Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: OSEIAS 13 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/13
Efraim, você era meu filho bem-sucedido, o irmão que todos admiravam, mas depois Me rejeitou e recorreu a substitutos. Lembro-Me dos dias de sua criação. Eu te ensinei o básico e te guiei e te protegi e te salvei. Agora, mesmo depois dos Meus apelos diretos, esta é sua escolha: você molda as imagens prateadas e promove o beijo no bezerro. O que será necessário para você perceber que não há poder salvador aí?
O amor duro, o resultado brutal, não será bonito: violação dos seus filhos, perda e desolação, e devastação final por exércitos selvagens. Isso é doloroso para mim e para você. Sua dor é a dor do parto. Você está lutando contra as contrações. Pare de lutar. Deixe a dor levá-lo ao renascimento.
Mas agora não resta mais nada além de você se deixar levar pelo nada, como uma nuvem de fumaça, como o orvalho que evapora pela manhã. Isso parte Meu coração.
Como estou me apegando a substitutos baratos para as ricas bênçãos de Deus? Eles me fizeram perder de vista o quanto Ele me estima?
Ars Kharns
Simi Valley, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/13
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
1339 palavras
1 Culpado. Isto, evidentemente, refere-se ao culto de Baal (para o qual, sem dúvida, a adoração do bezerro havia preparado o caminho), que havia sido introduzido em Israel por Acabe, por influência da rainha Jezabel (ver IRs 16:29-33). Graças aos esforços de Elias (IRs 18) e do rei Jeú (2Rs 9, 10) esse mal recebeu um revés, mas não foi erradicado e irrompeu novamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1025.
Morreu. A idolatria de Efraim resultou em degradação nacional e morte política. 0 reino perdeu a posição alta e exaltada, e sua honra foi lançada ao pó. Efraim se tornou espiritualmente morto, pronto para o enterro que viria em breve (ver Ef 2:1). Abandonar o Senhor e se divertir com o pecado sempre traz um resultado certo: a morte (ver Ez 33:10, 11; Rm 6.23).CBASD, vol. 4, p. 1025.
O afastamento do reino do norte de Israel se deu desde a sua fundação, quando o primeiro rei, Jeroboão I, desobedeceu a Deus e cometeu três pecados: (1) impedir que o povo do norte fosse a Jerusalém adorar, construindo bezerros de ouro como alternativa para adorar a Deus; (2) a expulsão dos levitas do país e a nomeação de não levitas para o sacerdócio; e (3) a nomeação de um novo dia festivo, sem a aprovação de Deus (1Rs 12:25-33). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/08/.
2. Agora. A palavra marca significativamente a transição a partir da introdução do culto a Baal (ver com. do v. 1) às condições dos dias de Oseias. Era uma coisa abominável fazer e adorar uma imagem de escultura como uma representação material do verdadeiro Deus, como fez Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33), violando assim o segundo mandamento e negligenciando a instrução solene de que a adoração a Deus deve ser espiritual, não material (ver Ex 20:4-6; Jo 4:24). Mas foi duplamente hediondo introduzir outros deuses, como o fenício Baal, em violação direta ao primeiro mandamento, que requer a adoração exclusiva ao Senhor (ver Ex 20:3). E, então, nos dias de Oseias, todas as formas de idolatria continuavam “mais e mais”, até que a nação ficou infestada com essas falsas religiões. CBASD, vol. 4, p. 1025.
Beijam bezerros. Era costume dos adoradores de ídolos beijar o objeto de adoração (ver IRs 19:18). Se não fosse possível se aproximar da imagem (como a Lua), o sinal era enviado pelo adorador, beijando sua própria mão (ver com. de Jó 31:27). CBASD, vol. 4, p. 1025.
3. Como nuvem de manhã. A prosperidade de Efraim seria de curta duração (ver Sl 37:35, 36). A apostasia traria sobre ele a punição certa e rápida. Estas quatro figuras: a nuvem da manhã, o orvalho da madrugada, a palha e a fumaça muito expressivamente denotam a natureza transitória da existência nacional de Israel. A Bíblia está cheia de figuras que representam a transitoriedade da vida humana (ver Is 40:6-8; Tg 4:14, etc). CBASD, vol. 4, p. 1026.
4. Não há salvador. Oseias aqui se refere ao Senhor como o único Deus verdadeiro, ao passo que todos os outros deuses eram fraudes (ver Is 43:10-12; Is 45:20, 21). A libertação de Israel do Egito foi uma prova incontestável do poder de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1026.
6. Eles se fartaram. Nas ricas pastagens do amor e da bondade de Deus, o Seu povo se fartou. Efraim é como um animal de trabalho doméstico (ver com. de Os 10:11) que, em um pasto demasiadamente luxuriante, torna-se teimoso e incontrolável. CBASD, vol. 4, p. 1026.
Ensoberbeceu-se-lhes o coração. Literalmente, “o invólucro do seu coração”, isto é, o pericárdio, a membrana que envolve o coração. Israel havia fechado seu coração a Deus. O castigo divino é retratado como o rasgar do coração fechado, por um leão. O profeta apresenta um impressionante paralelo com o dia do juízo, quando os corações serão abertos diante de Deus (ver Hb 4:13; 10:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 1026.
Esqueceram. Em vez de se lembrar de Deus com gratidão e moldar a vida de acordo com Sua graça abundante, o povo se encheu de orgulho e se esqueceu do Criador. Quanto mais os bens deste mundo são procurados e valorizados, mais Deus, o grande doador de todos os bens, é esquecido. Este foi o grave pecado de Israel para o qual o profeta tantas vezes chama a atenção da nação (ver Os 2-5; 4:7; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 1026.
7. Como leão. Uma figura que apropriadamente descreve a destruição que inevitavelmente se segue ao pecado de Israel. As bestas vorazes mencionadas aqui, o leão com sua ferocidade e o leopardo com a sua agilidade, simbolizam a breve invasão dos assírios, que traria fim ao reino do norte (ver 2Rs 17:1-6). CBASD, vol. 4, p. 1026.
8. Como ursa. Poucos animais são mais ferozes do que a ursa quando roubada de seus filhotes ou quando está faminta. A LXX, para esta frase de abertura traz: “Vou encontrá-los pelo caminho da Assíria, como uma ursa feroz.” As três feras mencionadas: o leão, o leopardo e o urso adequadamente exibem o poder de Deus e o furor de Sua ira. Se o pecador escapar do leão, o leopardo o alcança; se ele fugir do leopardo, a ursa selvagem o encontra. Parece que Oseias está se esforçando para demonstrar ao povo a realidade do que significa a visitação da ira divina. O profeta aqui emprega as mesmas figuras aterradoras do mundo animal que, muitas vezes, são utilizadas em outras passagens para simbolizar as nações que Satanás emprega para se opor e devorar o povo de Deus (ver Jr 4:7; 50:17, 44; Ez 32:2; Dn 7:4-7). CBASD, vol. 4, p. 1026.
9. A tua ruína. Israel se destruiu com as armas do orgulho, idolatria, sensualidade e anarquia. O pecado é sempre suicida (Pv 8:36; Ez 18:20; 33:10, 11; T5, 120). CBASD, vol. 4, p. 1026.
Teu socorro. A crise extrema de Israel poderia ser, se o povo quisesse, a oportunidade de Deus (ver Is 49:14-16; Hb 13:5). 0 versículo é ao mesmo tempo um fim trágico e um começo confortador, uma garantia de que por um lado, se a ruína de Israel foi causada por suas decisões, por outro, ainda estava aberta para eles uma oportunidade de voltar ao Senhor. Enquanto por toda a história humana ira e ruína são o deserto do pecador, a bondade e a misericórdia são a dispensação de um Deus amoroso e justo. CBASD, vol. 4, p. 1027.
10. 0 teu rei. As perguntas, neste versículo, mostram claramente que os reis da própria escolha de Israel (ver com. de Os 8:4) não poderiam ajudar a nação. A razão pela qual os israelitas pediram um rei era para que ele pudesse julgá-los e sair diante deles para lutar suas batalhas (ISm 8:19, 20). Seu medo do que as nações hostis poderiam fazer-lhes provocou uma crise que, como julgavam, apenas um rei poderia resolver adequadamente. Na crise que estava diante deles — frente à ] ameaça da invasão assíria — o Senhor pergunta: “Onde está agora o rei que vai levá-los para defender todas as suas cidades e as suas fortalezas, e dar-lhes a vitória? Onde estão os juizes e os príncipes que os livrarão do perigo?” Naturalmente, a resposta é que auxiliares tão poderosos não podem ser encontrados. CBASD, vol. 4, p. 1027.
