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“Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor em terra estranha?” (v.4).
Por anos, Jerusalém foi advertida por voz profética acerca do cativeiro babilônico. Com lágrimas e com súplicas, Jeremias percorria as ruas de sua amada cidade anunciando o juízo vindouro, caso o povo não desse ouvidos às palavras do Senhor. Diante do rei e dos líderes de Judá, muitas foram as vezes em que os advertiu com fremente esforço. Sua voz solo, porém, era abafada pelo coro de homens e mulheres que ignoravam-lhe os rogos. Mas “como forte muro de bronze” (Jr.15:20), Jeremias foi protegido por Deus e confortado em sua missão sobremodo angustiante.
Por ignorar as profecias, o resultado foi a desolação de Jerusalém e um período de 70 anos de cativeiro babilônico. É muito provável que o salmista estivesse no meio dos exilados em Babilônia. Com saudosismo, relembrava de seu lar com anseio de para lá retornar. Nada, nem a “maior alegria” (v.6), poderia ser comparada ao gozo de residir na cidade que Deus havia eleito como Sua morada. A tristeza consumia os sinceros filhos de Deus e os desanimava a entoar os louvores que antes cantavam em sua terra natal.
Certamente, havia algo de muito especial nos cânticos espirituais dos judeus; algo que os caldeus desconheciam. Babilônia era o centro do mundo em cultura, ciência e entretenimento. Sua religião pagã e politeísta estava estampada em toda a cidade, e seus cultos eram ricos em música com toda sorte de instrumentos. Morar naquele lugar, poderia ser comparado hoje às metrópoles mais ricas e desejadas do mundo. De algum modo, porém, o cântico dos exilados despertou o interesse de seus algozes. Ao som da harpa, o louvor que lhes saía dos lábios era entoado com o coração e, diferente das músicas estimulantes de que os caldeus estavam acostumados, essas canções espirituais transmitiam paz e alegria para a alma.
Pela fé, os patriarcas ansiavam pelas promessas de Deus, “saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a Terra”, porque não andavam ansiosos por conquistar coisa alguma neste mundo, mas aspiravam “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:13 e 16). Em tudo eram diferentes do mundo. Sua vida santa e abnegada era por si só uma exortação e testemunho aos infiéis. Eram “homens dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38). Contudo, “todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram […] a concretização da promessa […] para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados” (Hb.11:39-40).
Assim como muitos morreram em Babilônia sem ver a promessa de Deus do retorno de Seu povo a Jerusalém após os 70 anos de exílio, muitos fiéis já descansaram no pó da terra, pois o Senhor ainda espera por aqueles que, juntamente com eles, obterão o cumprimento da promessa. Homens, mulheres, jovens e crianças que, repletos do Espírito Santo, não necessitam dos estímulos seculares, mas que, com cânticos espirituais declaram ao mundo a sua filiação e cidadania celestial.
Logo, amados, estaremos entoando “o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” (Ap.15:3). Apeguemo-nos, um dia após o outro, à promessa do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo até que Ele volte: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3).
Deus de Israel, que enquanto estamos em terra estranha o Teu Espírito habite em nós, a fim de que muitos percebam que temos em nosso coração um cântico especial e desejem fazer parte da família celestial. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino dos céus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos137 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 137 – Este Salmo não visa apresentar o perfil de Deus; ele revela o perfil do adorador que sofre aflições num mundo cruel, juntamente com as consequências de suas transgressões. O Salmo 137 …
• … foi escrito enquanto os judeus viviam aflitos no exílio babilônico após a destruição de Jerusalém e seu magnífico Templo. Ele reflete nos sentimentos de tristeza, nostalgia e desespero daqueles que foram arrancados de sua terra e levados para terras estrangeiras como consequência da desobediência. Mesmo assim, arruinados, destruídos e humilhados, os adoradores se lembraram de Deus. Não seria isso positivo?
• … expressa de forma honesta e sincera os sentimentos de tristeza, saudade e angústia. Ele ajuda a organizarmos nossos sentimentos negativos, auxiliando-nos a reconhecer a realidade da dor do sofrimento humano quando mergulhado em adversidades e tomado por grandes dificuldades. O texto sagrado mostra que é aceitável expressar até nossos piores sentimentos e extravasar perante Deus através da oração. Não seria isso positivo?
• … apresenta a importância da lembrança. Lembrar de Jerusalém ou recusar-se a esquecer de nossa origem, princípios e fé às vezes só acontece quando nossos atos nos levam à miséria. Há ocasiões em que até mesmo os cristãos se lembram de suas raízes espirituais e da importância de permanecer firmes na fé quando mergulhados na dor, experimentando a angústia e a aflição por terem abandonado a Deus e o caminho da fé. Não seria isso positivo?
