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Texto bíblico: SALMO 89 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 89 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/89
O Salmo 89 inclui muitas profecias que predisseram o que Jesus experimentaria e o que Ele alcançaria. As tarefas que Jesus realizaria são:
• Jesus acalmaria as ondas do mar. Verso 9
• Jesus confirmaria a aliança de Deus com a humanidade. Versículo 28
As experiências que Jesus experimentaria incluem:
• Jesus seria discriminado e rejeitado. Versículo 38
• Jesus experimentaria toda a ira dos judeus. Versículo 38
• Jesus se tornaria uma reprovação. Versículo 41
• Jesus seria ungido. Versículo 20
• Os judeus rejeitariam a aliança que Jesus trouxe. Versículo 39
• Os judeus exaltaram os inimigos de Jesus, então eles se alegraram. Versículo 41
• Os judeus encurtaram os dias da juventude de Jesus. Versículo 45
• Os judeus cobriram Jesus de vergonha. Versículo 45
Misturadas com essas profecias de sofrimento estão as profecias de Seu sucesso, como:
• Deus estabelecerá Seus descendentes e Seu trono para sempre. Versículo 29
• Deus fortalecerá e estabelecerá Jesus. Versículo 21
• Deus esmagaria os adversários de Jesus diante Dele para que Ele pudesse cumprir Sua missão. Versículo 23
• Os inimigos de Jesus não O enganarão. Versículo 22
• O trono de Jesus se tornaria como o sol. Versículo 36
• Satanás não faria Jesus pecar. Versículo 22
Laura Hamilton
Engenheira química aposentada, Colorado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/89
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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993 palavras
O Salmo 89 tem sido chamado de salmo da aliança. Ele recorda a promessa de que o trono de Davi seria estabelecido eternamente e então expressa preocupação sobre o fato de que Deus aparentemente quebrou a aliança. O salmo se inclina naturalmente em duas partes contrastantes, em que uma mudança abrupta, marcada peça adversativa “mas” (v. 38, ARC [“porém”, na ARA]), separa os v. 1 a 37 dos v.38 a 52. Nas duas grandes divisões ocorrem as seguintes ideias: (1) a tônica de louvor (v. 1-4) e exaltação a Deus por Sua grandeza e suas promessas (v. 15-37); (2) queixa em vista da aparente falha das promessas de Deus (v. 38-45), súplica pelo cumprimento das promessas e restauração do favor de Deus (v. 46-51), doxologia e duplo amém (v. 52). CBASD, vol. 3, p. 940.
2 Fundada. O salmista parece certo de que, apesar das aparências, a promessa feita a Davi seria, por fim, realizada. Como um palácio bem construído, ela permaneceria para sempre. CBASD, vol. 3, p. 940.
4 Tua posteridade. Os descendentes literais de Davi falharam, mas as gloriosas promessas feitas a Davi e sua casa se cumpririam em Cristo. CBASD, vol. 3, p. 940.
5 Os céus. Neste verso, de modo ilustrativo, uma indicação dos habitantes celestiais. CBASD, vol. 3, p. 940.
9 A fúria do mar. É impressionante o poder de Deus sobre a fúria do mar (ver Jó 38:8011; Sl 65:7; 107:23-30; Mt 8:26, 27). Impressionante também é Seu poder sobre as ondas de dificuldades e aflições que nos sobrevêm. ele as tranquiliza para que nenhuma onda de pesar perturbe a paz da alma. CBASD, vol. 3, p. 940.
10 Raabe. Nome usado simbolicamente beste verso para representar o Egito (ver com. de Sl 87:4). CBASD, vol. 3, p. 940.
12 Tabor. Uma montanha com cerca de 561 m de altitude, 19,2 km a oeste do ponto onde o rio Jordão sai do mar da Galileia (ver com. de Jz 4:6). CBASD, vol. 3, p. 941.
