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Texto bíblico: SALMO 86 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 86 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/86
Durante toda a minha vida senti o Espírito Santo me proteger, mas foi só quando cresci e afastei pensamentos infantis deste mundo que comecei a entender o quanto o Senhor me ama!
Cerca de dois anos atrás, eu terminei meu Bacharelado em Psicologia. Fiquei muito empolgada porque todos os meus filhos e netos adultos iriam à minha formatura. Um dia antes da formatura, senti alergias chegando. Era difícil respirar, então decidi ir à sala de emergência para fazer uma radiografia do tórax. O médico me disse que eu tinha fibrilação arterial e queria me internar para observação. Expliquei ao médico que queria participar de minha graduação no dia seguinte. Relutantemente, eles me deixaram sair com a promessa de que eu veria meu médico na segunda-feira.
O dia da formatura chegou, mas eu ainda estava tão doente que não pude comparecer. Eu fiquei devastada! Ser a primeira geração a se graduar em minha família era muito importante para mim! Na segunda-feira, o médico imediatamente me enviou ao hospital, onde foi descoberto que eu tinha um buraco no coração. Tudo o que eu conseguia pensar era como Deus me protegeu a cada batimento cardíaco da minha vida!
Louvado seja Deus pelo compositor do Salmo 86! Glorificado o Seu nome! Grandes são Suas misericórdias! Louvarei a ti, ó Senhor, meu Deus, com todo o meu coração; e glorificarei o Teu nome para sempre (v. 12)!
Laura Jones
Secretária da Igreja e Escola Adventista
Simi Valley, Califórnia EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/86
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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302 palavras
O Salmo 86 é de grande beleza e suavidade, impregnado de um espírito de piedade. Não apresenta linhas claras de progressão de pensamento, mas uma sucessão intercalada de exclamações de petição, louvor e gratidão. Suas características básicas sugerem variadas disposições de ânimo: súplica, penitência, confissão de fé e louvor. O salmo é notável por apresentar razões para orar e pela certeza da resposta às orações. CBASD, vol.3, p. 934.
1 Aflito e necessitado. O desamparo do ser humano é o motivo do apelo ao grande Auxiliador (ver Sl 40:17; cf. Sl 9:18; Lc 18:10-14; ver com. de Mt 5:3). CBASD, vol.3, p. 934.
5 Abundante em benignidade. Comparar com Êx 34:6; Sl 86:15. O salmista baseia seu apelo por auxílio nos atributos essenciais do caráter de Deus. CBASD, vol.3, p. 934.
11 Ensina-me. Ver Sl 25:4; 27:11; 119:33. O caminho do Senhor não pode ser conhecido intuitivamente; as pessoas devem ser ensinadas enquanto se sentam aos pés de Deus e aprendem as lições que a vida oferece. CBASD, vol.3, p. 934.
Dispõe-me o coração (ARA; NVI: “um coração inteiramente fiel”). Um coração dividido nunca consegue prestar um serviço aceitável a Deus (ver com. de Mt 6:24). CBASD, vol.3, p. 934.
13 Sepultura. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 15:11). Nesta hipérbole, o salmista expressa a tristeza e o horror da condição da qual Deus o livrou (ver Dt 32:22). CBASD, vol.3, p. 934.
15 Deus compassivo. O salmista apela para Deus com base no Seu glorioso caráter (ver com. do v. 5). Por causa da natureza de Seu caráter, Deus não abandona uma pessoa em necessidade. Esta fala introduz a gloriosa oração registrada nos v. 16 e 17. CBASD, vol.3, p. 934 e 935.
17 Um sinal. O salmista ora por alguma evidência de que Deus está lidando com ele por bondade, para que mesmo seus inimigos reconheçam que Deus está ao seu lado. CBASD, vol.3, p. 935.
E me consolas. O salmo encerra com uma declaração de satisfação. CBASD, vol.3, p. 935.
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“Pois Tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que Te invocam” (v.5).
Foi no sermão do monte que Jesus ensinou aos discípulos, dentre tantas lições, como devemos orar. Contrariando a necessidade da esmagadora massa religiosa de tornar públicas as suas obras, Jesus apresentou o modelo da caridade secreta, da oração secreta e do jejum secreto. Ele retirou os holofotes que por tantos anos haviam brilhado sobre os hipócritas e fez resplandecer a Sua luz sobre os que primeiramente indicou: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt.5:3).
Em uma súplica pessoal e sincera, Davi clamou ao Senhor por força e livramento. Seus muitos pedidos manifestavam a sua total dependência de Deus. Em sua angústia, foi direto à Fonte buscar refrigério e alívio. Ele sabia que dentro em breve seria respondido e consolado, pois confiava inteiramente na provisão divina. Apesar de profundamente angustiado, Davi não questionou o motivo de seu sofrimento, mas o seu sofrimento o motivou a multiplicar suas orações e a reconhecer que só o Senhor poderia socorrê-lo.
Deus não depende de nossas orações e de nossa adoração, amados. Nós é que necessitamos desse vínculo pessoal com o alto, pois fomos criados para isso (Is.43:7). Cada célula do nosso corpo aponta para o Criador e Mantenedor da vida. As multidões atraídas por Cristo constituíram uma prova inequívoca da necessidade humana de aproximar-se de Deus. Todos os que se achegavam a Ele com o coração humilde e contrito não encontravam apenas a cura física ou palavras de ânimo, mas o perdão e a salvação. Apenas os orgulhosos não compreenderam a tônica do evangelho de Cristo: “sem Mim nada podeis fazer” (Jo.15:5).
O Senhor tem revelado os sinais do Seu favor para com a humanidade desde a fundação do mundo. Seu amor leal e sublime paciência têm segurado os quatro ventos da Terra a fim de esperar por Sua última colheita. Nesses últimos instantes de crise e de angústia, muitos humildes de espírito têm despertado a clamar: “Volta-te para mim e compadece-te de mim” (v.16), em resposta direta ao urgente apelo do Senhor: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). Logo “todas as nações […] virão, prostrar-se-ão diante” do Senhor “e glorificarão o [Seu] nome” (v.9).
Como Davi, precisamos pedir ao Senhor que nos ensine em Seu caminho e verdade (v.11). Precisamos olhar para Jesus e dEle aprender, não simplesmente como Seus alunos, mas como Seus servos, replicando a outros o conhecimento que salva. Então, o mundo reconhecerá em nossa vida o sinal do favor divino (v.17).
“Ensina-me, Senhor, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o Teu nome. Dar-Te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o Teu nome”. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, servos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos86 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 86 – Ainda que nossas orações não recebam as respostas que tanto ansiamos e clamamos, Deus não Se torna indigno de nossa devoção, louvor e adoração.
Ainda que muitas questões não fiquem claras, os problemas não sejam resolvidos, as razões de nossas tristezas e os desafios continuem a nos oprimir quando dedicamos nossa vida à oração, devemos preservar nossa dependência plena em Deus e manter total confiança no que Ele pode fazer por nós.
Após esta introdução, observe estes dois pontos do Salmo 86:
1. Como vive o Servo do Senhor Deus verdadeiro?
a) Miserável e infeliz, não no sentido financeiro, mas pela incapacidade de lidar com dificuldades e oposições (Salmo 86:1, 14).
b) Obediente e submisso a Deus consagrando sua existência ao serviço sagrado, assim a piedade é uma característica evidente no verdadeiro crente fiel (Salmo 86:2).
c) Dependente da oração neste mundo deprimente, pois somente pela oração se mantém ligado ao Deus vivente (Salmo 86:3).
d) Imperfeito, mas não ignorando o Deus que pode transformar e santificar (Salmo 86:4).
e) Impotente, mas agarrado ao Deus onipotente; confiante e dependente do Deus que a todo instante está disposto a ajudar Seus servos a glorificar Seu nome no mundo (Salmo 86:6, 7, 9, 11-12, 16-17).
2. Como age o Deus verdadeiro para com Seus servos?
a) Bondosamente; não com indiferença, frieza ou relaxadamente, ainda que o suplicante não mereça um bom tratamento. Deus é fiel até mesmo com os infiéis (Salmo 86:5, 15).
b) Soberanamente; com poder maior que qualquer outro poder existente no Universo, com autoridade singular para conduzir a história visando beneficiar aos fracos que Lhe pertencem (Salmo 86:8).
c) Miraculosamente; os feitos de Deus são incomparáveis, soberanos e maravilhosos para livrar Seu povo (Salmo 86:9-10).
d) Favoravelmente; Deus é transcendente, inacessível, imensurável; contudo, Ele age na história mundana/secular e interage com os que clamam por socorro (Salmo 86:17).
Precisamos saber quem somos para que reconheçamos o quanto precisamos de Deus; também é verdade que quanto mais conhecermos a Deus mais fácil será confiarmos nEle.
Os prepotentes, arrogantes e orgulhosos não se rendem ao Deus perdoador, bondoso, amoroso e provedor de vida; consequentemente, não terão os benefícios que os humildes e submissos à vontade divina desfrutam e/ou ainda desfrutarão.
“Senhor, socorra-nos, reaviva-nos…!” – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 85 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 85 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/85
Em belos termos, o Salmo 85 descreve a salvação que Deus traz ao Seu povo. No centro do Salmo 85 está o versículo 10: “o amor e a fidelidade se encontrarão, a justiça e a paz se beijarão”.
Pode parecer que a misericórdia e a verdade se opõem, onde a misericórdia procura conceder indulgências e a verdade está decidida a condenar. E de fato são opostas. Mas Deus desenvolveu o plano de salvação que atenderia às exigências tanto da misericórdia quanto da verdade.
As exigências da lei e a penalidade do pecado são cumpridas na morte de Jesus na cruz. As exigências da misericórdia são cumpridas no abundante perdão e na graça de Deus, adquiridos pela morte de Jesus na cruz. Implementando o grande plano de salvação de Deus, a misericórdia e a verdade se encontraram e se beijaram.
Tudo o que posso dizer é: Obrigado, Senhor, por Jesus e Seu grande presente para a humanidade.
Laura Hamilton
Engenheira química aposentada, Colorado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/85
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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238 palavras
O Salmo 85 consiste num agradecimento pelo livramento de Israel das mãos de seus opressores (v. 1-3); uma oração por restauração completa (v. 4-7) e um prenúncio da resposta à oração do salmista na concessão de bênçãos materiais e espirituais.. … Diz-se que este salmo era o favorito de Oliver Cromwell. CBASD, vol. 3, p. 932.
2 Perdoaste. O cativeiro ocorreu em consequência do pecado; a remissão da punição era considerada evidência de que Deus havia perdoado o pecado nacional. CBASD, vol. 3, p. 932.
6 Em Ti se regozije. Não somente em bênção terrenas, mas em Deus, o doador de todas as coisas. O reavivamento da religião traz regozijo. CBASD, vol. 3, p. 932.
8 Paz. Do heb. shalom. Poucas palavras hebraicas são tão confortantes em sua conotação como a palavra “paz” (ver Nm 6:26; Sl 29:11; 72:3, 7; 122:6-8; Is 9:6;, 7; Zc 6:13). CBASD, vol. 3, p. 932.
10 A graça e a verdade. O extraordinário exemplo de paralelismo sinonímico apresentado neste verso une em cada frase os dois principais atributos do caráter de Deus (ver Sl 25:10; 72:3). Em pitorescas figuras de personalização, todo o plano da salvação é sintetizado (ver T5, 633; PP, 349; DTN, 762). CBASD, vol. 3, p. 932.
A estratégia de Satanás sempre foi separar justiça e misericórdia. Porém através das maravilhas do plano de salvação Jesus levou sobre Si nossos pecados e nos credita a Sua justiça, demonstrando que Deus é misericordioso e justo. “O amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se beijarão” (v.10; ver Desejado de Todas as Nações, p 762). Beatrice Neall, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/85.
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“Próxima está a Sua salvação dos que O temem, para que a glória assista em nossa terra” (v.9).
No original bíblico, há algumas expressões para a palavra “perdão”, cada qual com uma vertente diferente acerca deste dom divino. Mas a palavra que mais se encaixa no contexto do Salmo de hoje é a palavra hebraica “nasa”, no sentido de “levantar”. Ou seja, buscar o perdão divino para ser reerguido: “Porventura, não tornarás a vivificar-nos, para que em Ti se regozije o Teu povo?” (v.6). Israel desejava a restauração de sua prosperidade como nação do Senhor. E fez uma espécie de aliança com Deus: “Escutarei o que Deus, o Senhor, disser” (v.8). O que há de tão grande e de tão importante nestas palavras? Era justamente por não dar ouvidos ao que o Senhor ordenava, que o povo caía nas mãos dos inimigos e em caminhos de insensatez (v.8).
Observem que a salvação está próxima daqueles que temem a Deus (v.9), daqueles que O obedecem como Senhor. Portanto, aceitá-Lo e servi-Lo como nosso Senhor é um requisito essencial para todos os que desejam um Salvador. Quando o jovem rico, por exemplo, procurou a Cristo e fez a célebre pergunta: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Mc.10:18), ele ouviu claramente que deveria guardar os mandamentos de Deus. Só que aquele jovem, apesar de ser um exímio observador da lei, tinha o coração governado pelas riquezas desta terra. O desejo de Deus é que as palavras que Ele nos ordena estejam em nosso coração (Dt.6:6). Aquele jovem vivia apenas uma aparência de santidade, pois o seu coração estava longe dos propósitos divinos.
