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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 16 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/16
Há um poder imenso nas palavras faladas. Este poder pode ser usado para o mal ou para o bem. Todas as manhãs devemos entregar a nossa vontade, as nossas palavras, o caminho do nosso dia, ao Senhor. Ele nos dará as palavras apropriadas para falar àqueles que encontraremos naquele dia. Você pode não saber o que o Senhor planejou para você, mas não há necessidade de se preocupar se você se submeter à Sua vontade. Ele tem uma maneira de nos preparar para o nosso trabalho.
Um dia, em Seattle, senti-me obrigada a ir até uma porta onde havia um homem sentado sozinho. Ele parecia ser morador de rua. Ele tinha olhos muito gentis. Segurei suas mãos e as palavras “Deus te ama” saíram. Eu não sabia porque Deus queria que eu falasse com esse homem, mas seus olhos brilharam e ele disse: “Obrigado! Deus a abençoe.” Ainda hoje oro por esta alma bondosa sempre que penso neste encontro. Tocou meu coração e me ajudou a ver como palavras edificantes podem abençoar outras pessoas.
Quando estivermos totalmente rendidos ao Senhor, Ele usará nossas palavras para edificar e trazer alegria e paz.
Cheri Holmes
Enfermeira Registrada (ER), Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1544 palavras
1 Do homem. Este versículo mostra um contraste evidente no hebraico: “Os conselhos do coração são do homem, mas a resposta vem dos lábios do Senhor.” A verdade do provérbio é demonstrada na experiência de Balaão. O profeta ganancioso planejou amaldiçoar Israel e ganhar as recompensas oferecidas por Balaque, mas o Senhor, em cujo nome Ele afirmava falar, controlou as palavras que saíram de sua boca (Nm 22-24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1129.
2 São puros. Embora a maioria das pessoas tenha consciência de seus defeitos, é raro pecarem de maneira deliberada sem tentar se justificar. Talvez se comparem a outros e decidam que, considerando a própria experiência e suas dificuldades pessoais, são pelo menos tão boas quanto eles. Ou podem raciocinar que têm certas fraquezas, as quais levarão o Senhor a perdoar desvios ocasionais do que é certo. Aceitam os padrões estabelecidos por Deus, mas não estão prontas a obedecer-lhes por completo. O ser humano que se considera a própria lei se convence de que seus caminhos são puros. Como suas conclusões poderiam ser diferentes se o único padrão de julgamento que ele possui é o próprio? É obra do Espírito Santo romper com essa condescendência e trazer a convicção de que existe um padrão absoluto, declarado com toda a clareza na Palavra de Deus, além de ilustrado e exemplificado com toda clareza na vida de cristo. Somente o Criador conhece os motivos subjacentes ao coração enganoso das pessoas. Ele usa todas as agências do Céu para convencer a necessidade de um Salvador e da suficiência do poder divino para a regeneração (ver Pv 21:2; 24:12; Jr 17:9, 10; Jo 16:8; Tg 2:12; PJ, 159). CBASD, vol. 3, p. 1129.
3 Estabelecidos. Quando o ser humano reconhece sua necessidade e procura orientação e auxílio no Senhor para cada ato e decisão, os poderes do Céu descem para ajudá-lo e o capacitam a tomar decisões sob a influência do Espírito Santo. Quando a pessoa está envolta por esse poder, até os demônios se maravilham diante da mudança operada no coração, antes fraco, vacilante, mas, ao mesmo tempo, orgulhoso e obstinado (ver TM, 18). CBASD, vol. 3, p. 1129.
4 Para determinados fins. Esta passagem quer dizer que Deus teria o plano de criar pessoas perversas na Terra com o propósito de um dia puni-las e destruí-las? O versículo tem sido usado para apoiar a espantosa doutrina do decreto da Providência, a qual ensina que o Senhor deliberadamente criou algumas pessoas para sofrer a condenação eterna. A tradução literal da primeira frase (“O SENHOR fez todas as coisas as coisas para determinados fins”) é a seguinte: “Deus criou todas as coisas para seu fim [ou resposta].” A palavra traduzida por “determinados fins” é vertida por “resposta” nos cap. 15:1 e 16:1. Isto sugere que o autor não estava falando da doutrina do decreto da providência, mas, sim, da ordem eterna e imutável das coisas que fazem o pecado ocasionar sofrimento e morte. Deus fez o ser humano justo, mas quando as pessoas foram atrás de fábulas e pecaram (Ec 7:29), colocaram-se no caminho da destruição, no dia da consumação de todas as coisas. Aqueles que usam o livre-arbítrio e decidem nascer de novo (Jo 3:3, 7) se tornam aptos para a vida eterna e um dia herdarão o mundo purificado (2Pe 3:13). Deus criou tudo para ter o destino apropriado – no caso da humanidade, por escolha própria, e o resto da criação terrena pelo envolvimento inocente na ruína causada pelas pessoas. Portanto, o Senhor nos garante que previu cada eventualidade e Se preparou para elas. Nunca haverá pecadores imortais, entristecendo o Céu com seu sofrimento por toda a eternidade (ver com. de Êx 4:21). CBASD, vol. 3, p. 1129, 1130.
5 Arrogante de coração. Deus não pode fazer nada pelo arrogante, que pensa não precisar da ajuda divina. A presunção espiritual é a forma mais perigosa de orgulho, pois enche a alma com o sentimento de autossuficiência, o qual impede ao Espírito Santo convencer da necessidade de auxílio. CBASD, vol. 3, p. 1130.
6 Pela midericórdia e pela verdade. Amar a Deus e as pessoas de todo o coração, ser fiel no cumprimento de promessas e obrigações e apegar-se à verdade divina é deixar de ser pecados e se tornar um verdadeiro servo do Senhor. É o afastamento do mal, não o oferecimento de presentes ou de muitos sacrifícios, que coloca o ser humano no favor do Céu. Este ensino era muito diferente da atitude de muitos daquela época, que multiplicavam os sacrifícios, na esperança de comprar o favor de Deus sem a necessária purificação da vida e das obras (ver Pv 3:3; 14:22; 20:28; Mt 22:37). CBASD, vol. 3, p. 1130.
7 Reconcilia. Quando o ser humano vive como o Senhor gostaria, a inimizade de seus adversários geralmente é amenizada por sua bondade, mesmo sem uma intervenção divina especial. CBASD, vol. 3, p. 1130.
8 Justiça. As riquezas sem justiça não trazem paz de espírito, nem garantem a saúde do corpo. Também não há contentamento na posse de recursos obtidos de forma ilícita. Mas o pouco que o justo ganha com correção traz um retorno pleno de felicidade, sem despertar inveja ou avareza (ver Pv 13:7, 25; 15:16). CBASD, vol. 3, p. 1130.
9 O SENHOR tudo dirige. Tudo que fazemos é realizado na vida que Deus nos empresta e,portanto, com Sua permissão. O ser humano planeja, mas não sabe se viverá para executar seus planos. Em claro reconhecimento desta verdade, alguns cristãos adotaram o costume de dizer: “Se Deus quiser…”, quando anunciam seus planos para o futuro (ver Tg 4:13-15). É necessário que as pessoas planejem o futuro com sabedoria, mas todos os planos devem ser avaliados de acordo com a lei e a vontade de Deus reveladas, a fim de garantir que estão em harmonia com os padrões divinos. As deliberações devem ser conduzidas em oração, pedindo direcionamento e com a disposição de sofrer mudança ou obstrução dos planos por parte do Senhor (ver Lc 12:17-20; MDC, 101). CBASD, vol. 3, p. 1130.
10 Nos lábios do rei se acham decisões autorizadas; no julgar não transgrida, pois, a sua boca. Talvez o versículo signifique: “Como se considera que os reis falam com sabedoria superior à humana, eles devem tomar cuidado especial para não pecar em suas decisões.” CBASD, vol. 3, p. 1131.
12 Abominável. A maldade em um rei é muito pior do que em pessoas comuns. Por esse motivo, o trono dos reis perversos lhes é tirado, ao passo que os governos justos recebem o privilégio de perdurar (ver Dn 4:17; Rm 13:1-6; PR, 535). CBASD, vol. 3, p. 1131.
16 Quanto melhor. A sabedoria … o entendimento … são mais valiosas do que os metais para os quais os seres humanos lutam com tanta avidez para conseguir (ver Pv 3:14; 8:10, 11). CBASD, vol. 3, p. 1131.
17 O caminho. Aquele que se preocupa em estar em harmonia com o plano de Deus pensará com cuidado sobre a direção em que transita, a fim de er a certeza de que seus pés não se desviaram (ver Pv 4:26; 15:19; 2Tm 2:19). CBASD, vol. 3, p. 1131.
18 A soberba [arrogância]. A despeito das repetidas advertências contra a soberba, cada geração observa as pessoas se tornarem orgulhosas e arrogantes, apenas para cair em problemas e em desgraça (ver v. 19; Pv 11:2; 17:19; 18:12). Aqueles que mantêm seu orgulho e sua posição nesta vida serão forçados a reconhecer humildemente a soberania de Deus no juízo (ver GC, 670, 671). CBASD, vol. 3, p. 1131.
20 O que atenta para o ensino acha o bem. Também pode ser traduzida como: “O que atenta para a palavra acha o bem.”Traduzido dessa forma, o versículo declara uma verdade vital e bem conhecida. Quando o ser humano dá a devida atenção à Palavra de Deus, ele não deixará de prosperar nas áreas física, mental e espiritual, além de encontrar felicidade em tudo que fizer (ver Jo 13:17; Tg 1:25; DTN, 314). CBASD, vol. 3, p. 1131, 1132.
24 Medicina. Sempre se soube que as palavras agradáveis são doces, mas a relação precisa entre palavras, humor e saúde teve de esperar até esta era de experimentação para ser demonstrada. O discurso briguento e antagonista traz enfermidade tanto a quem fala quanto a quem ouve; já as palavras gentis e confortantes comunicam cura ao corpo inteiro (ver PP, 556). CBASD, vol. 3, p. 1132.
26 A fome … o faz trabalhar. É a necessidade de alimento, roupa e abrigo que costuma impulsionar o ser humano ao trabalho. Dos três, o apetite é a necessidade principal. Pelo suor do rosto, a raça humana supre suas necessidades (ver Gn 3:19; Ec 6:7; 2Ts 3:10). CBASD, vol. 3, p. 1132.
27 O homem depravado. Literalmente, “o homem de Belial”, que significa “o homem sem valor”. CBASD, vol. 3, p. 1132.
30 Morde os lábios. A pessoa maligna e ardilosa é tão determinada que estreita os olhos para planejar uma perversidade e aperta os lábios para esconder o sorriso cruel. O mal, então, já está tão desenvolvido quanto se houvesse sido colocado em prática (ver Pv 6:14; 10:10). CBASD, vol. 3, p. 1132.
31 As cãs. Quando os idosos seguem o caminho da justiça, coroam as realizações de sua vida mediante conselho sábio e influência positiva. existe, porém, uma triste incongruência nos homens e mulheres de cabelos brancos que persistem em trilhar o caminho do mal (ver Pv 20:29; CBV, 204, 205). CBASD, vol. 3, p. 1132.
33 A sorte. Não é desejo do Senhor que as pessoas decidam todos os assuntos, usando o procedimento de lançar sortes. Quando há boas evidências ou um princípio pertinente para guiar a mente na tomada de uma decisão, o uso da sorte enfraquece tanto a mente quanto o caráter. Esse método só deve ser escolhido se Deus assim o direcionar de maneira específica; do contrário, não pode haver garantia de uma resposta inspirada. CBASD, vol. 3, p. 1132.
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“O que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no Senhor, esse é feliz” (v.20).
A vida do homem é fazer planos. Acordamos e já temos que tomar decisões. Alguns chegam a perder o sono por causa da ansiedade provocada pela expectativa de que seus objetivos do dia seguinte sejam alcançados. Outros possuem todo um projeto de vida esquematizado, de tal forma que cada detalhe precisa ser seguido à risca. Não é errado fazer planos, amados. O erro está em fazê-los em desconexão com o planejamento divino.
Quando paro e penso nos planos que tinha traçado para a minha vida a alguns anos, percebo que não sabia o que estava fazendo. Eram projetos de cunho pessoal, egoístas e que não incluíam a aprovação de Deus. Eu simplesmente pensava que por não serem ofensivos a ninguém e para maior conforto e bem-estar meu e de minha família, então estava no caminho certo. O meu coração fez muitos planos, mas o Senhor chegou na hora certa, com a resposta certa (v.1). Hoje posso afirmar, por experiência própria, que por mais que o mundo diga que eu perdi muita coisa, eu nunca fui tão feliz! Eu não perdi nada. Eu ganhei tudo! Pois descobri que não há melhor projeto de vida do que confiar o meu caminho ao Senhor (Sl.37:5).
Entregar-se não é fácil e eu demorei muito tempo até entender que esta é a única forma que temos de conhecer a Deus de fato. O Espírito Santo foi retirando do meu coração todos os meus sonhos egoístas e colocando no lugar sonhos que envolvem a minha salvação e da minha família, bem como a salvação do meu próximo, mesmo aqueles que nem sequer conheço e até de meus inimigos. E podem acreditar, amados, quando aceitamos seguir os propósitos do Senhor, inimigos se levantam, mas Ele providencia para que até estes se tornem em amigos (v.7).
Por mais que os caminhos que traçamos pareçam puros (v.2), muitas vezes não foram os que Deus planejou para nós. Entendem? E atentem bem para isto: pela segunda vez, Salomão pronunciou as mesmas palavras também contidas em Provérbios 14:12, no verso 25 do capítulo de hoje, que diz: “Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte”.
O mundo tem estabelecido padrões e estilos de vida como regras que, se não observarmos, somos considerados “estorvos sociais”. O mundo diz: “Faça o que você quiser, a vida é sua”. Deus diz: “O caminho dos retos é desviar-se do mal” (v.17). O mundo diz: “Corra atrás dos seus objetivos, ainda que tenha que passar por cima de alguém”. Deus diz: “com justiça se estabelece o trono” (v.12). O mundo diz: “Não importa o que você faz, o importante é ser feliz”. Deus diz: Aquele que confia em Mim, “esse é feliz” (v.20). A que voz estamos obedecendo?
Portanto, continue fazendo planos e sonhando, mas que o Senhor dirija os seus passos (v.9). Que os seus desígnios sejam estabelecidos conforme a confiança que tem em Deus (v.3). Que o seu caminho seja agradável a Ele e até os inimigos se tornarão seus amigos (v.7). Entregue ao Senhor o controle da sua vida, pois disto depende a sua felicidade e “do Senhor procede toda decisão” (v.33).
Querido Pai, ser feliz Contigo não significa que nunca enfrentaremos dificuldades, mas que, ainda que elas surjam, sabemos que estás conosco e que tudo irá cooperar para o nosso bem, porque nós Te amamos. Dá-nos coração sábio, prudência e doçura no falar e palavras agradáveis que sejam doces para alma e medicina para o corpo de nossos semelhantes. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, felizes com Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios16 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 16 – O tema do reavivamento está presente em Provérbios. O pecado abate, deprime, adoece e mata seus hospedeiros; mas os princípios divinos restauram àqueles que o pecado arruinou!
A mensagem de Provérbios fomenta o reavivamento e a reforma. “Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovamento da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e nas teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se”, diz Ellen White.
Considere com oração:
• “Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema ao Senhor e evite o mal. Isso dará a você saúde ao corpo e vigor aos ossos”, ou seja, reavivamento (Provérbios 3:7-8).
• “Meu filho, escute o que digo a você; preste atenção às minhas palavras. Nunca as perca de vista; guarde-as no fundo do coração, pois são vida para quem as encontra e saúde para todo o seu ser” (Provérbios 4:20-22).
• “Quem confia em suas riquezas certamente cairá, mas os justos florescerão como a folhagem verdejante” (Provérbios 11:28).
• “Os ímpios cobiçam o despojo tomado pelos maus, mas a raiz do justo floresce” (Provérbios 12:12).
• “No caminho da justiça está a vida; essa é a vereda que nos preserva da morte” (Provérbios 12:28).
• “O ensino dos sábios é fonte de vida e afasta o homem das armadilhas da morte” (Provérbios 13:14).
• “O temor do Senhor é fonte de vida, e afasta das armadilhas da morte” (Provérbios 14:27).
• “O caminho da vida conduz para cima quem é sensato, para que ele não desça à sepultura” (Provérbios 15:24).
• “O entendimento é fonte de vida para quem o têm…” (Provérbios 16:22).
• “As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos” (Provérbios 16:24).
Provérbios 16 mostra que precisamos de reavivamento e reforma:
1. …Em nossas decisões (Provérbios 16:1-9).
2. …Nas nossas atitudes e relações (Provérbios 16:10-15).
3. …Na sabedoria e no entendimento (Provérbios 16:16-33).
Uma vida reavivada e reformada será diferente de uma vida deformada e depravada! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 15 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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Texto bíblico:
Um passarinho matinal, o pisco-de-peito-ruivo [wake robin] decora o amanhecer, do lado de fora da minha janela. Seus gorgeios, trinados e alegres cantos explodem de uma e outra árvore ao redor, enquanto ele saúda a claridade da nova manhã que está surgindo. Durante todo o inverno eu aguardei expectante a primavera chegar com esses belos sons! Amo o cantar dos pássaros! Eu me aconchego nos cobertores um pouco mais, ouvindo, e algumas vezes pauso a minha oração para me deleitar com tanta alegria primaveril!
Provérbios 15:26 provoca meus pensamentos: “… Ele exibe palavras de graça e beleza” (MSG).
Naquela primeira semana, na criação de Gênesis 1, Deus trouxe à existência a beleza, a ordem, a harmonia, a fecundidade, a vida em si. Por meio de Suas palavras, Ele expulsou o caos e trouxe à essa Terra a luz, o encanto, a surpreendente beleza!
Ainda hoje, “A energia criadora que trouxe à existência os mundos, está na Palavra de Deus. Esta Palavra comunica poder, gera vida. Cada ordenança é uma promessa; aceita voluntariamente, recebida na alma, traz consigo a vida do Ser infinito. Transforma a natureza, cria de novo a alma à imagem de Deus.” – Educação p. 126
Querido Deus, que a Sua Palavra e o Seu Amor, criem em mim um novo coração hoje! Que eu seja um exemplo vivo da Sua arte, uma revelação das Suas palavras!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/15
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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1119 palavras
1 A resposta branda. Esta declaração é tão verdadeira que mesmo quando o procedimento é usado por enganadores habilidosos, a resposta branda lhes permite controlar suas vítimas e levá-las a sofrer grande perda. O natural para o homem e a mulher é reagir com raiva. Desse podo, a dificuldade aumenta e as feridas se tornam mais duradouras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1125.
3 Contemplando. Ou melhor, “vigiando”. Às vezes, as crianças recebem a impressão de que Deus as vigia para encontrar razões para culpá-las; na verdade, nosso Pai celestial nos vigia com o olhar amoroso e compassivo de quem conhece a fragilidade de nossa natureza (ver Sl 33:13; 90:8; 103:13, 14; Hb 4:13). CBASD, vol. 3, p. 1125.
4 A língua serena. Literalmente, “língua que cura”. O tipo de cura que uma língua serena é capaz de operar é demonstrado pela declaração contrastante: “quebranta o espírito”. As feridas causadas por uma língua perversa se alojam no coração e na mente. Palavras ferinas costumam causar dor por anos; elas sugam a energia física e mental, além de atrapalhar a vida espiritual. A língua que cura, por aliviar essas feridas e colocar fim às perdas, é bem caracterizada como uma árvore da vida (ver Tg 3:1-10; CBV, 492; T4, 256; OE, 120. CBASD, vol. 3, p. 1125.
8 É abominável. O contraste apresentado no versículo é entre o sacrifício do pecador, que tem a expectativa de comprar o favor divino e continuar impune em pecado, e a simples oração do justo, que leva ao Senhor o sacrifício de um coração submisso. O perdão de Deus não está “a venda por preço nenhum; é sempre um dom gratuito, disponível a todos que decidem abandonar seus pecados (ver 1Sm 15:22; Is 1:11; Jr 6:20). CBASD, vol. 3, p. 1125.
9 O caminho do perverso. O bondoso não só acompanha a justiça; ele a busca persistentemente. CBASD, vol. 3, p. 1125.
11 O além. Uma análise dos vários versículos em que a palavra ocorre mostra que she’ol é uma alusão figurada ao lugar para onde as pessoas vão quando morrem (Gn 37:35; 1Sm 2:6; Jó 7:9; 14:13; Sl 49:14, 15). … Em nenhuma passagem, o she’ol é caracterizado como um lugar de castigo após a morte. Esse conceito foi posteriormente ligado a gehena (Mc 9:43-48) [lugar de fogo inextinguível], não ao hades, a palavra grega que traduz she’ol de forma apropriada, com apenas uma exceção (Lc 16:23). CBASD, vol. 3, p. 1125, 1126.
O abismo. Do heb ‘abaddon, do radical ‘abad, “extraviar-se”, “perecer”. Sobre ‘abaddon como um lugar de destruição, ver Jó 26:6. O sentido desta passagem parece claro. Se Deus conhece o caráter e tem o registro dos atos dos que já morreram, quanto mais pode Ele discernir o coração e a mente dos vivos (ver Sl 33:13-15; 90:8; 139:1-16; Hb 4:12, 13)!. CBASD, vol. 3, p. 1126.
12 O escarnecedor. O escarnecedor do bem se une ao pecador endurecido para rejeitar instruções e conselhos (ver Is 29:20, 21). CBASD, vol. 3, p. 1126.
13 O coração alegre. O rosto brilha de alegria quando o coração se encontra cheio de luz e paz. Mas o espírito é quebrantado pela tristeza constante no coração. Quando a ansiedade tem permissão para reinar, a resistência se enfraquece cada vez mais, até que o poder da mente por fim se abate. Os problemas mentais refletem na condição física do corpo (ver Pv 17:22; Ls, 255-258; PJ, 167, 168). CBASD, vol. 3, p. 1126.
15 Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo. A segunda oração sugere que pode ser a aflição mental que torna todos os dias maus. Os pessimistas se preocupam demais com o passado, que não podem mudar, e com o futuro, o qual não conhecem. Isso os impede de aproveitar com sabedoria o presente, o único que lhes pertence. Essa atitude de melancolia mancha a visão da pessoa e sua reação aos outros. O coração alegre e contente festeja no pouco que recebe com gratidão, esquece os problemas que ficaram para trás e olha para frente com alegria e confiança, rumo a um futuro sob o cuidado amoroso do Pai celestial (Lc 12:22-32). CBASD, vol. 3, p. 1126.
16 Melhor é o pouco. As riquezas ilimitadas de um mundo perfeito serão derramadas sobre todos aqueles que alcançarem perfeição de caráter (ver 1Tm 6:6-10, 17-190. CBASD, vol. 3, p. 1126.
19 É plana. Ou seja, elevada e nivelada como uma passarela. A atitude interior afeta todo o ambiente. O preguiçoso se fixa na ideia de evitar tudo que se pareça difícil; no entanto, quanto mais pensa em problemas, mais problemas vê. Enquanto o justo se encaminha constantemente para a direção do Céu, as dificuldades desaparecem à sua frente, pois a fé move a mão de Deus, e ele anda passo a passo numa estrada plana e elevada do restante do mundo. CBASD, vol. 3, p. 1126.
20 Despreza a sua mãe. Até mesmo quando o filho cresce o suficiente para perceber que sua mãe é humana e falível como os outros seres humanos, os íntimos laços criados tendem a preservar o respeito salutar por ela. Só quem perdeu a decência é capaz de destruir as memórias da infância de tal modo a desprezar a própria mãe (Pv 10:1; CBV, 376-378). CBASD, vol. 3, p. 1126.
23 O homem se alegra. Quando alguém dá uma resposta adequada ou um conselho sábio, sente-se alegre por ter conseguido fazer o bem (ver Pv 10:31, 32; 25:11). CBASD, vol. 3, p. 1126.
26 Os desígnios. As ações surgem dos pensamentos ou desígnios (Pv 23:7; Mc 7:21). Quando alguém é impedido, por circunstâncias externas, de realizar um mau desígnio, isso não lhe tira a culpa. CBASD, vol. 3, p. 1127.
27 O que odeia o suborno. O tema principal parece ser a aceitação de subornos para perverter a justiça (ver Dt 16:19; Is 1:23; Ez 22:12). Aquele que é tão ganancioso que se rebaixa a ponto de vender a honra não conquistará riquezas duradouras. Mais cedo ou mais tarde, suas ações serão conhecidas, e a família que viveu com luxo imerecido de repente se descobrirá pobre. CBASD, vol. 3, p. 1127.
29 Longe dos perversos. O Senhor não está longe de ninguém, a não ser daqueles que se recusam a buscá-Lo. Quem coloca os próprios desejos à frente da obediência a Deus descobre que seus pecados o separam do Senhor (ver Pv 15:8; Is 59:1-4). CBASD, vol. 3, p. 1127.
30 Boas-novas. Salomão aponta para a relação íntima entre os pensamentos ou humores e a condição física do corpo (ver v. 13; POv 16:24). CBASD, vol. 3, p. 1127.
32 Rejeita. Aquele que rejeita a instrução é irresponsável. Os assuntos em questão podem parecer simples, mas toda decisão afeta o destino eterno (ver Pv 8:36). CBASD, vol. 3, p. 1127.
33 Precede a honra. O temor do Senhor é a humildade verdadeira. Esse estado é necessário para receber a instrução capaz de tornar a pessoa sábia. Nas questões seculares, é igualmente verdadeiro afirmar que a honra verdadeira só é obtida por quem se mostra humilde o bastante para aprender a subir a escada do sucesso de quem já teve essa experiência (ver Pv 18:12; Mt 23:12; Tg 4:6). No exemplo de Cristo, a humildade e o sofrimento antecederam a grande exaltação (Fp 2:5-11; Hb 12:2; 1Pe 1:11). CBASD, vol. 3, p. 1127.
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“O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate” (v.13).
A palavra “provérbio” vem do hebraico “mashal”, que significa “ser semelhante a” ou “ser comparado a”. Encontramos muitas figuras de linguagem no livro de Provérbios, utilizando coisas e situações do cotidiano, para transmitir mensagens específicas. Por exemplo: “A língua serena é árvore de vida” (v.4), ou, “Na casa do justo há grande tesouro” (v.6), expressões que denotam, respectivamente, a bênção que há em agir com brandura e no lar edificado sobre a justiça de Cristo. Em cada ensinamento encontramos a distinta evidência entre o justo e o perverso, e o cumprimento da áurea sabedoria na pessoa de Jesus Cristo.
Salomão escreveu a sabedoria, mas Jesus a viveu. Ao derramar “o conhecimento” (v.7) aos filhos dos homens, falava do que Lhe era próprio. Com propriedade jamais vista, era objeto de admiração das multidões e constantemente testado pelos religiosos que ficavam transtornados ante a Sua sabedoria prática. Jesus não proferia palavra alguma ao acaso ou conforme a indelicadeza alheia, mas, meditando acerca do que havia “de responder” (v.28), valorizava a palavra dita a seu tempo (v.23). Com “olhar de amigo” (v.30) consolava os aflitos, curava os enfermos e repreendia os insensatos.
Ninguém que ia até Jesus podia acusá-Lo de preconceito ou indiferença. Cada tentativa de coagi-Lo era respondida com “palavras bondosas” (v.26), ainda que em forma de repreensão. E até mesmo em Seu trato com os irracionais demonstrava o cuidado para com o que no princípio criou. “O temor do Senhor” (v.33) estava impresso em Sua vida e obras e, com humildade, apontava ao ser humano “o caminho da vida que o leva para cima” (v.24). Na vida de Jesus vemos o fiel cumprimento da sabedoria infinita e em cada parábola proferida sob o princípio “mashal”: “semelhante a” (Mt.18:23), apontava para o reino dos céus como galardão supremo e eterno de todo “homem sábio” (v.21).
“Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (v.3); não como quem espreita uma presa, mas como um pai ansioso por salvar o filho do perigo. A entrega de Seu Unigênito como oferta por nossos pecados é prova suficiente de Seu amor incondicional e de Sua infinita graça. Ao aceitarmos esse amor, necessitamos subir mais e mais em nosso relacionamento com Cristo, descobrindo, em cada degrau, a verdadeira alegria que nos “aformoseia o rosto” (v.13) e que nos concede um “banquete contínuo” (v.15) em Sua presença.
Estude a vida do Salvador juntamente com o livro de Provérbios e você descobrirá “grande tesouro” (v.6).
Senhor, nosso Deus, somos pobres e necessitados, mas confiamos na maravilhosa graça de Cristo que nos alcança e nos dá poder para vencer o mal. Ajuda-nos a olhar para Jesus, pois Ele é “o caminho da vida” que nos leva para cima. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados por Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios15 #RPSP
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PROVÉRBIOS 15 – O livro de Provérbios contém 31 capítulos: Leitura de um capítulo por dia durante um mês. Seus ensinamentos são essenciais para a vida, a paz, a felicidade e a salvação.
Embora sua ênfase esteja nas atividades comuns da vida, mostra que todas nossas atividades devem estar pautadas no temor do Senhor. Os primeiros 15 capítulos apresentam uma riqueza de sabedoria e conhecimento, oferecendo princípios profundos sobre a conduta moral e a busca pela verdadeira sabedoria; e, um tema recorrente testes capítulos é o “temor do Senhor”.
(O temor do Senhor não implica em ter medo de Deus, mas em honrá-lO, reverenciá-lO, respeitá-lO, obedecer as Suas orientações e viver em harmonia com Sua soberana vontade).
• Provérbios 1:7 estabelece o alicerce para toda a sabedoria: O temor do Senhor. O conhecimento inicia com um coração reverente e humilde perante Deus. Esta atitude não apenas impulsiona a busca pela sabedoria, mas também molda o caráter daqueles que a possuem.
• Na sequência, Provérbios 2:5 retrata o “temor do Senhor” como o ponto de partida para uma vida sábia e justa. À medida que avançamos, o “temor do Senhor” se revela como um escudo protetor e uma fonte de compreensão e entendimento.
• No capítulo seguinte, o “temor do Senhor” é vinculado à obediência consciente (Provérbios 3:7-8). Ao desviarmos do mal e confiarmos em Deus, perceberemos que o “temor do Senhor” não é apenas um estado de espírito, mas também uma escolha que molda nossas decisões e forma nosso caráter.
• Em Provérbios 9:10, a ligação intrínseca entre temor do Senhor e a sabedoria é enfatizada; esse temor é a chave que abre as portas da sabedoria divina, iluminando nossa compreensão e nos guiando em nossas decisões.
Em Provérbios 14:27 e 15:16, 33 mostram o “temor do Senhor” como fonte de vida, satisfação e proteção. À medida que nossa reverência por Deus se aprofunda, torna-se uma constante instrutora, guiando-nos não apenas para a sabedoria intelectual, mas também para uma vida de humildade e honra.
Em Provérbios 15:1-33 há uma série de provérbios destacando como o “temor do Senhor” molda todas as nossas atividades e relacionamentos interpessoais. Como central na teologia de Provérbios, o “temor do Senhor” desempenha um papel fundamental na compreensão da sabedoria e da moralidade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí