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Texto bíblico: JEREMIAS 22 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/22
“Assim diz o Senhor: Administrem a justiça e o direito: livrem o explorado das mãos do opressor.” v.3.
O Senhor não estava apenas preocupado com o mal que os judeus estavam cometendo na época da sua grande apostasia, mas também ficou chocado com a sua grande indiferença para com a miséria que se abateu sobre aqueles que os rodeavam. Eles não tinham grande consideração pelo estranho dentro de seus portões; aqueles que foram oprimidos foram deixados a sofrer o seu destino cruel no meio de um povo indiferente. Não havia piedade primitiva entre o povo do Senhor. Ao todo, eles se tornaram uma coisa impura. Mas Deus, em Sua terna misericórdia, ainda estava suplicando-lhes que se arrependessem e praticassem a justiça, e praticassem o julgamento, e fizessem o bem.
Isto é o que o Senhor ainda nos pede hoje. Não sejamos indiferentes ao sofrimento, mas esforcemo-nos para procurar a aprovação do nosso Mestre num mundo tão destruído. “Indiferença e neutralidade numa crise religiosa são consideradas por Deus como um crime grave e igual ao pior tipo de hostilidade contra Deus.” Testemunhos, vol. 3, pág. 280,3
Keith Mbulisi Ndebele
Originalmente da África do Sul, agora estudante do Hartland College, Virgínia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/22
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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708 palavras
1 Assim diz o SENHOR. A data exata desta mensagem não é certa. Parece claro que ocorreu no reinado de Jeoaquim. CBASD, vol. 4, p. 472.
3 Justiça. Partindo das palavras do versículo anterior …, parece que Jeremias transmitiu a mensagem ao rei, diante de seus súditos, enquanto ele estava assentado à porta (ver com. de Jr 21:12), provavelmente conduzindo os negócios públicos. CBASD, vol. 4, p. 472.
Nem derrameis sangue inocente. Um exemplo desta extrema crueldade foi o assassinato de Urias por Jeoaquim (ver Jr 26:20-23). CBASD, vol. 4, p. 472.
4 Se, deveras, cumprirdes. Novamente o profeta retrata de modo ilustrativo a gloria e a prosperidade que sobreviriam a Jerusalém se o povo cumprisse o propósito divino (ver com. de Jr 17:25). CBASD, vol. 4, p. 472.
6 Tu es para Mim, Gileade. A “casa do rei” é comparada a Gileade e “a cabeça do Líbano”, por causa das matas que estavam no topo das duas cadeias de montanhas. CBASD, vol. 4, p. 472.
7 Teus cedros escolhidos. Nabucodonosor queimou as belas estruturas de madeira de cedro quando tomou Jerusalém (Jr 52:12, 13; cf. 2Rs 25:8, 9; 2Cr 36:19).
10 O morto. Uma referencia a Josias, rei justo de Judá, para quem Jeremias compôs uma lamentação solene (ver 2Cr 35:25). Josias era muito respeitado e amado por seu povo, e sua morte precoce foi profundamente lamentada. CBASD, vol. 4, p. 473.
Aquele que sai. Uma referência ao filho e sucessor de Josias, Jeoacaz, a quem o faraó Neco tirou do trono e levou para o Egito (2Rs 23:31-34; 2Cr 36:2-4). CBASD, vol. 4, p. 473.
11 Salum. Conhecido como Jeoacaz (ver com. de 2Rs 23:30; 1Co 3:15; 2Cr 36:1). CBASD, vol. 4, p. 473.
13 Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça. Referência ao próprio Jeoaquim (ver com. do v. 1). Jeoaquim demonstrou desprezo pela condição econômica de seus súditos, que já estavam experimentando as privações da invasão estrangeira e os encargos de pesado imposto (ver 2Rs 23:35). CBASD, vol. 4, p. 473.
Sem paga. Jeoaquim impôs trabalho forçado sobre alguns de seus súditos. Em vez de libertadas, as pessoas foram praticamente escravizadas, recebendo alimento sem salário. CBASD, vol. 4, p. 473.
14 Vermelhão. Possivelmente o mesmo pigmento vermelho que era usado nas construções assírias e egípcias (ver Ez 23:14). Talvez fosse cinabre, barro vermelho ou óxido de ferro. CBASD, vol. 4, p. 473.
