Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ECLESIASTES 6 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 6 – BLOG MUNDIAL

ECLESIASTES 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ECLESIASTES 6 by Luís Uehara
9 de novembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ec/6

Todos nós temos personalidades diferentes. Salomão parece ser o típico melancólico. Vemos isso em sua lamentável afirmação de que “tudo é vaidade”. Ele tem uma visão séria da vida. Ele pesa o significado das coisas.

Deus fala Sua verdade através de nossas individualidades distintas. A mensagem de Jeremias não era a mesma de Isaías. Aqui, Salomão enfatiza seu pensamento melancólico. Para o escritor de Eclesiastes, “Tudo é vaidade”. Tudo é vaidade, exceto uma coisa: amar a Deus e amar as pessoas.

Salomão escreveu que ninguém sabe o que acontecerá depois dele e ele não poderia estar mais correto! Após o reinado do rei Salomão, haveria uma fratura na nação de Israel, à medida que seus próprios filhos dividissem o reino. Se Salomão pudesse ter visto o futuro, com reinados de reis bons e de reis maus – os maus superando em muito o número de reinados de reis bons, o que ele teria dito?

Se Salomão pudesse ter visto a nação de Babilônia destruindo o templo que ele e seu pai, Davi, construíram, o que ele teria dito?

Na verdade, talvez Salomão, no seu estado melancólico, estivesse certo ao dizer: “Tudo é vaidade”.

Christopher Hufnagel
Pastor, Igrejas Adventistas de Brunswick e Camden, Geórgia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ecc/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ECLESIASTES 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de novembro de 2023, 0:50
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2. Riquezas, bens e honra. … A “honra”referida neste verso é a da glória e do esplendor materiais, como a que Deus concedeu a Salomão (1Rs 3:13; 2Cr 1:11, 12).

Alma. Ou seja, o próprio ser humano (ver Ec 2:24, 4:8).

O estranho. … Neste verso, a ênfase está sobre um homem que não terá herdeiro nascido de si para executar sua obra e perpetuar seu nome (comparar com a experiência de Abraão em Gn 15:2).

3 Cem filhos. … Ter muitos filhos era a esperança de todo judeu, pois eram considerados como uma rica bênção recebida do Senhor (Gn 24:60; Sl 127:3-5). … No entanto, compare o tamanho da família de Roboão (2Cr 11:21) com a de Acabe (2Rs 10:1).

Não tiver sepultura. Este é o ponto culminante de todos os males que podem sobrevir a uma pessoa. Não ser sepultado adequadamente era considerado como extremamente desonroso. Comparar com a ameaça de Davi a Golias (1Sm 17:46) e com a experiência de Jeoaquim (Jr 22:18, 19). Como os pagãos ao redor, os hebreus davam grande importância ao sepultamento com honra (ver Is 14:19, 20; Jr 16:4, 5).

Aborto. Uma criança que nasceu morta, que nunca viveu (ver Jó 3:16; Sl 58:8). Um filho natimorto não desfruta os prazeres da vida, porém não sofre com as dores e os desapontamentos.

4 Debalde vem o aborto. Aquele que nasce morto vem ao mundo sem nenhum propósito.

Trevas. O filho natimorto é imediatamente eliminado, sem ritos funerários nem cerimônias para lhe prestar honra, para guardá-lo na lembrança. ele permanece sem nome, sem registro.

5 Não viu o sol. Uma figura de linguagem em que o sol representa todas as experiências e os prazeres da vida (ver Jó 3:16; Sl 58:8).

6 Duas vezes mil anos. Ou, 2 mil anos. Se a pessoa rica vivesse duas vezes o que viveu Matusalém (ver Gn 5:27), mas obtivesse pouco ou nenhum prazer verdadeiro da vida, a longevidade seria de pouco proveito para ela. Sem saúde e felicidade, estender os anos é pouco vantajoso.

Não gozasse o bem. É melhor não ter nascido do que perder o supremo bem que Deus deseja para cada um de Seus filhos. A vida só vale a pena ser vivida se este supremo bem for compreendido.

Mesmo lugar. Os antigos judeus criam que todos os seres humanos, bons ou maus, iriam para um único lugar: a sepultura (Ec 3:20; ver com. de Pv 15:11).

7 Boca. Uma metáfora para a indulgência com os prazeres dos sentidos (Sl 128:2; Pv 16:26; Ec 2:24; 3:13).

Apetite. Do heb nefesh. A mesma palavra ocorre no v. 3 como “alma” e no v. 9 como “desejo”. A referência aqui é ao aspecto mais sensual do ser (ver Jó 12:11; Pv 16:26; Is 29:8). O sábio observa que a vida é gasta em contínuo trabalho a fim de satisfazer às exigências de um apetite insaciável, porém ser alcançar o bem supremo.

8 Que vantagem tem o sábio […]? … Como o tolo, o sábio se esforça para satisfazer os desejos do apetite.

Ou o pobre […]? … O pobre tem aprendido com a pobreza e as circunstâncias adversas a fazer o melhor com o que ele tem. O tolo, sem pensar em nada além dos seus desejos e apetites, constantemente se agita e se esforça para obter mais do que já tem. No entanto, o pobre e o tolo são semelhantes no sentido que nenhum deles consegue tudo o que quer.

9 Melhor é a vista dos olhos do que o olhar ocioso da cobiça. É melhor restar contente com o que se tem em mãos do que estar sempre desejando o que não tem. Os olhos do tolo estão sempre nos confins da terra.

Andar ocioso. Desejar intensamente aquilo que está além do alcance induz, com frequência, a crimes e violência.

10 Já se lhe deu o nome. Outro modo de se dizer o que está expresso em Eclesiastes 1:9: “Nada há, pois, novo debaixo do sol.

É o homem. Não importa de que se trate, é um ser humano como os outros. A palavra hebraica utilizada aqui para “homem”é ‘adam, que descreve um ser humano tomado do pó, ‘adamah (ver com. de Gn 1:26; Nm 24:3). As pessoas mais eminentes são mortais, destinadas a voltar ao pó (Ec 12:7).

11 Coisas. De preferência, “palavras”, o sentido básico da palavra hebraica traduzida neste verso. As pessoas são propensas a falar e reclamar, mas a superabundância de palavras não melhora nenhuma situação. É mais vantajoso que a pessoa aprenda a confiar no seu Criador (Is 45:11-18; At 17:24-31).

Que aproveita isto ao homem? … Muitas palavras e vãs especulações contribuem pouco para a solução dos problemas da vida.

12 O que é bom. Ou seja, as coisas na vida pelas quais vale a pena viver. Como o ser humano não pode descobrir por si mesmo o bem fundamental da vida, ele deve reconhecer a futilidade de reclamar e discutir com Deus. Esta pergunta antecipa uma resposta negativa.

Sombra. O ser humano é comparado a uma sombra passageira, presente por um breve momento e depois se vai (ver 1Cr 29:15; Jó 8:9; Sl 102:11; 144:4; cf. Tg 4:14).

O que será. As pessoas não podem revelar o futuro. Sua vida é apenas um momento entre duas eternidades. As coisas terrenas são transitórias; as coisas invisíveis são eternas e estão nas mãos de Deus (ver 2Co 4:17, 18).

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



Eclesiastes 06 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de novembro de 2023, 0:45
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A abundância ou escassez de bens sempre foram motivo de contendas entre os homens. O ser humano é insaciável (v.7) e a ganância tem trazido tantos males para o mundo quanto os trágicos efeitos de uma pandemia. “O proveito da terra é para todos” (Ec.5:9), mas nem todos têm usufruído dessa dádiva divina. Muitos têm depositado sua confiança em algo que é inseguro e incerto, privando a si mesmos e ao próximo das bênçãos da caridade.

Cresci em uma família que era bem estruturada financeiramente. Meu pai tinha um comércio e levávamos uma vida tranquila de classe média. Até que o comércio entrou em falência e nossa situação mudou completamente. Precisei enfrentar um ensino público defasado e, não fosse a generosidade de um irmão na fé que me concedeu uma bolsa de estudos, não teria concluído com êxito o ensino médio. Sempre gostei muito de estudar, mas precisei ir trabalhar ao invés de ingressar numa faculdade. Me entristeceu o tempo em que tive que ficar afastada dos livros, porém, hoje olho para trás e percebo o quanto aquela experiência me fez crescer. No pouco que tínhamos, o Senhor jamais permitiu que nos faltasse o básico. E com minha mãe, aprendi e tenho aprendido ricas lições de economia e de altruísmo que escola alguma pode ensinar.

“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta” (Ec.5:10) é uma verdade tão real quanto o fato de você estar lendo ou ouvindo este comentário agora. Quem ama ter muito, nunca se sentirá satisfeito com o que tem. Mas aquele que experimenta compartilhar o que possui, quanto mais distribui, mais recebe e mais é feliz. Na matemática de Deus, o dividir equivale ao multiplicar. Experimente abrir as portas do seu guarda-roupas, e você verá que quanto mais roupas dá, mais roupas tem. Experimente abrir as portas da sua dispensa, e perceberá que a feira que não durava um mês renderá muito mais. Isto é barganha? Não, amados. Isto é cumprimento de uma promessa divina: “O que dá ao pobre não terá falta” (Pv.28:27).

Deus, sendo o dono do ouro e da prata (Ag.2:8), deseja dar o melhor para os Seus filhos. Mas Ele nunca dará para um justo além ou aquém do que ele possa administrar. Muito mais do que riquezas terrestres, Ele deseja nos dar tesouros celestes. Este foi o propósito de Jesus no pedido feito ao jovem rico. A versão deste relato, aos olhos de Marcos, descortinou a real intenção do Salvador: “E, Jesus, fitando-o, o amou” (Mc.10:21). As palavras: “Vai, vende tudo o que tens”, atingiu no alvo o pecado que não o deixava dormir em paz (Ec.5:12). “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mt.16:26). Portanto, “não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mt.6:24).

Ter riquezas não é pecado, amados. O perigo está em fazer da riqueza a razão da vida. Precisamos buscar no Senhor a mesma alegria e contentamento que o apóstolo Paulo descobriu: “Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp.4:11-13).

Os pedidos de Jesus para nós sempre vêm acompanhados de um mesmo propósito: Salvação. Não faça a escolha do jovem rico. Escolha crer que o melhor para a sua vida é seguir Aquele que deu tudo por você e que hoje, fitando-o com amor, te chama: “Vem e segue-Me” (Mc.10:21).

Senhor, nosso Deus, Tu és o dono do Universo e, ainda assim, nos destes o melhor do Céu, o Teu Filho amado. Que o nosso coração, ligado ao de Cristo, manifeste a bondade dEle aos nossos semelhantes. E que no pouco ou no muito, estejamos satisfeitos e felizes sabendo que o Senhor cuida de nós. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros das riquezas eternas!

Rosana Garcia Barros

#Eclesiastes6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO ECLESIASTES 6 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de novembro de 2023, 0:40
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ECLESIASTES 6 – Este capítulo é uma obra rica em reflexões sobre a vida, a sabedoria e o propósito humano. Contém temas que tratam de diversos aspectos da existência:

• Posses materiais e riquezas não passam de meras futilidades; são bugigangas que iludem aos sofredores neste mundo de aflições (Eclesiastes 6:1-2). É ironia ter riquezas e não poder desfrutá-las plenamente, tanto quanto é loucura trabalhar de forma insana para depois usar os recursos para tratar doenças resultantes do trabalho.
• Por mais intensa e extensa que seja a vida, se não houver satisfação e verdadeiro contentamento, será pior que ter sido abortada. A insatisfação é insaciável sem intimidade com o Criador; o pecador morre como qualquer animal (Eclesiastes 6:3-6).
• O trabalhador incansável com uma família grande, porém desprovido de verdadeiro contentamento, passará pela vida como se não tivesse vivido (Eclesiastes 6:7-9). O contentamento, independente das circunstâncias, só se obtém com investimento no relacionamento com Deus.
• A ignorância da humanidade é confrontada pelo estudo correto da Palavra de Deus. As perguntas retóricas servem para nos colocar em nosso lugar e nos fazer reconhecer nossa tremenda necessidade e carência de Deus como prioridade em nossa existência (Eclesiastes 6:10-12).

Eclesiastes 6 destaca a efemeridade da vida e dos bens materiais, enfatizando que a verdadeira realização não pode ser encontrada em coisas de valor meramente terreno. Salomão salienta a importância de encontrar contentamento na vida, reconhecendo que a verdadeira sabedoria para aproveitar bem os anos vem de Deus, o Autor da vida.

Eclesiastes 6 também aborda a questão da ambição, da cobiça que domina nosso coração. Nossa filosofia é: Quanto mais tem, mais quer. Somos naturalmente insaciáveis. Leroy Froom reconhece que…

“A cobiça é um dos inimigos mais terríveis do ser humano”. Ao analisar esse tema, ele afirma que “a maldição das riquezas trouxe mais sofrimento à raça humana do que talvez qualquer outra coisa. Ela inspirou os atos mais baixos da história. Impérios foram destruídos, nações arruinadas, continentes mergulharam em guerras mais devastadoras e pessoas se envolveram em disputas amargas, não por causa da pobreza extrema, mas do abuso injusto do dinheiro”.

Em outras palavras, qualquer coisa que substituir o lugar de Deus em nossa vida, só promoverá terríveis desgraças! Isso está comprovado. Então, urgentemente devemos reavivar-nos em Sua Palavra! – Heber Toth Armí