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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jl/1
Joel 1 descreve uma calamidade tão terrível que não há como pará-la, nem há saída. Tudo o que você pode fazer é orar, esperar e chorar. É um capítulo sombrio e assustador de ler. A maioria de nós nunca terá nossas vidas destruídas por hordas de gafanhotos como em Joel 1, mas outras coisas acontecem conosco: mortes, acidentes, doenças. Muitas vezes tudo o que você pode fazer é assistir impotente.
Minha mãe morreu de câncer em novembro de 2021. Não havia nada que eu pudesse fazer para impedir e fiquei presa em outra parte do mundo e não consegui chegar até ela enquanto ela estava morrendo.
Uma coisa que ajudou a mim e a minha mãe foi lembrar que Jesus nos ama e que a Bíblia ensina que Deus não apenas observa o que estamos passando, mas passa por nosso sofrimento conosco. O Salmo 23 diz que Ele está conosco no Vale da Sombra da Morte. Em Daniel ele estava no fogo com Seus seguidores.
Não podemos vê-Lo, mas Deus nunca nos deixa sozinhos, mesmo durante os piores problemas.
Laura Muse
Coordenadora de Luto e Capelã, Indiana, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/joe/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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924 palavras
Contexto histórico. Joel não diz nada sobre o tempo de sua escrita. Ele não faz como muito de outros profetas (ver Is 1:1; Os 1:1; Am 1:1; etc.), que mencionam os reis sob os quais profetizaram. … Embora nenhuma data possa ser comprovada de forma conclusiva, este Comentário adotou o 7º século … . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1035.
Como as antigas palavras de Joel contém uma mensagem divina atemporal, essa incerteza não diminui a importância de seu estudo e aplicação para a vida dos intérpretes atuais. … A mensagem de Joel, assim como a do profeta Sofonias, é dominada por um único tema: o dia do Senhor, ocasião da retribuição divina. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Palavra do SENHOR. Joel garante ao leitor que sua mensagem não se originou de si mesmo. Suas palavras foram ditas pelo Senhor. Ele assegura ter a inspiração divina, assim como outros profetas (Os 1:1; Mq 1:1; etc.; cf. 2Tm 3:16; 2Pe 1:20, 21). CBASD, vol. 4, p. 1037.
Joel. O nome provavelmente significa “o Senhor é Deus”. … Nada se sabe sobre Petuel. CBASD, vol. 4, p. 1037.
Aconteceu isto … ? A calamidade era algo novo na memória das pessoas. … Por esse dispositivo eficaz Joel sublinha a importância incomum de sua mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1037.
2 Velhos. Ou, anciãos. Membros proeminentes da sociedade que desempenhavam uma importante função de liderança nos tempos de Joel (2:16). Eles também são mencionados em outros livros da Bíblia (2Rs 23:1; Jr 26:17). Bíblia de Estudo Andrews.
terra. O reino do sul, Judá (3:1, 20). Bíblia de Estudo Andrews.
4 São usadas quatro palavras hebraicas diferentes para se referir aos gafanhotos. No entanto, não se sabe se estas palavras denotam quatro espécies diferentes de gafanhotos, quatro etapas diferentes do desenvolvimento de um só gafanhoto (isto é, da pupa até a maturidade) ou se são sinônimos usados simplesmente para acrescentar variedade ao texto. De todo modo, a imagem é a mesma: destruição total do suprimento de comida. Bíblia de Estudo Andrews.
Cortador. Do heb. gazam, que vem de uma raiz que significa “cortar”, portanto, empregada para representar um gafanhoto cortador. CBASD, vol. 4, p. 1037.
Migrador. Do heb. ‘arbeh, usado para representar o enxame ou os gafanhotos migradores. Os gafanhotos que assolaram os egípcios são identificados como ‘arbeh (Êx 10:4-19). CBASD, vol. 4, p. 1037.
Devorador. Do heb. yelek, que se considera ser um rastejante, um estágio não alado do gafanhoto. CBASD, vol. 4, p. 1037.
5 Ébrios. De modo poético, os bebedores de vinho são chamados a lamentar seu destino. Privados de seu meio favorito de indulgência, eles são convidados a despertar de sua letargia para derramar as lágrimas de desilusão. CBASD, vol. 4, p. 1038.
6, 7 O “povo … inumerável” é uma referência ao enxame incontável de gafanhotos invasores. Por meio de uma linguagem metafórica, comparando gafanhotos a leÕes, o profeta se refere à habilidade deste inseto de devorar a vegetação e desfolhar as árvores. Bíblia de Estudo Andrews.
7 Tirou-lhe a casca. Depois que os gafanhotos devoram tudo que é verde e suculento, atacam a casca das árvores. CBASD, vol. 4, p. 1038.
8 Marido da sua mocidade. Sem dúvida, se trata daquele com quem a moça estava comprometida e a quem ela amava sinceramente, mas que morreu antes de se casarem. Em vez de um vestido de noiva, ela coloca uma roupa de luto feita com pano áspero de saco. Sob a lei mosaica, um compromisso de noivado, em seus aspectos gerais, era considerado como um casamento (ver com. [CBASD] de Dt 22:23; Mt 1:18-20). CBASD, vol. 4, p. 1038.
pano de saco. Tecido rústico e escuro usado para expressar penitência (Jn 3:5-8) ou luto (Lm 2:10, ARC). Bíblia de Estudo Andrews.
9 Oferta de manjares. Ou, “oferta de cereais”(sobre a natureza desta oferta, ver Lev 2:1). Uma parte destas ofertas era para o sustento dos sacerdotes (Lv 2:3; 6:16; 10:12-15). CBASD, vol. 4, p. 1038.
10 E a terra, de luto. Mediante uma personificação simbólica, a terra é representada como estando de luto em sua improdutividade. CBASD, vol. 4, p. 1038.
12 A vide … a figueira … a romeira … a palmeira e a macieira. A enumeração dos efeitos da seca … em várias plantas e árvores é, sem dúvida, para enfatizar a sua gravidade. Os v. 10 a 12 também descrevem adequadamente os efeitos da quarta das sete últimas pragas (Ap. 16:8, 9; cf. GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1038.
13, 14 Este “desastre natural”da praga de gafanhotos era, na verdade, uma crise espiritual. Os sacerdotes são chamados a exercer liderança espiritual, humilhando-se diante do Senhor em autonegação e arrependimento, e também convocando o povo para ir ao templo clamar ao Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.
14 Assembleia solene. Do heb. ‘atsarah, do radical ‘atsar, “deter”, “restringir”, no sentido de interromper todo o trabalho com o propósito de convocar uma assembleia. CBASD, vol. 4, p. 1039.
15 O Dia do SENHOR. Uma expressão comum entre os profetas (Is 2:12; 13:6; Ez 30:3; Am 5:18; Sf 1:14; etc.; sobre o significado da expressão, ver Is 13:6). Primeiramente, Joel está se referindo aos julgamentos iminentes sobre Judá. Em princípio, suas previsões se aplicam também ao dia do julgamento final que virá sobre o mundo (ver p. 24, 25 [CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 1039.
Como Joel e outros profetas revelam (Am 5:18-20; Sf 3:8-13), será um tempo de destruição para todos que recusarem o arrependimento e um momento de salvação para quem “invocar o nome do SENHOR”(2:32). Bíblia de Estudo Andrews.
Todo-Poderoso. Do heb. Shadai (ver vol. 1 [CBASD], p. 149). CBASD, vol. 4, p. 1039.
16 Destruído o mantimento … da casa do nosso Deus, a alegria e o regozijo? Quando os hebreus da Antiguidade traziam essas e outras ofertas ao Senhor, era uma ocasião de alegria (ver Dt 12:5-7). A praga pôs fim a essa alegria. CBASD, vol. 4, p. 1039.
18 Geme o gado. Este versículo mostra o efeito da infestação de insetos e da seca sobre o reino animal. CBASD, vol. 4, p. 1039.
19 Fogo. O fogo e as chamas provavelmente simbolizam o calor abrasador do sol. CBASD, vol. 4, p. 1039.
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“Promulgai um santo jejum, convocai uma assembleia solene, congregai os anciãos, todos os moradores desta terra, para a Casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor “ (v.14).
Apesar da incerteza quanto à época exata das profecias de Joel e de terem sido dirigidas mais especificamente para o povo de Judá, suas palavras têm propósitos escatológicos e globais, a serem transmitidas de geração em geração (v.3). O cancelamento dos rituais sagrados e a destruição dos produtos do campo representavam uma grande tragédia para o povo de Deus; sinais de que a bênção e a presença de Deus haviam se retirado do meio deles; uma época em que Jerusalém precisava ser sacudida a fim de despertar para a necessidade de um reavivamento espiritual.
Com mensagem semelhante a que vimos ontem, em Deuteronômio 6:4-9, Joel iniciou seu livro enfatizando a importância de darmos ouvidos às palavras do Senhor e transmiti-las a nossos filhos, e estes replicá-las a seus filhos, “e os filhos destes, à outra geração” (v.3). Um apelo que precisava avançar do círculo familiar para o mundo. Notem que existe uma ordem na convocação: primeiro os sacerdotes, depois os anciãos, e só então todos os moradores da terra (v.13-14). Se vestir “de pano de saco” (v.13) era um símbolo de arrependimento e humilhação. O Senhor esperava que os líderes espirituais da nação fossem os primeiros a dar esse passo na Sua direção, preparando o caminho para que todos passassem pela mesma experiência.
Assim aconteceu no Pentecostes. De homens ambiciosos por posições no reino de Cristo, os discípulos foram convertidos em homens cheios do Espírito Santo a fim de liderar a igreja primitiva sob o estandarte do evangelho. Com a promessa de um poder ainda mais expansivo, o remanescente dos últimos dias aguarda e anseia pelo cumprimento desta profecia. Não podemos, porém, aguardar o cumprimento da promessa enquanto não tivermos a mesma atitude dos discípulos de Jesus: “Todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Foram dias de profundo arrependimento e confissão de pecados. Seus corações foram enternecidos pela cruz do Calvário. A cena do amor sem comparação de Seu Mestre, era-lhes uma constante lembrança de que seus pecados O haviam pendurado no madeiro.
Quão maior e mais intensa deve ser a manifestação do Espírito Santo no Seu último povo! Não pela importância de quem a recebe, mas pela solenidade e proximidade do maior evento de todos os tempos: “Ah! Que dia! Porque o Dia do Senhor está perto e vem como assolação do Todo-Poderoso” (v.15). “Ébrios, despertai-vos e chorai” (v.5)! Aos que ainda estão bebendo do vinho de Babilônia (Ap.14:8), há um chamado a fim de que acordem e se arrependam de seus pecados. Amados, o mundo está caminhando para um colapso jamais visto e muitos têm despertado para isso e buscado a orientação divina para estar preparado para este tempo. E o Senhor deixou bem claro em Sua Palavra que o fator determinante da preparação é a comunhão com Ele.
Abra o seu coração ao “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). Ele está disposto, através do estudo de Sua Palavra, a nos fazer vislumbrar a cruz com a mesma profundidade daqueles que foram testemunhas oculares do precioso sacrifício. Não é tempo de aperfeiçoar rituais e ajuntar tesouros. É tempo de clamar “ao Senhor” (v.14) pela plenitude do Espírito Santo como preparação para o “ressoar da última trombeta” (1Co.15:52).
