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Texto bíblico: SALMO 68 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 68 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/68
No salmo 68 há uma surpreendente mensagem acerca das mulheres no versículo 11: “O Senhor anuncia a palavra, e as mulheres que a proclamam são uma grande multidão” (New International Version). E a New English Translation diz: “O Mestre soberano fala; muitas, muitas mulheres difundem as boas novas”.
Este Salmo dá crédito às mulheres por dividirem o despojo da batalha (v. 12) e faz referência às asas de uma pomba (v.13), palavras apropriadamente colocadas perto da menção de mulheres (v. 11-13), uma vez que Salomão também refere-se às mulheres como pombas (Cantares de Salomão 5:2). E quando Jesus está prestes a cavalgar nas nuvens, as filhas de Deus em todo o mundo se regozijam e louvam a Deus em alta voz. Nossa canção não podemos conter. Nossas canetas não conseguimos largar. Se nos calássemos, as pedras imediatamente clamariam.
Teresita Pérez
Flórida EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/68
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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1383 palavras
O Salmo 68 celebra a liderança vitoriosa do Senhor sobre Israel desde a época do Êxodo até os dias do salmista. Ele descreve com pequenos detalhes a jornada de Israel pelo deserto, a conquista de Canaã, a fuga dos reis hostis e o estabelecimento final de Jerusalém como o centro religioso da nação. A citação de Paulo em Efésios 4:8 atesta o caráter messiânico de pelo menos uma parte do Salmo 68. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 887.
Os v. 1-18 contém muitas referências à marcha triunfante desde o monte Sinai (nos dias de Moisés) até o monte Sião (nos dias de Davi). … A igreja primitiva, seguindo os indícios em Ef 4.8-13, compreendeu que esse salmo prenuncia a ressurreição, ascensão e governo presente de Cristo, e o triunfo final de sua igreja sobre o mundo hostil. O Sl 68 é o último numa série de quatro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 Levante-se Deus. Que Deus se levante como o sol quando Davi perseverar com sua força e os filhos das trevas se dissiparem, tal como as sombras da noite fogem antes do alvorecer. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
4 exaltai o que cavalga sobre as nuvens (ARA; ARC: “louvai aquele que vai sobre os céus”.
exaltai. Do heb salal, que tem o significado básico de ” erguer”, ” exaltar”. CBASD, vol. 3, p. 887.
5. Pai. Deus revela Seu caráter aos seres humanos por meio de Seus atos de bondade. Quanto mais o ser humano se relaciona com Ele, mais compreende o bondoso cuidado divino. Cristo ” estendeu Sua tenda ao lado da dos homens para que pudesse viver entre nós e tornar-nos familiarizados com Seu caráter e vida divinos” (DTN, 23). CBASD, vol. 3, p. 888.
Embora Deus seja Altíssimo, Ele não desampara o humilde. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
6 Deus faz com que o solitário more em família. A figura pode ser a se um solteiro pobre que não tem dinheiro para pagar por uma noiva (cf. Jacó; Gn 29:18) e, portanto, não pode se casar. Deus tem cuidado dele e o ajuda a formar uma família. CBASD, vol. 3, p. 888.
Os rebeldes habitam em terra seca. Ele é um Deus justo, pois contabiliza os malfeitos dos opressores, que assim não tem paz naquilo que conquistam pela fraude e pela injúria. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
7 Ao saíres. Este versículo introduz o glorioso tema do salmo. Deste ponto em diante [até o v. 18] apresentam-se várias alusões à marcha triunfal de Israel pelo deserto até Canaã, tendo a Deus como guia constante. CBASD, vol. 3, p. 888.
8 O próprio Sinai. Embora a presença de Deus fosse manifestada continuamente durante a longa jornada no deserto, Sua gloriosa majestade foi mostrada de forma especial no Sinai (ver Êx 19:16-18; PP, 339, 340). CBASD, vol. 3, p. 888.
