Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 5 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JEREMIAS 5 by Luís Uehara
2 de fevereiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/5

Em Jeremias 5, Deus vê como o Seu povo amado está resistindo em ceder, resistindo em se arrepender, resistindo em reconhecer que precisa de ajuda. Você conhece alguém assim?

Se não houver um reconhecimento real das necessidades, nenhuma bênção será interpretada corretamente, nenhum resgate será adequadamente compreendido. Isso faz parte do argumento de Deus aqui: “Por que deveria eu perdoar-lhes isso?” “Quando eu os alimentei plenamente… eles cometeram adultério…” Parece que quanto mais eu dou, pior eles se tornam. Não posso – e não irei – recompensar a injustiça.

Chega um momento em que a bênção pretendida por Deus pode se tornar uma maldição. Quando Sua misericórdia pretendida pode ser abusada e mal utilizada. E ficamos cegos em nossa própria autossuficiência e justiça própria. E nesse momento Deus intervém e exerce Sua justiça legítima e santa.

Senhor, ajude-nos a receber suas bênçãos e ser transformados por suas misericórdias!

Amilcar Gröschel Jr.
Pastor, professor e advogado, servindo na Conferência Potomac, na Virgínia, e na Universidade Adventista de Washington, em Maryland, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/5
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JEREMIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2024, 0:50
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545 palavras

Dai voltas. Esta ordem é dada para destacar a universalidade da corrupção moral que prevalecia em Jerusalém. O desafio nos lembra da antiga história do sábio grego Diógenes, fundador da escola cínica de filosofia, que caminhava pelas ruas de Atenas com uma lanterna acesa, procurando um homem honesto. … chama a atenção para a extrema escassez de pessoas justas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 401.

Grandes. Sem dúvida, os príncipes, sacerdotes, etc. A posição social e a educação proporcionaram a eles a oportunidade de estudar a lei e aprender dela “o caminho do Senhor”. CBASD, vol. 4, p. 401.

Estes, de comum acordo. Eles eram mais culpados porque pecaram a despeito de terem recebido uma luz [conhecimento] maior. CBASD, vol. 4, p. 401.

Leão … lobo … leopardo. Os símbolos deste versículo, sem dúvida, se referem aos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 401.

Adulteraram. Espiritual e literalmente… A associação da imoralidade com os cultos idólatras torna a figura duplamente adequada. CBASD, vol. 4, p. 402.

10 Tirai-lhes as. Os membros degenerados de Judá seriam podados da videira, mas o próprio tronco, aparentemente, sobreviveria. Deus os deserdou e os entregou às mãos dos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 402.

Gavinhas. “Brotos” ou “folhas” da videira. CBASD, vol. 4, p. 402.

15 De longe. Possivelmente, uma alusão direta à predição de Deuteronômio 28:49. Em comparação com países como Moabe, Filístia e Edom, Babilônia era um país distante, e é assim designada em Isaías 39:3 (cf. Jr 1:15; 4:16). CBASD, vol. 4, p. 403.

Nação antiga. A grande antiguidade de Babilônia parece ter apenas ter contribuído para seu orgulho, arrogância, crueldade e habilidade na arte da destruição. CBASD, vol. 4, p. 403.

Cuja língua ignorais. A língua mencionada aqui é o aramaico, que rapidamente se tornou um meio de comunicação diplomática e comercial internacional. CBASD, vol. 4, p. 403.

16 A sua aljava. Os babilônios eram hábeis no tiro com arco (ver Jr 4:29). CBASD, vol. 4, p. 403.

Sepultura aberta. Poder consumidor dos arqueiros babilônios (ver Is 5:28; 13:18). CBASD, vol. 4, p. 403.

27 Como a gaiola cheia de pássaros, são as suas casas cheias de fraude. Aparentemente, o significado é que, como uma gaiola do passarinheiro está cheia de pássaros que ele capturou, da mesma forma, as casas das pessoas estão cheias com os bens adquiridos por meio de engano e desonestidade. Tornaram-se ricos enganando-se mutuamente nas negociações (ver Sl 73:12). CBASD, vol. 4, p. 404.

28 Engordam. Isto é, eles se tornaram prósperos (Dt 32:15;. Sl 73:7; 92:13; Pv 28:25).  CBASD, vol. 4, p. 404.

Nédios [luzidios]. Possivelmente uma referência à maciez da pele deles. CBASD, vol. 4, p. 404.

A causa dos órfãos. As pessoas eram frias e indiferentes às suas obrigações sociais para com os necessitados (ver Êx 22:22; Is 1:23; etc.). CBASD, vol. 4, p. 404.

31 Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles. Os sacerdotes exerceram suas funções em subserviência a esses falsos profetas … (Jr 29:24-26). CBASD, vol. 4, p. 405.

É o que deseja Meu povo. Sem dúvida, isso explica o sucesso dos falsos profetas e sacerdotes. Eles faziam o que atraía o coração do povo. Voluntariamente, o povo se deixou induzir ao erro. CBASD, vol. 4, p. 405.

Porém, que fareis quando estas coisas chegarem ao fim? A maldade conjunta dos líderes e do povo levou a um “fim” inevitável. A nação foi desafiada a levar em consideração essa solene realidade. Enquanto os falsos profetas só pensavam no presente e na sua prosperidade imediata, Jeremias estava preocupado com o destino final da nação do futuro. CBASD, vol. 4, p. 405.



JEREMIAS 05 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de fevereiro de 2024, 0:45
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Um dos capítulos que considero mais difíceis de se ler na Bíblia é o capítulo dezenove do livro de Juízes. A narrativa ali contida é extremamente trágica e forte. É como se fosse uma “amostra” da condição terrível e degradante do ser humano sem Deus. Ao Jeremias comparar os povos inimigos com animais (v.6), além da aplicação profética em alguns casos, creio que também seja pelo fato de que quando o homem dá as costas para o Seu Criador, assemelha-se a irracionais, e coisas espantosas e hediondas acontecem. “Deixaria Eu de castigar estas coisas, diz o Senhor, ou não Me vingaria de nação como esta?” (v.9).

O profeta foi desafiado a percorrer as ruas e as praças de Jerusalém e achar um só homem que praticasse a justiça ou buscasse a verdade (v.1). Mas a realidade que gritava das ruas e praças era que todos “endureceram o rosto mais do que uma rocha; não quiseram voltar” (v.3). A população estava completamente indiferente ao Senhor e todos juravam por Deus falsamente (v.2). Diante desta triste realidade, Jeremias ponderou (parafraseando): – Bem, a população é insensata porque não conhece o Senhor. Então, irei falar com os grandes, os profetas e os sacerdotes, pois eles certamente conhecem a Deus (v.4 e 5).

Contudo, as expectativas de Jeremias logo foram frustradas ao perceber que os líderes do povo agiam pior. Aqueles que deveriam ser representantes do Senhor na Terra, proclamando a Sua Palavra e “o direito do seu Deus” (v.5), falavam mentiras e “de comum acordo” ultrapassavam “até os feitos dos malignos”, pois não defendiam “a causa dos órfãos”, nem tampouco julgavam “o direito dos necessitados” (v.28).

De linhagem sacerdotal, Jeremias enfrentava o triste dilema de repreender até os seus próprios parentes. De maneira insistente e tomado de compaixão, ele proclamava as palavras do Senhor a um povo cujo coração era “rebelde e contumaz” (v.23). Aparentemente, o povo vivia uma falsa segurança. “Se tornaram poderosos e enriqueceram” (v.27), e para eles não fazia sentido algum dar atenção e nem dar ouvidos às palavras de repreensão do profeta (v.21). Enquanto Jeremias os advertia: “os vossos pecados afastam de vós o bem” (v.25), eles diziam: “Nenhum mal nos sobrevirá; não veremos espada nem fome” (v.12).

Jesus nos advertiu que nos últimos dias surgiriam muitos falsos cristos e falsos profetas declarando mentiras e realizando sinais e prodígios “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). E Paulo também nos alertou acerca de um tempo de falsa paz: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto a que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Mas, assim como o Senhor prometeu ao antigo Israel: “não vos destruirei de todo” (v.18), o mesmo sucederá nos dias que antecedem a Sua volta.

As palavras do Senhor serão qual fogo consumidor para os ímpios que, qual lenha, “serão consumidos” (v.14). Porque “os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (2Pe.3:7). Contudo, pela fidelidade e confiança na mesma Palavra, o Senhor terá um restante para chamar de Seu: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12).

Diferente de como o povo interpretou a mensagem profética como muito dura, devemos encarar os avisos de Deus como um Pai que não quer que nenhum de Seus filhos pereça, mas que todos se arrependam (2Pe.3:9). Não permita que o seu coração se torne insensível às advertências divinas, mas que sejamos instrumentos do Senhor, levando o Seu evangelho eterno e a esperança de Sua breve volta a um mundo que está em contagem regressiva. A corrupção pode até atingir a igreja de Deus, mas podemos, pelo poder e pela graça de Cristo, manter o nosso coração puro e em constante santificação, confiando que o Senhor não permitirá que a Sua Igreja caia.

Ainda que perseguidos e humilhados, nos apeguemos com confiança às palavras de consolo e esperança de nosso Redentor: “Bem-aventurados sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mt.5:11-12).

Senhor, estamos vivendo dias difíceis, mas também dias áureos, pois antecedem a breve volta do nosso Salvador pessoal, Jesus Cristo! Confiamos na promessa do Consolador que nos foi enviado e nos anjos que exercem uma maravilhosa obra em nosso favor. Diante desta verdade de que temos um exército do alto ao nosso redor, não temos o que temer. Mas, qual Jeremias, às vezes nos entristecemos diante da dureza de coração dos que amamos. Ajuda-nos a amar como Cristo amou e ter a inteligência emocional que Ele teve ao lidar com a rejeição de Seu próprio povo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, bem-aventurados!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
2 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 5 – Enquanto Jeremias aborda a questão da infidelidade e a restauração num contexto imediato e histórico, as profecias apocalípticas abrangem o plano divino para o fim dos tempos. Desta forma, tanto Jeremias quanto as profecias neotestamentárias compartilham temas de juízo, restauração e reconciliação.

Note que no Apocalipse, a infidelidade espiritual é revelada de forma geral na igreja cristã. O auge dessa apostasia vinculada à hipocrisia alcança a rebelião contra Deus em escala global quebrando os Dez Mandamentos (Apocalipse 9:20-21; 13:1-18; 18:2-3). Por isso, algumas promessas apocalípticas de Cristo são pertinentes; por exemplo: “Seja fiel até a morte, e Eu lhe darei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10). Fica evidente que, somente perseverantes na religião verdadeira serão salvos (Mateus 24:12); um remanescente fiel desfrutará das recompensas dos justos, conforme Apocalipse 14:12 – “Aqui está a perseverança dos santos que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus”.

O teor desta mensagem está em Jeremias. O profeta transmitiu a Palavra de Deus, a qual não falha, caduca ou perde a validade (Jeremias 1:12; 15:16; 23:29; 31:35-36).

• Considerando que desde o início do livro, nota-se um Deus compassivo que apela ao arrependimento do Seu povo ingrato, perverso, adúltero, infiel, hipócrita e rebelde, em Jeremias 5 é possível vê-lO prezando mais pelas profecias de perdão e graça do que de condenação e desgraça.

“Sodoma seria poupada se nela houvesse dez justos (Gên 18:22-23). Pois bem, Jerusalém seria perdoada se nela houvesse um homem que praticasse a justiça ou buscasse a verdade”, reflete Siegfried Schwantes. Infelizmente, Jeremias não encontrou ninguém que praticasse os princípios da verdade.

A nação de Judá estava madura para o juízo. Assim também estará o mundo quando no momento da segunda vinda de Cristo (II Timóteo 4:1-5; Apocalipse 14:14-20). Deus sendo justo, não permitirá que o pecado e a desobediência prevaleçam indefinitivamente (Jeremias 5:29-31).

• É certo que as profecias concernentes ao juízo se cumprirão, porém, o que Deus realmente almeja é cumprir Suas promessas de perdão, reconciliação e restauração.

O propósito da disciplina divina é a correção; porém, há situações em que tais disciplinas não corrigem porque os rebeldes se dispõem a endurecer o coração (Jeremias 5:1-31). Mesmo assim, Deus expõe tal situação a fim de que haja arrependimento que gere salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.