O arrependimento de Deus frente às duas súplicas do profeta não era, porém, como se Ele desistisse de fazer algo, e sim que há um intervalo entre o que Deus diz que fará e o que Ele de fato realiza, chamado misericórdia. O homem de Deus percebeu que os dois primeiros juízos poderiam afetar até mesmo aqueles que sinceramente estavam buscando ao Senhor e clamou para que aquelas ameaças não acontecessem. O fato de não ter contestado o terceiro juízo não significa que tenha sido uma opção mais maleável, e sim porque, mesmo que Israel fosse penalizado por sua rebeldia, isso não afetaria a fé do pequeno grupo de crentes que decidiria viver em conformidade com “o prumo” (v.8) divino.

Mas enquanto Amós declarava a sua preocupação com o bem-estar e a salvação de seus irmãos, com a humildade de quem não se considerava acima de ninguém, ao mesmo tempo era acusado de traição. O “sacerdote de Betel” (v.10), o líder espiritual da nação, aquele que deveria ser o primeiro a dar ouvidos às palavras do profeta, foi o primeiro a rejeitar a mensagem e dar ordem de deportação a Amós. Os líderes de Israel não souberam reconhecer os oráculos de Deus, simplesmente porque não estavam dispostos a viver conforme as suas exigências. Como nação eleita, era sua responsabilidade representar o reino de Deus como um muro bem edificado e reto, não permitindo passagem a quem quer que ameaçasse a sua estrutura. Mas qual muro repleto de brechas, Israel acolheu as iniquidades das nações pagãs, deixando de ser um povo santo e separado, para ser um povo profano e misturado.

Oh, amados, não têm as Escrituras falado conosco nesses últimos dias, como se escritas especialmente para este tempo? Temos uma mensagem clara e urgente: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7). Há um juízo em andamento e um juízo final iminente (Ap.14:9-11). Ao portador de uma mensagem de salvação foi dito: “Fora daqui!”. Será que não estamos fazendo o mesmo com aqueles que o Espírito Santo tem usado a fim de nos despertar para um estilo de vida que glorifique a Deus e favoreça a nossa comunhão com Ele? Será que verdadeiramente temos sido honestos conosco e com os outros, pregando, por preceito e por exemplo, a verdade presente para os nossos dias?

Amados, precisamos clamar ao Senhor por misericórdia! Precisamos urgentemente de um genuíno reavivamento e reforma! Precisamos sinceramente reconhecer a nossa debilidade e incapacidade diante de Deus e rogar pelo Seu poder transformador em nossa vida! Esse é um desafio diário que requer abnegação de tudo aquilo que tem sido prejudicial em nossa jornada cristã. Precisamos clamar para que o precioso sangue do Cordeiro lave a nossa vida e dê o propósito certo à nossa existência, que é glorificar a Deus.

Eu oro para que a igreja de Deus, inclusive e principalmente seus líderes, experimentem uma conexão tal com o Senhor que saibam reconhecer o que vem dEle e o que não vem. Para que não tentem calar os Amós atuais que o Espírito Santo tem usado como os atalaias do último Israel de Deus. Existe um pequeno povo que, qual Jacó, tem lutado com Deus neste tempo de noite espiritual. Oremos, amados! Oremos para que a nossa fé não desfaleça! Supliquemos ao Senhor, com as palavras do profeta:

“Senhor Deus, perdoa, rogo-Te; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno. […] Senhor Deus, cessa agora; como subsistirá Jacó? Pois ele é pequeno” (v.5). Somos pequenos e indefesos diante dos nossos inimigos, mas se o Senhor está conosco, não temos o que temer. Como no tempo de Amós, resta hoje um pequeno povo, o Teu remanescente. Queremos fazer parte dele, Pai de amor. Ilumina e santifica a nossa vida com a Tua Palavra. Nós Te bendizemos e Te agradecemos por Tua bondade e misericórdia para conosco a cada dia! Nós Te amamos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, pequeno Jacó!

