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Texto bíblico: SALMO 115 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 115 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/115
Os homens são moldados à imagem de seus ídolos. Notoriamente, os jovens que idolatram ídolos tendem a se vestir como eles. Mas este é apenas um exemplo superficial de uma verdade profunda. Nossos ideais se assemelham mais com um céu de latão do que com um teto de vidro. O que estou dizendo é que não vamos além dos nossos ideais morais.
Há uma religião oriental, na qual a divindade “misericordiosa” queima sadicamente os pecadores, provocando as suas agonias. Não é de se espantar que a violência doméstica nessa religião seja proverbial. Quando esse é o seu ideal moral, seu caráter fica distorcido.
Davi escreveu sobre essa ideia. “[Seus ídolos] têm mãos, mas não podem apalpar. Têm pés, mas não andam. Nem falam. . . Tornem-se como eles aqueles que os fazem e todos os que neles confiam.” O salmista não quis dizer que os idólatras estão em estado catatônico. Em vez disso, ele explicou que os nossos ideais nos limitam. Eles nos silenciam. Eles nos aterram. Como ídolo, é isso que o dinheiro pode fazer. É isso que o esporte pode fazer. É isso que o poder pode fazer. Isso é o que um parceiro sexual pode fazer.
Mas quando Jesus é o nosso ideal, os limites evaporam-se. “Confie no Senhor, ó Israel! Ele é o seu socorro e o seu escudo.”
Eugene Prewitt
Diretor do Centro de Treinamento BE WELL em Sitakunda, Bangladesh.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/115
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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314 palavras
Introdução. O Salmo 115 apresenta a insensatez da adoração aos ídolos, que são obras das mãos humanas. O salmista exorta a todos os fiéis que exortem e louvem ao Deus vivo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 993.
1 Não a nós. O salmista deseja que Deus deixe de ser insultado e ridicularizado pelos pagãos. As pessoas estão sempre dispostas a louvar a si mesmas ou a serem louvadas por outros lábios. … Devido à tendência do coração humano ao orgulho, somos aconselhados a nos acautelarmos de “fazer ou receber lisonjas ou louvores”. CBASD, vol. 3, p. 993, 994.
8 Semelhantes a eles. Uma pessoa não se elevará mais do que o objeto de sua adoração (ver PP, 19). CBASD, vol. 3, p. 994.
10 A casa de Arão. Isto é, os sacerdotes. Como líderes espirituais e professores, os sacerdotes deveriam dar um exemplo de firme confiança no Senhor. CBASD, vol. 3, p. 994.
16 Deu-a Ele. Deus criou a Terra para ser o local de habitação do ser humano (ver Gn 1:28; Is 45:18). “Deus fez o mundo para ampliar o Céu. Ele desejava uma família maior” (EGW, RH, 25/06/1908). Este mesmo planeta será o último lar dos redimidos. Ele prometeu que os mansos “herdarão a terra” (Mt 5:5). CBASD, vol. 3, p. 994.
17 Não louvam. Os mortos estão num estado inconsciente e permanecem alheios a tudo o que acontece na terra ou no Céu. “Os mortos não sabem coisa nenhuma” (Ec 9:5; cf. Sl 146:4; 1Ts 4:13-17). A afirmação do salmista nega o conceito popular de que, na morte, a alma do ser humano sai do corpo e existe num estado de felicidade consciente nas esferas do alto. Seria natural que as almas dos redimidos estivessem ávidas para render louvores a Deus, que lhes elaborou tão maravilhosa redenção. No entanto, os mortos “dormem” inconscientemente nos túmulos e não podem louvar. CBASD, vol. 3, p. 994.
18 Para sempre. Isto é, enquanto haja vida, porque os mortos não bendizem ao Senhor (ver v. 17). CBASD, vol. 3, p. 995.
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“Confiam no Senhor os que temem o Senhor; Ele é o seu amparo e o seu escudo” (v.11).
Em humilde súplica, o salmista aponta para o “Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15) como o único digno de glória e louvor. A aparente manifestação da misericórdia e da fidelidade de Deus para com o Seu povo é reclamada como prova de Sua existência e da inutilidade dos ídolos pagãos. Este Salmo reforça a autoridade dos dois primeiros mandamentos do decálogo: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos” (Êx.20:3-6).
O primeiro ídolo rejeitado pelo salmista encontra-se no versículo um, quando diz: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória”. O próprio homem tem se tornado um dos piores objetos de culto espúrio. Pela vaidade, pelo orgulho ou pela insanidade de erguer um monumento de adoração aos “que descem à região do silêncio” (v.17), a criatura se coloca em lugar do Criador, seguindo o princípio diabólico do originador do mal: “subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is.14:14). E multidões são atraídas pelo afã de ver ou de tocar em ídolos de carne e osso, ou pela falsa segurança de ter em casa objetos que “têm boca e não falam; têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; som nenhum lhes sai da garganta” (v.5-7).