12 aquela que ficava em casa repartia os despojos. O que demonstra a abundância dos despojos que serão conquistados. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
13 Por que repousais entre as cercas dos apriscos? (ARA; NVI: “vocês dormem entre as fogueiras do acampamento”). Ficam de repouso no arraial. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O termo heb. shefathayim, traduzido como “redis” na ARC e “fogueiras do acampamento” na NVI, na verdade indica pedras de fogão de lenha ou chaminé. …a passagem deve ser traduzida… “Ficareis assentados junto às pedras do fogão?” é uma pergunta que envergonha os que, num momento de emergência nacional [batalha e vitória contra os reis], ficam em casa quando grandes interesses estão em jogo, CBASD, vol. 3, p. 888, 889.
Cobertas de prata. Uma bonita imagem que sugere a luz do sol incidindo sobre a plumagem de uma pomba que alça voo. CBASD, vol. 3, p. 889.
14 Dispersa os reis. Evidentemente uma referência à frustração dos reis de Canaã quando Josué invadiu a terra (Js 10:10, 11). CBASD, vol. 3, p. 889.
Cai neve sobre o monte Salmon. Deus espalhou os reis assim como a neve desaparece do monte Zalmon. … É mais provável que este “Zalmon” seja Jebel Haurân, que fica ao leste do mar da Galileia, chamado por Ptolomeu de Asalmanos. Sua altura é de 2 mil metros e seu topo fica coberto de neve quase todos os invernos. CBASD, vol. 3, p. 889.
15, 16 As montanhas ao redor de Basã [a leste de Israel], incluindo-se o altíssimo monte Hermom, são apresentadas com ciúmes porque Deus escolheu o monte Sião como a sede do seu governo, fazendo dele o “mais alto” dos montes (v. 48.2 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Por que olhais com inveja … ? O salmista personifica os imponentes montes como se estivessem invejosos dos montes de Jerusalém. Deus honrou Sião ao escolhê-lo para construir ali o Seu templo (ver Sl 132:13-16). CBASD, vol. 3, p. 889.
17 O Sinai tornou-se em santuário. O próprio Deus, acompanhado dos anjos celestiais, carregando consigo toda majestade e glória manifestada no Sinai, Se estabelece no monte Sião. Que conclusão gloriosa para essa retrospectiva histórica! CBASD, vol. 3, p. 889.
18 Subiste. O salmista emprega a figura de um monarca que retorna triunfante, com vários cativos, para descrever o Rei celestial subindo a Jerusalém. … Paulo aplica a figura do salmista à ascensão de Cristo (Ef 4:8). CBASD, vol. 3, p. 889.
Subiste em triunfo às alturas. Até teu lugar de entronização no monte Sião (v. 47.5, 6 e nota; v. tb. 7.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo aplica esse versículo (como é traduzido na Septuaginta) ao Cristo na Ascensão (Ef 4.8-13), e ali dá a entender que a Ascensão de Cristo foi uma continuação e cumprimento do reino que Deus estabelecera na sua cidade real de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Compare com o Salmo 47.5, 6. A ascensão de Cristo às alturas é enunciada em Sua honra. Ele triunfara sobre os portões do inferno. Ou seja, Ele triunfou conduzindo muitos cativos, tal como grandes conquistadores costumam fazer (Cl 2.15). E capturou aqueles que nos haviam capturado e que, não fosse Sua intervenção, teriam nos deixado cativos para sempre. Não! Mais do que isso, Ele fez cativo o próprio cativeiro, tendo prontamente destruído o poder do pecado e de Satanás. Isso testemunha a integralidade da vitória que Jesus Cristo obteve sobre nossos inimigos espirituais. De tal modo que, pelo amor do Messias, somos mais do que vencedores, somos mais do que conquistadores (Rm 8.37). Bíblia de Estudo Mathew Henry.