15 Só porque rivalizas … ? Jeremias repreende Jeoaquim por procurar superar grandiosidade orgulhosamente exibida pelos outros. CBASD, vol. 4, p. 473.
Acaso, teu pai … ? Uma referência a Josias, pai de Jeoaquim, que desfrutou uma vida normal e equilibrada entre juízo e “justiça” [literalmente, “integridade”]. ele tinha uma grandeza interior que em muito ultrapassou a lória externa dos palácios de Jeoaquim. CBASD, vol. 4, p. 473.
18 Não o lamentarão. Não haveria luto pelo ímpio filho [Jeoaquim] como houve pelo piedoso pai [Josias]. CBASD, vol. 4, p. 473.
20 Sobe ao Líbano. As montanhas do Líbano e Basã dominavam a rota dos babilônios, portanto, este é um local apropriado para lamentar as calamidades de Judá. CBASD, vol. 4, p. 473, 474.
Abarim. Nome próprio daquela parte da cadeia montanhosa ao sul de Gileade e Basã (ver Nm 27:12; 33:47; Dt 32:49).
Todos os teus amantes. As nações, como os assírios e os egípcios, com quem Judá entrou em aliança (2Rs 16:7-9; cf. Ez 23:5, 9; ver com. de Jr 4:30). CBASD, vol. 4, p. 474.
22 O vento. Uma referência ao vento abrasador [do deserto ao] leste como que tipificando a calamidade que varreria a terra deJudá (ver com. de Jr 4:11; 18:17). CBASD, vol. 4, p. 474.
Apascentará todos os teus pastores. Um característico jogo de palavras hebraico. Esta profecia indicava que a invasão babilônica destruiria os príncipes e líderes de Judá. CBASD, vol. 4, p. 474.
26 Lançar-te-ei a ti e a tua mãe … para outra terra. Mãe [Neústa] e filho [Joaquim] foram levados cativos para Babilônia por Nabucodonosor (Jr 29:1, 2; cf. 2Rs 24:10-15). … Joaquim nunca retornou à terra de Judá. CBASD, vol. 4, p. 474.
28 Filhos. Isto parece indicar que, embora Joaquim tivesse apenas 18 anos nessa época (597 a.C.), ele já tinha um ou mais filhos. CBASD, vol. 4, p. 474.
29 Ó terra, terra, terra! Ver com. de Jr 4:20. A repetição tripla da palavra enfatiza a convicção do desígnio de Deus a respeito de Judá (cf. Lc 22:31; Jo 8:51; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 474.
30 Registrai este como se não tivera filhos. Isto significa que nenhum dos “filhos” … ou de seus descendentes se assentaria em seu trono. … Mesmo quando Zorobabel se tornou o líder dos judeus que retornaram do cativeiro [nos tempos de Esdras e Neemias] , ele não governou como rei (ver PR, 451) [Toda a Palestina estava sob domínio persa. Depois, grego e, depois, romano]. CBASD, vol. 4, p. 474.
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“Julgou a causa do aflito e do necessitado; por isso, tudo lhe ia bem. Porventura, não é isso conhecer-Me? – diz o Senhor” (v.16).
Digamos que eu saiba o seu nome, a sua profissão e onde você mora. Isso significa que eu lhe conheço intimamente? Não. É apenas um conhecimento superficial. Era esta a situação do povo e, principalmente, de seus governantes. As profecias agora são dirigidas a uma sucessão dos reis de Judá. De uma forma reiterada, um rei após o outro buscava apenas seus próprios interesses egoístas e ignorava as palavras do Senhor por intermédio de Seu servo Jeremias.
A coroa real não representava uma posição privilegiada apenas, mas deveria ser o peso da responsabilidade que sobre cada monarca repousava de governar sob o esteio do direito e da justiça. Abaixo do rei estava o povo, mas acima dele deveria estar Deus. Quando o Rei dos reis e Senhor dos senhores governava o coração de um rei terreno, sob Sua administração havia justiça prática e “tudo lhe ia bem” (v.16). No entanto, os reis citados no capítulo de hoje buscaram seu próprio infortúnio e, servindo a outros deuses, edificaram para si patrimônio para destruição.
