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Texto bíblico: SALMO 82 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 82 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/82
O primeiro verso deste salmo evoca a imagem de um tribunal. Deus preside a grande assembléia e profere o veredito. Curiosamente, são os juízes de Israel, que estão sendo acusados. O Justo Juiz repreende os juízes por favorecer os ímpios, e implora a eles para que protejam as necessidades e os direitos daqueles que são indefesos.
Ao ler a advertência divina para que se defendam os órfãos e os fracos e para que se resgatem os necessitados, meus pensamentos são levados até o tempo da vida de Jesus e Seus ensinamentos. Lucas nos diz: “Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu costume. E levantou-se para ler. Foi-Lhe entregue o livro do profeta Isaías. Abriu-o e encontrou o lugar onde está escrito: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele Me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor’” (Lucas 4:16-19 NVI).
Este mesmo Jesus que aconselhou seu povo nas Escrituras do Antigo Testamento agora mostra através do exemplo de Sua vida sem pecado como tratar os indefesos, as viúvas e os órfãos, e os pobres.
Eu vejo Jesus carinhosamente defender a viúva que deu somente duas moedinhas de oferta. Eu vejo Jesus acenando para as crianças enquanto ordena aos discípulos: “Deixem vir a Mim as crianças.” Eu vejo Jesus olhando para baixo, para Sua mãe de coração partido e confiando-a aos cuidados de João.
Que belas demonstrações de amor! Exemplos de como Jesus tratava as pessoas e como Ele quer que as tratemos.
Kimberly Bobenhausen
Southern Adventist University, Tennessee USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/82
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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516 palavras
O Salmo 82 é a acusação de Deus aos juízes injustos que dominavam sobre Israel. Possivelmente foi composto num período em que havia muita deslealdade e corrupção na administração da justiça. O salmo é dividido em três partes: 1) Deus é introduzido como Supremo Juiz (v. 1); 2) Deus denuncia os juízes injustos e os julgamentos corruptos (v. 2-7); e 3) o salmista implora que Deus se levante para julgar (v. 8). O salmo tem lições para todos os filhos de Deus com referência às relações mútuas (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 925).
1-8 A justiça divina envergonha os juízes corruptos da terra (Bíblia Shedd).
1 deuses. Do heb. ‘elohim, possivelmente “juízes” neste verso, assim como na tradução de ‘elohim” em Êxodo 21:6; 22:8 e 9. Os juízes podem ser chamados de ‘elohim no sentido de que são representantes da soberania de Deus (ver Êx 7:1) (CBASD, vol. 3, p. 925).
Na lei de Moisés, a palavra assim traduzida se refere aos juízes do povo (Bíblia Shedd).
Na linguagem do AT – e de acordo com o mundo conceptual do antigo Oriente Médio – os governantes e os juízes, como procuradores do Rei celestial, podiam receber o título emérito de “deus” (Bíblia de Estudo NVI,Vida).
O termo designa governantes, líderes, pessoas de poder, juízes e/ou príncipes terrenos (v.7). que eram representantes de Deus, e cujo trabalho era divinamente designado (Êx 22:28; Deut 1:17; 16:18; 2Cr 19:6; comparar com Heb 13:7). Eles perverteram a justiça, agiam cegamente como pessoas andando na escuridão (Sl 82:5). O salmista os vê reunidos perante Deus, o Rei do Universo, sendo julgados, porque eles são responsáveis perante Ele por sua administração de justiça (Andrews Study Bible).
2 Até quando … tomareis partido? Em Israel era proibido mostrar parcialidade por causa de circunstâncias ou posição (ver Lev 19:15; Dt 1:17; At 10:34) (CBASD, vol. 3, p. 925).
5 vacilam todos os fundamentos da terra. Quando juízes injustos administram a lei, os fundamentos do governo moral cambaleiam e caem. O governo terreno, que deveria refletir o governo de Deus, se torna em anarquia (CBASD, vol. 3, p. 926).
