Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ECLESIASTES 3 – Primeiro leia a Bíblia
ECLESIASTES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ec/3
Eu não sou uma mulher paciente. Não gosto de esperar por nada e por isso a lição mais difícil para mim aprender tem sido ficar quieta e esperar em Deus. Muitas vezes prejudiquei os planos de Deus por causa da minha impaciência e impulsividade para fazer o trabalho, estragando tudo. Felizmente, Deus tem uma paciência imensa!
Salomão nos lembra que há uma estação para tudo. Há tempo para trabalhar e tempo para descansar – e também tempo para fazer uma pausa e esperar por Deus. Cabe a Ele tomar a decisão sobre o que é verdadeiro a respeito de uma pessoa e fazer o trabalho que precisa ser feito se esse indivíduo se desviou. Enquanto isso, precisamos nos concentrar em trabalhar em nossas próprias vidas a fim de nos tornarmos a pessoa que precisamos ser para Deus.
Serei a primeira a admitir que tudo isso é um enorme desafio e Deus ainda tem muito trabalho a fazer comigo.
Jill Simpson Marier
Primeira Igreja Adventista do Sétimo dia de Augusta
Lincolnton, Geórgia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ecc/3
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
1. … Propósito. De uma palavra hebraica cuja raiz significa “deleitar-se em”, “ter prazer em”. O substantivo basicamente significa ” aquilo em que alguém se deleita”, seja uma profissão ou um passatempo.
4. … Prantear. … É um termo específico para se referir às ruidosas lamentações públicas e expressões de luto manifestadas pelos povos orientais (ver 2Sm 3:31; Jr 4:8; 9:17-22; 49:3).
Saltar de alegria. Ou, “dançar” (NVI). Nos tempos antigos, especialmente no Oriente, a dança era uma parte importante das cerimônias religiosas e festivas (ver 2Sm 6:14, 16; 1Cr 15:29; cf. Mt 11:17; ver com. de Êx 15:20; 32:19).
5 Juntar pedras. Referência à remoção das pedras que estavam no campo impedindo o cultivo, e a utilização delas para construir cercas entre as propriedades ou muros de contenção para os campos e vinhas (ver Is 5:2, 5).
8. … De guerra. Talvez uma ilustração sobre a verdade desta afirmação é que a batalha do grande dia do Senhor, ainda por vir (Ap 16:15-17), será seguida pela paz eterna (Ap 21:22).
10. Trabalho. Ver com. de Ec 1:13. A severa disciplina da vida, necessária ao que busca a imortalidade (ver Rm 2:6, 7) está sob as mãos de um Pai amoroso e onipotente.
11 … Eternidade. Do heb ‘olam, de uma raiz que significa “esconder”, “obscuro” (ver com. de Êx 12:14; 21:6). A tradução de ‘olam como “mundo” (ARC) é mais incomum. Ocorre frequentemente como “eternidade”, “duradouro”, “continuidade”. Nos pensamento humano está implantada uma preocupação profunda com o futuro. Esta consciência do infinito no tempo e no espaço desperta insatisfação com a natureza transitória das coisas da vida (ver com. do v. 14).
No coração. Ou seja, nos pensamentos dele. É desígnio de Deus que o ser humano compreenda que o mundo material não constitui a essência de sua existência. Ele está unido a dois mundos: fisicamente a este mundo, porém mental, espiritual e psicologicamente ao mundo eterno. Apesar da consciência obscurecida pelo pecado, o homem ainda parece ter percepção de que deveria continuar a viver para além dos estreitos limites desta vida transitória.
14. Eternamente. Da mesma palavra hebraica traduzida como “mundo”e “eternidade” no v. 11 [‘olam] (ver com. do v. 11). Aqui Salomão afirma a imutabilidade da vontade divina que atua nos assuntos humanos (ver Sl 33:11; Is 46:10).
15 O que é já foi. Este verso indica a plenitude e permanência das obras de Deus. Em certo sentido, com Ele não há passado nem futuro. A eternidade está sempre presente (ver Ap 1:8).
16 No lugar do juízo. Ou, “lugar de justiça”, isto é, o lugar dedicado à administração da justiça. Suborno e corrupção permitiram que a impiedade reinasse nos átrios sagrados da dispensação da justiça.
18 … Prove. Literalmente “purificar”(ver Is 52:11; Dn 11:35; 12:10), “selecionar”, “testar”, “provar”. Salomão expressou o desejo de que Deus testasse as pessoas como uma medida disciplinar, a fim de purificá-las e limpá-las (ver Jó 5:17; 23:10…).
19 … Morre. Este fenômeno inescrutável da morte acontece a todos os seres viventes, sejam humanos ou animais…
Fôlego. do heb. ruach. Quando o sopro de vida se vai, morre a criatura vivente, seja humanos ou animal (ver com. do v. 21).
Nenhuma vantagem. Todas as criaturas viventes, sem distinção, morrem quando cessa o fôlego. As consequências físicas da morte são as mesmas. As aparências externas não sugerem superioridade para o ser humano. Mas, por meio da fé na Palavra inspirada, cremos que Deus os redimirá do poder da sepultura Iconizei 15:51-58).
21 Quem sabe […]? …O destino do corpo é conhecido: ele retorna ao pó, por meio de um processo de desintegração, mas a sabedoria humana não pode assegurar o que acontece ao “espírito” ou “fôlego”, exceto que “retornará a Deus” (…)…
Fôlego. … Note que tanto o ser humano quanto o animal possuem um ruach e que o ruach do ser humano é “o mesmo do animal”. Se o ruach ou “fôlego” do ser humano se torna uma entidade consciente desencarnada na morte, o mesmo deveria acontecer com o ruach dos animais. Mas a Bíblia em nenhum lugar afirma que, na morte, um “espírito” consciente, continue a viver fora do corpo. E nenhum cristão faz tal afirmação com relação aos animais. No v. 21, Salomão incredulamente pergunta quem sabe e pode provar que o ruach do ser humano sobe enquanto que o dos animais desce. Salomão desconhecia esse processo e duvidava que alguém o soubesse.
22 Alegrar-se […] nas suas obras. Ou seja, encontrar contentamento e satisfação no que esta vida tem a oferecer. Esta é a perspectiva normal de uma pessoa cuja fé não está firmemente baseada nas coisas eternas.
O que será depois dele? O que jaz além da sepultura escapa ao alcance do conhecimento humano… Há cristãos que, como os saduceus da Antiguidade, não creem na ressurreição futura. Porém, Deus é o Deus dos vivos (ver Mat 22: 23-32) e os “filhos de Deus” (IJo 3:1,2) viverão novamente. Jesus Cristo tem assegurado a vida eterna além do túmulo (ICo 15:16-22; 2Tm 1:10).
Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.
Filed under: Sem categoria
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (v.1).
Você já ouviu alguém dizendo que o tempo está passando muito rápido? Talvez você tenha esta mesma impressão. Na verdade, há uma batalha invisível acontecendo a fim de que o bom ou o mau uso do tempo pelo homem o aproxime ou o afaste do propósito original e eterno para o qual foi criado. Desde a queda de nossos primeiros pais, a Terra se tornou o palco do grande conflito cósmico entre o bem e o mal. E quanto mais o tempo passa, mais aumenta a expectativa do Universo pelo desfecho desta batalha. De um lado, Aquele que venceu no Céu, no deserto, na cruz e no sepulcro, e que voltará para destruir o mal e o último inimigo: a morte (1Co.15:26). Do outro lado, um inimigo vencido, o originador do pecado e da morte, que será “lançado para dentro do lago de fogo e enxofre” (Ap.20:10) e que sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12).
Para Satanás e seus anjos, portanto, o tempo é um recurso que, por estar se esgotando, é utilizado com bastante astúcia e determinado esforço. Enquanto as trevas estão reunidas e focadas em retirar pessoas da eternidade, Deus convoca Seu povo a iluminar o mundo com Sua glória e unir-se a Ele na obra de preparar as pessoas para a vida que, pela fé, já podem começar a experimentar aqui, pois Ele “também pôs a eternidade no coração do homem” (v.11). Enquanto empregamos o valioso dom do tempo de forma egoísta e negligente, existe um plano maligno seguindo o seu curso a fim de destruir a nossa vida e aquelas pelas quais deveríamos nos esforçar por ganhar. No determinado tempo de Seu juízo, o Senhor não exigirá de nós uma lista de boas obras, mas o fiel cumprimento dos talentos que nos confiou.
Assim como “há tempo para todo propósito debaixo do céu” (v.1), o nosso tempo de vida deve ser confiado a Deus a fim de que cumpra fielmente o plano que Ele estabeleceu. Lembre-se de Noé e sua família, que tiveram sua fé provada durante 120 anos, até que viesse o dilúvio. Lembre-se de Sara e Abraão, que foram provados pela demora em ver cumprida a promessa. Lembre-se de Moisés, que foi educado 40 anos na escola da mansidão para que pudesse suportar 40 anos guiando Israel pelo deserto da provação. Lembre-se de Jesus, que aguardou com paciência o tempo determinado por Deus para só então iniciar o Seu ministério terrestre. O Senhor também tem um chamado individual para cada um de nós. Para identificá-lo, basta estarmos dispostos a obedecer ao conselho do salmista: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará” (Sl.37:5).
A obra do Espírito Santo na vida é gradual e paciente. Como perfeito Professor, ensina o penitente a lição do tempo, concedendo a cada um a oportunidade de aprender mediante cada circunstância. Em “tempo de chorar”, são provados a fidelidade, a fé e a paciência com o mesmo rigor com que são provados a humildade, a gratidão e a alegria em “tempo de rir” (v.3). A bondade, a benignidade e o amor são virtudes que devem brilhar em “tempo de abraçar” e com mais intensidade incidir a sua luz em “tempo de afastar-se de abraçar” (v.5). A mansidão e o domínio próprio devem ser notados “em tempo de estar calado e tempo de falar” (v.7), em “tempo de guerra e tempo de paz” (v.8).
“Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente” (v.14). E que, dentro em breve, “Deus fará renovar-se o que se passou” (v.15). “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram […] E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá” (Ap.21:1 e 4). Eu almejo esse tempo determinado por Deus com todo o meu coração! Logo, “Deus julgará o justo e o perverso” (v.17). O lugar em que “reinava a maldade” (v.16) será transformado no centro do Universo, habitação dos salvos, e “Deus habitará com eles” (Ap.21:3). Ali, tanto “os filhos dos homens […] como os animais” (v.18) viverão seguros e para sempre felizes.
Mães e pais, mestres e pastores, ou qualquer que seja o posto do dever, “cada um segundo a sua própria capacidade” (Mt.25:15), será coroado por Cristo pela fidelidade com que dependeu dEle no emprego de Seus bens. Da mesma sorte, serão lançados fora os servos infiéis, que julgaram seus esforços próprios como suficientes. É tempo de fervorosa oração e zeloso preparo a fim de sermos nesta Terra exatamente quem o Senhor nos criou para ser: “os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz”, diz o Senhor (Is.43:7).
Senhor, não temos vivido dias fáceis. Há um inimigo que constantemente nos acusa como indignos da salvação. E realmente somos indignos e imerecedores da vida eterna. Mas, como Paulo, podemos dizer: Graças a Deus por nosso Senhor Jesus Cristo! Por isso, Paizinho, confiantes nos méritos de Cristo, clamamos pelo poder do Espírito Santo nos capacitando a administrar o tempo com sabedoria e discernimento, remindo o tempo, pois os dias são maus. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo de Deus do tempo do fim!
Rosana Garcia Barros
#Eclesiastes3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
ECLESIASTES 3 – Num mundo onde tudo parece estar fora de lugar e fora de controle, precisamos ter discernimento e viver pautados pela sabedoria, para não agir loucamente desperdiçando tempo e vida.
Em vez de sucumbir diante ao desespero das adversidades, é necessário aprender com os desafios e se fortalecer com os problemas cultivando resiliência. Devemos aceitar que há coisas que não dá para mudar e situações que não dá para controlar nem alterar, mas podemos escolher nossa atitude perante elas.
• Na aceitação, substituiremos a tensão pela paz, o conflito pela tranquilidade.
A vida é feita de ciclos, e precisamos encontrar significado em cada estação da existência. Assim como há tempo para nascer, e um tempo para morrer, há um tempo para plantar as sementes de sabedoria que renderão frutos de alegria. É sábio entender que nossa vida futura dependerá do que plantamos.
• A velhice depende de como a infância e a juventude foram vividas.
Com Salomão, podemos aprender que cada experiência tem o seu momento adequado. Vivê-los de forma equivocada, nos levará a uma vida frustrada. Contudo, como esse rei sábio, é importante aprender com o passado, corrigir a rota no presente e, manter os olhos no futuro dependendo de Deus e Suas orientações. Portanto, é possível encontrar equilíbrio na aceitação do que não pode ser mudado e na esperança para moldar o que está por vir.
• A vida é feita de ciclos de aprendizagens também, de constante transformação; caso não queiramos aprender, estaremos fadados à deformação, frustrações e insatisfação.
Após explanar sobre os ciclos da vida, Salomão apresenta uma série de contrastes que refletem a dualidade da vida e do tempo. Ele descreve a beleza e a ordem divina na criação, embora reconheça a futilidade e a transitoriedade da vida neste planeta (Eclesiastes 3:9-15).
Por fim, Salomão reflete sobre a natureza humana; ele analisa a injustiça e a opressão existentes no mundo – percebendo que os justos sofrem, e questiona esta triste realidade, revelando incompreensão dos planos divinos (Eclesiastes 3:16-22).
E. Stedman foi clínico ao dizer: “Não conheço outra obra que investigue de maneira tão apaixonada a dor e o prazer, o fracasso e o sucesso; nenhuma outra que demonstre tristeza tão nobre como esse poema insuperável em iluminação espiritual”. Portanto, reavivemo-nos com Eclesiastes! – Heber Toth Armí.