• … evidencia a dificuldade de louvar a Deus em situações desfavoráveis; apesar disso, a composição do Salmo, ainda que em tons bem pessimistas, depressivos, expressando raiva e ódio, etc. mostra que, mesmo com os sentimentos estando num caos, à flor da pele, é possível adorar a Deus. Obviamente, não será perfeito tal louvor; contudo, vindo de pecadores nunca será perfeito em lugar algum – então, o importante é louvar do jeito em que estamos. Não seria este um ensino positivo?
Os judeus no exílio, “enquanto penduravam suas harpas nos salgueiros, e lamentavam o santo templo em ruínas, a luz da verdade brilhava por meio deles, e difundia-se entre as nações o conhecimento de Deus”, observa Ellen White.
Portanto, mesmo sendo desafiador o cativeiro, teve vários aspectos positivos. Ainda rendeu um Salmo para lermos e estudarmos; portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 136 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 136 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/136
Ao estudarmos a estrutura e o conteúdo deste Salmo, podemos extrair algumas práticas que podem ser incorporadas a nossos cultos modernos:
1. O Salmo é participativo. Com a repetição, em cada verso, do refrão sobre o amor misericordioso de Deus, esta estrutura parece ter sido concebida de forma que a congregação pudesse facilmente cantá-la como resposta.
2. O Salmo usa a repetição. Do bebê aprendendo a falar ao adulto querendo memorizar um número importante, a repetição é um dos métodos de aprendizagem mais comumente usados. Depois de cantar este Salmo, não há dúvida de que cada adorador, do mais novo até o mais velho, saíam impressionados com a verdade de que “o amor de Deus permanece para sempre.” Embora a Bíblia advirta contra a repetição vã ou sem sentido, este Salmo ilustra como a repetição pode ser utilizada de uma forma positiva.
3. O Salmo conta uma história. Contar histórias é uma das melhores maneiras de transmitir emoção. E existe história melhor para contar do que um testemunho? Isto é exatamente o que os judeus fazem neste Salmo, ao contar como Deus os conduziu no passado.
Ao nos reunirmos para congregar utilizemos também alguns dos recursos de comunicação utilizados neste Salmo a fim de tornar mais significativo nosso culto de adoração a Deus.
Lori Futcher
Escritora e Editora
Cleveland, Tennessee, Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/136
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli
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325 palavras
Introdução. O Salmo 136 é conhecido entre os judeus como o grande Hallel. O refrão recorrente “porque a Sua misericórdia dura para sempre” sem dúvida era cantado como uma resposta pelos adoradores ou pelo coral do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1035.
1 Sua misericórdia dura para sempre. Literalmente, “para a eternidade, o Seu amor”. A palavra traduzida como “misericórdia” é chesed, que significa “amor divino”. O refrão é repetido em cada verso deste cântico. CBASD, vol. 3, p. 1035.
A palavra aqui traduzida “misericórdia” tem um significado mui profundo; é quase impossível traduzi-la adequadamente, porque descreve o âmago da natureza de Deus. É bondade, benignidade, amor, graça, favor, fidelidade e longanimidade. Só na pessoa de Jesus Cristo podemos compreender este amor persistente. Só pelo poder do Espírito Santo podemos deixar esta misericórdia crescer em nós (Gl 5:22-23). Bíblia Shedd.
10-25. A bondade de Deus é demonstrada quando Seu poder se emprega em atos de salvação. Bíblia Shedd.
11 Tirou a Israel. O faraó e os feitores estavam decididos a não permitir que os filhos de Israel deixassem sua servidão no Egito. No entanto, quando o Senhor planejou e prometeu libertar Seu povo, e Seu povo cooperou, não houve poder na terra que pudesse resistir-Lhe. Quando o orgulhoso monarca O deafiou e se recusou a cooperar, agiu para sua própria destruição. CBASD, vol. 3, p. 1035.
23-25 O povo que Deus resgatou pode confiar nEle para animar os abatidos, libertar os cativos e garantir o indispensável para satisfazer as necessidades diárias. […] O resumo disto se acha nestas palavras: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará com Ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Bíblia Shedd.
23 Nosso abatimento. Israel foi humilhado com o cativeiro e a escravidão no Egito; no entanto, o Senhor não o esqueceu na angústia. É confortante saber que o Senhor não se esquece dos que caem em aflição, enfermidade ou pecado, mas envia auxílio e livramento. CBASD, vol. 3, p. 1035.
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“Oh! Tributai louvores ao Deus dos céus, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.26).
Conforme o dicionário, misericórdia significa “Sentimento de pesar ou de caridade despertado pela infelicidade de outrem; piedade, compaixão”. Dentro deste contexto, podemos extrair uma lição tremenda sobre este atributo divino. Diante da nossa condição como pecadores, que não possuem em si mesmos merecimento algum do amor de Deus, a misericórdia divina é uma dádiva inigualável. O nosso Deus, “Senhor dos senhores” (v.3), “que com entendimento fez os céus” (v.5), “que estendeu a terra sobre as águas” (v.6), é O mesmo que convoca o Seu povo dos últimos dias: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
O Senhor Se compadece de nós justamente porque somos infelizes, somos miseráveis. Referindo-se à última igreja em Apocalipse, Cristo descreveu a sua condição, chamando-a, primeiramente de “infeliz” (Ap.3:17). Interessante que a descrição de Laodiceia até transmite a conotação de uma igreja que está feliz com o que é e com o que possui: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap.3:17). Mas a primeira coisa que Jesus diz a respeito dela é: Você é infeliz!
Quando continuamos lendo o texto sobre a iludida igreja, percebemos que Jesus não estava condenando-a por causa de sua infelicidade, mas aconselhando, repreendendo e convidando para um relacionamento pessoal com Ele. Observe os versos seguintes e as palavras mais ricas em misericórdia: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). O nosso Criador deseja que aceitemos o Seu convite redentivo para, muito em breve, termos moradia no lar do “Deus dos céus” (v.26).
As misericórdias de Deus se renovam a cada manhã (Lm.3:23). A cada amanhecer, recebemos do Senhor o único remédio para a nossa infelicidade: as Suas misericórdias. Como membros da última igreja profética, somos chamados para a vitória. As “grandes maravilhas” (v.4) de Deus só serão realizadas nestes últimos dias na vida daqueles que reconhecem a misericórdia divina e aceitam a Sua repreensão. Ele deseja nos tirar da condição de mornos “vomitáveis” (Ap.3:16) para a condição de príncipes vitoriosos: “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se Comigo no Meu trono, assim como também Eu venci e Me sentei com Meu Pai no Seu trono” (Ap.3:21).
Na geração do “não me julgue”, que estejamos atentos às admoestações do Senhor. Porque Ele não nos repreende para nos condenar, mas para nos salvar, porque nos ama (Ap.3:19). Aceitemos as misericórdias do Senhor a cada dia em nossa vida, e de infelizes e miseráveis, seremos felizes e vitoriosos.
Querido Pai, quando olho para trás e lembro das vezes em que fui repreendida ou advertida por Ti através de Teus servos e de Tua Palavra, só posso declarar que a Tua misericórdia dura para sempre! Que o Teu Espírito nos conceda um coração humilde e sensível para reconhecer a nossa condição e buscar em Cristo a mudança que tanto necessitamos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vitoriosos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos136 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 136 – O amor de Deus atrai àqueles que estão tomados de pavor pela condenação por conta de seus pecados. Compassivamente, Deus oferece perdão aos condenados que merecem a execução de morte por suas transgressões e quebra da Lei Moral legislada pelo Soberano do Universo. Esse Deus merece nossa devoção, louvor e adoração.
Por isso, no Salmo em questão sobressai o imperativo “Deem graças ao Senhor…”. Relacionado com uma justificativa “o Seu amor dura para sempre”.
Uma análise nesse aparente Salmo simples nos mostrará o maravilhoso caráter divino, respondendo à pergunta “Quem é esse Deus que devemos render graças?”
• Deus é bom, benevolente, compassivo, atencioso.
• Deus é amor, Seu amor é eterno, duradouro, estável… tornando Sua compaixão inabalável.
• Deus é o Criador, criou os Céus, a Terra, o sol, a lua e as estrelas; enfim, o Universo existe porque Deus existe.
• Deus é Libertador, libertou Israel do Egito com poder e força sobrenatural, através de grandes milagres/maravilhas como a travessia do mar vermelho a seco.
• Deus é Protetor, pois derrotou àqueles que oprimiam e arrogantemente intentavam destruir ao Seu povo.
• Deus é Provedor, pois fornece alimento aos seres vivos, demonstrando Sua providência, liderança, guia e cuidado pela criação e por Seu frágil e vulnerável povo.
• Deus é soberano, Sua supremacia sobressai sobre todos os outros deuses ou autoridades.
Por tantos motivos claros e evidentes Deus é digno de gratidão e louvor. O Deus Supremo é bom, amoroso, Criador, Libertador, Protetor, Provedor, que demonstra Seu amor eterno e Sua ação misericordiosa ao longo da história, tanto na criação como na salvação de Seu povo. Isso é mais que suficiente para justificar a gratidão e a ação de graças atribuídas a Ele no Salmo 136.
O Salmo 136 cita a frase “o Seu amor dura para sempre!” 26 vezes – uma vez em cada verso. Essa frequência poética é conhecida como “anáfora”, uma figura de linguagem usada com propósito retórico e litúrgico.
• Reforço à mensagem do Salmo: O amor de Deus é permanente e constante.
• Elemento litúrgico: A congregação participava respondendo ao líder do culto.
• Ênfase na história da redenção: Salienta a continuidade do amor divino na história.
• Assimilação: Através da memorização, adoradores lembram as ações amorosas de Deus.
Temos razões para reavivar nossa devoção a Deus! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 135 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 135 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/135
Enquanto servia como missionária, deparei-me com imagens modernas esculpidas em todo o mundo: um Jesus mudo de plástico envolto em luzes de Natal ao lado de um caminho na montanha. Uma Maria cega de gesso desmoronando sob os beijos de fervorosos aposentados. Um Buda surdo aparentemente rindo das tristezas dos adoradores fiéis.
Poderíamos descartar essa fé primitiva, exceto que nós também nos curvamos – de boa vontade – aos nossos próprios ídolos: um carro conquistado com muito esforço, um vício secreto, uma tela brilhante.
Salmo 135 suplica a todos os adoradores, sejam antigos ou modernos: Venham, vamos adorar o Deus que nos criou, em vez dos deuses que nós mesmos criamos.
Tente procurar todas as referências cruzadas do Salmo 135. Você descobrirá que o autor criou uma colcha de retalhos inspirada de imagens e frases de outras partes das Escrituras (ver Salmo 115, por exemplo). O resultado é uma lista poética de razões convincentes para adorar apenas o nosso Deus Criador.
Ele é bom (versículo 3).
Ele nos valoriza (4).
Ele reina acima de todos os deuses (5).
Ele governa a natureza (6, 7).
Ele é o Deus da vitória (8-12).
Ele nos salva (13, 14).
E diferentemente dos ídolos fracos, Ele está vivo (15-18). Seus olhos nos veem, Seus ouvidos nos ouvem e Sua boca fala diretamente ao nosso coração. Dai glória a Ele!
Becky Scoggins
Editora freelancer, Hutchinson, Minnesota
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/135
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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363 palavras
Hino de Louvor. A grandeza do Senhor é intensamente contrastada com os deuses de outras nações, ídolos sem poder. O Deus vivo age na história: ele criou o mundo, interveio em favor de seu povo e os conduziu em segurança à terra prometida. Os ídolos, em contrapartida, não têm poder nenhum (v. 15-17). No centro do poema está a manifestação do poder milagroso de Deus, o dom da terra e a salvação do povo da aliança (v. 8-14). O verdadeiro Senhor deve ser louvado (v. 1-4, 19-21). Os v. 15-20 são semelhantes a 115:4-11. Bíblia de Estudo Andrews.
Introdução. O Salmo 135 é um apelo para louvar ao Senhor por causa do que Ele fez por Seu povo e por causa do que Ele é para Seu povo. A primeira seção (v. 1-14)contém uma exortação para louvar ao Senhor por Sua bondade. A isto se segue uma denúncia aos ídolos e outra exortação para que o nome de Deus seja exaltado (v. 15-21). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1033.
2 Vós que assistis. Um chamado especialmente aos sacerdotes e ministros (ver com. dos v. 19, 20). CBASD, vol. 3, p. 1033.
4 Possessão. Do heb. segullah, “propriedade pessoal” (ver Dt 7:6, 7; 14:2; cf. 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 1033.
5 Acima de todos os deuses. Os outros deuses não possuem existência real (ver v. 15-18). CBASD, vol. 3, p. 1033.
8 Feriu aos primogênitos. As pragas do Egito foram uma poderosa manifestação da soberania de Deus. A décima praga foi especialmente severa e impressionante (ver com. de Êx 12:29). CBASD, vol. 3, p. 1033.
11 Seom … Ogue. Seom e Ogue tentaram interromper a viagem dos israelitas para a Palestina (Nm 21:21-35; Dt 2:30-37; 3:1-13). CBASD, vol. 3, p. 1033.
12 Herança. Os territórios de Seom e Ogue foram ocupados pelos rubenitas, gaditas e a meia tribo de Manassés (Nm 32:33). CBASD, vol. 3, p. 1033.
14 julga. “Defende”, “vinga”. Bíblia de Estudo Andrews.
19 Casa de Arão. Os sacerdotes (ver Êx 29:9). Aqueles que ocupam um alto posto espiritual devem ser os primeiros a receber as bênçãos de Deus.CBASD, vol. 3, p. 1034.
20 Casa de Levi. Quando Israel caiu em idolatria e Moisés fez um chamado para os que estavam do lado do Senhor, todos os filhos [descendentes] de Levi atenderam (ver com. de Êx 32:26) e foram separados para o santo serviço (ver com. de Nm 18:6). CBASD, vol. 3, p. 1034.