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Texto bíblico: SALMO 74 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 74 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/74
Talvez nada desperte mais a ira de um povo quanto a depreciação de seu deus e a profanação de seu lugar de culto. Cerca de 150 anos antes de Cristo, Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém e provocou a ira dos judeus, sacrificando um porco no Lugar Santíssimo. Ainda hoje hindus, muçulmanos e cristãos brigam por templos, mesquitas e igrejas destruídas ou profanadas.
A oração do Salmo de hoje foi proferida por alguém que lamentava profundamente a profanação do Templo. Inimigos de Deus haviam invadido os lugares santos e destruíram os painéis esculpidos em busca do ouro dos entalhes. Símbolos e estandartes pagãos se levantaram no templo e o santuário foi queimado até ao chão (versos 4-8), profanando assim o lugar onde o nome de Deus habitava.
Mas o ‘inimigo’ nem sempre está fora da igreja. Cada um de nós tem visões um pouco diferentes sobre como tratar o santuário de Deus. Devemos remover nossos sapatos? Devemos cobrir nossas cabeças? Esta não é uma questão fácil de resolver, porque o que ajuda uma pessoa na adoração pode atrapalhar outra.
O local de culto é um solo sagrado e deve ser mantido o mais limpo e arrumado possível. Qualquer negligência em manter a igreja no melhor estado de conservação é irreverência. Nenhuma cultura pode desculpar isso. No entanto, o uso de sapatos e cobertura para a cabeça é cultural. Em algumas culturas, a remoção ou uso seria irreverente. O objetivo é criar um ambiente de adoração o mais reverente possível.
Gordon Christo
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/74
Tradução: Jobson Santos, Jefferson e Gisele Quimelli, Luís Uehara
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320 palavras
O Salmo 74 foi escrito possivelmente depois da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Ele descreve de forma vívida a desgraça dos judeus, com ênfase particular na destruição do templo. Este salmo deve ser comparado com o 79, que enfatiza a matança dos habitantes de Jerusalém. Este poema elegíaco [que expressa tristeza] consiste de sete estrofes irregulares… Diz-se que o Salmo 74 foi um dos hinos de batalha dos calvinistas escoceses e dos huguenotes franceses de Cevennes. Os exilados valentes, depois de uma jornada pavorosa pelos Alpes, cantaram o Salmo 74 ao chegarem a Genebra, sua “cidade de refúgio”, e as multidões que os receberam cantaram com eles este hino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 905, 906.
1 Por que nos rejeitas … ? Parecia que Deus tinha deserdado Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 906.
Por que se acende … ? A ira é com frequência comparada ao fogo (ver Dt 32:22; Sl 18:7, 8; cf. Lm 2:3). CBASD, vol. 3, p. 906
3 Dirige teus passos. O salmista implora a Deus que venha depressa ver as ruínas do monte Sião e intervenha. CBASD, vol. 3, p. 906
Perpétuas ruínas. Ruínas tão extensas que pareciam permanentes, como se jamais pudessem ser reconstruídas. CBASD, vol. 3, p. 906
Tem feito. Os babilônios levaram tudo que era valioso (ver 2Rs 25:13-17), e atearam fogo ao templo (ver Sl 74:7). Os v. 4 a 8 descrevem a profanação do templo. CBASD, vol. 3, p. 906.
4 Símbolos. O lugar santo caiu sob o domínio estrangeiro (ver Nm 2:2). Estandartes pagãos se levantaram no templo, para vergonha dos judeus. CBASD, vol. 3, p. 906
5 Brandem machado. Os soldados inimigos são descritos destruindo as madeiras do templo. CBASD, vol. 3, p. 906.
6 Lavores de entalhe. Ver 1Rs 6:29. Os ornamentos foram destruídos a fim de se retirar o ouro que os cobria (ver 1Rs 6:22, 32, 35). CBASD, vol. 3, p. 906.
9 Nao há profeta. Comparar com Lm 2:9; Ez 7:26. CBASD, vol. 3, p. 906.
Até quando. A taça da calamidade de Israel estava cheia. É o versículo mais triste do salmo. CBASD, vol. 3, p. 906.
11 No Teu seio. Por que Deus não estende Sua mão para livrar Israel? Ele parece er a mão dentro das dobras de Seu manto. O salmista pressa impaciência porque crê que Deus devia demonstrar Seu poder, destruindo os invasores. CBASD, vol. 3, p. 907.
12 Ora. O salmista ao contemplar o que Deus fez no passado em favor de Seu povo. Relembrar as bênçãos do passado dá conforto no presente e esperança para o futuro. CBASD, vol. 3, p. 907.
Meu Rei. O poeta tem a certeza de que a despeito das aparências, Deus está no comando (Ver Sl 44:4). CBASD, vol. 3, p. 907.
14 As cabeças do crocodilo. Evidentemente outra alusão ao poderio egípcio. CBASD, vol. 3, p. 907.
15 Tu abriste fontes e ribeiros. A referência pode ser da ocasião em que Deus fez brotar água da rocha ao comando de Moisés (ver Êx 17:6; Nm 20:8; cf. Sl 78:15, 16). CBASD, vol. 3, p. 907.
Secaste rios caudalosos. Alusâo óbvia à travessia do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 907.
13 Monstros marinhos. Do heb. tanninim. Presume-se que esta expressão simbolize o poderio egípcio (ver Ez 29:3). A referência parece ser à destruição dos exércitos de faraó no Mar Vermelho (ver Êx 14:27-30; 15:4). CBASD, vol. 3, p. 907.
19 Rola. Os filhos de Deus são comparados a uma terna e mansa rolinha, amada por Deus. CBASD, vol. 3, p. 907.
22 Pleiteia. O salmista percebe que a causa é de Deus e que a honra dEle está em jogo. Tudo que se faz contra os filhos de Deus é como se fosse contra Ele. Os débeis deveriam reconhecer os propósitos finais de Deus e se tornarem um instrumento em Suas mãos para realizar a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 907.
23 Não Te esqueças. O poeta finaliza sua oração pedindo que os inimigos recebam uma justa retribuição (cf. 2Rs 19:28). CBASD, vol. 3, p. 907.
Gritaria. É evidente que a referência é aos inimigos que invadem Jerusalém com gritos de guerra. CBASD, vol. 3, p. 907.
Dos Teus inimigos. Aqueles que se opõem aos propósitos de Deus … se enganam ao crerem que Deus não leva em conta suas atitudes (ver Êx 16:8; 1Sm 8:7). CBASD, vol. 3, p. 907.
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“Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa; lembra-Te de como o ímpio Te afronta todos os dias” (v.22).
Em tom de lamentação, este Salmo retrata a angústia do povo de Deus diante da invasão dos inimigos. O santuário havia sido destruído e o povo levado cativo. O período que retrata bem este Salmo é quando Babilônia conquistou Jerusalém, assim como havia predito o profeta Jeremias. Negando a mensagem profética, os judeus rejeitaram o chamado de Deus e a Sua aliança: “Viraram-Me as costas e não o rosto; ainda que Eu, começando de madrugada, os ensinava, eles não deram ouvidos, para receberem a advertência” (Jr.32:33).
A reivindicação do salmista para com Deus foi, na verdade, um grito de misericórdia. O que vemos é o clamor de um homem que tinha fé no mesmo Deus que abriu o mar (v.12) e que secou os rios (v.15), guiando o Seu povo por caminhos seguros. Todavia, a desobediência às palavras do profeta de Deus fez com que o Senhor os entregasse à própria sorte: “Portanto, assim diz o Senhor: Eis que entrego esta cidade nas mãos dos caldeus, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e ele a tomará” (Jr.32:28).
A palavra profética nunca foi tão banalizada como atualmente. Milhares têm aberto a boca para declarar profecias falsas e aleatórias, quando a verdadeira profecia é negligenciada ou ignorada. Enquanto Jeremias clamava para que o povo desse ouvidos ao que Deus o havia revelado, mais obstinado o povo se tornava. Mas foi ali, em meio ao cativeiro babilônico, enquanto se dizia: “já não há profeta” (v.9), que Deus suscitou Daniel e lhe deu o dom profético e um livro que, em conjunto com o livro de Apocalipse, nos abre os olhos para o “até quando” (v.9). Na verdade, foi revelado aos filhos de Israel e de Judá até quando duraria aquele jugo: 70 anos (Jr.25:11).
Nós não sabemos quanto tempo mais durará o cativeiro do pecado neste mundo, contudo, de uma coisa podemos ter certeza, os sinais nos mostram que cada dia é o tempo que nos é concedido para estarmos prontos: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Se tão somente seguirmos as orientações proféticas, seremos bem-sucedidos: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
O Senhor nunca desconsiderou a aliança que havia feito com o Seu povo (v.20), mas o Seu povo que não Lhe deu ouvidos. Em sua dureza de coração, os judeus rejeitaram o profeta de Deus e trataram de eles mesmos profanarem a casa de Deus: “Antes, puseram as suas abominações na casa que se chama pelo Meu nome, para a profanarem” (Jr.32:34). Mas a aliança que o Senhor fez com os Seus filhos é eterna e jamais volta atrás: “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o Meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de Mim” (Jr.32:40).
Se tem uma verdade que Satanás odeia é a verdade do santuário. As visões de João no Apocalipse revelam que há um santuário no Céu “que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Ali está traçado todo o plano de Deus para a salvação da humanidade. É claro que o inimigo faria de tudo para que essa verdade ficasse encoberta aos homens e o salmista bem soube reconhecer isso: “tudo quanto de mau tem feito o inimigo no santuário” (v.3). Só quando, pela fé, entramos no santuário, é que recebemos do Espírito Santo uma melhor compreensão do que Cristo fez, faz e fará por nós. Estude essa doutrina. Ela fará toda a diferença na edificação da sua fé.
O Senhor breve virá, amados! Perseveremos em estudar a Bíblia. Examinemos as Escrituras com diligência e humildade, cavando na mina sagrada a fim de encontrarmos os tesouros do caráter aprovado pelo Céu. Então, não teremos do que lamentar, mas veremos o Senhor pleitear a Sua própria causa (v.22) em favor do Seu povo: “Eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (Jr.32:38). Logo Deus destruirá os que “[profanam] o santuário […], mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (Dn.11:31 e 32).
“Lembra-Te da Tua congregação, [Pai]! […] Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará? Acaso, blasfemará o inimigo incessantemente o Teu nome? […] Considera a Tua aliança, pois os lugares tenebrosos da Terra estão cheios de violência […] Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa”! Queremos ir para casa, Pai! Levanta-Te, ó Deus! Vigiemos e oremos!
Bom dia, congregação do Senhor!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos74 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 74 – Atribuído à família de Asafe, esse Salmo é caracterizado como de lamentação, pois expressa profunda tristeza e angústia diante da destruição do templo e da cidade de Jerusalém.
Este Salmo revela o contexto durante o período de grande crise e destruição, provavelmente após a invasão babilônica em Jerusalém no ano 586 a.C. que atingiu ao templo e à cidade; produzindo angústia diante da devastação e do exílio do povo de Deus.
A invasão babilônica trouxe grande sofrimento ao povo. Com a destruição da cidade e o templo incendiado, houveram mortes, exílio e perda da identidade nacional e religiosa. O Salmo reflete a dor e a perplexidade do salmista diante dessa situação.
Contudo, o salmista expressa sua tristeza; todavia, busca conforto e orientação de Deus em meio à aflição. É certo que a destruição do templo e da cidade trouxe uma crise de fé, que questiona por que Deus permitiu tal tragédia e implora por Sua intervenção. Acima de tudo, o Salmo 74 revela a confiança do crente na fidelidade e no poder de Deus para salvar e restaurar.
O Salmo 74, também reflete a teologia do Deus que ouve e responde orações de Seu povo, sendo capaz de realizar ações poderosas de salvação e restauração. O salmista lembra as obras divinas no passado, como a criação do mundo e a libertação do Egito, buscando fortalecer sua fé e confiança em Deus em meio às adversidades (Salmo 74:12-17). Assim, o salmo transmite a mensagem de que, mesmo em momentos de aparente abandono, Deus é o soberano sobre todas as coisas e Seu plano de redenção se cumprirá.
O Salmo reflete o período do reino de Judá, quando a nação estava sob o domínio estrangeiro da Babilônia. Assim, o salmista expressa sua lamentação diante da opressão política e anseia pela libertação e restauração da soberania nacional.
A invasão babilônica trouxe grande sofrimento econômico para Israel, a qual levou à perda de riquezas, propriedades e recursos. Consequentemente,, o Salmo reflete as experiências humanas universais de tristeza, perda, desespero e busca por consolo. Assim, este Salmo aborda questões como a existência do mal, da justiça divina e propósito da vida cuja esperança está unicamente em Deus (Salmo 74:18-32).
Em Deus, há abrangente possibilidade de restauração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 73 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 73 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/73
O Salmo 73 começa com uma declaração retórica: “Certamente Deus é bom para Israel, para os puros de coração.” Mas o autor admite que não se encaixa nessa categoria, “quanto a mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei”.
Eu imediatamente vi que este Salmo era para mim. Enquanto pensava que estava seguindo o plano de Deus para minha vida, de repente perdi minha saúde e não consegui continuar. Isso resultou em enormes perdas pessoais e marginalização dentro de uma comunidade que deveria ser piedosa. Foi desorientador para minha fé.
Nos versículos 3-12, o salmista descreve o que o distraiu de sua fé: ele invejava as pessoas que pareciam ter uma vida mais fácil, apesar da arrogância e impiedade. Ele chegou ao ponto de dizer sobre sua própria justiça: “foi-me inútil manter puro o coração…e todas as manhãs sou castigado” vs. 13,14. Ele lutou para entender isso até que entrou no “santuário” e encontrou Deus.
Se você se identifica com esse salmo, eu te encorajo a encontrar um lugar para contemplar a Natureza de Deus. Permita inspirar-se com admiração pelo Criador do universo, fonte de toda luz e vida, AMOR, sabedoria, pertencimento e perspectiva eterna.
Caryn (Davidson) Pierce
Fisioterapeuta / Professora, Vancouver, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/73
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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365 palavras
Assim como no Salmo 37, este fala do conflito que ocorre quando se percebe que, aparentemente, os ímpios prosperam enquanto os justos são perseguidos. Mas o Salmo 73 se aproxima mais da solução dessa questão do que o Salmo 37. O Salmo 73 aponta para além dessa vida até a eternidade de glória, quando o ser humano encontrará a solução e satisfação final na presença de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 901.
1 Deus é bom. Esta é uma verdade absoluta, embora, alguma vezes, pareça o contrário. CBASD, vol. 3, p. 901.
4 Nédio. Ou melhor, “gordo”. CBASD, vol. 3, p. 902.
20 Como ao sonho. A prosperidade é como um sonho (ver Is 29:7, 8). A realidade volta ao despertar. CBASD, vol. 3, p. 903.
23-28 Nos v. 23 a 28 o salmista expressa a solução final para o problema apresentado no salmo. A solução está em Deus e em reconhecer Sua presença e direção nesta vida e na vida eterna. É quase impossível expressar a sublime beleza desta passagem, tanto em pensamento quanto em palavras. CBASD, vol. 3, p. 903.
25 Não há outro … na terra. Deus é autossuficiente. Toda felicidade do salmista está centralizada nEle. Essa relação íntima é uma das lições fundamentais do livro dos Salmos (ver Sl 42:1, 2; 63:1). CBASD, vol. 3, p. 904.
26 Herança. A fonte de alegria do salmista não era amigos, honra, riqueza ou qualquer coisa terrena, e sim, Deus. Deus era o seu tudo em tudo. Inspirado por este versículo, Charles Wesley (1707-1788), no seu leito de morte, ditou à sua esposa um de seus 6.500 hinos, no qual aparecem as palavras: “Jesus, … fortaleza da minha carne fraca e do meu coração”. CBASD, vol. 3, p. 904.
27 Os que são infiéis. A relação de Deus com Seu povo é com frequência comparada à relação matrimonial (ver Sl 45; Jr 3:8, 9, 14; 5:7; 13:27; 2Co 11:2; Ef 5:25; Tg 4:4). Quando os filhos de Deus se afastam dEle, são infiéis a seus votos conjugais. CBASD, vol. 3, p. 904.
28 Estar junto a Deus. Ver Hb 10:22. Quando nos aproximamos de Deus Ele se aproxima de nós (ver Tg 4:8). CBASD, vol. 3, p. 904.
Senhor Deus. No hebraico está ‘Adhonai Iahweh, uma combinação incomum (ver vol. 1, p. 148-151). Por trás das dúvidas do salmista, sempre houve uma medida de confiança em Deus. Dali em diante, não haveria mais dúvidas, apenas confiança serena. CBASD, vol. 3, p. 904.
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“Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (v.26).
O Livro III de Salmos inicia com o dilema vivido por Asafe. Confessando sua fraqueza, o salmista descreveu a prosperidade dos ímpios em contraste com a sua vida de aflição: “Eis que são estes os ímpios; e, sempre tranquilos, aumentam suas riquezas […] Pois eu de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado” (v.12 e 14). Invejando “os arrogantes” (v.3), Asafe quase caiu na armadilha do inimigo das almas, ao contemplar a sua tentadora oferta: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:9).
Quando Cristo foi tentado no deserto, o diabo apresentou as principais tentações sob as quais grande parte dos pecados estão inseridos: o apetite (Mt.4:3), a presunção (Mt.4:5) e a cobiça e falsa adoração (Mt.4:9). Ao vencer estas tentações, Cristo assinou a nossa carta de alforria da escravidão do pecado. Como Asafe olhou para o “santuário de Deus” (v.17) e viu o destino de quem aceita as ofertas de Satanás, é olhando para o alto que o homem passa de “embrutecido e ignorante” (v.22) para aquele que é sábio e cheio do conhecimento de Deus.
Quando nossos olhos contemplam as verdades do Senhor em Sua Palavra através das lentes do Espírito Santo, passamos a vislumbrar, pela fé, as preciosas promessas divinas e o nosso coração é fortalecido na bendita esperança que nenhuma oferta deste mundo pode superar. Ao permitir que Deus tome as rédeas de nosso enganoso coração, descobrimos a incomparável alegria de pertencer-Lhe. E a vitória de Jesus no deserto representa a nossa vitória. Do santuário celeste, sai o poder do Espírito que nos habilita a recusar as ofertas do maligno e nos regozijarmos no que ainda não recebemos, mas, pela fé, aguardamos.
Ainda que o ímpio prospere na Terra. Ainda que as nossas aflições sejam muitas. Ainda que as injustiças se agravem. “Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no Senhor Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os Seus feitos” (v.28). Louvado seja o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, que me “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9)! E quanto a você, meu irmão e minha irmã? Já tomou a sua decisão? Atendei, agora, ao convite da graça que ainda por um pouco nos está disponível: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22).
Deus bendito e glorioso que habita nas alturas dos céus, nós Te agradecemos pelo dom maravilhoso da graça do nosso Redentor, que no mais santo lugar intercede por nós e tem tomado todas as providências para nos salvar dos nossos pecados. Diante do cenário profético a se desenrolar diante de nossos olhos, aguardamos com grande expectativa o Dia de nossa redenção. Até lá, Pai, fortalece a nossa fé, santifica-nos em Tua Palavra e faz-nos Teus atalaias, apressando o Teu glorioso Dia. Pois Tu és a fortaleza do nosso coração e a nossa herança para sempre. Vigiemos e oremos!
Bom dia, satisfeitos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos73 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 73 – O tema deste Salmo é antigo. A complexidade da vida desperta a perplexidade nos indivíduos analíticos e pensantes. O primeiro livro da Bíblia a ser escrito foi o livro de Jó, que, assim como este Salmo, lida com a questão da justiça divina e o sofrimento dos inocentes/justos. Tanto Jó quanto Asafe filosofam sobre as dificuldades e questionam a razão por trás da dor e do sofrer.
Os Salmo 37 e 49 também abordam a aparente prosperidade dos ímpios e a exortação para que os justos não invejem nem se perturbem com isso, pois a verdadeira recompensa está nas mãos de Deus. Apesar disso, o profeta de Deus também, como muitos de nós atualmente, expressa seu questionamento a Deus sobre a prosperidade dos incrédulos e perversos e a aparente falta de punição e justiça por parte de Deus (Jeremias 12:1-2).
De forma cirúrgica, Jesus, no Sermão da Montanha, diz que Deus faz com que o sol brilhe sobre justos e injustos, e sobre maus e bons, demonstrando que nem sempre as circunstâncias aparentes refletem a verdadeira justiça divina (Mateus 5:45).
Podemos extrair preciosas lições de vida do Salmo 73. Considere estas:
• Precisamos focar na justiça de Deus; pois, através dela podemos superar a inveja e desilusão diante das circunstâncias injustas (Salmo 73:16-17).
• Importa reconhecer que o orgulho e a arrogância levam à queda; e, na verdade, a humildade é a chave para uma vida correta (Salmo 73:18-20).
• Não é sábio deixar-se abalar pela aparente prosperidade dos ímpios; pois, precisamos estar cientes de que a verdadeira recompensa virá de Deus (Salmo 73:21-22).
• Devemos buscar sempre a presença do verdadeiro Deus; pois, ela é o verdadeiro tesouro que sustenta e satisfaz o coração (Salmo 73:25-26).
• Aprendamos a não deixar-se influenciar pelos valores distorcidos deste mundo; pois, o que realmente vale a pena é encontrar segurança na verdade de Deus (Salmo 73:27-28).
José Miranda Rocha observa que “neste extraordinário cântico de fé – o Salmo 73 – Asafe prescreve três salvaguardas contra a tentação”:
• Controle a língua (Salmo 73:15-16).
• Use a memória religiosa (Salmo 73:1, 17).
• Vá ao Santuário contemplar não apenas o fim dos ímpios, mas também a recompensa dos fieis (Salmo 73:23-28).
Reavivemo-nos com Asafe dizendo: “Quanto a mim, bom é estar perto de Deus” – Heber Toth Armí