Satanás tem urdido através das eras sua trama de afastar as pessoas da Palavra de Deus. Pela violência, feriu os reformadores com a vara da perseguição religiosa, escurecendo a Idade que foi marcada pela gloriosa manifestação dos corajosos e irrepreensíveis servos de Cristo. Em um conflito marcado claramente pelo contraditório de leis arbitrárias estabelecidas pelos que se diziam representantes de Deus, os verdadeiros filhos de Deus foram perseguidos, inúmeros torturados e até mortos por escolher viver o princípio apostólico: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29).
O cenário atual tem sido preparado para que um tempo ainda mais escuro cubra toda a Terra. Desde que “a ferida mortal foi curada” (Ap.13:3), percebendo que sua antiga estratégia em derramar o sangue dos santos tornou ainda mais poderoso e numeroso o movimento de reforma, o adversário tem velado a sua maligna atuação através da sutil estratégia em misturar aos poucos a verdade com o engano, fazendo com que “tanto pequenos como grandes” quebrem um por um os mandamentos “do Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15; Leia Êx.20:8-11). Pela letargia e falsa piedade de um cristianismo supostamente ativo, Satanás exulta ao ver o seu exército de homens e mulheres que “mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador” (Rm.1:25).
“Mas, à meia-noite” (Mt.25:6), em meio às trevas morais e espirituais que cobrem a Terra, o Senhor está despertando um povo que se levanta com suas lâmpadas acesas, em caminho “para as bodas” (Mt.25:10). Homens e mulheres, jovens e crianças, como Ellen White escreveu, “com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência” (O Grande Conflito, CPB, p.611).
Eis que a vinda do Senhor se aproxima, meus amados irmãos! “Sede benditos do Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15). Confiem no Senhor, “os que temem o Senhor” (v.11), de que Ele mesmo, “que em Cristo vos chamou à Sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. A Ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém!” (1Pe.5:10-11). Vigiemos e oremos!
Bom dia, tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos115 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 115 – Existem vários deuses. O próprio Deus da Bíblia reconhece a existência deles. Embora muitos neguem a existência de outros deuses, na Bíblia, Deus reconhece que eles existem. Tanto que Ele proíbe aos Seus servos terem outros deuses diante dEle num de Seus Dez Mandamentos à humanidade (Êxodo 20:3).
Comentando o Salmo 115, Lawrence Richards faz a seguinte observação: “A Páscoa relembra eventos que separam o Deus de Israel de todas as divindades das outras nações. Os pagãos zombam, porque Deus não pode ser visto, mas os seus ídolos de prata e de ouro são massas inanimadas”.
É interessante saber que este Salmo “foi composto nos primeiros dias após o retorno da Babilônia, quando os pequenos grupos de colonizadores eram importunados pela zombaria e escárnio de seus inimigos. Essa era sua réplica, pondo em relevo o contundente contraste entre os ídolos de seus vizinhos e a majestade do Senhor. Ele nos lembra a descrição que Isaías faz da confecção de um ídolo. Os ídolos tinham uma forma sólida, mas não possuíam poder. O Senhor não tinha aparência externa, mas [possuía] todo o poder”, acrescenta F. B. Meyer.
Interessante que aqueles que têm deuses inferiores se gabam e se acham no direito de atacar a crença dos que creem num Deus superior. Os adoradores de deuses insignificantes são atrevidos em sua ousadia de confrontar ao povo do Deus verdadeiro. No entanto, o Salmo 115 é uma resposta apologética aos zombadores dos seguidores do verdadeiro Deus.
A falta de conhecimento torna a ignorância atrevida, que leva os arrogantes a práticas estúpidas. A visão tacanha da religião torna as pessoas intolerantes, desrespeitosas e abusadas. Tais pessoas precisam saber da verdade, mas devem ouvi-la com profundo amor e bondade.
O Salmo 115 ressalta o conceito de que a verdadeira divindade não precisa ser materializada em ídolos, como é comum nas religiões forâneas à Bíblia. Em vez disso, a transcendência do Deus bíblico é valorizada, enfatizando Sua natureza além do físico e Sua superioridade sobre as divindades representadas por ídolos.
Diferentemente dos ídolos, “jamais poderemos esgotar os recursos de Deus, por maiores que sejam nossas petições”, declara Meyer sobre o Salmo 115.
Então, todos são convidados a desfrutar das bênçãos advindas do compromisso com o verdadeiro Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 114 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 114 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/114
A mensagem deste Salmo é vital, e jamais devemos permitir que o seu significado se perca. “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e Seu ensino em nossa história passada” (Mensagens Escolhidas, vol 3, p. 162).
Está você vacilando em sua fé e caminhada com Deus? Relembre, então, aqueles momentos especiais em que Ele se revelou a você, em que Ele o libertou, em que Ele revelou a você o Seu caráter e você nunca mais foi o mesmo. Relembre aqueles momentos com gratidão! E peça a Deus, em oração, que lhe conceda, hoje, a experiência transformadora do reavivamento e da reforma!
Se você assim proceder, o Deus que converteu a rocha em uma fonte a jorrar (verso 8, NVI), proporcionará rios de água viva para você. E se você continuar a beber dessa água, você nunca mais terá sede do que os “poços deste mundo” tem a oferecer, porque essa água se tornará em você uma fonte para refrescar você e aqueles que estiverem cansados e com sede ao seu redor.
Jan Harry Cabungcal
Neurocientista
Europe for Jesus, Suíça
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/113114
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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401 palavras
Introdução. O Salmo 114 é notável por sua perfeição na forma e vivacidade dramática. Este poema consiste em quatro estrofes com dois versos. Em cada estrofe [de dois versos] o tom dominante é apresentado em linguagem concisa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 992.
É uma das canções mais primorosamente redigidas do Saltério inteiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Judá. Neste verso, a referência é à terra de Judá, como demonstrado pela forma feminina do verbo hebraico. … Não há intenção de contraste entre as palavras “Judá”e “Israel”. CBASD, vol. 3, p. 992.
3 O mar viu isso. Neste verso, o Mar Vermelho é personificado e representado como apressado para preparar o caminho para que os filhos de Israel marchassem por terra seca. CBASD, vol. 3, p. 992.
O Jordão tornou atrás. As providências miraculosas foram vistas no início e no fim da jornada de Israel no Egito a Canaã. Pode-se encorajar no fato de que o mesmo Deus que tira o cativeiro egípcio do pecado conduzirá em segurança através das tempestuosas ondas do Jordão para a terra da promessa, na outra margem. CBASD, vol. 3, p. 992, 993.
4 Os montes saltaram. Evidentemente uma descrição poética do terremoto que acompanhou a entrega da lei no Sinai (ver Êx 19:18). Entre as duas maravilhas (o êxodo do Egito e a entrada na terra santa) está a grande revelação de Deus quando, com grande solenidade, Ele entrega Sua santa lei no Sinai. CBASD, vol. 3, p. 992.
5 que tens … ? O poeta pede que a natureza esclareça seu estranho comportamento, para explicar o fato de que ela parece ter saído de seu curso natural. CBASD, vol. 3, p. 993.
7 Estremece. Esta é a resposta às perguntas feitas nos versos anteriores. A presença de Deus mudou o curso das leis da natureza. CBASD, vol. 3, p. 993.
Ao observar o poder de uma onda oceânica ou a majestade de um pico de montanha, pense na grandeza e glória de Deus, que são muito mais impressionantes do que as maravilhas naturais que você pode ver. Tremer diante da presença de Deus significa reconhecer o poder e a autoridade completos de Deus e nossa fragilidade em comparação. Life Application Study Bivle Kingsway.
8 Converteu a rocha. O Deus que fez a água fluir da rocha em Refidim e em Cades (ver Êx 17:6; Nm 20:8-11) fornece correntes de água viva aos Seus servos fiéis (ver Jo 4:14). Quem continua a beber desta água se tornará nele uma fonte inesgotável tanto para si quanto para o exausto companheiro de viagem ao longo do caminho para o lar celestial. CBASD, vol. 3, p. 993.
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“Estremece, ó Terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó” (v.7).
Através de extraordinários feitos, o Senhor libertou o Seu povo do Egito e o fez passar “pelo meio do mar em seco” (Êx.14:16). Sob a liderança de Moisés, os filhos de Israel iniciaram uma santa peregrinação. Ainda que no deserto, o Senhor lhes proveu pão do Céu e água da rocha; deu-lhes o frescor de Sua sombra de dia, e os aqueceu à noite. Diante dos inimigos pelo caminho, fez de simples escravos, guerreiros poderosos, erguendo no meio do Seu povo a Bandeira da vitória (Êx.17:15). Desceu sobre o monte Sinai, de modo que “todo o monte tremia grandemente” (Êx.19:18), e deu a Israel os mandamentos da aliança do Senhor com o Seu povo.
Olhemos, agora, para o relato de tão sublime livramento e cuidado como uma ilustração da providência divina nos últimos dias. Bem à nossa frente está o tempo determinado por Deus para o derramamento das sete últimas pragas; tempo em que Ele livrará “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm.4:8). Desde 1844, não há mais profecia de períodos ou tempos específicos, senão aquele que Cristo afirmou que “a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt.24:36). E diante do risco de Seus discípulos perderem o foco no que realmente importa que busquemos, Ele também nos deixou a áurea advertência: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (At.1:7-8).
A preparação para que estejamos prontos para receber o nosso Senhor e Salvador deve ser diária e constante. Foi por sua rebeldia e falta de consagração que os filhos de Israel acrescentaram quarenta anos à sua jornada no deserto. Não era propósito de Deus que fosse assim. Canaã estava às portas daquela geração, mas não souberam aproveitar o “tempo da oportunidade” (2Co.6:2). E tudo o que puderam ver da terra prometida foram alguns frutos como prova da promessa divina (Nm.13:23). Oxalá não façamos parte de uma geração de cristãos incrédulos que retardam a vinda do Senhor. Mas que, “guiados pelo Espírito de Deus” (Rm.8:14), como Josué e Calebe, lideremos a geração que está pronta para a concretização da gloriosa promessa.
É tempo, amados, de abandonarmos a síndrome de um Pedro não convertido olhando para a agitação do mar deste mundo (Mt.14:30), e declararmos e vivermos como um Pedro convertido: “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1Pe.4:7). É tempo de perguntarmos a nós mesmos: “Estou eu suficientemente ativo, testificando de Cristo, de modo que Deus me possa usar em breve durante as maravilhosas manifestações dos milagres pentecostais dos dias finais, e na iluminação da Terra inteira com a última e gloriosa mensagem de admoestação?” (Fernando Chaij, A Vitória da Igreja na Crise Final, CPB, p.17).
“Estremece, ó Terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó” (v.7). “Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no Meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da Terra, porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1).
Santo Deus, ajuda-nos a estarmos prontos para o Teu retorno hoje, hoje e hoje! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, atalaias do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos114 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 114 – A reflexão espiritual precisa piamente pautar-se na correta compreensão de Deus e em Seu real e verdadeiro caráter. Qualquer perversão implica em deterioração e corrupção de Seu ser. Precisamos tomar muito cuidado para não criar um deus que não existe – seja materialmente, ou mentalmente.
• O Salmo 114 está dentro de uma estrutura teológica sólida, ampla e profunda. Perdemos muito em nossa compreensão de sua mensagem sem considerar seu contexto.
Paul House sintetiza auxiliando-nos em sua compreensão, ao afirmar que “as obras de Deus (Sl 111) e Sua bênção sobre os justos e sábios (Sl 112) merecem louvor, da mesma forma como o merecem a incomparabilidade de Yahweh (Sl 113) e o livramento de Israel do Egito (Sl 114). Em outras palavras, esse Deus é vivo, real. Por outro lado, ídolos não passam de imagens, sem qualquer capacidade de ver, ouvir, andar ou pensar. Todos os que os adoram são tolos (Sl 115:3-7). Os adoradores do Senhor possuem um Deus que sabe (115:12), ouve (116:1) e ama (117:2). Possuem um Deus que, de uma forma que imita o êxodo, é capaz de restaurá-los à sua pátria (118:10-14). Mais uma vez a singularidade de Yahweh torna os deuses tão comuns, sem nada de especial, que eles claramente não existem”.
A mensagem dos Salmos nesse contexto é relevante para nós tanto quanto foi para Jesus. A Bíblia Andrews relata que os Salmos 113-118 são uma “antologia de salmos conhecida como Hallel, usada na adoração judaica por ocasião das grandes festas anuais (Lv 23; Nm 10:10) e cantada na noite de Páscoa, durante o culto. Os Salmos 113 e 114 eram recitados antes da celebração da refeição pascoal. Já os Salmos 115 e 118 eram cantados após a refeição. É muito provável que Jesus Cristo tenha cantado esses Salmos após comer o cordeiro pascoal e celebrar a Última Ceia (Mt 26:20-30)”.
• O Salmo 114 ensina que Deus controla a natureza, provê libertação da escravidão, Se faz presente entre Seu povo; por tudo isso, Ele merece nossa reverência e total devoção.
A maior libertação, tirando-nos das garras do pecado e do diabo, foi paga por Cristo ao entregar-nos Sua vida na cruz. Por conta disto, podemos aguardar o maior êxodo – retirados deste mundo para o Céu. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.