Hermom. Montanha ao norte da Palestina, com elevação de 2.813 m. CBASD, vol. 3, p. 941.
17 és a glória de sua força [do Seu povo] .Um símbolo d força. CBASD, vol. 3, p. 941.
19 Outrora. Evidente se referindo aos eventos registrados em 2 Samuel 7:8 a 17. CBASD, vol. 3, p. 941.
Aos Teus santos. Possivelmente a Natã, a quem foi feita uma revelação (ver 2Sm 7:4, 17). CBASD, vol. 3, p. 941.
Concedi o poder de socorrer. Deus capacitou a Davi para as tarefas para as quais fora chamado. As ordens de Deus são “promessas habilitadoras” (PJ, 333). CBASD, vol. 3, p. 941.
Do meio do povo. Ver 1Sm 16:1-13. Deus escolheu a Davi dentre o povo comum, não da nobreza. Destaque-se que seu poder provinha de Deus (ver 2Sm 7:8; Sl 78:70-72). CBASD, vol. 3, p. 941.
25 Os rios. A promessa de Deusa Abraão é estendida nas palavras deste verso (ver Gn 15:18; ver com. de Êx 23:31). CBASD, vol. 3, p. 941.
26 Meu pai. O relacionamento entre Davi e Deus é descrito carinhosamente neste verso. CBASD, vol. 3, p. 941.
27 Meu primogênito. Davi foi o primeiro de uma linhagem de descendentes reais [que] se estendeu até o Messias (ver Êx 4:22; Jr 31:9). CBASD, vol. 3, p. 941.
28 Minha aliança. Ver Is 55:3; cf Sl 89:33-37. Os descendentes literais de Davi quebraram a aliança, mas as promessas seriam cumpridas em Cristo (ver com. de 2Sm 7:14-16; 23:5). CBASD, vol. 3, p. 941.
29 Farei durarpara sempre. Se a linhagem de Davi tivesse permanecido leal a Deus, esta promessa teria sido cumprida literalmente. Ela terã cumprimento no Israel espiritual e em Cristo, a semente de Davi. CBASD, vol. 3, p. 941.
30 Desprezaram a Minha lei. Salomão, o filho de Davi, começou a abandonar a lei de Deus (ver 1Rs 11:1-8). Muitos dos reis que o seguiram “fizeram o que era mau perante o SENHOR”. CBASD, vol. 3, p. 942.
32 Punirei. Esta punição é parte necessária do pai a seus filhos (ver Hb 12:6-11). As punições de Deus são salutares e têm o objetivo de restaurar o pecador. CBASD, vol. 3, p. 942.
33 nem jamais desmentirei a minha fidelidade. Deus não pode ser falso consigo mesmo. CBASD, vol. 3, p. 942
34 Nem modificarei. O caráter de Deus não muda (ver Tg 1:17; Ml 3:6; cf Sl 111:5, 9). CBASD, vol. 3, p. 942.
38 Tu, porém. A partir daqui há uma mudança abrupta do louvor e regozijo para a queixa e lamento. Apesar das promessas de Deus e de Sua fidelidade, parecia que a aliança fora quebrada e que nenhum bem sobrevinha a Israel e ao ungido do Senhor, somente o mal. O salmista pergunta: Como é isto? Qual será o resultado? A fidelidade de Deus está falhando? … O salmista apresenta os fatos evidentes, mas pela fé triunfa sobre as aparências. CBASD, vol. 3, p. 942.
40 Seus muros todos. Todos os muros e fortificações do rei foram destruídos (ver 2Cr 11:5-10; Sl 80:12; cf Is 5:5, 6). CBASD, vol. 3, p. 942.
43 Viraste o fio. Isto é, virou o fio da espada para que, ao golpe dela, o objeto em questão não fosse cortado. Israel não foi bem-sucedido na batalha. CBASD, vol. 3, p. 942.
45 Abreviaste. O vigor da juventude foi interrompido. O período de prosperidade do rei foi reduzido. CBASD, vol. 3, p. 942.
Ignomínia. A linhagem real caiu em desgraça. Tudo que se relacionava à aparência e circunstâncias do rei parecia indicar o desagrado de Deus. CBASD, vol. 3, p. 942.
46 Até quando, SENHOR? A reclamação do salmista dá lugar à súplica. Ele pede ao Senhor o fim de seus problemas. Esta transição é a chave para entender o clamor do salmista. Neste verso, o frágil espírito humano, sentindo o inadequado estado das coisas, apela a Deus para que as endireite. CBASD, vol. 3, p. 942.
47 Minha existência. Do heb. cheled, “duração da vida”. O salmista suplica que, se Deus for intervir, deve agir rápido, porque o salmista está prestes a morrer. CBASD, vol. 3, p. 943.
49 Tuas benignidades de outrora. Isto é, das várias provas do cumprimento da promessa do passado. CBASD, vol. 3, p. 943.
50 No peito. O salmista parece levar no coração as reprovações de todo o Israel. Como Moisés (ver Nm 11:11-15), o salmista sentia que os fardos de todo o povo repousavam sobre ele, tanto que á não conseguia mais suportar o peso. CBASD, vol. 3, p. 943.
52 Bendito. A doxologia e duplo amém (não são partes essenciais do salmo) marcam o final do Livro Três dos Salmos (ver p. 705 [CBASD]; ver com. de Sl 41;13; 72:18; 106:48; 150). Sem dúvida, a mensagem deste verso é muito apropriada, apesar de tudo. “Bendito seja o SENHOR”. CBASD, vol. 3, p. 943.
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“Bem-aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo, que anda, ó Senhor, na luz da Tua presença” (v.15).
A aliança proclamada desde o Éden (Gn.3:15), era aguardada com ardente expectativa pelos sinceros pesquisadores das palavras do Senhor. Desde então, à cada geração era dada a advertência quanto a chegada do Messias e Sua obra de salvação. De Abraão foi levantado um povo peculiar com a missão de revelar a bendita esperança do Libertador prometido. E em Davi, confirmada a promessa de um reino que duraria “para sempre” (v.28 e 29).
O Criador do universo (v.11-12), “com a [Sua] fidelidade ao redor de [Si]” (v.8), está em Seu trono, “e, ao redor do trono, há um arco-íris” (Ap.4:3), símbolo da aliança feita ao mundo através de Noé (Gn.9:13). Cabalmente, o Senhor tem cumprido cada uma de Suas promessas. E, no tempo determinado, como revelado ao profeta Daniel, Aquele que é “tão superior aos anjos quanto herdou mais excelente nome do que eles” (Hb.1:4), revelou ao mundo o mistério da piedade. José e Maria, a profetisa Ana, o ancião Simeão, Isabel, os pastores no campo e os magos do Oriente foram os únicos que conheceram “os vivas de júbilo” (v.15) do cumprimento da profecia.
Como nosso sacerdote, Jesus iniciou o Seu ministério terrestre exatamente na idade da admissão sacerdotal: trinta anos de idade. E sob o olhar atento de todo simples entendedor das Escrituras, e até mesmo pelos mais desconsiderados da Terra, era reconhecido e aclamado como “Filho de Davi” (Mt.15:22), o santo Descendente. Todos os que O viram e ouviram foram impactados pela força do poder do alto. O “Santo de Israel, o nosso rei” (v.18) manifestou o Seu “poder de socorrer” (v.19) os necessitados e aflitos da Terra. E ainda que desprezado por muitos, não violou a Sua aliança, nem modificou o que os Seus lábios proferiram (v.34).
Aquele que dividiu os tempos em antes e depois de Cristo, “a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da Terra”, Aquele “que nos ama, e, pelo Seu sangue, nos libertou dos nossos pecados” (Ap.1:5), eis que “Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. E todas as tribos da Terra se lamentarão sobre Ele. Certamente. Amém!” (Ap.1:7). E o clamor erguido pela geração composta do mais erudito ao mais simples investigador das Escrituras é elevada aos Céus como o aroma agradável de um povo que aguarda a Jesus com ardente expectativa: “Até quando, Senhor?” (v.46).
Não sabemos o dia nem a hora do retorno do Senhor à Terra, mas “como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37). Assim como houve uma mensagem de advertência, um tempo de misericórdia e sinais que apontavam para o evento do dilúvio, assim também os sinais do tempo do fim se avolumam apontando para o fiel cumprimento da derradeira promessa. Jesus prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Há mais de duas mil e quinhentas referências na Bíblia acerca do retorno do Senhor. Portanto, “prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12).
Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e amém! (v.52). Vigiemos e oremos!
Bom dia, bem-aventurados!
Rosana Garcia Barros
#Salmos89 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 89 – Os Salmos 88 e 89 compartilham o tema do sofrimento humano em sua intensidade, buscam respostas de Deus em meio à angústia e, revelam aparente tensão entre as promessas divinas e a realidade das circunstâncias difíceis.
Hemã sentiu-se abandonado por Deus, assim como os questionamentos levantados por Etã no Salmo 89 em relação às promessas a Davi revelam sentimentos parecidos.
• Ambos os Salmos fornecem expressões brutas e honestas referentes ao sofrimento e ao lamento do crente fiel.
• Ambos os Salmos abordam aspectos fundamentais, importantes e relevantes da experiência humana diante da fé e da relação com Deus.
Os escritores dos dois Salmos clamam a Deus, mas não encontram consolo ou respostas imediatas. No Salmo 89, o autor lembra aos leitores do Servo Sofredor ampliado em Isaías 52:13-53:12, tema também relevante no contexto do Salmo 88, onde o salmista compartilha do sofrimento do servo de Deus, identificando-se com ele em meio às suas tribulações.
• A 1ª estrofe oferece uma introdução do diálogo e expressão da inquietação (Salmo 89:1-4).
• A 2ª estrofe contém questões diretas a Deus sobre as dificuldades enfrentadas (Salmo 89:5-37).
• A 3ª estrofe apresenta súplicas por intervenção divina e respostas claras (Salmo 89:38-45).
• A 4ª estrofe questiona o silêncio de Deus (Salmo 89:46-48).
• A 5ª estrofe conclui refletindo na busca incessante por respostas visando maior compreensão (Salmo 89:49-52).
No Salmo 89, o escritor lida com a perplexidade sobre a aparente falha das promessas divinas em meio ao desaparecimento da linhagem de Davi no poder. Jesus é o cumprimento dessas promessas questionadas; todavia, antes Ele é identificado como Servo Sofredor, que experimentou intensa aflição e angústia profunda, reveladas no Salmo 88.
O Salmo 89 menciona que o sofrimento é parte da glória da aliança davídica. No Salmo 88, o sofrimento do salmista pode ser visto como parte da experiência pessoal do Servo Sofredor, o Messias que, em diversas ocasiões, enfrentou desolação e dificuldades.
Em Marcos 15:33-34 Jesus não pediu a Deus “que O livrasse da cruz, não Lhe pediu alívio, queria apenas a Sua presença. O mundo escureceu. Seu sofrimento chegou ao limite do insuportável”; em Sua aflição “ofertava na cruz a energia de cada uma de Suas células em favor de cada ser humano”, destaca Augusto Cury.
Portanto, reavivemo-nos em Cristo! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 88 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 88 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/88
“Estou confinado e não posso escapar” (v.8).
Milhares de anos depois, o lamento desesperado de Hemã foi especialmente ecoado por milhões que enfrentaram tediosas semanas de confinamento em casa. Ricos e pobres, famosos e infames, homens e mulheres, todos sofreram nas mãos do Covid-19 indiscriminadamente insidioso.
O sofrimento aparece em uma variedade de tons. Pode ser o resultado de uma pandemia, perseguição, doença ou rejeição ou inúmeras outras formas de agonia. Independentemente da repetida nota, todos os que sofrem encarcerados pelo desespero e pelo sofrimento. Não há saída? Os olhos escurecem de tanto chorar; a força desaparece. Amigos e familiares frequentemente abandonam o sofredor ou deixam de entender sua luta.
Corações esmagados clamam a Deus: Por que não me respondes? Por que estás se escondendo de mim? Em desespero desolado, imploramos que Deus se levante, responda e mostre Seu rosto. Presos na tristeza, ansiamos pela presença consoladora de Deus. Certamente, Seu amor pode nos libertar.
Olhos ofuscados pela tristeza geralmente deixam de perceber a presença de Deus. No entanto, emoções intensas não são um verdadeiro indicador da presença de Deus. Nossa falta de percepção nunca equivale à ausência de Deus.
Está você confinado pelo sofrimento? Não tema! Deus está eternamente presente. Seu amor nunca será colocado em quarentena.
Lori Engel
Capelã (atualmente com necessidades especiais)
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/88
Tradução: Jobson Santos, Gisele e Jeferson Quimelli
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798 palavras
O Salmo 88 tem sido considerado o mais triste e depressivo do livro dos Salmos. … foi composto num período de sofrimento físico e mental. Nele não há um raio de esperança, com exceção da frase: “Ó SENHOR, Deus da minha salvação.” É um longo gemido de tristeza, concluindo com a palavra “trevas”. CBASD, vol. 3, p. 937.
Não importa quão abatido possamos nos sentir., sempre poderemos nossos problemas a Deus e expressar nossa angústia a Ele. Life Application Study Bible Kingsway.
A situação imediata nos mostra um atribulado buscando a face de Deus. A figura profética nos mostra o peso que Jesus carregou para ser nosso Salvador e ser o cumprimento do salmo anterior. Bíblia Shedd.
É o único salmo atribuído ao ezraíta Hemã (descendente de Corá), a quem Davi colocou na liderança da música na casa do Senhor (1Cr 6:31-22, 90). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Da minha salvação. Este parece ser o único raio de luz em todo o salmo. … Um filho de Deus nunca deveria chegar ao ponto de desistir, mesmo em desespero.Não importa quão abatido possamos nos sentir., sempre poderemos nossos problemas a Deus e expressar nossa angústia a Ele. CBASD, vol. 3, p. 937.
6 Nenhuma destas expressões é forte demais para o sofrimento mental, mais profundo que o físico; mas também têm paralelos na história de Israel: cova – José [e também Daniel] foi posto na cova e depois na prisão, como parte do plano divino para levantá-lo e fazê-lo salvador de sua família; lugares tenebrosos – Abraão foi cercado por Deus, nas cerradas trevas antes de receber a aliança (Gn 15:12-18); abismos – Jonas foi lançado nos abismos para depois aprender a ser fiel profeta de Deus. E tudo isto se coroa pela angústia de Jesus no jardim do Getsêmani (Mt 26.38). Jesus, que por meio de sofrimentos, foi aperfeiçoado Autor de nossa salvação (Hb 2.10). O sofrimento faz parte do plano de Deus (cf Cl 1.24; 1 Pe 3.14). Bíblia Shedd.
Um crente não está isento … de sofrimento neste mundo. Pelo contrário, a sorte do crente comumente inclui sofrimento e dor. Não podemos esperar escapar de todo o sofrimento, mas encontramos consolação nos sofrimentos e na ressurreição de Jesus (Fp 3:10). Bíblia Shedd.
8 Abominação. Isto é, algo detestável e abominável, que deve ser evitado como impuro. CBASD, vol. 3, p. 937.
10-12 maravilhas. Os atos salvíficos de Deus a favor de Seu povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não existe vida, louvor a Deus, declaração de Seu amor, fidelidade, maravilhas ou atos de justiça na sepultura. Os mortos não se levantam. Ênfase no caráter final da vida, pois a ressurreição não é uma experiência cotidiana (89:49); a afirmação não nega necessariamente a esperança da ressurreição. Bíblia de Estudo Andrews.
11 Será referida a Tua bondade na sepultura? Cadáveres não apreciam os atributos de Deus. Somente os vivos conseguem louvar a Deus por Seu amor (ver Sl 89:1). CBASD, vol. 3, p. 938.
12 terra do esquecimento. Expressão poética única que retrata a ausência de memória após a morte, 0casião em que se encerram todos os processos mentais, o nada total (ver Ec 9:5, 6, 10), mas também a imagem da falta de lembrança dos mortos algum tempo depois pelos vivos, ou até mesmo para Deus, pois são eliminados de Seu cuidado terreno (ver Sl 88:5, comparar com 139:8). Bíblia de Estudo Andrews.
13-18 Qual a diferença entre a angústia do crente e a do pagão? O crente odeia o pecado, a causa de toda a fraqueza humana, volta-se para Deus em oração, deseja reconstruir com Ele e espera o resultado vindo de Deus. Bíblia Shedd.
13 Mas eu, SENHOR, clamo a Ti por socorro. O salmista volta, por assim dizer, à realidade de que ele não está na sepultura, mas está vivo. Embora à beira da sepultura, ele continuará a orar para que Deus venha resgatá-lo. CBASD, vol. 3, p. 938.
14 Por que rejeitas, SENHOR, a minha alma e ocultas de mim o rosto? Sem perceber um grave pecado, ele não consegue entender porque tinha que sofrer tanto. CBASD, vol. 3, p. 938.
17 Como água. O salmista é como uma pessoa prestes a se afogar. CBASD, vol. 3, p. 938.
18 Amigo e companheiro. O salmista … foi abandonado até mesmo por aqueles a quem ele tinha o direito de pedir ajuda e simpatia no sofrimento (ver Jó 19:13-21). CBASD, vol. 3, p. 938.
trevas. O salmo é um exemplo de fé confiante: embora … não visse livramento, [o salmista] permanecia firme em Deus. CBASD, vol. 3, p. 938.
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“Mas eu, Senhor, clamo a Ti por socorro, e antemanhã já se antecipa diante de Ti a minha oração” (v.13).
A maioria das pessoas tem a ideia de que os Salmos são poesias que transmitem tão somente palavras de conforto e de paz. Há verdade nisso se com ela não excluímos o fato de que eles também possuem teor profético e de que não exime a liberdade dada por Deus de permitir que a individualidade do escritor apareça nas Escrituras. No livro de Jó, por exemplo, encontramos discursos que exprimem os sentimentos e emoções de Jó pela força de sua experiência. O apóstolo Paulo, como doutor da Lei, não foi impedido de escrever “certas coisas difíceis de entender” (2Pe.3:16). Isso também não exclui e nem contradiz a verdade de que: “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16).
No Salmo de hoje, o salmista expressou exatamente o que estava sentindo conforme a situação em que estava vivendo. Em uma lamentação sem a indicação de um final feliz, suas palavras se resumem em uma profunda tristeza que culminaria em morte, caso não houvesse uma intervenção divina. Ele declarou: “a minha vida já se abeira da morte” (v.3). Mas apesar de todo o seu sofrimento, ele não perdeu a fé de que há um Deus no Céu que ouve as orações dos aflitos: “Mas eu, Senhor, clamo a Ti por socorro, e antemanhã já se antecipa diante de Ti a minha oração” (v.13).
Talvez você esteja passando por um momento semelhante ao do salmista. Talvez você só tenha palavras de lamentação para oferecer a Deus. Contudo, assim como Hemã teve a sua lamentação escrita em registro sagrado, o Senhor não rejeita as suas palavras de sofrimento se elas provêm de um coração humilde e contrito. O que o salmista sentiu e o que você pode estar sentindo agora, Jesus também já sentiu e expressou o Seu sofrimento em palavras: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt.27:46).
Não confunda lamentação com murmuração. O murmurador não vai ao Senhor em busca de socorro, mas com espírito acusatório e desafiador. Entretanto, o fato de Deus ouvir as nossas lamentações não atesta uma vida constantemente atribulada. Jesus teve muitos motivos para andar entre os homens como Homem atribulado, mas, semelhante ao salmista, nas madrugadas depunha Suas aflições diante do Pai e retornava às multidões com espírito alegre e suave.
Às vésperas de enfrentarmos um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), o HOJE é o tempo que nos é dado como oportunidade de estreitarmos o nosso relacionamento com Deus. Apegue-se ao Senhor! Ele está voltando! Esta deve ser a nossa maior esperança e a verdade que supera qualquer sofrimento que possamos passar neste mundo. Cristo vem! Aleluia!
Nosso Deus e Pai, cremos que muito em breve veremos Cristo voltar com poder e grande glória. Até lá, sabemos que havemos de passar por muitas lutas e aflições. Sustenta-nos com Tua forte destra e enche-nos do Teu santo e bom Espírito! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, apegados a Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos88 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 88 – Nestas palavras sagradas, inspiradas pelo Espírito Santo, escritas pelo ezraíta Hemã, contêm uma das lamentações mais intensas e sombrias encontradas nas Escrituras. Diferentemente dos outros Salmos de lamento que oferecem alguma luz no fim do túnel, este termina em trevas totais.
O Salmo 88 expressa dor, angústia e sofrimento. Do começo ao fim, seu conteúdo permanece num sombrio tom desesperador. É o registro claro e real, sem maquiagem ou hipocrisia. É um retrato pungente do sincero e puro desespero humano, que oferece uma oportunidade de reflexão profunda sobre a natureza nua e crua do sofrimento; mas não para por aí, pois o Salmo é uma oração em meio à escuridão pautada na descarada sinceridade e honestidade diante do Deus que nos conhece de fato e de verdade.
O suplicante expõe o coração desesperado diante do Senhor, sentindo seu clamor sendo ignorado. O Céu permanece silente diante da alma em turbilhão constante. O autor descreve sua vida como afundando no abismo e chegando ao limite de suas energias, percebendo-se próximo à morte; sente-se isolado, abandonado e até rejeitado por Deus e também pelas pessoas ao seu redor – tudo isso torna a dor ainda mais intensa, bem pior.
Nos versículos 6 e 7, o Salmo 88 fornece metáforas poderosas para descrever o sofrimento, comparando-o a águas profundas, às ondas avassaladores e á escuridão. Estas imagens retratam a imensidão do desespero, uma sensação de estar sobrecarregado por inúmeros problemas, sem ver qualquer solução ou saída.
Para piorar, é sentir como sendo o próprio Deus o causador de tamanha dor (Salmo 88:6-9). É horrível sentir como sendo colocado no sepulcro e abandonado por Deus (Salmo 88:1-5). Essa é uma dolorosa expressão de profundo desconforto espiritual, onde o autor inspirado parece sentir-se clamando a Deus por ajuda sem qualquer resposta (Salmo 88:10-14).
O Salmo encerra sem reviravolta positiva. Não há momento de triunfo, cura ou vitória; nem mesmo esperança. A alma cessa seu grito angustiante, reforçando a sensação de solidão sufocante. O suplicante não esconde absolutamente nada, deixando claro não compreender a razão de tanto sofrer (Salmo 88:15-18).
Este Salmo desafia a crença tradicional de que orações produzem curas, resoluções ou alívios. Ele destaca a importância de ser transparente com Deus ao expor nossas mazelas do coração… – Heber Toth Armí