6 Eu disse: “sois deuses”. Do heb. ‘elohim (CBASD, vol. 3, p. 926). Jesus explica que aqueles que recebem a Palavra de Deus estão revestidos de autoridade divina (cf Jo 10.34-36) (Bíblia Shedd).
Os que governam (ou julgam) fazem-no por nomeação divina (v. 2,7; Is 44.28) e, portanto, são representantes de Deus – que O conheçam quer não (ver Êx 9.16; Jr 27.6; Dn 2.21; 4.17,32; 5.18; Jo 19.11; Rm 13.1) (Bíblia de Estudo NVI, Vida).
Não deuses no sentido absoluto da palavra, mas apenas “filhos do Altíssimo”, como a sentença paralela afirma. Eles eram apenas governantes e juízes humanos cujos cargos foram concedidos por Deus (Andrews Study Bible).
7 príncipes. Pessoas de posição elevada. Embora fossem chamados ‘elohim (ver com. dos v. 1, 6), eles morreriam por causa de sua infidelidade (CBASD, vol. 3, p. 926).
Se os juízes quisessem tripudiar sobre os direitos dos pobres, poderiam aguardar um fim violento reservado para os déspotas, como seu galardão normal (Bíblia Shedd).
Por mais exaltada que fosse a sua posição, esses “deuses” corruptos serão abatidos pelo mesmo julgamento que os demais homens (Bíblia de Estudo NVI, Vida).
8 herança de todas as nações. Nas palavras de João: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo” (Ap 11:15; cf Dn 2:11, 45) (CBASD, vol. 3, p. 926).
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“Levanta-Te, ó Deus, julga a Terra, pois a Ti compete a herança de todas as nações” (v.8).
Em meio a uma geração corrupta e desleal, um clamor foi erguido. Como representantes da justiça do Senhor na Terra, os juízes de Israel julgavam em direta e ousada oposição ao direito que deveriam promover. Como “deuses” (v.1), tinham em suas mãos decidir as causas que lhes eram confiadas e dar ao povo o exímio testemunho da verdadeira justiça.
Ao estender as mãos ao suborno, tomando “partido pela causa dos ímpios” (v.2), os juízes encolhiam as mãos para os aflitos e necessitados do povo, profanando a causa de Deus e lançando grande maldição sobre a nação. Como tateando “em trevas” (v.5), não entendiam que a maior e melhor recompensa não consiste nos lucros deste mundo, mas na dádiva divina de ser participante de Sua natureza ao atender as necessidades dos pequeninos irmãos.
Interrogado pelos judeus e sob a ameaça de um apedrejamento, Jesus recitou as palavras do salmista: “Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: ‘Eu disse: sois deuses?’ Se Ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, então, dAquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus?” (Jo.10:34-36). Como justo Juiz, Jesus nos deixou o perfeito exemplo dos deveres a nós confiados. Pois todos temos responsabilidades uns para com os outros, não para julgar ou condenar, mas para zelar e amar.
Foi por cair na armadilha de Satanás e endurecer o coração, que Caim questionou: “acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gn.4:9). Se somos “todos filhos do Altíssimo” (v.6), a nossa vida deve revelar as Suas obras em amor e dedicação uns pelos outros, mas, principalmente, pela classe de pessoas indicadas por Jesus: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste” (Mt.5:44-45). Ser filho ou filha de Deus, portanto, não é simplesmente uma escolha, mas uma vitória, que pode ser gradual, lenta, porém, eficaz e plena, pela fé em Cristo Jesus.
Destituídos de amor, somos incapazes de amar e insensíveis às necessidades do próximo. Mas olhando para o Filho de Deus, a fonte de todo o amor, e contemplando a Sua vida completamente altruísta e Seu sacrifício perfeito, nEle somos “feitos justiça de Deus” (2Co.5:21). Então, movidos pelo amor e pelo poder do Espírito Santo, faremos “justiça ao fraco e ao órfão”, procederemos “retamente para com o aflito e o desamparado” (v.3). Socorreremos “o fraco e o necessitado” e os tiraremos “das mãos dos ímpios” (v.4). E muito em breve, ouviremos a voz da aprovação: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).
Querido Pai, queremos viver à luz da Tua Palavra, conforme o amor que desejas derramar em nosso coração a cada dia. Mesmo em meio a um mundo cada vez mais injusto, veste-nos da Tua justiça. “Levanta-Te, ó Deus, julga a Terra; pois a Ti compete a herança de todas as nações”. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos82 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 82 – Um ditado popular diz: “Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: aprender”.
A pior ignorância se dá em relação à Palavra de Deus. A maior ignorância é presumir que sabe das coisas, principalmente sobre assuntos espirituais. Tal pressuposição impossibilita estudos profundos que resultam em transformação do coração.
Reflita:
1. Os ignorantes tomam decisões injustas e preferem favorecer aos ímpios em detrimento dos justos, asdim corrompem a justiça e absolvem aos culpados (Salmo 82:2).
2. Os ignorantes estão em trevas morais, por isso, defendem culpados e condenam inocentes, exploram aos fracos e beneficiam aos ricos, tramam astutamente contra o povo de Deus e conspiram contra os que pertencem a Deus (Salmo 82:3-4).
3. Os ignorantes tomam decisões sérias equivocadamente pensando estarem certos, pois sem discernimento espiritual não existe ideia alguma da verdadeira realidade dos fatos (Salmo 82:5).
4. Os ignorantes pensam que estão no controle, quando na verdade Deus está acima de tudo e de todos; Deus é soberano, os maiorais (deuses) do mundo devem dar satisfação a Ele – sem qualquer possibilidade de negociação (Salmo 82:6-7);
Deus anseia que os ignorantes façam justiça aos fracos e sofredores, procedam corretamente com o aflito e os desamparados; entretanto, eles fazem exatamente o oposto.
Já os sábios não ignoram a justiça, eles clamam a Deus por ela (Salmo 82:1). Os entendidos na Palavra de Deus e submissos a ela conhecem ao Deus da Palavra e pedem-Lhe que dê o que os que ignoram a verdade merecem (Salmo 82:8).
O sábio sabe que logo Deus Se levantará contra todos os que se acham deuses (arrogantes convencidos), que pensam serem donos de seu próprio nariz e fazem o que querem sem consultar a Bíblia, a única fonte segura!
Certamente, Deus julgará “os poderes e governantes que sustentam um sistema de opressão e injustiça no mundo” (Duane A. Garrett).
• Aqueles que levantam sua opinião com convicção sem fundamento bíblico, serão logo julgados. Oremos por isso!
• Aqueles que agem com base em sentimentos sem fundamento bíblico, logo estarão diante do soberano absoluto para responder por seus atos. Oremos por isso!
Derek Bok destaca que “se você acha que educação é cara, experimente a ignorância”.
Sejamos sábios, não ignorantes! Humilhemo-nos perante Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 81 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 81 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/81
Há uma bela promessa apresentada na leitura de hoje: “Se o meu povo apenas Me ouvisse, se Israel seguisse os Meus caminhos, com rapidez eu subjugaria os seus inimigos e voltaria a minha mão contra os seus adversários!” (verso 13 NVI).
Deus quer nos salvar. Você pode ouvir o anseio em sua voz? Apesar dos israelitas terem rejeitado a Deus, ele ainda os chama de “Meu povo.” Em Mateus 23:37 Jesus implorou a Seu povo: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram”.
Você já ouviu a voz de Jesus, implorando que você permita compartilhar com Ele a sua vida? Que você O permita consolar e proteger você como uma mãe galinha cuida de seus pintinhos? Jesus muitas vezes se refere a si mesmo como aquEle que cuida de nós. Ele próprio Se chama: “O Bom Pastor”. Ele diz: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; Eu as conheço e elas Me seguem” (João 10:27).
Pintinhos. Ovelhas. Jesus quer cuidar de você. Ele quer proteger e cuidar de você. Ele deseja lhe manter perto dEle e ficar entre você e seus inimigos. A minha oração hoje é que eu e você nos rendamos ao Seu amor.
Kimberly Bobenhausen
Southern Adventist University, Tennessee USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/81
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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739 palavras
O Salmo 81 é um hino festivo e foi composto para ser cantado em um dos grandes festivais hebraicos, possivelmente a Páscoa ou a Festa do Tabernáculos. Começa com uma convocação para participar na adoração do festival (v. 1-5) e então apresenta o significado da festividade, ao relembrar o relacionamento de Deus com Israel no passado e a admoestação a Seu povo, insistindo para que andem em Seus caminhos (v. 6-16). Na primeira parte é o salmista quem fala; na segunda, Deus fala ao povo, solicita obediência em vista das bênçãos passadas e promete bênçãos futuras como resultado. Nos rituais das sinagogas modernas o Salmo 81 é cantado no dia do Ano Novo judaico. CBASD, vol. 3, p. 923.
1-5 As datas festivas de Israel lembravam a nação dos grandes milagres de Deus. Eram momentos de alegria e tempos para renovar as forças para as lutas diárias da vida. No Natal, o seu pensamento gira principalmente em torno de presentes? A Páscoa é apenas uma antecipação quente da primavera? [NT: Isso no hemisfério norte; No Brasil, no hemisfério sul, a Páscoa antecipa o outono. Na analogia, a Páscoa não deve servir apenas para troca e consumo de chocolate]. Lembre-se das origens espirituais desses dias especiais e use-os como oportunidades para adorar a Deus por sua bondade para você, sua família e sua nação. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Cantai de júbilo. Indicando grande fervor e sinceridade (ver 2Cr 20:19; Sl 3:3). CBASD, vol. 3, p. 923.
2-4 Deus instituiu a música para os cultos do templo (1Cr 25). Música e adoração andam de mãos dadas. A adoração envolve a pessoa toda, e a música ajuda a elevar os pensamentos e emoções para Deus. Através da música, podemos refletir sobre nossas necessidades e deficiências, bem como celebrar a grandeza de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
3 Trombeta. Do heb. shofar, diferente de chatsotserah, também traduzido como “trombeta” (ver p. 23, 24). CBASD, vol. 3, p. 923.
4 Os festivais deviam ser guardados alegremente porque Deus os apontou e eles eram considerados como um privilégio especial do Seu povo (ver Lv 23:23-25). CBASD, vol. 3, p. 923.
5 José. A nação de Israel, representada por José, possivelmente devido a sua proeminência durante a peregrinação no Egito (Sl 80:1; cf. Gn 49:26). Literalmente, ele foi o “salvador” de seu povo. CBASD, vol. 3, p. 923.
Contra a terra. Possivelmente se referindo à época do êxodo, particularmente às pragas. Talvez seja feita uma referência especial à décima praga, que ocasionou a libertação dos israelitas. CBASD, vol. 3, p. 923.
6 Peso. Os escravos egípcios carregavam suas cargas sobre os ombros. Deus removeu o fardo da escravidão libertando os hebreus do Egito (ver Êx 1:11-14; 5:4-17). CBASD, vol. 3, p. 924.
Dos cestos. Possivelmente seja uma referência ao cesto em que os escravos carregavam a argila para fazer os tijolos. CBASD, vol. 3, p. 924.
7 Meribá. Ver Êx 17:1-7; Nm 20:13; cf. Sl 78:20. CBASD, vol. 3, p. 924.
8 Povo Meu. Embora rebelde, Israel ainda era o povo de Deus (ver v. 11). O Senhor não havia rejeitado Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 924.
9 Deus alheio. Uma alusão ao segundo mandamento do decálogo (ver Êx 20:4-6; Dt 5:8-10). CBASD, vol. 3, p. 924.
10 Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito. Ver Êx 20:2; cf. Dt 5:6. Tendo em vista a tendência humana ao esquecimento, esta lembrança era continuamente necessária. CBASD, vol. 3, p. 924.
