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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 26 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/26
“Não responda a um insensato” ou “responda a um insensato” (vs. 4, 5). Qual devemos fazer?/Qual devemos seguir?/Qual é o correto?
“Não responda a um insensato com igual insensatez do contrário você se igualará a ele” … às vezes. Outras vezes, “responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio” (NVI).
Deus nos deu inteligência/raciocínio para descobrir qual versículo se aplica em cada circunstância. Aprendemos pela prática e pelo crescimento do coração sábio. Mesmo assim, não somos totalmente dependentes de nossos próprios recursos.
Se pela manhã reconhecemos nossa necessidade de força e sabedoria de Deus e pedimos ajuda, então ao longo do dia nosso próprio anjo da guarda estará ao nosso lado para influenciar nossas ações e escolher nossas palavras para nós quando corremos o risco de causar dor desnecessária, exercer influência incorreta ou deturpar Deus (ver Mensagens aos Jovens, p. 90).
É fácil se divertir com as farpas verbais emitidas por Jesus aos líderes religiosos de Seus dias. No entanto, ele “não suprimiu uma palavra da verdade, mas falou sempre com amor. Ele exerceu o maior tato e … nunca falou desnecessariamente uma palavra severa. “Lágrimas estavam em sua voz quando proferia suas repreensões ferozes.” Desejo de Todas as Nações, p. 352
Quando amamos os tolos como Jesus os amava, então estamos preparados para “responder ao insensato como a sua insensatez merece”.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/26
Tradução:Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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480 palavras
1 Ao insensato. Este versículo dá início a uma série de provérbios sobre o insensato. … Elevar uma pessoa sem entendimento a um lugar de honra equivale a lhe dar oportunidade de causar grandes males. Além disso, isso frustra quem verdadeiramente merece esse tipo de promoção (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1171.
2 Se causa. Ou, “sem merecer”. A maldição proferida por um inimigo difamador não deve incomodar os inocentes e justos, pois eles estão sob a proteção de Deus e não temem encantamentos. CBASD, vol. 3, p. 1171.
3 A vara. O insensato precisa de correção dura para não prejudicar a si mesmo e aos outros por meio de seus atos carentes de sabedoria (ver Pv 10:13; 19:29). CBASD, vol. 3, p. 1171.
4 Não respondas ao insensato. Entrar numa discussão com um insensato, nos termos de sua estultícia, é se rebaixar ao nível dele e aceitar que sua perspectiva de vida é digna de consideração. As pessoas que perguntaram a Cristo sobre o dinheiro de imposto tinham a intenção de constrangê-Lo num tema relativo ao egoísmo delas. Se Cristo tivesse respondido segundo a insensatez obstinada de seus inimigos, estes poderiam ter usado a resposta contra Ele. Jesus, porém, se recusou a aceitar a premissa de seus questionadores. Sua resposta partiu de um reino de sabedoria verdadeira, deixando-os envergonhados e em silêncio (Mt 22:12-22). CBASD, vol. 3, p. 1171.
5 Ao insensato responde. Neste caso, “segundo a”significa “conforme ele merece”(ver com. do v. 4). Responda ao insensato de uma forma que a tolice de sua ideia seja revelada. Desse modo, ele pode perceber que está longe de ser sábio e procurar alcançar a sabedoria. Em certo sentido, Cristo seguiu o conselho destes dois versículos aparentemente contraditórios (v. 4, 5) em Sua resposta aos fariseus e aos defensores de Herodes (ver Mt 22:15-22; ver com. de Pv 26:4). Sem tomar parte na estultícia do questionadores, Ele mostrou a tolice maligna deles. CBASD, vol. 3, p. 1171.
6 Corta. Aquele que depende de um insensato para realizar negócios importantes está se destituindo da esperança de cumprir sua missão. CBASD, vol. 3, p. 1171.
2 Pendem bambas. A repetição de parábolas era um dos passatempos preferidos na Palestina, e a sabedoria de uma pessoa costumava ser exibida em campeonatos de narração de histórias. O insensato teria a tendência de esquecer a moral da história ou de contá-la de forma tão desajeitada que o efeito se perderia. CBASD, vol. 3, p. 1171, 1172.
2 Como galhos de espinhos na mão. O ébrio com um galho de espinhos na mão está armado e é capaz de causar grande dano aos outros em sua raiva insensível. Desse modo, a parábola contada pelo insensato é, ao mesmo tempo, inútil e perigosa. CBASD, vol. 3, p. 1172.
10 Como um flecheiro que a todos fere. A lição do texto parece ser que empregar insensatos e incompetentes coloca em risco tanto o empregador quanto os funcionários, assim como a flecha envenenada põe em perigo quem a usa, bem como o indivíduo por ela atingido. CBASD, vol. 3, p. 1172.
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“Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno” (v.23).
De uma forma insistente e persuasiva, o Senhor dá o Seu recado sobre o perigo da insensatez. O mau uso da língua é veneno que mortifica tanto quem o destila quanto quem o recebe. E só para não restar dúvidas, até aquele que diz: “Fiz isso por brincadeira” (v.19), não é tido por inocente. Como cristãos, nossas palavras e atitudes devem corresponder ao chamado de Deus: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16). O mundo tem despertado para os malefícios do consumo da carne animal e uma das maiores motivações tem sido o amor pelos animais. Sem desmerecer um motivo tão nobre, e até bíblico (Pv.12:10), a abstinência do alimento cárneo não deve sobrepor a abstinência do falar injurioso. Não adianta ser vegano enquanto se “devora” os semelhantes. Pois “as palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre” (v.22).
Os pecados da língua são tão graves e tão malignos diante de Deus, que são comparados à insanidade. Quem, em sã consciência, pegaria um cachorro de rua pelas orelhas? Mas essa atitude é semelhante a “quem se mete em questão alheia” (v.17). Intromissões, fofocas e contendas são atos detestáveis diante de um Deus que é amor, paz e bondade. Todo aquele que deseja desfrutar da eternidade na Nova Terra enfrentará essas questões com a devida seriedade e discernimento espiritual, buscando preencher a mente com o que é lícito diante de Deus: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp.4:8).
Mas, e quando a malícia vem de forma sutil? E quando o insensato age dissimuladamente? Sobre isso, declarou Ellen White: “Intimamente ligada à bisbilhotice está a insinuação encoberta, esquiva, pela qual o coração impuro procura insinuar o mal que não ousa exprimir abertamente. Os jovens devem ser ensinados a evitar toda aproximação de tal prática como evitariam a lepra” (Educação, CPB, p.236). A triste realidade é que pais têm ensinado aos filhos que não há problema algum em “comentar” sobre a vida alheia e fazer disso o principal assunto nas refeições à mesa. Prejudicar a vida de outros com palavras, ainda que por “brincadeira”, é pecado, amados. E, um dia, teremos de responder por isso (Mt.12:37).
Não é fácil ficar em silêncio quando muitas vezes é a sua imagem que está em jogo. Em nosso desejo por justiça própria, abrimos nossos lábios para tentar resolver à própria maneira o que só Deus pode resolver. Então, o Senhor nos diz: “Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele” (v.4). Ou seja, revidar não é uma opção. Palavras e atitudes más não devem resultar na mesma coisa. Deus nos chamou para sermos reparadores de brechas e não escavadores de covas (v.27).
Que Cristo em nós seja a água viva lançada sobre a fogueira do mal, e a contenda cessará. É claro que “a língua falsa aborrece a quem feriu” (v.28), mas, no devido tempo, “a sua malícia se descobrirá publicamente” (v.26). Se “a maldição sem causa não se cumpre” (v.2), devemos confiar na misericordiosa justiça divina e procurar viver um procedimento santo e digno do nosso chamado: “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (1Pe.2:15).
Senhor, nosso Deus, são tantos os desafios que enfrentamos no quesito relacionamento. E o inimigo bem sabe como nos atingir. Mas confiamos no Senhor e na força do Seu poder para nos capacitar a amar e perdoar. Ainda que perseguidos e injustiçados, ajuda-nos a confiar em Tua provisão. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 26 – Este livro em pauta concentra-se na busca da sabedoria e na forma como as pessoas devem viver conforme os princípios divinos – estudá-lo implica uma busca pela vontade de Deus em todas as áreas da vida, sem exceção!
Nas compilações dos servos de Ezequias alguns temas chamam nossa atenção:
• Vários versículos enfatizam a importância da sabedoria e da moderação nas palavras e ações. Um dos mais relevantes é: “A palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustradas numa escultura de prata” (Provérbios 25:11). Por outro lado, “como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia” (Provérbios 26:17). A falta de sabedoria é evidente em situações de tolices e comportamentos imprudentes! O sábio sabe o quê, quando e a quem falar!
• É importante não vangloriar-se, aprender a ser paciente e controlar as emoções em situações sociais (Provérbios 25:6-7, 28). Por outro lado, é tolice deixar-se dominar pela preguiça, pela fofoca e pela maledicência (Provérbios 26:13-28). A sabedoria está em controlar-se, a insensatez está em deixar-se controlar. O fruto do Espírito contém domínio próprio e outros nutrientes mais (Gálatas 5:22-23).
• Nossas ações têm implicações, o que deve levar-nos a ter consciência da importância de agir com justiça, bondade e integridade (Provérbios 25:21-22, 28). Por outro lado, as consequências de nossas ações erradas nos colocam nos destinos indesejados. O destino dos tolos não são nada bons (Provérbios 26:3, 10-12, 16).
• A falsidade e a maledicência são práticas prejudiciais e ilusórias (Provérbios 25:9-10, 18-19); para piorar, o engano, a tolice e a calúnia são armadilhas da língua mentirosa, causam discórdias levando a pessoa a viver em conflito almejando a paz que ela mesma expulsa (Provérbios 26:18-28).
Os provérbios são importantes aos sábios, mas irrelevantes aos tolos. Muitos leem, estudam e de nada valem. A resposta está nestes dois provérbios:
1. “Como pendem inúteis as pernas do coxo, assim é o provérbio na boca do tolo” (Provérbios 26:6).
2. “Como ramo de espinhos nas mãos do bêbado, assim é o provérbio na boca do insensato” (Provérbios 26:9).
Estes versículos ilustram a irrelevância e a ineficácia dos provérbios quando usados pelos tolos e insensatos. Somos advertidos a não sermos esse tipo de gente! Para isso, é necessário reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 25 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/25
Recentemente tive uma experiência dolorosa na igreja, o lugar menos provável. Foi tão doloroso que minha espiritualidade estacionou. Como poderia um cristão ser tão frio e insensível, agindo como inimigo em vez de amigo?
“O que Jesus faria?” O Rei Salomão deve ter imaginado esta questão e no versículo 21, ele afirma: “Se o inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber, porque assim você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele, e o Senhor recompensará você.”
Alguém disse certa vez que a bondade é a melhor vingança que um cristão pode tomar contra um inimigo. Portanto, amontoar brasas sobre a cabeça de um oponente deve significar um ato de amor e não de maldade.
Como Jesus respondeu à maldade com bondade? Aqui está o Seu segredo. Ele sabia que Deus era Sua defesa. Ele sabia que nada poderia tocá-lO, exceto com a permissão do Senhor.
Jesus oferece conselhos maravilhosos, admoestando-nos a não retaliar contra o mal. “A vingança é minha, diz o Senhor. Eu retribuirei.” Nada pode nos afetar, exceto com a permissão de nosso Senhor e “Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus”.
Tessine Watson
Capelã e Coach da Lifestyle, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/25
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1097 palavras
1 Transcreveram. Estes provérbios foram copiados de outros escritos ou coleções, e alguns, talvez, de fontes orais – de pessoas que aprenderam com Salomão esses dizeres. Dentre os que ajudaram nesta tarefa poderiam estar o profeta Isaías, o escrivão Sebna e o cronista Joá (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1160.
2 A glória de Deus é encobrir as coisas. Faz parte da glória de Deus ser infinito e, por isso, ocultar muitas coisas da mente humana, finita e obscurecida pelo pecado (Dt 29:29). Os mistérios da Bíblia, hoje, além de nossa compreensão plena, são provas de que ela de fato é a Palavra do Senhor. CBASD, vol. 3, p. 1166.
3 Dos céus. Telescópios maiores e mais novos que penetram vastas distâncias não revelam os limites do céu estelar. Portanto, a altura do céu é insondável. Cada descoberta nova altitudes ainda mais elevadas para ser pesquisadas. CBASD, vol. 3, p. 1166.
Da terra. A investigação com ondas sonoras e sísmicas e o estudo dos impactos provocados por terremotos forneceram informações muito superiores às que havia no tempo de Salomão. No entanto, o conhecimento real sobre as substâncias do interior da terra ainda está longe de ser completo. CBASD, vol. 3, p. 1166.
Insondável. Mesmos as pessoas mais próximas umas das outras não sabem o que realmente se passa na mente do próximo; quanto menos um súdito conseguiria desvendar a mente do rei! Nem o cortesão que pensa conseguir manter o favor do rei por meio de adulações sabe quando descobrirá que outro tomou seu lugar. CBASD, vol. 3, p. 1166.
5 Tira o perverso. Assim como a retirada das impurezas da prata embeleza e fortalece o metal, a remoção da corte real daqueles perversos que adulam o rei com más intenções acrescenta nobreza e resistência ao reino. … Esse processo de limpeza é bom sinal para a prosperidade do reinado e para a felicidade do povo. CBASD, vol. 3, p. 1166.
9 Diretamente com teu próximo. Seguir o caminho mais comum de contar a todo o mundo a história de falar com a outra parte torna quase impossível conseguir a paz. CBASD, vol. 3, p. 1166.
12 Pendentes. O ouvido obediente aceita o conselho sábio e é como se o usasse em forma de uma joia destinada a destacar a beleza de um bom caráter. CBASD, vol. 3, p. 1167.
13 O frescor de neve. Com certeza, não é à neve durante a colheita, pois tal precipitação seria muito indesejável (Pv 26:1) e um provável desastre para a plantação. O “frescor da neve” seria uma bebida refrigerada pela neve, mas do que bem-vinda durante o calor intenso dos dias da sega. Antes da época da refrigeração mecânica, o uso da neve ou do gelo e preservar era um privilégio desfrutado apenas pelos ricos. CBASD, vol. 3, p. 1167.
Mensageiro fiel. Comparar com Pv 10:26; 13:17. Num tempo de comunicação instantânea, é difícil entender como até mesmo reis poderosos dependiam de seus embaixadores e diplomatas. Depois de enviado, o mensageiro tinha controle total sobre a missão, que poderia demorar meses para ser cumprida. CBASD, vol. 3, p. 1167.
14 Não trazem chuva. Há os que parecem despertar expectativas contínuas de que farão grandes coisas por seus amigos e colegas; contudo, raramente ou nunca colocam em prática as promessas sugeridas. As consequências desses atos podem ser bem maiores do que a mera perda do presente. Quando a fé na humanidade se enfraquece, todo o caráter pode ser afetado de maneira adversa, chegando ao ponto de diminuir até mesmo a fé em Deus. CBASD, vol. 3, p. 1167.
15 Longanimidade. Com calma e persistência paciente, continuando a apresentar fatos e argumento diante da oposição, é possível mudar a opinião de um príncipe ou juiz. … Alguns advogados de forma deliberada irritam seus oponentes enquanto parecem calmos, pois sabem que o juiz será influenciado pelas atitudes contrastantes. CBASD, vol. 3, p. 1167.
Esmaga ossos. O jeito calmo e persuasivo de uma palavra branda realiza tudo que a força é capaz de fazer e muito mais. A oposição teimosa que se torna cada vez mais obstinada sob ataques diretos costuma derreter, como gelo ao sol, quando exposta a palavras ternas e conciliatórias, proferidas em tom gentil e cativante. CBASD, vol. 3, p. 1167.
16 Achaste mel? Ver Pv 24:13; 25:27. Este versículo … ilustra a máxima do v. 17. O excesso, mesmo de uma coisa boa, transforma o bem em mal. CBASD, vol. 3, p. 1167.
18 Maça. Os três tipos de armas representam os efeitos da falsa testemunha sobre o amigo difamado. A maça era uma arma de guerra que esmagava a cabeça ou os ossos das vítimas. Alguns ataques sobre a reputação de uma pessoas são cruéis e esmagam o ofendido, deixando-o em ruínas. Outros fazem feridas profundas, com palavras afiadas que incapacitam e, com frequência, destroem, assim como uma espada. Contudo, uma das armas preferidas do caluniador de seus companheiros é a flecha. Lançada à distância, ela penetra o coração e suga a vontade de lutar contra o arqueiro, um inimigo oculto, que costuma se disfarçar de um amigo. Tais ataques quebram tanto o sexto quanto o nono mandamento (Êx 20:13, 16; ver PP, 308). CBASD, vol. 3, p. 1168.
20 Feridas. As pessoas sábias e delicadas sempre souberam instintivamente que é tolo fazer brincadeiras com os ansiosos e também exortá-los a reunir a compostura e colocar de lado o sofrimento, sem nada fazer para mudar as circunstâncias que produziram o problema. CBASD, vol. 3, p. 1168.
22 Amontoarás brasas vivas. A bondade a um inimigo, procurando-o quando, na verdade, ele deveria tomar a iniciativa para se reconciliar, pode trazer sobre a cabeça dele brasas vivas de arrependimento e tristeza pelo pecado, que queimarão a má vontade e o tornarão um amigo e servo do Senhor. CBASD, vol. 3, p. 1168.
25 Boas-novas. Numa época de meios de comunicação precários, pouco se ouvia sobre quem deixava o lar e viajava para longe. As notícias de algum viajante que retornava eram a única forma de saber se o ausente ainda estava vivo e se fora próspero em sua missão. Assim como as boas notícias de um país distante alegravam o coração de quem as recebia, num sentido espiritual, as boas-novas do Céu trazidas pelos profetas revigoram a pessoa na caminhada por este mundo sombrio. Por intermédio deles, “ouvimos da terra santa e fulgurante, ouvimos com o coração regozijante …” CBASD, vol. 3, p. 1169.
26 Fonte que foi turvada. Com a promessa divina de apoio em todo tempo (Is 51:12; Mt 28:20), é uma desgraça que um cristão rebaixe seus padrões, por covardia moral. CBASD, vol. 3, p. 1169.
28 Não tem domínio próprio. A cidade sem muros ficava aberta ao ataque adversário por todos os lados (ver Ne 2:13). Do mesmo modo, a pessoa que não consegue controlar as próprias emoções certamente sucumbe às tentações. A sedução para o mal a atrai do lado de fora; palavras e atos irados irrompem de seu interior. CBASD, vol. 3, p. 1169.
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“Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber, porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o Senhor lhe retribuirá” (v. 21-22).
Você já se olhou no espelho hoje? O espelho revela a descrição física de cada pecador condenado à morte, “porque o salário do pecado é a morte”. E estaríamos todos condenados, não fosse a recompensa paga: “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.6:23). Cristo veio e assumiu o nosso lugar naquela cruz. Ele veio alimentar (Jo.6:48) e dar de beber a quem não merecia (Jo.4:14), com a promessa de um galardão eterno (Jo.14:1-3). Vocês compreendem a grandiosidade da misericórdia divina? Ela é estendida a imerecedores! A respeito disso, escreveu Ellen White: “Nosso único direito à Sua misericórdia é nossa grande necessidade” (A Ciência do Bom Viver, CPB, p.161).
O amor que levou o Criador à cruz deve ser o mesmo que leva o pecador à luz, que refletida na vida, faz com que ele mesmo perceba que não há melhor forma de dar destaque à luz do que nas trevas. Os inimigos e perseguidores tornam-se oportunidades de exercitar o amor que Cristo imprimiu em nosso coração. E em meio às trevas de perseguições e de injustiças, recebemos a oportunidade de iluminar. Sabemos que alimento e água são as necessidades básicas de sobrevivência. Portanto, se nossos adversários estão passando por situação de vida ou morte, e está ao nosso alcance ajudar, então é exatamente isso o que devemos fazer. Disse Jesus: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt.5:44).
Não cabe a nós devolver mal por mal. Muito menos ter “língua fingida” (v.23). Nossos atos devem refletir o amor de Cristo e nossas palavras devem ser “como maçãs de ouro em salvas de prata” (v.11). O sentido sobre a expressão “brasas vivas” (v.22) é incerto, mas, a respeito dela, há o seguinte comentário: “A bondade a um inimigo, procurando-o, quando, na verdade, ele deveria tomar a iniciativa para se reconciliar, pode trazer sobre a cabeça dele brasas vivas de arrependimento e tristeza pelo pecado, que queimarão a má vontade e o tornarão um amigo e servo do Senhor” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p.1168).
Isso é real e pode ser experimentado por cada pessoa que encontrou em Cristo a verdadeira felicidade. Esse tipo de pessoa não se alegra com a queda do inimigo (Pv.24:17), mas faz o que for preciso para amortecê-la. Escolha ser um “mensageiro fiel” (v.13) da paz, iluminando até o caminho dos teus perseguidores, e, certamente, “o Senhor te retribuirá” (v.22).
Nosso Pai celeste, não é fácil reprimir nossa língua e nosso coração diante de injustiças e perseguições, mas Contigo é possível. Como os homens de Ezequias transcreveram esses provérbios, queremos que eles sejam escritos pelo Teu Espírito na tábua do nosso coração. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, pacificadores!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 25 – Uma nova seção inicia neste capítulo. O primeiro versículo introduz a seção que se estende até o final do capítulo 29. Como outros provérbios, estes também oferecem conselhos para uma vida justa e bem-sucedida, baseados na sabedoria divina – a sabedoria está enraizada na teologia, a qual é dom de Deus à humanidade!
Provérbios 25:1 indica que as máximas desta seção foram transcritas pelos homens de Ezequias, que reinou por 29 anos (726-697 a.C.). “Estes provérbios foram copiados de outros escritos ou coleções, e alguns, talvez, de fontes orais – de pessoas que aprenderam com Salomão esses dizeres. Dentre os que ajudaram nesta tarefa poderiam estar o profeta Isaías, o escrivão Sebna e o cronista Joá (2Rs 18:18; cf. 2Cr 26:22)”, explica o Comentário Bíblico Adventista.
Estas compilações preservaram e organizaram cuidadosamente os provérbios desta coleção, indicando a importância concedida à sabedoria divina desta seção. O Espírito Santo inspirou os compiladores de Ezequias para registrar esses princípios de sabedoria. Assim, estas compilações são tão relevantes, importantes, e divinamente inspiradas quanto toda a coleção de Provérbios de Salomão (1:1-22:16) e dos sábios além de Salomão (22:17-24:34).
Provérbios 25:1 informa-nos como toda a coleção da tradição sapiencial contida em Provérbios 25:2 a 29:27 foi preservada. Do ponto de vista teológico, isso sugere uma continuidade na revelação divina ao longo das gerações, pois Salomão era o 3º rei de Israel, e Ezequias o 13º rei de Judá. Pode-se afirmar então, que Deus não apenas inspirou Salomão, mas também a outros sábios e inclusive agiu para preservar e atuou na transmissão dessa sabedoria através da compilação no tempo de Ezequias.
Uma das lições importantes desta nova coleção de Provérbios, é que sua introdução ressalta não apenas a origem divina da sabedoria, mas também a sua relevância contínua para as gerações futuras. Desta forma, somos incentivados a buscar e valorizar a sabedoria divina em nossa própria vida, compreendendo que ela é atemporal e universal.
Outra lição decorrente da introdução descrita em Provérbios 25:1 aponta que a Palavra de Deus não foi apenas inspirada inicialmente, mas também foi cuidadosamente preservada ao longo do tempo assegurando sua autenticidade e relevância. Portanto, Deus não apenas falou no passado, Ele continua a transmitir Sua sabedoria ainda hoje, guiando Seu povo nos dias atuais! – Heber Toth Armí.