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Texto bíblico: CANTARES 8 – Primeiro leia a Bíblia
CANTARES 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ct/8
O Cântico dos Cânticos nos apresenta um retrato poderoso da maravilhosa relação matrimonial que Deus deseja que todos os casais casados desfrutem: um verdadeiro retorno ao paraíso!
Tal relação de amor pode parecer impossível levando em conta toda a nossa bagagem pecaminosa. Então um casamento conforme descrito em Cantares é apenas um sonho? O auge de Cantares, 8:6, nos dá a resposta. Sob inspiração, a Sulamita diz que o amor descrito em Cantares é nada menos que “fogo ardente, … labaredas do SENHOR [Yahweh]” (NVI).
Podemos, eventualmente, optar por rejeitar tal amor, como Salomão fez em seus últimos anos. Mas, se estivermos dispostos, Deus continuamente encherá nossos corações e nossos lares com um amor que “nem muitas águas conseguem apagar” (v. 7 NVI)!
O amor humano santificado tipifica o divino. A relação conjugal entre marido e mulher em Cantares é, portanto, um tipo da relação de amor entre Deus e o
Seu povo. Podemos, então, ler o Cântico dos Cânticos e ver não só um retrato de Salomão e da Sulamita, mas de Jesus Cristo, o grande Salomão, e seu relacionamento com sua noiva, a Igreja.
Ao contemplar o íntimo, permanente e exclusivo relacionamento de amor descrito em Cantares, pode-se ter um vislumbre do santo amor divino que Jesus quer compartilhar conosco.
O Cântico dos Cânticos é a suprema declaração bíblica acerca da teologia do amor e do casamento. Nós realmente alcançamos o Santo dos Santos, e nos tornamos inflamados com a Chama do Senhor!
Richard M. Davidson
Professor de Interpretação do Antigo Testamento
Seminário Teológico da Andrews University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/sng/8
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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1 Como meu irmāo. A palavra chave aqui é “como”. Naturalmente, ela desejava que seu amado seja realmente seu irmão, mas somente que ela tivesse a liberdade de beijá-lo em público e ir na companhia dele a qualquer lugar, sem atrair comentários. Bíblia de Genebra.
No antigo Oriente Próximo era impróprio mostrar afeição pública exceto entre membros da família. A moça desejava poder mostrar livremente sua afeição a quem amava, mesmo em público. Life Application Study Bible Kingsway.
A noiva parece recordar do tempo anterior à remoção dos obstáculos de sua união. Como nāo podia se declarar a ele como uma mulher apaixonada, ela desejava que seu relacionamento fosse como de irmão e irmā. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1271.
Desprezariam. Isto é, a família e os amigos dela nāo a reprovariam. CBASD, vol. 3, p. 1271.
2 E tu me ensinarias. A esposa percebe a diferença entre o esposo nobre e ela. … Destarte, pois, está disposta a se deixar ensinar. [Ap] A Igreja recebe o ensino, e todas as instruções de Cristo mediante as Escrituras, que são Sua Palavra. Biblia Shedd.
3 Este versículo é idêntico a 2.6. Em ambos os casos, a jovem está sonhando estar nos braços de seu amado. Bíblia de Genebra.
4 Ocorrendo aqui pela terceira vez, o refrão aponta para a consumação que ainda ocorrerá (2.7; 3.5). Bíblia de Genebra.
5-14 A sulamita reflete em seu relacionamento de amor com Salomão desde o início até o presente. Suas frases de sabedoria, as quais declaram que o amor se origina do Senhor (ver nota sobre 8:6), revelam sua crença no Deus verdadeiro. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Quem é esta que sobe do deserto? Essa frase é uma repetição exata de 3.6, onde introduz a seção de casamento no sonho da jovem (3.6-11 …). Agora, o sonho cedeu à realidade. O par feliz, casado finalmente, não tem mais de ocultar seu relacionamento, mas pode andar em público de braços dados (contrastar com o v. 1 …). Bíblia de Genebra.
encostada ao seu amado. Esta declaração simples capta uma pose íntima e típica de um homem e sua mulher. Bíblia de Genebra.
Debaixo da macieira de despertei. Salomāo sugere que eles devem voltar ao local onde ele conquistou o amor de sua noiva. CBASD, vol. 3, p. 1271.
te despertei. Ou seja, “comecei a cortejar-te”. … a passagem indica que a consumação foi realizada, e os amados relembram como tudo começou. Bíblia de Genebra.
Tua māe. Eles retornaram à casa em que a noiva nasceu. CBASD, vol. 3, p. 1271.
6, 7 o amor… a sepultura. Suas brasas… labaredas. Nem muitas águas conseguem… levá-lo. Essas três declarações sapienciais… caracterizam o amor conjugal como a força mais poderosa, irresistível e invencível da experiência humana. Com essas declarações, o Cântico atinge o ápice literário e revela seu propósito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Uma série de artifícios literários converge para marcar este versículo como o ponto alto de Cântico dos Cânticos. Aqui encontramos a descrição mais plena do assunto supremo do livro: o amor. Bíblia de Estudo Andrews.
selo. O “selo”é um sinete feito de metal ou de pedra e usado em um colar sobre o coração ou como um laço no braço (Gn 38.18). Bíblia de Genebra.
Põe-me como selo. No hebraico, … fica evidente que é a noiva quem fala. A palavra hebraica para “selo”, chotham, significa sinete (ver Êxodo 28:11, 21; Jó 38:14; 41:15; Jr 22:24). Algumas vezes, os hebreus usavam o sinete pendurado sobre o peito. A noiva de Salomāo desejava que seu esposo a visse como um sinete. CBASD, vol. 3, p. 1271.
Cf Jr 22.24, o selo sobre o braço é uma declaração quase que indissolúvel de um acordo. Biblia Shedd.
forte como a morte. O amor é tão forte quanto a mais poderosa e negativa experiência humana. Bíblia de Genebra.
duro como a sepultura, o ciúme. Também, “amor intenso, inexorável”. Assim como a sepultura não abre mão de seus mortos, o amor intenso nunca desiste dos amados. Biblia de Estudo Andrews.
Trata-se do amor-paixão, sentimento nobre e exigente: Deus é Deus “ciumento”(Ex 20,5; 34,14; 1Rs 19,10, etc. Biblia de Jerusalém.
Em paralelo com o “amor”, aqui, o “ciúme” é um zelo positivo, semelhante ao ciúme de Deus (Êx 20.5; Jo 2.17). Tal como o amor de Deus, o amor aqui celebrado não tolera rivais. Bíblia de Genebra.
veementes labaredas. A melhor tradução literal seria “uma chama de Yah“, isto é, “do SENHOR”. Esta expressão, reservada para o clímax temático de todo o livro, revela que Yahweh é a fonte de todo amor humano, proporcionando, dessa forma, a base para a interpretação tipológica do Cântico dos Cânticos. Biblia de Estudo Andrews.
O uso desta expressão [“brasas de fogo”/”chama de Jah“] confirma que há uma comparação implícita com o amor divino. Bíblia de Genebra.
7 Nāo poderiam apagar o amor. O Cântico não definira ainda o amor. A amada o faz aqui nos termos mais belos e fortes, falando do seu poder invencível, … do seu valor sem igual. Compreende-se que este poema tenha sido colocado como uma coroa no fim da coleção. O que segue é adicional. Biblia de Jerusalém.
Se alguém oferecesse… desprezado. Uma quarta declaração sapiencial… que declara o valor incomparável do amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O amor puro é de tal natureza que nada pode destruí-lo. Não pode ser comprado. A proposta mais alta seria totalmente desprezada. Esta passagem, que fala da regularidade, durabilidade e invencibilidade do poder do amor não possui paralelo na literatura devido à força da expressão. CBASD, vol. 3, p. 1271.
Aceite o amor de seu cônjuge como um presente de Deus e lute por fazer de seu amor um reflexo do perfeito amor que vem do próprio Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
8-14 Nos últimos versos do Cântico, as palavras dos irmãos (v. 8, 9), a referência da amada à sua vinha (v. 12) e a referência final a Salomão (v. 11, 12) fazem supor um retorno ao início do Cântico (v. 1.2-7). Os versos talvez relembrem o crescimento da amada até atingir a idade do amor e do casamento e o desabrochar do relacionamento com o amado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Irmāzinha. No antigo Oriente Médio, os irmãos eram muitas vezes guardiães de suas irmãs, sobretudo nas questões relacionadas ao casamento (v. Gn 24.50-60; 34.13-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
em que for pedida. Ou seja, pedida como noiva. Bíblia de Genebra.
no dia em que for pedida em casamento. O casamento era muitas vezes contratado já na juventude. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os irmãos se preocupam com o momento em que casarão sua irmãzinha; esta replica que já é grande o bastante para guardar a si mesma. Biblia de Jerusalém.
Esta declaração parece ter sido feita pelos irmãos da Sulamita, ao recordar a infância dela. É possível que estivessem preocupados quanto à maneira de tratar sua irmãzinha quando fosse feita uma oferta de casamento a ela. CBASD, vol. 3, p. 1271.
9 Esse versículo imaginativo provavelmente expressa a resolução dos irmãos de defender a irmã mais jovem (a amada) até chegar o tempo oportuno para o amor e o casamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9, 10 muro … porta. Muro não quebrado, virgem. Biblia Shedd.
Simbolizam os dois caminhos que ela poderia escolher quando jovem: ser pura e inacessível (um muro) ou ser promíscua e “disponível” (uma porta). A sulamita deixa claro que foi moralmente pura, inconquistável aos avanços de qualquer um, exceto seu marido. Biblia de Estudo Andrews.
A garota está refletindo a respeito dos dias quando era bem jovem e sob o cuidado de seus irmãos, que se pensavam em como ajudá-la a se preparar para o casamento. Eles decidiram que se ela fosse um muro, permanecendo firme contra as tentações sexuais, eles a louvariam. Mas se ela fosse como uma porta, aberta à imoralidade, eles agiriam de modo a guardá-la de fazer algo tolo. Em 8:10 ela testifica que tinha sido persistente em sua moralidade e, portanto, havia encontrado favor aos olhos de Salomão. Life Application Study Bible Kingsway.
10 eu sou um muro, e os meus seios, como as suas torres. A jovem afirma a força de sua integridade moral, mas também a sua maturidade sexual (contrastar com o v. 8). Bíblia de Genebra.
fui tida por digna de confiança. Um completo bem-estar. No hebraico original temos aqui a palavra shalom. Por implicação, o Cântico dos Cânticos de Salomão aponta para o relacionamento do casamento como a situação em que a paz e a realização devem ser achadas. Bíblia de Genebra.
12 A vinha. A noiva renova seus votos para com seu esposo. Ela fala de si mesma como a proprietária de sua própria vinha, mas ela transfere esses direitos e privilégios a seu esposo. CBASD, vol. 3, p. 1271.
13 companheiros. Provavelmente, os convidados para a cerimônia do casamento. Bíblia de Genebra.
Faze-me, pois, também ouvi-la. Ao cair das cortinas, Salomāo pede para ouvir uma vez mais a voz de sua amada, talvez um refrão que ele a ouviu repetir no namoro. CBASD, vol. 3, p. 1272.
O noivo anela estar sozinho com a sua noiva. Bíblia de Genebra.
14. Vem depressa. A palavra hebraica neste versículo também pode significar “penetrar”. Dessa forma, Cântico dos Cânticos termina com uma provocante ambiguidade. O amor romântico e apaixonado de Salomão e da sulamita não perde a intensidade à medida que eles continuam a desfrutar juntos a vida de casados. Biblia de Estudo Andrews.
seja como uma gazela ou … um cervo novo. Demonstre suas forças e agilidade viris para o meu deleite. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Vem depressa, amado meu. O desejo é mútuo. Ela o convidou a vir com ela, usando de uma linguagem que fazia lembrar seus sonhos com o ato do amor (2.8-9; 4.6). Bíblia de Genebra.
Assim termina o poema, com dois versos curtos que compactam em si tudo que foi repetido várias vezes sob diferentes imagens: o namoro e o casamento de duas pessoas felizes. CBASD, vol. 3, p. 1271.
[Ap] Lembra-nos da ansiedade da Noiva à espera da vinda do Senhor no Apocalipse (22.17, 20). Biblia Shedd.
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“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado” (v.7).
Afinal de contas, o que é o amor? Além de deixar bem claro o propósito divino para o casamento, vimos que este livro também é considerado uma ilustração do amor entre Cristo e Sua Igreja. A Bíblia utiliza a figura do casamento para ilustrar esse amor cuja existência rompe todas as barreiras. Portanto, quando marido e mulher vivem o matrimônio dentro dos princípios estabelecidos por Deus em Sua Palavra, tornam-se um testemunho do mais perfeito amor.
Hoje lhe convido a sair um pouco do contexto terreno e meditar sobre o amor que é mais forte do que a morte. O apóstolo Paulo recebeu uma inspiração privilegiada a respeito desse assunto. Ele quem compara o amor de Cristo por Sua Igreja ao amor de um marido por sua esposa (Ef.5:22-33). Foi ele também quem exaltou o amor de Deus, em Cristo, à plataforma maior do que a morte (Rm.8:38-39). E foi Paulo quem traduziu em linguagem humana a essência do maior dos dons: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1Co.13:1). O amor não é um mero sentimento. O amor não é humano. O amor é divino! Pois “Deus é amor!” (1Jo.4:8).
Assim como não podemos produzir por nós mesmos as demais variedades de dons (1Co.12:7-11), como poderíamos ter capacidade de produzir o maior deles? O amor é um dom de Deus e deve reger os demais. Imagine uma orquestra. Cada instrumentista desempenha a sua parte conforme o instrumento que tem em mãos. Mas o que seria da orquestra sem um maestro? O amor deve ser o maestro dos dons. Se a sua vida não for regida por ele, “nada disso” lhe “aproveitará” (1Co.13:3), “seria de todo desprezado” (v.7).
Precisamos estabelecer a cada dia uma aliança firme com o Senhor. O selo do amor precisa estar “sobre o teu coração” e “sobre o teu braço” (v.6). O compromisso que um dia você fez com Deus deve ser manifestado de dentro para fora. Este é o amor que “jamais acaba” (1Co.13:8). Este é o amor que habita no coração e é revelado nas atitudes. Quando o ser humano tenta inverter esta verdade, o resultado é um amor fajuto que não tem utilidade, que equivale a nada e que não serve para nada (1Co.13:1-3). É como um casamento sem amor. Existe o marido, a mulher, a aliança feita, ambos cumprem suas obrigações, mas vivem de aparência. Jesus mesmo reprovou a aparência de piedade ao repreender os escribas e fariseus: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt.15:7-8).
De forma poética e inspirada por Deus (2Tm.3:16) recebemos de Cantares uma sabedoria que não se pode medir. O amor que brota das Escrituras tem o poder de renovar o amor conjugal e dar um novo norte àqueles que ainda estão à procura do amor excelente. Em breve, o Noivo virá buscar a Sua amada, aquela que O ama (Jo.14:1-3; Jo.14:15; Ap.12:17) e que será “tida por digna da confiança do” seu Amado (v.10). Assim como o casamento deve ser por toda a vida, a aliança que Cristo fez com Sua Igreja é para sempre! Eis que Ele está à porta e bate (Ap.3:20). Todo aquele que abrir a porta do coração e permitir que o Amor seja o seu regente, suas obras manifestarão a saudade que não cabe no peito: “Vem depressa, Amado meu” (v.14); cumprirá a missão que lhe foi confiada (Mt.28:19-20), e como atalaia dos últimos dias, chamará o Amor pelo nome: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Oh, querido Senhor, nosso Deus, até quando este mundo verá corrupção? O amor está cada vez mais se esfriando e nossa mente está cansada diante dessa geração de super estímulos para nos desviar da Tua vontade. Volta logo, amado Jesus! E que, até lá, nosso coração e nossa família esteja preparada para Te encontrar. Graças Te damos pela orientação do Teu Espírito no estudo de mais uma porção da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Igreja “digna da confiança” (v.10) do Amor!
Rosana Garcia Barros
#Cantares8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 8 – O assunto “casamento” não é periférico para Deus. Em Hebreus 13:4 diz: “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros”. Pena que poucos não dão o valor que Deus dá a este assunto importante.
Considere o capítulo em análise. Note o esboço do Comentário Bíblico Adventista:
• O amor da esposa por seu amado (versos 1-5).
• A veemência do amor (versos 6-13).
• A esposa anseia pela vinda do seu amor (verso 14).
Quanto romantismo! Precisamos pensar biblicamente quanto ao assunto do casamento. E, contrariando a filosofia de que “beleza não se põe na mesa”, Salomão mostra que deve-se casar com quem será possível admirar.
• Cada um tem sua beleza peculiar; embora nem todos a note, há sempre alguém para percebê-la!
Outra coisa, o tempo não deve diminuir o romantismo, o término da lua-de-mel não é o fim do amor; ao contrário, o verdadeiro amor aumenta quanto mais o tempo passa (Cântico dos Cânticos 8:6-7). O problema não está com o acostumar-se e perder o encanto – está na falta de manutenção do relacionamento. Quanto a isso Ellen White é enfática:
• “Embora possam surgir dificuldades, perplexidade e desânimo, nem o marido nem a esposa abrigue o pensamento de que sua união é um erro ou uma decepção. Resolva cada qual ser para o outro tudo o que é possível. Continuai as primeiras atenções. De todos os modos, anime um ao outro nas lutas da vida. Procure cada um promover a felicidade do outro. Haja amor mútuo, mútua paciência. Então, o casamento, em vez de ser o fim do amor, será como que o seu princípio. O calor da verdadeira amizade, o amor que liga coração a coração, é um antegozo das alegrias do Céu”.
• “A razão por que há em nosso mundo tantos homens e mulheres de coração endurecido é que a verdadeira afeição tem sido considerada como fraqueza, sendo consequentemente desencorajada a reprimida. A melhor parte da natureza das pessoas desta classe foi pervertida e amesquinhada na infância; e a menos que os raios da luz divina derretam sua frieza e endurecido egoísmo, sua felicidade estará enterrada para sempre”.
Vamos reavivar biblicamente as chamas do amor em nossa vida? – Heber Toth Armí.