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Texto bíblico: JEREMIAS 26 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/26
Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei copiosamente para vós outros o meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
Provérbios 1:23, NVI
Deus desejava que Seus filhos retornassem a Ele e enviou instruções por meio de pessoas escolhidas, mas Seu povo continuou matando Seus mensageiros. “Por quarenta anos, Jeremias devia estar diante da nação como testemunha da verdade e da justiça. Num tempo de apostasia sem paralelo, devia ele exemplificar na vida e no caráter a adoração do verdadeiro Deus” Profetas e Reis, cap. 34
Também somos chamados a dar uma mensagem impopular a um mundo que ama o pecado. Temos um coração acomodado que não quer se envolver com coisas complicadas e desconfortáveis. Falar aos outros sobre Jesus e o que Ele fez por nós nem sempre é bem recebido. Dizer ao mundo sobre os julgamentos vindouros encontrados no Apocalipse é motivo de riso.
Enfrentaremos o ridículo e o escárnio, assim como Jeremias. “Mas o profeta fiel era diariamente fortalecido para resistir” (id.). Talvez Jesus esteja esperando por pessoas que estão trabalhando ativamente para acordar as pessoas “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” (Efésios 5:14, NVI).
Cheri Holmes
Enfermeira da sala de emergência
Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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570 palavras
1 Princípio do reinado. Em algum momento entre 609 a 610 a.C. Certamente, foi antes do primeiro cerco a Jerusalém por Nabucodonosor (ver com. de Dn 1:1), porque os babilônios não são mencionados no capítulo e Jeoaquim é ilustrado como estando favorável ao Egito. A mensagem do discurso do templo (Jr 7-10) é resumida brevemente neste capítulo. As reações do povo e dos líderes ao discurso e o resultado final de todo o incidente é registrado apenas aqui. CBASD, vol. 4, p. 488.
3 Bem pode ser. Isto é, “talvez”. Tão severa é a ameaça que se segue (ver v. 6), que é expressa com a esperança de que não tivesse que ser realizada. CBASD, vol. 4, p. 488.
7 Os sacerdotes, os profetas. Jeremias foi comissionado por Deus para alertar, de modo especial, ás duas ordens às quais ele pertencia, a primeira delas por nascimento (ver com. de Jr 1:1) e a última por eleição divina (ver com. de 1:5). Os falsos profetas eram especialmente hostis a Jeremias (23:9-40). CBASD, vol. 4, p. 488.
9 Por que profetizas … ? Afirmar que o templo, orgulho e glória dos israelitas (ver com. de Jr 7:4), sofreria o destino do antigo santuário de Siló era um pensamento tão insuportável que “todo o povo” se uniu contra o profeta [ver tb. acusação similar dirigida contra Jesus]. O povo colocou toda sua confiança numa estrita observância dos serviços religiosos externos do templo. CBASD, vol. 4, p. 488.
11 Réu de morte. Neste versículo, há um bom exemplo de iniciativa e método vicioso, tão característicos da Idade Média, que entregava pessoas falsamente acusadas de heresia e blasfêmia ao braço secular do estado, para castigo e morte. CBASD, vol. 4, p. 488 e 489.
13 Emendai os vossos caminhos. A defesa de Jeremias foi apenas a mensagem que Deus lhe deu. Se o povo de Deus reformasse seus caminhos, ainda poderia evitar a destruição que os ameaçava. CBASD, vol. 4, p. 489.
15 Sabei, porém, com certeza. O profeta não apela aos sacerdotes e profetas, de quem não esperava justiça, mas “a todos os príncipes e a todo o povo” (ver v. 12). Os príncipes [da linhagem real], especialmente, foram os que hesitaram em derramar sangue inocente de alguém que falava não de si mesmo, mas de Deus. CBASD, vol. 4, p. 489.
18 Miqueias. Idêntico ao autor do livro de Miqueias (ver Mq 1:1; p. 8, 9). CBASD, vol. 4, p. 489.
20 Urias. Este incidente foi registrado, possivelmente, para mostrar que a experiência de Jeremias não era única. CBASD, vol. 4, p. 489.
21 Para o Egito. A região ao longo do Nilo era, frequentemente, um asilo para refugiados da Judeia. CBASD, vol. 4, p. 489.
22 Elnatã. Possivelmente, o sogro do rei *ver 2Rs 24:8). Elnatã era um dos príncipes favoráveis a Jeremias (Jr 36:12). CBASD, vol. 4, p. 489.
Ao Egito. Os tratados antigos continham uma cláusula em que ambas as partes prometiam fazer regressar os prisioneiros políticos a seu país de origem. CBASD, vol. 4, p. 489.
23 Tiraram a Urias. Urias foi tratado vergonhosamente. A “seu cadáver” foi negado o enterro com seus pais, e foi “lançado … em sepulturas do povo comum”, no vale do Cedrom [entre os montes do templo e das Oliveiras]. Mais tarde, o rei que cometeu essa desonra foi “sepultado como se sepulta um jumento”, sem as honras fúnebres costumeiras e sem lamentação (Jr 22:18, 19). CBASD, vol. 4, p. 489, 490.
24 Aicão. O pai de Aicão, possivelmente, foi Safã, um escriba bem conhecido na reforma de Josias, aquele superintendeu a restauração do templo (2Rs 22:3, 8-14; 2Cr 34:8, 14-21). … Foi com um filho de Aicão, Gedalias (ver Jr 40:6), “governador sobre as cidades de Judá”, que Jeremias encontrou refúgio depois que Nabucodonor conquistou a Judeia (Jr 40:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 490.
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“Assim diz o Senhor: Põe-te no átrio da Casa do Senhor e dize a todas as cidades de Judá, que vêm adorar à Casa do Senhor, todas as palavras que Eu te mando lhes diga; não omitas nem uma palavra sequer” (v.2).
O ministério profético dado a Jeremias não foi apenas desafiador, mas um risco de morte. Não, o profeta não foi mandado a pregar dentro de um presídio perante os piores assassinos. Ele foi enviado a pregar na igreja! E, ainda que a sua integridade física estivesse em jogo, a ordem de Deus era de que ele não omitisse “nem uma palavra sequer” (v.2). Enquanto sua voz ecoava pelas paredes do templo, chocava-se com os corações endurecidos do povo. Mas o Senhor não desistia deles, pois a Sua essência não permitia. O Seu amor para com aquela nação fazia com que colocasse na boca de Jeremias um apelo após o outro. Mas eles consideravam a sua situação muito confortável para dar ouvidos à mensagem de juízo.
O inimigo tem usado seus agentes na luta contra o povo de Deus e tem levantado dentre o próprio povo pessoas que, enfermas espiritualmente, vivem apenas um cristianismo superficial. Essa foi a realidade não somente nos dias de Jeremias, mas também nos tempos de Cristo e da igreja apostólica. Jesus foi condenado e morto pela dureza de coração de Seu próprio povo. Paulo e seus companheiros de missão foram duramente perseguidos, açoitados e muitos foram mortos por seus patrícios. E nem o fato do rosto de Estêvão ter brilhado como o rosto de um anjo (At.6:15) impediu os líderes judeus de apedrejá-lo até à morte (At.7:59).
A Bíblia está repleta de testemunhos de pessoas que deram a vida por amor ao evangelho, simplesmente porque aceitaram transmitir as palavras do Senhor. Alguns são mais conhecidos e notórios como no caso do profeta Jeremias. Outros, possuem um tímido registro nas Escrituras, como no caso do profeta Urias. Mas ambos profetizaram “em nome do Senhor” (v.20). Falando aos gálatas, Paulo escreveu: “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?” (Gl.4:16). Jeremias tornou-se um inimigo nacional porque declarava as palavras que de Deus recebia, e Urias perdeu a vida por exercer o ministério profético. A acusação contra Jeremias era de que ele falava o que não era agradável de se ouvir. Porque, aos olhos dos habitantes de Jerusalém, estava tudo bem, quando, na verdade, suas ações eram más continuamente.
