Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 54 by Luís Uehara
16 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/54

Pobre mulher. A pessoa mais indefesa, vulnerável e sem esperança da cidade. Absolutamente nada em que se agarrar, rejeitada por todos, sem ninguém que se importasse ou compreendesse. Nenhum marido ou filhos para cuidá-la e protegê-la, para sustentá-la, confortá-la e amá-la. Mesmo que o Sr. Perfeito tenha batido à sua porta, é tarde demais. Ela está velha, já passou dos dias de sua beleza.

A promessa de Deus: Reverter absolutamente tudo o que é desesperador – completamente. Do lamento desesperado à canção alegre. De sem filhos e sem esperança de ter filhos a uma família mais afortunada de qualquer uma das mulheres abençoadas. De uma cabana em ruínas a uma casa grande, mas não grande o suficiente. Os lugares desolados serão revitalizados e transformados em algo belo por sua crescente família.

Sentindo-se desagradável, como se fosse ridículo que um homem pudesse querer você? O próprio Deus QUER VOCÊ! Seu novo marido é o melhor, o mais rico, o mais forte e o mais terno.

Parece um sonho, não é? Amor eterno? Grande compaixão? Acredite! O compromisso de Deus é mais estável do que uma cadeia de montanhas. Lugares em ruínas brilharão como uma caverna de tesouros. Injustiças, inseguranças e perigos? Tudo esquecido.

Adeus, meu eu deplorável. A palavra de Deus é certa. “Eu sou o Senhor. Eu falei.”

Art Kharns
Ancião, IASD de Simi Valley, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/54
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 54 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2024, 0:50
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574 palavras

Canta alegremente, ó estéril. Israel, que então era “estéril” de resultados (ver p. 17-19; cf. Is 5:1-7; Jo 3:3, 5; Gl 5:22, 23), teria êxito em sua tarefa. Seus próprios filhos e filhas seriam “ensinados do SENHOR” (Is 54:13), os gentios se converteriam (56:6) e o templo de Jerusalém se tornaria “Casa de Oração para todos os povos” (56:7). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 311.

Alarga o espaço. “Quando o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que seu reino abarcasse o mundo” (PJ, 290). Citado em CBASD, vol. 4, p. 311.

Não o impeças. Deus não estará satisfeito, e Sua obra na Terra não poderá ser concluída, até que a igreja se levante com fé e se una aos agentes divinos para proclamar ao mundo o Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir. CBASD, vol. 4, p. 311.

Transbordarás. Se Israel se erguesse com fé para cumprir seu destino como nação, o êxito excederia suas maiores expectativas. Assim será no tempo do fim quando o povo de Deus estiver pronto para receber o poder que Ele deseja manifestar. CBASD, vol. 4, p. 311, 312.

Da vergonha da tua mocidade. Yahweh tirou Israel do Egito para ser Sua noiva, mas ela se prostituiu ao servir a outros deuses (Jr 3:1-11; Ez 16:8-16; Os 2:5-13). Essa foi a sua desgraça e vergonha. CBASD, vol. 4, p. 312.

Da tua viuvez. Uma alusão ao cativeiro em Babilônia, quando, por causa da infidelidade a seu Marido, a nação foi levada cativa (Lm 1:1; 2:5, 6; cf. Os 2:6-13). CBASD, vol. 4, p. 312.

Teu marido. Embora a nação  de Israel tivesse abandonado seu “marido”, Ele a traria de volta e seria novamente seu esposo (ver Ez 16:8; Os 2:14-20; cf. 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 312.

Repudiada. Ou, “rejeitada”, isto é, como “esposa”. CBASD, vol. 4, p. 312.

Por breve momento. Durante os 70 anos do cativeiro babilônico, Israel pareceu estar abandonado e esquecido. Contudo, na verdade, Deus permitiu essa experiência amarga a fim de revelar a Israel a tolice de seus caminhos e persuadi-lo de que a sabedoria consiste em ser fiel a Ele (ver Os 2:6-23). Em meio às dificuldades e às desilusões da vida, o povo de Deus tem o privilégio de ouvir a voz divina que chama a deixar os próprios caminhos e a andar com o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 312.

Como as águas de Noé. Depois do dilúvio, Deus prometeu que não destruiria a terra com água (Gn 9:11-15). Promessa semelhante foi dada ao povo de Judá desde que permanecesse fiel a Deus, depois que retornasse à sua terra natal. CBASD, vol. 4, p. 312.

10 A aliança da minha paz. Isto é, a aliança divina que resulta em paz (ver Nm 25:12; Ez 34:25; 37:26). CBASD, vol. 4, p. 312.

13 Filhos. Expressão hebraica comum para designar descendência, sem levar em conta a idade. CBASD, vol. 4, p. 313.

15 Poderão suscitar contendas. Se tivessem permanecido fiéis a Deus depois do cativeiro, os judeus teriam recebido bênçãos inumeráveis (ver p. 16, 17). Seus inimigos conspirariam para tomar deles essas bênçãos, mas cairiam nessa tentativa (ver Ez 38:8-23); Zc 12:2-9; 14:2, 3). … Nos últimos dias, haverá também, da parte dos exércitos do mal, um esforço conjunto para destruir os santos, mas não terão êxito (ver Ap 16:14-16; 19:11-21; ver p. 17, 21-23). CBASD, vol. 4, p. 313.

16 O assolador. Isto é, aquele que devasta. deus afirma Seu controle soberano sobre os poderes da Terra. nenhuma força pode operar a menos que Ele permita (ver com. de Dn 4:17). nenhum inimigo pode ultrapassar os limites de Deus estabelece. CBASD, vol. 4, p. 313.

17 Seu direito. Ou, sua “vindicação”. Deus vindicará a causa de Seus servos. Quando o inimigo os acusar e lutar contra eles, Ele os declarará inocentes e os libertará. CBASD, vol. 4, p. 313.



ISAÍAS 54 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de janeiro de 2024, 0:45
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A vida cristã é feita de altos e baixos. Num momento nos sentimos fortes e preparados para enfrentar as aflições; noutro, estamos tão fracos que pensamos não poder suportar o mínimo apuro. E um dia após o outro seguimos nesta luta pela sobrevivência espiritual, que o apóstolo Paulo denominou de “bom combate” (2Tm.4:7). Creio eu que a maioria de nós ainda não compreendeu, de fato, o que seja buscar “em primeiro lugar” o reino de Deus “e a Sua justiça”, mas com vistas à satisfação dos nossos gostos e vontades, esquecendo-nos da condição anterior, apenas esperamos o cumprimento da promessa: “e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt.6:33).

A relação responsabilidade/benefício deve ser tão íntima quanto o ar está para a vida. Foi por perdermos esse princípio na formação e educação da sociedade, que estamos lidando com uma geração em sua maioria indiferente às responsabilidades e deveres, preferindo o caminho das facilidades a lidar com perdas e frustrações; um tempo em que vemos os filhos não mais pedirem, mas exigirem que seus pais realizem seus desejos e que não admitem ser repreendidos; um tempo em que a disciplina tornou-se sinônimo de legalismo, e o amor de Deus, uma desculpa para um cristianismo sem essência e sem identidade.

Como uma mulher infiel, Israel havia rejeitado o seu Criador e se tornado estéril e vazia. “Por breve momento” (v.7), o Senhor permitiu que sofressem os resultados de suas más escolhas. Não Se retirou por severidade ou autoritarismo, mas por respeitar a decisão que O desconsiderou. Bastou, porém, ver o Seu povo Israel, de “espírito abatido” (v.6), a nação eleita, “aflita, arrojada com a tormenta e desconsolada” (v.11), para Se compadecer de Seus filhos como uma mãe se compadece do filho desde o ventre. E como Aquele que apaga as iniquidades e delas não mais tem lembrança (Mq.7:19), assim como jurou “que as águas de Noé não mais inundariam a Terra” (v.9), também jurou fortalecer o Seu povo e lhe dar “a herança dos servos do Senhor” (v.17).

O mundo necessita de líderes espirituais que governem o lar e os púlpitos com o temor do Senhor a tonificar o caráter de seu serviço. Homens e mulheres que contribuam na obra de subir os degraus da “obediência por fé” (Rm.1:5), deixando para trás os objetos do egoísmo. Pessoas comuns, como você e eu, que, com humildade, se coloquem a serviço de Deus ainda que suas expectativas não sejam correspondidas. Que ousem erguer aos céus os segredos do coração, e das Escrituras receber diariamente as palavras da vida eterna. Um povo que, mesmo enfraquecido e sonolento, está preparado para despertar e entrar com o seu Redentor “para as bodas” (Mt.25:10).

Amados, o nosso Redentor é “o Deus de toda a Terra” (v.5), que não retarda “a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). É “com misericórdia eterna” (v.8) que o Senhor Se compadece de nós e nos chama para perto de Si. Ainda que os nossos “pecados sejam como a escarlata”, diz o Senhor, “eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18).

“Todo o capítulo 54 de Isaías é aplicável ao povo de Deus” escreveu Ellen White, “e todas as especificações da profecia serão cumpridas. O Senhor não abandonará Seu povo no tempo de prova. […] A promessa é para aqueles que, em meio à apostasia generalizada, guardam os mandamentos de Deus e exaltam o padrão moral ante o olhos do mundo que viola os estatutos e quebra a aliança eterna” (CBASD, v.4, CPB, p.1264).

Se aceitarmos viver a vontade de Deus, confiando em Sua provisão, Ele mesmo encrustará em nossa vida as joias de Seu caráter (v.11-12), a fim de que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor” (v.13) e as armas forjadas do maligno não tenham poder contra nós (v.17). Jesus sofreu “por um momento” (v.8) a separação do Pai para que possamos estar com Ele para sempre. Não troque essa herança eterna pelas ilusões de um mundo prestes a cair! “Canta alegremente” (v.1), pois o nosso Redentor breve virá!

Pai Eterno, sejas louvado por Tua bondade e por Tua misericórdia que dura para sempre! Obrigada pelo perdão que nos está disponível e pela esperança da vida eterna em Cristo Jesus! Abre o nosso entendimento para que a Tua Palavra entre em nosso coração e opere a transformação tão necessária! Prepara-nos para a Tua breve volta, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Isaías54 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 54 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 54 – A mensagem principal deste capítulo foi dirigida a Jerusalém, personificada como uma mulher estéril que é encorajada a alegrar-se, pois Deus promete-lhe restauração e prosperidade. Desta forma, há elementos neste texto sagrado que apontam para um reavivamento espiritual.

A Bíblia Andrews comenta que “este capítulo usa uma linguagem tocante para retratar o relacionamento entre Deus e Seu povo. O Senhor é Criador, Redentor, Marido e Mestre. É Ele quem demonstra amor eterno ou bondade e misericórdia, além de afirmar uma aliança de paz que não pode ser revogada. Protege tão bem Seu povo que ‘toda arma forjada contra [ele] não prosperará’ (v. 17)”.

Assim, Isaías 54:1-17 revela uma mensagem de renovação e expansão (vs. 1-3), de confiança na graciosa providência divina (vs. 4-5), de restauração baseada na graça (vs. 6-10), e de proteção pautada na misericórdia (vs. 11-17).

O mais impressionante em Isaías 54 é que sem a graça divina, só restaria desgraça na vida humana. Sem a misericórdia, generosidade e bondade divinas, nunca experimentaríamos qualquer tipo de vida – seríamos estéreis, abandonados; estaríamos desoladamente perdidos.

• É a ação graciosa e misericordiosa de Deus que oferece solução e salvação de nossa situação!

Um texto interessante é o versículo 9. Nele, a referência à promessa de Deus fazendo menção ao dilúvio, um evento catastrófico que Deus havia usado para julgar a maldade da humanidade, mas agora promete não o repetir. Mesmo diante da inclinação da humanidade para o mal, a promessa foi mantida pautando-se na graça e misericórdia.

• A certeza da promessa independe do comportamento instável das pessoas.

Assim como Deus prometeu nunca mais destruir a Terra com águas (Gênesis 9:11) Deus manteria esta nova promessa com base em Sua graça, não no compromisso humano à aliança. A infidelidade dos judeus que retornaram do cativeiro babilônico não cancelou a promessa; pelo contrário, no sentido escatológico o plano de preservar a terra foi ampliado (Apocalipse 21:1-22:21). “Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (Mateus 5:5).

Jesus é o Messias, Salvador, que tornou possível a realidade dessa promessa. Ele é a manifestação da graça divina que nos oferece perdão. E, por meio dEle podemos buscar, hoje mesmo, a renovação espiritual, a restauração de nossa fé e, a certeza de nossa salvação! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.