12 Deixei-o. O Espírito de Deus não age para sempre no homem (ver Gn 6:3). Quando o ser humano persiste na rebelião e na dureza de coração, Deus permite que siga seu caminho e sofra as consequências de suas escolhas. O governo de Deus é baseado no livre-arbítrio moral. Deus não força a vontade. Ele adverte a pessoa que a desobediência traz a ruína, mas não impede suas escolhas obstinadas. CBASD, vol. 3, p. 924.
13-16 Deus providenciou em Sua aliança que Ele restauraria Seu povo se eles O escutassem e voltassem para Ele (Êx 23: 22-27, Lv 26: 3-13, Dt 7: 12-26, 28: 1-14) . Life Application Study Bible Kingsway.
13 Meu povo. Ver com. do v. 8. O discurso muda a direção: do Israel do passado passa para o Israel atual, mostrando quais seriam os resultados da fiel obediência aos mandamentos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 924.
Ah! Se Meu povo Me escutasse, se Israel andasse nos Meus caminhos! Ver Dt 5:29; 32:29; Is 48:18; Lc 19:42. “De todas as lamentáveis palavras escritas ou faladas, as mais dolorosas são estas: ‘Poderia ter sido!’” (John Greenleaf Whittier, “Maud Muller”). CBASD, vol. 3, p. 924.
16 Mais fino. Quando Deus concede Seus dons, Ele escolhe o melhor. Não há mesquinhez na generosidade do Pai. CBASD, vol. 3, p. 924.
Mel que escorre da rocha. O melhor e mais puro mel, armazenado pelas abelhas na rocha montanhosa. CBASD, vol. 3, p. 924.
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“Ah! Se o Meu povo Me escutasse, se Israel andasse nos Meus caminhos!” (v.13).
Quando o Senhor deu a Moisés os Seus estatutos quanto ao funcionamento e manutenção do santuário, estabeleceu todo o serviço com ordem e decência, a cargo dos levitas. Da tribo de Levi, Asafe e sua descendência foram eleitos, nos dias de Davi, para ministrar o louvor no tabernáculo. Em vinte e quatro grupos de doze cantores cada, “instruídos no canto do Senhor” (1Cr.25:7), eles se revezavam em turnos, de forma que sempre houvesse louvor na Casa de Deus. E “Asafe, Jedutum e Hemã”, ministravam os louvores “debaixo das ordens do rei” (1Cr.25:6).
Uma das festas mais alegres instituídas por Deus a Israel era a Festa dos Tabernáculos. Era ela a última festa anual, anunciada ao som de trombeta (v.3). Por sete dias, o povo se alegrava e erguia as vozes em louvor e adoração ao Senhor, habitando em tendas e desfrutando das bênçãos das colheitas das vinhas e dos olivais. Esta celebração simbolizava o período em que Israel habitou em tendas no deserto, mas também aponta para o momento final, quando o povo de Deus viajará por “sete dias ascendendo para o mar de vidro”, para a cidade celestial (EGW, Primeiros Escritos, CPB, p.16).
Mas assim como a desobediência e a murmuração prolongaram o deserto para o antigo Israel, vivemos em tempo de prorrogação. “Ouve, povo Meu, quero exortar-te” (v.8), tem sido o constante clamor do Espírito Santo. Por Sua longanimidade, o Senhor tem suportado este planeta que não passa de uma ranhura em Seu universo perfeito. Por Seu imenso e intenso amor pela humanidade caída, Jesus segura o sopro da última trombeta (1Ts.4:16) enquanto aguarda o último pecador arrependido. Estamos chegando ao fim do grande dia da expiação. Em nossa angústia, clamemos ao Senhor, e Ele nos livrará (v.7). Apeguemo-nos à forte destra do Senhor, “força nossa” (v.1) e, muito em breve, Ele livrará nossos “ombros do peso” (v.6) do pecado.
“Ó, Israel, se Me escutasses!” (v.8), diz o Senhor. “Mas o Meu povo não Me quis escutar a voz” (v.11). “Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos” (v.12). Como filhos desobedientes e néscios, muitos têm vivido sob a falsa ilusão de uma religião de títulos. Como fazer parte de Israel não era sinônimo de amizade com Deus, ter o nome no rol de membros da igreja também não é. Enoque, Noé, Abraão, Moisés, dentre outros, ouviam a voz de Deus porque mantinham comunhão com Ele. Sua voz lhe era familiar porque constituía seu prazer andar na Lei do Senhor.
Como pais podemos ensinar nossos filhos no caminho em que devem andar, mas chegará o tempo em que eles terão de decidir sozinhos se permanecerão nele ou se andarão “na teimosia do seu coração” (v.12). Da mesma sorte, o nosso Pai celeste nos aponta o Seu “caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31), mas Ele nunca nos obrigará a seguir por ele. Em meio a um cristianismo barato de louvores incoerentes, que, pela graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, façamos parte do povo que O louva com a vida e o coração, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Então, logo ouviremos o som de nosso resgate soando pela abóbada celeste e anunciando a nossa salvação que durará “para sempre” (v.15).
Ó “Deus, força nossa”, não queremos andar na teimosia do nosso coração, seguindo nossos próprios conselhos, como néscios. Mas queremos ser transformados e guiados pelo Teu Espírito. Queremos prosseguir em Te conhecer através do estudo da Tua Santa Palavra, só assim não daremos ouvidos a estranhos, e a Tua voz nos será familiar. Nós Te amamos! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do advento!
Rosana Garcia Barros
#Salmos81 #RPSP
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SALMO 81 – Ingratidão é uma reação péssima diante de um bem, feito por alguém; pior ainda, é quando ingratidão é demonstrada por pessoas que receberam grandes bênçãos de Deus.
Deus libertou Israel do Egito miraculosamente, porém, os ex-escravos negligenciaram o reconhecimento que Deus merecia; nós também recebemos Jesus de presente, maior que Moisés, para nos libertar de nossa condição deprimente, porém, muitos de nós, não regozijamos em Deus e não proclamamos Suas obras a nosso favor como deveríamos fazer.
Portanto, devemos parar e meditar, relembrar e refletir mais nos grandes feitos de Deus no mundo. Precisamos olhar para o Calvário lendo o relato inspirado nos Evangelhos, a fim de que sejamos mais impulsionados a exultar e regozijar, louvar e exaltar Àquele que deu Sua vida para nos salvar da escravidão do pecado e das garras do diabo.
A Palavra de Deus nos conclama a notar o grande livramento operado por Deus em nosso favor (Salmo 81:5-16) a fim de que louvemos a Ele com toda nossa força, com nossa voz e com instrumentos musicais em todos os momentos (Salmo 81:1-4).
Quando se discerne o sinal de alerta de Deus e obedecemos a Sua voz, Ele enche a existência do indivíduo obediente de grandiosas bênçãos (Salmo 81:10, 16), Ele abate e humilha aos que se levantam orgulhosamente contra Seus servos (Salmo 81:13-15).
Quando negligenciamos e desprezamos a Palavra de alerta de Deus e nos rebelamos demonstrando claramente nossa rebeldia, colhemos os azedos e amargos frutos inevitáveis desse caminho (Salmo 81:11-12).
A desobediência resulta em horríveis tragédias para quem quer que seja. Só é desobediência quando se sabe o que deve ser feito e não faz; isto é, rebeldia, rebelião. Em relação a Deus, desobediência resulta em…
1. Desprezo (Salmo 81:11);
2. Abandono (Salmo 81:12);
3. Endurecimento do coração (Salmo 81:12);
4. Distância de Deus (Salmo 81:12);
5. Manchar Sua imagem, pois indivíduos se identificam com Ele, mas agem contrariamente a Sua vontade (Salmo 81:13);
6. Impedimento das vitórias que Deus quer dar (Salmo 81:14);
7. Impedimento das derrotas dos inimigos (Salmo 81:15);
8. Impedimento da prosperidade familiar, municipal, estadual, nacional e mundial (Salmo 81:16).
Vale a pena, no presente, avaliar o que Deus fez no passado, para redirecionarmos nossa vida rumo ao futuro.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí