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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/54
Pobre mulher. A pessoa mais indefesa, vulnerável e sem esperança da cidade. Absolutamente nada em que se agarrar, rejeitada por todos, sem ninguém que se importasse ou compreendesse. Nenhum marido ou filhos para cuidá-la e protegê-la, para sustentá-la, confortá-la e amá-la. Mesmo que o Sr. Perfeito tenha batido à sua porta, é tarde demais. Ela está velha, já passou dos dias de sua beleza.
A promessa de Deus: Reverter absolutamente tudo o que é desesperador – completamente. Do lamento desesperado à canção alegre. De sem filhos e sem esperança de ter filhos a uma família mais afortunada de qualquer uma das mulheres abençoadas. De uma cabana em ruínas a uma casa grande, mas não grande o suficiente. Os lugares desolados serão revitalizados e transformados em algo belo por sua crescente família.
Sentindo-se desagradável, como se fosse ridículo que um homem pudesse querer você? O próprio Deus QUER VOCÊ! Seu novo marido é o melhor, o mais rico, o mais forte e o mais terno.
Parece um sonho, não é? Amor eterno? Grande compaixão? Acredite! O compromisso de Deus é mais estável do que uma cadeia de montanhas. Lugares em ruínas brilharão como uma caverna de tesouros. Injustiças, inseguranças e perigos? Tudo esquecido.
Adeus, meu eu deplorável. A palavra de Deus é certa. “Eu sou o Senhor. Eu falei.”
Art Kharns
Ancião, IASD de Simi Valley, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/54
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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574 palavras
1 Canta alegremente, ó estéril. Israel, que então era “estéril” de resultados (ver p. 17-19; cf. Is 5:1-7; Jo 3:3, 5; Gl 5:22, 23), teria êxito em sua tarefa. Seus próprios filhos e filhas seriam “ensinados do SENHOR” (Is 54:13), os gentios se converteriam (56:6) e o templo de Jerusalém se tornaria “Casa de Oração para todos os povos” (56:7). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 311.
2 Alarga o espaço. “Quando o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que seu reino abarcasse o mundo” (PJ, 290). Citado em CBASD, vol. 4, p. 311.
Não o impeças. Deus não estará satisfeito, e Sua obra na Terra não poderá ser concluída, até que a igreja se levante com fé e se una aos agentes divinos para proclamar ao mundo o Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir. CBASD, vol. 4, p. 311.
3 Transbordarás. Se Israel se erguesse com fé para cumprir seu destino como nação, o êxito excederia suas maiores expectativas. Assim será no tempo do fim quando o povo de Deus estiver pronto para receber o poder que Ele deseja manifestar. CBASD, vol. 4, p. 311, 312.
4 Da vergonha da tua mocidade. Yahweh tirou Israel do Egito para ser Sua noiva, mas ela se prostituiu ao servir a outros deuses (Jr 3:1-11; Ez 16:8-16; Os 2:5-13). Essa foi a sua desgraça e vergonha. CBASD, vol. 4, p. 312.
Da tua viuvez. Uma alusão ao cativeiro em Babilônia, quando, por causa da infidelidade a seu Marido, a nação foi levada cativa (Lm 1:1; 2:5, 6; cf. Os 2:6-13). CBASD, vol. 4, p. 312.
5 Teu marido. Embora a nação de Israel tivesse abandonado seu “marido”, Ele a traria de volta e seria novamente seu esposo (ver Ez 16:8; Os 2:14-20; cf. 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 312.
6 Repudiada. Ou, “rejeitada”, isto é, como “esposa”. CBASD, vol. 4, p. 312.
7 Por breve momento. Durante os 70 anos do cativeiro babilônico, Israel pareceu estar abandonado e esquecido. Contudo, na verdade, Deus permitiu essa experiência amarga a fim de revelar a Israel a tolice de seus caminhos e persuadi-lo de que a sabedoria consiste em ser fiel a Ele (ver Os 2:6-23). Em meio às dificuldades e às desilusões da vida, o povo de Deus tem o privilégio de ouvir a voz divina que chama a deixar os próprios caminhos e a andar com o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 312.
9 Como as águas de Noé. Depois do dilúvio, Deus prometeu que não destruiria a terra com água (Gn 9:11-15). Promessa semelhante foi dada ao povo de Judá desde que permanecesse fiel a Deus, depois que retornasse à sua terra natal. CBASD, vol. 4, p. 312.
10 A aliança da minha paz. Isto é, a aliança divina que resulta em paz (ver Nm 25:12; Ez 34:25; 37:26). CBASD, vol. 4, p. 312.
13 Filhos. Expressão hebraica comum para designar descendência, sem levar em conta a idade. CBASD, vol. 4, p. 313.
15 Poderão suscitar contendas. Se tivessem permanecido fiéis a Deus depois do cativeiro, os judeus teriam recebido bênçãos inumeráveis (ver p. 16, 17). Seus inimigos conspirariam para tomar deles essas bênçãos, mas cairiam nessa tentativa (ver Ez 38:8-23); Zc 12:2-9; 14:2, 3). … Nos últimos dias, haverá também, da parte dos exércitos do mal, um esforço conjunto para destruir os santos, mas não terão êxito (ver Ap 16:14-16; 19:11-21; ver p. 17, 21-23). CBASD, vol. 4, p. 313.
16 O assolador. Isto é, aquele que devasta. deus afirma Seu controle soberano sobre os poderes da Terra. nenhuma força pode operar a menos que Ele permita (ver com. de Dn 4:17). nenhum inimigo pode ultrapassar os limites de Deus estabelece. CBASD, vol. 4, p. 313.
17 Seu direito. Ou, sua “vindicação”. Deus vindicará a causa de Seus servos. Quando o inimigo os acusar e lutar contra eles, Ele os declarará inocentes e os libertará. CBASD, vol. 4, p. 313.
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“Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te” (v.7).
A vida cristã é feita de altos e baixos. Num momento nos sentimos fortes e preparados para enfrentar as aflições; noutro, estamos tão fracos que pensamos não poder suportar o mínimo apuro. E um dia após o outro seguimos nesta luta pela sobrevivência espiritual, que o apóstolo Paulo denominou de “bom combate” (2Tm.4:7). Creio eu que a maioria de nós ainda não compreendeu, de fato, o que seja buscar “em primeiro lugar” o reino de Deus “e a Sua justiça”, mas com vistas à satisfação dos nossos gostos e vontades, esquecendo-nos da condição anterior, apenas esperamos o cumprimento da promessa: “e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt.6:33).
A relação responsabilidade/benefício deve ser tão íntima quanto o ar está para a vida. Foi por perdermos esse princípio na formação e educação da sociedade, que estamos lidando com uma geração em sua maioria indiferente às responsabilidades e deveres, preferindo o caminho das facilidades a lidar com perdas e frustrações; um tempo em que vemos os filhos não mais pedirem, mas exigirem que seus pais realizem seus desejos e que não admitem ser repreendidos; um tempo em que a disciplina tornou-se sinônimo de legalismo, e o amor de Deus, uma desculpa para um cristianismo sem essência e sem identidade.
Como uma mulher infiel, Israel havia rejeitado o seu Criador e se tornado estéril e vazia. “Por breve momento” (v.7), o Senhor permitiu que sofressem os resultados de suas más escolhas. Não Se retirou por severidade ou autoritarismo, mas por respeitar a decisão que O desconsiderou. Bastou, porém, ver o Seu povo Israel, de “espírito abatido” (v.6), a nação eleita, “aflita, arrojada com a tormenta e desconsolada” (v.11), para Se compadecer de Seus filhos como uma mãe se compadece do filho desde o ventre. E como Aquele que apaga as iniquidades e delas não mais tem lembrança (Mq.7:19), assim como jurou “que as águas de Noé não mais inundariam a Terra” (v.9), também jurou fortalecer o Seu povo e lhe dar “a herança dos servos do Senhor” (v.17).
O mundo necessita de líderes espirituais que governem o lar e os púlpitos com o temor do Senhor a tonificar o caráter de seu serviço. Homens e mulheres que contribuam na obra de subir os degraus da “obediência por fé” (Rm.1:5), deixando para trás os objetos do egoísmo. Pessoas comuns, como você e eu, que, com humildade, se coloquem a serviço de Deus ainda que suas expectativas não sejam correspondidas. Que ousem erguer aos céus os segredos do coração, e das Escrituras receber diariamente as palavras da vida eterna. Um povo que, mesmo enfraquecido e sonolento, está preparado para despertar e entrar com o seu Redentor “para as bodas” (Mt.25:10).
Amados, o nosso Redentor é “o Deus de toda a Terra” (v.5), que não retarda “a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). É “com misericórdia eterna” (v.8) que o Senhor Se compadece de nós e nos chama para perto de Si. Ainda que os nossos “pecados sejam como a escarlata”, diz o Senhor, “eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18).
“Todo o capítulo 54 de Isaías é aplicável ao povo de Deus” escreveu Ellen White, “e todas as especificações da profecia serão cumpridas. O Senhor não abandonará Seu povo no tempo de prova. […] A promessa é para aqueles que, em meio à apostasia generalizada, guardam os mandamentos de Deus e exaltam o padrão moral ante o olhos do mundo que viola os estatutos e quebra a aliança eterna” (CBASD, v.4, CPB, p.1264).
Se aceitarmos viver a vontade de Deus, confiando em Sua provisão, Ele mesmo encrustará em nossa vida as joias de Seu caráter (v.11-12), a fim de que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor” (v.13) e as armas forjadas do maligno não tenham poder contra nós (v.17). Jesus sofreu “por um momento” (v.8) a separação do Pai para que possamos estar com Ele para sempre. Não troque essa herança eterna pelas ilusões de um mundo prestes a cair! “Canta alegremente” (v.1), pois o nosso Redentor breve virá!
Pai Eterno, sejas louvado por Tua bondade e por Tua misericórdia que dura para sempre! Obrigada pelo perdão que nos está disponível e pela esperança da vida eterna em Cristo Jesus! Abre o nosso entendimento para que a Tua Palavra entre em nosso coração e opere a transformação tão necessária! Prepara-nos para a Tua breve volta, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, servos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías54 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 54 – A mensagem principal deste capítulo foi dirigida a Jerusalém, personificada como uma mulher estéril que é encorajada a alegrar-se, pois Deus promete-lhe restauração e prosperidade. Desta forma, há elementos neste texto sagrado que apontam para um reavivamento espiritual.
A Bíblia Andrews comenta que “este capítulo usa uma linguagem tocante para retratar o relacionamento entre Deus e Seu povo. O Senhor é Criador, Redentor, Marido e Mestre. É Ele quem demonstra amor eterno ou bondade e misericórdia, além de afirmar uma aliança de paz que não pode ser revogada. Protege tão bem Seu povo que ‘toda arma forjada contra [ele] não prosperará’ (v. 17)”.
Assim, Isaías 54:1-17 revela uma mensagem de renovação e expansão (vs. 1-3), de confiança na graciosa providência divina (vs. 4-5), de restauração baseada na graça (vs. 6-10), e de proteção pautada na misericórdia (vs. 11-17).
O mais impressionante em Isaías 54 é que sem a graça divina, só restaria desgraça na vida humana. Sem a misericórdia, generosidade e bondade divinas, nunca experimentaríamos qualquer tipo de vida – seríamos estéreis, abandonados; estaríamos desoladamente perdidos.
• É a ação graciosa e misericordiosa de Deus que oferece solução e salvação de nossa situação!
Um texto interessante é o versículo 9. Nele, a referência à promessa de Deus fazendo menção ao dilúvio, um evento catastrófico que Deus havia usado para julgar a maldade da humanidade, mas agora promete não o repetir. Mesmo diante da inclinação da humanidade para o mal, a promessa foi mantida pautando-se na graça e misericórdia.
• A certeza da promessa independe do comportamento instável das pessoas.
Assim como Deus prometeu nunca mais destruir a Terra com águas (Gênesis 9:11) Deus manteria esta nova promessa com base em Sua graça, não no compromisso humano à aliança. A infidelidade dos judeus que retornaram do cativeiro babilônico não cancelou a promessa; pelo contrário, no sentido escatológico o plano de preservar a terra foi ampliado (Apocalipse 21:1-22:21). “Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (Mateus 5:5).
Jesus é o Messias, Salvador, que tornou possível a realidade dessa promessa. Ele é a manifestação da graça divina que nos oferece perdão. E, por meio dEle podemos buscar, hoje mesmo, a renovação espiritual, a restauração de nossa fé e, a certeza de nossa salvação! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.