Não tem nada mais ofensivo a Deus do que a injustiça. Como também não tem nada mais agradável ao Senhor do que a prática da justiça. Os reis de Judá também atuavam como juízes do povo. Sua jurisdição compreendia toda a nação e, diante de tal encargo, com que demasiado interesse deveriam pedir a Deus o mesmo que pediu Salomão: “Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (1Rs.3:9).
A prática da justiça segundo o coração de Deus é a prova mais contundente de que verdadeiramente O conhecemos: “Julgou a causa do aflito e do necessitado […] Porventura, não é isso conhecer-Me?, diz o Senhor”. O discípulo amado, em sua primeira epístola, disse o seguinte: “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nEle não está a verdade” (1Jo.2:4). Ao ser indagado sobre qual seria “o grande mandamento na Lei”, Jesus respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” e, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:36-39). Cristo não criou algo novo, mas repetiu as palavras de Deuteronômio 6:5 e de Levítico 19:18, declarando que a essência da lei de Deus é o amor. O apóstolo Paulo, igualmente inspirado por Deus, declarou: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei”, ou seja, a prática da justiça, “é o amor” (Rm.13:10).
No grande Dia da volta de Jesus, Ele fará a separação entre dois grupos, que podem ser identificados da seguinte forma: os justos e os injustos; os que amam e os que não amam; os que O conhecem e os que não O conhecem. E a descrição feita por Ele em Mateus 25:31-46 comprova a veracidade do título perfeitamente apropriado de uma das obras do pastor Alejandro Bullón: “Conhecer Jesus é tudo”, que diz o seguinte na página 60: “Se não existir um relacionamento de amor entre Cristo e nós, a vida se torna vazia, oca. O cristianismo vira um fardo, uma pesada carga de proibições e deveres. Podemos carregá-lo um ou dois ou vinte anos, mas um dia chegamos ao limite e o largamos, ou nos tornamos zumbis, homens [e mulheres] sem vida.”.
Precisamos, amados, desfrutar de um relacionamento íntimo com o nosso Salvador e não viver um cristianismo de formalidades. Jesus deseja ter uma relação de amizade conosco. “Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do Senhor!” (v.29), é um clamor dAquele que pagou o preço do nosso resgate com Seu próprio sangue para que possamos morar com Ele para sempre (Jo.14:1-3). Saber o nome de Jesus, professar uma crença e frequentar uma igreja não faz de ninguém um cristão. Ser cristão é calçar as “sandálias” de Cristo e desgastá-las por amor a Deus e ao próximo. Conhecer Jesus é amar como Ele amou e buscar uma vida de piedade e obediência, pela graça e misericórdia de Deus. Está você disposto a isso? Então, oremos juntos neste momento:
Nosso amado Deus, que responsabilidade pesa sobre nós como Teus representantes na Terra! Podemos não estar em tronos, nem possuir patentes humanas, mas fomos chamados como Teus atalaias no tempo do fim, e isso, por si só, já é uma tremenda responsabilidade. Mas ela deixa de ser um peso angustioso quando seguimos o Teu chamado: “Vinde a Mim e aprendei de Mim”. Então, é quando experimentamos o Teu jugo suave e o Teu fardo leve. Ajuda-nos, Senhor! Ajuda-nos a compreender qual seja o posto de nosso dever e a colocar-nos inteiramente em Tuas mãos como santuário do Espírito Santo! Assim, Te conheceremos e perceberemos que nossa vida não tem sentido se não for vivida para amar o Senhor e ao nosso próximo. Oramos em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 22 – Deus vê a maldade que os perversos praticam, e, a injustiça não ficará impune. É por isso, que este capítulo contém profecias e advertências dirigidas aos líderes do povo de Deus, especificamente ao rei e à família real, por causa de sua injustiça e falta de piedade para com o povo.
Jeremias 22 “foi um oráculo introdutório para alertar a corte davídica [vs. 1-9] e consolar Salum (Jeoacaz), que reinou somente três meses e foi deportado para o Egito (608 a.C) [vs. 11-12]. Apresenta-se um oráculo a respeito de Jeoaquim (608-597 a.C.) [vs. 13-19], ímpio idólatra e adversário de Jeremias (cf. 2Rs 23:24-24:27). Pronuncia-se a condenação de Joaquim [vs. 20-30], que foi deportado para Babilônia. (No hebraico ele é chamado Conias, aqui e em 37:1; Jeconias, em 24:1; 27:30; cf. 2Rs 24:8-16; 25:27-30.)” explica Merrill Unger.