Amados, Deus tem pressa em nos salvar e, “começando de madrugada” (v.5), tem nos falado a mesma mensagem com um tom ainda mais urgente do que o foi nos dias de Jeremias ou nos dias da igreja primitiva. Precisamos depositar o nosso coração no cofre celestial e clamar pelo poder transformador do Espírito Santo. Lembremos que o homicídio não só acontece fisicamente, mas também ocorre dentro do coração rancoroso e vingativo (Mt.5:22), que derrama sangue inocente com palavras e sentimentos maliciosos. “E traríamos nós tão grande mal sobre a nossa alma?” (v.19). Odiaríamos aqueles que sabemos ser usados por Deus para nos alertar, só para podermos mascarar os pecados que precisamos abandonar?
Que o Senhor nos livre de derramar “sangue inocente” (v.15) e nos faça influentes para o bem assim como foi Aicão, que “protegeu a Jeremias” (v.24). Disse Jesus: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt.5:7).
Nosso querido Deus, nós suplicamos que crie em nós um coração puro que ame a verdade; um coração disposto a ser corrigido e transformado pelo modelar de Tuas santas mãos! Livra-nos de sermos perseguidores de nossos irmãos! Que sejamos sábios para reconhecer os Teus avisos e humildes para aceitar a Tua repreensão! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, alvos da misericórdia divina!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 26 – A Palavra de Deus no livro de Jeremias mistura repreensão, advertência, promessa de restauração, justiça, misericórdia, fidelidade e aliança. Deus o escolheu para revelar Suas mensagens para aquele tempo e para a história. Ele denuncia a idolatria, a injustiça social, a corrupção e a rebeldia, e mostra que, sem reação positiva ao chamado para voltar-se a Deus, as consequências seriam nefastas.
Por mais habilidoso que fosse Jeremias nas palavras, seus ouvintes não reagiram como deveriam. Embora não fossem apenas negativas – havia graça, misericórdia, promessa de restauração, esperança em suas mensagens – mesmo assim o povo voltou-se contra o representante de Deus. Por conseguinte, o profeta experimentou profundamente o fardo de proclamar a Palavra divina, como se vê na tentativa de matá-lo em Jeremias 26.
Jeremias não foi o único a sofrer o peso da Palavra profética. Havia também um homem que profetizava contra Jerusalém e Judá, chamado Urias, filho de Semaías, de Quiriate-Jearim. Quando o rei Jeoiaquim e seus oficiais ouviram suas palavras, procuraram matá-lo, mas Urias fugiu ao Egito. No entanto, Jeoiaquim mandou homens para trazê-lo de volta, e então foi morto pelo rei do povo de Deus (Jeremias 26:20-23). Graças a Aicão, filho de Safã, Jeremias não teve o mesmo destino que Urias (Jeremias 26:24).
Porém, Jeremias fora levado perante líderes espirituais, bem como perante o povo, para ser julgado por suas palavras proféticas. Contudo, alguns anciãos o defenderam com base nas Escrituras, nas profecias de Miquéias, não com base no gosto pessoal (Jeremias 26:1-19). Daqui, extraímos importantes lições de vida:
• Todo líder espiritual deve ser avaliado pela Palavra de Deus, não pelo gosto pessoal para não cairmos no engano que resultará em grande mal.
• O pregador enraizado nas Escrituras deve ser respeitado e protegido, pois suas mensagens não são meramente suas opiniões, mas revelações divinas.
• Como os nobres de Judá que defenderam Jeremias com base nas profecias de Miquéias, devemos examinar as Escrituras para confirmar a veracidade das mensagens que ouvimos.
• Não devemos seguir pregadores por preferência pessoal ou afinidade. A verdade das Escrituras deve ser valorizada acima de qualquer inclinação pessoal.
• Em vez de seguir cegamente o que ensinam certos líderes religiosos, devemos examinar tudo à luz da Bíblia, como fizeram os bereanos em Atos 17:10-12.
Reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JEREMIAS 25 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/25
Não foi um bom ano para Judá. A mensagem de Deus dada por Jeremias foi direta ao ponto: você não está ouvindo! E agora, depois de mais de duas décadas de advertências específicas, Jeremias infelizmente tem de informar o “povo de Deus” que a destruição está a caminho.
Jeremias descreve sem rodeios o caos e a ruína vindouros das famílias de Israel, e até nomeia o invasor como o Rei da Babilónia, Nabucodonosor. Mas, então, Jeremias imediatamente anuncia que, depois de setenta anos, a própria Babilônia sofreria “desolação perpétua”.
O que devemos fazer com toda essa carnificina? Por que Deus permitiria que a Babilônia escravizasse e destruísse o Seu próprio povo, e então se virasse e fizesse com que a própria Babilônia sofresse um desastre total?
Ah! — Felizmente para nós, Jeremias dá uma resposta profunda e satisfatória: “todos os reinos do mundo” (v. 26) beberão o cálice do desastre porque têm bebido do cálice da maldade. E de que maldade eles são especificamente acusados? A prática perversa de seguir “outros deuses para servi-los e adorá-los”. (versículo 6)
No fim dos tempos, às vezes parecerá que “todos” estão servindo a outros deuses, mas, examinando mais de perto, encontramos um remanescente que mantém a fé em Jesus, expressa em vidas obedientes!
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/25
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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788 palavras
1 No quarto ano de Jeoaquim. A mensagem do cap. 25 foi dada um ano após os primeiros judeus terem sido levados cativos para Babilônia (ver com. de Dn 1:1). CBASD, vol. 4, p. 483.
3 Começando de madrugada. Uma expressão idiomática para indicar esforço contínuo (ver com. De Jr 7:13). CBASD, vol. 4, p. 483.
5 Convertei-vos. Este apelo a arrependimento, conversão e obediência apresenta explicitamente a missão do verdadeiro profeta (ver 2Rs 17:13; Ez 18:30-32). CBASD, vol. 4, p. 483.
Para sempre. Se os israelitas tivessem cumprido seu destino divino, seu estabelecimento na terra teria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 483.
9 Meu servo. De modo semelhante, Ciro foi designado como “servo” de Deus, pois faria uma obra que Ele desejava que fosse feita (ver Is 44:24 – 45:5). CBASD, vol. 4, p. 483.
10 Voz de folguedo. A ilustração apresentada neste versículo representa a completa dissolução da vida familiar, tanto das épocas de alegria como da rotina diária (ver Ap 18:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 483.
12 Castigarei. Esta profecia contra Babilônia começou a ser cumprida quando “os medos e persas” tomaram a cidade, mataram Belsazar e destruíram o império babilônico (Dn 5:17-31). Embora Babilônia tenha sido usada por Deus para punir Seu próprio povo, isso não eximia os babilônios da punição por suas iniquidades (ver Jr 50, 51; cf. Is 10:5-16). CBASD, vol. 4, p. 484.
