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Texto bíblico: OSEIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/11
Deus amou os israelitas e os tirou da escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostavam das mensagens que Deus lhes enviara através dos profetas. Então eles se afastaram de Deus, indo servir a outros deuses (11:2). Deus amava os israelitas e os ensinou a caminhar com Ele, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e o que havia feito por eles (11:3, 4).
Israel do norte experimentaria um cativeiro na Assíria semelhante ao que eles haviam experimentado no Egito, porque eles se recusaram a retornar para Deus (11:5). Eles não conseguiram evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios planos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam se afastando de Deus de maneira deliberada (11:7).
O coração de Deus se contorce de dor por causa do Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?” (11:8, NVI). Se apenas Israel se arrependesse, Deus não os destruiria, porque Ele é o “Santo” em seu meio (11:9). Ellen White diz: “Santidade é integridade, é dedicação total.” Nossa santidade é nossa devoção total a Deus, e a santidade de Deus é a Sua devoção perfeita para conosco.
Mesmo na época de Oseias, Deus ainda amava a pecaminosa Israel, mas com uma profunda dor na esperança de que retornasse a andar com ele (11:10). Hoje, nós somos o objeto deste amor e desta esperança.
Quão felizes e gratos devemos ser pelo fato de Deus ser tão fiel, paciente e misericordioso conosco! Ter isto em mente é o que nos fará desejar jamais desapontá-lo.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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638 palavras
4 Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12; Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.
como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.
5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.
7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.
8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com frequência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.
Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.
9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira, nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo, totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.
Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.
O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.
10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniquidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.
12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.
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“Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e Me inclinei para dar-lhes de comer” (v.4).
Em direto contraste com o amor de Deus estava a ingratidão de Israel. A ilustração da figura paterna que ensina a criança a andar, que a segura no colo, que cuida de suas feridas e lhe dá de comer é um retrato digno do cuidado do Senhor para com o Seu povo. Todavia, Israel se portou como um filho rebelde, rejeitando o Senhor, recusando-se “converter-se” (v.5). “Quanto mais” Deus “os chamava, tanto mais se” afastavam dEle; “sacrificavam a baalins e queimavam incenso às imagens de escultura” (v.2). Toda a nação estava corrompida e inclinada a desviar-se de Deus (v.7). Por outro lado, o amor do Pai permaneceu intacto: “Meu coração está comovido dentro de Mim, as Minhas compaixões, à uma, se acendem” (v.8).
Aos olhos humanos, a rebelião de Israel demandava castigo. Não obstante, o Senhor provaria mais uma vez que a Sua ira não é manifestada segundo a ira humana: “Não executarei o furor da Minha ira […] porque Eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira” (v.9). Sendo experimentado nisso, o salmista Davi declamou a respeito do Senhor: “Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades” (Sl.103:10). Deus tinha um plano maior para o Seu povo, e este plano incluía o resgate de Seus filhos mediante “o castigo que nos traz a paz” (Is.53:5). Como leão que ruge a fim de ser ouvido a longa distância, o Senhor chamaria os filhos de Israel e novamente os congregaria, ainda que espalhados entre as nações.
O plano da redenção mediante o sacrifício de Seu Filho nos permite ter acesso direto ao Pai. Temos o sublime privilégio de nos achegar a Deus porque Jesus nos comprou esse direito por Sua morte e porque Ele vive. Temos feito diligentes esforços a fim de sermos instruídos nos mistérios da cruz? Um amor que “alivia o jugo” (v.4) de quem se recusa a aceitá-lo deve, no mínimo, ser o nosso principal objeto de estudo. A ingratidão do antigo Israel não foi tão grande quanto a do Israel espiritual de hoje. Enquanto o Consolador nos envolve “com laços de amor” (v.4), nosso coração insiste em desviar-se dEle. Enquanto Ele nos aponta para Jesus, recusamos nos converter a fim de não abrir mão de nossos pecados acariciados.
Mas ainda que diante de “uma geração má e adúltera” (Mt.12:39), Jesus cumpriu com perfeição Sua missão salvífica. E mesmo que a última geração tenha superado as iniquidades de Sodoma (Ez.16:47), a espera de Deus reflete o Seu grande amor por nós, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). “Andarão após o Senhor” (v.10) os filhos que reconhecerem a sua miserável condição e completa dependência do Pai, buscando andar em novidade de vida. A cruz não foi o fim e nem o início do ministério de Cristo. Ele é o “Pai da Eternidade” (Is.9:6), “o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14), o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8), o “sumo sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1), o nosso “Advogado junto ao Pai” (1Jo.2:1), “o Leão da tribo de Judá” (Ap.5:5), que ruge a fim de reunir os Seus escolhidos dos quatro cantos da Terra. Assim como a profecia do versículo um se cumpriu na vida de Cristo (Mt.2:15), que possamos permitir que nossa vida, pelo poder do Espírito Santo, seja um testemunho fiel de nossa comunhão com a Palavra.
Olhemos para Jesus, amados! Olhemos para Aquele que poupou as nossas costas dos açoites do inimigo e nossa fronte dos espinhos da vergonha! Olhemos para o precioso Cordeiro de Deus, cujos pés e mãos perfurados não foram capazes de deter o amor que se manifesta e salva até mesmo na “hora undécima” (Mt.20:6; Mt.23:42). Olhemos para Aquele que adiou o Seu reencontro com o Pai a fim de consolar uma filhinha que chorava (Jo.20:15). Olhemos para o Mestre que não levou em conta a cegueira dos discípulos no caminho de Emaús, mas pacientemente os instruiu e com eles sentou-Se “para dar-lhes de comer” (v.4; Lc.24:25-30). Olhemos para o nosso Mediador, que pensou em mim e em você ao orar: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da Sua Palavra” (Jo.17:20). É Ele que hoje nos diz: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro”, diz o Senhor (Is.45:22).
Deus de misericórdias, foi Jesus quem afirmou que podemos chamá-Lo de Pai. E que privilégio imerecido o nosso! Mas pelos méritos do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo, nós somos considerados Teus filhos amados. Envolve a nossa vida com Teus laços de amor e nos dá de comer de toda Palavra que sai de Tua boca, ó Deus. Santo de Israel, purifica o nosso coração, grava a Tua lei em nossa mente e toma-nos em Teus braços mais este dia. Somos Teus, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos amados do Pai!
Rosana Garcia Barros
#Oseias11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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OSEIAS 11 – Um marido responsável e dedicado à sua esposa apresenta uma série de características que refletem compromisso e amor por sua esposa; tais como:
• Respeito e valorização: Trata a esposa com tato, valoriza-a e honra-a continuamente.
• Comunicação eficiente: Mantém uma comunicação aberta e honesta, mostra interesse genuíno no bem-estar da esposa.
• Compromisso e lealdade: Oferece apoio emocional em momentos difíceis, é presente para confortar e encorajar a esposa.
• Responsabilidade financeira: Contribui para a estabilidade financeira da família, para isso planeja e gere finanças de forma prudente visando a proteção e segurança da família.
• Tempo e atenção de qualidade: Dedica tempo juntos, valorizando momentos de qualidade; planeja atividades especiais para fortalecer o vínculo do casal.
• Desenvolvimento: Investe no crescimento da esposa, usa todos os meios para o desenvolvimento pessoal dela e o aperfeiçoamento do relacionamento.
Imagina um homem com tais características casado com uma mulher que o ignora, despreza, o abandona e o trai com um homem miserável, desgraçado, irresponsável, imoral e perigoso?
Normalmente, se a esposa continua a ignorá-lo, desprezá-lo e traí-lo, ele certamente vai considerar a separação como uma opção viável e prudente. Porém, Deus não abandona Seu povo nem quando a situação é bem pior! Deus sempre considera a possibilidade de recomeçar! Leia Oseias 11:1-12 com atenção e oração…
Ainda que enfrentar a traição e o desprezo de um cônjuge seja uma das experiências mais dolorosas que alguém pode passar, Deus sabia que passaria e assumiu esse risco, e lida com essa dor imensa quando nos afastamos dEle, traindo-O.
Indo além de um marido responsável e dedicado, Deus procura agir com bondade e amor indescritível com Seu povo que O traiu e o abandonou por um “traste” de deus/ídolo. Como “marido perfeito” Deus demonstra um amor profundo e constante a Israel; Ele valoriza e cuida, mesmo quando Seu povo não corresponde ao Seu amor.
Como bom comunicador, Deus fala abertamente de Sua dor e decepção pela infidelidade de Seu povo, mas também expressa Seu desejo de redenção e restauração. Ele não esconde Seus sentimentos, mas também não os vomita para humilhar/atacar, mas expõe Seu desejo de restaurar o relacionamento.
Deus não abandona Seu povo, mesmo quando este se volta para outros deuses e práticas imorais. Esse Deus merece nossa devoção… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: OSEIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/10
Você permitiu que Deus lavre o solo do seu coração?
Os agricultores sabem que o solo deve ser quebrado e solto antes que as sementes possam aninhar-se na terra e criar raízes. Se as superfícies duras não forem aradas, nada cresce; nenhuma colheita é feita.
Em Oséias 10, Deus nos ordena cavar o solo não arado em nossos corações e plantar sementes de justiça para que possamos colher o fruto do amor infalível.
Por nossa própria vontade, não podemos arar o terreno duro das nossas vidas; estamos cegos para a condição de nossos corações. Devemos convidar Deus para cultivar o solo de nossos corações, para quebrar os torrões de falta de perdão, frieza, medo, crueldade, orgulho e vícios.
Permitir que nossos corações sejam arados dói. O arado* de Deus exporá pecados que não queremos ver, memórias que desejamos ignorar, pensamentos e sentimentos que queremos que permaneçam enterrados. A lavoura divina revela os piores defeitos de nossos corações.
Por mais doloroso que seja arar, ele prepara o solo do coração para receber sementes de justiça que produzirão colheitas de amor, alegria, paz e esperança.
Senhor, nossos corações rochosos e resistentes precisam ser arados. Are nossos corações para que Tua verdade e amor dêem frutos em nossas vidas.
* no original, rototiller, instrumento de arar.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/10
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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497 palavras
3. Não temos rei. Como resultado da rejeição ao Senhor e dos castigos contra si, Israel seria levado a ver e sentir que os reis nomeados por sua própria vontade (ver com. de Os 8:4) seriam incapazes de protegê-lo ou de ajudá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1011.
4. brota o juízo. Literalmente, “o julgamento [ou justiça] brota”, ou “o juízo floresce”. … o contexto parece indicar que “julgamento” aqui se refere à “justiça” oficial na terra como perversão e paródia da verdadeira justiça (ver Am 5:7; 6:12). Este juízo pervertido é como a erva amarga que surge pronta e abundantemente. CBASD, vol. 4, p. 1012.
4-8 Por causa da maldade de Israel o juízo de Deus viria logo como uma planta amarga e venenosa nascendo nos sulcos arados dos campos (10:4). O povo de Samaria e os sacerdotes que se orgulhavam do bezerro de ouro em Betel em breve chorariam porque seriam levados para a Assíria (10:5). O bezerro de ouro também seria levado. Num período de trinta anos, desde que o rei Jeroboão II morreu, em 753 aC, até o fim do reino de Israel (722 a.C.), seis reis reinaram um após o outro. Ao tempo da invasão assíria contra Israel, o último rei morreria, e a cidade de Betel seria destruída, tornando-se um lugar onde somente os espinhos e ervas daninhas cresceriam. Oséias profetizou que na época da invasão o povo desejaria ser sepultado pelos montes e colinas, o que de fato aconteceu durante o cerco de três anos que sofreram (10:7, 8). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
7. O rei de Samaria será como lasca de madeira.Do heb. qetsef, “um ramo quebrado” (ver Mt 15:13). A LXX diz “um galho”. A figura enfatiza a levez, instabilidade e impotência do rei em quem o povo confiava. CBASD, vol. 4, p. 1013.