“A Ti, ó Senhor, clamo” (v.19): Dá-nos Teu Espírito! Levanta uma liderança forte e ativa, que promova um reavivamento da verdadeira piedade no meio do Teu povo. Converte o coração dos pais aos filhos, e dos filhos a seus pais. Levanta uma geração que Te conheça e ilumine o mundo com a Tua glória. Quebra, Senhor, a hipnose que Satanás tem usado a fim de que muitos permaneçam dormindo enquanto ele não para de trabalhar para destruir-lhes a vida. Oh, Senhor, até quando? Desperta o Teu povo! Desperta os Teus pastores! Porque nós cremos, que Aquele que há de vir virá, e não tardará. Volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, cheios do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Joel1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOEL 1 – O profeta Joel relaciona a crise nacional de Israel em sua época com a situação da terra, sugerindo que os desastres físicos podem ser sintomas de uma doença espiritual mais profunda. Desta forma, seu primeiro capítulo desafia-nos a ver além das aparências das calamidades naturais e a buscar um entendimento mais profundo do papel dessas experiências em nossa vida espiritual.
Através da exortação à oração, ao jejum e ao arrependimento, Joel lembra-nos que as crises podem ser oportunidades para aproximar-nos de Deus e a renovarmos nossa fé. Assim, mesmo em meio à devastação, podemos encontrar caminhos para a cura espiritual e a esperança pode ser renovada!
O profeta vê a calamidade como uma oportunidade para despertar a humanidade para uma revitalização da fé e do compromisso com Deus. Assim como a terra precisa ser restaurada após a passagem dos gafanhotos, o espírito do povo deve ser reavivado após um período de afastamento de Deus.
• Cada tragédia, desastre e catástrofe é um convite de Deus para refletir sobre nossa própria vida e buscar a reconciliação com Ele.
• A situação ao nosso redor é um espelho refletindo a nossa real necessidade de redenção; certamente Deus não está buscando nossa condenação, mas nosso arrependimento e transformação que nos levará à salvação.
• O sofrimento ao nosso redor deve despertar-nos para a fragilidade da vida e a urgência do arrependimento (Lucas 13:1-5).
Complementando, Joel mostra a importância dos líderes tomarem a dianteira no processo de reavivamento (Joel 1:13-20). Ele pede que proclamem um dia de oração e jejum, convocando o povo a voltar-se para Deus. A liderança espiritual precisa ser proativa em tempos de crise. Os verdadeiros líderes do povo de Deus precisam inspirar as pessoas a buscarem uma renovação sincera de seu relacionamento com Deus.
Passos no processo de reavivamento:
1. Reconhecimento sincero das falhas (pecados); necessidade profunda de examinar a própria vida e atitudes, reconhecendo a urgência de mudança.
2. Arrependimento sincero é essencial para que haja reavivamento.
3. Jejum e oração; o jejum simboliza a abstinência das distrações mundanas, a oração é o meio de comunicação e reconexão com Deus.
4. Renovação do compromisso com Deus; isso equivale à obediência e ao serviço a Deus, vivendo de acordo com Seus preceitos.
Então, vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: OSEIAS 14 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/14
O que torna um sacrifício aceitável? Caim ofereceu frutas e seu sacrifício foi rejeitado, enquanto Abel ofereceu um cordeiro que foi aceito. (ver Gênesis 4:3-7). Aparentemente, a resposta está no fato de que oferecer frutas não é um verdadeiro sacrifício: nenhuma delas precisa morrer, nenhuma delas pode doar sangue vital a fim de fazer expiação pelo pecado. Colher frutas realmente não faz mal à árvore ou planta de forma alguma. É um sacrifício que não custa nada.
É por isso que a escolha de palavras de Oséias 14:2 é tão interessante, “Tomai convosco palavras, e convertei-vos ao SENHOR; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o que é bom; e ofereceremos como novilhos os sacrifícios dos nossos lábios.” (ACF)
Aqui, a alusão é que há um sacrifício de palavras que o Senhor considera aceitável. Não quer dizer que as palavras tenham o poder de expiar pecados. Em vez disso, está dizendo que quando nos voltamos para o Senhor, devemos fazer uma confissão que nos custe algo. Precisamos pronunciar as palavras de arrependimento que mudarão tudo. Um “sinto muito” dito de coração, é um bom lugar para começar, junto com um “seja feita a Tua vontade”. Esta é uma oração que o Senhor considera aceitável.
Karen D. Lifshay
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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762 palavras
O último capítulo relembra as principais denúncias e as enquadra no contexto do arrependimento e da renúncia aos seguintes pecados: idolatria, dependência de alianças militares (em vez de depender de Deus) e apostasia. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Volta. O cap. 14 é um clímax apropriado para a mensagem de Odeias. O profeta faz um último apelo ao seu povo para abandonar a maldade e voltar para o Senhor. Ainda não era tarde demais. Mas o dia da oportunidade estava passando rapidamente. As nuvens de guerra iam escurecendo o horizonte ao oriente. A Assíria estava no auge de seu poder, e suas ambições imperialistas logo engoliriam a nação israelita embriagada pelo vício e idolatria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1029.
2 Tende convosco. O povo podia ter esperado que o retorno ao Senhor exigisse holocaustos ou presentes materiais. Todavia, o profeta não se refere a nenhuma dessas coisas. Um simples pedido de misericórdia acompanhado de arrependimento sincero e confissão era tudo o que o Senhor exigia (ver com. [CBASD] do Sl 32:1). CBASD, vol. 4, p. 1029.
Toda iniquidade. O pecador sinceramente arrependido pode ser livremente perdoado. Uma vez perdoado, o pecado não é mais creditado na conta do pecador (ver com. [CBASD] do Sl 32:2). CBASD, vol. 4, p. 1029.
3 Assíria. O povo se empenhava no que dizia respeito a três dos seus pecados principais: esperar a ajuda da Assíria (ver Os 5:13, 7:11), confiar no cavalos e carros do Egito (ver Os 7:11; cf. Is 31:1) e permanecer na idolatria (ver Os 13:2; cf. Is 42:17). CBASD, vol. 4, p. 1030.
4 Curarei. Deus responde à oração penitente. A apostasia é aqui considerada como uma doença e somente o Médico divino podia curar as enfermidades da alma (ver Jr 8:22; Mt 9:12). CBASD, vol. 4, p. 1030.
É adequado um livro que anuncia o juízo terminar com uma nota de esperança: uma imagem que denota proteção. Bíblia de Estudo Andrews.
Amarei. Quando os pecados são perdoados e a justiça de Cristo cobre o pecador, não importa quão longe ele tenha ido, Deus o aceita como se ele nunca tivesse pecado. Seu registro passado de pecados de modo algum é mantido contra ele, e Deus o ama como a Seu próprio Filho (ver CC, 67). CBASD, vol. 4, p. 1030.
5 Como o orvalho. A imagem do orvalho está ligada à ideia de bênção (Dt 33:13; Mq 5:7). Bíblia de Estudo Andrews.
Em regiões em que há pouca chuva, o orvalho ajuda a refrescar as plantas carentes. Assim, o orvalho se torna um símbolo da fecundidade e a ausência dele, um sinal de seca e de devastação. Assim, Deus se tornaria a fonte da fecundidade espiritual de Israel. Como o orvalho cai, noite após noite, assim Deus, dia a dia, supriria graça suficiente para cada dia. CBASD, vol. 4, p. 1030.
Como o lírio. Uma figura sugerindo qualidades como beleza, pureza, perfume e rápido crescimento (ver Mt 6:28, 29). CBASD, vol. 4, p. 1030.
Suas raízes. As raízes do lírio são fracas, e, portanto, não são uma figura adequada de estabilidade prometida a Efraim. CBASD, vol. 4, p. 1030.
Como a do Líbano. Os cedros do Líbano ou das montanhas do Líbano. CBASD, vol. 4, p. 1030.
6 Como o da oliveira. Comparar com Jr 11:16. A oliveira é chamada de rainha das árvores frutíferas da Palestina. Era especialmente valiosa. Seu óleo era usado como alimento e iluminava. Seu fruto era tão abundante e útil, seu verde, tão esplêndido, e sua folhagem, tão firme e fresca, que provia uma imagem vívida da gloriosa perspectiva de Efraim. CBASD, vol. 4, p. 1030.
7 Voltarão. Por intermédio de Oseias, o Senhor procurou tornar o quadro o mais atraente possível, na esperança de que o convite não fosse recusado. O apelo constitui um clímax apropriado para o livro. CBASD, vol. 4, p. 1030.
O cereal. Literalmente, “eles vivificarão [cultivarão] os grãos”, ou “eles se fartarão com os grãos”(LXX). CBASD, vol. 4, p. 1030.
9 Quem é prudente. Oseias fecha sua profecia com o apelo para que seu povo seja atento às palavras que o Senhor falou por meio dele (para uma definição de sabedoria, ver com. [CBASD] de Pv 1:2). CBASD, vol. 4, p. 1030.
Os padrões de justiça são os caminhos de Deus. Nosso relacionamento com eles determina se somos considerados justos ou ímpios. Bíblia de Estudo Andrews.
Andarão neles. A questão foi claramente colocada diante dos israelitas. Havia dois caminhos diante deles. Eles poderiam continuar em seus maus caminhos e colher os inevitáveis ou poderiam buscar a Deus de todo o coração e obter a salvação. Os desígnios do Senhor, retos e imutáveis seriam cumpridos a despeito do que as pessoas poderiam fazer (Ml 3:6; Tg 1:17). Se elas se perdessem, a culpa seria delas, porque Deus as confrontou com cada estímulo para seguirem o caminho reto (Dt 30:15-20). CBASD, vol. 4, p. 1030, 1031.
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“Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão” (v.9).
O último capítulo do livro de Oseias termina com o apelo comovente do Senhor a Seu povo: “Volta, ó Israel, para o Senhor, teu Deus, porque, pelos teus pecados, estás caído” (v.1). Quando os hebreus saíram do Egito, levaram consigo os costumes pagãos adquiridos nos anos de cativeiro e revelaram um espírito crítico e murmurador que acabou por postergar a sua entrada na terra prometida. Contudo, os quarenta anos no deserto foram significativos na formação do caráter da geração que entraria em Canaã. Em Sua bondade e misericórdia, Deus guiou o Seu povo manifestando constantemente provas de Sua presença e cuidado. Mas, com o passar dos anos, a fartura e a tranquilidade tornaram-se em soberba e egoísmo, e, vez após outra, a Bíblia relata os episódios em que Israel caiu em terrível apostasia.
A fim de evitar a idolatria e a apostasia, o Senhor deixou às famílias de Israel preciosas orientações: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” (Dt.6:4-9). Em cumprir essas palavras estava a promessa da bênção e da justiça de Deus de geração em geração.
A situação do povo nos dias de Oseias era resultado direto da desobediência a estas orientações. Os casamentos mistos e as demais associações com os idólatras tornaram Israel uma nação sem identidade, e, por consequência, espiritualmente adúltera. O plano divino para as famílias do antigo Israel deveria ser um modelo para o mundo em todas as gerações. O apelo “Volta, ó Israel” (v.1), apontava para a estrita obediência às Escrituras, para uma vida de fidelidade a Deus mediante “palavras de arrependimento” (v.2) e confissão. Era dever dos pais ensinar aos filhos por preceito e por exemplo, erguendo no lar a Palavra de Deus como perpétuo memorial da verdade que liberta e santifica.
O mesmo dever é requerido hoje dos responsáveis do lar. Como campos frutíferos e férteis, as famílias do Israel espiritual de Deus têm a mesma promessa como garantia de um Deus que não muda (Ml.3:6) e que deseja nos curar, amar (v.4) e vivificar (v.7). “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” (At.16:31), não foram palavras ditas apenas ao carcereiro e sua família, mas a todos os que confiam no Senhor e nEle buscam o poder do Espírito a fim de ouvir e praticar as Sagradas Escrituras. “Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba” (v.9).
Lembremos de Noé, amados, quando ele e sua casa foram os únicos a entrar na arca. Lembremos que no primeiro advento de Cristo, conseguimos contar nos dedos aqueles que reconheceram a Sua chegada. E que a Bíblia chama de “restantes” (Ap.12:17) aqueles que serão encontrados fiéis antes da segunda vinda de Jesus. Que, pela graça do Senhor, nosso Deus, nós e a nossa casa nos voltemos para Ele enquanto há tempo, “porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão” (v.9).
Santo Deus, mais um livro profético estudado, mas não concluído, pois a Tua Palavra é fonte inesgotável de sabedoria e conhecimento. Cremos que o Teu Espírito falou conosco o que era necessário a cada dia e clamamos para que assim permaneça até o fim. Se preciso for, quebra a nossa vida e a refaz como vaso de honra, pelo Teu poder e graça. E dá-nos o Espírito Santo a fim de sermos a Tua igreja pura e sem mácula, preparada para Te encontrar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, famílias de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Oseias14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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OSEIAS 14 – O profeta Oseias escreveu um livro extraordinário. O amor infinito, altruísta e gracioso permeia seus 14 capítulos. A Bíblia do Discípulo destaca que “o tema central do livro de Oseias é o amor de Deus por Seus filhos errantes… Deus perdoa os Seus filhos e filhas não porque eles merecem, mas porque Ele os ama”.
Nossa cultura moderna banalizou o amor. Isso pode afetar nosso relacionamento com Deus. “A sexualidade tornou-se despersonalizada e despersonalizante, um produto que vende qualquer coisa desde um aparelho de TV até uma barra de sabão. Tem-se tornado uma expressão da tentativa desesperada do homem moderno para fingir intimidade em um mundo de crescente isolamento e fragmentação”, argui John Fowler. Muitos cristãos da atualidade vivem este tipo de amor com Deus: Sem compromisso sério!
• O amor de muitos por Deus não é tão profundo como deveria ser.
• O adultério espiritual é mais evidente do que uma lealdade espiritual perseverante.
• Relacionamentos relapsos são mais comuns do que se imagina, por isso Deus não é prioridade entre a irmandade evangélica.
Contudo, o Deus de amor e misericórdia convida “volte”, “voltem para o Senhor”, ensinando até mesmo como agir e o que falar (Oseias 14:1-3). Com objetivo de obter resultados no apelo, Deus promete: “Eu curarei a infidelidade deles e os amarei de todo o meu coração, pois a minha ira desviou-se deles”; e, assegura honrar e exaltar os infiéis arrependidos (Oseias 14:4-8).
O último versículo do livro de Oseias ressoa com diversos textos bíblicos que enfatizam a importância da sabedoria, do discernimento e da justiça dos caminhos de Deus (Provérbios 1:7; Salmo 25:4-5; Isaías 55:8-9; Deuteronômio 30:15-16), os quais enriquecem a compreensão da mensagem do profeta: A sabedoria e o discernimento verdadeiros são demonstrados na consideração e na compreensão dos caminhos justos do Senhor, que guiam os justos à vida e fazem os rebeldes tropeçarem.
Reflita: A fidelidade no casamento é importante (Provérbios 5-9) tanto quanto no relacionamento com Deus, como demonstra Oseias. Então…
• Mantenha-se firme em seguir fielmente os ensinamentos divinos, sabendo que isso lhe trará estabilidade e crescimento, enquanto a rebeldia traz confusão e dificuldades.
• Evite os erros e tropeços da vida alinhando suas escolhas com os ensinamentos divinos, garantindo uma trajetória mais segura e bem-sucedida.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.