Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de novembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ECLESIASTES 4 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 4 – BLOG MUNDIAL

ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ECLESIASTES 4 by Luís Uehara
7 de novembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ec/4

Meu marido e eu somos pais adotivos de crianças clinicamente frágeis, mas também acolhemos temporariamente crianças com alguma particularidade em nossa fazenda terapêutica. Essas crianças são uma imagem vívida da opressão, como terem apenas alface com sal para o jantar, porque era tudo o que havia na geladeira, ou meninas ainda crianças serem coagidas a trabalhar nas ruas para poder colocar comida na mesa a fim de alimentar seus irmãos menores. Algumas dessas crianças nasceram com muitas complicações de saúde devido a drogas ou tiveram danos cerebrais porque foram severamente espancadas.

Tudo isso me lembra continuamente que este mundo não é o nosso lar. Não precisamos nos apegar a este mundo. Ao mesmo tempo, sou grata a Deus por meu marido, que se sacrifica tanto a fim de ser o meu ajudador na criação desses preciosos filhos. Ele é meu melhor amigo e o amor da minha vida.

Lembremo-nos das sábias palavras de Salomão, em cada um desses capítulos, de que este mundo é vazio e sem sentido quando destituído de Deus e do serviço aos outros. Assim como aconteceu com Salomão, precisamos descobrir que a vida não se trata apenas de ser temporariamente populares ou bem-sucedidos, mas de sair da nossa bolha segura e ver as necessidades daqueles que nos rodeiam.

Jill Simpson Marier
Primeira Igreja Adventista do Sétimo Dia de Augusta
Lincolnton, Geórgia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ecc/4
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli



ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de novembro de 2023, 0:50
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1 … Opressões. Do heb. ‘ashuquim, de uma raiz que significa “oprimir”, “ser injusto com”, “extorquir”. Está relacionada a uma palavra árabe que significa “rudeza” ou “injustiça”.  Salomão se refere aos padecimentos dos fracos e pobres através da história (ver Jó 35:9; Am 3:9; cf 1Sm 12:4)…

Consolasse… O coração aflito anseia por palavras de consolo de alguém que o compreenda, e sua angústia se aprofunda quando ninguém o conforta (ver Sl 69:20; Lm 1:2).

2 … Mais do que os que ainda vivem. Comparar com Jó 3:13 e as palavras de Cristo referentes a Judas (Mt 26:24). Em certas más circunstâncias, e a partir de determinados pontos de vista, poderia ser melhor estar morto do que continuar a viver. É deste ponto de vista que Salomão escreve. Ele representa um estado de espírito despertado pelas desigualdades e maldades que resultaram de milhares de anos de pecado. Hoje, mais do que no passado, homens e mulheres sentem a futilidade da vida.

3. Mais […] feliz. Mediante a fé em Deus e firme confiança no salvador (Mt 11:28) se enfrenta melhor o pessimismo, que procede do diabo (comparar com a calma confiança de Paulo, em Rm 5:1).

4… Inveja. A rivalidade desperta inveja e amargura à medida que se intensifica a competição. O princípio aqui apresentado se aplica a condições de trabalho, rivalidade nos negócios, questões internacionais e relacionamentos pessoais.

Correr atrás do vento. Uma figura de linguagem que descreve a futilidade do sucesso mundano como garantia de felicidade.

6… Punhado de descanso. Literalmente, “completar a mão com serenidade”. O hebraico indica uma mão em concha.Sem dúvida, “serenidade” aqui se refere à paz mental…

Cheias de trabalho. Atividade intensa, uma agitação nervosa no empenho de realizar muito cada dia a fim de obter a recompensa máxima. Uma vida plena e feliz não depende de abundância de coisas desta vida.

7. Considerei outra vaidade. Salomão se refere a outro fenômeno da vida: a avareza.

8. Um homem sem ninguém. A descrição  é de uma pessoa solitária, sem amigos ou pessoas próximas…

Não tem filho nem irmã. Um quadro patético de solidão,  com pouco incentivo para estimular alguém em seus esforços. Trabalhar para prover as necessidades de pessoas amadas é uma tarefa nobre e traz satisfação…

Não se fartam de riquezas. Quanto mais se acumula, mais se deseja. A aquisição de riqueza se torna uma obsessão para o avarento (ver Pv27:20). Poucas pessoas estão contentes com sua sorte.

Nego à minha alma… É uma virtude cristã ser laborioso, porém, plenamente satisfeito sob a mão de Deus (Rm 12:11; Ef 4:28; 1Tm 6:8; Hb 13:5). A indolência é reprovável em um cristão (Pv 12:24; Ec 10:18)…

11. Se dois dormirem juntos. O v. 10 trata de auxílio e apoio na dificuldade; o v. 11, de conforto. Neste verso, Salomão se refere ao calor do dia seguido pelo frio da noite e a pobreza de uma pessoa comum, cuja única roupa de cama com frequência se consistia somente de sua vestimenta externa (ver Êx 22:26, 27).

12. Se alguém quiser prevalecer. Aqui são enfatizadas as bênçãos  da ajuda e da proteção. A mesma verdade se expressa no aforismo: “a união faz a força”.

Cordão de três dobras. Separadamente, três pedaços de corda podem se romper com facilidade, mas quando trançado em uma corda, é muito difícil rompê-las. Alguns comentaristas têm exagerado ao tentar explicar este verso. Eles pretendem ver aqui uma alusão à Trindade; citam incidentes como o amor e companheirismo entre Lázaro e suas irmãs Marta e Maria; e também a Cristo, quando escolheu três discípulos para acompanhá-Lo ao jardim do Getsêmani. Tais exegeses fantasiosas devem ser evitadas.

13… E insensato. Seria melhor “mas insensato”.

14. Saia do cárcere… O significado é que um jovem pode vencer as desvantagens que enfrenta e, se for sábio e dócil para o ensino, se tornará um sucesso na vida. Ele poderá até mesmo ocupar os postos mais elevados da nação (ver 1Rs 11: 26-28).

15… O jovem sucessor. Este verso pode se referir ao entusiasmo que acompanha a ascenção do novo governante ao ocupar o lugar do que foi deposto.

16… Tampouco […] se hão de regozijar nele. A aclamação pública  de hoje pode se  transformar em condenação pública amanhã. José, no Egito, ilustra a inconstância da recompensa do mundo (Êx 1:8).

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



Eclesiastes 04 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de novembro de 2023, 0:45
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Ao finalizar “a Sua obra, que fizera” (Gn.2:1), completando a semana da criação, Deus a coroou com o sábado, um dia de descanso para que o homem sempre mantivesse na lembrança a sua origem divina. Um dia antes, Deus havia criado Adão e permitido que ele mesmo notasse que ali ainda “não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea” (Gn.2:20). Então, Deus formou a mulher e, unindo-a ao homem, compôs o primeiro “cordão de três dobras” (v.12) do planeta recém-criado. Ao iniciar sua vida, o primeiro casal desfrutou de seu primeiro dia nas horas do sábado andando lado a lado com o Criador. A primeira lição dada ao recém-formado casal se resume em uma sentença: dependência de Deus.

No sábado, o homem e a mulher aprenderam que a verdadeira adoração não é baseada no que fazemos, e sim no que Deus faz. O Éden foi o presente de casamento que receberam “para o cultivar e o guardar” (Gn.2:15). A ligação do homem com a terra vem da sua composição e também de sua primeira lida. A eles não foi dado apenas um trabalho, mas o meio mais eficaz e salutar de manter-se integralmente em harmonia com o Criador. Nas flores a desabrochar, nas sementes a brotar, nos frutos prontos para colher, no curso dos rios, na doçura das pequenas e grandes criaturas, Adão e Eva aprendiam juntos as ricas lições da natureza.

Infelizmente, em dado momento em que a mulher se distanciou de seu companheiro, Satanás encontrou uma oportuna fragilidade. O primeiro diálogo de Satanás com um membro da raça humana revela a importância e verdade nas palavras do sábio: “Melhor é serem dois do que um” (v.9). “Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão” (v.12). Mas o pecado veio, e com ele a maldição da terra, a fadiga e “os cardos e abrolhos” (Gn.3:17-18). Ainda assim, “lavrar a terra” (Gn.3:23) foi o trabalho que o Senhor deixou aos cuidados do homem realizar. Pode não se tratar da atividade mais fácil ou mais lucrativa, mas certamente a que mais se aproxima das atividades edênicas.

A agricultura, no entanto, não é um fim em si mesma, nem garantia de intimidade com Deus, mas um dos meios deixados por Ele com essa finalidade. Lembre que Caim era agricultor, e nem por isso reconheceu o cuidado de Deus em suas obras. Na realidade, a vida campestre, onde há a oportunidade de conectar-se com a criação e instruir os filhos o mais distante possível das corruptoras influências do mundo, ainda é a melhor opção. As discussões e tantas controvérsias com relação à vida no campo poderiam ser dissolvidas tão somente se o assunto fosse estudado com oração e humildade, e sincero desejo de conhecer a vontade de Deus a esse respeito.

Em um mundo voluntariamente competitivo e capitalista, o Senhor tem um chamado para cada cristão que se dispõe a largar as redes do serviço egoísta e dar o passo de fé, aceitando o convite de Cristo: “Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mc.1:17). Nem todos são chamados a abandonar seu trabalho laboral por completo, mas todos somos chamados a viver a vontade de Deus e abandonar as obras que “provêm da inveja do homem contra o seu próximo” (v.4).

Hoje, o Senhor nos chama para nos unirmos a Ele num cordão inquebrável que nem a morte pode romper (Rm.8:38-39). O Criador nos convida a olhar para as Suas obras e delas extrair as lições que nos edificam aqui e preparam para a vida porvir. Hoje, Jesus nos estende o Seu convite: “Segue-Me” (Mt.9:9). Porque mais felizes não são “os que já morreram” (v.2), ou “aquele que ainda não nasceu” (v.3), mas “o que confia no Senhor, esse é feliz” (Pv.16:20).

Oh, Pai, que geração egoísta e egocêntrica a nossa! Não paramos mais para refletir sobre nossas palavras e ações, e isso tem nos trazido um grave prejuízo emocional e, consequentemente, espiritual. Desperta-nos, Senhor! Retira de nós o egoísmo! Que contemplando a Cristo nosso eu seja subjugado e as virtudes do nosso Redentor preencham o nosso coração. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, chamados para um propósito divino!

Rosana Garcia Barros

#Eclesiastes4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Eclesiastes 4 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
7 de novembro de 2023, 0:40
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ECLESIASTES 4 – O livro de Eclesiastes era lido durante a festa dos tabernáculos, também conhecida como Sucot – uma das festas judaicas mais importantes. Devido a possuir uma mensagem com tom reflexivo e filosófico sobre a vida, incluindo questões sobre a existência, o propósito da vida e a inevitabilidade da morte, este livro mantém sua relevância.

A festa dos tabernáculos era celebrada no outono e tem ligação com a colheita. Durante essa festa, os judeus construíam tendas temporárias para relembrar a peregrinação de Israel pelo deserto após a libertação do Egito. O outono é uma época de transição, quando os grãos e frutos estão sendo recolhidos e as pessoas se preparam para os meses de inverno. É um momento em que as pessoas são motivadas a refletir sobre a natureza passageira da vida e a efemeridade das coisas materiais.

Eclesiastes oferece uma perspectiva sobre a importância de aproveitar a vida e encontrar significado, mesmo em meio aos invernos da existência, como a inevitabilidade da morte. No capítulo 4, seguindo a estrutura de Merril Unger, tendo em vista as desigualdades da vida, o sábio rei Salomão…

• …Reflete no desatino de desperdiçar a vida em inveja e mesquinhez (versos 1-6). Durante as festas de tabernáculo, é importante lembrar da gratidão e da partilha. Refletir sobre o desperdício da vida em inveja e mesquinhez destaca a necessidade de valorizar as bênçãos recebidas com a colheita, promovendo uma atitude de gratidão – o que está alinhado com o espírito dessa festa.
• …Analisa a riqueza do avarento como um pobre substituto da companhia humana (versos 7-12). Durante a festa dos tabernáculo, as pessoas viviam juntas, promovendo amizade e união entre os fieis, deixando claro que a verdadeira riqueza está nas relações e no apoio mútuo, não no acúmulo de bens materiais.
• …Medita na efemeridade da fama e do poder régios (versos 13-16). Durante a festa, as pessoas viviam em cabanas simples, lembrando da dependência de Deus em vez de confiar na habilidade e destreza humana – a transitoriedade da fama e do poder está alinhada com a atitude de reverência e temor a Deus celebrada durante a festa.

Nós cristãos, que aguardamos o cumprimento profético da festa dos tabernáculos (Zacarias 14:16-19; Apocalipse 7:9), devemos praticar os princípios de Eclesiastes 4! Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.