Rei da Babilônia. Como um dos principais inimigos de Israel nos tempos do AT, [também] no livro de Apocalipse, Babilônia se tornou um símbolo do cristianismo apóstata em sua oposição ao povo remanescente de Deus (ver com. de Ap 14:8; 17:5; 18:2). Os símbolos do livro de Apocalipse são extraídos, em grande parte, das experiências do Israel literal nos tempos antigos, ou são baseadas nas mensagens simbólicas dos profetas do AT (ver AA, 585). Por esta razão, é importante considerar cuidadosamente as equivalências na história e na profecia do AT quando forem estudados os símbolos do Apocalipse. É somente em comparação a esses contextos que os símbolos do Apocalipse tomam o sentido completo que o Espírito Santo planejou que eles transmitissem. Vários aspectos do castigo da Babilônia literal, demonstrados em Jeremias 25, são valiosos em conexão com o estudo do castigo da Babilônia mística demonstrado em Apocalipse 16 a 19 (ver com. de Is 14:4). CBASD, vol. 4, p. 484.
16 Para que bebam. Uma imagem do pânico e terror experimentados pelas várias nações enquanto os conquistadores babilônicos avançavam sobre elas. O vinho da ira de Deus (ver v. 15) os intoxicaria, por assim dizer, com pavor e desespero (ver Is 51:17, 22; Jr 51:7; Hc 2:16; cf. Ap 14:10; 17:4;18:3). CBASD, vol. 4, p. 485.
17 Recebi o cálice. Isto é, o profeta fez isto de modo figurado, ao “derramar” suas profecias contra as nações. CBASD, vol. 4, p. 485.
18 Judá. Jeremias começa a exposição dos juízos divinos com uma profecia do castigo pronunciado sobre seu povo por causa da iniquidade dele e, então, passa aos juízos que seriam infligidos às outras nações. CBASD, vol. 4, p. 485.
19 Faraó. Nessa época, o rei do Egito era Neco II (610-595 a.C.), que foi derrotado por Nabucodonosor, em Carquemis. CBASD, vol. 4, p. 485.
26 Depois de todos eles. Depois de forçar as outras nações a beber da taça da derrota, a própria Babilônia teria a mesma experiência. CBASD, vol. 4, p. 485.
27 Bebei, embebedai-vos. Jeremias parece voltar aos v. 15 e 16 (ver com. ali) retratando o pavor e o desespero que sobreviriam às pessoas pelas tristezas de lutas internacionais. CBASD, vol. 4, p. 485.
Vomitai. Uma representação impressionante de desistência ou entrega de despojos tomados na guerra. CBASD, vol. 4, p. 485.
29 Começo a castigar. Se Jerusalém não conseguiria escapar da invasão caldeia, certamente as nações ao redor não escapariam. Tanto elas como Judá seriam sábias se adotassem uma postura de submissão ao jugo babilônico (ver Jr 49:12). CBASD, vol. 4, p. 485.
30 Rugirá. Os v. 30 a 33 resumem a mensagem do cap. 25 por meio de uma ilustração dramática. … Estas palavras são paralelas a outro cumprimento no último conflito das nações, imediatamente antes da segunda vinda de Cristo (ver CG, 656, 657; PP, 340). CBASD, vol. 4, p. 485, 486.
31 À espada. Símbolo da destruição pela por meio da guerra. No conflito final das nações, os ímpios perecerão de vários modos (ver CG, 657). CBASD, vol. 4, p. 486.
33 Não serão pranteados. À desonra do castigo deles se acrescentaria a ausência do respeito devido ao serviço funerário corriqueiro. CBASD, vol. 4, p. 486.
34 Uivai, pastores. Referência aos falsos líderes do povo do pastoreio de Deus (ver com. De Jr 23:1). O mesmo ai é proferido contra os falsos líderes religiosos que, nos últimos dias, levarão o povo a confiar na mentira (GC, 655). CBASD, vol. 4, p. 486.
Revolvei-vos. Expressão de luto e pesar. CBASD, vol. 4, p. 486.
37 Malhadas. Literalmente, “solos de pastagem”. CBASD, vol. 4, p. 486.
38 Como o filho de leão. O Cordeiro de Deus também é “o Leão da tribo de Judá” (AP 5:5). A figura do leão traz à mente não só a ilustração da majestade do rei, mas também do poder destruidor, como o que o Senhor usará quando realizar Sua “obra estranha” de destruição dos ímpios (ver com. De Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 486.
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“Recebi o cálice da mão do Senhor e dei a beber a todas as nações às quais o Senhor me tinha enviado” (v.17).
O ministério de “Jeremias, o profeta” (v.2), consistia em anunciar palavras de juízo a um povo obstinado e rebelde. Durante muitos anos, sua vida foi considerada um estorvo nacional e, sua pregação, odiada de todos, principalmente dos líderes judeus que se recusavam a dar-lhe ouvidos. Em nenhum momento, porém, houve o registro de que o profeta houvesse rejeitado o seu chamado ou desistido de declarar as palavras da parte do Senhor. Apesar de sua condição emocionalmente frágil, Deus o tornou em muro intransponível preservando-lhe a vida e fortalecendo-lhe mediante Sua constante e consoladora presença.
Ao profeta foi revelado o tempo do cativeiro babilônico: setenta anos. Seria esse o período em que os judeus estariam sob o jugo de Babilônia, quando, cumprindo-se o seu término, poderiam retornar à sua terra natal. “Também, começando de madrugada” (v.4), Jeremias despertava a nação anunciando a palavra do Senhor, bem como os demais profetas, antes e depois dele, serviram a Deus declarando a mesma mensagem: “Convertei-vos agora, cada um do seu mau caminho e da maldade das suas ações, e habitai na terra que o Senhor vos deu e a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre. Não andeis após outros deuses para os servirdes e para os adorardes, nem Me provoqueis à ira com as obras de vossas mãos; não vos farei mal algum” (v.5-6).
Não era desejo do Senhor aplicar nenhum de Seus juízos sobre qualquer povo ou nação, mas conduzi-los ao arrependimento e abençoá-los com toda sorte de bênçãos. No capítulo de hoje, Jeremias declarou o tempo em que profetizava em nome de Deus: “vinte e três anos” (v.3). Portanto, a nação estava cheia do conhecimento dos acontecimentos futuros, mas vazia do conhecimento que salva (Jo.17:3). Conhecer a Deus e fazer a Sua vontade não se trata de um conhecimento teórico de sinais e profecias, e sim do que fazemos com relação ao que nos é revelado.
Jesus foi obediente em tudo porque, “começando de madrugada” (v.3), buscava o poder do alto enquanto estreitava o Seu íntimo relacionamento com o Pai. A Bíblia relata que Ele “Se retirava para lugares solitários e orava” (v.16), o que geralmente fazia “alta madrugada” (Mc.1:35). Sua vida de obediência e altruísmo, portanto, era o resultado de sua comunhão com Deus. Assim também deseja Deus estabelecer este vínculo pessoal e diário com Seus filhos. Disse Jesus: “o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37). Assim como os profetas do Senhor eram enviados aos povos e nações para conduzi-los ao arrependimento e confirmá-los em seu reino terrestre, Jesus nos foi enviado com a mesma mensagem de salvação a fim de nos conduzir ao Seu reino celeste: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).
A mensagem da salvação em Cristo Jesus é dirigida “a todos os reinos do mundo sobre a face da Terra” (v.26), como está escrito: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Mas para que essa mensagem seja eficaz, a mensagem de juízo deve ser igualmente aceita e obedecida: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Há um clamor sendo erguido, não por apenas vinte e três anos, mas por quase dois mil anos. Há um cálice de ira que está prestes a cumprir o seu propósito não por apenas setenta anos, mas com consequências eternas. O cálice que Israel e as nações pagãs não queriam beber, mas logo será derramado “sobre todos os moradores da Terra” (v.29), foi o objeto da grande angústia de Cristo, ao suplicar: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice!” (Mt.26:39). Entretanto Aquele que não tinha pecado algum teve de aceitar a vontade do Pai: “Tereis de bebê-lo” (v.28). Jesus tomou do cálice da cólera de Deus para que você e eu não tenhamos de bebê-lo. Oh, precioso Redentor!
Amados, “o Senhor tem contenda com as nações” e logo “entrará em juízo contra toda carne” (v.31). Não faça como Judá e as nações pagãs, rejeitando ouvir as palavras do Senhor e O provocando à ira com obras de corrupção, mas que, ao findar dos “tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade” (At.1:7), que Ele nos encontre como Suas testemunhas, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Hoje, agora, é o tempo da minha e da sua oportunidade.
Pai nosso que habita no mais alto e santo lugar, mas que também habita com o contrito e abatido de espírito, louvado seja o Teu nome por Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que tomou o cálice para a nossa salvação! Como Daniel, estudando as profecias de Jeremias, entendeu que estava no fim do cativeiro babilônico, desperta o Teu povo para compreender quão perto estamos do desfecho do grande conflito. E como Teu servo Daniel, clamamos neste momento: “Oh, Senhor, ouve! Oh, Senhor, perdoa! Oh, Senhor, atende-nos e age! Não Te retardes por amor de Ti mesmo, ó Deus meu. Porque a Tua [igreja] e o Teu povo são chamados pelo Teu nome”. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 25 – A profecia é interessante. Deus revela eventos impressionantes antes mesmo de ocorrerem. Pelo menos 5 informações relevantes encontramos em Jeremias 25:
• Deus declara que enviaria Nabucodonosor, rei da Babilônia, para punir Judá – Seu povo, e as nações ao redor devido à infidelidade e suas iniquidades (Jeremias 25:1-11).
O tema do juízo sobre Judá e Jerusalém é recorrente na Bíblia toda. A destruição de Jerusalém e o exílio do povo judeu para a Babilônia são eventos históricos documentados em II Reis e II Crônicas. Profetas como Isaías e Miquéias também profetizaram sobre o juízo iminente sobre Judá por causa de sua infidelidade a Deus e a injustiça para com o próximo – referindo-se às duas tábuas da Lei. Moisés, especificamente, profetizara que o afastamento de Deus, dispersaria o povo entre as nações (Deuteronômio 4:25-31).
• Deus revela que as nações serviriam ao rei da Babilônia por um período de setenta anos (Jeremias 25:11-14).
Textos como este foram alvo de estudo e reflexão de Daniel, especialmente no capítulo 9, onde o profeta buscou entender o tempo do exílio babilônico.
• Deus explica o motivo do julgamento da maldade através de uma lista de nações que serão punidas e entregues ao domínio de Nabucodonosor (Jeremias 25:15-29).
A ideia de Deus julgando não apenas Israel, mas também as nações, é comum em várias partes da Bíblia. Por exemplo, Joel fala sobre o julgamento das nações no “Vale da Decisão” (Joel 3:1-3, 12-14); e Sofonias também descreve o julgamento de várias nações (Sofonias 2:4-15).
• Deus promete punir também a Babilônia que serviu de instrumento em Suas mãos para executar justiça no mundo, pois inclusive eles praticaram maldades (Jeremias 25:12-14, 29-38).
Inúmeros textos profetizaram a queda de Babilônia, especialmente Isaías (Isaías 13:1-22; 47:1-15). João apoiou-se nestas profecias para descrever o julgamento final (Apocalipse 17:1-18:24).
• Deus menciona uma taça cheia de vinho da Sua ira, que Ele mesmo faria com que as nações bebessem até ficarem embriagadas, representando o julgamento e a punição que enviaria sobre elas (Jeremias 25:15-29).
Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento a ideia da taça da ira divina é utilizada para descrever o juízo sobre os pecadores impenitentes (Salmo 75:8; Apocalipse 14:9-10; 16:19; 19:15).
Estudar a Bíblia expande a mente! Reavivemo-nos com a riqueza de sua mensagem! – Heber Toth Armí