Rosana Garcia Barros

#Amós7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AMÓS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2024, 0:40
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AMÓS 7 – O alvo das mensagens de Amós eram os poderosos moradores de cidades fortificadas (Amós 2:5). O contexto de suas pregações era para uma sociedade desfrutando de boas condições econômicas.

Seus ouvintes moravam em belos palácios (Amós 3:11), possuíam casas de inverno e de verão, enfeitadas de marfim, verdadeiras mansões (Amós 3:15). As mulheres viviam luxando e festejando regaladamente (Amós 4:1).

As cidades dos destinatários de suas exortações eram fortalezas, cheias de mansões de pedra, com grandes vinhedos, ruas e praças (Amós 5:11, 16), onde alegres festividades aconteciam, com volumosas ofertas religiosas ao som de instrumentos músicas (Amós 5:21-23). O alvo do profeta eram pessoas tranquilas, autoconfiantes sentindo-se seguras, bem estabelecidas na sociedade, que dormiam em camas de marfim e se espreguiçavam em sofás empanturradas de comidas requintadas e bebidas nobres (Amós 6:1, 4-6).

Em contraste com os destinatários de suas mensagens, Amós era “criador de ovelhas em Tecoa” (Amos 1:1) – “uma pequena vila 10 quilômetros ao sul de Belém”, explica Eugene Merrill. Ele se apresenta assim: “Eu não sou profeta nem pertenço a nenhum grupo de profetas, apenas cuido do gado e faço colheitas de figos silvestre. Mas o Senhor me tirou do serviço junto ao rebanho e me disse: ‘Vá, profetize a Israel, o meu povo’” (Amós 7:14-15). Com coragem e ousadia ele profetizou muitas coisas, tais como:

“O Senhor, o Soberano, jurou por Si mesmo! Assim declara o Senhor, o Deus dos Exércitos: ‘Eu detesto o orgulho de Jacó e odeio os seus palácios; entregarei a cidade e tudo o que nela existe’” (Amós 6:8).

Ele mexeu com pessoas que estavam quietas/acomodadas/tranquilas. Embora Amós intercedesse em favor do povo, suscitando a misericórdia de Deus (Amós 7:1-9), o resultado foi catastrófico:

“Então o sacerdote de Betel, Amazias, esta mensagem a Jeroboão, rei de Israel: ‘Amós está tramando uma conspiração contra ti no centro de Israel… Depois, Amazias disse a Amós: ‘Vá embora, vidente! Vá profetizar em Judá; vá ganhar lá o seu pão. Não profetiza mais em Betel…” (Amós 7:10-13). Mas sem titubear, ele fez uma profecia mais ousada ainda (Amós 7:16-17).

Amós nos desafia a refletir sobre nossas prioridades, a buscar a justiça e a equidade, a viver em humildade e a ter coragem de falar sempre a verdade! – Heber Toth Armí.



AMÓS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: AMÓS 6 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 6 – BLOG MUNDIAL

AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



AMÓS 6 by Luís Uehara
16 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/am/6

Amós 6 expande o tema apresentado até agora neste livro. Ao ler esta passagem, pensei nas palavras de Jesus: “A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lucas 12:48).

Lendo este capítulo, lembrei-me de outra “revelação de Jesus” em Sua mensagem à igreja representada por Laodicéia (Apocalipse 3:14). Esses indivíduos estão em total cegueira à sua condição… “você pensa que é rico… porém, é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu.”

Apliquei isso à minha própria vida e aos cristãos que conheci ao longo dos anos. Vivemos vidas de luxo enquanto aqueles que nos rodeiam podem nem ter as necessidades básicas da vida? Estamos complacentes e nos sentindo seguros de nossa boa sorte, mas negligenciando aqueles que estão passando por dificuldades?

Este capítulo me faz pensar se os cristãos às vezes são como aqueles que estão deitados em camas de marfim, comendo comida deliciosa e cara. Entretanto, quando há fome e pobreza à nossa volta, olhamos para o outro lado, tentando ignorar a necessidade?

Você se vê em algum lugar deste capítulo?

Mark Etchell
Pastor, IASD de Banning e Crestline , Califórnia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli