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Texto bíblico: SALMO 107 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 107 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/107
Quando o problema envolve os filhos de Deus, Ele ouve os seus gritos e os resgata da angústia.
- Você está perdido em um terreno baldio emocional, sedento de graça e faminto de esperança? Deus pode libertar você, estabelecendo seu coração em segurança, satisfazendo sua alma com coisas boas. Agradeça!
- Você está atolado na mais sombria escuridão, prisioneiro de seus próprios vícios e erros? Deus pode tirar você das trevas e remover seus grilhões, libertando seu coração cativo. Agradeça!
- Seu corpo está atormentado pela doença, aproximando-se cada vez mais da porta da morte? Deus pode curá-lo, resgatando-o da sepultura que acena. Agradeça!
- As tempestades financeiras e relacionais ameaçam sua família? Deus ainda pode enfrentar as tempestades iminentes em sua vida. Agradeça!
Não importa os desafios monstruosos que você enfrenta, deixe a mensagem melódica do Salmo 107 proporcionar consolo: Deus é especialista em operações de SOS. Ele está constantemente em missões de busca e salvamento, buscando o que está em perigo. Confie em Seu coração salvífico.
Depois de resgatado, nunca se esqueça: você tem uma história para contar, uma história que só seu coração pode contar. Agradeça por Seu amor infalível e conte Suas obras maravilhosas. Que todos os sábios ponderem o grande amor do Senhor!
Lori Engel
Capelã (atualmente com necessidades especiais)
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/107
Tradução: /Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli
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791 palavras
O Salmo 107 inicia o Livro Cinco do livro dos Salmos (ver p. 705). Em questão de beleza poética este poema se classifica entre as mais sublimes produções da literatura. Sua construção é singular e foi composto para ser cantado alternadamente. As estrofes são simétricas. Primeiro há uma descrição da calamidade, então um clamor por auxílio seguido de resposta imediata. segue-se, então, um chamado ao agradecimento complementado pelo motivo do chamado. Os duplos refrões com suas variações são muito sugestivos (ver v. 6-9, 13-16, 19-22 e 28:32). Depois da introdução (v. 1-3), em que os redimidos são convidados a louvar a Deus, o salmista apresenta quatro sequências marcantes de pensamentos em quatro estrofes. A primeira estrofe (v. 4-9) descreve o cuidado de Deus com os peregrinos no deserto. A segunda (v. 10-16) retrata a Deus como o libertador de prisioneiros. A terceira estrofe (v. 17-22) define a Deus como o grande médico. A quarta (v. 23-32) apresenta a Deus como soberano do mar. Neste ponto a estrutura literária do poema é alterada. Os v. 33 a 42 falam da bênção que sobrevêm aos justos e da maldição como porção dos perversos. O salmo termina com um apelo para que o sábio reflita sobre os fatos apresentados e compreenda melhor a benignidade de Deus (v. 43). CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 980.
1 Bom. Do heb. tov. A bondade é um dos grandes atributos de Deus. Deus não é somente bom, mas é também a fonte da qual flui toda a bondade. CBASD, vol. 3, p. 980.
Misericórdia. Do heb. chesed, “amor divino” … O salmista estava consciente de que a bondade e a misericórdia de Deus o acompanhavam constantemente (ver com. do Sl 23:6). CBASD, vol. 3, p. 980.
2 Digam-nos os redimidos. Embora os seres humanos tenham se vendido ao adversário por meio de seus pecados, o Céu pagou um preço infinito para comprá-los de volta (ver GC, 416). Os redimidos de todos os povos têm motivos para dizer que Deus é bom e que a Sua misericórdia dura para sempre. Deveríamos contar o que Deus tem feito por nós com mais fervor, e o amor por Ele se aprofundará na medida em que é expressado (ver PJ, 298). CBASD, vol. 3, p. 980.
5 Desfalecia neles a alma. Esta é uma descrição gráfica da condição do povo no deserto. O desespero os dominou devido às lamentáveis circunstâncias. Tal condição não convém aos redimidos. Deus deseja que Seu povo seja alegre. Para aqueles que afirmam confiar nEle, “o desânimo é pecaminoso e irrazoável” (PR, 164). CBASD, vol. 3, p. 980.
7 Caminho direito. O caminho direito é o caminho reto. Os caminhos do pecado são tortuosos. O caminho reto é o mais fácil e rápido para o lar celestial. CBASD, vol. 3, p. 980.
8 Rendam graças. Recordar o que Deus fez ao resgatar o ser humano da escravidão do pecado e não harmonizar as vozes em adoração e gratidão Àquele que fez tantas maravilhas certamente é uma demonstração de ingratidão. CBASD, vol. 3, p. 980.
10 Assentaram nas trevas. Ver com. de Sl 23:4. As prisões antigas eram, geralmente, galerias escuras, e os pés e mãos dos prisioneiros eram presos a grilhões de ferro. Numa cela escura e triste o acusado esperava sua sentença. Esta é uma ilustração de todos os filhos de Adão antes que o grande Libertador viesse para abrir as portas da prisão e os libertasse. A obra do Redentor era abrir a prisão aos que estavam presos e proclamar liberdade aos cativos (ver Is 61:1; Lc 4:17, 18). CBASD, vol. 3, p. 981.
11 Desprezado o conselho. Eles não apenas desobedeceram; eles desprezaram o conselho de Deus. Quando as pessoas e as nações não seguem o plano de Deus e são infiéis a Ele, trazem sobre si perplexidade e problemas. CBASD, vol. 3, p. 981.
21 Rendam. Ver com. do v. 8. Por que as pessoas não louvariam tão grande Deus, médico e doador da vida? É difícil compreender por que pessoas pelas quais Deus fez tanto se esquecem de Sua misericórdia. Quando o Mestre andou pelas planícies da Palestina e curou todo tipo de enfermidade, deparou-Se constantemente com a ingratidão. Ele perguntou: “Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove?”Apenas um leproso voltou para agradecer, e ele era um samaritano (Lc 17:15-18). CBASD, vol. 3, p. 981.
22 Ações de graças. Do heb. todah, “canção de ação de graças”. Quando acompanhada do repúdio ao pecado, representa confissão. CBASD, vol. 3, p. 981.
30 Desejado porto. Ao leme há um capitão que conduz os seres humanos em segurança ao porto celestial, para alegria deles. CBASD, vol. 3, p. 982.
34 Deserto salgado. Do heb. melechah, “sabor salgado”, “região salgada”. Quando um inimigo desejava destruir um local e torná-lo improdutivo, ele o cobria com sal (ver Jz 9:45; cf. Gn 19:24-28). CBASD, vol. 3, p. 982.
39 Reduzir-se. As pessoas se tornam orgulhosas com seu sucesso material quando não reconhecem a Deus como aquele que produz o crescimento. Deus os humilha com a pobreza com o intuito de salvar-lhes a alma. CBASD, vol. 3, p. 982.
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“Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações” (v. 6, 19 e 28).
Por mais que saibamos que neste mundo teremos aflições, nunca estamos suficientemente preparados para enfrentá-las. Elas nos causam uma sensação de impotência, tristeza e desânimo. Todos nós passamos por momentos angustiosos e, muitas vezes, difíceis de entender. Alguns acontecem não por nossa própria vontade. Outros são resultado de nossa própria insensatez. Porém, apesar de nos serem agentes negativos, há uma promessa divina que faz com que possamos enxergar uma luz no fim do túnel: “Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra” (Sl.34:19).
Cristo mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:31). Os “remidos do Senhor” (v.2) não estão livres de passar por tribulações. Lembremos que ainda somos pecadores e que este mundo não é o Céu. Estamos sujeitos a passar “pelo vale da sombra da morte” (Sl.23:4), mas precisamos confiar de que o Senhor Deus está conosco e que usará a Sua vara e o Seu cajado para nos consolar.
Quantas vezes causamos o nosso próprio infortúnio por andar “errantes pelo deserto” (v.4). O deserto não surge em nossa vida para nos fazer cair, e sim para nos educar e fortalecer. Lembrem do exemplo de Cristo (Mt.4:1-11). O que vai tornar o nosso deserto em bênção ou maldição são as nossas escolhas. Somos livres para escolher andar “por ermos caminhos” (v.4), ou ser conduzidos por Deus “pelo caminho direito” (v.7). Somos livres para escolher nos rebelar “contra a palavra de Deus” (v.11), ou por ela sermos sarados e libertos do poder da morte (v.20). Somos, pois, livres para escolher entre a insensatez (v.17) e a sabedoria (v.43).
A segunda voz angélica nos faz uma séria e urgente advertência: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). Babilônia representa um sistema religioso que ensina o engano, um falso sistema de adoração. E o Senhor, por intermédio do Seu profeta, nos faz o seguinte chamado: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Um apelo semelhante é feito em Apocalipse 18:4, quando o quarto anjo anuncia a mensagem do Senhor: “Retirai-vos dela [Babilônia], povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”.
Amados, Deus não permite que sejamos tentados além das nossas forças (1Co.10:13). E nem que sejamos provados se não for para o nosso crescimento e amadurecimento cristão. Jesus tornou-se semelhante a nós e como homem venceu as tentações e suportou as provações para nos deixar exemplo de que, se seguirmos os Seus passos, como Ele e com Ele, sairemos “vencendo para vencer” (Ap.6:2).
Portanto, rendamos “graças ao Senhor por Sua bondade e por Suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (v.8, 15, 21, 31) e “[tenhamos] por motivo de toda alegria o [passarmos] por várias provações, sabendo que a provação da [nossa] fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). E qual é a perseverança dos santos? “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). E aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). “Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do Senhor” (v.43).
Senhor, nós Te louvamos por Tua bondade e misericórdia! Unge-nos com Tua sabedoria e guia-nos em Teu caminho direito. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, sábios de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos107 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 107 – Render graças a Deus é uma atitude que deve ser educada. Os Salmos nos instigam a louvar, exaltar e glorificar a Deus. Os imperativos no Salmo em apreço devem levar-nos para além da reflexão – devemos tomar atitude, e partir para a ação intensa.
São vários os motivos que temos para agradecer a Deus; o Salmo 107 cita pelo menos 5:
• Resgate dos perdidos: Pessoas em situações difíceis, como errantes no deserto, famintas e sedentas, experimentaram o resgate provido por Deus em suas angústias, guiando-as para um lugar de habitação segura (Salmo 107:1-9).
• Libertação dos aprisionados: Pessoas que foram presas devido às Suas transgressões clamaram a Deus e Ele as libertou das trevas e das correntes, demonstrando Sua misericórdia e bondade (Salmo 107:10-16).
• Cura dos enfermos: Pessoas sofrendo por causa de suas próprias ações, à beira da morte, devido às suas próprias iniquidades, que mesmo moribundas clamaram a Deus… foram atendidas, curadas e libertas da morte iminente (Salmo 107:17-22).
• Livramento marítimo: Os marujos enfrentam adversidades em alto mar; ao clamarem a Deus em meio às fortes e violentas ondas, Ele acalmou as tempestades, trazendo-os em segurança ao porto desejado (Salmo 107:23-32).
• Benção sobre a terra árida: Deus transformou a terra árida em terra fértil, abençoando Seu povo com abundantes colheitas. Isso revela o cuidado de Deus, proporcionando ao Seu povo sustento e prosperidade (Salmo 107:33-38).
Deus age em favor dos que O reconhecem como Senhor; entretanto, coloca-Se contra os que se rebelam contra Ele (Salmo 107:39-42). Por isso, no auge do Salmo 107, sua conclusão atinge profundamente o nosso coração: “Reflitam nisso os sábios e considerem a bondade do Senhor”. O verso 43 deste salmo merece nossa atenção:
• Como em cada situação crítica Deus responde com amor e compaixão, demonstrando Sua bondade infinita, devemos recorrer sempre a Ele; não correr dEle – o que é loucura!
• A proposta do último versículo é chamar-nos à sabedoria que ultrapassa o conhecimento intelectual, alcançando compreender profundamente nossa necessidade de um Deus cheio de amor, que age em nosso favor.
• Através da meditação sobre a bondade divina, podemos fortalecer nossa fé e confiança em Deus, reconhecendo Sua soberania e cuidado constante – do qual somos miseravelmente carentes.
Enfim, quando refletimos sobre os resgates, curas, libertações e bênçãos, somos movidos ao reavivamento! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 106 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 106 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/106
Que tipo de desculpas você dá para seus pecados? Lembro-me de brigar com meu irmão quando éramos crianças. Minha única defesa para escapar da punição era: “ele me provocou!” Meus pais às vezes acreditavam em mim e não me castigavam, mas Deus não. Brigar com meu irmão ainda era errado. Danificava nosso relacionamento. Nós dois precisávamos aprender a nos voltarmos para Deus, em vez de nos provocarmos.
Felizmente, Deus não retalia quando provocado. O Salmo 106 é um relato das coisas que o povo de Deus fez de errado e como eles se esqueciam continuamente de todas as coisas boas que Deus estava fazendo por eles. Ele permitiu que as consequências de seus atos viessem sobre eles para que aprendessem de seus erros, mas sempre buscava consertar o relacionamento. A palavra “no entanto” aparece mais de uma vez no Salmo 106. “No entanto” diz algo sobre quem é Deus, independentemente da provocação. Ele não muda quando é provocado. Ele continuava oferecendo a salvação por causa de quem Ele é. “No entanto, ele os salvou por causa de seu nome, para que ele fizesse com que seu poderoso poder fosse conhecido.” Salmo 106:8.
Permita que os outros vejam o amor de Jesus brilhando através de você, mesmo quando você é provocado. Ame as pessoas, a despeito das falhas delas.
Karen D. Lifshay
Hermiston, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/106
Tradução: /Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli
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375 palavras
O Salmo 106 é considerado uma continuação do Salmo 105. É um hino nacional de Israel e, como o Salmo 105, revê os primórdios da história de Israel para mostrar a fidelidade de Deus à aliança. No entanto, há uma diferença: este salmo revela a crônica infidelidade de Israel e as terríveis consequências que a nação sofreu em decorrência de seus pecados. Comentário Adventista, vol. 3, p. 976.
7 Não atentaram. A falta de cuidadosa análise dos juízos de Deus sobe o Egito levou os pais a se esquecerem da misericórdia divina (ver Dt 32:28, 29). Como os israelitas, estamos prontos a aceitar as bênçãos de Deus como algo comum e corriqueiro, não permitindo que estes símbolos de beneficência façam impressões duradouras em nós. Comentário Adventista, vol. 3, p. 976.
13 Cedo, porém, se esqueceram. Os sucessivos pecados relembrados no salmo seguem sem transição formal. … O efeito … é dar a impressão de uma lembrança incessante dos pecados históricos de Israel, como se o povo estivesse se apresentando para fazer uma confissão completa. Comentário Adventista, vol. 3, p. 976.
Não aguardaram. Sempre que falhamos em esperar que Deus revele Seus planos para nós, entramos em dificuldades. Comentário Adventista, vol. 3, p. 976, 977.
16 Santo. O grupo insatisfeito protestava que toda a congregação era santa (ver Nm 16:3). Comentário Adventista, vol. 3, p. 977.
10 A glória de Deus. O contraste entre a glória de Deus e um animal irracional comendo grama é surpreendente. Comentário Adventista, vol. 3, p. 977.
26 De mão erguida. Deus é descrito em, em linguagem humana, como um homem que ergue a mão ao proferir um julgamento (ver êx 6:8, onde “jurei” é, literalmente “ergui minha mão”). Comentário Adventista, vol. 3, p. 977.
37 Imolaram. A adoração a Moloque envolvia sacrifícios humanos (Ver com. de Lv 18:21; 1Rs 11:7). Este era um dos rituais mais abomináveis dos pagãos. Comentário Adventista, vol. 3, p. 977.
45 Lembrou-Se. Isto não indica que Deus tenha Se esquecido de Sua aliança. A palavra hebraica para “lembrar” frequentemente significa mais que uma retenção consciente, ou a recordação súbita de um fato que foi esquecido. Com frequência, a palavra denota a ação que ocorre porque uma circunstância é “lembrada”. Deus age de acordo com as estipulações da aliança. Comentário Adventista, vol. 3, p. 977.
18 Aleluia! Apesar do longo relato de teimosia, rebelião e pecado de Israel, o salmista termina com uma nota de gratidão pela misericórdia de Deus. Comentário Adventista, vol. 3, p. 977.
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“Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo” (v.3).
Humilhados à condição de escravidão, os filhos de Israel sofreram 400 anos sob a tirania de um monarca cujo objetivo principal era engrandecer o seu reino sobre todos os outros. Ouvindo o clamor de Seu povo oprimido, o Senhor suscitou os irmãos Moisés e Arão a fim de guiá-los de volta à terra que antes havia prometido por intermédio de Abraão. Pela dureza do coração de Faraó, grandes sinais e prodígios deixaram o grande reino do Egito em ruínas, abrindo caminho aos hebreus para seguir em liberdade ao destino prometido.
As vozes, porém, que antes haviam se erguido em clamor e súplica, encurralados entre os inimigos e o Mar Vermelho, logo se esqueceram das pragas que apenas com os olhos contemplaram, erguendo-se em ofensas e acusações contra a liderança de Moisés. Mais uma vez, o Senhor manifestou o Seu poder abrindo caminho seco no improvável e destruindo aos que os ameaçavam. “Então, creram nas Suas palavras e Lhe cantaram louvor. Cedo, porém, se esqueceram das Suas obras e não Lhe aguardaram os desígnios” (v.12-13).
O salmista apresentou uma lista dos pecados de Israel. Vejamos: ingratidão (v.13), desobediência (v.14), cobiça (v.15), inveja (v.16), idolatria (v.19), murmuração (v.25), rebeldia (v.33), jugo desigual (v.35), infanticídio e culto aos demônios (v.37). De forma que Deus “abominou a Sua própria herança e os entregou ao poder das nações” (v.40-41). Os grandes milagres realizados a favor de Israel certamente podem ser classificados dentre as maiores maravilhas já realizadas à vista dos homens. As pragas derramadas sobre o Egito, a abertura do Mar Vermelho, a coluna de nuvem durante o dia, a coluna de fogo à noite, o maná, a fonte de águas direto da rocha, os livramentos quanto aos inimigos que os assediavam, são exemplos da misericórdia do Senhor sobre um povo que constantemente O provocava à ira (v.29), por rejeitar as Suas leis e estatutos.
Uma sociedade sem leis é passível de desordem e toda sorte de hediondos resultados. É do intuito de Satanás promover tamanha ruína sobre o mundo, lançando sobre a Terra as sementes do engano e do desprezo pela verdade com o mesmo afinco com que instigou Israel a pecar. Ao seus agentes humanos apontarem para a Palavra de Deus como uma obra antiquada e passível de mudanças, a autoridade e a Lei de Deus são negadas e rebaixadas à condição de um mero livro de aleatória consulta.
Neste tempo em que “Satanás está exercendo o seu poder”, com suas malignas visitações cada vez “mais frequentes e desastrosas” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p.594), o maior perigo para a nossa vida e para a nossa família está em afastar-nos das verdades que, por sua eficácia pela e fidelidade de Seu Autor, são a nossa única salvaguarda. Aproxima-se o momento em que pela lealdade e obediência dos filhos de Deus, estes receberão sobre si a acusação de serem a causa das calamidades finais.
Quando for assinado o decreto que nos obriga a honrar um sábado ilegítimo, que nossa vida assinale o testemunho da “perseverança dos santos” (Ap.14:12). Esta será precisamente a prova final que definirá “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18).
Pai Celestial, não queremos ser rebeldes à Tua Palavra, nem andarmos em conformidade com este século. Por isso, Te clamamos pela transformação do nosso caráter mediante a renovação da nossa mente, a fim de que experimentemos a Tua boa, agradável e perfeita vontade, e assim perseveremos até que o Senhor volte. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos106 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 106 – Este Salmo apresenta uma narrativa inspirada que reflete com maestria a natureza cíclica do relacionamento do pecador com o santo Deus. Ele demonstra como, apesar das falhas e erros cometidos pelas pessoas, Deus persiste em revelar Seu gracioso amor e imensurável fidelidade. Isso pode ser entendido como lembrete da importância da humildade, da confiança que devemos ter nesse Deus com tal perfil, e da busca pela reconciliação em momentos de vacilo espiritual e afastamento de Deus.
Antes de oferecer 7 pontos para o Salmo em pauta, Warren Wiersbe declara que o Salmo “começa com o êxodo e termina com o cativeiro na Babilônia e, no centro da lista, coloca a rebelião de Israel em Cades-Barnéia. O salmista não apresenta esses acontecimentos organizados na ordem em que ocorreram, pois seu propósito não é ensinar cronologia, mas sim teologia”.
• Uma fé jubilosa (Salmo 106:1-6).
• Começos triunfantes (Salmo 106:7-12).
• Um declínio perigoso (Salmo 106:13-23).
• Um fracasso trágico (Salmo 106:24-27).
• Uma desobediência custosa (Salmo 106:28-33).
• A rebelião repetida (Salmo 106:34-46).
• A disciplina final (Salmo 106:47).
É nítido que o Salmo 106 nos lembra da necessidade de reconhecer nossas limitações, falhas e erros, e convida-nos a exercer a humildade. A vida moderna e a visão corrompida da religião focada meramente em regras leva-nos muitas vezes a esquecer a importância da gratidão pelas bênçãos e pela oportunidade de correção e crescimento.
• Assim como o Salmo relembra a história israelita, nós como cristãos (e especialmente adventistas), podemos refletir sobre nossa própria jornada e reconhecer os momentos em que afastamo-nos de Deus e dos Seus valores e propósitos para nós.
• O padrão de Deus demonstrando perdão, amor e fidelidade apesar de nossas mais crassas falhas podem moldar-nos no relacionamento interpessoal. Aprendendo a ser tolerantes, misericordiosos e a perdoar mantendo o vínculo afetivo cristão em nossas relações contribui para uma convivência mais harmoniosa, prazerosa e enriquecedora.
• O Salmo 106 também ressalta a esperança de renovação e reconciliação. Nos momentos críticos da vida ou de apostasia da verdade ou mesmo afastamento de Deus, podemos encontrar inspiração na narrativa de Deus restaurando a relação com o povo de Israel – buscaremos força e renovação em nossa oscilante, vacilante e titubeante jornada espiritual.
Os Salmo 105 e 106 estão unidos tematicamente, juntos promovem adoração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.