9-10 Gibeá … castigarei. Quando a cidade benjamita de Gibeá cometeu seu pecado, outras tribos israelitas a castigaram. Agora, as dez tribos de Israel seriam castigadas por causa de seu pecado por intermédio da invasão da Assíria e outras nações (10:9, 10). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
11 Efraim era uma bezerra domada, que gostava de trilhar. Efraim é aqui comparado a uma novilha treinada para pisar o milho. … eram deixados livre para arrebatar, de vez em quando, um punhado de milho. Assim foi a história de Israel. Os israelitas foram postos na terra prometida, em circunstâncias fáceis e confortáveis, como uma novilha que debulha, e lhe foi permitido comer à vontade. Tragicamente, esses confortos materiais que deveriam tê-los atraído para perto do Criador, tornaram-nos autossuficientes e rebeldes (ver com. de Dt 32:15). CBASD, vol. 4, p. 1014.
12 arai o campo de pousio (ARA). NVI: “campo não arado”.
14 Salmã. … referência a Salum que matou [o rei] Zacarias, filho de Jeroboão II, e reinou sobre Israel apenas um mês. Por sua vez, foi assassinado por seu sucessor (ver 2Rs 15:8-15). CBASD, vol. 4, p. 1015.
Bete-Arbel. Do heb. beth ‘arebe’l, “a casa de Arebel”. … a LXX traz: “a casa de Jeroboão”, que seria uma referência ao assassinato de Zacarias por Salum, que pôs fim aos descendentes de Jeroboão II. CBASD, vol. 4, p. 1015.
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“Então, Eu disse: semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que Ele venha, e chova a justiça sobre vós” (v.12).
Após a separação da nação de Israel entre Reino do Norte (Israel) e Reino do Sul (Judá), Jeroboão, o primeiro líder do Reino do Norte, estabeleceu uma estratégia a fim de que o povo não fosse a Jerusalém para adorar. Erguendo dois bezerros de ouro, “disse ao povo: Basta de subirdes a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito!” (1Rs.12:28). Essa condição de idolatria acompanhou a trajetória dos reis de Israel e tornou-se a pior causa de sua degradação e ruína. Através da linguagem da agricultura, Oseias se valeu dos três estágios do plantio: o preparo do solo, o plantio em si, e a colheita, a fim de ilustrar a triste realidade de seu povo e trazer-lhe à memória o único método verdadeiramente eficaz: o método divino.
Havia em Israel empatia pelo pecado. E quanto mais gozavam do fruto de sua luxúria, mais distraídos ficavam quanto à “erva venenosa” que crescia “nos sulcos dos campos” (v.4). O juízo estava sendo lavrado para a própria destruição deles e não havia quem atentasse para isso. Mediante um coração falso (v.2) e inconstante, o destino de Israel seria a vergonha “por causa de seu próprio capricho” (v.6). E nos lugares que antes julgavam obter uma boa colheita, em meio a “espinheiros e abrolhos”, perceberiam que ali haviam buscado o seu próprio infortúnio, pois “aos montes se dirá: Cobri-nos! E aos outeiros: Caí sobre nós!” (v.8). Diante da negativa em aceitar as instruções divinas (v.12), outro não poderia ser o resultado: “Arastes a malícia, colhestes a perversidade; comestes o fruto da mentira” (v.13).
É ilusão pensar que o fato de pertencer à família cristã é garantia de salvação. Ser cristão não é assumir um título, mas uma cidadania. Todo aquele que entende que o seu lugar não é aqui, que não pertence a este mundo, não vive em conformidade com as práticas desta terra, mas, pela fé, caminha em direção à Pátria Celeste, buscando “ao Senhor, até que Ele venha” (v.12). O método divino a fim de obtermos uma boa safra é o único que pode transformar o solo ruim e infértil do nosso coração em um “campo de pousio” (v.12) limpo e preparado para receber a chuva da justiça. Mas como essa obra poderá ser realizada em nós enquanto não quebrarmos “os altos de Áven” (v.8) de nossa vida? Como esperar e pedir pela última chuva, enquanto permitimos que o inimigo lance o seu joio com suas distrações destrutivas?
Agora é o tempo que nos é concedido como dia de arar, plantar e colher. Não nos foi dado tempo mais oportuno do que este. “Eis agora o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Um único dia sem arar o solo do coração com a oração a fim de prepará-lo para receber a boa semente da Palavra é resultado certo de uma colheita arruinada. Diante do cenário mundial atual, estamos simplesmente nos acostumando e nos adaptando à nova realidade? Ou buscando no Senhor e na sabedoria da Sua Palavra o melhor método de nos mantermos em Sua seara “até que Ele venha” (v.12)? O Senhor nos deixou escrito na Bíblia e no Espírito de Profecia as instruções necessárias para que Ele nos encontre em Seu grande Dia como trigo, e não como joio.
Cristo está prestes a ceifar a Terra, “visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap.14:15). E de que lado estaremos? Daqueles que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14)? Ou dos que dirão “aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós!” (Ap.6:16)? O nosso lugar não é aqui, amados, nesta terra cheia dos “espinheiros e abrolhos” do Maligno! Clamemos ao Senhor para que o orgulho não contamine o nosso coração, pois “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1Co.3:7). Coloquemo-nos, pois, nas mãos do grande Agricultor e Ele fará descer sobre nós a Sua chuva de justiça (v.12) e nos levará para desfrutar de Sua messe abundante e eterna.
Oh, Deus eterno e bendito, quão misericordioso Tu és, por nos repreender e disciplinar, porque o Senhor nos ama! Ensina-nos a semear em justiça e ceifar em misericórdia. O chamado para ararmos um campo de pousio, um campo novo, é para que busquemos a Ti com inteireza de coração; para que não haja em nós as ervas daninhas deste mundo. Senhor, é tempo de Te buscar até que venhas. Promove em nós um reavivamento da verdadeira piedade e que nada neste mundo nos afaste do Teu amor. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, seara do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Oseias10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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OSEIAS 10 – Nesta porção sagrada o mensageiro de Deus expande o tema da infidelidade introduzido nos primeiros capítulos do livro, aplicando a metáfora pessoal da traição de Gomer à nação de Israel.
A idolatria e traição de Israel são paralelas à infidelidade conjugal de Gomer, e as consequências preditas em Oseias 10 são uma extensão do julgamento introduzido nos capítulos iniciais. A narrativa pessoal de Oseias e Gomer serve como ilustração vívida para a mensagem mais ampla sobre o relacionamento entre Deus e Seu povo.
Em Oseias 10, o profeta detalha como Israel desviou-se de Deus para a prostituição espiritual através da idolatria e da corrupção:
• O uso de bênçãos e recursos dados por Deus para si ou para investir na religião falsa em vez de servir a Deus. Prosperidade mal direcionada é idolatria, isto é, infidelidade ao Deus que abençoa (Oseias 10:1).
• O coração dividido é a essência do sincretismo. Não há como servir a dois senhores; a tentativa de servir a Deus e aos ídolos (política, bens materiais, prazeres pecaminosos, etc.) resulta em infidelidade total (Oseias 10:2).
• Falsidade e corrupção que promovem promessas vazias e acordos desonestos corroem a justiça na política e na sociedade. A falta de liderança sábia e correta gera desesperança e falta de direção, e resulta numa justiça corrompida, comparada a erva venenosa (Oseias 10:3-4).
• Adoração deturpada desemboca em vergonha aos adoradores hipócritas. A adoração ao bezerro de ouro em Bete-Áven simboliza a prostituição espiritual de Israel. A idolatria resultaria em vergonha e exílio, e o povo perderá os ídolos que tanto prezaram (Oseias 10:5-8).
• A traição de Israel a Deus não foi pontual – um deslize momentâneo; a referência à rebelião contínua desde Gibeá mostra a profundidade do problema (Oseias 10:9-10).
• Contudo, Deus intenta aplicar a disciplina visando a correção do Seu povo. Apesar do chamado ao arrependimento e à busca por justiça, Israel arou a impiedade e colheu a injustiça, confiando em sua própria força e não em Deus (Oseias 10:11-15).
Ao refletir sobre a história espiritual de Israel, aprendamos a…
a) confiar em Deus, não na própria força;
b) aceitar a disciplina de Deus para sermos restaurados;
c) adorar a Deus com sinceridade;
d) manter uma vida de arrependimento; e,
e) fugir da idolatria moderna.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.