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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/27
Uma trombeta soará e a verdade destruirá o mal.
Isaías tem belas imagens que retratam Deus como um Jardineiro que tenta de tudo para mostrar Seu amor perfeito à Sua criação. Ele cuida e cultiva as vinhas com ternura. Ele é um vigia cantando sobre Sua vinha dia e noite, sempre protegendo Seu povo do perigo. Mas repetidamente Seu povo escolhido não mudará seus hábitos de uvas bravas. Deus descreve um futuro maravilhoso para Israel, enchendo a face do mundo de frutos. Ainda podemos participar do plano de Deus para o Seu povo. Podemos compartilhar Jesus com nossos colegas de trabalho, vizinhos e amigos. “Ao proclamar as verdades do evangelho eterno a todas as nações, tribos, línguas e povos, a igreja de Deus na terra hoje está cumprindo a antiga profecia” (Profetas e Reis, pág. 703).
Nós também somos encorajados a nos apoderarmos de Sua força. “Em Cristo toda provisão foi feita, todo encorajamento oferecido” (Profetas e Reis pág. 326). Este mundo é muito inseguro para ficar longe dos braços de Jesus. Ele é a nossa força para qualquer provação e dificuldade.
Naquele dia, Deus usará uma “grande e forte espada” “brilhante” para destruir completamente Satanás (Deuteronômio 32:41). Uma poderosa trombeta soará “naquele dia” e estaremos para sempre com Nosso Rei.
Cheri Holmes
Enfermeira registrada em pronto-socorro, Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/27
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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541 palavras
1 Leviatã. Na mitologia Cananéia “leviatã” era uma serpente de sete cabeças que lutava contra os deuses e as forças do bem, portanto, era considerado uma incorporação das forças do mal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 208.
2 A vinha deliciosa. Isaías entoou um triste cântico sobre Israel (Is 5:1-7), descrito como uma vinha infrutífera. Nesta passagem, o cântico é de alegria, pois a vinha finalmente enche de frutos o mundo todo (Is 27:6). CBASD, vol. 4, p. 208.
4 Não há indignação em Mim. Deus não está irado com Sua vinha. CBASD, vol. 4, p. 209.
5 Apoderem da Minha força. Ou, “minha proteção”. Na hora do conflito, quando o inimigo direciona seus esforços contra o povo de Deus, a igreja é advertida a buscar a proteção divina. Se a igreja faz isso, os esforços do inimigo não terão êxito. O povo de Deus terá feito as pazes com Ele e O terão como amigo. Podem confiar nEle e, mesmo em meio às maiores provações, ficarão em paz. Estas palavras são particularmente apropriadas ao tempo de angústia, durante as sete últimas pragas, quando Satanás fará tudo o que puder contra os santos. CBASD, vol. 4, p. 209.
6 Fruto. Deus planejou que Israel proclamasse a salvação ao mundo todo […]. Quando a nação de Israel falhou, a tarefa foi dada ao Israel espiritual, os cristãos. A igreja, composta de gentios e judeus, é representada por ramos injetados para substituir os ramos naturais rejeitados da árvore de Israel (ver Rm 8:11, 12, 15-26). CBASD, vol. 4, p. 209.
7 Feriu o SENHOR a Israel […]? Feriu Deus o Seu próprio povo como feriu os que guerreavam contra ele? Isaías traça um contraste entre o modo como Deus lida com Seu povo e como lida com os inimigos. O povo de Deus pode sofrer prova e tribulação, mas não será destruído por completo. Deus “fere”Seu povo para o benefício dele (ver Hb 12:5-11; Ap 3:19), não para destrui-lo, mas para mudar seus defeitos de caráter. CBASD, vol. 4, p. 209.
8 Com forte sopro … o vento oriental. O vento oriental era quente, seco, sufocante, que vinha do deserto, um símbolo apropriado de morte e destruição (Gn 41:6; Jó 27:21; Sl 48:7; Os 13:15). No sentido figurado, esse vento representa juízos que Deus permite virem sobre Seu povo. […] A punição parecia decorrente de causas naturais, embora na realidade, fosse ordenada ou permitida por Deus. CBASD, vol. 4, p. 209.
9 A culpa de Jacó. Isto é, o resultado. O “fruto”da punição, arrependimento e perdão, será a remoção de todo vestígio de idolatria. O cativeiro babilônico curou toda a idolatria dos judeus (PR, 705). CBASD, vol. 4, p. 209.
Como pedras de cal. As pedras do altar serão esmagadas como se fossem cal, e os postes-ídolos (do heb. ‘asherim […]) serão destruídos. Deus permite que provações sobrevenham a Seu povo a fim de purificá-lo de suas iniquidades. CBASD, vol. 4, p. 210;
10 A cidade fortificada. Isto é, Jerusalém, como símbolo do povo de Deus. O que era uma cidade florescente se tornaria um deserto. Onde havia casas, seria pasto (ver Is 7:23-25). Esta profecia se cumpriu um século depois, em 586 a.C. (ver Dn 9:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 210.
12 Debulhará. Esse é o grande dia do juízo, quando o trigo é reunido no celeiro celestial e a palha é queimada (Jl 3:13; Mt 3:12; 13:39, 40;Ap. 14:14-19). CBASD, vol. 4, p. 210.
Um a um. Deus reúne os justos um a um, não coletivamente, mas como indivíduos. CBASD, vol. 4, p. 210.
Selecionados e digitados por Jeferson Quimelli
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“Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo” (v.6).
O capítulo de hoje inicia com a verdade absoluta de que Deus destruirá o mal. É só uma questão de tempo, e o “dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap.12:9), será destruído de uma vez por todas. Toda a maldade, todo o pecado e todo o engano que envolveram este mundo em densas trevas serão aniquilados e para sempre esquecidos. “Naquele dia” (v.1), qualquer resquício do que seja obscuro ou duvidoso ficará para trás, num passado apagado pela borracha da justiça divina. Apenas as marcas no corpo de Cristo nos lembrarão constantemente o alto preço que por nós foi pago.
Como uma vinha de excelentes frutos, o remanescente subsistirá confiante na fiel promessa: “Eu, o Senhor, a vigio e a cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia Eu cuidarei dela” (v.3). O amor de Deus como um manto invisível cobrirá os Seus escolhidos de tal forma que “encherão de fruto o mundo” (v.6). E mediante o poder do Espírito Santo na vida das fiéis testemunhas de Jesus (At.1:8), os salvos serão “colhidos um a um” (v.12). “Que formosos são sobre os montes, os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is.52:7).
As Escrituras afirmam que Jesus virá segunda vez para ressuscitar os justos (1Ts.4:16) e para resgatar os que passarão pela “grande tribulação” (Ap.7:14), como descrito pelo profeta Daniel: “haverá tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). “Naquele dia, se tocará uma grande trombeta” (v.13). “A trombeta soará” (1Co.15:52) e o destino eterno de toda a humanidade estará definitivamente resolvido. Mas apesar da destruição que haverá, ainda não será o fim. Após os mil anos da prisão solitária de Satanás (Ap.20:2), Jesus descerá do Céu terceira vez, “com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição” (2Ts.1:7-9).
Jesus declarou: “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda” (Jo.15:1-2). Se estamos em Cristo, precisamos encher “de fruto o mundo” (v.6), “o fruto do Espírito” (Gl.5:22-23), a fim de povoar o Céu e despovoar o lago de fogo. Pois aos que rejeitarem o último chamado de Deus, como os ramos que secam e são quebrados, “lhes deitam fogo, porque este povo não é povo de entendimento” (v.11). Estamos às vésperas do fechamento da porta da graça e da hora do juízo de Deus. Enquanto há oportunidade, obedeçamos à voz profética: “Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida” (EGW, Mensagens Escolhidas, vol.2, p.17).
Senhor, nosso Deus, que o Teu precioso Espírito que é luz e vida, conduza e controle a nossa vida em todos os aspectos. Em nossa fraqueza, faz-nos fortes, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Isaías27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 27 – O escopo desta seção apocalíptica de Isaías vai além dos limites geográficos do mundo material. Abrange a realidade espiritual, que Paulo chama de “dominadores deste mundo em trevas”, “as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (Efésios 6:12).
Antes mesmo de chegar a Isaías 27, o profeta já havia feito alusão a um ser que agia por trás das forças humanas corruptoras, ao falar do rei da Babilônia como tendo caído dos Céus, estrela da manhã, como tendo sido atirado à Terra – aquele que dizia no coração: “Subirei aos Céus, acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mãos alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” (Isaías 14:12-14).
Ao iniciar Isaías 27, o profeta trata da execução do Leviatã/Dragão/Monstro, “serpente veloz”, “serpente tortuosa”, a “serpente aquática”. A ideia da serpente vem de Gênesis 3:1-15.
Comentando Isaías 27:1, a Bíblia Andrews explica que o dragão é uma “criatura misteriosa descrita, neste contexto, como uma ‘serpente sinuosa’, um réptil do mar ou monstro marinho. O termo ocorre em Jó 3:8; 41:1; Sl 74:14; 104:26. A criatura pode ter dado a João o motivo para chamar Satanás de dragão e antiga serpente (Ap 12:9; 20:2)”.
O intuito divino com Isaías 27:1 é revelar que as poderosas forças do mal não estão no controle. Deus domina e destrói as potestades do mal. Portanto,
• Adversidades que Seu povo enfrenta, não são porque Ele não dá conta de protegê-lo.
• Nossas aflições não são porque Deus negligencia atenção e proteção.
Na sequência, “a passagem deixa claro que o juízo tinha o objetivo de banir a idolatria do meio do povo de Deus. A pergunta do v. 7 leva à afirmação do v. 9, a qual declara que até mesmo o juízo por meio do exílio tinha em si um componente de redenção” (Bíblia Andrews).
Isaías 27:2-13 demonstra que Deus cuida de Sua vinha e faz o necessário para torná-la frutífera. “Às vezes pode parecer que o Senhor esqueceu os perigos de Sua igreja, e o dano a ela feito por seus inimigos. Mas Deus não esqueceu. Nada neste mundo é tão caro ao coração de Deus como Sua igreja”, diz Ellen White. Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.