Avancemos agora nas páginas sagradas até o livro de Atos, onde encontramos a história do carcereiro romano. Ao deparar-se com dois homens tementes a Deus, sendo profundamente tocado pelo testemunho de Paulo e Silas, lhes fez a seguinte pergunta: “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” (At.16:30). Percebem? A mesma pergunta feita pelo jovem rico. Eis a resposta dos discípulos: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). Já a resposta de Paulo e Silas foi diferente da de Cristo, não foi? Não, amados. Foi exatamente a mesma. Notem isto nas seguintes palavras de Jesus: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21). E qual é a vontade de Deus? A Bíblia toda declara: Que O amemos e O obedeçamos, assim como é o desejo de qualquer pai para com seus filhos. E não há alegria maior para um pai do que um filho que o honra.
Bem, a pergunta foi igual, o contexto da resposta foi igual, mas a diferença está na decisão que cada um tomou. O jovem rico foi embora triste; não aceitou ser confrontado com a verdade. Já o carcereiro aceitou o chamado de Deus e levou a salvação para toda a sua família: “Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (v.10). Todos os atributos do Senhor andam juntos na vida do cristão. Não há paz se não há justiça, como também não há graça sem que haja verdade. Não há como pedir perdão por nossos pecados se não aceitamos ser confrontados pela Palavra de Deus (Leia 2Tm.3:16).
Quando entendemos que “o pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4), passamos a enxergar que a lei não tem o papel de nos salvar, mas de nos mostrar a necessidade vital que temos de um Salvador. Então, seremos obedientes, tementes a Deus, porque cremos em Jesus e em Seu sacrifício de amor. E porque cremos nEle e O amamos, então, O obedecemos. A justiça só irá adiante daqueles que seguem as pegadas que abrem caminhos de vida eterna (v.13). Sigamos as pegadas do nosso Senhor e Salvador, que nos deixou o exemplo para seguirmos os Seus passos (1Pe.2:21), e a salvação entrará em nossa vida e em nossa casa!
Oh, Senhor, livra-nos das vertentes farisaicas ou liberais deste mundo, e faz-nos tão somente andar segundo a sabedoria da Tua Palavra! Que o Teu Espírito harmonize em nossa vida a graça e a verdade, a justiça e a paz. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Feliz semana, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos85 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 85 – Quando das cinzas Deus nos levanta, quando dos cacos Deus reconstrói nossa vida, quando do caos Deus abençoa aos arrependidos… alegria, júbilo e vigor exalam de nosso coração.
Deus quer vivificar aos moribundos pecadores, entretanto, não o faz sem que Lhe permitamos pedindo que nos restaure/revigore.
Observe: Willmington destaca três pontos deste Salmo:
1. Reconhecendo o passado (Salmo 85:1-3): Deus restaura Seu povo, abençoa-o e perdoa-o. Deus encobre os pecados do povo e retira Sua ira.
2. Questionando o presente (Salmo 85:4-7): “Estarás para sempre irado contra nós?” O povo pede a Deus que deixe de lado Sua ira contra eles e as gerações futuras. Também pede que Deus conceda salvação: “Mostra-nos, Senhor, a Tua benignidade”.
3. Antecipando o futuro (Salmo 85:8-13): Há uma mensagem gloriosa de paz e salvação aos que honram a Deus e, revela-se dois encontros gloriosos:
a) A graça e a verdade se encontram;
b) A justiça e a paz se beijam.
A conclusão do Salmo é apoteótica. Ali, “em pitorescas figuras de personificação, todo o plano da salvação é sintetizado” (Comentário Bíblico Adventista).
“O amor de Deus tem-se expressado tanto em Sua justiça como em Sua misericórdia. A justiça é o fundamento de Seu trono, e o fruto de Seu amor. Era o desígnio de Satanás divorciar a misericórdia da verdade e da justiça. Buscou provar que a justiça da lei divina é um inimigo da paz. Mas Cristo mostrou que, no plano divino, elas estão indissoluvelmente unidas; uma não pode existir sem a outra” (Ellen G. White).
“A lei de Deus, encerrada na arca [da aliança], era a grande regra da justiça e juízo. Aquela lei sentenciava a morte ao transgressor; mas acima da lei estava o propiciatório, sobre o qual se revelava a presença de Deus, e do qual, em virtude da obra expiatória, se concedia o perdão ao pecador arrependido. Assim na obra de Cristo pela nossa redenção mobilizada pelo ritual do santuário, ‘a misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram’” (White).
Para nós, pecadores, sem a união entre a misericórdia e a verdade com a justiça e a paz não haveria…
• Reconciliação com Deus;
• Perdão dos pecados;
• Salvação ao pecador;
• Esperança aos perdidos.
Oremos: “Senhor, restaure-nos!” – Heber Toth Armí