11. Dei-te um rei. Este rei, sem dúvida, é Saul (ver ISm 8:4-7; 9:22-10:1). … E um pensamento sóbrio afirmar que Deus pode punir as pessoas, concedendo-lhes o que desejam. CBASD, vol. 4, p. 1027.
12. Atadas juntas. Como um homem, segundo o costume, guarda o dinheiro em um saco e deposita em algum lugar secreto a fim de que possa ser preservado, do mesmo modo, Deus havia guardado cuidadosamente os pecados de Efraim (ver Dt 32:34, 35; Jó 14:17). O dia do acerto de contas de Efraim havia chegado. CBASD, vol. 4, p. 1027.
14. Meus olhos não vêem em Mim arrependimento algum. O que de fato Ele faz é chamar a morte e o sheol para fazer o trabalho deles, e, nesse momento, a compaixão vai estar ausente enquanto faz o que é para Ele uma “obra estranha” (Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 1028.
15. Aquele que ele viceja. Trata-se um jogo de palavras. O nome de Efraim, por derivação comum, é derivado de um radical que significa “ser frutífero” (ver Gn 49:22). CBASD, vol. 4, p. 1028.
Vento leste. Ventos do leste na Palestina, vindos do deserto, tendem a ser quentes e escaldantes (ver com. de Jr 18:17). Os exércitos poderosos da Assíria são representados por esta imagem. CBASD, vol. 4, p. 1028.
Serão despedaçados. Sobre os costumes bárbaros nas guerras antigas ver com. de Jz 1:6; 2Rs 8:12, cf. 2Cr 25:12. CBASD, vol. 4, p. 1028.
Filed under: Sem categoria
“A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de Mim o teu socorro” (v.9).
Mediante a apostasia e a idolatria, Israel se afastou de Deus e levantou para si “ídolos segundo o seu conceito” (v.2). Ignorando os mandamentos inaugurais – “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura” (Êx.20:3-4) – sacrificavam a seus ídolos e até beijavam bezerros (v.2). Cegos para enxergar a sua condição miserável e fatalmente destinada à destruição, os filhos de Israel insistiam em permanecer distantes do Senhor e alheios à voz profética. Como presas fáceis rapidamente caminhando em direção às “feras do campo” (v.8), logo colheriam o resultado de sua insensatez.
Enquanto pecavam “mais e mais” (v.2), transgredindo abertamente a lei divina, Deus Se revelava a eles como “o Senhor, teu Deus” (v.4). Em cada advertência havia uma extraordinária medida de bondade e misericórdia. Que não havia “outro deus” e que não havia outro Salvador (v.4), era a verdade que libertaria o povo da escravidão do pecado, caso dessem ouvidos a Deus. Do deserto a Canaã, o Senhor trouxe à lembrança a fidelidade de Sua aliança e a facilidade com que Seu povo dEle esquecia (v.6). Quando em apuros, clamavam a Deus por livramento, mas, “uma vez fartos”, eram vencidos pela soberba (v.6) e voltavam ao seu estado de trevas anterior. O Salmo 107 reflete bem a condição de Israel e a misericórdia divina:
“Andaram errantes pelo deserto, por ermos caminhos, sem achar cidade em que habitassem. Famintos e sedentos, desfalecia neles a alma. Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações. Conduziu-os ao caminho direito, para que fossem à cidade em que habitassem. […] Os que se assentam nas trevas e nas sombras da morte, presos em aflição e em ferros, por se terem rebelado contra a Palavra de Deus e haverem desprezado o conselho do Altíssimo, de modo que lhes abateu com trabalhos o coração – caíram, e não houve quem os socorresse. Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações” (Sl.107:4-7, 10-13).
Através de Jesus Cristo, Deus proveu ao homem o livramento de suas tribulações. O Filho de Deus tomou sobre Si o nosso “pecado […] armazenado” (v.12) e nos “chamou das trevas” e das sombras da morte “para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Israel não precisava testemunhar mais milagres no céu e na terra, e sim que o maior milagre de todos fosse realizado nos corações: a genuína conversão. “Eu os remirei do poder do inferno”, disse o Senhor, “e os resgatarei da morte; onde está, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição?” (v.14). Essa era a obra que Deus desejava operar no meio do Seu povo. Essa é a obra que Ele está realizando no meio do Seu último povo.
Todo aquele que houver rejeitado a Cristo e Sua obra substitutiva, “levará sobre si a sua culpa” (v.16) e, sobrevindo o “vento do Senhor” (v.15) com as sete últimas pragas (Ap.7:1; Ap.16), sentirá dores como a “de parturiente” (v.13). Rejeitaram a Palavra de Deus e não deram ouvidos aos testemunhos inspirados, portanto, serão “como palha que se lança da eira e como fumaça que sai por uma janela” (v.3). Ainda assim, antecedendo esse tempo, pouco antes de se fechar a porta da graça, muitos que haviam empregado grandes esforços em lançar por terra as verdades das Escrituras e difamado os escritos de Ellen White, terão seus olhos abertos ao contemplar as cenas finais e o testemunho fiel e verdadeiro do remanescente de Deus, unindo-se a ele como última força combativa.
Como últimos soldados de Cristo Jesus, “a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso” (Ef.6:12), isto é, contra Satanás e seus anjos. Uma luta que se desferida pela força do braço humano já teria nos esmagado. Mas porque o nosso Redentor pisou na cabeça do nosso adversário, “nem a morte […] poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39). “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Co.15:54-55).
Logo as profecias de Isaías e Oseias se cumprirão. Que, pela graça de Deus, façamos parte do seleto grupo, dos que “venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap.12:11).
Oh, Senhor, que triste a profecia contra os que dão as costas a Ti! Tantas oportunidades tens nos concedido. Ajuda-nos a não andarmos segundo a carne, mas segundo o Espírito! Queremos ser transformados na Tua volta ou estar entre aqueles que ressurgirão na primeira ressurreição. Quer vivamos, quer morramos, sejamos sempre Teus, Pai! Até lá, santifica-nos por Tua Palavra, purifica o nosso coração e que nada neste mundo nos afaste de Ti. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, redimidos pelo sangue do Cordeiro!
Rosana Garcia Barros
#Oseias13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
OSEIAS 13 – Deus sente dor. Ele não é frio e calculista, ou blindado ao sofrimento. Ele Se entristece, fica indignado e Se ira quando traído. Obviamente, Sua ira não é doentia nem dura para sempre (Miqueias 5:15; 7:18). Oseias também revela que Deus não usa Sua ira para a destruição, mas tudo o que Ele faz visa a restauração dos culpados transgressores e traidores.
Ainda que para resgatar aos condenados tenha que pagar alto preço, Ele vai até as últimas consequências por amor (João 3:16). A Bíblia é o manual divino para conduzir pecadores à salvação. Deus age e atua em nossa história com intencionalidade:
• Oseias 2:16 contém a expressão “Naquele dia…”, apontando para um tempo quando Deus trará paz e restauração completa.
• Oseias 3 termina com a expressão “nos últimos dias”, indicando um tempo escatológico, o estabelecimento do reino eterno de Deus (ver Daniel 2 e 7).
• Oseias 6:1-3 trata de cura e restauração após um período de sofrimento, que pode ser um símbolo de reavivamento e reforma espiritual que ocorrerão nos últimos dias (Apocalipse 18:1).
• Em Oseias 13:4 o profeta sublinha a exclusividade de Deus como Senhor e Salvador. Deus pretende ser reconhecido universalmente como o único verdadeiro Soberano e Redentor. Isso é evidente no sermão apocalíptico de Cristo (Mateus 24:14), quando o evangelho será oportunizado a todos visando a salvação (Apocalipse 14:6-7).
• Oseias 13:9-12 reflete a ineficácia dos líderes e poderes humanos em salvar o povo, apontando para uma intervenção divina nos últimos dias. No fim dos tempos, a salvação virá somente de Deus, não de qualquer liderança humana, ainda que seja uma nova ordem mundial (Apocalipse 13, 17-18).
De forma geral, Oseias 13 trata da indignação de Deus contra o pecado; contudo, Deus oferece esperança ao desgraçado pecador, como vimos até aqui. Além disso, dois temas merecem destaque:
• Oseias 13:14 fala da redenção final do poder da morte. A vitória sobre a morte é um tema central na escatologia cristã, apontando para a ressurreição dos mortos e a vida eterna prometida no fim dos últimos dias (I Coríntios 15:50-57).
• A grande tribulação e julgamento dos últimos dias servirão para trazer justiça sobre os rebeldes (Oseias 13:15-16), a fim de promover a paz no Universo e no coração dos salvos.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: OSEIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/12
“Em teu Deus espera sempre.” Oséias 12:6
Esperar testa o mais forte dos corações. Quer estejamos aguardando um diagnóstico médico, uma carta importante ou simplesmente esperando na fila, ninguém gosta de esperar.
Talvez durante anos você tenha esperado pela cura emocional, ou por um filho tão desejado, ou para encontrar sua alma gêmea. Seu coração está falhando sob a tensão e o estresse. A esperança está desaparecendo.
Quando a espera é longa, muitas vezes tentamos administrar o resultado. Abraão e Sara cansaram de esperar e criaram um desastre familiar que ainda assola o Médio Oriente. Jacó recusou esperar e utilizou o engano, levando a inúmeras consequências.
Esperar testa nossa fé; testa nossa confiança em Deus. Isso desafia nossa paciência. Revela nossas habilidades de enfrentamento emocional, ou a falta delas.
Seja o que for que você esteja esperando, nunca perca a esperança. E não force para que as coisas aconteçam AGORA! Espere sempre pelo seu Deus. Ele abrirá o mar da impossibilidade, fornecerá o maná do seu coração e ressuscitará a esperança amortecida. Ele torna todas as coisas belas em Seu tempo.
“Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor.” Salmo 27:14
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/12
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli</span
Filed under: Sem categoria
548 palavras
1. O vento leste. Ver com. de Jr 18:17. Seguir o vento oriental é buscar vãs esperanças e planos impraticáveis. Em medida mais ampla, a alusão é feita ao poder destruidor do vento leste [do deserto], tornando-o figurativamente uma representação maior de algo que é vão e vazio. Ele representa o que é nocivo e destrutivo. O vento leste na Palestina, trazendo grandes extensões de resíduos de areia, é abrasador e destrutivo para a vegetação, opressivo para o homem, violento sobre o mar (ver Sl 48:7) e em terra (ver Jó 27:21; Jr 18:17). Portanto, seguir o vento leste significa destruição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 1019
2. Contenda. Jacó. Em um sentido particular, Jacó aqui representa o reino do norte, em contraste com Judá, mas num sentido mais amplo, o nome abrange tanto as dez tribos que compunham Israel, como as duas tribos que formavam Judá. CBASD, vol.4, p. 1020.
3. Pegou do calcanhar. … lutou com Deus. A menção do nome de Jacó (v. 2) faz referência, no v. 3, a dois eventos importantes na vida do patriarca. Evidentemente o objetivo de Oseias é admoestar seu povo a imitar o comportamento de seu progenitor e lembrá-lo da distinção que Jacó tinha obtido, assim, como um incentivo para que o imitassem. … O fim de toda a luta com Deus não era para conquistá-Lo, mas para conquistar a si mesmo. O reconhecimento da fraqueza é o nosso poder, e aqueles que se aproximam de Cristo com a súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn 32:26), descobrirão que isso alcança o poder de Deus. CBASD, vol.4, p. 1020.
4. Lutou. A experiência de Jacó como um exemplo a ser seguido pelo povo de Deus é mais integralmente descrita e tratada neste versículo, a fim de estimular Israel a fazer o mesmo. Essa experiência traz algumas lições importantes: (1) A eficácia da oração fervorosa e persistente nessa luta (ver Ef :18; Fp 4:6; 1Ts 5:17). … (2) Somente com a ajuda de Deus podemos superar o problema do mal em nossa vida. CBASD, vol.4, p. 1020, 1021
10. Símiles. Trata-se de comparações semelhantes parábolas, símbolos que mostram o invisível por meio do visível. … A LXX, para esta oração, diz significativamente: “Eu fui representado por meio dos profetas.” As símiles tornaram as mensagens dos profetas mais cativantes, mais fáceis de entender e de serem lembradas. CBASD, vol.4, p. 1023.
11. Montões. Do heb. galim, “montes de pedras”, assim como os agricultores removiam as pedras do solo arável e as deixava empilhadas em montes inúteis para fácil remoção. Os altares idólatras, tanto de Gileade (que significa “montão da testemunha”; ver com. de Gn 31:47) quanto de Gilgal, deviam ser transformados em montes de pedra. CBASD, vol.4, p. 1023.
12. Jacó fugiu. A fuga de Jacó e a servidão a Labão (v. 12) são comparadas com a experiência de Israel no Egito (v. 13). CBASD, vol.4, p. 1024
13. Profeta. A alusão, aqui, é feita ao profeta Moisés (ver Êx 3:4-12; Sl 77:20; Is 63:11-14). Como o Israel antigo foi preservado pelo profeta Moisés, assim também o povo de Deus, hoje, é preservado por dar ouvidos aos mensageiros designados por Deus e por ordenar a vida em harmonia com os conselhos assim transmitidos (ver 2Pe 1:19). CBASD, vol.4, p. 1024
14. Ira. Por causa da falsidade de Efraim e de sua falta de devoção, ele provocou a ira amarga do Senhor. A culpa e a punição de Efraim não seriam eliminadas (ver com. de Jz 2:20; 2Rs 13:3). CBASD, vol.4, p. 1024
Sangue. Efraim havia derramado sangue em profusão (ver Os 4:2; 5:2). CBASD, vol.4, p. 1024
Opróbrio. A desonra que Efraim causou a Deus por meio da idolatria e da iniquidade retornou para ele. Aqueles que se rebelam contra Deus e trazem opróbrio ao Seu nome devem esperar a retribuição divina (ver 1Sm 2:30). CBASD, vol.4, p. 1024
Filed under: Sem categoria
“No ventre, pegou do calcanhar de seu irmão; no vigor da sua idade, lutou com Deus” (v.3).
Agarrado ao calcanhar de seu irmão gêmeo, Jacó saiu do ventre de sua mãe já lutando pela primazia. Cresceu ouvindo de Rebeca a promessa divina de que governaria sobre o seu irmão e isso lhe era um constante incentivo a buscar a oportunidade que confirmasse a profecia. Como o enganador no Éden, ele usou o apetite como meio de conquistar o direito da primogenitura (Gn.25:33-34). Aproveitando-se da cegueira de Isaque, se passou por Esaú, recebendo o que julgava ser a garantia da promessa. Como num filme, Jacó viu toda a sua vida envolta em mentiras e sua mente foi terrivelmente perturbada pela culpa, enquanto vagava como fugitivo de seu próprio lar.
Foi no deserto, dormindo o sono da tristeza e da angústia, que Jacó teve o sonho que mudaria para sempre a sua vida e a história de sua descendência. Naquela escada mística (Gn.28:12), ele viu o caminho da salvação através da graça de um Deus que vai em busca do pecador. Pela primeira vez, Jacó “achou a Deus” (v.4). Logo após, apesar dos muitos anos de trabalho útil e bênçãos na casa de seu tio Labão, também foram anos de duras provas até que seu orgulho fosse transformado em humildade. Finalmente, Jacó estava pronto para voltar a Canaã, mas ainda precisava de uma última experiência; aquela que definiria o seu futuro e seria um símile da experiência do tempo de angústia nos dias finais.
O profeta Oseias resgatou a experiência de Jacó como um modelo para Israel. Ainda que Seu povo estivesse em situação de letargia, “o Deus dos Exércitos” (v.5) que lutou com Jacó estava em posição de batalha a fim de confirmá-lo como Israel, aquele que luta com Deus e com os homens e prevalece (Gn.32:28). Em vão lutou Jacó no ventre de sua mãe por uma posição terrena, mas foi “no vigor da sua idade” (v.3) que desferiu a luta que definiu o seu destino eterno. Em seu discurso laodiceano: “me tenho enriquecido e adquirido grandes bens; em todos esses meus esforços, não acharão em mim iniquidade alguma, nada que seja pecado” (v.8), Israel vivia o primeiro estado de Jacó, cego em seus próprios esforços inúteis. Necessitava da última luta vivificante e da conversão que havia levado Jacó a chorar e suplicar o favor divino (v.4).
O mundo grita as dores do parto como prestes a dar à luz. A Terra geme os resultados de milênios de pecado e o coração humano acompanha essa involução. Enquanto Jacó dormia, “ali falou Deus conosco” (v.4). De semelhante modo, há esperança aos que ainda estão em sonolência espiritual. O Senhor deseja despertar os Seus filhos a fim de que sejam Suas testemunhas; para, como Jacó, a experiência de seu encontro com Deus sirva como modelo para os que ainda dormem. Há uma luta à nossa frente prestes a começar. Eu ouso afirmar que ela já começou a revelar os primeiros sinais de sua intensidade. E só estaremos prontos para entrar na Canaã celeste se sairmos vitoriosos com Cristo do conflito final.
O Espírito Santo está a apelar: “converte-te a teu Deus, guarda o amor e o juízo e no teu Deus espera sempre” (v.6). Como temos nós respondido ao Seu comovente e urgente apelo? Só teremos forças para prevalecer na última grande luta se, como Jacó, o nosso eu estiver escondido em Deus. Certamente, encontraremos resistência nessa árdua jornada, pois nem todos entenderão e aceitarão a nossa entrega genuína a Deus. Porém, somos chamados a guardar o amor e orar até mesmo por nossos inimigos e pelos que nos perseguem, revelando o caráter do nosso Pai (Mt.5:44). E se, dia após dia, confirmarmos a nossa perseverança, o Espírito nos conservará “íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts.5:23). Busquemos ao Senhor enquanto podemos achá-Lo, porque Ele “cumprirá a Sua palavra sobre a Terra, cabalmente e em breve” (Rm.9:28).
Oh, Pai que está nos Céus, como Jacó lutou com o Senhor e prevaleceu, também queremos sair vitoriosos de nossa luta. Realiza o devido processo em nós até que nossa vida reflita o que foi dito por intermédio de Teu profeta: “converte-te a teu Deus, guarda o amor e o juízo e no teu Deus espera sempre”. Enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que lutam com Deus e prevalecem!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Oseias12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
OSEIAS 12 – É inconcebível um homem decente, culto, honesto, fiel, dedicado, polido, generoso e atencioso casar-se com uma prostituta, imoral, indiferente, infiel, aproveitadora, e ingrata. Mas, Deus sendo santo e Soberano do Universo, assumiu conosco compromisso ainda mais sério, mesmo que sejamos miseráveis pecadores, ingratos, corruptos, imorais, infiéis e imundos.
Seu amor é imensurável, indescritível, infinito. Sua graça extrapola a lógica. Deus é muito mais que um Pai e Marido carinhoso, envolvido e atencioso (Oseias 11). Suas ações amorosas destacam-se pela compaixão e longanimidade, pela relutância em punir e por promessas de redenção que oferecem convites para a restauração.
Embora Oseias 11 mostre o amor compassivo de Deus, Oseias 12 enfatiza que a justiça divina requer uma resposta positiva (vs. 1-2).
Deus não usa Sua justiça para humilhar e destruir Seu povo. Suas ações são sempre pautadas no amor restaurador. Oseias 12:2-6 faz referência à história de Jacó para lembrar Israel de suas origens e de como Jacó, apesar de suas falhas, buscou a Deus e recebeu misericórdia. Tanto para Israel, quanto para nós, esse texto é um chamado para imitarmos o faltoso Jacó em seu arrependimento e busca intensa por Deus.
Não podemos ignorar nossos pecados, não podemos fazer de conta que não cometemos erros (I João 1:8, 10). Deus conhece nosso coração, nossas decisões e nossas ações; se ouvirmos a Ele, reconheceremos quão culpados e miseráveis somos e, como precisamos de um Salvador (Oseias 12:7-14). O qual, certamente já temos:
• “Meus filhinhos, escrevo a vocês estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo” (I João 2:1-2).
• “Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os Céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hebreus 4:14-16).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí