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Texto bíblico: ECLESIASTES 11 – Primeiro leia a Bíblia
ECLESIASTES 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ec/11
O escritor começa com o princípio da generosidade, acreditando que nossos esforços darão frutos com o tempo. O texto inclina-se reflexivamente generoso para nosso capital e contribuições intelectuais, com uma preocupação genuína com o bem-estar do próximo. Outra interpretação sugere diversificar o nosso risco investindo capital em vários empreendimentos comerciais e não dependendo de uma única fonte de retorno de investimento.
A vida está repleta de acontecimentos imprevistos; no entanto, como Maya Angelou observou certa vez: “Toda tempestade esgota sua chuva”. Se uma pessoa se tornar demasiada avessa ao risco, à espera de condições meteorológicas ou condições perfeitas para lançar os seus esforços, perderá boas oportunidades.
Assim como a natureza opera com base em leis discerníveis, uma vida transparente e baseada em princípios morais é previsível e inevitável. Integridade é a harmonia entre crenças internas e ações externas. A transparência em todas as nossas ações e intenções e a integridade moral criam uma previsibilidade na qual outros podem confiar e tirar força do nosso exemplo de vida.
Uma vida bem vivida com alegria servirá para que os inevitáveis dias de escuridão e sofrimento sejam suportados com serenidade. A linha de raciocínio deste capítulo enfatiza que o verdadeiro sucesso começa com a generosidade reflexiva, aproveitando as oportunidades e lembrando que Deus julgará a todos naquele grande último dia.
Adrian Zahid
Cofundador, Intelligent Adventist, Santa Monica, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ecc/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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338 palavras
1 … O teu pão. A interpretação tradicional é de exercitar a caridade ou bondade para com os outros porque a recompensa virá algum dia. Outra interpretação possível seria ter sábias iniciativas comerciais de vários tipos.
Depois […] o acharás. Comparar com Lc 16:9. Qualquer que seja o sentido de “pão”, a lição é que se deve agir com espírito de liberdade, sem esperar retorno imediato.
2 Raparte. Talvez um aviso para diversificar as atividades comerciais em lugar de confiná-las a uma única área, para investir capital em diversos empreendimentos comerciais. Eticamente, sugere benevolência a todos quantos seja possível. Os dois números sete e oito, usados juntos, sugerem um número indefinido, com uma tendência ao maior (para exemplos desta numeração , ver Jó 33:14; Sl 62:11; Pv 30:15, 18, 21; Is 17:6, Mq 5:5).
Mal. Ninguém pode dizer que calamidade sobrevirá: inundação, terremoto, guerra ou recessão nos negócios.
3 Caindo a árvore. Uma pessoa não pode determinar a direção em que a árvore cairá uma tempestade de vento. Deve aprender a preparar-se para a tempestade o melhor possível e submeter-se a ela, ao invés de tentar controlá-la…
5 … Os ossos. O crescimento e desenvolvimento da estrutura óssea no feto são maravilhosos (Jó 10:8-11; Sl 139:13-17).
6 … Não repouses. O fato de não se conhecer o futuro não justifica a indolência. Os resultados não surgem por acidente. É preciso preparo diligente e minucioso antes e depois.
Ambas. A incerteza deve ser um incentivo a um esforço adicional, não à inatividade. esforço e experimentação constantes são um prelúdio ao sucesso.
7 Doce é a luz. Somente na luz é possível apreciar as belezas do mundo natural ou viajar com segurança. Seguindo o conselho dado no v. 6, pode-se perceber uma experiência mais completa e satisfatória na vida.
8 Dias de trevas. As experiências adversas da vida devem ser lembradas por seu valor disciplinar. Libertação do perigo e perda devem ser devidamente apreciados…
9 Alegra-te. A boa disposição e uma atitude alegre diante da vida são louváveis. Há alegrias que fazem a vida valer a pena. O conselho de Salomão não é um convite ao excesso, mas para apreciar as bênçãos da vida.
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“Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol” (v.7).
De todas as coisas apreciadas e de tudo o que Salomão aplicou o coração a examinar, a prudência, aliada à sabedoria, sem dúvida, é indispensável para quem deseja ter uma vida harmoniosa e feliz. Aquele que é prudente pratica a sabedoria com diligência e evita o mal com urgência. Diante da realidade de que não conhecemos o amanhã (v.2) e nem as misteriosas obras de Deus (v.5), ser prudente é ser grato pelos dias bons, sem esquecer “de que há dias de trevas” (v.8) também, buscando viver cada um deles, com paciência, “até à vinda do Senhor” (Tg.5:7).
Nossos olhos são “a lâmpada do corpo”, disse Jesus (Mt.6:22), e precisamos preservá-los puros. O final do verso 9 nos revela o limite da visão: “sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas”. É na luz que percebemos as coisas com nitidez. Da mesma forma, Deus espera que tenhamos prazer na luz, no que pode ser revelado pelo sol. Que nossas ações, além de prudentes, sejam transparentes. Tudo aquilo que está envolto em trevas e que pode macular nosso coração e nossos olhos deve ser evitado e até detestado. Recebemos do Alto o privilégio de ser condutos da luz de Deus, e de cumprir uma missão que os anjos gostariam de realizar: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).
“Afasta, pois, do teu coração” (v.10), e dos teus olhos, tudo o que desagrada ao Senhor. “Lança o teu pão sobre as águas” (v.1), pregando a Palavra de Deus, e “reparte” (v.2) o que a bondade do Senhor tem lhe concedido. Que a sua luz não fique “debaixo do alqueire, mas no velador” (Mt.5:15) e ilumine a todos ao seu redor, pois isto é prudente. Que a luz do Céu e tudo o que dela provém seja o que lhe agrade os olhos, e que o desgosto, a dor (v.10) e as trevas deste mundo não tomem o lugar da verdadeira alegria que só o Senhor pode dar.
Quando o mundo nos identificar como um povo que vive o que prega; quando o semblante do Salvador brilhar em nossa face, a Terra será iluminada com o último chamado de Deus e Jesus voltará.
Oh, Senhor, faze resplandecer sobre nós a Tua face! Queremos ser Teus condutos iluminando o mundo com a Tua glória e apressando o retorno do nosso Redentor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#Eclesiastes11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ECLESIASTES 11 – Ao longo deste livro, o sábio rei Salomão, filho do piedoso rei Davi, descreveu suas experiências e observações sobre a existência neste mundo, explorando importantes e relevantes temas práticos. Descreveu como ele procurou intensamente sentido nas diversas atividades humanas e, inclusive refletiu profundamente em como encontrar sentido nas adversidades da vida.
Com idade avançada, após examinar diversas situações da existência, usufruindo do auxílio divino e da inspiração do Espírito Santo, Salomão alcançou a compreensão de que o tempo é limitado e a morte é inevitável a todos; além disso, reconheceu a incerteza e a imprevisibilidade dos eventos futuros, o que deve levar-nos a agir com consciência da brevidade da vida e a viver com responsabilidade o curto tempo que temos!
Em sua intensa e extensa reflexão, Salomão examinou a vaidade das coisas terrenas, a transitoriedade das conquistas materiais e a incerteza dos esforços humanos. Seu livro não se concentra meramente em questões teológicas, mas em considerações existenciais e filosóficas, explorando temas como a busca por prazeres, as injustiças da vida, a futilidade dos extenuantes esforços humanos e, especialmente, a inevitabilidade da morte. Com ele, aprendemos que:
• Devido à nossa fragilidade, não devemos dar espaço em nossa agenda para as futilidades.
• Não é sábio viver como morto esperando morrer para começar aproveitar a vida.
• Um dia morreremos, mas quando esse dia chegar, que nunca traga o amargor do arrependimento de não ter de fato vivido.
• Quem não aproveita o tempo que tem, não terá tempo nenhum para aproveitar no futuro.
Em Eclesiastes 11, o sábio revela que em vez de paralisarmo-nos pelo medo do desconhecido, devemos arriscarmo-nos com sabedoria; pois, a vida é uma jornada de descobertas, e na aventura encontramos nosso potencial e é o Criador que concede sentido para nossa existência.
Com foco na juventude (Eclesiastes 11:7-10), o sábio não é contra o prazer, mas contra a irresponsabilidade na experiência do prazer.
Salomão sabe e alerta que Deus trará julgamento sobre todas as coisas que fazemos. Viver ciente disso implica em não apenas aproveitar a vida de verdade, mas preparar-se para uma vida eterna com Deus, em vez de uma vida efêmera sem Ele!
Assim como a juventude passa, a vida também passa; porém, não as desperdicemos: Vivamos com sabedoria! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.