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Texto bíblico: ISAÍAS 2 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/2
O capítulo 2 começa com um momento no qual o propósito de Deus será cumprido. Haverá um tempo de reconciliação e adoração universal ao Deus Criador.
A frase “vontade de Deus” é usada de forma descuidada, com a consequente perda da nossa paz de espírito. Na nossa ignorância, culpamos Deus por coisas pelas quais apenas um terrorista deveria ser culpado.
Separei “a vontade de Deus” em três partes – intencional, circunstancial e última.
Quando Deus completou a criação da Terra, ela estava em plena harmonia com o Seu reino universal. Esta foi a Sua vontade intencional; que a humanidade não conhecesse o mal.
Quando a astuta serpente enganou Eva para que comesse o fruto proibido, Deus trabalhou com as circunstâncias e colocou em ação um plano para resgatar a humanidade.
A autora, artista, cantora e tetraplégica Joni Eareckson Tada afirma eloquentemente: “Já lutei com tanta dor em minha própria vida que é difícil ver as pessoas usarem as circunstâncias como motivo para acusar Deus, em vez de se aproximarem de Deus”.
Deus não permitirá que circunstâncias que derrotem Sua vontade última nos levem de volta para casa, para Ele (veja 1Co 10:13; 2Co 12:9, 10).
Jesus afirma: “Coragem, eu venci o mundo (Jo 16,33c), [não que Eu tenha explicado o mundo]”.
Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor de conferências, Selah, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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2127 palavras
2. Nos últimos dias. Do heb. ‘acharith hayyamim. ‘Acharith, ‘último”, em geral designa o final de qualquer período, seja curto ou longo… ‘Acharith é traduzido com frequência na LXX por eschatos, “último”, “final”… O uso bíblico de ‘acharith torna evidente torna evidente que o contexto deve, em cada caso, determinar quão distante está esse “fim”. O contexto de “nos últimos dias” (Is 2:2) se refere à manifestação da “majestade de Deus” (v. 10), a “naquele dia” em que “o Senhor será exaltado (v. 11, 17), ao “Dia do Senhor”(v.12)… Portanto, os “últimos dias” de Isaías2:2 precedem imediatamente o estabelecimento do reino messiânico. Segundo claros princípios de interpretação (…), a era messiânica, no plano original de Deus para Israel, devia ter ocorrido como o clímax do período de restauração depois do cativeiro babilônico (…). No entanto, Israel fracassou cumprir as condições mediante as quais Deus poderia ter cumprido as muitas promessas de glória nacional e domínio universal para Israel; e, como resultado, a previsão de Isaías 2:1 a 4 nunca se cumpriu com o Israel literal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3, p. 91-92.
Acontecerá. Existem diferentes interpretações para a mensagem dos v. 2 a 4: (1) que se refere a um milênio, quando haverá paz na terra, quando os judeus serão restaurados a seu lar original e à sua antiga posição como povo escolhido de Deus, quando governarão a Terra e converterão o mundo; (2)que descreve um falso reavivamento religioso que se dará no final da história da terra, patrocinado pelo cristianismo apóstata e designado a converter o mundo (ver 1Ts 5:1-5; Ap 13:11-17; etc); (3) que descreve o plano original de Deus no qual o Israel literal devia se tornar Seu instrumento para salvação do mundo, mas que, devido ao fracasso e à rejeição de Israel, essa previsão será cumprida pelo povo escolhido de Deus no presente ao proclamar a mensagem do evangelho aos lugares mais remotos da terra… Há claros estudos quanto aos problemas de certas interpretações literais referentes ao retorno dos judeus para a Palestina e ao papel de Israel no plano divino (…). Deve-se notar que Miqueias 4:1 a 3 é praticamente idêntico a Isaías 2:2 a 4. Um estudo do contexto de Miqueias esclarece a passagem paralela de Isaías. Isaías e Miqueias foram contemporâneos por muitos anos. CBASD, vol.3, p. 92.
O monte da Casa do Senhor… dizer que “o monte da Casa do Senhor” seria exaltado ao “cimo dos montes” era equivalente a dizer que o Deus de Israel seria honrado acima das demais religiões e dos outros deuses… CBASD, vol.3, p. 92-93.
Para ele afluirão todos os povos. De acordo com o plano original de Deus para Israel como instrumento para a salvação do mundo, chegaria o tempo em que as nações da Terra reconheceriam a superioridade e a liderança de Israel como nação (…) Esse quadro glorioso do triunfo final da verdade nunca foi cumprido pelo Israel literal, mas será pelo Israel espiritual. Isaías 2: 1 a 5 torna-se dessa forma, um quadro do glorioso triunfo do evangelho por meio do instrumento escolhido de Deus em nossos dias, Sua igreja (…). CBASD, vol.3, p. 93.
3. Irão muitas nações e dirão… Esta promessa da reunião das nações para adorar o deus verdadeiro jamais se cumpriu com o Israel literal, devido a sua falha em cumprir as condições, mas se cumprirá, de forma espiritual, com o povo de Deus (…). CBASD, vol.3, p. 93-94.
Vinde, e subamos. Se Israel tivesse sido fiel a Deus, estas palavras teriam estado nos lábios dos gentios, quando homens de outras nações reconhecessem as vantagens de se honrar o verdadeiro Deus. CBASD, vol.3, p. 94.
Deus de Jacó… O fato de os gentios não dizerem simplesmente “subamos a Jerusalém”, e sim, “subamos ao monte do SENHOR, e à casa do Deus de Jacó”, indica verdadeira compreensão de que a grandeza de Israel se deveria à cooperação do povo com o plano divino e à escolha de adorar o verdadeiro Deus. CBASD, vol.3, p. 94.
Sião. Referência a Jerusalém ou ao povo de Deus. Inicialmente, aludia à parte mais antiga de Jerusalém, “a cidade de Davi”. … Em 51:16 designa os israelitas.. No cap. 2, Sião é um lugar onde se ensina a lei. É também o local em que se assenta o Juiz universal. Bíblia de Andrews.
De Sião sairá. Jerusalém devia ter permanecido de pé “no orgulho de sua prosperidade, rainha de reinos”para ser : estabelecida como a poderosa metrópole da Terra” (…). O templo (…), bem como a cidade, “teria permanecido para sempre” (…). As nações da Terra teriam honrado os judeus, e os reconhecido como depositários e expositores da lei divina a toda humanidade (Dt 4:7, 8; Rm 3:1, 2). Os princípios revelados por meio de Israel deviam ter sido “o meio de restaurarão homem a imagem moral de Deus”(…). E, “na medida em que o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que seu reino abarcasse o mundo”(…) . CBASD, vol.3, p. 94.
4. Ele julgará. Nem todas as nações da Terra estariam dispostas a obedecer à “palavra do SENHOR, de Jerusalém”(v. 3). Aqueles que se recusassem a se submeter à autoridade de Deus, exercida por meio dos judeus como povo escolhido, se uniriam para conseguir por força das armas o que não estariam dispostos a obter harmonizando o caráter com a lei de Deus (Jr 25:32; Ex 38:8-12; Jl 3:1, 12; Zc 12: 2-9; 14:2). Ao alcançarem e sitiarem Jerusalém, eles descobririam para seu espanto que estavam entrando em conflito com o Deus dos céus (Jr 25: 31-33) e que Ele os julgaria (Jl 3:9-17) e os destruiria ali (Is 34:1-8; 60:12; 63:1-6; 66:15-18). Quando os gentios se reunissem nas proximidades do vale de Josafá (Jl 3:3, 12), localizado bem ao leste de Jerusalém, Deus se assentaria “para julgar todas as nações em redor” (Jl 3:12). A palavra Yehoshafat, “Josafá’, literalmente, significa “Yahweh julgará”. CBASD, vol.3, p. 94.
Corrigirá muitas nações. Contra Jerusalém “se juntarão todas as nações da terra” (Zc 12:3), mas Deus “protegerá os habitantes de Jerusalém” (Zc 12:8) e destruirá “todas as nações que vierem contra Jerusalém”(Zc 12:9). Esses eventos nunca se cumpriram com o Israel literal, devido ao fracasso da nação em cumprir a missão que lhe fora designada. Contudo, como afirma João (Ap 20: 7-15), essa profecia se cumprira1 quando, no fim do milênio, Satanás seduzir “as nações […] da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja” (v. 8) e sitiar “o acampamento dos santos” (v. 9). Então, os ímpios estarão diante de Deus e serão “julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livro” (v. 11, 12), “julgados, um por um, segundo as suas obras”(v. 13). As nações da Terra saberão que o senhor é Deus (Ez 38:23; ver Zc 12:4; Ap 19:19-21). CBASD, vol.3, p. 95.
Nem aprenderão mais a guerra. Comparar com Os 2:18 e Sl 46:9. Os que acreditam que um retorno literal dos judeus à Palestina anuncia sua restauração à aliança dos tempos do AT interpretam saías 2:1 a 4 e a passagem paralela de Miqueias (4:1-3) como uma previsão de mil anos de paz, quando os judeus governarão a terra e a converterão a Deus. É evidente que essa interpretação não tem base bíblica (…) Deus deixou claro que nos últimos dias haverá um falso reavivamento religioso. Mas, ao se estudarem as evidências, conclui-se que Isaías não se refere a tal reavivamento. cristo predisse que as mensagem dos ministros do falso reavivamento religioso seriam de natureza tal que , se possível, enganariam os próprios eleitos (Mt 24:23-27). “Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas (GC, 593). Quando chegar a hora, somente o amor genuíno à verdade e uma atenção diligente às instruções contidas na Bíblia e no Espírito de Profecia poderão proteger dos enganos do inimigo, dos espíritos sedutores e das doutrinas de demônios (Os 4:6; 2Ts 2:9-12; …). CBASD, vol.3, p. 95-96.
5… Andemos… A obediência ao dever é a única evidência válida de que se aceitou com sinceridade a oferta divina de misericórdia. De fato, a fé não acompanhada de obras de obediência é declarada como “morta” (Tg 2:26). Diz-se que os que ouvem a palavra do Senhor, mas negligenciam cumpri-la são como quem constrói a casa sobre a areia (Mt 7:26, 27). CBASD, vol.3, p. 97.
Luz do Senhor. Isto é, a luz da verdade que o Senhor enviou por meio de Seus profetas… CBASD, vol.3, p. 97.
6. Desamparaste o Teu povo. Em vez de perceber o glorioso destino que Deus planejara, eles praticamente se apostataram. Os judeus já não eram verdadeiros, fiéis e obedientes ao Senhor. Estavam abandonados e deixados de lado por causa de suas grandes iniquidades. Deus não estava com eles, porque se voltaram para o pecado… CBASD, vol.3, p. 98.
Corrupção do Oriente. Babilônia ficava ao oriente da Palestina, famosa por seus astrólogos, agoureiros e feiticeiros (Dn 2;2′, 27; 4:7, 11). Por abandonar o Senhor e seguir a religião falsa do Oriente, Israel perdeu o favor divino. CBASD, vol.3, p. 98.
Alude a adivinhos como os filisteus e à adoração a ídolos (Is 2.8) dos rituais mesopotâmicos (44:25; 47:8-11). Em consequência, o juízo de Deus cairia sobre o povo para tirar dele o falso apoio às práticas estrangeiras de culto. Além disso, a queda de Judá e Jerusalém é atribuída ao fato de que seu discurso e seus atos são contrários ao Senhor (3:8). A acusação à liderança se baseia na injustiça social; em especial, no fato de se aproveitarem dos pobres (3:13-15). Bíblia de Andrews.
Como os filisteus… Como os babilônios, os filisteus tinham seus sacerdotes e ocultistas e seus adivinhos (1Sm 6:2), e o professo povo de Deus estava seguindo seu exemplo. Em vez de ir a Deus em busca de luz, eles procuravam os líderes, associados ao príncipe das trevas.CBASD, vol.3, p. 98.
E se associam com os filhos dos estranhos… Israel tinha se associado aos estrangeiros, “dando-se as mãos”no sentido de entrar em acordo com eles e compartilhar causas comuns. Israel não era mais um povo separado e peculiar. Eram um com o mundo ao seu redor quanto a política, comércio, religião e iniquidade (comparar com 2Co 6:14). CBASD, vol.3, p. 98.
7. De prata e de ouro. Judá tinha se familiarizado com o comércio, e seu principal interesse era o lucro material. A nação possuía abundância de prata e ouro, mas carecia de justiça e fé… Com a prosperidade, houve luxo e declínio moral… CBASD, vol.3, p. 98.
Cavalos… Na época do AT, cavalos eram usados principalmente na guerra. A multiplicação de cavalos e carros faria com que o povo deixasse de confiar em Deus para confiar em coisas materiais… CBASD, vol.3, p. 98.
8. Está cheia a sua terra de ídolos. O reinado de Acaz foi caracterizado por grande declínio moral, em que rei e povo abandonaram o verdadeiro Deus e passaram a adorar ídolos. Faziam-se imagens a Baal (…), sacrifícios humanos eram oferecidos aos deuses pagãos, altares eram erigidos em toda a Jerusalém, lugares altos para queimar incenso a ídolos eram dedicados em toda a terra, e um altar pagão foi erigido no átrio do templo, onde ficava o altar de bronze de Salomão (2Rs 16:10-14; 2Cr28:2-4, 23-25). CBASD, vol.3, p. 98-99.
12. O Dia do SENHOR. “O Dia do SENHOR” é o dia da ira de Deus sobre nações individualmente e sobre o mundo. Quando uma nação se torna tão ímpia, de modo que seu destino é selado e o juízo final pronunciado contra ela pelo Senhor, esse é “o Dia do Senhor” para esse povo particular… CBASD, vol.3, p. 99.
No contexto do cap. 2, vários temas são entrelaçados para explicar o sentido da expressão “o dia do SENHOR”. Trata-se de um dia de juízo contra a idolatria, o espiritualismo e o orgulho. No NT, as expressões “Dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6) e “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”, como em 2Ts 2:1-10, capturam a essência da vitória divina sobre os inimigos e a salvação do povo de Deus. Bíblia de Andrews.
Soberbo e altivo… Isaías viu o professo povo de Deus se jactar e se gloriar de suas próprias conquistas. Também o viu humilhado no pó diante do Criador no grande dia do juízo. CBASD, vol.3, p. 99.
14. Os montes altos. Com frequência montes representam reinos na Bíblia. Assim como a ira de Deus cairá sobre o soberbo e altivo no grande Dia do Senhor, também cairá sobre as nações orgulhosas… CBASD, vol.3, p. 100.
16. Os navios de Társis. Grandes navios transportavam metais no Mediterrâneo e o Mar Vermelho, para comercializá-los em terras distantes (ver 1Rs 10:22; 22;48; 2Cr 20:36). O juízo dos céus cairia sobre todas essas empresas comerciais, motivadas pelo egoísmo e pela cobiça. CBASD, vol.3, p. 100.
20… Ídolos de prata… Estes não são necessariamente ídolos literais, mas podem ser tesouros de ouro e prata. Eles se provam inúteis e incapazes de salvar, e são rejeitados como vãos. CBASD, vol.3, p. 100.
22. Afastai-vos, pois, do homem… Vez após vez, Deus advertiu Israel a não depositar sua confiança na força humana, fosse a deles mesmos ou de nações vizinhas como Egito e Assíria, mas sim a ter confiança no que Ele faria por eles, se fossem fiéis… CBASD, vol.3, p. 101.
Cujo fôlego. Estas palavras enfatizam a fragilidade da vida humana (ver Gn 2:7; 7:22; Sl 146:3, 4). Deus deu ao ser humano fôlego e vida, e quando o fôlego falta, a vida cessa… CBASD, vol.3, p. 100.
Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.
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“Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor” (v.5).
A visão de Isaías a respeito dos “últimos dias” (v.2), destaca a missão do Israel espiritual de Deus como hospedeiro de “todos os povos” (v.2). Como na parábola do bom samaritano, o Senhor tem um povo peculiar pronto para receber “muitas nações” (v.4) e ensiná-las a andar “pelas Suas veredas” (v.3), sob o firme alicerce de Sua Palavra. Antes que venha o juízo, Deus acrescentará ao Seu povo todos aqueles que, de coração, trocarão os instrumentos deste mundo pelos instrumentos divinos (v.4). A Bíblia será examinada com seriedade e humildade, e seu teor considerado como fonte suprema da vontade de Deus. Os mandamentos do Senhor estarão no coração de um só povo que, à semelhança dos três amigos de Daniel, permanecerão fiéis ainda que em face da fornalha da aflição.
A obra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote está prestes a ser concluída. E a Sua grande luta tem sido para que o Seu povo não O adore apenas com os lábios, porque para estes, no “Dia do Senhor dos Exércitos” (v.12), com o coração partido, terá que dizer: “Nunca vos conheci!” Precisamos buscar o conhecimento de Jesus com o coração de uma criança, rápido para amar, rápido para perdoar e totalmente dependente. O conhecimento da Palavra de Deus vai muito além de teoria, é muito mais que teologia, é conhecer e obedecer a voz que sai da boca de Deus.
Não há lugar para o “assim diz o Senhor” no coração orgulhoso. “A arrogância do homem” (v.17) cria um bloqueio para as verdades das Escrituras e sua mente torna-se privada de receber o “pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (2Pe.1:2). As verdades de Deus são negligenciadas e o engano, facilmente admitido, como declara Ellen White: “Satanás bem sabe que todos quantos ele pode levar a negligenciar a oração e o exame das Escrituras, serão vencidos por seus ataques” (CPB – O Grande Conflito, p.524).
Está chegando o dia em que “os ídolos serão de todo destruídos” (v.18), inclusive as pessoas que fizeram de si mesmas objetos de culto, porque “só o Senhor será exaltado naquele dia” (v.11 e 17). A altivez e a arrogância levarão muitos a receber o mesmo castigo que foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). Precisamos urgentemente nos aproximar cada vez mais de Jesus e de Sua Palavra (v.3), que como uma bússola nos guiará ao polo celestial, e, ao mesmo tempo, devemos nos afastar “do homem cujo fôlego está no seu nariz” (v.22), pois, “quando os cristãos escolhem a sociedade dos ímpios e incrédulos”, diz a irmã White, “expõem-se à tentação […] Não podem ver que tal companhia é calculada a fazer-lhes mal” (CPB – O Grande Conflito, p.512). Assim, vão se tornando mais parecidos com o mundo e mais dessemelhantes de Cristo.
Quando Deus “Se levantar para espantar a Terra”, haverá grande terror entre os ímpios, que “se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra” (v.19), como também foi revelado ao profeta João: “se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes” (Ap.6:15). O Senhor nos convida, hoje, a andar em Sua luz (v.5), a despir-nos de nossas vontades e gostos, a provar e ver que Ele é bom (Sl.34:8) e a experimentar da maravilhosa graça que ainda está à nossa disposição. Então, faremos parte do Israel de Deus dos últimos dias que, como um agente influenciador, conduzirá muitos à justiça (Dn.12:3).
Senhor, nosso Deus, enche-nos do Teu Espírito a fim de que tenhamos a mente de Cristo e a disposição de uma criança, completamente dependentes de Ti. Só assim, estaremos capacitados para a Tua última grande obra. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, Israel espiritual de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Isaías02 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 2 – Após rejeitar a hipocrisia e a superficialidade religiosa (Isaías 1), o profeta Isaías passa a apresentar o fim da idolatria e da idiotice religiosa visando sacudir, acordar e salvar perdidos deste mundo.
Pecados nos acorrentam, nos arrastam para baixo, nos deixam cabisbaixo, sem vigor e esperança. A vivência no pecado parece prazerosa, atraente e promotora de satisfação, porém nos torna azedos, frustrados, amargos, desprezíveis, críticos, frágeis e vazios. O pecado interrompe a espiritualidade, pois ele intercepta a intimidade com Deus. Porém Deus tem poder de reverter qualquer situação, por mais desesperadora e desafiadora que seja nossa condição!
• Deus revelou capacidade de tirar Jerusalém do fundo do poço (Isaías 1:21) e torná-la protagonista entre as nações (Isaías 2:1-3). Quando Deus Se volta para Seu povo, Seu povo torna-se referência na região, a tal ponto das nações da vizinhança afluírem em busca da Palavra Divina (Isaías 2:3-5).
• No passado, Deus permitira que o povo colhesse as consequências de tê-lO substituído por coisas insignificantes. Como preferira procurar falsos profetas e religiosos deturpados e depravados, e optara por confiar na economia e na artilharia dos pagãos, Deus retirou Sua proteção a fim de que o povo percebesse quão horrível é não ter Suas bênçãos em seu favor. Ignorar a Deus resultou na destruição de Samaria e de Judá (Isaías 2:6-11).
• Quando Deus age para revelar as idiotices dos pecadores que O ignoram, as pessoas se desfazem de seus deuses e ídolos inúteis mesmo sendo de prata ou ouro; elas têm medo de confrontar o Deus verdadeiro então percebem sua insignificância, ignorância e petulância (Isaías 2:12-22).
Aprendamos que não existe segurança fora da presença de Deus. Quando Deus julgar, nada nos dará qualquer garantia de segurança. Deus é contra nossas vaidades porque elas não nos sustentarão diante das adversidades. Ele é contra o que é atraente ao pecador impenitente devido a ele depositar sua segurança naquilo que não passa de mera ilusão.
Na realidade, só em Deus pecadores encontram proteção, restauração e salvação!
A soberba e arrogância da humanidade, representada pela pompa e ostentação, relacionadas a grandes realizações, riqueza e poder, não significam nada diante da manifestação majestosa de Deus (Apocalipse 6:12-17). Por isso, é necessário humilharmo-nos diante dEle esperando que Ele nos eleve, restaurando-nos.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.