Alguns pontos sobressaem do texto sagrado:
1. Jeremias foi enviado para confrontar o rei Joaquim, filho de Josias, e aconselhá-lo a agir com justiça e retidão. A repreensão se deve à opressão sobre o povo e o egoísmo. É claro que políticos injustos serão condenados por Deus.
2. O profeta adverte os governos a administrarem com justiça, cuidarem dos pobres e oprimidos, protegerem os direitos dos estrangeiros, órfãos e viúvas, e não se deixarem levar pela ganância, ambição e corrupção.
3. Jeremias aponta às consequências da injustiça e idolatria. Judá cairia e Jerusalém seria destruída como resultado da injustiça, opressão e idolatria praticada pelos líderes e pelo povo. Através de Seu profeta, Deus evidencia que não poupará a linhagem real da punição, mesmo sendo de Seu próprio povo.
4. Jeremias apresenta promessas de bênçãos e restauração aos condenados transgressores. Caso reis e líderes políticos se arrependerem e agirem com justiça, Deus promete abençoar e restaurar, permitindo que administradores justos governem sobre o povo.
Em Jeremias 22, os líderes são
• alertados contra a exploração dos trabalhadores e a construção de riqueza através da injustiça (Jeremias 22:13).
• desafiados a refletir sobre a responsabilidade do poder e a necessidade de agir com justiça e integridade (Jeremias 22:14-15).
• Chamados a compreender que a posição de nenhum líder o isenta da responsabilidade de agir corretamente (Jeremias 22:16-17).
Há muitas verdades impactantes neste capítulo. Deus observa tudo. Nada Lhe passa despercebido! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JEREMIAS 21 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/21
Eu costumava ler os profetas e presumir que os principais problemas no meio do povo de Deus, que tanto frustravam a Deus, tinham a ver com falhas de piedade pessoal – eles não comiam da maneira certa, não adoravam da maneira certa, nem se vestiam da maneira correta.
Mas foi há apenas alguns anos que comecei a ver o que estava escondido bem à vista, espalhado em quase todas as páginas dos profetas: Israel e Judá falharam em buscar a justiça. Em vez de promover equidade e justiça, eles saquearam, exploraram e oprimiram. É por isso que Deus os convidou a “Julgai pela manhã justamente e livrai o oprimido das mãos do opressor” (Jeremias 21:12).
Às vezes, ficamos preocupados com a promoção de “justiça social.” Mas Deus tem um zelo total pela justiça – que sempre tem implicações sociais e relacionais. Ele deseja que tratemos todos com justiça e equidade e promovamos isso em nossos sistemas e instituições.
Ellen White nos diz que o julgamento chegará a um ponto – e apenas um ponto. Não é baseado no que “professamos” (The Southern Watchman, 25 de agosto de 1908). Em vez disso, se trata deste único ponto: o que houverem feito ou negligenciado fazer por Ele na pessoa dos pobres e sofredores (Desejado de Todas as Nações, p.637).
Shawn Brace
Pastor, Conferência do Norte da Nova Inglaterra, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/21
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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427 palavras
Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. … Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)”. Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21.
1 Palavra. O cap. 21 não esta em sequencia cronológica com os demais capítulos a seguir, mas pertence a época do rei Zedequias. E muito provável que os eventos descritos aqui ocorreram no inicio do ultimo cerco de Nabucodonosor a Jerusalém, em 588 a.C. … Atemorizado por sombrias perspectivas ao ver os exércitos de Nabucodonosor se acercarem de Jerusalém, Zedequias enviou dois dignitários a Jeremias para que consultasse o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 469.
Pasur. Não é a pessoa mencionada em Jeremias 20 (ver com. de Jr 20:1). CBASD, vol. 4, p. 469.
5 Pelejarei Eu mesmo. Muitas vezes em sua historia, Israel enfrentou, com segurança, exércitos superiores, crendo que o Senhor estava com eles. Desta vez, contudo, o “Deus de Israel” (v. 4) declarou que Ele estava do lado dos invasores caldeus. A causa de Israel era sem esperança. CBASD, vol. 4, p. 469, 470.
12 O casa de Davi. As funções judiciais parecem ter sido assumidas, em grande parte, pelos membros da casa real. CBASD, vol. 4, p. 470.
Pela manhã. Aparentemente, uma das melhores maneira de um governante oriental manter o favor de seus súditos era levantar nas primeiras horas do dia e ir a porta da cidade (ver com. de Gn 19:1) para ouvir as queixas e solicitações dos que foram prejudicados. A aparente negligencia de Davi quanto a esse procedimento sábio abriu caminho para a rebelião de Absalão (ver 2Sm 15:2-6). … Esperar ate mais tarde, quando o calor se tornasse opressor, resultaria na perda dessa oportunidade para dispensar a justica necessaria ao povo (ver 2Sm 4:4; Ec 10:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 470. CBASD, vol. 4, p. 470.
13 Moradora do vale. Possivelmente, esta seja uma referencia a parte mais baixa da cidade de Jerusalem. CBASD, vol. 4, p. 470.
Rocha da campina. Do heb. tsur, “grande rocha”. Com um falso sentido de seguranca, os lideres de Jerusalem pensavam que suacidade era invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.
Quem descera … ? Como os jebuseus do passado, o povo de Juda confiava no que eles equivocadamente consideravam a posicao natural de Jerusalem como uma forca invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.
14 Na cidade, qual bosque … devorara todos os seus arredores. Um dos atos destrutivos dos exercitos invasores como o de Nabucodonosor era cortar “os altos cedores” e os “ciprestes escolhidos” (2Rs 19:23). O desmatamento recorrente foi uma razao parcial para a relativa escassez de arvores na atual Palestina. CBASD, vol. 4, p. 470.
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“A este povo dirás: Assim diz o Senhor: Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte” (v.8).
As profecias dadas a Jeremias começaram a mostrar a sua veracidade. De uma forma persistente e muito clara, o profeta havia predito a futura destruição caso o povo não se arrependesse dos seus maus caminhos. Porém, obstinados e insubmissos, os líderes do povo tinham sido os primeiros a negar-se a ouvir as palavras proféticas, e encaminharam a nação rumo a uma guerra já vencida.
Nabucodonosor foi escolhido por Deus como um vingador e o momento de isso cumprir-se era chegado. Durante muito tempo o profeta havia erguido o último chamado de Deus, sendo por isso ridicularizado e escarnecido. Então, ao ver os exércitos de Babilônia cercar a cidade, o rei Zedequias reconheceu, pela primeira vez, a autenticidade das palavras de Jeremias: “Pergunta agora por nós ao Senhor” (v.2). Contudo, era tarde demais!
A invasão era inevitável e o cerco estava estabelecido. O que o Senhor havia dito que faria estava diante dos olhos de todo o povo. Contudo, novamente, Ele colocou diante de todos a possibilidade de escolherem “o caminho da vida” (v.8). Dentro dos portões de Jerusalém, a corrupção e a idolatria prevaleciam e, fora deles, o Senhor lhes estendeu uma nova chance: “mas o que sair e render-se aos caldeus, que vos cercam, viverá, e a vida lhe será como despojo” (v.9). A mensagem central era: Entreguem-se à Babilônia, e vocês não irão participar dos juízos que recairão sobre Jerusalém e sobre toda a Judá.
A história comprova que Babilônia assumiu o governo do mundo da época e, com cetro de ferro, Nabucodonosor ergueu um império que teve grande êxito por quase 70 anos. Porém, após esse período, Deus faria o Seu povo sair de Babilônia e regressar para Jerusalém. O que nos mostra que, para cada fase da história, Ele tem um chamado especial para o Seu povo, que se resume na seguinte ordem: “Ouvi a palavra do Senhor!” (v.11).
A escatologia bíblica nos revela, de uma maneira evidente e, historicamente contundente, que as profecias para o tempo do fim iniciaram suas aplicações no ano de 1798, segundo o livro de Daniel e o livro de Apocalipse (Profecias que estudaremos mais adiante). Desde 1798, não estamos diante de uma guerra entre nações apenas, mas de um conflito cósmico que revela seus últimos resultados. E, semelhante ao término do jugo babilônico, o chamado do Senhor é que o Seus filhos saiam da Babilônia contemporânea: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
A situação dos seres humanos nos últimos dias é descrita por Paulo em sua segunda epistola a Timóteo 3:1-5. E a sua advertência para todo filho de Deus é: “Foge também destes”, porque “estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé” (2Tm.3:5 e 8). Da mesma forma que os que seguiram os falsos profetas e líderes foram punidos juntamente com eles na época de Jeremias, o mesmo se dará nestes últimos dias. O Espírito Santo tem apelado a cada coração: “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (2Tm.2:22). Coração puro não significa ouvir a voz do nosso coração enganoso, e sim a voz dAquele que é “o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6).
Jesus mesmo foi enfático ao declarar: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21). A vontade do Pai está contida em Sua Palavra, e, conhecendo-a, passamos a conhecer também o caminho da vida eterna (Jo.17:3). Não há meio termo no fato de que estamos diante do mesmo dilema: “Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte”. E, como nunca antes, a profecia de Joel é um clamor urgente de um Deus que deseja nos salvar: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Invoquemos o nome do Senhor e Ele nos guiará pelo caminho da vida.
Senhor, nosso Deus misericordioso, olha para nós e concede-nos o Teu Santo Espírito! Seja a Tua Palavra como espada segura em nossas mãos e esteja ela em nossos lábios e em nosso coração. Fala ao coração do Teu povo que ainda está em Babilônia e reúne todas as Tuas ovelhas em Teu aprisco seguro. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, chamados para a salvação!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 21 – Deus envia a sentença de juízo, mas junto vai uma mensagem de esperança. A mensagem de juízo visa despertar os indivíduos iludidos para o arrependimento que resulta em perdão e salvação.
Infelizmente a esperança dos pecadores difere da esperança que Deus deseja que eles alimentem:
• Os mensageiros enviados pelo rei Zedequias ao profeta Jeremias tinham expectativas de que, miraculosamente, Deus livrasse Jerusalém das investidas da Babilônia. Para a decepção deles, o profeta alegou que Deus lutava em prol dos babilônios e não salvaria Jerusalém – a qual sofreria por peste, espada e fome. Zedequias e os sobreviventes seriam entregues à Babilônia (Jeremias 21:1-7).
• Observe atentamente no texto que, o Deus que declarou aos representantes do rei de Jerusalém: “Eu mesmo lutarei contra vocês com mão poderosa e braço forte, com ira, furor e grande indignação. Matarei os habitantes desta cidade, tanto homens como animais; eles morrerão de uma peste terrível” (Jeremias 21:5-6), apontou o caminho da esperança: “Ponho diante de vocês o caminho da vida e o caminho da morte. Todo aquele que ficar nesta cidade morrerá pela espada, pela fome ou pela peste. Mas todo o que sair e render-se aos babilônios, que cercam vocês, viverá; esse escapará com vida…” (Jeremias 21:8-10).
Jeremias 21 mostra-nos a soberania divina que permeia o macrocosmo da existência, onde a predestinação molda os destinos das nações e dos povos. Contudo, no microcosmo individual, reside a essência do livre-arbítrio, a capacidade inalienável de cada ser humano de fazer suas próprias escolhas e forjar seu próprio caminho.
As palavras do profeta deixam nítido que nós somos os arquitetos de nossas decisões, os mestres de nosso próprio destino, num constante embate entre a vontade divina e a nossa própria vontade. Nesse intrincado jogo de forças, somos desafiados a enfrentar as consequências de nossas escolhas, a aceitar a responsabilidade de nossas ações e a buscar incessantemente a sabedoria para discernir entre o certo e o errado!
Assim, enquanto somos guiados pelos desígnios divinos no grande sistema das coisas, somos também dotados da liberdade de moldar nossa consciência e vontade. Inclusive o rei poderia escolher fazer o certo e então evitar as consequências do erro, caso quisesse (Jeremias 21:11-14) – Qualquer juízo divino seria ilegítimo sem livre-arbítrio!
Usemos nossa liberdade para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí!