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Texto bíblico: JEREMIAS 8 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/8
Jeremias desenha um quadro bastante sombrio da punição de Judá por não seguir ao Senhor. Por que eles acabaram numa situação tão desesperadora? Eles seguiram rituais sem um real conhecimento dos porquês. Você já ouviu alguém na igreja alegar “Nós temos a verdade”? Você pode conhecer muitas coisas, mas será que isso mudou você para melhor? Não despreze a velha Judá, porque você pode estar no mesmo barco da auto-suficiência. Livre-se dessa mentalidade e reconheça que você precisa da graça de Deus mais do que qualquer outra coisa.
Humilhemo-nos perante o Senhor e esperemos pacientemente para ver o que o Senhor pode fazer pela condição de nossos corações.
Ulli Tutsch
Professora secundária aposentada
Yakima, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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590 palavras
1 Naquele tempo. Época em que ocorreriam os eventos registrados em Jeremias 7:32 a 34. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 421.
Lançarão para fora … os ossos. O motivo seria pilhagem, procura por tesouros, ornamento e insígnias, que normalmente eram enterrados com os reis … [ou] o desejo de mostrar desprezo e afronta aos mortos. Tal prática está em harmonia com os horrendos costumes dos assírios ao lidar com os túmulos dos reis das regiões conquistadas. As classes que tiveram seus ossos tratados dessa forma eram as que lideraram a apostasia em Judá. CBASD, vol. 4, p. 421.
2 Espalhá-los-ão ao sol, e à lua, e a todo o exército do céu, a quem tinham amado. Há uma ironia nesta ilustração. Os corpos celestes testemunham, silentes, a profanação dos ossos de seus adoradores. CBASD, vol. 4, p. 421.
8 Como, pois dizeis: somos sábios, e a lei de Deus está conosco? Evidentemente, isto se refere em especial aos sacerdotes e aos falsos profetas (ver v. 10; Jr 2:8; 5:31). Foram eles que se gabaram de conhecimento e posse da lei, apesar de sua negligência com as exigências divinas. CBASD, vol. 4, p. 421.
Converteu em mentira. Os falsos profetas não desejavam as instruções de Jeremias, pois se consideravam sábios e criam ser divinamente nomeados como professores do povo. Os sacerdotes também fizeram o povo errar, falsificando os ensinamentos das Sagradas Escrituras. CBASD, vol. 4, p. 421.
14 Venenosa. Do heb ro’sh, uma planta amarga e venenosa … , possivelmente a cicuta, o coloquíntida, a papoula ou a beladona. CBASD, vol. 4, p. 422.
16 Dã. Uma cidade na fronteira norte da Palestina (ver com. de Jr 4:15). CBASD, vol. 4, p. 422.
17 Encantamento. A fúria do inimigo não poderia ser aplacada ou dissipada por qualquer arte ou método. CBASD, vol. 4, p. 422.
29 Passou a sega. Alguns consideram este versículo como uma queixa dos cativos; outros, como uma continuação do amargo lamento do profeta por seu povo condenado. em qualquer caso, este é o lamento do fracasso. Na Palestina, a safra de grãos começa por volta de abril. A colheita dos frutos ocorre por volta de agosto ou setembro. Quando as culturas de grãos se perdiam, ainda havia uma colheita de uvas, figos, azeitonas, etc. Para Judá, no entanto, a estação de coleta de frutas – a última oportunidade – tinha passado, e não haveria libertação. Seu destino era inevitável. Logo virá o último verão do mundo e com ele a última colheita. então, dos lábios de milhares, que agora vivem complacentemente, novamente subirá esse clamor de desespero (ver T7, 16). CBASD, vol. 4, p. 423.
22 Bálsamo. Uma resina ou goma aromática muito valorizada por suas propriedades terapêuticas (ver Jr 46:11; 51:8), derivada de uma pequena árvore perene que crescia na região montanhosa a leste do Jordão. O produto era exportado na época do AT (ver Gn 37:25; Ez 27:17).Não havia bálsamo para as feridas espirituais de Israel, nem médico para aplicá-lo? A resposta implícita é: “Sim, há.” A mensagem trazida pelos profetas, caso atendida, teria fornecido a cura. CBASD, vol. 4, p. 423.
Por que, pois, não se realizou a cura … ? A falta de cura para o povo não era devido à ausência de meios para efetivá-la, mas à recusa da nação em ir ao Grande Médico. Talvez o povo tenha se tornado insensível às suas necessidades. Talvez tenha ficado muito orgulhoso para aceitar o remédio e pensasse que poderia curar a si mesmo. Talvez tenha passado a gostar da doença. De qualquer maneira, não quis olhar para o Médico e viver. CBASD, vol. 4, p. 423.
Filha do Meu povo. Expressão hebraica comum que indica que a nação de Israel, ao longo da história, foi a “mãe” e aquela geração era a “filha”. CBASD, vol. 4, p. 423.
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“Oh! Se eu pudesse consolar-me na minha tristeza! O meu coração desfalece dentro de mim” (v.18).
Infelizmente, o castigo era inevitável. Jeremias foi impedido de interceder pelo povo. Lembrando que além de profeta, Jeremias era sacerdote. Portanto, era sua função fazer essa mediação entre o povo e Deus. Mas a religião de Jerusalém havia se transformado em uma verdadeira loucura. Ostentando sabedoria, “Somos sábios e a lei do Senhor está conosco” (v.8), menosprezavam a palavra profética, “apostatando continuamente” (v.5), “porque cometem abominação sem sentir por isso vergonha” (v.12). Uma exata ilustração do povo de Laodiceia: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17).
Meus irmãos, ao estudar o livro de Jeremias comparando com o que tem acontecido em nossos dias no meio religioso, lembro-me das palavras do sábio Salomão: “nada há, pois, novo debaixo do sol” (Ec.1:9). O Senhor disse que a Sua igreja nos últimos dias guarda os Seus mandamentos e tem o testemunho de Jesus (Ap.12:17). E “o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Ap.19:10). Ou seja, é uma igreja que obedece aos mandamentos de Deus e tem o espírito de profecia.
Eu pergunto: Você sabe que igreja é essa? Que observa TODOS os mandamentos de Deus e possui o dom profético? Fazer parte dela é uma bênção e o Senhor a escolheu nestes últimos dias como Seu atalaia para proclamar o evangelho eterno por todo o mundo, “fazendo discípulos de todas as nações” (Mt.28:19). Mas assim como fazer parte do povo de Judá não era sinônimo de ser um verdadeiro adorador, hoje também não é diferente. Aquele povo era a raça eleita de Deus e eram constantemente orientados e advertidos pelos profetas. Contudo, quantas foram as gerações que sofreram as consequências de sua rebeldia, pois não queriam dar ouvidos ao “assim diz o Senhor”.
Amados, temos um tesouro inigualável em nossas mãos que se chama Bíblia Sagrada e um compêndio profético que ilumina o nosso entendimento acerca da Bíblia, pois, inspirada por Deus, Ellen White escreveu mais de 100 mil páginas como uma orientação especial do Céu para o remanescente dos últimos dias. E o que estamos fazendo hoje? Como o fez Israel, rejeitando as profecias para viver uma religião superficial? Ou, alegando sabedoria e conhecimento da lei, vivendo uma religião legalista e destituída de amor?
A verdade é que nenhuma dessas opções representa o reino dos céus. Nenhum dos lados possui a aprovação de Cristo. No desabafo do profeta encontramos as palavras que bem descrevem a realidade da igreja de Deus hoje: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos. Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo; estou de luto; o espanto se apoderou de mim” (v.20-21). Será que não conseguimos enxergar nem que seja um palmo à nossa frente do quão perto estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1)? Que Jesus está às portas e é em conhecê-Lo que temos a vida eterna (Jo.17:3)?
Por favor, meus irmãos, estamos vivendo em tempo decisivo! Dias ainda mais difíceis virão e precisamos de uma fé viva e inabalável, que resista mesmo que tudo ao nosso redor nos seja desfavorável. Temos pouco tempo para pregar e muitos a alcançar. Não adianta, porém, ir avante sem a armadura de Deus. Somente pelo poder do Espírito somos habilitados e devidamente preparados para a obra que o Senhor nos confiou. Não adianta marchar em desacordo com as orientações do Príncipe do exército do Senhor. Assim como Jeremias tinha uma verdade presente para proclamar naquele tempo, Deus nos deixou uma verdade presente para os nossos dias, que inclui um reavivamento e reforma físico, mental e espiritual, que, se buscados e vividos, nos proporcionam a maior e melhor bênção que podemos receber nesta terra: um relacionamento íntimo com Deus.
Um dia, a mesma ruína e desolação que aconteceu pela teimosia de Israel, quando esta foi invadida por Babilônia, voltará a acontecer em escala mundial. Todos os que não se arrependeram, “os que não conhecem a Deus e […] os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8), serão mortos e “não serão recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a Terra” (v.2). “Se o homem não se converter, afiará Deus a Sua espada; já armou o arco, tem-no pronto; para ele preparou já instrumentos de morte, preparou Suas setas inflamadas” (Sl.7:12-13).
Logo Jesus voltará para “julgar a Terra; julgará o mundo com justiça e os povos, consoante a Sua fidelidade” (Sl.96:13). Essa notícia não deve nos causar medo, mas a bendita esperança de um futuro glorioso e eterno. Aqueles que andam com Cristo e desfrutam, pela fé, de Sua constante companhia; que, reconhecem sua incapacidade de santificar-se por si mesmos, senão pela ação purificadora do Espírito Santo; que, qual crianças, possuem uma fé simples, que depende constantemente do auxílio do Pai, sabem que não estão vivendo dias comuns, mas dias solenes e previamente definidos na agenda profética de Deus.
E nós? Será que fazemos parte deste grupo seleto, cujo coração dói e estremece por causa da ruína do povo de Deus e ao mesmo tempo exulta e se alegra pela proximidade da vinda de seu Senhor e Salvador? Logo a fornalha ardente provará de que material somos feitos. Que o Espírito Santo nos purifique e nos santifique em tudo, a fim de que sejamos “um povo exclusivamente Seu, zeloso de boas obras” (Tt.2:14). Aceitemos, pois, de bom grado, a disciplina do Senhor para arrependimento e salvação, “porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hb.12:6). Como fez Jacó, apeguemo-nos a Deus com toda perseverança e súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn.32:26).
Pai de amor, Deus Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, Tu és o mesmo ontem, hoje e eternamente! O Senhor não deixaria o Seu último povo sem orientação e advertência profética. Louvado seja o Senhor por Sua Palavra e pelo espírito de profecia! E através dessas palavras escritas temos acesso ao conhecimento de Deus e de quão perto estamos da volta de Jesus. O Senhor disse que os sábios entenderão e aqui estamos para Te pedir pela sabedoria do alto. Qual Moisés, Te pedimos: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” (Sl.90:12). Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 8 – O profeta aborda o tema da insensibilidade, incredulidade e a desobediência do povo de Judá. Fortemente Jeremias enfatiza as terríveis consequências disso, tanto quanto um pai ou uma mãe fala veementemente ao filho de dois anos que está brincando despreocupadamente com fogo.
Jeremias profetiza sobre o juízo que viria sobre o povo de Deus devido à prática da idolatria, da falsidade e da falta de arrependimento (Jeremias 8:1-6, 10-17). Hoje, a cristandade não difere muito da situação do povo de Jeremias. Por isso, como o profeta que representava a Deus, os líderes atuais deveriam desfalecer, compadecer-se e confrontar as pessoas em seus pecados para alertar quanto à sua condição, objetivando uma busca por salvação (Jeremias 8:18-19, 21).
Conquanto, quando se rejeita a Palavra de Deus, não há sabedoria nem no mais elevado intelecto humano (Jeremias 8:9). Inclusive a natureza, que segue os padrões e ciclos estabelecidos por Deus, tem mais consciência que o povo de Deus apegado à hipocrisia, que não reconhece e nem segue os caminhos do Senhor (Jeremias 8:7). Iludidos, apegam-se às próprias opiniões, descartando a essência da revelação e da Lei de Deus (Jeremias 8:8).
• A falta de conhecimento e obediência a Deus acarretam terríveis consequências. Assim como as aves e outros animais seguem os padrões da natureza, Deus anseia que Seu povo esteja atento à Sua Lei, como padrão de moralidade.
• O Deus que ama e protege, que cuida e vela por Seu povo, que concedeu a Lei como guia para uma vida nobre, almeja que sejamos responsáveis. Ele não quer que sejamos displicentes como aqueles que detinham o conhecimento de Sua Palavra e não viviam de acordo com ela.
• As advertências divinas revelando consequências dos pecados da humanidade, pretende levar as pessoas a reconsiderarem seus caminhos e buscarem a Deus com urgência.
• A mensagem central de Jeremias é um chamado veemente ao arrependimento. Mesmo diante das falhas do povo, Deus anseia que voltem para Ele, abandonem a hipocrisia e vivam conforme a Sua graciosa vontade.
Diante das advertências divinas, é loucura perder as oportunidades (Jeremias 8:20). Perdê-las nos farão lamentar diante das calamidades (Jeremias 8:22).
Hoje… muitos bálsamos nos são oferecidos para a sede espiritual; porém, apenas Deus pode curar nossas feridas causadas pelo pecado. Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JEREMIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/7
Um dos meus versos favoritos é Isaías 50:4, que diz: “Ele me acorda manhã após manhã, desperta meu ouvido para escutar como alguém que está sendo ensinado” (NVI). Eu gosto da ideia de que Deus gentilmente me desperta para que eu passe tempo com Ele e seja instruído.
Mas e se não quisermos ser instruídos? Deus reprovou os israelitas por se recusarem a passar tempo com ele. Ele disse em Jeremias 7:13: “vos falei, começando de madrugada, e não me ouvistes, chamei-vos, e não me respondestes” (ARA). E porque os israelitas persistiram em não ouvi-Lo e praticaram más ações, Deus disse que os lançaria fora de sua vista (v. 15).
Existe uma relação direta entre o tempo gasto com Deus e evitar o mal. Mais tempo com Deus significa menos tempo a considerar o pecado e estar em contato com o “inimigo”. O sono tem seus benefícios, mas o sono não é nada comparado ao tempo de qualidade na companhia do nosso Criador e Pai celestial.
“Querido Deus, acorde-me todas as manhãs para passar mais tempo conTigo. Posso estar com sono ou mal-humorado às vezes. Mas eu sei que alguns minutos extras conTigo logo mudarão isto e trarão bênçãos inimagináveis sobre o meu dia. Amém.”
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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590 palavras
4 Templo do SENHOR. Essa frase, repetida três vezes, expressava o orgulho que as pessoas sentiam com a grandeza da instituição religiosa representada pelo templo. Era uma espécie de apego supersticioso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 416.
18 Para se fazerem bolos à Rainha dos Céus. A oferta de bolos sacrificiais era um elemento característico de uma série de cultos no oriente Médio. Essa prática pagã, mais tarde, encontrou seu caminho para o cristianismo. Epifânio (Contra Heresias, lxxviii.23;lxxix.1) declarou que algumas mulheres foram longe, a ponto de “oferecer bolos em nome e honra da bem-aventurada Virgem”. CBASD, vol. 4, p. 417.
Rainha dos Céus. Esta deusa é normalmente identificada com a Ishtar assírio-babilônica … , a deusa mãe, … equivalente à divindade conhecida pelos hebreus como Astarote e pelos cananeus como Astarte. … Era a mesma deusa adorada com muitos nomes e, em vários aspectos, como a mãe-terra, a mãe virgem e é identificada em sentido geral como Atargatis, a “Grande Mãe” da Ásia Menor, Artemis (Diana) dos efésios, Vênus e outras. Vários nomes aplicados á deusa-mãe virgem contém um elemento que significa “senhora” ou “dona”, como Nana, Innini, Irnini, Beltis. Algumas das designações eram Belti, “minha senhora” (o equivalente exato do italiano Madonna), belit-ni, “nossa senhora” e “rainha do céu”, o nome com a qual Ishtar era adorada nos telhados como estrela matutina ou vespertina, com uma oferta de bolos, vinho e incenso. Ishtar também era conhecida como a mãe misericordiosa que intercedia junto aos deuses em favor de seus adoradores. Alguns desses nomes e atributos são aplicados hoje à virgem Maria, e acredita-se que muitos aspectos dos cultos à virgem Maria no catolicismo sejam vestígios modernos da antiga adoração a essa deusa-mãe do mundo pagão. CBASD, vol. 4, p. 546 [com. de Jer 44:17].
22 Nada falei. O profeta não está negando a validade do sistema sacrificial, o que fica claro em outras declarações ditas por ele (Jr 17:26, 31:14; 33:11, 17-24). … A passagem enfatiza que a obediência à lei moral está acima da obediência a um sistema cerimonial (ver 1Sm 15:22; Sl 51:16, 17). As observâncias externas foram elaboradas para ajudar na preservação da obediência sincera (ver Dt 6:1-3), mas nunca para ser um substituto para a santidade de coração. CBASD, vol. 4, p. 417.
29 Corta os teus cabelos. A cidade é comparada a uma mulher que, na profunda dor pela perda dos filhos, corta os cabelos e vai lamentar nas montanhas (ver Jz 11:37; Lm 1:1-3). Cortar o cabelo era sinal de extrema tristeza (Jó 1:20; Is 15:2; Jr 16:6; 48:37; Mq 1:16). CBASD, vol. 4, p. 418.
31 Altos. Lugares estabelecidos para a adoração idólatra (ver 1Rs 11:7; 2Rs 17:9; Ez 16:16). CBASD, vol. 4, p. 418.
Tofete. Certo lugar no vale de Hinom, onde crianças eram sacrificadas a Moloque (2Rs 23:10) e a Baal (Jr 19:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 418.
Hinom. Um vale a sudoeste de Jerusalém, hoje chamado Wadi er-Rababeh. … Durante o período dos reis de Judá, o vale foi associado à adoração a Moloque. Salomão foi o primeiro a introduzir esse ritual abominável (ver 1Rs 11:7; 2Rs 23:13). A adoração a Moloque se tornou particularmente importante nos dias de Acaz e Manassés (ver 2Cr 28:3; 33:6). Para pôr fim a essas abominações, Josias “profanou” o vale (2Rs 23:10, 14), tornando-o, segundo a tradição, o receptáculo de cadáveres e lixo. … O nome grego do NT, gehenna, é uma transliteração do heb. ge Hinnom, o nome desse vale. CBASD, vol. 4, p. 419.
Queimarem seus filhos. O sacrifício de crianças fazia parte da adoração idólatra dos fenícios, moabitas, amonitas e outros. … O salmista declarou que tais sacrifícios eram oferecidos “aos demônios” (Sl 106:37, 38). CBASD, vol. 4, p. 419.
32 Por não haver outro lugar. O pensamento parece ser que o abate seria tão grande que nenhuma sepultura seria deixada livre. CBASD, vol. 4, p. 419.
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“Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este” (v.4).
Você já ouviu a frase: “Placa de igreja não salva ninguém”? Pois é, ela está certa. Não salva mesmo. Porém, pode indicar o caminho. Eu explico: É como no trânsito. Quando estamos em uma estrada, as placas que indicam a velocidade máxima, as curvas sinuosas ou a possibilidade de haver animais na estrada não podem nos livrar de acidentes, mas podem nos indicar a forma mais segura de trafegar pelo caminho a fim de evitá-los.
O templo de Jerusalém era o orgulho da nação judaica. Sua magnífica estrutura denotava imponência e enchia o coração do povo de uma falsa segurança. Eles haviam perdido o foco. O templo indicava a salvação, mas ele não era a salvação. Trocaram o Senhor do templo pelo “templo do Senhor”. Seus corações se tornaram endurecidos por uma religião formal enquanto continuavam a praticar abominações (v.10). Seus delitos, porém, estavam diante dos olhos da Onisciência: “Eis que Eu, Eu mesmo, vi isto, diz o Senhor” (v.11).
Após censurar energicamente os escribas e os fariseus, “tendo Jesus saído do templo” (Mt.24:1), Seus discípulos aproximaram-se para mostrar-Lhe não somente a beleza do templo visto de fora, mas também que ainda não haviam compreendido o que Ele acabara de declarar aos líderes judeus. Deslumbrados com as construções do templo, receberam um verdadeiro “balde de água fria” com a resposta de Jesus: “Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mt.24:2).
Quando depositamos a nossa confiança em fazer parte de uma igreja e em participarmos ativamente de seus serviços, pensando: “Estamos salvos” (v.10), direcionamos a nossa adoração para a edificação, e não para “o Arquiteto e Edificador” (Hb.11:10). A igreja deve ser um instrumento que liga o pecador a Deus e nos aponta para o que Ele deseja que façamos: “Dai ouvidos à Minha voz, e Eu serei o vosso Deus, e vós sereis o Meu povo; andai em todo o caminho que Eu vos ordeno, para que vos vá bem” (v.23).
Mas “Que é isso” (v.9) que acontece? Entrar em um lugar onde deveria reinar a verdadeira adoração, o amor e a união e transformá-lo num “covil de salteadores” (v.11) que não se preocupam com a presença de Deus, nem tampouco uns com os outros é, no mínimo, incoerente. Porque a vida de Jesus e Suas palavras incomodaram tanto os líderes religiosos da época? Porque Ele não veio com a missão de adulá-los, mas de salvá-los. E a maior barreira que impede a ação do Espírito Santo na vida de alguém não é apenas uma vida de pecados declarados, mas uma vida de pecados não confessados.
Acredite: quem está fora da igreja e admite estar errado está em melhor condição do que o “crente” que está dentro da igreja com pecados acariciados. Como escreveu Ellen White: “Desprezamos o alcoólatra, e dizemos-lhe que o seu vício vai excluí-lo do Céu, enquanto o orgulho, o egoísmo e a cobiça geralmente não são condenados” (Caminho a Cristo, CPB, p.21).
O Senhor não foi insensível ao dizer ao profeta para não interceder pelo povo (v.16), nem tampouco estava desmerecendo a importância da oração intercessora. Ele estava apenas revelando, por Sua onisciência, a dureza do coração dos filhos de Judá. Enquanto continuassem confiando “em palavras falsas” (v.8), ao invés de confiar na palavra do Senhor por intermédio do Seu profeta, continuariam a transgredir a Sua lei “tranquilamente” sem sentir a sua urgente necessidade de atender “à voz do Senhor” (v.28).
Hoje, corremos o perigo de cair na mesma cilada maligna, vivendo uma religião de “faz de conta”, negando o chamado de Deus de andar “em todo o caminho” que Ele nos ordena para o nosso próprio bem (v.23). Oh, amados, é hora de despertarmos do “vale encantado” da sonolência e clamarmos pelo poder do Espírito Santo! Em conhecer a Deus e andar com Ele está a vida eterna!
Hoje, o templo do Senhor somos nós (1Co.6:19); e se a nossa segurança estiver nesse corpo mortal e corruptível; se resistirmos à obra modeladora do Espírito de Deus; se o nosso eu toma o lugar do Único que deve ser adorado, corremos o perigo de ostentar um status de salvo enquanto estamos completamente perdidos. “Começando de madrugada” (v.13) Deus nos fala e nos chama para praticarmos a Sua justiça (v.5), que se resume em amá-Lo e amar o nosso próximo (v.6). Se nós O ouvirmos e atendermos ao Seu chamado, certamente não seremos “igrejeiros”, mas voluntários na obra de salvar vidas. E, dentro em breve, Ele nos levará para habitar em Sua Casa, “para sempre” (v.7).
Nosso Deus e Pai, não estamos vivendo uma realidade diferente daquele tempo, pois eis que o Teu povo tem permitido tantas coisas comuns serem misturadas ao que deveria ser santo em Tua casa e neles mesmos. Perdemos a noção do que seja santidade ao Senhor, e ainda assim não reconhecemos o nosso pecado! Oh, Deus Eterno, começando de madrugada, fala conosco através da Tua Palavra para que não façamos parte da “geração objeto do Seu furor” (v.29), e sim do Teu restante fiel que, pela graça de Cristo, pratica a justiça, “cada um com o seu próximo” (v.5). Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 7 – Da mesma forma que o cristianismo sem amor é desprovido de sentido (I Coríntios 13:1-3), a religião formal é desprovida de valor. É sobre isso que trata veementemente o profeta Jeremias…
Em Jeremias 7, somos advertidos quanto à necessidade de verdadeira piedade e obediência a Deus em vez de confiar em meras práticas religiosas vazias e em rituais externos. Jeremias condena o povo judeu de seu tempo devido à hipocrisia religiosa, mas suas palavras inspiradas devem alcançar nosso coração nos dias atuais. Pois, podemos participar de cultos e rituais no templo, mas, ao mesmo tempo, estarmos envolvidos em práticas ímpias e injustiças sociais.
• Simplesmente realizar cerimônias religiosas sem uma verdadeira mudança de coração (mente) e sem uma vida de obediência à revelação divina não têm valor aos olhos de Deus.
A confiança religiosa pode estar desfocada, no caso dos hipócritas judeus do passado o templo e não o Senhor do templo era a base da confiança deles (Jeremias 7:1-4). Atualmente podemos confiar facilmente em nosso batismo, em nossa oração, em nossa experiência religiosa, até mesmo depositar nossa confiança na fé, em vez de realmente confiar em Deus.
Sem uma mudança de vida, a religiosidade não passará de hipocrisia; e, a igreja será um antro de pecadores iludidos, abomináveis, arrotando santidade, prezando pela imoralidade em vez de arrepender-se de suas iniquidades (Jeremias 7:5-11).
A hipocrisia impede, inclusive, de Deus atender a oração de um profeta (Jeremias 7:12-19). Consequentemente, não tem como driblar as desgraças que sobrevêm da rejeição à Palavra de Deus (Jeremias 7:20-34).
Nos dias de hoje, não estamos livres desse perigo; corremos os mesmos riscos de cair nos atalhos religiosos de Judá e viver a hipocrisia como sendo alto nível de espiritualidade. Contudo, Deus não nos quer iludidos; Ele usou Jeremias para alertar aos judeus, e com seu texto divinamente inspirado, intenta despertar nosso coração para a verdadeira religião.
Hoje, “um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo deve ser nossa primeira ocupação”, apregoou Ellen White.
• Precisamos tanto da mensagem de Jeremias hoje, quanto os judeus prestes a ir para o cativeiro babilônico.
• Devemos aprender com erros do povo de Deus do passado para não sofrer as consequências semelhantes…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.