19 Suporta as nossas cargas. Livra-nos de carregar os fardos que os inimigos imporiam sobre nós, caso nos escravizassem (v. 81:6; Is 9.4; 10.27). Mas alguns associam esse trecho a textos bíblicos como 55.22; Is 46.4. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 ferirá gravemente a cabeça de seus inimigos. Ou seja, a cabeça de Satanás, a antiga serpente (pela primeira promessa de Deus, fora profetizado que a semente da mulher pisaria a cabeça da serpente). Bíblia de Estudo Mathew Henry.
22 Basã … profundezas do mar. Basã (cf. tb v. 15) era o planalto elevado a leste do Jordão, e o mar era o Mediterrâneo – nenhum dos inimigos escapará (v. Am 9.1-4). Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 Para que banhes o pé em sangue. Uma expressão que descreve a destruição dos inimigos (ver com do Sl 58:10). CBASD, vol. 3, p. 890.
Ele os fará vitoriosos sobre seus inimigos. … Sobre a destruição das gerações anticristãs, lemos sobre o sangue do lagar até [a altura de] os freios dos cavalos (Ap 14.20). Bíblia de Estudo Mathew Henry.
24 Adufes (ARA; NVI: “tamborins”). Possivelmente um tipo de tambor. CBASD, vol. 3, p. 890.
27 Benjamim … Judá. Todo Israel está representado, desde a pequena Benjamim até a poderosa Judá, incluindo tribos do norte e do sul. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 Multidão dos fortes (ARA; NVI: “a fera entre os juncos”). Em vez disto ” animal selvagem dos juncos”, expressão usada talvez para simbolizar o Egito, a potência mundial da época. CBASD, vol. 3, p. 890.
O Egito é destacado aqui como representante das nações hostis – isso por causa das experiências passadas com aquela potência mundial, e porque, na ocasião em que o salmo foi composto, era o único império grande nos horizontes imediatos de Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 Cantai a Deus. O salmo termina com um convite a todas as nações para louvar o Deus supremo que de forma tão gloriosa manifestou Seu poder e Sua bondade ao conduzir Israel em sua marcha triunfal desde o Egito até o monte Sião. Quando Cristo subiu ao Pai, os anjos O receberam nas cortes celestiais cantando em triunfo as palavras dos v. 32 a 34 (ver AA, 32, 33; comparar também com o Sl 24:7-10). CBASD, vol. 3, p. 890.
35 Bendito seja Deus! A contemplação do caráter de Deus conforme descrito neste poema motiva este tributo de louvor do coração de cada filho de Deus (ver Sl 66:20). CBASD, vol. 3, p. 891.
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“Bendizei a Deus nas congregações, bendizei ao Senhor, vós que sois da estirpe de Israel” (v.26).
Usando figuras de linguagem conhecidas pelo povo, de experiências vividas e símbolos que representam cenas futuras, Davi compôs este precioso Salmo. Já no início, percebemos o cenário de um julgamento. “Levanta-Se Deus” (v.1) significa que o Juiz justo está pronto para proferir Sua sentença. Antes de sua morte, o mártir Estêvão, “cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus” (At.7:55-56). A visão de Estêvão representava a sentença do Senhor sobre o povo de Israel, de que não mais seria a Sua nação eleita na Terra; marco este que encerrou a profecia das setenta semanas dadas ao profeta Daniel (Dn.9:24-27).
Descrevendo as cenas finais deste mundo, João viu “o Cordeiro em pé sobre o monte Sião” (Ap.14:1). Costumo dizer que se temos Jesus como nosso Advogado hoje (1Jo.2:1), não O temeremos quando Ele vier como Juiz. Mas “à presença de Deus perecem os iníquos” (v.2), pois não suportarão a glória de Deus, e dirão “aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face dAquele que Se assenta no trono e da ira do Cordeiro” (Ap.6:16).
Dentro em breve, o céu se recolherá “como um pergaminho quando se enrola” (Ap.6:14) e ficará repleto de “milhares e milhares” de anjos, e, “no meio deles, está o Senhor” (v.17), pois “virá o Senhor, meu Deus, e todos os santos, com Ele” (Zc.14:6). E os justos se regozijarão e exultarão “na presença de Deus” (v.3), e dirão: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).
Eu não sei vocês, amados, mas eu me sinto “exausta” (v.9) e com grande expectativa aguardo e clamo pela preciosa promessa da “copiosa chuva” (v.9) do Espírito Santo: “Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias” (Zc.10:1). O “Pai dos órfãos e Juiz das viúvas” (v.5), “que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração” (2Co.1:22), do alto olha para a Terra e sela os Seus últimos servos (Ap.7:3). “O Senhor” também nos “deu a Palavra” (v.11) que nos aproxima do nosso “Deus libertador” (v.20) e nos “faz ouvir a Sua voz, voz poderosa” (v.33). “Bendito seja o Senhor” (v.19)!
Em Seu batismo, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo, que desceu “como pomba, vindo sobre Ele” (Mt.3:16). Não qualquer pomba, ou uma pombinha branca como muitos ilustram, mas como a pomba descrita pelo profeta salmista, cujas asas “são cobertas de prata, cujas penas maiores têm o brilho flavo do ouro” (v.13). Sob Suas asas, o Senhor, o Espírito, deseja, “dia a dia”, levar “o nosso fardo” (v.19) até chegarmos no “monte de Deus” (v.15). Com Ele, “o Senhor, está o escaparmos da morte” (v.20), pois “nos deu vida juntamente com Cristo” (Ef.2:5).
Falta muito pouco, amados, para, do santuário, iniciar “o cortejo do meu Deus” (v.24) e do seu Deus, que culminará no dia em que, olhando para Cristo, diremos: “Deus é a nossa salvação” (v.19)! Portanto, “bendizei ao Senhor, vós que sois da estirpe de Israel” (v.26), do “Israel de Deus” (Gl.6:16). “Reinos da Terra, cantai a Deus, salmodiai ao Senhor” (v.32), “porque o tempo está próximo” (Ap.22:10). De Sua habitação Jesus declara: “Venho sem demora” (Ap.3:11). “Bendito seja Deus!” (v.35).
“Copiosa chuva derramaste, ó Deus, para a Tua herança; quando já ela estava exausta, Tu a restabeleceste” (v.9). Somos a Tua última herança, Pai. Restabelece-nos com a Tua chuva serôdia! Dá “força e poder ao [Teu] povo”, Senhor (v.35)! Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, estirpe de Israel!
Rosana Garcia Barros
#Salmos68 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 68 – A estrutura literária deste Salmo nos dá um vislumbre de sua magnífica mensagem:
• Invocação: Inicia com uma invocação a Deus; pedindo que Se levante, e Seus inimigos sejam dispersos (Salmo 68:1-2).
• Hino de louvor: Em seguida, Davi exalta a grandeza de Deus e Sua vitória sobre inimigos. Deus é descrito como pai dos órfãos, defensor das viúvas e Aquele que concede libertação e prosperidade (Salmo 68:3-6).
• Retrospectiva histórica: O salmista lembra a história de Deus com Seu povo, descrevendo a libertação do Egito, o caminho no deserto e a chegada à Terra Prometida; mostrando que Deus liberta, acompanha e executa (Salmo 68:7-10).
• Convocação celestial: O exército de Deus é convocado para marchar contra inimigos. Descreve-se a derrota de reis; e, a presença de Deus é exaltada na batalha (Salmo 68:11-19).
• Celebração da vitória: Descreve-se a marcha triunfal de Deus no Santuário, acompanhada com cantores e instrumentos musicais (Salmo 68:20-30).
• Chamado à adoração: A conclusão é um chamado para que todas as nações adorem a Deus, reconhecendo Sua grandeza e poder (Salmo 68:31-35).
O Salmo encerra com um desejo mundial. Um dos versos reza: “Cantem a Deus, reinos da Terra, louvem o Senhor…”. Os versos antecedentes dão motivos para que a humanidade adore a Deus. Porém, darei destaque especial a um tema impactante:
Em Salmo 68:18, “o salmista emprega a figura de um monarca que retorna triunfante, com vários cativos, para descrever o Rei celestial subindo a Jerusalém. Pode haver aqui uma referência ao transporte da arca (2 Sm 6:17). Paulo aplica a figura do salmista à ascensão de Cristo (Ef 4:8)” (CBASD).
Paulo “destaca que a ascensão do Salvador é a garantia de Seu poder para dar às pessoas os dons do Espírito (cf. 1Co 15:12-22)… No Salmo, provavelmente, a referência [‘levou em cativeiro um grande numero de prisioneiros’] seja aos inimigos cativos do rei de Israel”. Em Efésios, “pode-se referir aos prisioneiros da morte que foram ressuscitados quando Cristo ressuscitou (Mt 25:51-53). A cadeia da morte havia sido rompida, e os cativos de Satanás foram libertos pelo poder de Cristo” (CBASD).
Podemos dizer, então, com o salmista: “O nosso Deus é um Deus que salva; Ele é soberano, Ele é o Senhor que nos livra da morte” (Salmo 68:20). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 67 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 67 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/67
“Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós.”
Este salmo começa com alegria e em seguida se encaminha para um tema interessante frequentemente repetido nos salmos, um clamor de esperança por julgamento – “Pois governas os povos com justiça e guias as nações na terra.” Os salmos frequentemente falam sobre deleitar-se na lei de Deus e em Seu julgamento, o que me intrigou por anos, já que a maioria de nós sabe intuitivamente que não está à altura da lei de Deus, e quem quer ser julgado? Mas então eu percebi – quem aguarda com esperança ir ao tribunal? Alguém que foi injustiçado e espera que as coisas sejam corrigidas. Os salmos clamam a Deus por julgamento, da posição de apelador, não de réu. Sabemos em nossos corações que as coisas na terra estão profundamente erradas, e somente Um pode consertar as coisas novamente. Ele é a resposta para a dor mais profunda de nossos corações. Ele nos abençoará e nos fará uma bênção. O salmo termina com uma jubilosa promessa: “Que a terra dê a sua colheita, e Deus, o nosso Deus, nos abençoe!”
Anne Carlson-Sipes
Fisioterapeuta de tratamentos agudos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/67
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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604 palavras
O Salmo 67 exorta a todos os povos da terra a se alegrar no Deus e Rei do mundo, a confiar nEle e reconhecer Seu domínio universal. Alguns sugerem que o salmo é uma resposta formal da congregação à bênção araônica* (Nm 6:24-26), especialmente apropriada para a época da colheita. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 885.
1 Seja Deus gracioso para conosco (ARA; NVI: “Que Deus tenha misericórdia de nós”). O pensamento e a linguagem deste versículo são um eco à bênção do sumo sacerdote (ver Nm 6:24-26). Outras frases similares à bênção araônica estão nos Salmos 4:6; 31:16; e 80:3, 7 e 19. CBASD, vol. 3, p. 885.
Para conosco. Literalmente “conosco”. A frase sugere estreita comunhão com Deus. CBASD, vol. 3, p. 885.
2 O Teu caminho. Os métodos e os princípios do governo de Deus, com relação a todo o mundo e não apenas a Israel. O propósito de Deus era que Israel fosse a luz do mundo. A história de Israel poderia ter sido bem diferente se tivesse cumprido sua missão (ver DTN, 577). Na experiência de Israel há uma lição preciosa para a igreja remanescente. CBASD, vol. 3, p. 885.
Em todas as nações. Um chamado à obra missionária. Deus colocou sobre a igreja a responsabilidade de levar o conhecimento da salvação a todas as nações. CBASD, vol. 3, p. 885.
Que os favores de Deus ao seu povo sejam tão óbvios que o mundo inteiro preste atenção. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Poderia ter o salmista ter olhado através dos anos para ver o evangelho percorrer a terra? Esse salmo certamente fala do cumprimento da Grande Comissão (Mateus 28: 18-20), quando Jesus ordenou que o evangelho fosse levado a todas as nações. Conte-se entre a grande multidão de fiéis em todo o mundo que conhece o Salvador; louve-o por suas boas novas; e compartilhe esse evangelho para que a colheita seja abundante. Life Application Study Bible Kingsway.
Salvação. Do heb. yeshu’ah, traduzido em geral por “salvação”, mas também como “felicidade” (Jó 30:15), “auxílio” (Sl 42:5) e “vitória” (Sl 18:50; 44:4). CBASD, vol. 3, p. 885.
3-5 O desejo dos fiéis é duplo: 1) que as bênçãos de Deus sejam tão abundantes que o povo seja inspirado ao louvor, e 2) que as nações realmente acrescentem os seus louvores aos de Israel – uma expressão apropriada neste apogeu da liturgia da adoração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 Louvem-Te os povos. Este versículo é o refrão do poema, e se repete no v. 5. CBASD, vol. 3, p. 885.
Guias. Do heb. nachah, “conduzir” ou “guiar”. Deus é o grande pastor de todos os povos (ver Sl 23:3). Emprega-se nachah para descrever o modo como Deus guiou Israel pelo deserto (ver Sl 78:14). Assim como Deus guiou Israel, Ele guiará todos os povos que O aceitarem como pastor. CBASD, vol. 3, p. 885.
6 A terra deu o seu fruto. Ou, ” a terra produziu”. Pode-se interpretar que esta linguagem se refira a uma abundante colheita. A partir disso, alguns concluem que o salmo é um agradecimento pela colheita. CBASD, vol. 3, p. 885.
7 Abençoe-nos Deus. O salmo termina com a mesma expressão de anseio pela bênção divina do início. Por meio de Israel, o mundo todo seria abençoado. Ao reconhecer o Deus de Israel como o Deus de todas as nações, o mundo compartilharia as bênçãos divinas sobre Israel. Uma análise completa deste salmo só é possível mediante estudo do propósito eterno de Deus ao ter a Israel como Seu povo escolhido. É um salmo essencialmente missionário e deve ser considerado precioso para a igreja no seu panorama mundial. CBASD, vol. 3, p. 885.
* Nm 6:24-26 (NVI): “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz”.
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“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (v.1).
Iniciando com uma parte da bênção sacerdotal (Nm.6:24-26), o salmista dá sequência ao seu louvor com uma antífona de ações de graças. Ao globalizar a adoração a Deus, incluindo “todas as nações” (v.2), a sua perspectiva era de missão, de proclamar a “todos os confins da Terra” (v.7) a bondade de Deus e a Sua justiça. Este Salmo apresenta, de forma muito clara, a obra que o Senhor confiou ao Seu povo; não de um evangelho fechado e exclusivista, mas aberto e mundial.
Com insistência, o salmista convida “os povos todos” (v.3) a louvar a Deus e alegrarem-se por Sua justiça e provisão. E encerra com um pedido cujo objetivo final também possui essência missionária: “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Dentro do contexto atual em que estamos vivendo, com que insistência e ousadia não deveríamos aplicar os dons a nós confiados na obra da salvação! É o momento de atendermos a súplica do incansável pregador: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).
Firmes e apegados à Palavra, apresentemos ao mundo a antífona da salvação em Cristo Jesus; que somente pela Sua maravilhosa graça somos salvos, e aperfeiçoados por Sua justiça. A bênção requerida pelo poeta não se refere apenas às bênçãos materiais e nem deve ser confundida com ausência de problemas. Pois foi aos Seus amados discípulos que Cristo mesmo advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). A maior e mais poderosa bênção a favor do evangelho é uma vida que irradie a felicidade do Céu ainda que lhe sobrevenha aflições, que tem a Lei do Senhor em seu coração, pois “o que guarda a Lei, esse é feliz” (Pv.29:18).
Já nos dias de Noé, o “pregador da justiça” (2Pe.2:5), sua voz pôde ser ouvida por toda a Terra antes do dilúvio. O chamado do Senhor a Abraão incluía a bênção para “todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Israel foi eleita a nação que brilharia a luz de Deus “perante os olhos dos povos” (Dt.4:6). Àqueles que iriam liderar a igreja primitiva foi ordenado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt.28:19). Em alertas claros e perfeitamente compreensíveis, os reformadores da Idade Média revelaram ao mundo verdades encobertas por um sistema religioso opressor e manipulador.
Mas foi em 1844, que Deus suscitou o movimento que revelaria ao mundo do tempo do fim um povo cuja expectativa não seja outra senão que todos sejam alcançados pela bendita esperança do segundo advento de Cristo, soando o alarme da primeira voz angélica “aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). E conhecidos, desde 1863, como adventistas do sétimo dia, mas, acima de tudo, servos de Deus, a nossa missão tem sido a de advertir o mundo quanto ao breve retorno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e a necessidade de estarmos preparados para este glorioso encontro, através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14. Como João Batista preparou o caminho para a vinda do Messias (Lc.1:17), fomos chamados por Deus para preparar a última seara da Terra.
A Terra logo dará o seu fruto (v.6), “pois chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15). “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Você aceita fazer parte deste derradeiro exército de oração do Deus vivo? O Senhor está com a mão estendida, pronto a lhe conceder a bênção prometida: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas […] até aos confins da Terra” (At.1:8). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Ó, Deus amado, perdoa os nossos pecados, transforma o nosso caráter e enche-nos do Teu Espírito até que não reste mais nada de nós mesmos! Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos67 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 67 – Este é um Salmo de ações de graças que ecoa um anseio profundo de que todas as nações conheçam a Deus e O adorem. Nele, o salmista expressa o desejo de que a bondade e a misericórdia divinas sejam estendidas a todos os habitantes (povos) da Terra.
O autor do Salmo 67 clama por bênçãos e misericórdias celestiais, reconhecendo a necessidade da graça e o favor de Deus. Ele anseia que o rosto de Deus resplandeça sobre o povo, simbolizando a presença e a atenção dEle – ecoando a bênção que os sacerdotes proclamavam sobre os adoradores em Números 6:24-27.
Isso mostra que, além das próprias necessidades e anseios pessoais, todo servo de Deus deve desejar que o conhecimento do verdadeiro Deus e Sua graciosa salvação alcance todas as nações. Por isso, deve estender o convite a cada pessoa de todas as culturas, que reconheçam e adorem ao Deus verdadeiro.
Desde o início, quando Deus fez aliança com Abraão, prometeu que todas as famílias da Terra seriam abençoadas através dele (Gênesis 12:1-4). Profetas como Isaías também proclamaram a vinda do Messias, que traria salvação para todas as nações (Isaías 2:2-4).
Além disso, o ensinamento de Cristo enfatizou a adoração universal a Deus, comissionando Seus discípulos a fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:19-20). No Apocalipse, o povo remanescente fiel a Deus, após uma tremenda frustração, deveria erguer-se das cinzas, para então, proclamar/profetizar “de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis”; apelando a todos que “adorem Aquele que fez os Céus, a Terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 10:11; 14:6-7).
Sobre o Salmo 67, Hernandes Dias Lopes diz ser “esse é um dos mais belos salmos do Saltério… Ele vem na mesma toada dos salmos 65 e 66, mostrando como o propósito de Deus é que todas as nações, em toda a Terra, O adorem. Certamente esse é um salmo missionário, com uma canção missionária, pois o povo de Deus almeja ver todas as nações participando das mesmas bênçãos – a bênção de Abraão deve estender-se a todas as famílias da Terra”.
Reavivemos nosso fervor missionário! Para isso:
• Ore pela misericórdia divina (Salmo 67:1-2)
• Suplique pela adoração universal (Salmo 67:3-5).
• Anseie pela benção divina sobre todos (Salmo 67:6-7).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.