Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ECLESIASTES 9 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 9 – BLOG MUNDIAL

ECLESIASTES 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ECLESIASTES 9 by Luís Uehara
12 de novembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ec/9

As palavras de Eclesiastes 9 me lembram que a vida é passageira e imprevisível. Não sabemos o que o futuro pode trazer – seja bom ou ruim. Tal incerteza pode trazer muita ansiedade se focarmos nela. No entanto, o escritor de Eclesiastes nos diz para aproveitarmos ao máximo a vida que nos foi dada. Embora não tenhamos controle sobre o que pode acontecer, podemos optar por aproveitar os prazeres simples que cada dia traz. Sinto-me inspirado a valorizar meus relacionamentos, saborear refeições compartilhadas com entes queridos, absorver a beleza ao meu redor e usar meus talentos com propósito. As dificuldades virão, mas posso suportá-las melhor apreciando as alegrias de hoje.

O escritor chama a morte de destino comum de todos. Lembrar que esta vida é transitória me mantém focado em coisas de valor duradouro. Quero viver com sabedoria, generosidade e fidelidade, sabendo que meu tempo é limitado. Embora não saiba o que o amanhã me reserva, posso viver plenamente no presente, valorizando esta dádiva da vida que me foi dada. A natureza passageira da vida me lembra, e espero que a todos nós, a dar o devido valor por cada dia.

Tyler Kraft
Pastor, IASD de Hayward, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ecc/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ECLESIASTES 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2023, 0:50
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1 … Todas estas coisas. Ou seja, a questão da adversidade do justo e da prosperidade do ímpio.

Os justos. As obras de uma pessoa declaram o que ela é. pelos frutos serão conhecidos (Mt 7: 15-20).

Nas mão de Deus. A vontade de Deus é suprema. A mão é uma figura de  poder e autoridade (Dt 33:3; Is 62:3).

Se é amor ou se é ódio. É difícil saber qual a intenção  por trás das várias experiências da vida.Na maioria das vezes, estas experiências ilustram uma questão de causa e efeito (ver Gl 6:7). Às vezes Deus pode decidir realizar algo que, em Sua sabedoria, Ele sabe ser o melhor. Por meio da providência de Deus todas as experiências podem se tornar uma oportunidade para desenvolver o caráter.

Tudo lhe está oculto. A razão humana, sozinha, não pode penetras as vicissitudes da vida nem a natureza dos planos de Deus para a ida ou para o futuro…

2 … Ao bom. Todas as versões antigas com excessão dos Targuns acrescentam “e dos maus”, que parece necessário para completar o paralelo.

Ar puro. Possivelmente, uma referência à purificação cerimonial.

Ao que sacrifica. Ou seja, à pessoa que é meticulosa em cumprir as exigências rituais  exteriores da vida religiosa.

3 Este é o mal. Salomão ainda não aceitava o fato de que os bons e os maus morrem.

4 … Um cão vivo. O cão é descrito na Bíblia  como o mais desprezado de todos os animais (ÊX 22:31; 1Sm 17:43; Pv 26:11; 2Pe 2:22) e ainda é considerado assim nos países orientais. O cachorro é um símbolo de impiedade cruel (Sl 22:16, 59:2, 6, 14; Is 56:10, 11; Ap 22:14, 15).

5 Os vivos sabem. Eles conseguem planejar e fazer preparativos para a morte, pois sabem que devem enfrentá-la.

Os mortos não sabem coisa nenhuma. Ver Sl 88:10-12; 115:17.

Recompensa. Não é uma referência à recompensa eterna, quer seja da morte para os ímpios (Ap 20:11-15) ou da imortalidade para os justos (ver Ap 21:1-4; cf. Mt 16:27; 1Co 15: 51-54). Salomão está falando aqui sobre usufruir os frutos do trabalho nesta vida.

Sua memória. Ou seja, a lembrança deles na mente dos vivos e não a própria memória dos mortos. Isto é claro por causa  do sentido da palavra zeker, “lembrança”, “memorial” e de seu uso no AT. Isto se refere,  sem exceção, à “lembrança” de pessoas ou eventos, e junca à capacidade de memória (Jó 18: 17; Sl 31:12; 112:6).

6 … Parte. Quando a pessoa está viva tem uma parte a desempenhar e pode desfrutar a recompensa de seus labores, Mas, com a morte, suas funções terminam. Jó (Jó 14: 10-14), o salmista (Sl 30:9) e o profeta Isaías (Is 38:10) expressam esta mesma verdade.

7 … Tuas obras. Deus concede abundância de bençãos nesta vida e é Sua vontade que as pessoas as desfrutem. Porém, chegará o dia em que será feita a distinção entre o justo e o ímpio (Ml 3:18) com base na forma como utilizaram essas bençãos: se para fins egoístas ou para ministrar às necessidades de seus semelhantes (Mt 25:31-46).

8 … O óleo. Era um costume oriental aplicar óleo na cabeça para refrescar o corpo e perfumá-lo (ver Sl 23:5; Am 6:6). Não ungir a cabeça era considerado sinal de luto ou jejum (2Sm 14:2; Mt 6:17). O óleo também é símbolo das ricas bençãos de Deus (Sl 92:10; 104:15; cf. Is 61:3).

9 Goza a vida. Esta parte da oração diz, literalmente, para “ver a vida com a mulher que tu amas”. O casamento foi ordenado para trazer alegria suprema, e o lar deverias o Céu na Terra (ver Pv 5:18, 19; 18:22).

Tua porção. Ou seja, para que um homem tenha um casamento feliz. Era desígnio de Deus que o ser humano tivesse uma vida feliz e a  consciência tranquila. O ser humano deve aproveitar plenamente os privilégios e responsabilidades que a vida lhe dá.

10 … No além. Do heb. she’ol, o figurado domínio dos mortos (…). Esta é a única menção de she’ol em Eclesiastes. É evidente que Salomão cria num estado de  inconsciência no she’ol (…).

11 Ligeiros. Ao contrário dos seres humanos, Deus não depende de qualidades físicas e força mental (1Sm 14:6; 17:47). de modo semelhante,  entre as pessoas,  as qualidades exteriores, que parecem dar vantagem a uns sobre outros, não são as mais importantes.

14 Um grande rei. Comentaristas especulam por muito tempo com relação a que cidade Salomão se referia. Não há base para determinar que cidade estaria na mente do escritor nem qual seria o “grande rei”. Isto por ter sido uma alusão velada a algum evento histórico.

15 … Livrou. Em 2 Samuel 20:13 a 22, é descrito um evento semelhante, no qual uma cidade foi salva por uma sábia mulher.

Ninguém se lembrou. Quando a crise passou, o libertador foi ignorado e esquecido (comparar com a experiência de José em Gn 40:23). A aclamação pública é volúvel e não confiável. este pobre homem sábio mergulhou novamente na obscuridade.

16 … Suas palavras. Ele demonstrou bom senso, mas conselhos extras, talvez indesejáveis, não foram aceitos.

17 … Governa entre tolos. Num momento de empolgação, o demagogo pode ser seguido, para grande perda da nação.

18 Armas de guerra. O mundo precisa de sabedoria divina mais do que  de um arsenal de bombas.

Destrói. Uma pessoa pode trazer grande perda para a nação (Js 7: 1, 4).

 

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



Eclesiastes 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de novembro de 2023, 0:45
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A meteorologia é a ciência que estuda os fenômenos climáticos, dando-nos a possibilidade de saber a previsão do tempo e a proximidade de possíveis desastres naturais. Porém, esta mesma previsibilidade, infelizmente, não podemos ter com relação ao que fazemos neste mundo. Ainda que sejamos, aos olhos de Deus, justos e sábios, nunca saberemos ao certo o que nos espera no futuro. Nossas ações, por melhores e bem intencionadas que sejam, nem sempre são correspondidas da maneira que esperamos. Mas existe algo completamente previsível: “Tudo igualmente sucede a todos” (v.2). E, só para não restar dúvidas, “a todos sucede o mesmo” (v.3).

Ninguém conhece o dia da morte, mas sabe que, enquanto estivermos neste mundo cujo “salário do pecado é a morte” (Rm.6:23), estamos todos sujeitos à mesma “remuneração”. Temos dentro de nós algo que pode decretar a nossa sentença de morte antes mesmo dela chegar de fato: o nosso coração. Pois “o coração dos homens está cheio de maldade” (v.3). “Enganoso é o coração […]” (Jr.17:9). Porém, enquanto há vida, há esperança! “Porque eu estou bem certo de que nem a morte […] poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).

Existem várias teorias sobre o estado dos mortos, mas a verdade sobre a morte é apenas uma, e Salomão (bem como toda a Bíblia) deixa isso bem claro: “[…] mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento” (v.5). Ao referir-se à morte de Lázaro, Jesus disse: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo.11:11). Sobre a reação dos cristãos sobre a morte, Paulo escreveu: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts.4:13).

A Bíblia compara a morte ao sono, um estado de completa inconsciência que só será interrompido quando a mesma voz que fez Lázaro sair do túmulo com vida, for ouvida na manhã da ressurreição. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).

De forma sábia e prudente, o Senhor nos convida a procurarmos viver aqui um prenúncio do que viveremos na eternidade. O prazer de desfrutar com alegria das dádivas que Deus nos dá não é pecado, amados. O pecado está em permitir que os prazeres da vida ultrapassem os limites estabelecidos por Ele nas Escrituras. Mas se a nossa alegria não macular as alvas vestes que Jesus nos concede e nem esgotar o óleo do Espírito de nossa mente (v.8), então devemos louvar a Deus pela porção de regozijo que Ele nos oferece. Que Deus nos guie, para que nossa vida não seja regida por “ódio ou inveja” (v.6), ou qualquer outro tipo de sentimento que nos roube a esperança da vida eterna em Cristo Jesus.

A ilustração a respeito do pobre sábio descreve com exatidão esta verdade. Ainda que a sua sabedoria seja desprezada e suas palavras negligenciadas, “melhor é a sabedoria do que a força” (v.16). Porque a sabedoria “dá vida ao seu possuidor” (Ec.7:12), “mas um só pecador destrói muitas coisas boas” (v.18). Não pense que você tem o poder de prever suas intenções. Fuja do mal enquanto há esperança (v.4)! “Vai” (v.7) e desfruta da porção que Deus lhe confiou na companhia do cônjuge “que amas” (v.9). “Em todo tempo, sejam alvas as tuas vestes e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça” (v.8). Tudo o que Deus lhe confiar para fazer, não faça motivado pelo egoísmo ou pela inveja, mas “conforme as tuas forças” (v.10), “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).

E lembrem-se, amados: Mais vale ouvir “as palavras dos sábios” em silêncio do que “os gritos de quem governa entre tolos” (v.17). Se, hoje, dermos ouvidos à sabedoria da Palavra, e nisso perseverarmos, a nossa previsão do tempo será a chegada da chuva serôdia, culminando no raiar da manhã gloriosa!

Querido Pai Celestial, humildemente Te pedimos por sabedoria e que em todo tempo sejam alvas as nossas vestes pelo lavar regenerador do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, sábios do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Eclesiastes9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO ECLESIASTES 9 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2023, 0:40
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ECLESIASTES 9 – O tema da morte vem pairando sobre o livro de Eclesiastes desde o início. Mesmo que cada ação em seu devido tempo tenha propósito (Eclesiastes 3:1-8), é certo que o tempo para cada pessoa terá fim (Eclesiastes 2:17-23; 3:18-21; 4:13-16; 6:3-6). O sábio rei Salomão admite que, no fim, a morte alcança a cada criatura viva que existe na Terra!

Como a morte é um assunto assustador, aterrorizante, “ao longo da história humana, as pessoas têm-se recusado a aceitar a finalização que a morte traz para a vida. A morte acarreta uma inaceitável e súbita interrupção de trabalho, planos e relacionamentos de uma pessoa. Embora figure na inscrição de muitas pedras tumulares de cemitério a frase ‘descanse em paz’, a verdade é que a maioria das pessoas não dá boa acolhida ao pacífico repouso da sepultura. Preferiam estar vivas e produzindo. Assim, não é de surpreender que o tema da morte e do além-túmulo sempre tenha sido uma questão de intensa preocupação e especulação. Afinal de contas, o índice de mortalidade é ainda de um por pessoa: cada um de nós, no tempo determinado, enfrentará a sombria realidade da morte”, considera Samuele Bacchiocche.

O medo e a não aceitação da realidade da morte requer que desçamos do pedestal de nossas opiniões e expectativas infundadas para submeter-se à revelação de Deus em Sua Palavra. Apenas pela revelação divina o ser humano pode tornar-se verdadeiramente sábio durante sua vida, declara Eclesiastes 9 logo no início. Em seguida, salienta que a morte espreita o justo e o ímpio – pessoas boas e más não estão livres dessa fatídica fatalidade irreversível (Eclesiastes 9:2-6).

Por conseguinte, é preciso saber aproveitar o prazer de alimentar-se, desfrutar da companhia da família e dos benefícios do trabalho antes de chegar à sepultura (Eclesiastes 9:7-10). Nem mesmo os mais sábios conseguiram até hoje driblar a morte, ou predizer acertadamente sua chegada (Eclesiastes 9:11-12). Todavia, nem por isso, nem pela pobreza ou, por quaisquer coisas, a sabedoria deveria ser desprezada, banalizada (Eclesiastes 9:13-18).

O propósito primário de Eclesiastes 9 não é doutrinar-nos sobre a morte, mas sobre a vida. Sendo que na morte não há vida, então não devemos desperdiçar tempo em coisas destruidoras da vida esperando tê-la novamente após morrer. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí